O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
6 PORTAS PARA O INFERNO 
Vulcão Masaya, caverna Xibalba, caverna Hade, vulcão Hekla, vulcão Erta Ale, purgatorio de S. Patricio. Não acredita? Veja o documentário. 
PUBLICADO digitalblueradio às 16:47 | LINK DO POST
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Vulcão Masaya, caverna Xibalba, caverna Hade, vulcão Hekla, vulcão Erta Ale, purgatorio de S. Patricio. Não acredita? Veja o documentário. 
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O  "Festival R. T. P. da Canção", é o concurso promovido pela RTP - Rádio Televisão Portuguesa, desde 1964, com o objectivo de seleccionar uma canção para o Festival da Eurovisão.  
O Grande Prémio TV da Canção Portuguesa teve a sua estreia, nos estúdios do Lumiar, na noite de 2 de Fevereiro de 1964.
O objectivo era escolher, pela primeira vez, o candidato de Portugal ao "Concurso Eurovisão da Canção" criado em 1956.
  A final contou com 12 canções, das 127 canções que se submeteram, defendidas por António Calvário, Artur Garcia, Madalena Iglésias, Simone de Oliveira, Gina Maria e Guilherme Kjolner. A designação inicial manteve-se até 1975.
Em 1976 chamou-se "Uma Canção Para A Europa" e em 1977 foi o ano de "As Sete Canções".
Em 1978 adoptou o nome "Uma Canção Portuguesa". A partir de 1979, o nome do certame fixou-se em "Festival R. T. P da Canção". 1980 foi o ano que marcou o arranque das emissões regulares a cores da RTP. A primeira emissão foi precisamente com o Festival da Canção ganho por José Cid.
  Foram continuando as mudanças na estrutura e nos critérios de selecção. Em 1986 designou-se "Uma Canção para A Noruega", em 1988 criou-se um pré-festival denominado "Prémio Nacional de Música" e "Gostamos de Estar Consigo" foi a designação adoptada em 1990.
PUBLICADO digitalblueradio às 11:46 | LINK DO POST
             
O  "Festival R. T. P. da Canção", é o concurso promovido pela RTP - Rádio Televisão Portuguesa, desde 1964, com o objectivo de seleccionar uma canção para o Festival da Eurovisão.  
O Grande Prémio TV da Canção Portuguesa teve a sua estreia, nos estúdios do Lumiar, na noite de 2 de Fevereiro de 1964.
O objectivo era escolher, pela primeira vez, o candidato de Portugal ao "Concurso Eurovisão da Canção" criado em 1956.
  A final contou com 12 canções, das 127 canções que se submeteram, defendidas por António Calvário, Artur Garcia, Madalena Iglésias, Simone de Oliveira, Gina Maria e Guilherme Kjolner. A designação inicial manteve-se até 1975.
Em 1976 chamou-se "Uma Canção Para A Europa" e em 1977 foi o ano de "As Sete Canções".
Em 1978 adoptou o nome "Uma Canção Portuguesa". A partir de 1979, o nome do certame fixou-se em "Festival R. T. P da Canção". 1980 foi o ano que marcou o arranque das emissões regulares a cores da RTP. A primeira emissão foi precisamente com o Festival da Canção ganho por José Cid.
  Foram continuando as mudanças na estrutura e nos critérios de selecção. Em 1986 designou-se "Uma Canção para A Noruega", em 1988 criou-se um pré-festival denominado "Prémio Nacional de Música" e "Gostamos de Estar Consigo" foi a designação adoptada em 1990.
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O  "Festival R. T. P. da Canção", é o concurso promovido pela RTP - Rádio Televisão Portuguesa, desde 1964, com o objectivo de seleccionar uma canção para o Festival da Eurovisão.  
O Grande Prémio TV da Canção Portuguesa teve a sua estreia, nos estúdios do Lumiar, na noite de 2 de Fevereiro de 1964.
O objectivo era escolher, pela primeira vez, o candidato de Portugal ao "Concurso Eurovisão da Canção" criado em 1956.
  A final contou com 12 canções, das 127 canções que se submeteram, defendidas por António Calvário, Artur Garcia, Madalena Iglésias, Simone de Oliveira, Gina Maria e Guilherme Kjolner. A designação inicial manteve-se até 1975.
Em 1976 chamou-se "Uma Canção Para A Europa" e em 1977 foi o ano de "As Sete Canções".
Em 1978 adoptou o nome "Uma Canção Portuguesa". A partir de 1979, o nome do certame fixou-se em "Festival R. T. P da Canção". 1980 foi o ano que marcou o arranque das emissões regulares a cores da RTP. A primeira emissão foi precisamente com o Festival da Canção ganho por José Cid.
  Foram continuando as mudanças na estrutura e nos critérios de selecção. Em 1986 designou-se "Uma Canção para A Noruega", em 1988 criou-se um pré-festival denominado "Prémio Nacional de Música" e "Gostamos de Estar Consigo" foi a designação adoptada em 1990.
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 "Em toda a terra portuguesa, em toda a terra da Europa, Sintra surge como um dos mais belos e raros lugares que a invenção prodigiosa da natureza logrou criar", escreveu o poeta Afonso Lopes Vieira. Sintra é, sem dúvida, um dos paraísos de Portugal, tendo sido declarado pela UNESCO, em 1995, Património Mundial , no âmbito da categoria Paisagem Cultural. 
O seu nome deriva da palavra cynthia, símbolo da lua na mitologia céltica. Os romanos chamavam-lhe Mons Lunae, o monte da lua, e aí eram feitos sacrifícios em sua honra. Essa carga mística, esse estigma com contornos quase sobre-naturais mantém-se até hoje.
 Sintra é anualmente visitada por muitos turistas atraídos pelas belezas naturais, pelos monumentos e pela história da vila e, ao mesmo tempo, para aproveitarem as diferentes praias das redondezas 
Envolta numa neblina característica, é na Serra de Sintra que podemos encontrar o Castelo dos Mouros, construído durante o período de dominação árabe, o Palácio da Pena, o Convento dos Capuchos, o Palácio Nacional de Sintra e o Palácio e Jardins exóticos de Monserrate.
 Nos seus três Palácios Nacionais - Vila, Pena e Queluz - e na série de Museus Municipais, admira-se um importante espólio histórico- artístico. 
Desde tempos remotos, que a atmosfera poética e romântica de Sintra atrai numerosos artistas humanistas. O seu prestígio ficou registado nas quintas de recreio em redor da Vila e nos ideais românticos que se traduzem na remodelação ou construção de quintas e palacetes.
 Na segunda metade do século XIX, Sintra adquiriu um estatuto de vila burguesa essencialmente consagrada ao prazer e ao ócio, constituindo-se então vários hotéis e pensões imortalizados através da pena de afamados escritores da época. Simultaneamente, na sua periferia instala-se gente de grandes recursos económicos, trazendo novidades arquitectónicas, sobretudo na moda dos revivalismos e do ecletismo, que influenciaram a arquitectura vernácula. Entre as novidades, destacam-se os chalets, que inclusive se ergueram em espaço urbano.
 Construída numa zona de maior declive, no sopé da Serra, a "Vila Velha" desenvolve-se entre o Palácio Nacional, antigo Paço Real, e a própria Serra. 
No núcleo mais antigo do Centro Histórico, de assentamento medieval, multiplicam-se. As amplas propriedades, isoladas pelo arvoredo e por muros cobertos de musgo e fetos, que a sombra e o clima húmido favorecem. Esta vegetação faz parte integrante da imagem e da especificidade do Centro Histórico de Sintra.
As carruagens puxadas por cavalos, que operam entre a Vila e a Serra, são uma óptima forma de conhecer Sintra, entre o frondoso arvoredo, ao «glorioso paraíso» nas palavras de Lord Byron. As partidas e chegadas realizam-se no largo fronteiro ao Palácio da Vila.
 As praias que se destacam num raio de 8 a 20km são a Praia Samarra, a Praia da Adraga, a Praia das Maçãs, a Praia das Azenhas do Mar, a Praia do Magoito, a Praia da Aguda e a conhecida Praia Grande. 

