O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
A cidade do Rio Azul
Quem sobe ao Castelo disfruta de uma vista priveligiada sobre a cidade. No extremo poente da cidade, no alto o Forte de São Filipe deixa perceber a essência das suas linhas, daqui se vislumbra a intima relação com o rio Sado e a Serra da Arrábida.

Eixo fundamental do desenvolvimento urbano da cidade, a Avenida Luisa Todi, desenhada em paralelo com o rio, desde o porto de Setubal até ás portas da Serra, foi outrora chamada de Rua da Praia.

Entre a Estrada da Graça e o Quartel de Infantaria nº 11 estendia-se a Praia das Fontainhas, que se colova á Praia da Ribeira, entre o quartel e a Avenida 22 de Dezembro. Praia do Cadoz era a denominação dada ao espaço compreendido entre a 22 de Dezembro e a Praça Teófilo Braga, antigo Largo da Anunciada, daqui até ao Largo da Palmeira, estendia-se a Praia do Seixal. 
Seguia-se a Praia da Saboaria até á estrada da Rasca, o cenário ficava completo com a  Praia do Sado.
Fundamental para um olhar conhecedor da história da cidade existem locais de visita obrigatória. 
O Forúm Luisa todi, antigamente designado como Teatro D. Amélia, erguido em meados da década de cinquenta.
O singular e castiço Mercado do Livramento, onde se pode adquirir carne, peixe fresquinho da costa, frutas e legumes do campo, mas é na sua essencia um local de encontro principalmente para os mais antigos que não abdicam de ali ir todos os dias, é tambem de apreciar os seus painéis de azulejo.
Indispensável para quem visita a cidade os seus sabores gastronómicos, principalmente o choco frito e a bela sardinha assada.
O velho Hotel Esperança local de encontros e desencontros.
O rio Sado
Praça do Bocage remotamente conhecida como Praça do Sapal, onde existe hoje a Camara Municipal.
Estátua erguida em 1871, á memória de Manuel Maria Barbosa du Bocage, filho pródigo da cidade. 
Para aqui convergem um conjunto de ruas: Rua dos Ourives ( agora Dr. Paula Borba ), dos Caldeireiros, dos Almocreves ou ainda dos Sapateiros, ali mesmo ao lado o Largo da Ribeira Velha que em tempos albergou os Paços do Conselho. Aqui fica também situada a Igreja de São Julião
As estações Arqueológicas: São por demais evidentes os sinais da ocupação romana nesta zona de Portugal,  a Península de Setúbal. Setúbal, ou Cetóbriga – como os romanos lhe chamavam – foi um importante centro industrial do império, para atestar isto poderemos ainda hoje ver o que resta da antiga estrada romana do Grelhal, ou das ruínas da “fabrica de conservas” de peixe localizada em plena Arrábida, na zona do Creiro.
Outros locais existem a merecer destaque, 
 nomeadamente as salgadeiras existentes no centro da cidade, as moedas romanas encontradas em ânforas aquando de escavações na Rua Fran Pacheco ou o belíssimo espolio arqueológico romano que se encontra em Tróia, no outro lado do Rio Sado.
Merece  destaque na cidade a Igreja de Santa Maria Da Graça
Convento de Jesus
Naturalmente que outros locais faltarão mas deixo em falta para que você parta á descoberta. 
Destaco aqui também a Festa de Tróia
A festa é uma tradição dos homens do mar que levam a imagem de Nossa Senhora do Rosário de Tróia em procissão fluvial de Setúbal para Tróia, onde durante dois dias de Verão fazem romaria, após o que voltam de novo a Setúbal em cortejo marítimo. 
As embarcações depois de saírem de Tróia não se dirigem directamente para Setúbal, mas sim até à foz do Rio Sado, onde se situa o Hospital Ortopédico do Outão. Chegadas ai os barcos businam em sinal de saudação aos doentes, avançando a embarcação com a imagem até o mais perto possível daquele antigo forte naval. Feito isto, as embarcações de todos os tipos e tamanhos regressam a Setúbal, tendo o seu términus junto ao cais do Jardim da Beira Mar onde se situa o nicho com a imagem. 
