O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
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Hermínia Silva nasceu em Lisboa a 2 de Outubro de 1907 e faleceu a 13 de Junho de 1993. Embora algumas fontes apontem o dia 2 de Outubro de 1913 como a verdadeira data de nascimento da fadista Hermínia Silva, os documentos oficiais indicam que esse acontecimento teve lugar a 23 de Outubro.
Para além de uma vasta discografia, interveio nos seguintes filmes portugueses: "O Costa do Castelo" (1943), "Ribatejo" (1949) e "O Diabo Era Outro" (1969)
"A Aldeia da Roupa Branca" (1938)
Hermínia Silva nasceu em 1907, cinco anos depois de Ercília Costa, a primeira fadista que saiu das fronteiras de Portugal. Cedo se tornou presença notada nos retiros de Lisboa, que não hesitaram em contratá-la, pela originalidade com que cantava o Fado. A Canção dos Bairros de Lisboa estava-lhe nas veias, não fôra ela nascida, ali mesmo junto ao Castelo de São Jorge. As "histórias" dos amores da Severa com o Conde de Vimioso estavam ainda frescas na memória do povo.
Rapidamente, a sua presença foi notada nos retiros, e passados poucos anos Hermínia estreava-se numa Revista do Parque Mayer. Era a primeira vez que o "Fado" vendia bilhetes na Revista. Alguns jornais da época, referiam-se a ela, como a grande vedeta nacional.  Hermínia Silva viria a trazer o Fado para as grandes salas do Teatro de Revista, e viria a "inaugurar" a futura Canção Nacional. A sua fama atingiu um tal ponto que o Cinema, quis aproveitar o seu sucesso como figura de grande plano.
Efectivamente, nove anos depois de se ter estreado na Revista, Hermínia integra o elenco do filme de Chianca de Garcia, "Aldeia da Roupa Branca" (1938), num papel que lhe permite cantar no filme. Depois de várias presenças no estrangeiro, com especial incidência no Brasil e em Espanha, Hermínia aposta numa carreira mais concentrada em Portugal. O seu conhecido e parodiado receio em andar de avião, inviabilizou-lhe muitos contratos que surgiam em catadupa. Mas, Hermínia estava no Céu, na sua Lisboa das sete colinas.
Em 1943 é chamada para mais um filme, " O Costa do Castelo", em 1946 roda "O Homem do Ribatejo", passando regularmente pelos palcos do Parque Mayer, fazendo sucesso com os seus fados e as suas rábulas de Revista. Em 1969 entra em "O Diabo era Outro".
A popularidade da fadista encheu os écrans dos cinemas de todo o país. Vieram mais Revistas, mais recitais, muitos discos de sucesso.
Mas, para quem quisesse conhecer a grande Hermínia bem mais de perto, ainda tinha a oportunidade de ouro, de vê-la ao vivo e a cores, sem microfone, na sua Casa - "O Solar da Hermínia", restaurante que manteve quase até ao fim da sua vida artística.



