O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
Calouste Sarkis Gulbenkian nasceu em Üsküdar a 23 de Março de 1869 e morreu em Lisboa a 20 de Julho de 1955, engenheiro e empresário arménio naturalizado britânico (1902), activo no sector do petróleo e um dos pioneiros no desenvolvimento desse sector no Médio Oriente. Foi também um mecenas, tendo dado um grande contributo para o fomento da cultura em Portugal. A sua herança esteve na origem da constituição da "Fundação Calouste Gulbenkian"
Calouste nasceu numa família de abastados comerciantes arménios de Istambul. Estudou em Londres onde obteve o diploma de Engenharia (1887). Fez uma viagem à Transcaucásia em 1891, visitando os campos petrolíferos de Baku. Aos 22 anos de idade, publicou o livro "La Transcaucasie et la Péninsule d'Apchéron - Souvernirs de Voyage". Negociador hábil e esclarecido, perito financeiro de grande categoria, Gulbenkian negociou contratos de exploração petrolífera com os grandes financistas internacionais e as autoridades otomanas, fomentando a exploração racional e organizada desta fonte de energia emergente. A indústria internacional dos petróleos começava a tomar forma no fim do século XIX. Gulbenkian organizou o grupo Royal Dutch, serviu de ligação entre as indústrias americanas e russas e deu o primeiro impulso à indústria na região do Golfo Pérsico.

Durante a Primeira Guerra Mundial sugeriu em França a criação de um gabinete para controlo do petróleo, chefiado por Henri Bérenger. Em 1928, desempenhou papel fulcral nas negociações multipartidas entre grandes empresas internacionais para a divisão da então Turkish Petroleum Co., Ltd. (hoje a Iraq Petroleum Co., Ltd.) entre a Anglo-Persian Oil Co. (hoje a BP), a Royal Dutch Shell Group, a Companhia Francesa de Petróleos e a Near East Development Corp. (metade da Standard Oil e metade da Socony Mobil Oil). A cada uma coube 23,75% do capital e, a Calouste Gulbenkian, 5%. Este facto originou que Gulbenkian ficasse conhecido na indústria do petróleo como "o Senhor Cinco por Cento". A riqueza que acumulou permitiu-lhe satisfazer a paixão pelas obras de arte.
Calouste Gulbenkian foi um amante de arte e homem de raro e sensível gosto, além de reunir uma extraordinária colecção de arte, principalmente europeia e asiática, de mais de seis milhares de peças. Na arte europeia, reuniu obras que vão desde os mestres primitivos à pintura impressionista. Figuram na colecção obras de Carpaccio, Rubens, Van Dyck, Rembrandt, Gainsborough, Romney, Lawrence, Fragonard, Corot, Renoir, Boucher, Manet, Degas, Monet e muitos outros. Além da pintura, reuniu um importante espólio de escultura do antigo Egipto, cerâmicas orientais, manuscritos, encadernações e livros antigos, artigos de vidro da Síria, mobiliário francês, tapeçarias, têxteis, peças de joalharia de René Lalique, moedas gregas, medalhas italianas do Renascimento, etc.