Antes do fim destaque para as Festas da Cidade
A Feira de Sant´íago realiza-se na ultima semana de julho e primeira de Agosto.  
" Last but not the Least ", deixar aqui uma palavra para a Serra da Arrábida que é o pulmão da cidade e ainda hoje continuam a arrancar-lhe as entranhas, até quando ?
No meio deste magnifico verde, o homem continua a destruir.
Com a conivência de quêm ? A propósito de que interesses ?
 Quem beneficia? 
A cimenteira continua a destruir ?
A alguém importa ? Quantos mais gritos de revolta serão necessários? Alguém  tem de parar isto, que herança para os nossos filhos ?
As praias continuam a ser um local priveligiado no Verão:
Tróia
 Albarquel
 Parque da Quemenda
Figueirinha e Arrábida
Portinho da Arrábida.
Falar da cidade e não falar do seu clube era impossivel
Agora sim, dizer que esta foi a cidade que me viu nascer, aqui passei os melhores momentos da minha vida, aprendi os primeiros passos, as primeiras letras, brinquei, namorei e fiz amigos,...é sempre com Saudade que falo da minha cidade e cada vez que o faço recordo os amigos que lá deixei, os momentos que vivi, um abraço forte a todos, estarão sempre comigo.

PUBLICADO digitalblueradio às 16:02 | LINK DO POST
tags:
A cidade do Rio Azul
Quem sobe ao Castelo disfruta de uma vista priveligiada sobre a cidade. No extremo poente da cidade, no alto o Forte de São Filipe deixa perceber a essência das suas linhas, daqui se vislumbra a intima relação com o rio Sado e a Serra da Arrábida.

Eixo fundamental do desenvolvimento urbano da cidade, a Avenida Luisa Todi, desenhada em paralelo com o rio, desde o porto de Setubal até ás portas da Serra, foi outrora chamada de Rua da Praia.

Entre a Estrada da Graça e o Quartel de Infantaria nº 11 estendia-se a Praia das Fontainhas, que se colova á Praia da Ribeira, entre o quartel e a Avenida 22 de Dezembro. Praia do Cadoz era a denominação dada ao espaço compreendido entre a 22 de Dezembro e a Praça Teófilo Braga, antigo Largo da Anunciada, daqui até ao Largo da Palmeira, estendia-se a Praia do Seixal. 
Seguia-se a Praia da Saboaria até á estrada da Rasca, o cenário ficava completo com a  Praia do Sado.
Fundamental para um olhar conhecedor da história da cidade existem locais de visita obrigatória. 
O Forúm Luisa todi, antigamente designado como Teatro D. Amélia, erguido em meados da década de cinquenta.
O singular e castiço Mercado do Livramento, onde se pode adquirir carne, peixe fresquinho da costa, frutas e legumes do campo, mas é na sua essencia um local de encontro principalmente para os mais antigos que não abdicam de ali ir todos os dias, é tambem de apreciar os seus painéis de azulejo.
Indispensável para quem visita a cidade os seus sabores gastronómicos, principalmente o choco frito e a bela sardinha assada.
O velho Hotel Esperança local de encontros e desencontros.
O rio Sado
Praça do Bocage remotamente conhecida como Praça do Sapal, onde existe hoje a Camara Municipal.
Estátua erguida em 1871, á memória de Manuel Maria Barbosa du Bocage, filho pródigo da cidade. 
Para aqui convergem um conjunto de ruas: Rua dos Ourives ( agora Dr. Paula Borba ), dos Caldeireiros, dos Almocreves ou ainda dos Sapateiros, ali mesmo ao lado o Largo da Ribeira Velha que em tempos albergou os Paços do Conselho. Aqui fica também situada a Igreja de São Julião
As estações Arqueológicas: São por demais evidentes os sinais da ocupação romana nesta zona de Portugal,  a Península de Setúbal. Setúbal, ou Cetóbriga – como os romanos lhe chamavam – foi um importante centro industrial do império, para atestar isto poderemos ainda hoje ver o que resta da antiga estrada romana do Grelhal, ou das ruínas da “fabrica de conservas” de peixe localizada em plena Arrábida, na zona do Creiro.
