O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
Um rapaz com 6 anos de idade, quando tinha que ir para a escola, precisava de passar por um caminho estreito. Sempre que passava por esse caminho, via um burro com a sua "ferramenta" à mostra a pastar. Mas como o miúdo tinha medo de ir sozinho por esse caminho, todos os dias alguém da familia tinha que ir com ele. Um dia, foi a vez do pai ir com ele, e o miùdo pergunta-lhe: -Pai, que coisa é aquela que o burro tem entre ali pendurada? O pai, muito atrapalhado responde: -ò filho, não te preocupes, porque aquilo é uma doênça que ele tem. Passado uns dias, é a vez da mãe ir com o miúdo, e lá estava o mesmo burro, diz o miúdo para a mãe: - Ó mãe, o pai disse-me que o que aquele burro tem no meio das pernas é uma doênça. Responde-lhe a mãe: -Há, ele disse-te isso foi? Pois olha, quem dera ao teu pai, ter só metade da doênça que o animal tem!

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Um rapaz com 6 anos de idade, quando tinha que ir para a escola, precisava de passar por um caminho estreito. Sempre que passava por esse caminho, via um burro com a sua "ferramenta" à mostra a pastar. Mas como o miúdo tinha medo de ir sozinho por esse caminho, todos os dias alguém da familia tinha que ir com ele. Um dia, foi a vez do pai ir com ele, e o miùdo pergunta-lhe: -Pai, que coisa é aquela que o burro tem entre ali pendurada? O pai, muito atrapalhado responde: -ò filho, não te preocupes, porque aquilo é uma doênça que ele tem. Passado uns dias, é a vez da mãe ir com o miúdo, e lá estava o mesmo burro, diz o miúdo para a mãe: - Ó mãe, o pai disse-me que o que aquele burro tem no meio das pernas é uma doênça. Responde-lhe a mãe: -Há, ele disse-te isso foi? Pois olha, quem dera ao teu pai, ter só metade da doênça que o animal tem!

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Um rapaz com 6 anos de idade, quando tinha que ir para a escola, precisava de passar por um caminho estreito. Sempre que passava por esse caminho, via um burro com a sua "ferramenta" à mostra a pastar. Mas como o miúdo tinha medo de ir sozinho por esse caminho, todos os dias alguém da familia tinha que ir com ele. Um dia, foi a vez do pai ir com ele, e o miùdo pergunta-lhe: -Pai, que coisa é aquela que o burro tem entre ali pendurada? O pai, muito atrapalhado responde: -ò filho, não te preocupes, porque aquilo é uma doênça que ele tem. Passado uns dias, é a vez da mãe ir com o miúdo, e lá estava o mesmo burro, diz o miúdo para a mãe: - Ó mãe, o pai disse-me que o que aquele burro tem no meio das pernas é uma doênça. Responde-lhe a mãe: -Há, ele disse-te isso foi? Pois olha, quem dera ao teu pai, ter só metade da doênça que o animal tem!

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A CIDADE DAS SETE COLINAS
"Talvez se chame Lisboa...",  Menina, Moça, Mulher. Para conhecer a cidade é preciso vaguear á deriva, deixar-se perder, pergunte às pessoas, apareça sem avisar, debruce-se na colina, espreite, sente-se num café, de frente para a vida na rua. Surpreenda-se.
Esta será por ventura a cidade que mais terá a contar e no entanto não será tudo dito.
 Cada lugar, cada bairro, cada rua ou ruela conta um pedaço da sua história. A baixa e o Chiado foram em tempos dos locais publicos mais importantes da cidade, ali abundavam os botequins, livrarias, confeitarias, cafés e cervejarias, teatros e clubes,...Em 1894, Lisboa passou a contar com uma enorme zona comercial os Grandes Armazéns do Chiado, local que desapareceu em 1988 devido a um incendio, para renascer anos mais tarde das cinzas, com o incêndio desapareceram estabelecimentos marcantes da Lisboa doutros tempos,  o Grandella, a Pastelaria Ferrari, Jerónimo Martins e Valentim de Carvalho.
;
Quem passar pela capital não pode deixar de visitar o Parque das Nações, localizado na parte oriental da cidade, os seus limites são a Avenida Marechal Gomes da Costa, a sul; o rio Trancão, a norte; o estuário do tejo, a nascente; e a linha dos caminhos de ferro, a poente.
Antes do projecto Expo, o seu espaço era ocupado por grandes industrias, a refinaria da Petrogal, o Matadouro Industrial de Lisboa, o aterro sanitário e a estação de resíduos sólidos de Beirolas, além de várias instalações portuárias. 
Aqui nasceu a " Nova Lisboa " no  Parque das Nações  pode encontrar o Pavilhão Atlântico, a Torre Vasco da Gama, a Estação do Oriente ou o Oceanário,  aqui pode desfrutar de um agradável passeio junto ao Tejo.
No entanto para se conhecer lisboa é preciso entrar no seu coração, os bairros que contam histórias
       Alfama
 Bairro Alto
 Madragoa
Calcorrear as ruas emblemáticas, rua do Carmo, rua Garrett e rua da Prata onde o café Martinho era por excelência o lugar de eleição de poetas,  artistas, homens de letras e politicos, local de encontro de tertúlias, por onde passaram: Bocage, Eça de Queirós, Cesário Verde, Almada Negreiros, e claro Fernando Pessoa, entre muitos outros, o famoso Martinho da arcada.
O Terreiro do Paço, e o cais do Sodré, local de passagem de milhares de pessoas que se deslocam para os seus empregos.
Lisboa, Lisboa,....
A travessia do Tejo 

