O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
Falei da prostituição numa outra crónica e solicitei comentários, recebi resposta e não posso deixar de trazer aqui a sua história.
 Chama-se Teresa( nome ficticio ), foi prostituta até 2004.
Hoje Teresa é mãe de familia, que nos enviou um email e com quem conversamos, dessa conversa solicitei que me desse autorização para a descrever neste espaço. Contou-nos a sua vida, uma história espantosa de amor e de combate, de denúncia e desencanto. História que pretendemos aqui endereçá-la aos que, neste país têm a responsabilidade de governar e de decidir, de fazer e desfazer.
 Começa desta forma o relato de Teresa: " Não sei porquê, mas decidi escrever-lhe, passei por acaso p´lo seu blog e resolvi responder ao que escreveu. Não quero que a minha história seja entendida á maneira das memórias de uma qualquer senhora da alta sociedade, que se diz acompanhante de luxo e mais não são que prostitutas tal como fui mas de estilo e vida diferentes, quero que dedicar a minha história a todas as minhas antigas companheiras de exploração e desastre moral. Quero que elas procurem tal como eu uma vida diferente, é tempo de perceberem que aquela vida pode ser substituida e elas podem levantar de novo a cara."
Foi assim que começou a Teresa, uma mulher, ex-prostituta que p´lo que consegui perceber têm alguma educação. 
Depois de falar com ela, e de me ter enviado uma foto sua, (aliás duas), mostram uma figura esbelta de olhos humidos e transparentes cobertos de más recordações, dela transparece uma certeza que convence,...Teresa é nome de mulher.
 Conversámos um pouco, e por vezes tive a sensação que algumas palavras saiam a custo pareceu-me que tremia, gostei de falar com ela, gostei sobretudo da sua coragem, mas vamos lá continuar diz assim o restante relato: " Sou filha de um engenheiro agrónomo, o meu pai tinha umas terras no Alentejo, nunca me dei muito bem com o meu pai, talvez porque fosse muito protector, queria sempre saber tudo( com quem saía, quem era, onde ía), hoje dou-lhe um pouco de razão;
A minha familia tinha algumas posses, íamos frequentemente de férias, quer para o Norte quer para o Sul do país. Um dia houve uma discussão lá em casa, eu bati o pé, porque embora a vida de hoje seja diferente da que era antigamente , ainda se fazem casamentos, acreditem, o meu pai queria que casasse com o filho de um amigo, porque era de boas familias, tinha dinheiro e porque lhe convinha.
 Eu bati o pé porque não podia casar com um homem que não me dizia nada, na altura tive muitos namorados, e apaixonei-me por um com um filho e que me enrolou bem na conversa, até me pedir para fazer amor a três, ingénua e porque gostava dele disse que sim. Por causa de tudo o meu pai  proibiu-me de sair de casa, durante 15 dias nem á porta de casa vim, consegui um dia por distração sua fugi, saí a meio da noite com uma mala na mão, fiz-me ao caminho, pedi boleia. Fui parar a Lisboa, começou aqui a minha desgraça, porque conheci um homem num jardim simpático, de boas falas ( até parecia que estava alí á minha espera). Este homem recrutava mulheres na rua para trabalhar em bares e transformar-se em consumo de clientes endinheirados, nem sei bem como foi aquilo, fui bem enganada.
 Arranjou-me um quarto, fomos jantar e bebemos, eu bebi muito, nem sei bem o que se passou nessa noite, sei que acordei sózinha num quarto fechado, pouco tempo depois apareceu mandou-me vestir e a sua maneira de falar parecia diferente, disse que iriamos ter com um amigo, lá fomos a partir daquele momento eu iria com aquele homem iria dar-me casa, trabalho e com sorte juntaria algum dinheiro. Não consegui responder, talvez por receio, talvez porque,...estava só. Nesse novo apartamento estvam cinco mulheres, a principio foi-me dito que eram estudantes, para ser sincera tive uns primeiros momentos bons, depois começaram a vir visitar-nos rapazes e homens durante o dia e á noite iamos para um bar. Quando dei por mimestava a prostituir-me, muitas vezes pensei em fazer  as piores asneiras, pensei em suicidio.