Sintra orgulha-se das suas especialidades gastronómicas, como os pasteis regionais "travesseiros" o Cabrito assado, as famosas queijadas de Sintra, os Pastéis da Pena, as Nozes de Galamares e os Fôfos de Belas. E ainda o vinho da Região demarcada de Colares (Adega Regional de Colares).


PUBLICADO digitalblueradio às 11:07 | LINK DO POST
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 "Em toda a terra portuguesa, em toda a terra da Europa, Sintra surge como um dos mais belos e raros lugares que a invenção prodigiosa da natureza logrou criar", escreveu o poeta Afonso Lopes Vieira. Sintra é, sem dúvida, um dos paraísos de Portugal, tendo sido declarado pela UNESCO, em 1995, Património Mundial , no âmbito da categoria Paisagem Cultural. 
O seu nome deriva da palavra cynthia, símbolo da lua na mitologia céltica. Os romanos chamavam-lhe Mons Lunae, o monte da lua, e aí eram feitos sacrifícios em sua honra. Essa carga mística, esse estigma com contornos quase sobre-naturais mantém-se até hoje.
 Sintra é anualmente visitada por muitos turistas atraídos pelas belezas naturais, pelos monumentos e pela história da vila e, ao mesmo tempo, para aproveitarem as diferentes praias das redondezas 
Envolta numa neblina característica, é na Serra de Sintra que podemos encontrar o Castelo dos Mouros, construído durante o período de dominação árabe, o Palácio da Pena, o Convento dos Capuchos, o Palácio Nacional de Sintra e o Palácio e Jardins exóticos de Monserrate.
 Nos seus três Palácios Nacionais - Vila, Pena e Queluz - e na série de Museus Municipais, admira-se um importante espólio histórico- artístico. 
Desde tempos remotos, que a atmosfera poética e romântica de Sintra atrai numerosos artistas humanistas. O seu prestígio ficou registado nas quintas de recreio em redor da Vila e nos ideais românticos que se traduzem na remodelação ou construção de quintas e palacetes.
 Na segunda metade do século XIX, Sintra adquiriu um estatuto de vila burguesa essencialmente consagrada ao prazer e ao ócio, constituindo-se então vários hotéis e pensões imortalizados através da pena de afamados escritores da época. Simultaneamente, na sua periferia instala-se gente de grandes recursos económicos, trazendo novidades arquitectónicas, sobretudo na moda dos revivalismos e do ecletismo, que influenciaram a arquitectura vernácula. Entre as novidades, destacam-se os chalets, que inclusive se ergueram em espaço urbano.
 Construída numa zona de maior declive, no sopé da Serra, a "Vila Velha" desenvolve-se entre o Palácio Nacional, antigo Paço Real, e a própria Serra. 
No núcleo mais antigo do Centro Histórico, de assentamento medieval, multiplicam-se. As amplas propriedades, isoladas pelo arvoredo e por muros cobertos de musgo e fetos, que a sombra e o clima húmido favorecem. Esta vegetação faz parte integrante da imagem e da especificidade do Centro Histórico de Sintra.
As carruagens puxadas por cavalos, que operam entre a Vila e a Serra, são uma óptima forma de conhecer Sintra, entre o frondoso arvoredo, ao «glorioso paraíso» nas palavras de Lord Byron. As partidas e chegadas realizam-se no largo fronteiro ao Palácio da Vila.
 As praias que se destacam num raio de 8 a 20km são a Praia Samarra, a Praia da Adraga, a Praia das Maçãs, a Praia das Azenhas do Mar, a Praia do Magoito, a Praia da Aguda e a conhecida Praia Grande. 