Foi desejo de Gulbenkian que a colecção que reuniu ao longo da vida ficasse exposta num mesmo local. Assim é, em Lisboa, desde Junho de 1960. Em 1969 foi inaugurado o espaço onde se encontra o edifício-sede da Fundação Calouste Gulbenkian, que inclui o museu onde se encontra esta colecção permanente, além de um Centro de Arte Moderna, salas de conferência, biblioteca, três auditórios e jardins.
Tal como soube reunir uma enorme fortuna ao longo da vida, Gulbenkian soube distribuí-la em testamento com generosidade. Na caridade, deixou verbas para especial protecção das comunidades arménias, que à altura não tinham asseguradas as necessidades básicas pelas organizações internacionais. Foi benfeitor do Patriarcado Arménio de Jerusalém. Como era devoto da Igreja Arménia, fez construir em Londres a "Igreja de São Sarkis", dedicado à memória dos seus pais e onde se encontram as suas cinzas. Em Abril de 1942, entrou em Portugal pela primeira vez, convidado pelo embaixador de Portugal em França. Inicialmente, Lisboa seria apenas uma escala numa viagem a Nova Iorque, mas o empresário adoeceu e acaba por  ficar mais tempo do que planeara, agradado com a paz que em Portugal se vivia durante o conflito que devastava o resto da Europa. Sentindo-se bem acolhido, estabeleceu residência permanente em Lisboa, no Hotel Aviz. Acabou por se instalar definitivamente até à sua morte em 1955.
O testamento, datado de 18 de Junho de 1953, criou a fundação com o seu nome que ficou herdeira do remanescente da sua fortuna, e que tem fins caritativos, artísticos, educativos e científicos, elegendo Portugal para a sua fixação - agradecendo, postumamente, o acolhimento que teve num momento crítico da história da Europa e sabendo o respeito que em Portugal haveria pelo escrupuloso cumprir da sua vontade.
PUBLICADO digitalblueradio às 15:31 | LINK DO POST
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Calouste Sarkis Gulbenkian nasceu em Üsküdar a 23 de Março de 1869 e morreu em Lisboa a 20 de Julho de 1955, engenheiro e empresário arménio naturalizado britânico (1902), activo no sector do petróleo e um dos pioneiros no desenvolvimento desse sector no Médio Oriente. Foi também um mecenas, tendo dado um grande contributo para o fomento da cultura em Portugal. A sua herança esteve na origem da constituição da "Fundação Calouste Gulbenkian"
Calouste nasceu numa família de abastados comerciantes arménios de Istambul. Estudou em Londres onde obteve o diploma de Engenharia (1887). Fez uma viagem à Transcaucásia em 1891, visitando os campos petrolíferos de Baku. Aos 22 anos de idade, publicou o livro "La Transcaucasie et la Péninsule d'Apchéron - Souvernirs de Voyage". Negociador hábil e esclarecido, perito financeiro de grande categoria, Gulbenkian negociou contratos de exploração petrolífera com os grandes financistas internacionais e as autoridades otomanas, fomentando a exploração racional e organizada desta fonte de energia emergente. A indústria internacional dos petróleos começava a tomar forma no fim do século XIX. Gulbenkian organizou o grupo Royal Dutch, serviu de ligação entre as indústrias americanas e russas e deu o primeiro impulso à indústria na região do Golfo Pérsico.

Durante a Primeira Guerra Mundial sugeriu em França a criação de um gabinete para controlo do petróleo, chefiado por Henri Bérenger. Em 1928, desempenhou papel fulcral nas negociações multipartidas entre grandes empresas internacionais para a divisão da então Turkish Petroleum Co., Ltd. (hoje a Iraq Petroleum Co., Ltd.) entre a Anglo-Persian Oil Co. (hoje a BP), a Royal Dutch Shell Group, a Companhia Francesa de Petróleos e a Near East Development Corp. (metade da Standard Oil e metade da Socony Mobil Oil). A cada uma coube 23,75% do capital e, a Calouste Gulbenkian, 5%. Este facto originou que Gulbenkian ficasse conhecido na indústria do petróleo como "o Senhor Cinco por Cento". A riqueza que acumulou permitiu-lhe satisfazer a paixão pelas obras de arte.
Calouste Gulbenkian foi um amante de arte e homem de raro e sensível gosto, além de reunir uma extraordinária colecção de arte, principalmente europeia e asiática, de mais de seis milhares de peças. Na arte europeia, reuniu obras que vão desde os mestres primitivos à pintura impressionista. Figuram na colecção obras de Carpaccio, Rubens, Van Dyck, Rembrandt, Gainsborough, Romney, Lawrence, Fragonard, Corot, Renoir, Boucher, Manet, Degas, Monet e muitos outros. Além da pintura, reuniu um importante espólio de escultura do antigo Egipto, cerâmicas orientais, manuscritos, encadernações e livros antigos, artigos de vidro da Síria, mobiliário francês, tapeçarias, têxteis, peças de joalharia de René Lalique, moedas gregas, medalhas italianas do Renascimento, etc.