 Esta vida durou 4 anos, lembro-me que já fazia aquilo com indiferença, para mim a vida resumia-se a pintar-me e a ser agradável para com os clientes, uns serviam-se de mim outros colhiam os lucros. Um dia conheci um homem, pareceu-me diferente, simpático, tinha algo no olhar e forma de falar que me cativou, começou a querer saber de mim, visitava-me com regularidade, um dia depois de uma longa conversa, garantiu-me que me levaria dali, para isso eu teria que querer mudar de vida,....pensei naquilo, pensei muito nas suas palavras. Fugi com ele no dia 29 de Abril, nunca mais irei esquecer esse dia. Ainda tenho presente o dia em que com uma mala na mão desci a escada e já dentro do carro dele olhei para trás a tremer e com medo.
 O sol parecia que o estava a ver pela primeira vez, as pessoas que se cruzavam connosco na rua pareciam ser de outro mundom foi um dia que nunca mais esqueço, quando o recordo fico com lágrimas nos olhos.
 A vida começou a ser diferente, pouco tempo depois arranjei emprego, fiz novos amigos, o sol brilhou novamente para mim, iluminou a minha vida."
 Toda a gente diz que a prostituição é um mal da sociedade e que não existe solução, e infelizmente talvez seja assim enquanto persisitir a exploração do homem pelo homem, é dificil acreditar para quem entra no meio que é possivel sair e recomeçar uma nova vida. Tudo começa nas escolas, na nossa rua, no nosso bairro, na nossa cidade, é aí que eles andam de olhos postos nas jovens que apresentam alguma fragilidade.
 Continua a Teresa: " Eu agora estou casada, tenho uma filha, trabalho, tenho um marido que me adora e que eu amo,...o meu apelo é para que tenham atênção aos namoricos, ás conversas do bandido, e aceitem conselhos de amigos e familiares mais velhos esses querem-nos bem, para quem ja entrou nessa vida, acreditem que a porta não está fechada, estendam a mão, procurem ajuda é certo que os primeiros tempos serão dificeis, mas viverão com dignidade.

 E pronto, depois deste depoimento, palavras para quê, um documento único, bem haja amiga e felicidades.
PUBLICADO digitalblueradio às 20:12 | LINK DO POST
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Falei da prostituição numa outra crónica e solicitei comentários, recebi resposta e não posso deixar de trazer aqui a sua história.
 Chama-se Teresa( nome ficticio ), foi prostituta até 2004.
Hoje Teresa é mãe de familia, que nos enviou um email e com quem conversamos, dessa conversa solicitei que me desse autorização para a descrever neste espaço. Contou-nos a sua vida, uma história espantosa de amor e de combate, de denúncia e desencanto. História que pretendemos aqui endereçá-la aos que, neste país têm a responsabilidade de governar e de decidir, de fazer e desfazer.
 Começa desta forma o relato de Teresa: " Não sei porquê, mas decidi escrever-lhe, passei por acaso p´lo seu blog e resolvi responder ao que escreveu. Não quero que a minha história seja entendida á maneira das memórias de uma qualquer senhora da alta sociedade, que se diz acompanhante de luxo e mais não são que prostitutas tal como fui mas de estilo e vida diferentes, quero que dedicar a minha história a todas as minhas antigas companheiras de exploração e desastre moral. Quero que elas procurem tal como eu uma vida diferente, é tempo de perceberem que aquela vida pode ser substituida e elas podem levantar de novo a cara."
Foi assim que começou a Teresa, uma mulher, ex-prostituta que p´lo que consegui perceber têm alguma educação. 
Depois de falar com ela, e de me ter enviado uma foto sua, (aliás duas), mostram uma figura esbelta de olhos humidos e transparentes cobertos de más recordações, dela transparece uma certeza que convence,...Teresa é nome de mulher.
 Conversámos um pouco, e por vezes tive a sensação que algumas palavras saiam a custo pareceu-me que tremia, gostei de falar com ela, gostei sobretudo da sua coragem, mas vamos lá continuar diz assim o restante relato: " Sou filha de um engenheiro agrónomo, o meu pai tinha umas terras no Alentejo, nunca me dei muito bem com o meu pai, talvez porque fosse muito protector, queria sempre saber tudo( com quem saía, quem era, onde ía), hoje dou-lhe um pouco de razão;
A minha familia tinha algumas posses, íamos frequentemente de férias, quer para o Norte quer para o Sul do país. Um dia houve uma discussão lá em casa, eu bati o pé, porque embora a vida de hoje seja diferente da que era antigamente , ainda se fazem casamentos, acreditem, o meu pai queria que casasse com o filho de um amigo, porque era de boas familias, tinha dinheiro e porque lhe convinha.