A fadista cantou quase até falecer, a 13 de Junho de 1993. Morria assim, uma das maiores vedetas do Fado e do Teatro de Revista Português.
Há vozes que não se esquecem
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Hermínia Silva nasceu em Lisboa a 2 de Outubro de 1907 e faleceu a 13 de Junho de 1993. Embora algumas fontes apontem o dia 2 de Outubro de 1913 como a verdadeira data de nascimento da fadista Hermínia Silva, os documentos oficiais indicam que esse acontecimento teve lugar a 23 de Outubro.
Para além de uma vasta discografia, interveio nos seguintes filmes portugueses: "O Costa do Castelo" (1943), "Ribatejo" (1949) e "O Diabo Era Outro" (1969)
"A Aldeia da Roupa Branca" (1938)
Hermínia Silva nasceu em 1907, cinco anos depois de Ercília Costa, a primeira fadista que saiu das fronteiras de Portugal. Cedo se tornou presença notada nos retiros de Lisboa, que não hesitaram em contratá-la, pela originalidade com que cantava o Fado. A Canção dos Bairros de Lisboa estava-lhe nas veias, não fôra ela nascida, ali mesmo junto ao Castelo de São Jorge. As "histórias" dos amores da Severa com o Conde de Vimioso estavam ainda frescas na memória do povo.
Rapidamente, a sua presença foi notada nos retiros, e passados poucos anos Hermínia estreava-se numa Revista do Parque Mayer. Era a primeira vez que o "Fado" vendia bilhetes na Revista. Alguns jornais da época, referiam-se a ela, como a grande vedeta nacional.  Hermínia Silva viria a trazer o Fado para as grandes salas do Teatro de Revista, e viria a "inaugurar" a futura Canção Nacional. A sua fama atingiu um tal ponto que o Cinema, quis aproveitar o seu sucesso como figura de grande plano.
Efectivamente, nove anos depois de se ter estreado na Revista, Hermínia integra o elenco do filme de Chianca de Garcia, "Aldeia da Roupa Branca" (1938), num papel que lhe permite cantar no filme. Depois de várias presenças no estrangeiro, com especial incidência no Brasil e em Espanha, Hermínia aposta numa carreira mais concentrada em Portugal. O seu conhecido e parodiado receio em andar de avião, inviabilizou-lhe muitos contratos que surgiam em catadupa. Mas, Hermínia estava no Céu, na sua Lisboa das sete colinas.
Em 1943 é chamada para mais um filme, " O Costa do Castelo", em 1946 roda "O Homem do Ribatejo", passando regularmente pelos palcos do Parque Mayer, fazendo sucesso com os seus fados e as suas rábulas de Revista. Em 1969 entra em "O Diabo era Outro".
A popularidade da fadista encheu os écrans dos cinemas de todo o país. Vieram mais Revistas, mais recitais, muitos discos de sucesso.
Mas, para quem quisesse conhecer a grande Hermínia bem mais de perto, ainda tinha a oportunidade de ouro, de vê-la ao vivo e a cores, sem microfone, na sua Casa - "O Solar da Hermínia", restaurante que manteve quase até ao fim da sua vida artística.



A fadista cantou quase até falecer, a 13 de Junho de 1993. Morria assim, uma das maiores vedetas do Fado e do Teatro de Revista Português.
Há vozes que não se esquecem
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Hermínia Silva nasceu em Lisboa a 2 de Outubro de 1907 e faleceu a 13 de Junho de 1993. Embora algumas fontes apontem o dia 2 de Outubro de 1913 como a verdadeira data de nascimento da fadista Hermínia Silva, os documentos oficiais indicam que esse acontecimento teve lugar a 23 de Outubro.
Para além de uma vasta discografia, interveio nos seguintes filmes portugueses: "O Costa do Castelo" (1943), "Ribatejo" (1949) e "O Diabo Era Outro" (1969)
"A Aldeia da Roupa Branca" (1938)
Hermínia Silva nasceu em 1907, cinco anos depois de Ercília Costa, a primeira fadista que saiu das fronteiras de Portugal. Cedo se tornou presença notada nos retiros de Lisboa, que não hesitaram em contratá-la, pela originalidade com que cantava o Fado. A Canção dos Bairros de Lisboa estava-lhe nas veias, não fôra ela nascida, ali mesmo junto ao Castelo de São Jorge. As "histórias" dos amores da Severa com o Conde de Vimioso estavam ainda frescas na memória do povo.
Rapidamente, a sua presença foi notada nos retiros, e passados poucos anos Hermínia estreava-se numa Revista do Parque Mayer. Era a primeira vez que o "Fado" vendia bilhetes na Revista. Alguns jornais da época, referiam-se a ela, como a grande vedeta nacional.  Hermínia Silva viria a trazer o Fado para as grandes salas do Teatro de Revista, e viria a "inaugurar" a futura Canção Nacional. A sua fama atingiu um tal ponto que o Cinema, quis aproveitar o seu sucesso como figura de grande plano.
Efectivamente, nove anos depois de se ter estreado na Revista, Hermínia integra o elenco do filme de Chianca de Garcia, "Aldeia da Roupa Branca" (1938), num papel que lhe permite cantar no filme. Depois de várias presenças no estrangeiro, com especial incidência no Brasil e em Espanha, Hermínia aposta numa carreira mais concentrada em Portugal. O seu conhecido e parodiado receio em andar de avião, inviabilizou-lhe muitos contratos que surgiam em catadupa. Mas, Hermínia estava no Céu, na sua Lisboa das sete colinas.
Em 1943 é chamada para mais um filme, " O Costa do Castelo", em 1946 roda "O Homem do Ribatejo", passando regularmente pelos palcos do Parque Mayer, fazendo sucesso com os seus fados e as suas rábulas de Revista. Em 1969 entra em "O Diabo era Outro".
A popularidade da fadista encheu os écrans dos cinemas de todo o país. Vieram mais Revistas, mais recitais, muitos discos de sucesso.
Mas, para quem quisesse conhecer a grande Hermínia bem mais de perto, ainda tinha a oportunidade de ouro, de vê-la ao vivo e a cores, sem microfone, na sua Casa - "O Solar da Hermínia", restaurante que manteve quase até ao fim da sua vida artística.