Outros locais existem a merecer destaque, 
 nomeadamente as salgadeiras existentes no centro da cidade, as moedas romanas encontradas em ânforas aquando de escavações na Rua Fran Pacheco ou o belíssimo espolio arqueológico romano que se encontra em Tróia, no outro lado do Rio Sado.
Merece  destaque na cidade a Igreja de Santa Maria Da Graça
Convento de Jesus
Naturalmente que outros locais faltarão mas deixo em falta para que você parta á descoberta. 
Destaco aqui também a Festa de Tróia
A festa é uma tradição dos homens do mar que levam a imagem de Nossa Senhora do Rosário de Tróia em procissão fluvial de Setúbal para Tróia, onde durante dois dias de Verão fazem romaria, após o que voltam de novo a Setúbal em cortejo marítimo. 
As embarcações depois de saírem de Tróia não se dirigem directamente para Setúbal, mas sim até à foz do Rio Sado, onde se situa o Hospital Ortopédico do Outão. Chegadas ai os barcos businam em sinal de saudação aos doentes, avançando a embarcação com a imagem até o mais perto possível daquele antigo forte naval. Feito isto, as embarcações de todos os tipos e tamanhos regressam a Setúbal, tendo o seu términus junto ao cais do Jardim da Beira Mar onde se situa o nicho com a imagem. 
Antes do fim destaque para as Festas da Cidade
A Feira de Sant´íago realiza-se na ultima semana de julho e primeira de Agosto.  
" Last but not the Least ", deixar aqui uma palavra para a Serra da Arrábida que é o pulmão da cidade e ainda hoje continuam a arrancar-lhe as entranhas, até quando ?
No meio deste magnifico verde, o homem continua a destruir.
Com a conivência de quêm ? A propósito de que interesses ?
 Quem beneficia? 
A cimenteira continua a destruir ?
A alguém importa ? Quantos mais gritos de revolta serão necessários? Alguém  tem de parar isto, que herança para os nossos filhos ?
As praias continuam a ser um local priveligiado no Verão:
Tróia
 Albarquel
 Parque da Quemenda
Figueirinha e Arrábida
Portinho da Arrábida.
Falar da cidade e não falar do seu clube era impossivel
Agora sim, dizer que esta foi a cidade que me viu nascer, aqui passei os melhores momentos da minha vida, aprendi os primeiros passos, as primeiras letras, brinquei, namorei e fiz amigos,...é sempre com Saudade que falo da minha cidade e cada vez que o faço recordo os amigos que lá deixei, os momentos que vivi, um abraço forte a todos, estarão sempre comigo.

PUBLICADO digitalblueradio às 16:02 | LINK DO POST
tags:
A cidade do Rio Azul
Quem sobe ao Castelo disfruta de uma vista priveligiada sobre a cidade. No extremo poente da cidade, no alto o Forte de São Filipe deixa perceber a essência das suas linhas, daqui se vislumbra a intima relação com o rio Sado e a Serra da Arrábida.

Eixo fundamental do desenvolvimento urbano da cidade, a Avenida Luisa Todi, desenhada em paralelo com o rio, desde o porto de Setubal até ás portas da Serra, foi outrora chamada de Rua da Praia.

Entre a Estrada da Graça e o Quartel de Infantaria nº 11 estendia-se a Praia das Fontainhas, que se colova á Praia da Ribeira, entre o quartel e a Avenida 22 de Dezembro. Praia do Cadoz era a denominação dada ao espaço compreendido entre a 22 de Dezembro e a Praça Teófilo Braga, antigo Largo da Anunciada, daqui até ao Largo da Palmeira, estendia-se a Praia do Seixal. 
Seguia-se a Praia da Saboaria até á estrada da Rasca, o cenário ficava completo com a  Praia do Sado.