 Eu bati o pé porque não podia casar com um homem que não me dizia nada, na altura tive muitos namorados, e apaixonei-me por um com um filho e que me enrolou bem na conversa, até me pedir para fazer amor a três, ingénua e porque gostava dele disse que sim. Por causa de tudo o meu pai  proibiu-me de sair de casa, durante 15 dias nem á porta de casa vim, consegui um dia por distração sua fugi, saí a meio da noite com uma mala na mão, fiz-me ao caminho, pedi boleia. Fui parar a Lisboa, começou aqui a minha desgraça, porque conheci um homem num jardim simpático, de boas falas ( até parecia que estava alí á minha espera). Este homem recrutava mulheres na rua para trabalhar em bares e transformar-se em consumo de clientes endinheirados, nem sei bem como foi aquilo, fui bem enganada.
 Arranjou-me um quarto, fomos jantar e bebemos, eu bebi muito, nem sei bem o que se passou nessa noite, sei que acordei sózinha num quarto fechado, pouco tempo depois apareceu mandou-me vestir e a sua maneira de falar parecia diferente, disse que iriamos ter com um amigo, lá fomos a partir daquele momento eu iria com aquele homem iria dar-me casa, trabalho e com sorte juntaria algum dinheiro. Não consegui responder, talvez por receio, talvez porque,...estava só. Nesse novo apartamento estvam cinco mulheres, a principio foi-me dito que eram estudantes, para ser sincera tive uns primeiros momentos bons, depois começaram a vir visitar-nos rapazes e homens durante o dia e á noite iamos para um bar. Quando dei por mimestava a prostituir-me, muitas vezes pensei em fazer  as piores asneiras, pensei em suicidio.
 Esta vida durou 4 anos, lembro-me que já fazia aquilo com indiferença, para mim a vida resumia-se a pintar-me e a ser agradável para com os clientes, uns serviam-se de mim outros colhiam os lucros. Um dia conheci um homem, pareceu-me diferente, simpático, tinha algo no olhar e forma de falar que me cativou, começou a querer saber de mim, visitava-me com regularidade, um dia depois de uma longa conversa, garantiu-me que me levaria dali, para isso eu teria que querer mudar de vida,....pensei naquilo, pensei muito nas suas palavras. Fugi com ele no dia 29 de Abril, nunca mais irei esquecer esse dia. Ainda tenho presente o dia em que com uma mala na mão desci a escada e já dentro do carro dele olhei para trás a tremer e com medo.
 O sol parecia que o estava a ver pela primeira vez, as pessoas que se cruzavam connosco na rua pareciam ser de outro mundom foi um dia que nunca mais esqueço, quando o recordo fico com lágrimas nos olhos.
 A vida começou a ser diferente, pouco tempo depois arranjei emprego, fiz novos amigos, o sol brilhou novamente para mim, iluminou a minha vida."
 Toda a gente diz que a prostituição é um mal da sociedade e que não existe solução, e infelizmente talvez seja assim enquanto persisitir a exploração do homem pelo homem, é dificil acreditar para quem entra no meio que é possivel sair e recomeçar uma nova vida. Tudo começa nas escolas, na nossa rua, no nosso bairro, na nossa cidade, é aí que eles andam de olhos postos nas jovens que apresentam alguma fragilidade.
 Continua a Teresa: " Eu agora estou casada, tenho uma filha, trabalho, tenho um marido que me adora e que eu amo,...o meu apelo é para que tenham atênção aos namoricos, ás conversas do bandido, e aceitem conselhos de amigos e familiares mais velhos esses querem-nos bem, para quem ja entrou nessa vida, acreditem que a porta não está fechada, estendam a mão, procurem ajuda é certo que os primeiros tempos serão dificeis, mas viverão com dignidade.

 E pronto, depois deste depoimento, palavras para quê, um documento único, bem haja amiga e felicidades.
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Falei da prostituição numa outra crónica e solicitei comentários, recebi resposta e não posso deixar de trazer aqui a sua história.
 Chama-se Teresa( nome ficticio ), foi prostituta até 2004.