Sintra orgulha-se das suas especialidades gastronómicas, como os pasteis regionais "travesseiros" o Cabrito assado, as famosas queijadas de Sintra, os Pastéis da Pena, as Nozes de Galamares e os Fôfos de Belas. E ainda o vinho da Região demarcada de Colares (Adega Regional de Colares).


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 "Em toda a terra portuguesa, em toda a terra da Europa, Sintra surge como um dos mais belos e raros lugares que a invenção prodigiosa da natureza logrou criar", escreveu o poeta Afonso Lopes Vieira. Sintra é, sem dúvida, um dos paraísos de Portugal, tendo sido declarado pela UNESCO, em 1995, Património Mundial , no âmbito da categoria Paisagem Cultural. 
O seu nome deriva da palavra cynthia, símbolo da lua na mitologia céltica. Os romanos chamavam-lhe Mons Lunae, o monte da lua, e aí eram feitos sacrifícios em sua honra. Essa carga mística, esse estigma com contornos quase sobre-naturais mantém-se até hoje.
 Sintra é anualmente visitada por muitos turistas atraídos pelas belezas naturais, pelos monumentos e pela história da vila e, ao mesmo tempo, para aproveitarem as diferentes praias das redondezas 
Envolta numa neblina característica, é na Serra de Sintra que podemos encontrar o Castelo dos Mouros, construído durante o período de dominação árabe, o Palácio da Pena, o Convento dos Capuchos, o Palácio Nacional de Sintra e o Palácio e Jardins exóticos de Monserrate.
 Nos seus três Palácios Nacionais - Vila, Pena e Queluz - e na série de Museus Municipais, admira-se um importante espólio histórico- artístico. 
Desde tempos remotos, que a atmosfera poética e romântica de Sintra atrai numerosos artistas humanistas. O seu prestígio ficou registado nas quintas de recreio em redor da Vila e nos ideais românticos que se traduzem na remodelação ou construção de quintas e palacetes.
 Na segunda metade do século XIX, Sintra adquiriu um estatuto de vila burguesa essencialmente consagrada ao prazer e ao ócio, constituindo-se então vários hotéis e pensões imortalizados através da pena de afamados escritores da época. Simultaneamente, na sua periferia instala-se gente de grandes recursos económicos, trazendo novidades arquitectónicas, sobretudo na moda dos revivalismos e do ecletismo, que influenciaram a arquitectura vernácula. Entre as novidades, destacam-se os chalets, que inclusive se ergueram em espaço urbano.
 Construída numa zona de maior declive, no sopé da Serra, a "Vila Velha" desenvolve-se entre o Palácio Nacional, antigo Paço Real, e a própria Serra. 
No núcleo mais antigo do Centro Histórico, de assentamento medieval, multiplicam-se. As amplas propriedades, isoladas pelo arvoredo e por muros cobertos de musgo e fetos, que a sombra e o clima húmido favorecem. Esta vegetação faz parte integrante da imagem e da especificidade do Centro Histórico de Sintra.
As carruagens puxadas por cavalos, que operam entre a Vila e a Serra, são uma óptima forma de conhecer Sintra, entre o frondoso arvoredo, ao «glorioso paraíso» nas palavras de Lord Byron. As partidas e chegadas realizam-se no largo fronteiro ao Palácio da Vila.
 As praias que se destacam num raio de 8 a 20km são a Praia Samarra, a Praia da Adraga, a Praia das Maçãs, a Praia das Azenhas do Mar, a Praia do Magoito, a Praia da Aguda e a conhecida Praia Grande. 

Sintra orgulha-se das suas especialidades gastronómicas, como os pasteis regionais "travesseiros" o Cabrito assado, as famosas queijadas de Sintra, os Pastéis da Pena, as Nozes de Galamares e os Fôfos de Belas. E ainda o vinho da Região demarcada de Colares (Adega Regional de Colares).


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A Rádio e Televisão de Portugal (RTP) é uma empresa e portuguesa que inclui a rádio e a televisão. Antes do ano de 2004, a Radiodifusão Portuguesa (RDP) e a Radiotelevisão Portuguesa (RTP), empresas de rádio e televisão, estavam separadas e eram entidades jurídicas independentes e distintas. Em 2004, foram reestruturadas e fundidas numa empresa, a Rádio e Televisão de Portugal. Desde então, a sigla RTP passou a designar o grupo inteiro de Rádio e Televisão. Oficialmente, a Emissora Nacional de Radiodifusão, usualmente designada Emissora Nacional, da qual a RDP é sucessora, foi fundada no dia 4 de Agosto de 1935. Contudo, o primeiro passo para a sua constituição já tinha sido dado em 1930, aquando de um decreto que criou, na dependência dos CTT, a Direcção dos Serviços Radio eléctricos, autorizando, em simultâneo, a aquisição dos primeiros emissores de onda média e onda curta em Portugal.