Fundamental para um olhar conhecedor da história da cidade existem locais de visita obrigatória. 
O Forúm Luisa todi, antigamente designado como Teatro D. Amélia, erguido em meados da década de cinquenta.
O singular e castiço Mercado do Livramento, onde se pode adquirir carne, peixe fresquinho da costa, frutas e legumes do campo, mas é na sua essencia um local de encontro principalmente para os mais antigos que não abdicam de ali ir todos os dias, é tambem de apreciar os seus painéis de azulejo.
Indispensável para quem visita a cidade os seus sabores gastronómicos, principalmente o choco frito e a bela sardinha assada.
O velho Hotel Esperança local de encontros e desencontros.
O rio Sado
Praça do Bocage remotamente conhecida como Praça do Sapal, onde existe hoje a Camara Municipal.
Estátua erguida em 1871, á memória de Manuel Maria Barbosa du Bocage, filho pródigo da cidade. 
Para aqui convergem um conjunto de ruas: Rua dos Ourives ( agora Dr. Paula Borba ), dos Caldeireiros, dos Almocreves ou ainda dos Sapateiros, ali mesmo ao lado o Largo da Ribeira Velha que em tempos albergou os Paços do Conselho. Aqui fica também situada a Igreja de São Julião
As estações Arqueológicas: São por demais evidentes os sinais da ocupação romana nesta zona de Portugal,  a Península de Setúbal. Setúbal, ou Cetóbriga – como os romanos lhe chamavam – foi um importante centro industrial do império, para atestar isto poderemos ainda hoje ver o que resta da antiga estrada romana do Grelhal, ou das ruínas da “fabrica de conservas” de peixe localizada em plena Arrábida, na zona do Creiro.
Outros locais existem a merecer destaque, 
 nomeadamente as salgadeiras existentes no centro da cidade, as moedas romanas encontradas em ânforas aquando de escavações na Rua Fran Pacheco ou o belíssimo espolio arqueológico romano que se encontra em Tróia, no outro lado do Rio Sado.
Merece  destaque na cidade a Igreja de Santa Maria Da Graça
Convento de Jesus
Naturalmente que outros locais faltarão mas deixo em falta para que você parta á descoberta. 
Destaco aqui também a Festa de Tróia
A festa é uma tradição dos homens do mar que levam a imagem de Nossa Senhora do Rosário de Tróia em procissão fluvial de Setúbal para Tróia, onde durante dois dias de Verão fazem romaria, após o que voltam de novo a Setúbal em cortejo marítimo. 
As embarcações depois de saírem de Tróia não se dirigem directamente para Setúbal, mas sim até à foz do Rio Sado, onde se situa o Hospital Ortopédico do Outão. Chegadas ai os barcos businam em sinal de saudação aos doentes, avançando a embarcação com a imagem até o mais perto possível daquele antigo forte naval. Feito isto, as embarcações de todos os tipos e tamanhos regressam a Setúbal, tendo o seu términus junto ao cais do Jardim da Beira Mar onde se situa o nicho com a imagem. 
Antes do fim destaque para as Festas da Cidade
A Feira de Sant´íago realiza-se na ultima semana de julho e primeira de Agosto.  
" Last but not the Least ", deixar aqui uma palavra para a Serra da Arrábida que é o pulmão da cidade e ainda hoje continuam a arrancar-lhe as entranhas, até quando ?
No meio deste magnifico verde, o homem continua a destruir.
Com a conivência de quêm ? A propósito de que interesses ?
 Quem beneficia? 
A cimenteira continua a destruir ?
A alguém importa ? Quantos mais gritos de revolta serão necessários? Alguém  tem de parar isto, que herança para os nossos filhos ?
As praias continuam a ser um local priveligiado no Verão:
Tróia
 Albarquel
 Parque da Quemenda
Figueirinha e Arrábida
Portinho da Arrábida.