Foi desejo de Gulbenkian que a colecção que reuniu ao longo da vida ficasse exposta num mesmo local. Assim é, em Lisboa, desde Junho de 1960. Em 1969 foi inaugurado o espaço onde se encontra o edifício-sede da Fundação Calouste Gulbenkian, que inclui o museu onde se encontra esta colecção permanente, além de um Centro de Arte Moderna, salas de conferência, biblioteca, três auditórios e jardins.
Tal como soube reunir uma enorme fortuna ao longo da vida, Gulbenkian soube distribuí-la em testamento com generosidade. Na caridade, deixou verbas para especial protecção das comunidades arménias, que à altura não tinham asseguradas as necessidades básicas pelas organizações internacionais. Foi benfeitor do Patriarcado Arménio de Jerusalém. Como era devoto da Igreja Arménia, fez construir em Londres a "Igreja de São Sarkis", dedicado à memória dos seus pais e onde se encontram as suas cinzas. Em Abril de 1942, entrou em Portugal pela primeira vez, convidado pelo embaixador de Portugal em França. Inicialmente, Lisboa seria apenas uma escala numa viagem a Nova Iorque, mas o empresário adoeceu e acaba por  ficar mais tempo do que planeara, agradado com a paz que em Portugal se vivia durante o conflito que devastava o resto da Europa. Sentindo-se bem acolhido, estabeleceu residência permanente em Lisboa, no Hotel Aviz. Acabou por se instalar definitivamente até à sua morte em 1955.
O testamento, datado de 18 de Junho de 1953, criou a fundação com o seu nome que ficou herdeira do remanescente da sua fortuna, e que tem fins caritativos, artísticos, educativos e científicos, elegendo Portugal para a sua fixação - agradecendo, postumamente, o acolhimento que teve num momento crítico da história da Europa e sabendo o respeito que em Portugal haveria pelo escrupuloso cumprir da sua vontade.
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Calouste Sarkis Gulbenkian nasceu em Üsküdar a 23 de Março de 1869 e morreu em Lisboa a 20 de Julho de 1955, engenheiro e empresário arménio naturalizado britânico (1902), activo no sector do petróleo e um dos pioneiros no desenvolvimento desse sector no Médio Oriente. Foi também um mecenas, tendo dado um grande contributo para o fomento da cultura em Portugal. A sua herança esteve na origem da constituição da "Fundação Calouste Gulbenkian"
Calouste nasceu numa família de abastados comerciantes arménios de Istambul. Estudou em Londres onde obteve o diploma de Engenharia (1887). Fez uma viagem à Transcaucásia em 1891, visitando os campos petrolíferos de Baku. Aos 22 anos de idade, publicou o livro "La Transcaucasie et la Péninsule d'Apchéron - Souvernirs de Voyage". Negociador hábil e esclarecido, perito financeiro de grande categoria, Gulbenkian negociou contratos de exploração petrolífera com os grandes financistas internacionais e as autoridades otomanas, fomentando a exploração racional e organizada desta fonte de energia emergente. A indústria internacional dos petróleos começava a tomar forma no fim do século XIX. Gulbenkian organizou o grupo Royal Dutch, serviu de ligação entre as indústrias americanas e russas e deu o primeiro impulso à indústria na região do Golfo Pérsico.

Durante a Primeira Guerra Mundial sugeriu em França a criação de um gabinete para controlo do petróleo, chefiado por Henri Bérenger. Em 1928, desempenhou papel fulcral nas negociações multipartidas entre grandes empresas internacionais para a divisão da então Turkish Petroleum Co., Ltd. (hoje a Iraq Petroleum Co., Ltd.) entre a Anglo-Persian Oil Co. (hoje a BP), a Royal Dutch Shell Group, a Companhia Francesa de Petróleos e a Near East Development Corp. (metade da Standard Oil e metade da Socony Mobil Oil). A cada uma coube 23,75% do capital e, a Calouste Gulbenkian, 5%. Este facto originou que Gulbenkian ficasse conhecido na indústria do petróleo como "o Senhor Cinco por Cento". A riqueza que acumulou permitiu-lhe satisfazer a paixão pelas obras de arte.
Calouste Gulbenkian foi um amante de arte e homem de raro e sensível gosto, além de reunir uma extraordinária colecção de arte, principalmente europeia e asiática, de mais de seis milhares de peças. Na arte europeia, reuniu obras que vão desde os mestres primitivos à pintura impressionista. Figuram na colecção obras de Carpaccio, Rubens, Van Dyck, Rembrandt, Gainsborough, Romney, Lawrence, Fragonard, Corot, Renoir, Boucher, Manet, Degas, Monet e muitos outros. Além da pintura, reuniu um importante espólio de escultura do antigo Egipto, cerâmicas orientais, manuscritos, encadernações e livros antigos, artigos de vidro da Síria, mobiliário francês, tapeçarias, têxteis, peças de joalharia de René Lalique, moedas gregas, medalhas italianas do Renascimento, etc.