Em 1932, realizaram-se as primeiras emissões experimentais em Onda Média e em 1934 o mesmo aconteceu relativamente à Onda Curta. Três anos depois, a sua capacidade de emissão era alargada para atingir a diáspora portuguesa. Data dessa altura o lançamento de um programa de referência - a "Hora da Saudade" - destinado aos emigrantes no continente americano e aos pescadores da frota bacalhoeira. A realidade de hoje é outra, mas a vocação mantém-se e a RDP Internacional continua a afirmar-se como elo essencial de ligação com as comunidades portuguesas no estrangeiro. Ainda em 1934, os estúdios eram transferidos de Barcarena para a Rua do Quelhas, em pleno coração de Lisboa, onde se mantiveram até meados dos anos 90. Actualmente, nessa mesma rua, mas num outro edifício que outrora acolheu o histórico Rádio Clube Português, funciona o Museu da Rádio.
Baseada num modelo sóbrio de apresentação, a Emissora Nacional, assumindo o seu papel de órgão de propaganda do chamado Estado Novo, desenvolveu uma cultura própria que influenciou fortemente a sociedade e marcou decisivamente a história da rádio em Portugal. Da dinâmica que se estendeu ao longo dos anos 50, surgiram as orquestras da Emissora Nacional - Sinfónica, Típica e Ligeira - o Centro de Formação de Artistas da Rádio, onde se revelaram alguns dos grandes nomes da música portuguesa, o teatro radiofónico, de que são paradigma os folhetins e programas que ficaram na memória colectiva dos portugueses. Este modelo pouco se altera até ao 25 de Abril de 1974. A revolução conduz à imediata ocupação da Emissora Nacional, com a nomeação de militares para todos os cargos relevantes.

Passadas as maiores vicissitudes do período revolucionário, as estações de rádio são nacionalizadas e é criada a RDP que concentra todas as estações, com excepção da Rádio Renascença e de dois outros postos de pequena expressão. Em 1976, a nova empresa adopta o nome de Radiodifusão Portuguesa, ficando depositária da obrigação de prestar um serviço público de rádio. Em termos de produção, a empresa organiza-se em 4 canais nacionais e 3 regionais para o continente e 2 regionais para as ilhas, mantendo as emissões internacionais em Onda Curta.

Em 1979, procede-se a uma profunda reorganização interna resultando na criação da Rádio Comercial que, juntamente com os programas emitidos a partir dos centros regionais, entra em concorrência directa com os operadores privados no mercado publicitário. Entre 1992 e 1994 a RDP inicia nova fase de transformação. A Rádio Comercial é privatizada e retira-se a publicidade de todos os canais, deixando-se, assim, o mercado publicitário exclusivamente aos operadores privados. Em 1994, cria-se a Antena 3, a estação jovem do grupo. No mesmo ano, a RDP é transformada em sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos. Em 1995, a RDP África surge como um novo canal vocacionado para os países africanos de língua portuguesa. Em 2000, a RDP é incluída na Portugal Global, SGPS - a holding criada para agrupar os média estatais, holding essa que viria a ser extinta em 2003 no âmbito da reestruturação que se avizinhava para o sector.

A reorganização ocorre no início de 2004, com a criação da Rádio e Televisão de Portugal, SGPS, holding que reúne RDP e RTP, e a partilha de instalações e serviços na nova sede conjunta da Avenida Marechal Gomes da Costa, em Lisboa, e em algumas delegações regionais. Paralelamente a isto, a taxa de radiodifusão sonora, até aí financiamento exclusivo da RDP, passa a estar afecta aos dois operadores de serviço público, e são suprimidas as emissões locais da RDP Norte, Centro e Sul. As emissões experimentais da RTP (posteriormente, conhecida como RTP1) iniciaram-se em 1956, a partir da Feira popular, em Lisboa. No entanto, as emissões regulares, só se iniciariam a partir de 7 de Março de 1957.

No dia 20 de Outubro de 1959, a RTP tornou-se membro da União Europeia de Radiodifusão - e em meados dos anos 60 do século XX passou a ser transmitida para todo o país. No dia 25 de Dezembro de 1968 comemorou-se o Natal com a criação de um segundo canal, a RTP2. Mais tarde, dois canais regionais iniciaram a sua actividade nos arquipélagos dos Açores e da Madeira, na década de 70: RTP Madeira, em 6 de Agosto de 1972; RTP Açores, em 10 de Agosto de 1975.

Após o 25 de Abril de 1974, o estatuto da empresa concessionária da radiotelevisão foi alterado. Em 1975, a RTP foi nacionalizada, transformando-se na empresa pública Radiotelevisão Portuguesa, a de 2 de Dezembro. Em 1976 a RTP inaugura novas instalações situadas na Avenida 5 de Outubro, em Lisboa. A RTP iniciou as emissões regulares a cores no 7 de Março de 1980. No dia 10 de Junho de 1992, iniciaram-se as transmissões da RTP Internacional. A 14 de Agosto de 1992, a RTP transformou-se em sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos - a Radiotelevisão Portuguesa, S.A.


No dia 7 de Janeiro de 1998, iniciaram-se as emissões regulares da RTP África, destinada aos habitantes dos lusófonos, como: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe. O 11 de Maio de 2000, a RTP - juntamente com a Radiodifusão Portuguesa (RDP) e a Agência Lusa - passa a fazer parte da sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos denominada Portugal Global, SGPS, S.A. A Portugal Global foi extinta a 22 de Agosto de 2003. A 5 de Janeiro de 2004, a RTP2 deu lugar a um novo canal denominado 2:. Ainda em 2004, é criado o canal noticioso RTPN.