A fadista cantou quase até falecer, a 13 de Junho de 1993. Morria assim, uma das maiores vedetas do Fado e do Teatro de Revista Português.
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Nascido em 3 de Dezembro de 1944, António Joaquim Rodrigues Ribeiro, conhecido por António Variações, teve desde cedo, grande queda para a música, tocando cavaquinho e acordeão nas romarias locais.
Aos 11 anos, teve o primeiro emprego como aprendiz de escritório, barbeiro, balconista e caixeiro. Seguiu-se o serviço militar em Angola e a partir daí viajou para Londres e depois para Amsterdão, onde aprendeu a profissão de barbeiro e uma nova perspectiva de vida, que queria trazer para Portugal.


Com a ajuda do seu namorado Fernando Ataíde, Variações foi trabalhar no primeiro cabeleireiro unisexo de Portugal, abrindo por fim, uma barbearia na Baixa Lisboeta.


As suas músicas rapidamente tiveram sucesso e os álbuns lançados em 1982 e em 1983 foram a prova disso. Infelizmente, morreu em 13 de Junho de 1984, devido a uma broncopneumonia, causada pela SIDA, sendo que até foi especulado que terá sido a primeira figura pública a morrer dessa doença.


Em 2004, a banda Humanos, composta por 7 conhecidos músicos portugueses (David Fonseca, Camané, Manuela Azevedo...) editou 7 canções de Variações, como homenagem dos 20 anos da sua morte.



Fica o video de António variações, mais um vídeo dos Humanos.
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Nascido em 3 de Dezembro de 1944, António Joaquim Rodrigues Ribeiro, conhecido por António Variações, teve desde cedo, grande queda para a música, tocando cavaquinho e acordeão nas romarias locais.
Aos 11 anos, teve o primeiro emprego como aprendiz de escritório, barbeiro, balconista e caixeiro. Seguiu-se o serviço militar em Angola e a partir daí viajou para Londres e depois para Amsterdão, onde aprendeu a profissão de barbeiro e uma nova perspectiva de vida, que queria trazer para Portugal.


Com a ajuda do seu namorado Fernando Ataíde, Variações foi trabalhar no primeiro cabeleireiro unisexo de Portugal, abrindo por fim, uma barbearia na Baixa Lisboeta.


As suas músicas rapidamente tiveram sucesso e os álbuns lançados em 1982 e em 1983 foram a prova disso. Infelizmente, morreu em 13 de Junho de 1984, devido a uma broncopneumonia, causada pela SIDA, sendo que até foi especulado que terá sido a primeira figura pública a morrer dessa doença.


Em 2004, a banda Humanos, composta por 7 conhecidos músicos portugueses (David Fonseca, Camané, Manuela Azevedo...) editou 7 canções de Variações, como homenagem dos 20 anos da sua morte.



Fica o video de António variações, mais um vídeo dos Humanos.
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Nascido em 3 de Dezembro de 1944, António Joaquim Rodrigues Ribeiro, conhecido por António Variações, teve desde cedo, grande queda para a música, tocando cavaquinho e acordeão nas romarias locais.
Aos 11 anos, teve o primeiro emprego como aprendiz de escritório, barbeiro, balconista e caixeiro. Seguiu-se o serviço militar em Angola e a partir daí viajou para Londres e depois para Amsterdão, onde aprendeu a profissão de barbeiro e uma nova perspectiva de vida, que queria trazer para Portugal.