Viajar por Lisboa é ir á descoberta, de memórias e histórias algumas perdidas no tempo, conhecer modos e gentes, costumes e expressões, tascas e cafés, monumentos e teatros, museus e jardins.

 Embora a história da cidade se tenha desenhado em intimidade com o rio Tejo, Lisboa voltou-lhe as costas, durante muito tempo andaram desencontrados, hoje Lisboa volta a abraçar o rio que viu partir e chegar navegadores e Caravelas.
Seria impossivel  trazer aqui todos os  lugares emblemáticos, originais na história da cidade, significativos da memória colectiva, os teatros e as salas de espectáculos, são verdadeiros marcos da história cultural do País, o Monumental, o Coliseu, o Tivoli, a Feira Popular, A praça de Touros do Campo Pequeno, o Éden e tantos outros. 

Venha conhecer lisboa 


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A CIDADE DAS SETE COLINAS
"Talvez se chame Lisboa...",  Menina, Moça, Mulher. Para conhecer a cidade é preciso vaguear á deriva, deixar-se perder, pergunte às pessoas, apareça sem avisar, debruce-se na colina, espreite, sente-se num café, de frente para a vida na rua. Surpreenda-se.
Esta será por ventura a cidade que mais terá a contar e no entanto não será tudo dito.
 Cada lugar, cada bairro, cada rua ou ruela conta um pedaço da sua história. A baixa e o Chiado foram em tempos dos locais publicos mais importantes da cidade, ali abundavam os botequins, livrarias, confeitarias, cafés e cervejarias, teatros e clubes,...Em 1894, Lisboa passou a contar com uma enorme zona comercial os Grandes Armazéns do Chiado, local que desapareceu em 1988 devido a um incendio, para renascer anos mais tarde das cinzas, com o incêndio desapareceram estabelecimentos marcantes da Lisboa doutros tempos,  o Grandella, a Pastelaria Ferrari, Jerónimo Martins e Valentim de Carvalho.
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Quem passar pela capital não pode deixar de visitar o Parque das Nações, localizado na parte oriental da cidade, os seus limites são a Avenida Marechal Gomes da Costa, a sul; o rio Trancão, a norte; o estuário do tejo, a nascente; e a linha dos caminhos de ferro, a poente.
Antes do projecto Expo, o seu espaço era ocupado por grandes industrias, a refinaria da Petrogal, o Matadouro Industrial de Lisboa, o aterro sanitário e a estação de resíduos sólidos de Beirolas, além de várias instalações portuárias. 
Aqui nasceu a " Nova Lisboa " no  Parque das Nações  pode encontrar o Pavilhão Atlântico, a Torre Vasco da Gama, a Estação do Oriente ou o Oceanário,  aqui pode desfrutar de um agradável passeio junto ao Tejo.
No entanto para se conhecer lisboa é preciso entrar no seu coração, os bairros que contam histórias
       Alfama
 Bairro Alto
 Madragoa
Calcorrear as ruas emblemáticas, rua do Carmo, rua Garrett e rua da Prata onde o café Martinho era por excelência o lugar de eleição de poetas,  artistas, homens de letras e politicos, local de encontro de tertúlias, por onde passaram: Bocage, Eça de Queirós, Cesário Verde, Almada Negreiros, e claro Fernando Pessoa, entre muitos outros, o famoso Martinho da arcada.
O Terreiro do Paço, e o cais do Sodré, local de passagem de milhares de pessoas que se deslocam para os seus empregos.
Lisboa, Lisboa,....
A travessia do Tejo 

Viajar por Lisboa é ir á descoberta, de memórias e histórias algumas perdidas no tempo, conhecer modos e gentes, costumes e expressões, tascas e cafés, monumentos e teatros, museus e jardins.