Em 2007, a RTP comemora os seus 50 anos de emissões em Portugal e a 2 retomou a designação original, RTP2. O projecto museológico visitável da RTP possibilita uma interacção do visitante com o passado, através da recriação de um estúdio de rádio dos anos 50 e um contacto com o presente através de um moderno estúdio de televisão onde o visitante pode gravar a sua própria emissão. 
Canais de televisão
RTP1, canal principal, fundado a 7 de Março de 1957.
RTP2, canal dedicado à cultura, ao conhecimento, aos conteúdos europeus e à programação para crianças.
RTP Memória, canal dedicado a programas antigos.
RTP Madeira, canal generalista da Madeira.
RTP Açores, canal generalista dos Açores.
RTP Internacional, canal dedicado às comunidades portuguesas fora de Portugal.
RTP África, canal dedicado às comunidades africanas.
RTP Mobile, canal especifico da RTP para os telemóveis.
RTPN, canal de informação e de magazines.
RTP HD, canal da RTP em alta definição.
RTP Música, canal de musica.


Novelas com apoio ou produção da RTP: 1982 Vila Faia, 1983 Origens, Paixões Proibidas, 1985 Chuva na Areia, 1987 Palavras Cruzadas, 1988 Passerelle, 1992 Cinzas, 1993 A Banqueira do Povo, 1993 Verão Quente, 1994 Na Paz dos Anjos, 1995 Desencontros, 1996 Primeiro Amor, Roseira Brava, Vidas de Sal
1998 Filhos do Vento, 1998 Terra Mãe, A Grande Aposta,  1999 A Lenda da Garça, Conde de Abranhos, 2000 Ajuste de Contas, A Senhora das Águas, 2003 Lusitana Paixão, 2004 Segredo, 2007 Paixões Proibidas, 2008 Vila Faia ( nova produção ).
Algumas figuras históricas da RTP 
Adriano Cerqueira, António Lopes Ribeiro, Ana Zanatti, Alice Cruz, Artur Agostinho, Carlos Cruz, Clara de Sousa, Diana Andringa, Eládio Clímaco, Emídio Rangel, Fernando Pessa, Fialho Gouveia, Henrique Mendes, João Villaret, Joaquim Furtado, Joaquim Letria, Jorge Schnitzer, José Alberto Carvalho, José Eduardo Moniz, José Hermano Saraiva, José Manuel Barata Feyo, José Nuno Martins, Judite de Sousa, Júlio Isidro, Luís Andrade, Luís Pereira de Sousa, Margarida Marante, Maria Elisa Domingues, Maria Leonor, Maria de Lourdes Modesto, Mário Zambujal, Melo Pereira, Pedro Moutinho, Raul Durão, Raul Solnado, Rui Ferrão, Rui Romano, Soares Louro, Sousa Veloso, Vitorino Nemésio, apenas citando alguns.

Muito haveria a dizer e falar sobre a nossa televisão, a sua história, os seu profissionais, etc, voltaremos a este tema.
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A Rádio e Televisão de Portugal (RTP) é uma empresa e portuguesa que inclui a rádio e a televisão. Antes do ano de 2004, a Radiodifusão Portuguesa (RDP) e a Radiotelevisão Portuguesa (RTP), empresas de rádio e televisão, estavam separadas e eram entidades jurídicas independentes e distintas. Em 2004, foram reestruturadas e fundidas numa empresa, a Rádio e Televisão de Portugal. Desde então, a sigla RTP passou a designar o grupo inteiro de Rádio e Televisão. Oficialmente, a Emissora Nacional de Radiodifusão, usualmente designada Emissora Nacional, da qual a RDP é sucessora, foi fundada no dia 4 de Agosto de 1935. Contudo, o primeiro passo para a sua constituição já tinha sido dado em 1930, aquando de um decreto que criou, na dependência dos CTT, a Direcção dos Serviços Radio eléctricos, autorizando, em simultâneo, a aquisição dos primeiros emissores de onda média e onda curta em Portugal.

Em 1932, realizaram-se as primeiras emissões experimentais em Onda Média e em 1934 o mesmo aconteceu relativamente à Onda Curta. Três anos depois, a sua capacidade de emissão era alargada para atingir a diáspora portuguesa. Data dessa altura o lançamento de um programa de referência - a "Hora da Saudade" - destinado aos emigrantes no continente americano e aos pescadores da frota bacalhoeira. A realidade de hoje é outra, mas a vocação mantém-se e a RDP Internacional continua a afirmar-se como elo essencial de ligação com as comunidades portuguesas no estrangeiro. Ainda em 1934, os estúdios eram transferidos de Barcarena para a Rua do Quelhas, em pleno coração de Lisboa, onde se mantiveram até meados dos anos 90. Actualmente, nessa mesma rua, mas num outro edifício que outrora acolheu o histórico Rádio Clube Português, funciona o Museu da Rádio.
Baseada num modelo sóbrio de apresentação, a Emissora Nacional, assumindo o seu papel de órgão de propaganda do chamado Estado Novo, desenvolveu uma cultura própria que influenciou fortemente a sociedade e marcou decisivamente a história da rádio em Portugal. Da dinâmica que se estendeu ao longo dos anos 50, surgiram as orquestras da Emissora Nacional - Sinfónica, Típica e Ligeira - o Centro de Formação de Artistas da Rádio, onde se revelaram alguns dos grandes nomes da música portuguesa, o teatro radiofónico, de que são paradigma os folhetins e programas que ficaram na memória colectiva dos portugueses. Este modelo pouco se altera até ao 25 de Abril de 1974. A revolução conduz à imediata ocupação da Emissora Nacional, com a nomeação de militares para todos os cargos relevantes.