Com a ajuda do seu namorado Fernando Ataíde, Variações foi trabalhar no primeiro cabeleireiro unisexo de Portugal, abrindo por fim, uma barbearia na Baixa Lisboeta.


As suas músicas rapidamente tiveram sucesso e os álbuns lançados em 1982 e em 1983 foram a prova disso. Infelizmente, morreu em 13 de Junho de 1984, devido a uma broncopneumonia, causada pela SIDA, sendo que até foi especulado que terá sido a primeira figura pública a morrer dessa doença.


Em 2004, a banda Humanos, composta por 7 conhecidos músicos portugueses (David Fonseca, Camané, Manuela Azevedo...) editou 7 canções de Variações, como homenagem dos 20 anos da sua morte.



Fica o video de António variações, mais um vídeo dos Humanos.
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Santo António de Lisboa, internacionalmente conhecido como Santo António de Pádua, nasceu em Lisboa a 15 de Agosto de 1191ou 1195 e faleceu em Pádua a 13 de Junho de 1231, de seu nome de batismo Fernando de Bulhões.
Primeiro foi frade agostiniano, tendo entrado como noviço (1210) no Convento de São Vicente de Fora, em Lisboa, posteriormente foi para o Convento de Santa Cruz, em Coimbra, onde fez os seus estudos de Direito. Tornou-se franciscano em 1220 e viajou muito, vivendo inicialmente em Portugal, depois em Itália e França. No ano de 1221 passou a fazer parte do Capítulo Geral da Ordem de Assis, a convite do próprio Francisco, o fundador. Foi professor de Teologia e pregador. Foi convidado por São Francisco para pregar contra os Albigenses em França. Foi transferido depois para Bolonha e de seguida para Pádua, onde morreu aos 36 (ou 40) anos.
É atribuido a Santo António de Lisboa um notável número de milagres, desde os primeiros tempos após a sua morte até aos dias de hoje. Protetor dos noivos, é tradição em Lisboa realizar-se um casamento coletivo, no dia 13 de Junho, na sua igreja, junto à Sé de Lisboa, são chamados os casamentos de Santo António ou Noivas de Santo António.
Santo António, de seu nome Fernando era filho de Martim de Bulhões e Maria Teresa Taveira Azevedo, os seus primeiros estudos foram na Igreja de Santa Maria Maior (hoje Sé de Lisboa), o martírio de cinco franciscanos, decapitados em Marrocos, e a vinda dos seus restos mortais em 1220 para Coimbra fizeram Fernando abraçar o espírito de evangelização e trocar a Regra de Santo Agostinho pela Ordem de São Francisco, recolhendo-se no Eremitério dos Olivais de Coimbra e mudando então o nome para António.
Santo António viveu na primeira metade do século XIII, em plena Idade Média. Em Portugal, nesse século, três reis sucederam-se no trono: primeiro Sancho I, filho de D. Afonso Henriques, depois Afonso II neto de D. Afonso Henriques e finalmente Sancho II. 

Igreja de Santo António, em Lisboa, onde nasceu o santo português
Santo António decidiu partir para Marrocos em acção de evangelização, onde esteve, mas acometido por uma doença decidiram os Superiores da Ordem repatriá-lo. No regresso, uma forte tempestade arrastou o barco para as costas da Sicília. É aqui, em Itália, que António se notabilizaria como exímio teólogo e grande pregador. Fixou-se então em Bolonha onde se dedicou ao ensino da Teologia e à pregação, nomeadamente contra as heresias dos Cátaros, Patarinos e Valdenses, o que lhe valeu o título de incansável martelo dos hereges. Seguiu depois para França com o objectivo de pregar contra os Albigenses e em 1225 é pregador em Toulouse. Na mesma época foi-lhe confiada a guarda do Convento de Puy-en-Velay e teria à sua guarda igualmente a Província de Limoges, por escolha dos frades da Província. Dois anos mais tarde instalou-se em Marselha, mas brevemente seria escolhido para Provincial da Romanha.

Em 1226 morreu Francisco de Assis. António assistiu à canonização de São Francisco em 1228. 

