O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS

Quem visita Portalegre não pode deixar de apreciar o plátano do Rossio do Espirito Santo, á entrada da Avenida da Liberdade, é tão antigo que não se sabe ao certo a sua idade, este é talvez o ex-librís de Portalegre, uma árvore, é talvez o destino desta cidade entrelaçar as raízes da sua memória do mesmo modo que as árvores se amarram ao solo. 


O Mosteiro de São Bernardino marca parte da  história de Portalegre, o mosteiro foi destinado ao recolhimento de fidalgas sem dote, uma abadessa, três religiosas e quatro noviças eram a população do mosteiro em 1533, extingue-se em 1878, passando a ser um Seminário. Já no Estado Novo esteve ali instalado entre 1932 e 1961 o Museu Municipal e instalações militares.

O Convento de Santa Clara deve ser o monumento em pedra mais vivo e vivido de Portalegre, ali estão sete séculos de história, foi fundado pela Rainha D. Leonor Teles, em 1376 e convento se manteve até ao falecimento da ultima freira no sec. XIX. Quem é que já não ouviu falar dos tão afamados pastéis de Santa Clara. Foi D. João III que elevou a vila a cidade, no entanto a história coloca-o num canto negro da memória, ele aparece de braço com a Santa Inquisição. Quem visita Portalegre não pode deixar de passar pela Casa-Museu do Poeta José Régio.

José Régio foi aqui professor liceal, instalando-se nesta casa num quarto em 1929, a paixão coleccionista por antiguidades faz de Régio um comerciante de arte para poder sustentar a renda de cada vez mais quartos que ia alugando, assim que vagavam, até ficar com a casa inteira. Entre as aulas e poemas as antiguidades eram a sua paixão, em 1962 reformou-se e voltou para Vila do Conde, sua terra natal, mantendo no entanto a casa de Portalegre.

PUBLICADO digitalblueradio às 15:51 | LINK DO POST
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Quem visita Portalegre não pode deixar de apreciar o plátano do Rossio do Espirito Santo, á entrada da Avenida da Liberdade, é tão antigo que não se sabe ao certo a sua idade, este é talvez o ex-librís de Portalegre, uma árvore, é talvez o destino desta cidade entrelaçar as raízes da sua memória do mesmo modo que as árvores se amarram ao solo. 


O Mosteiro de São Bernardino marca parte da  história de Portalegre, o mosteiro foi destinado ao recolhimento de fidalgas sem dote, uma abadessa, três religiosas e quatro noviças eram a população do mosteiro em 1533, extingue-se em 1878, passando a ser um Seminário. Já no Estado Novo esteve ali instalado entre 1932 e 1961 o Museu Municipal e instalações militares.

O Convento de Santa Clara deve ser o monumento em pedra mais vivo e vivido de Portalegre, ali estão sete séculos de história, foi fundado pela Rainha D. Leonor Teles, em 1376 e convento se manteve até ao falecimento da ultima freira no sec. XIX. Quem é que já não ouviu falar dos tão afamados pastéis de Santa Clara. Foi D. João III que elevou a vila a cidade, no entanto a história coloca-o num canto negro da memória, ele aparece de braço com a Santa Inquisição. Quem visita Portalegre não pode deixar de passar pela Casa-Museu do Poeta José Régio.

José Régio foi aqui professor liceal, instalando-se nesta casa num quarto em 1929, a paixão coleccionista por antiguidades faz de Régio um comerciante de arte para poder sustentar a renda de cada vez mais quartos que ia alugando, assim que vagavam, até ficar com a casa inteira. Entre as aulas e poemas as antiguidades eram a sua paixão, em 1962 reformou-se e voltou para Vila do Conde, sua terra natal, mantendo no entanto a casa de Portalegre.

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Quem visita Portalegre não pode deixar de apreciar o plátano do Rossio do Espirito Santo, á entrada da Avenida da Liberdade, é tão antigo que não se sabe ao certo a sua idade, este é talvez o ex-librís de Portalegre, uma árvore, é talvez o destino desta cidade entrelaçar as raízes da sua memória do mesmo modo que as árvores se amarram ao solo. 


O Mosteiro de São Bernardino marca parte da  história de Portalegre, o mosteiro foi destinado ao recolhimento de fidalgas sem dote, uma abadessa, três religiosas e quatro noviças eram a população do mosteiro em 1533, extingue-se em 1878, passando a ser um Seminário. Já no Estado Novo esteve ali instalado entre 1932 e 1961 o Museu Municipal e instalações militares.

O Convento de Santa Clara deve ser o monumento em pedra mais vivo e vivido de Portalegre, ali estão sete séculos de história, foi fundado pela Rainha D. Leonor Teles, em 1376 e convento se manteve até ao falecimento da ultima freira no sec. XIX. Quem é que já não ouviu falar dos tão afamados pastéis de Santa Clara. Foi D. João III que elevou a vila a cidade, no entanto a história coloca-o num canto negro da memória, ele aparece de braço com a Santa Inquisição. Quem visita Portalegre não pode deixar de passar pela Casa-Museu do Poeta José Régio.