Falar da cidade e não falar do seu clube era impossivel
Agora sim, dizer que esta foi a cidade que me viu nascer, aqui passei os melhores momentos da minha vida, aprendi os primeiros passos, as primeiras letras, brinquei, namorei e fiz amigos,...é sempre com Saudade que falo da minha cidade e cada vez que o faço recordo os amigos que lá deixei, os momentos que vivi, um abraço forte a todos, estarão sempre comigo.

PUBLICADO digitalblueradio às 16:02 | LINK DO POST
tags:
Abílio Manuel Guerra Junqueiro nasceu em Freixo de Espada à Cinta a 17 de Setembro de 1850 e faleceu em Lisboa a 7 de Julho de 1923, foi bacharel formado em direito pela Universidade de Coimbra, alto funcionário administrativo, político, deputado, jornalista, escritor e poeta. Foi o poeta mais popular da sua época e o mais típico representante da chamada "Escola Nova". Poeta panfletário, a sua poesia ajudou criar o ambiente revolucionário que conduziu à implantação da República.
Guerra Junqueiro era filho de um negociante e lavrador abastado José António Junqueiro e de D. Ana Guerra. A mãe faleceu quando Guerra Junqueiro tinha 3 anos de idade. Estudou os preparatórios em Bragança, matriculando-se em 1866 no curso de Teologia da Universidade de Coimbra. Compreendendo que não tinha vocação para a vida religiosa, dois anos depois transferiu-se para o curso de Direito. Terminou o curso em 1873. Foi secretário-geral do Governador Civil dos distritos de Angra do Heroísmo e de Viana do Castelo. Em 1878, foi eleito deputado pelo círculo de Macedo de Cavaleiros.
Guerra Junqueiro iniciou a sua carreira literária de maneira promissora em Coimbra no jornal literário "A folha", dirigido pelo poeta João Penha. Aqui cria relações de amizade com alguns dos melhores escritores e poetas do seu tempo, grupo geralmente conhecido por "Geração de 70". Indo residir para Lisboa foi colaborador em prosa e em verso, de jornais políticos e artísticos, como a "Lanterna Mágica", com a colaboração de desenhos de Rafael Bordalo Pinheiro. 
 Estátua na Casa-Museu Guerra Junqueiro, no Porto
 Destacamos algumas das suas obras
"Viagem À Roda Da Parvónia"
"A velhice do padre eterno" 
"Gritos da Alma"
 "O Melro"
Guerra Junqueiro casou em 1880 com Filomena Augusta da Silva Neves dessa união nasceu a filha Maria Isabel e Júlia( Interditada por demência vem a ser internada no Porto), a sua esposa morre em 1889, Guerra Junqueiro morreu a 7 de Julho de 1923 em Lisboa.
PUBLICADO digitalblueradio às 15:24 | LINK DO POST
Abílio Manuel Guerra Junqueiro nasceu em Freixo de Espada à Cinta a 17 de Setembro de 1850 e faleceu em Lisboa a 7 de Julho de 1923, foi bacharel formado em direito pela Universidade de Coimbra, alto funcionário administrativo, político, deputado, jornalista, escritor e poeta. Foi o poeta mais popular da sua época e o mais típico representante da chamada "Escola Nova". Poeta panfletário, a sua poesia ajudou criar o ambiente revolucionário que conduziu à implantação da República.
Guerra Junqueiro era filho de um negociante e lavrador abastado José António Junqueiro e de D. Ana Guerra. A mãe faleceu quando Guerra Junqueiro tinha 3 anos de idade. Estudou os preparatórios em Bragança, matriculando-se em 1866 no curso de Teologia da Universidade de Coimbra. Compreendendo que não tinha vocação para a vida religiosa, dois anos depois transferiu-se para o curso de Direito. Terminou o curso em 1873. Foi secretário-geral do Governador Civil dos distritos de Angra do Heroísmo e de Viana do Castelo. Em 1878, foi eleito deputado pelo círculo de Macedo de Cavaleiros.