Passadas as maiores vicissitudes do período revolucionário, as estações de rádio são nacionalizadas e é criada a RDP que concentra todas as estações, com excepção da Rádio Renascença e de dois outros postos de pequena expressão. Em 1976, a nova empresa adopta o nome de Radiodifusão Portuguesa, ficando depositária da obrigação de prestar um serviço público de rádio. Em termos de produção, a empresa organiza-se em 4 canais nacionais e 3 regionais para o continente e 2 regionais para as ilhas, mantendo as emissões internacionais em Onda Curta.

Em 1979, procede-se a uma profunda reorganização interna resultando na criação da Rádio Comercial que, juntamente com os programas emitidos a partir dos centros regionais, entra em concorrência directa com os operadores privados no mercado publicitário. Entre 1992 e 1994 a RDP inicia nova fase de transformação. A Rádio Comercial é privatizada e retira-se a publicidade de todos os canais, deixando-se, assim, o mercado publicitário exclusivamente aos operadores privados. Em 1994, cria-se a Antena 3, a estação jovem do grupo. No mesmo ano, a RDP é transformada em sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos. Em 1995, a RDP África surge como um novo canal vocacionado para os países africanos de língua portuguesa. Em 2000, a RDP é incluída na Portugal Global, SGPS - a holding criada para agrupar os média estatais, holding essa que viria a ser extinta em 2003 no âmbito da reestruturação que se avizinhava para o sector.

A reorganização ocorre no início de 2004, com a criação da Rádio e Televisão de Portugal, SGPS, holding que reúne RDP e RTP, e a partilha de instalações e serviços na nova sede conjunta da Avenida Marechal Gomes da Costa, em Lisboa, e em algumas delegações regionais. Paralelamente a isto, a taxa de radiodifusão sonora, até aí financiamento exclusivo da RDP, passa a estar afecta aos dois operadores de serviço público, e são suprimidas as emissões locais da RDP Norte, Centro e Sul. As emissões experimentais da RTP (posteriormente, conhecida como RTP1) iniciaram-se em 1956, a partir da Feira popular, em Lisboa. No entanto, as emissões regulares, só se iniciariam a partir de 7 de Março de 1957.

No dia 20 de Outubro de 1959, a RTP tornou-se membro da União Europeia de Radiodifusão - e em meados dos anos 60 do século XX passou a ser transmitida para todo o país. No dia 25 de Dezembro de 1968 comemorou-se o Natal com a criação de um segundo canal, a RTP2. Mais tarde, dois canais regionais iniciaram a sua actividade nos arquipélagos dos Açores e da Madeira, na década de 70: RTP Madeira, em 6 de Agosto de 1972; RTP Açores, em 10 de Agosto de 1975.

Após o 25 de Abril de 1974, o estatuto da empresa concessionária da radiotelevisão foi alterado. Em 1975, a RTP foi nacionalizada, transformando-se na empresa pública Radiotelevisão Portuguesa, a de 2 de Dezembro. Em 1976 a RTP inaugura novas instalações situadas na Avenida 5 de Outubro, em Lisboa. A RTP iniciou as emissões regulares a cores no 7 de Março de 1980. No dia 10 de Junho de 1992, iniciaram-se as transmissões da RTP Internacional. A 14 de Agosto de 1992, a RTP transformou-se em sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos - a Radiotelevisão Portuguesa, S.A.


No dia 7 de Janeiro de 1998, iniciaram-se as emissões regulares da RTP África, destinada aos habitantes dos lusófonos, como: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe. O 11 de Maio de 2000, a RTP - juntamente com a Radiodifusão Portuguesa (RDP) e a Agência Lusa - passa a fazer parte da sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos denominada Portugal Global, SGPS, S.A. A Portugal Global foi extinta a 22 de Agosto de 2003. A 5 de Janeiro de 2004, a RTP2 deu lugar a um novo canal denominado 2:. Ainda em 2004, é criado o canal noticioso RTPN.

Em 2007, a RTP comemora os seus 50 anos de emissões em Portugal e a 2 retomou a designação original, RTP2. O projecto museológico visitável da RTP possibilita uma interacção do visitante com o passado, através da recriação de um estúdio de rádio dos anos 50 e um contacto com o presente através de um moderno estúdio de televisão onde o visitante pode gravar a sua própria emissão. 
Canais de televisão
RTP1, canal principal, fundado a 7 de Março de 1957.
RTP2, canal dedicado à cultura, ao conhecimento, aos conteúdos europeus e à programação para crianças.
RTP Memória, canal dedicado a programas antigos.
RTP Madeira, canal generalista da Madeira.
RTP Açores, canal generalista dos Açores.
RTP Internacional, canal dedicado às comunidades portuguesas fora de Portugal.
RTP África, canal dedicado às comunidades africanas.
RTP Mobile, canal especifico da RTP para os telemóveis.
RTPN, canal de informação e de magazines.
RTP HD, canal da RTP em alta definição.
RTP Música, canal de musica.