 Basílica de Santo António, em Pádua
Bastante doente, faleceu a 13 de Junho de 1231 no Oratório de Arcela. Os seus restos mortais repousam na Basílica de Pádua, construída em sua memória. Foi canonizado pelo Papa Gregório IX, na catedral de Espoleto, em Itália 1232. Santo António é considerado padroeiro dos pobres, é também invocado para ajudar a encontrar objetos perdidos, numa oração conhecida como os responsos  e é considerado também como um santo casamenteiro. Já pouco comemorada ou diferente de tempos idos as Festas de Santo António (antigamente conhecidas como trezenas "por ter a duração de treze dias"), os fiéis entoavam cânticos, soltavam foguetes, e celebravam com comes e bebes junto a uma fogueira com o formato de um quadrado. Essa festa acontecia entre 1 e 13 de Junho. Hoje em dia ainda se comemora o Santo António embora de forma diferente.
Ainda havia um outro costume muito praticado pelos fiéis. Todo o dia 13 de Junho, certas igrejas distribuiam aos pobres "pãezinhos de Santo António" que, segundo a tradição deviam ser guardados dentro de uma lata de mantimentos, para que não falte comida durante o ano. Há quem diga que o pão não mofa, mantendo-se íntegro pelo período de um ano.
Em Portugal, Santo António é muito venerado na cidade de Lisboa e o seu dia, 13 de Junho, é feriado municipal. As festas em honra de Santo António começam logo na noite do dia 12. Todos os anos a cidade organiza as marchas populares, grande desfile alegórico que desce a Avenida da Liberdade (principal artéria da cidade), no qual competem os diferentes bairros. Um grande fogo de artifício costuma encerrar o desfile. Os rapazes compram um manjerico (planta aromática) num pequeno vaso, para oferecer às namoradas, as quais trazem bandeirinhas com uma quadra popular, por vezes brejeira ou jocosa. A festa dura toda a noite e, um pouco por toda a cidade, há arraiais populares, locais de animação engalanados onde se comem sardinhas assadas na brasa, febras de porco (fêveras), caldo verde (uma sopa feita com couve galega, cortada aos fiapos, o que lhe confere uma cor esverdeada) e bebe-se vinho tinto. Ouve-se música e dança-se até de madrugada.
Santo António é o santo casamenteiro, por isso a Câmara Municipal de Lisboa costuma organizar, na Sé Patriarcal de Lisboa, o casamento de jovens noivos de origem modesta, todos os anos no dia 13 de Junho. São conhecidos por 'noivos de Santo António', recebem ofertas do município e também de diversas empresas, como forma de auxiliar a nova família.

Situados perto da Sé Patriarcal de Lisboa, o Museu e a Igreja Antoniana em Lisboa são o centro da devoção ao santo lisboeta, em especial no dia que lhe é dedicado, 13 de Junho. O Museu Antoniano é um museu monográfico dedicado à vida e veneração do santo, exibindo, em exposição permanente, objectos litúrgicos, gravuras, pinturas, cerâmicas e objectos de devoção que evocam a vida e o culto ao santo. O Museu fica anexo à Igreja, local onde, de acordo com a tradição, nasceu o santo. Em conjunto, esses dois espaços constituem um dos mais importantes locais de homenagem ao mesmo.
Santo António de Lisboa
Pode também assistir ao filme de Santo António aqui no Blog
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Santo António de Lisboa, internacionalmente conhecido como Santo António de Pádua, nasceu em Lisboa a 15 de Agosto de 1191ou 1195 e faleceu em Pádua a 13 de Junho de 1231, de seu nome de batismo Fernando de Bulhões.
Primeiro foi frade agostiniano, tendo entrado como noviço (1210) no Convento de São Vicente de Fora, em Lisboa, posteriormente foi para o Convento de Santa Cruz, em Coimbra, onde fez os seus estudos de Direito. Tornou-se franciscano em 1220 e viajou muito, vivendo inicialmente em Portugal, depois em Itália e França. No ano de 1221 passou a fazer parte do Capítulo Geral da Ordem de Assis, a convite do próprio Francisco, o fundador. Foi professor de Teologia e pregador. Foi convidado por São Francisco para pregar contra os Albigenses em França. Foi transferido depois para Bolonha e de seguida para Pádua, onde morreu aos 36 (ou 40) anos.
É atribuido a Santo António de Lisboa um notável número de milagres, desde os primeiros tempos após a sua morte até aos dias de hoje. Protetor dos noivos, é tradição em Lisboa realizar-se um casamento coletivo, no dia 13 de Junho, na sua igreja, junto à Sé de Lisboa, são chamados os casamentos de Santo António ou Noivas de Santo António.
Santo António, de seu nome Fernando era filho de Martim de Bulhões e Maria Teresa Taveira Azevedo, os seus primeiros estudos foram na Igreja de Santa Maria Maior (hoje Sé de Lisboa), o martírio de cinco franciscanos, decapitados em Marrocos, e a vinda dos seus restos mortais em 1220 para Coimbra fizeram Fernando abraçar o espírito de evangelização e trocar a Regra de Santo Agostinho pela Ordem de São Francisco, recolhendo-se no Eremitério dos Olivais de Coimbra e mudando então o nome para António.
Santo António viveu na primeira metade do século XIII, em plena Idade Média. Em Portugal, nesse século, três reis sucederam-se no trono: primeiro Sancho I, filho de D. Afonso Henriques, depois Afonso II neto de D. Afonso Henriques e finalmente Sancho II. 