Foi desejo de Gulbenkian que a colecção que reuniu ao longo da vida ficasse exposta num mesmo local. Assim é, em Lisboa, desde Junho de 1960. Em 1969 foi inaugurado o espaço onde se encontra o edifício-sede da Fundação Calouste Gulbenkian, que inclui o museu onde se encontra esta colecção permanente, além de um Centro de Arte Moderna, salas de conferência, biblioteca, três auditórios e jardins.
Tal como soube reunir uma enorme fortuna ao longo da vida, Gulbenkian soube distribuí-la em testamento com generosidade. Na caridade, deixou verbas para especial protecção das comunidades arménias, que à altura não tinham asseguradas as necessidades básicas pelas organizações internacionais. Foi benfeitor do Patriarcado Arménio de Jerusalém. Como era devoto da Igreja Arménia, fez construir em Londres a "Igreja de São Sarkis", dedicado à memória dos seus pais e onde se encontram as suas cinzas. Em Abril de 1942, entrou em Portugal pela primeira vez, convidado pelo embaixador de Portugal em França. Inicialmente, Lisboa seria apenas uma escala numa viagem a Nova Iorque, mas o empresário adoeceu e acaba por  ficar mais tempo do que planeara, agradado com a paz que em Portugal se vivia durante o conflito que devastava o resto da Europa. Sentindo-se bem acolhido, estabeleceu residência permanente em Lisboa, no Hotel Aviz. Acabou por se instalar definitivamente até à sua morte em 1955.
O testamento, datado de 18 de Junho de 1953, criou a fundação com o seu nome que ficou herdeira do remanescente da sua fortuna, e que tem fins caritativos, artísticos, educativos e científicos, elegendo Portugal para a sua fixação - agradecendo, postumamente, o acolhimento que teve num momento crítico da história da Europa e sabendo o respeito que em Portugal haveria pelo escrupuloso cumprir da sua vontade.
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A palavra fado vem do latim fatum, ou seja, "destino".

O fado mais antigo é o fado do marinheiro, e é este fado que se torna o modelo de todos os outros géneros de fado que mais tarde surgiram como o fado corrido e o fado da cotovia. E com o fado surgiram os fadistas. É no silêncio da noite, com o mistério que a envolve, que se deve ouvir, com uma "alma que sabe escutar", esta canção, que nos fala de sentimentos profundos da alma portuguesa. É este o fado que faz chorar as guitarras…
O fadista canta o sofrimento, a saudade de tempos passados, a saudade de um amor perdido, a tragédia, a desgraça, a sina e o destino, a dor, amor e ciúme, a noite, as sombras, os amores, a cidade, as misérias da vida, critica a sociedade…
Nas tascas e nas vielas, nos bairros e tabernas, o fado canta e chora. A primeira cantadeira de fado de que se tem conhecimento foi Maria Severa Onofriana. Cigana e prostituta, cantava e tocava guitarra nas ruas da Mouraria, especialmente na Rua do Capelão. Era amante do Conde de Vimioso e o romance entre ambos é tema de vários fados.
No início do século XX nasce Ercília Costa, uma fadista quase esquecida pelas vicissitudes do tempo, e que foi a primeira fadista com projecção internacional e a primeira a galgar as  fronteiras de Portugal.
Os temas mais cantados no fado são a saudade, a nostalgia, o ciúme, as pequenas histórias do quotidiano dos bairros típicos, as lides de touros, o fado trágico, de ciúme e paixão resolvidos de forma violenta, com sangue e arrependimento. Letras que falem de problemas sociais.
No fado "clássico" ou "castiço",  destacamos alguns fadistas: Carlos Ramos, Alfredo Marceneiro, Maria Amélia Proença, Berta Cardoso, Maria Teresa de Noronha, Hermínia Silva, Fernando Farinha, Fernando Maurício, Lucília do Carmo, Manuel de Almeida, entre outros. No fado mais recente, Amália Rodrigues, foi a rainha, a diva. Foi ela quem popularizou fados com letras de grandes poetas, como Luís de Camões, José Régio, Pedro Homem de Mello, Alexandre O’Neill, David Mourão-Ferreira, José Carlos Ary dos Santos e outros, no que foi seguida por outros fadistas como João Ferreira-Rosa, Teresa Tarouca, Carlos do Carmo, Beatriz da Conceição, Maria da Fé, Mísia, João Braga. 
 Os poetas e compositores também deram muito ao fado, desde Camões a Fernando Pessoa, Miguel Torga, Manuel Alegre, e os  grandes compositores: com Amália é justo destacar Alain Oulman (um papel determinante na modernização do suporte musical do fado), mas também Frederico de Freitas, Frederico Valério, José Fontes Rocha, Alberto Janes, Carlos Gonçalves.
O fado é a nossa canção nacional e não dispensa a sonoridade da guitarra portuguesa, de que houve e ainda há excelentes executantes, como Armandinho, José Nunes, Jaime Santos, Raul Nery, José Fontes Rocha, Carlos Gonçalves, Pedro Caldeira Cabral, José Luís Nobre Costa, Ricardo Parreira, Paulo Parreira ou Ricardo Rocha. Também a viola é indispensável na música fadista e há nomes incontornáveis, como Alfredo Mendes, Martinho d'Assunção, Júlio Gomes, José Inácio, Francisco Perez Andión, o Paquito, Jaime Santos Jr., Carlos Manuel Proença. Obrigatório é mencionar um virtuoso da guitarra clássica que se especializou em viola de Fado, Artur Caldeira, e o expoente máximo da "escola antiga", o viola-baixo de Fado, Joel Pina, o "Professor". 