José Régio foi aqui professor liceal, instalando-se nesta casa num quarto em 1929, a paixão coleccionista por antiguidades faz de Régio um comerciante de arte para poder sustentar a renda de cada vez mais quartos que ia alugando, assim que vagavam, até ficar com a casa inteira. Entre as aulas e poemas as antiguidades eram a sua paixão, em 1962 reformou-se e voltou para Vila do Conde, sua terra natal, mantendo no entanto a casa de Portalegre.

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A lenda do nó górdio remonta ao século VIII a.C.

Conta-se que o rei da Frígia (Ásia Menor) morreu sem deixar herdeiro e que, ao ser consultado, o Oráculo anunciou que o sucessor chegaria à cidade num carro de bois. A profecia foi cumprida por um camponês, de nome Górdio, que foi coroado. Para não se esquecer do seu passado humilde ele colocou a carroça, com a qual ganhou a coroa, no templo de Zeus. E amarrou-a com um nó a uma coluna, nó este impossível de desatar e que por isso ficou famoso. Górdio reinou por muito tempo e quando morreu, o seu filho Midas assumiu o trono. Midas expandiu o império, porém, ao falecer não deixou herdeiros. O Oráculo foi ouvido novamente e declarou que quem desatasse o nó de Górdio dominaria toda a Ásia Menor.

Quinhentos anos se passaram sem ninguém conseguir realizar esse feito, até que em 334 a.C Alexandre, o Grande, ouviu essa lenda ao passar pela Frígia. Intrigado com a questão, foi até o templo de Zeus observar o feito de Górdio. Após muito analisar, desembainhou a sua espada e cortou o nó. Lenda ou não o fato é que Alexandre tornou-se o senhor de toda a Ásia Menor poucos anos depois. É daí também que deriva a expressão "cortar o nó górdio", que significa resolver um problema complexo de maneira simples e eficaz.
 Para a história de Portugal fica uma operação que teve o mesmo nome "Operação Nó Górdio".  A Operação Nó Górdio foi a maior e mais dispendiosa campanha militar portuguesa na província ultramarina de Moçambique, na África Oriental. Decorreu em 1970, durante a Guerra Colonial Portuguesa (1961 - 1974). Os objectivos desta campanha consistiam em erradicar as rotas de infiltração das guerrilhas independentistas ao longo da fronteira com a Tanzânia e destruir as suas bases permanentes em Moçambique. A Nó Górdio durou sete meses, mobilizou no total trinta e cinco mil militares e foi parcialmente bem-sucedida.
 A operação consistia num cerco intenso com vista ao isolamento do núcleo central do Planalto dos Macondes, atingindo estes objectivos, esperava-se uma desarticulação e desmoralização da FRELIMO.
 A Nó Górdio foi lançada sob ordens de Kaúlza de Arriaga. O início da Operação Nó Górdio foi marcado para 1 de Julho de 1970, prolongando-se até 6 de Agosto.
 Segundo os relatórios Portugueses, terão sido mortos 651 guerrilheiros e 1840 capturados contra 132 militares portugueses mortos. Kaúlza de Arriaga reivindicou também que as suas tropas teriam destruído 61 bases e 165 campos, e capturadas 40 toneladas de munição, apenas nos primeiros dois meses.
Operação Nó Górdio, guerra Colonial Portuguesa
Data 1 de Julho a 6 de Agosto de 1970, Local Moçambique
Resultado Sucesso parcial das forças portuguesas

           Guerra Colonial Portuguesa em Moçambique
Operação Águia – Operação Zeta – Operação Abanadela – Operação Penada – Operação Nó Górdio – Operação Marte


PUBLICADO digitalblueradio às 13:37 | LINK DO POST
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A lenda do nó górdio remonta ao século VIII a.C.

Conta-se que o rei da Frígia (Ásia Menor) morreu sem deixar herdeiro e que, ao ser consultado, o Oráculo anunciou que o sucessor chegaria à cidade num carro de bois. A profecia foi cumprida por um camponês, de nome Górdio, que foi coroado. Para não se esquecer do seu passado humilde ele colocou a carroça, com a qual ganhou a coroa, no templo de Zeus. E amarrou-a com um nó a uma coluna, nó este impossível de desatar e que por isso ficou famoso. Górdio reinou por muito tempo e quando morreu, o seu filho Midas assumiu o trono. Midas expandiu o império, porém, ao falecer não deixou herdeiros. O Oráculo foi ouvido novamente e declarou que quem desatasse o nó de Górdio dominaria toda a Ásia Menor.