Novelas com apoio ou produção da RTP: 1982 Vila Faia, 1983 Origens, Paixões Proibidas, 1985 Chuva na Areia, 1987 Palavras Cruzadas, 1988 Passerelle, 1992 Cinzas, 1993 A Banqueira do Povo, 1993 Verão Quente, 1994 Na Paz dos Anjos, 1995 Desencontros, 1996 Primeiro Amor, Roseira Brava, Vidas de Sal
1998 Filhos do Vento, 1998 Terra Mãe, A Grande Aposta,  1999 A Lenda da Garça, Conde de Abranhos, 2000 Ajuste de Contas, A Senhora das Águas, 2003 Lusitana Paixão, 2004 Segredo, 2007 Paixões Proibidas, 2008 Vila Faia ( nova produção ).
Algumas figuras históricas da RTP 
Adriano Cerqueira, António Lopes Ribeiro, Ana Zanatti, Alice Cruz, Artur Agostinho, Carlos Cruz, Clara de Sousa, Diana Andringa, Eládio Clímaco, Emídio Rangel, Fernando Pessa, Fialho Gouveia, Henrique Mendes, João Villaret, Joaquim Furtado, Joaquim Letria, Jorge Schnitzer, José Alberto Carvalho, José Eduardo Moniz, José Hermano Saraiva, José Manuel Barata Feyo, José Nuno Martins, Judite de Sousa, Júlio Isidro, Luís Andrade, Luís Pereira de Sousa, Margarida Marante, Maria Elisa Domingues, Maria Leonor, Maria de Lourdes Modesto, Mário Zambujal, Melo Pereira, Pedro Moutinho, Raul Durão, Raul Solnado, Rui Ferrão, Rui Romano, Soares Louro, Sousa Veloso, Vitorino Nemésio, apenas citando alguns.

Muito haveria a dizer e falar sobre a nossa televisão, a sua história, os seu profissionais, etc, voltaremos a este tema.
PUBLICADO digitalblueradio às 10:55 | LINK DO POST
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A Rádio e Televisão de Portugal (RTP) é uma empresa e portuguesa que inclui a rádio e a televisão. Antes do ano de 2004, a Radiodifusão Portuguesa (RDP) e a Radiotelevisão Portuguesa (RTP), empresas de rádio e televisão, estavam separadas e eram entidades jurídicas independentes e distintas. Em 2004, foram reestruturadas e fundidas numa empresa, a Rádio e Televisão de Portugal. Desde então, a sigla RTP passou a designar o grupo inteiro de Rádio e Televisão. Oficialmente, a Emissora Nacional de Radiodifusão, usualmente designada Emissora Nacional, da qual a RDP é sucessora, foi fundada no dia 4 de Agosto de 1935. Contudo, o primeiro passo para a sua constituição já tinha sido dado em 1930, aquando de um decreto que criou, na dependência dos CTT, a Direcção dos Serviços Radio eléctricos, autorizando, em simultâneo, a aquisição dos primeiros emissores de onda média e onda curta em Portugal.

Em 1932, realizaram-se as primeiras emissões experimentais em Onda Média e em 1934 o mesmo aconteceu relativamente à Onda Curta. Três anos depois, a sua capacidade de emissão era alargada para atingir a diáspora portuguesa. Data dessa altura o lançamento de um programa de referência - a "Hora da Saudade" - destinado aos emigrantes no continente americano e aos pescadores da frota bacalhoeira. A realidade de hoje é outra, mas a vocação mantém-se e a RDP Internacional continua a afirmar-se como elo essencial de ligação com as comunidades portuguesas no estrangeiro. Ainda em 1934, os estúdios eram transferidos de Barcarena para a Rua do Quelhas, em pleno coração de Lisboa, onde se mantiveram até meados dos anos 90. Actualmente, nessa mesma rua, mas num outro edifício que outrora acolheu o histórico Rádio Clube Português, funciona o Museu da Rádio.
Baseada num modelo sóbrio de apresentação, a Emissora Nacional, assumindo o seu papel de órgão de propaganda do chamado Estado Novo, desenvolveu uma cultura própria que influenciou fortemente a sociedade e marcou decisivamente a história da rádio em Portugal. Da dinâmica que se estendeu ao longo dos anos 50, surgiram as orquestras da Emissora Nacional - Sinfónica, Típica e Ligeira - o Centro de Formação de Artistas da Rádio, onde se revelaram alguns dos grandes nomes da música portuguesa, o teatro radiofónico, de que são paradigma os folhetins e programas que ficaram na memória colectiva dos portugueses. Este modelo pouco se altera até ao 25 de Abril de 1974. A revolução conduz à imediata ocupação da Emissora Nacional, com a nomeação de militares para todos os cargos relevantes.

Passadas as maiores vicissitudes do período revolucionário, as estações de rádio são nacionalizadas e é criada a RDP que concentra todas as estações, com excepção da Rádio Renascença e de dois outros postos de pequena expressão. Em 1976, a nova empresa adopta o nome de Radiodifusão Portuguesa, ficando depositária da obrigação de prestar um serviço público de rádio. Em termos de produção, a empresa organiza-se em 4 canais nacionais e 3 regionais para o continente e 2 regionais para as ilhas, mantendo as emissões internacionais em Onda Curta.

Em 1979, procede-se a uma profunda reorganização interna resultando na criação da Rádio Comercial que, juntamente com os programas emitidos a partir dos centros regionais, entra em concorrência directa com os operadores privados no mercado publicitário. Entre 1992 e 1994 a RDP inicia nova fase de transformação. A Rádio Comercial é privatizada e retira-se a publicidade de todos os canais, deixando-se, assim, o mercado publicitário exclusivamente aos operadores privados. Em 1994, cria-se a Antena 3, a estação jovem do grupo. No mesmo ano, a RDP é transformada em sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos. Em 1995, a RDP África surge como um novo canal vocacionado para os países africanos de língua portuguesa. Em 2000, a RDP é incluída na Portugal Global, SGPS - a holding criada para agrupar os média estatais, holding essa que viria a ser extinta em 2003 no âmbito da reestruturação que se avizinhava para o sector.