Actualmente, muitos jovens – Cuca Roseta, Raquel Tavares, Helder Moutinho, Maria Ana Bobone, Mariza, Yolanda Soares, Joana Amendoeira, Mafalda Arnauth, Miguel Capucho, Ana Sofia Varela, Marco Oliveira, Katia Guerreiro, Luísa Rocha, Camané, Aldina Duarte, Gonçalo Salgueiro, Diamantina, Ricardo Ribeiro, Cristina Branco – juntaram o seu nome aos dos consagrados ainda vivos e que dão um novo fôlego ao fado.
O fado canta a tristeza com sentimento de mágoas passadas e presentes. Mas também pode contar uma história divertida com ironia ou proporcionar um despique entre dois cantadores, muitas vezes improvisando os versos – então, é a desgarrada.Injusto seria não falar aqui também do fado de Coimbra com uma sonoridade diferente e que se destaca.
 No que respeita à guitarra, Carlos Paredes levou  a versatilidade da guitarra portuguesa a todo o mundo.
O Fado, a guitarra, os fadistas, a alma portuguesa.

Existem várias  categorizações para o fado: Fado Bailado, Fado-canção, Castiço, Corrido, Fado Menor, Mouraria, Fado Vadio, Marialva, e muitos outros. Fado é fado. Pena é que tão esquecido p´lo povo português, hoje em dia é muito dificil um fadista sobreviver somente do fado, e raro é encontrarmos salas repletas de gente para ouvir cantar o fado,....pena é,.....


 Viva o Fado, os Fadistas, a Alma Portuguesa.

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A palavra fado vem do latim fatum, ou seja, "destino".

O fado mais antigo é o fado do marinheiro, e é este fado que se torna o modelo de todos os outros géneros de fado que mais tarde surgiram como o fado corrido e o fado da cotovia. E com o fado surgiram os fadistas. É no silêncio da noite, com o mistério que a envolve, que se deve ouvir, com uma "alma que sabe escutar", esta canção, que nos fala de sentimentos profundos da alma portuguesa. É este o fado que faz chorar as guitarras…
O fadista canta o sofrimento, a saudade de tempos passados, a saudade de um amor perdido, a tragédia, a desgraça, a sina e o destino, a dor, amor e ciúme, a noite, as sombras, os amores, a cidade, as misérias da vida, critica a sociedade…
Nas tascas e nas vielas, nos bairros e tabernas, o fado canta e chora. A primeira cantadeira de fado de que se tem conhecimento foi Maria Severa Onofriana. Cigana e prostituta, cantava e tocava guitarra nas ruas da Mouraria, especialmente na Rua do Capelão. Era amante do Conde de Vimioso e o romance entre ambos é tema de vários fados.
No início do século XX nasce Ercília Costa, uma fadista quase esquecida pelas vicissitudes do tempo, e que foi a primeira fadista com projecção internacional e a primeira a galgar as  fronteiras de Portugal.
Os temas mais cantados no fado são a saudade, a nostalgia, o ciúme, as pequenas histórias do quotidiano dos bairros típicos, as lides de touros, o fado trágico, de ciúme e paixão resolvidos de forma violenta, com sangue e arrependimento. Letras que falem de problemas sociais.
No fado "clássico" ou "castiço",  destacamos alguns fadistas: Carlos Ramos, Alfredo Marceneiro, Maria Amélia Proença, Berta Cardoso, Maria Teresa de Noronha, Hermínia Silva, Fernando Farinha, Fernando Maurício, Lucília do Carmo, Manuel de Almeida, entre outros. No fado mais recente, Amália Rodrigues, foi a rainha, a diva. Foi ela quem popularizou fados com letras de grandes poetas, como Luís de Camões, José Régio, Pedro Homem de Mello, Alexandre O’Neill, David Mourão-Ferreira, José Carlos Ary dos Santos e outros, no que foi seguida por outros fadistas como João Ferreira-Rosa, Teresa Tarouca, Carlos do Carmo, Beatriz da Conceição, Maria da Fé, Mísia, João Braga. 
 Os poetas e compositores também deram muito ao fado, desde Camões a Fernando Pessoa, Miguel Torga, Manuel Alegre, e os  grandes compositores: com Amália é justo destacar Alain Oulman (um papel determinante na modernização do suporte musical do fado), mas também Frederico de Freitas, Frederico Valério, José Fontes Rocha, Alberto Janes, Carlos Gonçalves.
O fado é a nossa canção nacional e não dispensa a sonoridade da guitarra portuguesa, de que houve e ainda há excelentes executantes, como Armandinho, José Nunes, Jaime Santos, Raul Nery, José Fontes Rocha, Carlos Gonçalves, Pedro Caldeira Cabral, José Luís Nobre Costa, Ricardo Parreira, Paulo Parreira ou Ricardo Rocha. Também a viola é indispensável na música fadista e há nomes incontornáveis, como Alfredo Mendes, Martinho d'Assunção, Júlio Gomes, José Inácio, Francisco Perez Andión, o Paquito, Jaime Santos Jr., Carlos Manuel Proença. Obrigatório é mencionar um virtuoso da guitarra clássica que se especializou em viola de Fado, Artur Caldeira, e o expoente máximo da "escola antiga", o viola-baixo de Fado, Joel Pina, o "Professor". 