Hoje Teresa é mãe de familia, que nos enviou um email e com quem conversamos, dessa conversa solicitei que me desse autorização para a descrever neste espaço. Contou-nos a sua vida, uma história espantosa de amor e de combate, de denúncia e desencanto. História que pretendemos aqui endereçá-la aos que, neste país têm a responsabilidade de governar e de decidir, de fazer e desfazer.
 Começa desta forma o relato de Teresa: " Não sei porquê, mas decidi escrever-lhe, passei por acaso p´lo seu blog e resolvi responder ao que escreveu. Não quero que a minha história seja entendida á maneira das memórias de uma qualquer senhora da alta sociedade, que se diz acompanhante de luxo e mais não são que prostitutas tal como fui mas de estilo e vida diferentes, quero que dedicar a minha história a todas as minhas antigas companheiras de exploração e desastre moral. Quero que elas procurem tal como eu uma vida diferente, é tempo de perceberem que aquela vida pode ser substituida e elas podem levantar de novo a cara."
Foi assim que começou a Teresa, uma mulher, ex-prostituta que p´lo que consegui perceber têm alguma educação. 
Depois de falar com ela, e de me ter enviado uma foto sua, (aliás duas), mostram uma figura esbelta de olhos humidos e transparentes cobertos de más recordações, dela transparece uma certeza que convence,...Teresa é nome de mulher.
 Conversámos um pouco, e por vezes tive a sensação que algumas palavras saiam a custo pareceu-me que tremia, gostei de falar com ela, gostei sobretudo da sua coragem, mas vamos lá continuar diz assim o restante relato: " Sou filha de um engenheiro agrónomo, o meu pai tinha umas terras no Alentejo, nunca me dei muito bem com o meu pai, talvez porque fosse muito protector, queria sempre saber tudo( com quem saía, quem era, onde ía), hoje dou-lhe um pouco de razão;
A minha familia tinha algumas posses, íamos frequentemente de férias, quer para o Norte quer para o Sul do país. Um dia houve uma discussão lá em casa, eu bati o pé, porque embora a vida de hoje seja diferente da que era antigamente , ainda se fazem casamentos, acreditem, o meu pai queria que casasse com o filho de um amigo, porque era de boas familias, tinha dinheiro e porque lhe convinha.
 Eu bati o pé porque não podia casar com um homem que não me dizia nada, na altura tive muitos namorados, e apaixonei-me por um com um filho e que me enrolou bem na conversa, até me pedir para fazer amor a três, ingénua e porque gostava dele disse que sim. Por causa de tudo o meu pai  proibiu-me de sair de casa, durante 15 dias nem á porta de casa vim, consegui um dia por distração sua fugi, saí a meio da noite com uma mala na mão, fiz-me ao caminho, pedi boleia. Fui parar a Lisboa, começou aqui a minha desgraça, porque conheci um homem num jardim simpático, de boas falas ( até parecia que estava alí á minha espera). Este homem recrutava mulheres na rua para trabalhar em bares e transformar-se em consumo de clientes endinheirados, nem sei bem como foi aquilo, fui bem enganada.
 Arranjou-me um quarto, fomos jantar e bebemos, eu bebi muito, nem sei bem o que se passou nessa noite, sei que acordei sózinha num quarto fechado, pouco tempo depois apareceu mandou-me vestir e a sua maneira de falar parecia diferente, disse que iriamos ter com um amigo, lá fomos a partir daquele momento eu iria com aquele homem iria dar-me casa, trabalho e com sorte juntaria algum dinheiro. Não consegui responder, talvez por receio, talvez porque,...estava só. Nesse novo apartamento estvam cinco mulheres, a principio foi-me dito que eram estudantes, para ser sincera tive uns primeiros momentos bons, depois começaram a vir visitar-nos rapazes e homens durante o dia e á noite iamos para um bar. Quando dei por mimestava a prostituir-me, muitas vezes pensei em fazer  as piores asneiras, pensei em suicidio.