 Embora a história da cidade se tenha desenhado em intimidade com o rio Tejo, Lisboa voltou-lhe as costas, durante muito tempo andaram desencontrados, hoje Lisboa volta a abraçar o rio que viu partir e chegar navegadores e Caravelas.
Seria impossivel  trazer aqui todos os  lugares emblemáticos, originais na história da cidade, significativos da memória colectiva, os teatros e as salas de espectáculos, são verdadeiros marcos da história cultural do País, o Monumental, o Coliseu, o Tivoli, a Feira Popular, A praça de Touros do Campo Pequeno, o Éden e tantos outros. 

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A CIDADE DAS SETE COLINAS
"Talvez se chame Lisboa...",  Menina, Moça, Mulher. Para conhecer a cidade é preciso vaguear á deriva, deixar-se perder, pergunte às pessoas, apareça sem avisar, debruce-se na colina, espreite, sente-se num café, de frente para a vida na rua. Surpreenda-se.
Esta será por ventura a cidade que mais terá a contar e no entanto não será tudo dito.
 Cada lugar, cada bairro, cada rua ou ruela conta um pedaço da sua história. A baixa e o Chiado foram em tempos dos locais publicos mais importantes da cidade, ali abundavam os botequins, livrarias, confeitarias, cafés e cervejarias, teatros e clubes,...Em 1894, Lisboa passou a contar com uma enorme zona comercial os Grandes Armazéns do Chiado, local que desapareceu em 1988 devido a um incendio, para renascer anos mais tarde das cinzas, com o incêndio desapareceram estabelecimentos marcantes da Lisboa doutros tempos,  o Grandella, a Pastelaria Ferrari, Jerónimo Martins e Valentim de Carvalho.
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Quem passar pela capital não pode deixar de visitar o Parque das Nações, localizado na parte oriental da cidade, os seus limites são a Avenida Marechal Gomes da Costa, a sul; o rio Trancão, a norte; o estuário do tejo, a nascente; e a linha dos caminhos de ferro, a poente.
Antes do projecto Expo, o seu espaço era ocupado por grandes industrias, a refinaria da Petrogal, o Matadouro Industrial de Lisboa, o aterro sanitário e a estação de resíduos sólidos de Beirolas, além de várias instalações portuárias. 
Aqui nasceu a " Nova Lisboa " no  Parque das Nações  pode encontrar o Pavilhão Atlântico, a Torre Vasco da Gama, a Estação do Oriente ou o Oceanário,  aqui pode desfrutar de um agradável passeio junto ao Tejo.
No entanto para se conhecer lisboa é preciso entrar no seu coração, os bairros que contam histórias
       Alfama
 Bairro Alto
 Madragoa
Calcorrear as ruas emblemáticas, rua do Carmo, rua Garrett e rua da Prata onde o café Martinho era por excelência o lugar de eleição de poetas,  artistas, homens de letras e politicos, local de encontro de tertúlias, por onde passaram: Bocage, Eça de Queirós, Cesário Verde, Almada Negreiros, e claro Fernando Pessoa, entre muitos outros, o famoso Martinho da arcada.
O Terreiro do Paço, e o cais do Sodré, local de passagem de milhares de pessoas que se deslocam para os seus empregos.
Lisboa, Lisboa,....
A travessia do Tejo 

Viajar por Lisboa é ir á descoberta, de memórias e histórias algumas perdidas no tempo, conhecer modos e gentes, costumes e expressões, tascas e cafés, monumentos e teatros, museus e jardins.

 Embora a história da cidade se tenha desenhado em intimidade com o rio Tejo, Lisboa voltou-lhe as costas, durante muito tempo andaram desencontrados, hoje Lisboa volta a abraçar o rio que viu partir e chegar navegadores e Caravelas.
Seria impossivel  trazer aqui todos os  lugares emblemáticos, originais na história da cidade, significativos da memória colectiva, os teatros e as salas de espectáculos, são verdadeiros marcos da história cultural do País, o Monumental, o Coliseu, o Tivoli, a Feira Popular, A praça de Touros do Campo Pequeno, o Éden e tantos outros. 