Actualmente, muitos jovens – Cuca Roseta, Raquel Tavares, Helder Moutinho, Maria Ana Bobone, Mariza, Yolanda Soares, Joana Amendoeira, Mafalda Arnauth, Miguel Capucho, Ana Sofia Varela, Marco Oliveira, Katia Guerreiro, Luísa Rocha, Camané, Aldina Duarte, Gonçalo Salgueiro, Diamantina, Ricardo Ribeiro, Cristina Branco – juntaram o seu nome aos dos consagrados ainda vivos e que dão um novo fôlego ao fado.
O fado canta a tristeza com sentimento de mágoas passadas e presentes. Mas também pode contar uma história divertida com ironia ou proporcionar um despique entre dois cantadores, muitas vezes improvisando os versos – então, é a desgarrada.Injusto seria não falar aqui também do fado de Coimbra com uma sonoridade diferente e que se destaca.
 No que respeita à guitarra, Carlos Paredes levou  a versatilidade da guitarra portuguesa a todo o mundo.
O Fado, a guitarra, os fadistas, a alma portuguesa.

Existem várias  categorizações para o fado: Fado Bailado, Fado-canção, Castiço, Corrido, Fado Menor, Mouraria, Fado Vadio, Marialva, e muitos outros. Fado é fado. Pena é que tão esquecido p´lo povo português, hoje em dia é muito dificil um fadista sobreviver somente do fado, e raro é encontrarmos salas repletas de gente para ouvir cantar o fado,....pena é,.....


 Viva o Fado, os Fadistas, a Alma Portuguesa.

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A palavra fado vem do latim fatum, ou seja, "destino".