Igreja de Santo António, em Lisboa, onde nasceu o santo português
Santo António decidiu partir para Marrocos em acção de evangelização, onde esteve, mas acometido por uma doença decidiram os Superiores da Ordem repatriá-lo. No regresso, uma forte tempestade arrastou o barco para as costas da Sicília. É aqui, em Itália, que António se notabilizaria como exímio teólogo e grande pregador. Fixou-se então em Bolonha onde se dedicou ao ensino da Teologia e à pregação, nomeadamente contra as heresias dos Cátaros, Patarinos e Valdenses, o que lhe valeu o título de incansável martelo dos hereges. Seguiu depois para França com o objectivo de pregar contra os Albigenses e em 1225 é pregador em Toulouse. Na mesma época foi-lhe confiada a guarda do Convento de Puy-en-Velay e teria à sua guarda igualmente a Província de Limoges, por escolha dos frades da Província. Dois anos mais tarde instalou-se em Marselha, mas brevemente seria escolhido para Provincial da Romanha.

Em 1226 morreu Francisco de Assis. António assistiu à canonização de São Francisco em 1228. 

 Basílica de Santo António, em Pádua
Bastante doente, faleceu a 13 de Junho de 1231 no Oratório de Arcela. Os seus restos mortais repousam na Basílica de Pádua, construída em sua memória. Foi canonizado pelo Papa Gregório IX, na catedral de Espoleto, em Itália 1232. Santo António é considerado padroeiro dos pobres, é também invocado para ajudar a encontrar objetos perdidos, numa oração conhecida como os responsos  e é considerado também como um santo casamenteiro. Já pouco comemorada ou diferente de tempos idos as Festas de Santo António (antigamente conhecidas como trezenas "por ter a duração de treze dias"), os fiéis entoavam cânticos, soltavam foguetes, e celebravam com comes e bebes junto a uma fogueira com o formato de um quadrado. Essa festa acontecia entre 1 e 13 de Junho. Hoje em dia ainda se comemora o Santo António embora de forma diferente.
Ainda havia um outro costume muito praticado pelos fiéis. Todo o dia 13 de Junho, certas igrejas distribuiam aos pobres "pãezinhos de Santo António" que, segundo a tradição deviam ser guardados dentro de uma lata de mantimentos, para que não falte comida durante o ano. Há quem diga que o pão não mofa, mantendo-se íntegro pelo período de um ano.
Em Portugal, Santo António é muito venerado na cidade de Lisboa e o seu dia, 13 de Junho, é feriado municipal. As festas em honra de Santo António começam logo na noite do dia 12. Todos os anos a cidade organiza as marchas populares, grande desfile alegórico que desce a Avenida da Liberdade (principal artéria da cidade), no qual competem os diferentes bairros. Um grande fogo de artifício costuma encerrar o desfile. Os rapazes compram um manjerico (planta aromática) num pequeno vaso, para oferecer às namoradas, as quais trazem bandeirinhas com uma quadra popular, por vezes brejeira ou jocosa. A festa dura toda a noite e, um pouco por toda a cidade, há arraiais populares, locais de animação engalanados onde se comem sardinhas assadas na brasa, febras de porco (fêveras), caldo verde (uma sopa feita com couve galega, cortada aos fiapos, o que lhe confere uma cor esverdeada) e bebe-se vinho tinto. Ouve-se música e dança-se até de madrugada.
Santo António é o santo casamenteiro, por isso a Câmara Municipal de Lisboa costuma organizar, na Sé Patriarcal de Lisboa, o casamento de jovens noivos de origem modesta, todos os anos no dia 13 de Junho. São conhecidos por 'noivos de Santo António', recebem ofertas do município e também de diversas empresas, como forma de auxiliar a nova família.