Guerra Junqueiro iniciou a sua carreira literária de maneira promissora em Coimbra no jornal literário "A folha", dirigido pelo poeta João Penha. Aqui cria relações de amizade com alguns dos melhores escritores e poetas do seu tempo, grupo geralmente conhecido por "Geração de 70". Indo residir para Lisboa foi colaborador em prosa e em verso, de jornais políticos e artísticos, como a "Lanterna Mágica", com a colaboração de desenhos de Rafael Bordalo Pinheiro. 
 Estátua na Casa-Museu Guerra Junqueiro, no Porto
 Destacamos algumas das suas obras
"Viagem À Roda Da Parvónia"
"A velhice do padre eterno" 
"Gritos da Alma"
 "O Melro"
Guerra Junqueiro casou em 1880 com Filomena Augusta da Silva Neves dessa união nasceu a filha Maria Isabel e Júlia( Interditada por demência vem a ser internada no Porto), a sua esposa morre em 1889, Guerra Junqueiro morreu a 7 de Julho de 1923 em Lisboa.
PUBLICADO digitalblueradio às 15:24 | LINK DO POST
Abílio Manuel Guerra Junqueiro nasceu em Freixo de Espada à Cinta a 17 de Setembro de 1850 e faleceu em Lisboa a 7 de Julho de 1923, foi bacharel formado em direito pela Universidade de Coimbra, alto funcionário administrativo, político, deputado, jornalista, escritor e poeta. Foi o poeta mais popular da sua época e o mais típico representante da chamada "Escola Nova". Poeta panfletário, a sua poesia ajudou criar o ambiente revolucionário que conduziu à implantação da República.
Guerra Junqueiro era filho de um negociante e lavrador abastado José António Junqueiro e de D. Ana Guerra. A mãe faleceu quando Guerra Junqueiro tinha 3 anos de idade. Estudou os preparatórios em Bragança, matriculando-se em 1866 no curso de Teologia da Universidade de Coimbra. Compreendendo que não tinha vocação para a vida religiosa, dois anos depois transferiu-se para o curso de Direito. Terminou o curso em 1873. Foi secretário-geral do Governador Civil dos distritos de Angra do Heroísmo e de Viana do Castelo. Em 1878, foi eleito deputado pelo círculo de Macedo de Cavaleiros.
Guerra Junqueiro iniciou a sua carreira literária de maneira promissora em Coimbra no jornal literário "A folha", dirigido pelo poeta João Penha. Aqui cria relações de amizade com alguns dos melhores escritores e poetas do seu tempo, grupo geralmente conhecido por "Geração de 70". Indo residir para Lisboa foi colaborador em prosa e em verso, de jornais políticos e artísticos, como a "Lanterna Mágica", com a colaboração de desenhos de Rafael Bordalo Pinheiro. 
 Estátua na Casa-Museu Guerra Junqueiro, no Porto
 Destacamos algumas das suas obras
"Viagem À Roda Da Parvónia"
"A velhice do padre eterno" 
"Gritos da Alma"
 "O Melro"
Guerra Junqueiro casou em 1880 com Filomena Augusta da Silva Neves dessa união nasceu a filha Maria Isabel e Júlia( Interditada por demência vem a ser internada no Porto), a sua esposa morre em 1889, Guerra Junqueiro morreu a 7 de Julho de 1923 em Lisboa.
PUBLICADO digitalblueradio às 15:24 | LINK DO POST
tags:
QUEM SOU EU
PESQUISAR NO BLOG
 
Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Julho 2010
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
COMENTÁRIOS
acho que deve ser respeitada... http://www.goiasc...
vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
a discografia tem um ep com o titulo errado, onde ...
Armando Gama fomos contemporâneos no Salvador Corr...
A juventude nos leva a caminhos ruins , e procuram...
A primeira fotografia é da Praça Marquês de Pombal...
Eu gosto de ti Beto adorei cd foi muito bom ele é ...
GANHA MENSALMENTE COMO PRESIDENTE DA COMISSÃO EURO...
Que feio!Foi no meu blog, pegou meu texto, modific...
E um meio de sobrevive
MAIS COMENTADOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
subscrever feeds
SAPO Blogs