O fado mais antigo é o fado do marinheiro, e é este fado que se torna o modelo de todos os outros géneros de fado que mais tarde surgiram como o fado corrido e o fado da cotovia. E com o fado surgiram os fadistas. É no silêncio da noite, com o mistério que a envolve, que se deve ouvir, com uma "alma que sabe escutar", esta canção, que nos fala de sentimentos profundos da alma portuguesa. É este o fado que faz chorar as guitarras…
O fadista canta o sofrimento, a saudade de tempos passados, a saudade de um amor perdido, a tragédia, a desgraça, a sina e o destino, a dor, amor e ciúme, a noite, as sombras, os amores, a cidade, as misérias da vida, critica a sociedade…
Nas tascas e nas vielas, nos bairros e tabernas, o fado canta e chora. A primeira cantadeira de fado de que se tem conhecimento foi Maria Severa Onofriana. Cigana e prostituta, cantava e tocava guitarra nas ruas da Mouraria, especialmente na Rua do Capelão. Era amante do Conde de Vimioso e o romance entre ambos é tema de vários fados.
No início do século XX nasce Ercília Costa, uma fadista quase esquecida pelas vicissitudes do tempo, e que foi a primeira fadista com projecção internacional e a primeira a galgar as  fronteiras de Portugal.
Os temas mais cantados no fado são a saudade, a nostalgia, o ciúme, as pequenas histórias do quotidiano dos bairros típicos, as lides de touros, o fado trágico, de ciúme e paixão resolvidos de forma violenta, com sangue e arrependimento. Letras que falem de problemas sociais.
No fado "clássico" ou "castiço",  destacamos alguns fadistas: Carlos Ramos, Alfredo Marceneiro, Maria Amélia Proença, Berta Cardoso, Maria Teresa de Noronha, Hermínia Silva, Fernando Farinha, Fernando Maurício, Lucília do Carmo, Manuel de Almeida, entre outros. No fado mais recente, Amália Rodrigues, foi a rainha, a diva. Foi ela quem popularizou fados com letras de grandes poetas, como Luís de Camões, José Régio, Pedro Homem de Mello, Alexandre O’Neill, David Mourão-Ferreira, José Carlos Ary dos Santos e outros, no que foi seguida por outros fadistas como João Ferreira-Rosa, Teresa Tarouca, Carlos do Carmo, Beatriz da Conceição, Maria da Fé, Mísia, João Braga. 
 Os poetas e compositores também deram muito ao fado, desde Camões a Fernando Pessoa, Miguel Torga, Manuel Alegre, e os  grandes compositores: com Amália é justo destacar Alain Oulman (um papel determinante na modernização do suporte musical do fado), mas também Frederico de Freitas, Frederico Valério, José Fontes Rocha, Alberto Janes, Carlos Gonçalves.
O fado é a nossa canção nacional e não dispensa a sonoridade da guitarra portuguesa, de que houve e ainda há excelentes executantes, como Armandinho, José Nunes, Jaime Santos, Raul Nery, José Fontes Rocha, Carlos Gonçalves, Pedro Caldeira Cabral, José Luís Nobre Costa, Ricardo Parreira, Paulo Parreira ou Ricardo Rocha. Também a viola é indispensável na música fadista e há nomes incontornáveis, como Alfredo Mendes, Martinho d'Assunção, Júlio Gomes, José Inácio, Francisco Perez Andión, o Paquito, Jaime Santos Jr., Carlos Manuel Proença. Obrigatório é mencionar um virtuoso da guitarra clássica que se especializou em viola de Fado, Artur Caldeira, e o expoente máximo da "escola antiga", o viola-baixo de Fado, Joel Pina, o "Professor". 

Actualmente, muitos jovens – Cuca Roseta, Raquel Tavares, Helder Moutinho, Maria Ana Bobone, Mariza, Yolanda Soares, Joana Amendoeira, Mafalda Arnauth, Miguel Capucho, Ana Sofia Varela, Marco Oliveira, Katia Guerreiro, Luísa Rocha, Camané, Aldina Duarte, Gonçalo Salgueiro, Diamantina, Ricardo Ribeiro, Cristina Branco – juntaram o seu nome aos dos consagrados ainda vivos e que dão um novo fôlego ao fado.
O fado canta a tristeza com sentimento de mágoas passadas e presentes. Mas também pode contar uma história divertida com ironia ou proporcionar um despique entre dois cantadores, muitas vezes improvisando os versos – então, é a desgarrada.Injusto seria não falar aqui também do fado de Coimbra com uma sonoridade diferente e que se destaca.
 No que respeita à guitarra, Carlos Paredes levou  a versatilidade da guitarra portuguesa a todo o mundo.
O Fado, a guitarra, os fadistas, a alma portuguesa.

Existem várias  categorizações para o fado: Fado Bailado, Fado-canção, Castiço, Corrido, Fado Menor, Mouraria, Fado Vadio, Marialva, e muitos outros. Fado é fado. Pena é que tão esquecido p´lo povo português, hoje em dia é muito dificil um fadista sobreviver somente do fado, e raro é encontrarmos salas repletas de gente para ouvir cantar o fado,....pena é,.....


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Um Homem liga para casa, para saber o que a esposa ia fazer para o jantar.

- Estou? Responde uma voz de criança.

- Olá, querida, é o Papá. A Mamã está perto do telefone?

- Não, Papá. A mamã está lá em cima no quarto com o tio João.

Após alguns segundos, o homem diz.