Situados perto da Sé Patriarcal de Lisboa, o Museu e a Igreja Antoniana em Lisboa são o centro da devoção ao santo lisboeta, em especial no dia que lhe é dedicado, 13 de Junho. O Museu Antoniano é um museu monográfico dedicado à vida e veneração do santo, exibindo, em exposição permanente, objectos litúrgicos, gravuras, pinturas, cerâmicas e objectos de devoção que evocam a vida e o culto ao santo. O Museu fica anexo à Igreja, local onde, de acordo com a tradição, nasceu o santo. Em conjunto, esses dois espaços constituem um dos mais importantes locais de homenagem ao mesmo.
Santo António de Lisboa
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Santo António de Lisboa, internacionalmente conhecido como Santo António de Pádua, nasceu em Lisboa a 15 de Agosto de 1191ou 1195 e faleceu em Pádua a 13 de Junho de 1231, de seu nome de batismo Fernando de Bulhões.
Primeiro foi frade agostiniano, tendo entrado como noviço (1210) no Convento de São Vicente de Fora, em Lisboa, posteriormente foi para o Convento de Santa Cruz, em Coimbra, onde fez os seus estudos de Direito. Tornou-se franciscano em 1220 e viajou muito, vivendo inicialmente em Portugal, depois em Itália e França. No ano de 1221 passou a fazer parte do Capítulo Geral da Ordem de Assis, a convite do próprio Francisco, o fundador. Foi professor de Teologia e pregador. Foi convidado por São Francisco para pregar contra os Albigenses em França. Foi transferido depois para Bolonha e de seguida para Pádua, onde morreu aos 36 (ou 40) anos.
É atribuido a Santo António de Lisboa um notável número de milagres, desde os primeiros tempos após a sua morte até aos dias de hoje. Protetor dos noivos, é tradição em Lisboa realizar-se um casamento coletivo, no dia 13 de Junho, na sua igreja, junto à Sé de Lisboa, são chamados os casamentos de Santo António ou Noivas de Santo António.
Santo António, de seu nome Fernando era filho de Martim de Bulhões e Maria Teresa Taveira Azevedo, os seus primeiros estudos foram na Igreja de Santa Maria Maior (hoje Sé de Lisboa), o martírio de cinco franciscanos, decapitados em Marrocos, e a vinda dos seus restos mortais em 1220 para Coimbra fizeram Fernando abraçar o espírito de evangelização e trocar a Regra de Santo Agostinho pela Ordem de São Francisco, recolhendo-se no Eremitério dos Olivais de Coimbra e mudando então o nome para António.
Santo António viveu na primeira metade do século XIII, em plena Idade Média. Em Portugal, nesse século, três reis sucederam-se no trono: primeiro Sancho I, filho de D. Afonso Henriques, depois Afonso II neto de D. Afonso Henriques e finalmente Sancho II. 