A reorganização ocorre no início de 2004, com a criação da Rádio e Televisão de Portugal, SGPS, holding que reúne RDP e RTP, e a partilha de instalações e serviços na nova sede conjunta da Avenida Marechal Gomes da Costa, em Lisboa, e em algumas delegações regionais. Paralelamente a isto, a taxa de radiodifusão sonora, até aí financiamento exclusivo da RDP, passa a estar afecta aos dois operadores de serviço público, e são suprimidas as emissões locais da RDP Norte, Centro e Sul. As emissões experimentais da RTP (posteriormente, conhecida como RTP1) iniciaram-se em 1956, a partir da Feira popular, em Lisboa. No entanto, as emissões regulares, só se iniciariam a partir de 7 de Março de 1957.

No dia 20 de Outubro de 1959, a RTP tornou-se membro da União Europeia de Radiodifusão - e em meados dos anos 60 do século XX passou a ser transmitida para todo o país. No dia 25 de Dezembro de 1968 comemorou-se o Natal com a criação de um segundo canal, a RTP2. Mais tarde, dois canais regionais iniciaram a sua actividade nos arquipélagos dos Açores e da Madeira, na década de 70: RTP Madeira, em 6 de Agosto de 1972; RTP Açores, em 10 de Agosto de 1975.

Após o 25 de Abril de 1974, o estatuto da empresa concessionária da radiotelevisão foi alterado. Em 1975, a RTP foi nacionalizada, transformando-se na empresa pública Radiotelevisão Portuguesa, a de 2 de Dezembro. Em 1976 a RTP inaugura novas instalações situadas na Avenida 5 de Outubro, em Lisboa. A RTP iniciou as emissões regulares a cores no 7 de Março de 1980. No dia 10 de Junho de 1992, iniciaram-se as transmissões da RTP Internacional. A 14 de Agosto de 1992, a RTP transformou-se em sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos - a Radiotelevisão Portuguesa, S.A.


No dia 7 de Janeiro de 1998, iniciaram-se as emissões regulares da RTP África, destinada aos habitantes dos lusófonos, como: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe. O 11 de Maio de 2000, a RTP - juntamente com a Radiodifusão Portuguesa (RDP) e a Agência Lusa - passa a fazer parte da sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos denominada Portugal Global, SGPS, S.A. A Portugal Global foi extinta a 22 de Agosto de 2003. A 5 de Janeiro de 2004, a RTP2 deu lugar a um novo canal denominado 2:. Ainda em 2004, é criado o canal noticioso RTPN.

Em 2007, a RTP comemora os seus 50 anos de emissões em Portugal e a 2 retomou a designação original, RTP2. O projecto museológico visitável da RTP possibilita uma interacção do visitante com o passado, através da recriação de um estúdio de rádio dos anos 50 e um contacto com o presente através de um moderno estúdio de televisão onde o visitante pode gravar a sua própria emissão. 
Canais de televisão
RTP1, canal principal, fundado a 7 de Março de 1957.
RTP2, canal dedicado à cultura, ao conhecimento, aos conteúdos europeus e à programação para crianças.
RTP Memória, canal dedicado a programas antigos.
RTP Madeira, canal generalista da Madeira.
RTP Açores, canal generalista dos Açores.
RTP Internacional, canal dedicado às comunidades portuguesas fora de Portugal.
RTP África, canal dedicado às comunidades africanas.
RTP Mobile, canal especifico da RTP para os telemóveis.
RTPN, canal de informação e de magazines.
RTP HD, canal da RTP em alta definição.
RTP Música, canal de musica.


Novelas com apoio ou produção da RTP: 1982 Vila Faia, 1983 Origens, Paixões Proibidas, 1985 Chuva na Areia, 1987 Palavras Cruzadas, 1988 Passerelle, 1992 Cinzas, 1993 A Banqueira do Povo, 1993 Verão Quente, 1994 Na Paz dos Anjos, 1995 Desencontros, 1996 Primeiro Amor, Roseira Brava, Vidas de Sal
1998 Filhos do Vento, 1998 Terra Mãe, A Grande Aposta,  1999 A Lenda da Garça, Conde de Abranhos, 2000 Ajuste de Contas, A Senhora das Águas, 2003 Lusitana Paixão, 2004 Segredo, 2007 Paixões Proibidas, 2008 Vila Faia ( nova produção ).
Algumas figuras históricas da RTP 
Adriano Cerqueira, António Lopes Ribeiro, Ana Zanatti, Alice Cruz, Artur Agostinho, Carlos Cruz, Clara de Sousa, Diana Andringa, Eládio Clímaco, Emídio Rangel, Fernando Pessa, Fialho Gouveia, Henrique Mendes, João Villaret, Joaquim Furtado, Joaquim Letria, Jorge Schnitzer, José Alberto Carvalho, José Eduardo Moniz, José Hermano Saraiva, José Manuel Barata Feyo, José Nuno Martins, Judite de Sousa, Júlio Isidro, Luís Andrade, Luís Pereira de Sousa, Margarida Marante, Maria Elisa Domingues, Maria Leonor, Maria de Lourdes Modesto, Mário Zambujal, Melo Pereira, Pedro Moutinho, Raul Durão, Raul Solnado, Rui Ferrão, Rui Romano, Soares Louro, Sousa Veloso, Vitorino Nemésio, apenas citando alguns.

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Quer queiramos ou não existem anuncios publicitários que nos ficam na memória. Mais cedo ou mais tarde acabamos por os recordar. Quisemos pois recuar no tempo,...venha daí!!!
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