- Mas querida, tu não tens nenhum tio chamado João!!

- Tenho sim, e ele está lá em cima no quarto com a mamã.

- Ok, então, quero que faças o seguinte:

- Sobes as escadas a correr, bates á porta do quarto e gritas que o carro do Papá acabou de parar em frente da casa.....

- Está bem Papá, eu volto já. Alguns minutos depois, a criança volta.
 - Estou, Papá, já gritei à porta do quarto da mamã.

- E o que é que aconteceu?


- Bem, a mamã saltou da cama nua, começou a correr, a gritar pelo quarto, tropeçou no tapete e caiu pelas escadas e agora ela está morta...

- Oh, meu Deus e o Tio João ?

- Ele também saltou da cama todo nu, assustado, saltou pela janela e caiu dentro da piscina, mas esqueceu-se que tu tinhas esvaziado a piscina na semana passada para a limpar, bateu com a cabeça no fundo da piscina, e agora também está morto....

Após alguns segundos de pausa o homem diz:

- Piscina ? ? ?

- Por acaso o Nº. para onde estou a ligar é o 082 70 00 24?

- Não.

- Então não é a Joana que está a falar ?

- Não.

-Peço imensa desculpa, mas foi engano...
PUBLICADO digitalblueradio às 13:57 | LINK DO POST
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Um Homem liga para casa, para saber o que a esposa ia fazer para o jantar.

- Estou? Responde uma voz de criança.

- Olá, querida, é o Papá. A Mamã está perto do telefone?

- Não, Papá. A mamã está lá em cima no quarto com o tio João.

Após alguns segundos, o homem diz.

- Mas querida, tu não tens nenhum tio chamado João!!

- Tenho sim, e ele está lá em cima no quarto com a mamã.

- Ok, então, quero que faças o seguinte:

- Sobes as escadas a correr, bates á porta do quarto e gritas que o carro do Papá acabou de parar em frente da casa.....

- Está bem Papá, eu volto já. Alguns minutos depois, a criança volta.
 - Estou, Papá, já gritei à porta do quarto da mamã.

- E o que é que aconteceu?


- Bem, a mamã saltou da cama nua, começou a correr, a gritar pelo quarto, tropeçou no tapete e caiu pelas escadas e agora ela está morta...

- Oh, meu Deus e o Tio João ?

- Ele também saltou da cama todo nu, assustado, saltou pela janela e caiu dentro da piscina, mas esqueceu-se que tu tinhas esvaziado a piscina na semana passada para a limpar, bateu com a cabeça no fundo da piscina, e agora também está morto....

Após alguns segundos de pausa o homem diz:

- Piscina ? ? ?

- Por acaso o Nº. para onde estou a ligar é o 082 70 00 24?

- Não.

- Então não é a Joana que está a falar ?

- Não.

-Peço imensa desculpa, mas foi engano...
PUBLICADO digitalblueradio às 13:57 | LINK DO POST
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Um Homem liga para casa, para saber o que a esposa ia fazer para o jantar.

- Estou? Responde uma voz de criança.

- Olá, querida, é o Papá. A Mamã está perto do telefone?

- Não, Papá. A mamã está lá em cima no quarto com o tio João.

Após alguns segundos, o homem diz.

- Mas querida, tu não tens nenhum tio chamado João!!

- Tenho sim, e ele está lá em cima no quarto com a mamã.

- Ok, então, quero que faças o seguinte:

- Sobes as escadas a correr, bates á porta do quarto e gritas que o carro do Papá acabou de parar em frente da casa.....

- Está bem Papá, eu volto já. Alguns minutos depois, a criança volta.
 - Estou, Papá, já gritei à porta do quarto da mamã.

- E o que é que aconteceu?


- Bem, a mamã saltou da cama nua, começou a correr, a gritar pelo quarto, tropeçou no tapete e caiu pelas escadas e agora ela está morta...

- Oh, meu Deus e o Tio João ?

- Ele também saltou da cama todo nu, assustado, saltou pela janela e caiu dentro da piscina, mas esqueceu-se que tu tinhas esvaziado a piscina na semana passada para a limpar, bateu com a cabeça no fundo da piscina, e agora também está morto....

Após alguns segundos de pausa o homem diz:

- Piscina ? ? ?

- Por acaso o Nº. para onde estou a ligar é o 082 70 00 24?

- Não.

- Então não é a Joana que está a falar ?

- Não.

-Peço imensa desculpa, mas foi engano...
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