Igreja de Santo António, em Lisboa, onde nasceu o santo português
Santo António decidiu partir para Marrocos em acção de evangelização, onde esteve, mas acometido por uma doença decidiram os Superiores da Ordem repatriá-lo. No regresso, uma forte tempestade arrastou o barco para as costas da Sicília. É aqui, em Itália, que António se notabilizaria como exímio teólogo e grande pregador. Fixou-se então em Bolonha onde se dedicou ao ensino da Teologia e à pregação, nomeadamente contra as heresias dos Cátaros, Patarinos e Valdenses, o que lhe valeu o título de incansável martelo dos hereges. Seguiu depois para França com o objectivo de pregar contra os Albigenses e em 1225 é pregador em Toulouse. Na mesma época foi-lhe confiada a guarda do Convento de Puy-en-Velay e teria à sua guarda igualmente a Província de Limoges, por escolha dos frades da Província. Dois anos mais tarde instalou-se em Marselha, mas brevemente seria escolhido para Provincial da Romanha.

Em 1226 morreu Francisco de Assis. António assistiu à canonização de São Francisco em 1228. 

 Basílica de Santo António, em Pádua
Bastante doente, faleceu a 13 de Junho de 1231 no Oratório de Arcela. Os seus restos mortais repousam na Basílica de Pádua, construída em sua memória. Foi canonizado pelo Papa Gregório IX, na catedral de Espoleto, em Itália 1232. Santo António é considerado padroeiro dos pobres, é também invocado para ajudar a encontrar objetos perdidos, numa oração conhecida como os responsos  e é considerado também como um santo casamenteiro. Já pouco comemorada ou diferente de tempos idos as Festas de Santo António (antigamente conhecidas como trezenas "por ter a duração de treze dias"), os fiéis entoavam cânticos, soltavam foguetes, e celebravam com comes e bebes junto a uma fogueira com o formato de um quadrado. Essa festa acontecia entre 1 e 13 de Junho. Hoje em dia ainda se comemora o Santo António embora de forma diferente.
Ainda havia um outro costume muito praticado pelos fiéis. Todo o dia 13 de Junho, certas igrejas distribuiam aos pobres "pãezinhos de Santo António" que, segundo a tradição deviam ser guardados dentro de uma lata de mantimentos, para que não falte comida durante o ano. Há quem diga que o pão não mofa, mantendo-se íntegro pelo período de um ano.
Em Portugal, Santo António é muito venerado na cidade de Lisboa e o seu dia, 13 de Junho, é feriado municipal. As festas em honra de Santo António começam logo na noite do dia 12. Todos os anos a cidade organiza as marchas populares, grande desfile alegórico que desce a Avenida da Liberdade (principal artéria da cidade), no qual competem os diferentes bairros. Um grande fogo de artifício costuma encerrar o desfile. Os rapazes compram um manjerico (planta aromática) num pequeno vaso, para oferecer às namoradas, as quais trazem bandeirinhas com uma quadra popular, por vezes brejeira ou jocosa. A festa dura toda a noite e, um pouco por toda a cidade, há arraiais populares, locais de animação engalanados onde se comem sardinhas assadas na brasa, febras de porco (fêveras), caldo verde (uma sopa feita com couve galega, cortada aos fiapos, o que lhe confere uma cor esverdeada) e bebe-se vinho tinto. Ouve-se música e dança-se até de madrugada.
Santo António é o santo casamenteiro, por isso a Câmara Municipal de Lisboa costuma organizar, na Sé Patriarcal de Lisboa, o casamento de jovens noivos de origem modesta, todos os anos no dia 13 de Junho. São conhecidos por 'noivos de Santo António', recebem ofertas do município e também de diversas empresas, como forma de auxiliar a nova família.

Situados perto da Sé Patriarcal de Lisboa, o Museu e a Igreja Antoniana em Lisboa são o centro da devoção ao santo lisboeta, em especial no dia que lhe é dedicado, 13 de Junho. O Museu Antoniano é um museu monográfico dedicado à vida e veneração do santo, exibindo, em exposição permanente, objectos litúrgicos, gravuras, pinturas, cerâmicas e objectos de devoção que evocam a vida e o culto ao santo. O Museu fica anexo à Igreja, local onde, de acordo com a tradição, nasceu o santo. Em conjunto, esses dois espaços constituem um dos mais importantes locais de homenagem ao mesmo.
Santo António de Lisboa
Pode também assistir ao filme de Santo António aqui no Blog
PUBLICADO digitalblueradio às 15:10 | LINK DO POST
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