 Esta vida durou 4 anos, lembro-me que já fazia aquilo com indiferença, para mim a vida resumia-se a pintar-me e a ser agradável para com os clientes, uns serviam-se de mim outros colhiam os lucros. Um dia conheci um homem, pareceu-me diferente, simpático, tinha algo no olhar e forma de falar que me cativou, começou a querer saber de mim, visitava-me com regularidade, um dia depois de uma longa conversa, garantiu-me que me levaria dali, para isso eu teria que querer mudar de vida,....pensei naquilo, pensei muito nas suas palavras. Fugi com ele no dia 29 de Abril, nunca mais irei esquecer esse dia. Ainda tenho presente o dia em que com uma mala na mão desci a escada e já dentro do carro dele olhei para trás a tremer e com medo.
 O sol parecia que o estava a ver pela primeira vez, as pessoas que se cruzavam connosco na rua pareciam ser de outro mundom foi um dia que nunca mais esqueço, quando o recordo fico com lágrimas nos olhos.
 A vida começou a ser diferente, pouco tempo depois arranjei emprego, fiz novos amigos, o sol brilhou novamente para mim, iluminou a minha vida."
 Toda a gente diz que a prostituição é um mal da sociedade e que não existe solução, e infelizmente talvez seja assim enquanto persisitir a exploração do homem pelo homem, é dificil acreditar para quem entra no meio que é possivel sair e recomeçar uma nova vida. Tudo começa nas escolas, na nossa rua, no nosso bairro, na nossa cidade, é aí que eles andam de olhos postos nas jovens que apresentam alguma fragilidade.
 Continua a Teresa: " Eu agora estou casada, tenho uma filha, trabalho, tenho um marido que me adora e que eu amo,...o meu apelo é para que tenham atênção aos namoricos, ás conversas do bandido, e aceitem conselhos de amigos e familiares mais velhos esses querem-nos bem, para quem ja entrou nessa vida, acreditem que a porta não está fechada, estendam a mão, procurem ajuda é certo que os primeiros tempos serão dificeis, mas viverão com dignidade.

 E pronto, depois deste depoimento, palavras para quê, um documento único, bem haja amiga e felicidades.
PUBLICADO digitalblueradio às 20:12 | LINK DO POST
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A história: expulso do reino de Cornwall, o bruxo Pendragon jura vingança ao rei. No dia da festa de aniversário da princesa Elaine, faz uma visita, incógnito, e oferece de presente uma caixa de música. Nada mais é senão mais um de seus feitiços e a filha do rei é sequestrada por um gigante, mas o herói do filme, um simples camponês, mata-o. Posteriormente, o vilão novamente rapta a princesa levando-a para o seu castelo numa ilha e Jack irá salvá-la. 
PUBLICADO digitalblueradio às 18:19 | LINK DO POST
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Rute Marlene Pereira Alves nasceu a 9 de Março de 1974 no Barreiro, sendo originária da Quinta do Conde (Sesimbra). Com oito anos começou a dar espectáculos com o seu irmão Ivo. A primeira vez que se apresentou foi a tocar piano. É conhecida artisticamente como Ruth Marlene.
Gravou o seu primeiro disco, "A Paz é Sempre Bem-Vinda", aos 10 anos. Voltou a gravar aos 12, aos 14 e aos 16. Obteve grande sucesso com "Só à Estalada".
Lança na mesma altura "A Moda do Pisca Pisca"
Ruth passa a ser presença regular em programas de televisão e em festas e romarias tanto em Portugal como no estrangeiro.
Pela editora Espacial edita "Quanto mais melhor" o seu 10º trabalho gravado em cd. O álbum inclui temas como "Bora Bora" e uma participação especial da sua irmã Jessica no tema "Cavaleiro Sedutor"
Ruth Marlene participou na segunda edição do Big Brother Famosos. Lançou depois o disco "Show de Bola" numa alusão ao brasileiro Alexandre Frota. O disco inclui o tema "Mexe, mexe que eu gosto". Lançou o disco "Rebelde" em 2007.
Ruth foi casada com João Miguel Silva de 2006 a 2008 
Fez uma cirurgia plástica ao nariz antes de ser capa da revista "FHM" de Agosto de 2008.
Em 2010 juntamente com a irmã Jéssica posou nua para a edição portuguesa da Playboy.
PUBLICADO digitalblueradio às 13:08 | LINK DO POST
Rute Marlene Pereira Alves nasceu a 9 de Março de 1974 no Barreiro, sendo originária da Quinta do Conde (Sesimbra). Com oito anos começou a dar espectáculos com o seu irmão Ivo. A primeira vez que se apresentou foi a tocar piano. É conhecida artisticamente como Ruth Marlene.