Quinhentos anos se passaram sem ninguém conseguir realizar esse feito, até que em 334 a.C Alexandre, o Grande, ouviu essa lenda ao passar pela Frígia. Intrigado com a questão, foi até o templo de Zeus observar o feito de Górdio. Após muito analisar, desembainhou a sua espada e cortou o nó. Lenda ou não o fato é que Alexandre tornou-se o senhor de toda a Ásia Menor poucos anos depois. É daí também que deriva a expressão "cortar o nó górdio", que significa resolver um problema complexo de maneira simples e eficaz.
 Para a história de Portugal fica uma operação que teve o mesmo nome "Operação Nó Górdio".  A Operação Nó Górdio foi a maior e mais dispendiosa campanha militar portuguesa na província ultramarina de Moçambique, na África Oriental. Decorreu em 1970, durante a Guerra Colonial Portuguesa (1961 - 1974). Os objectivos desta campanha consistiam em erradicar as rotas de infiltração das guerrilhas independentistas ao longo da fronteira com a Tanzânia e destruir as suas bases permanentes em Moçambique. A Nó Górdio durou sete meses, mobilizou no total trinta e cinco mil militares e foi parcialmente bem-sucedida.
 A operação consistia num cerco intenso com vista ao isolamento do núcleo central do Planalto dos Macondes, atingindo estes objectivos, esperava-se uma desarticulação e desmoralização da FRELIMO.
 A Nó Górdio foi lançada sob ordens de Kaúlza de Arriaga. O início da Operação Nó Górdio foi marcado para 1 de Julho de 1970, prolongando-se até 6 de Agosto.
 Segundo os relatórios Portugueses, terão sido mortos 651 guerrilheiros e 1840 capturados contra 132 militares portugueses mortos. Kaúlza de Arriaga reivindicou também que as suas tropas teriam destruído 61 bases e 165 campos, e capturadas 40 toneladas de munição, apenas nos primeiros dois meses.
Operação Nó Górdio, guerra Colonial Portuguesa
Data 1 de Julho a 6 de Agosto de 1970, Local Moçambique
Resultado Sucesso parcial das forças portuguesas

           Guerra Colonial Portuguesa em Moçambique
Operação Águia – Operação Zeta – Operação Abanadela – Operação Penada – Operação Nó Górdio – Operação Marte


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A lenda do nó górdio remonta ao século VIII a.C.

Conta-se que o rei da Frígia (Ásia Menor) morreu sem deixar herdeiro e que, ao ser consultado, o Oráculo anunciou que o sucessor chegaria à cidade num carro de bois. A profecia foi cumprida por um camponês, de nome Górdio, que foi coroado. Para não se esquecer do seu passado humilde ele colocou a carroça, com a qual ganhou a coroa, no templo de Zeus. E amarrou-a com um nó a uma coluna, nó este impossível de desatar e que por isso ficou famoso. Górdio reinou por muito tempo e quando morreu, o seu filho Midas assumiu o trono. Midas expandiu o império, porém, ao falecer não deixou herdeiros. O Oráculo foi ouvido novamente e declarou que quem desatasse o nó de Górdio dominaria toda a Ásia Menor.

Quinhentos anos se passaram sem ninguém conseguir realizar esse feito, até que em 334 a.C Alexandre, o Grande, ouviu essa lenda ao passar pela Frígia. Intrigado com a questão, foi até o templo de Zeus observar o feito de Górdio. Após muito analisar, desembainhou a sua espada e cortou o nó. Lenda ou não o fato é que Alexandre tornou-se o senhor de toda a Ásia Menor poucos anos depois. É daí também que deriva a expressão "cortar o nó górdio", que significa resolver um problema complexo de maneira simples e eficaz.
 Para a história de Portugal fica uma operação que teve o mesmo nome "Operação Nó Górdio".  A Operação Nó Górdio foi a maior e mais dispendiosa campanha militar portuguesa na província ultramarina de Moçambique, na África Oriental. Decorreu em 1970, durante a Guerra Colonial Portuguesa (1961 - 1974). Os objectivos desta campanha consistiam em erradicar as rotas de infiltração das guerrilhas independentistas ao longo da fronteira com a Tanzânia e destruir as suas bases permanentes em Moçambique. A Nó Górdio durou sete meses, mobilizou no total trinta e cinco mil militares e foi parcialmente bem-sucedida.
 A operação consistia num cerco intenso com vista ao isolamento do núcleo central do Planalto dos Macondes, atingindo estes objectivos, esperava-se uma desarticulação e desmoralização da FRELIMO.
 A Nó Górdio foi lançada sob ordens de Kaúlza de Arriaga. O início da Operação Nó Górdio foi marcado para 1 de Julho de 1970, prolongando-se até 6 de Agosto.
 Segundo os relatórios Portugueses, terão sido mortos 651 guerrilheiros e 1840 capturados contra 132 militares portugueses mortos. Kaúlza de Arriaga reivindicou também que as suas tropas teriam destruído 61 bases e 165 campos, e capturadas 40 toneladas de munição, apenas nos primeiros dois meses.
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Data 1 de Julho a 6 de Agosto de 1970, Local Moçambique
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vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
a discografia tem um ep com o titulo errado, onde ...
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E um meio de sobrevive
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