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Pedro Miguel de Santana Lopes nasceu em Lisboa a 29 de Junho de 1956, advogado e político português.

Criado em Lisboa, frequentou o Liceu Padre António Vieira e a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Aí fundou o MID - Movimento Independente de Direito, após a licenciatura, foi investigador do Instituto de Direito Europeu e do Instituto para a Investigação da Ciência Política e Questões Europeias da Universidade de Colónia. Aderiu ao Partido Social Democrata em 1976. Em 1980 foi para Assembleia da República, como deputado pelo Círculo de Lisboa. Em 1986, torna-se secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros. No ano seguinte é candidato ao Parlamento Europeu, onde foi deputado até 1990. Em 1992 assume a secretaria de Estado da Cultura do XI Governo. 
Foi presidente do Sporting Club de Portugal, de 1995 a 1997. Em 1998 é eleito presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz. Em 2004 Durão Barroso demite-se do cargo de primeiro-ministro do XV Governo Constitucional. Santana Lopes, então vice-presidente da Comissão Política Nacional do PSD e presidente da Câmara Municipal de Lisboa, é indigitado para o Governo, pela mão de Jorge Sampaio. 
 Blogue pessoal de Pedro Santana Lopes
PUBLICADO digitalblueradio às 15:21 | LINK DO POST
Pedro Miguel de Santana Lopes nasceu em Lisboa a 29 de Junho de 1956, advogado e político português.

Criado em Lisboa, frequentou o Liceu Padre António Vieira e a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Aí fundou o MID - Movimento Independente de Direito, após a licenciatura, foi investigador do Instituto de Direito Europeu e do Instituto para a Investigação da Ciência Política e Questões Europeias da Universidade de Colónia. Aderiu ao Partido Social Democrata em 1976. Em 1980 foi para Assembleia da República, como deputado pelo Círculo de Lisboa. Em 1986, torna-se secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros. No ano seguinte é candidato ao Parlamento Europeu, onde foi deputado até 1990. Em 1992 assume a secretaria de Estado da Cultura do XI Governo. 
Foi presidente do Sporting Club de Portugal, de 1995 a 1997. Em 1998 é eleito presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz. Em 2004 Durão Barroso demite-se do cargo de primeiro-ministro do XV Governo Constitucional. Santana Lopes, então vice-presidente da Comissão Política Nacional do PSD e presidente da Câmara Municipal de Lisboa, é indigitado para o Governo, pela mão de Jorge Sampaio. 
 Blogue pessoal de Pedro Santana Lopes
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Pedro Miguel de Santana Lopes nasceu em Lisboa a 29 de Junho de 1956, advogado e político português.

Criado em Lisboa, frequentou o Liceu Padre António Vieira e a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Aí fundou o MID - Movimento Independente de Direito, após a licenciatura, foi investigador do Instituto de Direito Europeu e do Instituto para a Investigação da Ciência Política e Questões Europeias da Universidade de Colónia. Aderiu ao Partido Social Democrata em 1976. Em 1980 foi para Assembleia da República, como deputado pelo Círculo de Lisboa. Em 1986, torna-se secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros. No ano seguinte é candidato ao Parlamento Europeu, onde foi deputado até 1990. Em 1992 assume a secretaria de Estado da Cultura do XI Governo. 
Foi presidente do Sporting Club de Portugal, de 1995 a 1997. Em 1998 é eleito presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz. Em 2004 Durão Barroso demite-se do cargo de primeiro-ministro do XV Governo Constitucional. Santana Lopes, então vice-presidente da Comissão Política Nacional do PSD e presidente da Câmara Municipal de Lisboa, é indigitado para o Governo, pela mão de Jorge Sampaio. 
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acho que deve ser respeitada... http://www.goiasc...
vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
a discografia tem um ep com o titulo errado, onde ...
Armando Gama fomos contemporâneos no Salvador Corr...
A juventude nos leva a caminhos ruins , e procuram...
A primeira fotografia é da Praça Marquês de Pombal...
Eu gosto de ti Beto adorei cd foi muito bom ele é ...
GANHA MENSALMENTE COMO PRESIDENTE DA COMISSÃO EURO...
Que feio!Foi no meu blog, pegou meu texto, modific...
E um meio de sobrevive
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