Gravou o seu primeiro disco, "A Paz é Sempre Bem-Vinda", aos 10 anos. Voltou a gravar aos 12, aos 14 e aos 16. Obteve grande sucesso com "Só à Estalada".
Lança na mesma altura "A Moda do Pisca Pisca"
Ruth passa a ser presença regular em programas de televisão e em festas e romarias tanto em Portugal como no estrangeiro.
Pela editora Espacial edita "Quanto mais melhor" o seu 10º trabalho gravado em cd. O álbum inclui temas como "Bora Bora" e uma participação especial da sua irmã Jessica no tema "Cavaleiro Sedutor"
Ruth Marlene participou na segunda edição do Big Brother Famosos. Lançou depois o disco "Show de Bola" numa alusão ao brasileiro Alexandre Frota. O disco inclui o tema "Mexe, mexe que eu gosto". Lançou o disco "Rebelde" em 2007.
Ruth foi casada com João Miguel Silva de 2006 a 2008 
Fez uma cirurgia plástica ao nariz antes de ser capa da revista "FHM" de Agosto de 2008.
Em 2010 juntamente com a irmã Jéssica posou nua para a edição portuguesa da Playboy.
PUBLICADO digitalblueradio às 13:08 | LINK DO POST
Rute Marlene Pereira Alves nasceu a 9 de Março de 1974 no Barreiro, sendo originária da Quinta do Conde (Sesimbra). Com oito anos começou a dar espectáculos com o seu irmão Ivo. A primeira vez que se apresentou foi a tocar piano. É conhecida artisticamente como Ruth Marlene.
Gravou o seu primeiro disco, "A Paz é Sempre Bem-Vinda", aos 10 anos. Voltou a gravar aos 12, aos 14 e aos 16. Obteve grande sucesso com "Só à Estalada".
Lança na mesma altura "A Moda do Pisca Pisca"
Ruth passa a ser presença regular em programas de televisão e em festas e romarias tanto em Portugal como no estrangeiro.
Pela editora Espacial edita "Quanto mais melhor" o seu 10º trabalho gravado em cd. O álbum inclui temas como "Bora Bora" e uma participação especial da sua irmã Jessica no tema "Cavaleiro Sedutor"
Ruth Marlene participou na segunda edição do Big Brother Famosos. Lançou depois o disco "Show de Bola" numa alusão ao brasileiro Alexandre Frota. O disco inclui o tema "Mexe, mexe que eu gosto". Lançou o disco "Rebelde" em 2007.
Ruth foi casada com João Miguel Silva de 2006 a 2008 
Fez uma cirurgia plástica ao nariz antes de ser capa da revista "FHM" de Agosto de 2008.
Em 2010 juntamente com a irmã Jéssica posou nua para a edição portuguesa da Playboy.
PUBLICADO digitalblueradio às 13:08 | LINK DO POST
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Um homem está preso e o advogado comparece para libertá-lo, e pergunta-lhe o que aconteceu.
- Bem, eu estava a passar na rua e de repente, vi muita gente a correr. Estavam a tentar socorrer uma prostituta, que acabara de dar á luz. Corri á farmácia e comprei um pacote de fraldas. Então aparece um policia quando eu saia a correr e vendo o pacote de fraldas na minha mão, perguntou:
- Pra onde vai isso?
- E eu respondi: Vai pra put* que pariu...
Depois disso não me lembro de mais nada, mas já conseguo abrir um olho.
Em início de carreira, mas....
G.N.R...............€ 800,00 - Para arriscar a vida.
Bombeiro...........€ 960,00 - Para salvar vidas.
Professor...........€ 930,00 - Para preparar para a vida.
Médico...........€ 2.260,00 - Para manter a vida.
Deputado...... € 6.700,00 - Para nos lixar a vida.
PUBLICADO digitalblueradio às 11:20 | LINK DO POST
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acho que deve ser respeitada... http://www.goiasc...
vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
a discografia tem um ep com o titulo errado, onde ...
Armando Gama fomos contemporâneos no Salvador Corr...
A juventude nos leva a caminhos ruins , e procuram...
A primeira fotografia é da Praça Marquês de Pombal...
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Que feio!Foi no meu blog, pegou meu texto, modific...
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