O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
Sérgio Godinho nasceu no Porto a 31 de Agosto de 1945 é um poeta, compositor e intérprete, podemos chamar-lhe " o escritor de canções". Multifacetado, representou já em filmes, séries televisivas e peças teatrais. A Dramaturgia surge com a assinatura de algumas peças de teatro assumindo-se também como realizador.
Sérgio Godinho nasceu no Porto, com apenas 18 anos parte para o estrangeiro. Primeiro destino: Suíça, onde estuda psicologia durante dois anos, mais tarde muda-se para França onde vive o Maio de 68 na capital francesa. No ano seguinte integra a produção francesa do musical "Hair", onde se mantém por dois anos. Em Paris priva com outros músicos portugueses, como Luís Cília e José Mário Branco. Em 1971 participa no álbum de estreia a solo de José Mário Branco, "Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades", como músico e como autor de quatro letras. É ainda neste ano que Sérgio faz a sua estreia discográfica, com o seu primeiro longa-duração, "Os Sobreviventes", e com a edição do EP "Romance de Um Dia na Estrada". Em 1972, Sérgio apresenta o álbum, "Pré-Histórias", que inclui um dos temas mais emblemáticos da sua carreira: "A Noite Passada". 
Em 1973 muda-se para o Canadá, onde casa com a sua primeira mulher, Shila, colega na companhia de teatro The Living Theatre e integra a companhia de teatro Genesis. Estabelece-se numa comunidade hippie em Vancouver, e é aqui que recebe a notícia da revolução do 25 de Abril, que o leva a regressar a Portugal. Já em terras lusitanas, edita o álbum À queima-roupa (1974) um sucesso que o faz correr o país, actuando em manifestações populares, frequentes no pós 25 de Abril.
Tendo regressado a Portugal após a revolução democrática do 25 de Abril de 1974, Sérgio Godinho tornou-se autor de algumas das canções mais aclamadas da música portuguesa - "Com Um Brilhozinho Nos Olhos", "O Primeiro Dia", "É Terça-Feira", apenas para citar três.


Em 1976 nasce o álbum "De Pequenino se Torce o Destino", já em 77 volta a colaborar num filme. Desta vez, com dois temas na banda sonora de "Nós Por Cá Todos Bem", realizado por Fernando Lopes. O seu quinto álbum de originais, "Pano-Crú", é editado no ano seguinte. 1979 "Campolide", e em 1980 Sérgio volta a colaborar com o realizador José Fonseca e Costa, desta vez no clássico do cinema português, "Kilas, o Mau da Fita". O álbum com a banda sonora do filme é editado nesse mesmo ano.
"Canto da Boca" é também editado em 80, em 1983, no seu álbum "Coincidências", incluiu temas compostos em parceria com alguns dos mais reputados músicos brasileiros - nomes como Chico Buarque, Ivan Lins ou Milton Nascimento, nos seis anos que se seguiram, Sérgio Godinho gravou mais três álbuns de originais - "Salão de Festas", "Na Vida Real" e "Aos Amores".
Em 1990 voltou à música com o espectáculo "Sérgio Godinho, Escritor de Canções", e lança o álbum ao vivo "Escritor de Canções". Realizou filmes e escreveu ainda "O Pequeno Livro dos Medos", obra infanto-juvenil, que também ilustrou. Voltou à música em 1993 com o disco "Tinta Permanente". Em 1995 é editado o disco "Noites Passadas" que foi gravado ao vivo no Teatro S. Luiz e Coliseu de Lisboa.
Em 1997 é editado o disco "Domingo no Mundo", em 1998 "Rivolitz", gravado ao vivo e em 2000 Sérgio Godinho volta com “Lupa”, 2001 é o ano dos 30 anos de carreira, o aniversário é marcado pela edição três CDs. Dois dos discos são lançados em 2001 (“Biografias do Amor”, uma colectânea de canções de amor e “Afinidades”, uma gravação do espectáculo em conjunto com os Clã) e o terceiro, lançado em 2003, onde Sérgio Godinho junta alguns amigos com quem partilha 15 canções. Entre muitos outros artistas participam neste disco Camané, Da Weasel, Jorge Palma, Teresa Salgueiro, Xutos e Pontapés e alguns grandes nomes da música popular brasileira.
Tem ainda editados a banda sonora do filme "Kilas, O Mau da Fita" (1980), e várias colectâneas das quais se destaca "Era Uma Vez Um Rapaz" (1985) e o álbum para crianças "Sérgio Godinho Canta com os Amigos do Gaspar" (1988).  Sérgio godinho " o escritor de canções"
Um dos grandes da musica portuguesa.
Sérgio Godinho, uma vida, uma carreira, uma obra.
Vale a pena conhecer a sua musica
PUBLICADO digitalblueradio às 13:28 | LINK DO POST
Sérgio Godinho nasceu no Porto a 31 de Agosto de 1945 é um poeta, compositor e intérprete, podemos chamar-lhe " o escritor de canções". Multifacetado, representou já em filmes, séries televisivas e peças teatrais. A Dramaturgia surge com a assinatura de algumas peças de teatro assumindo-se também como realizador.
Sérgio Godinho nasceu no Porto, com apenas 18 anos parte para o estrangeiro. Primeiro destino: Suíça, onde estuda psicologia durante dois anos, mais tarde muda-se para França onde vive o Maio de 68 na capital francesa. No ano seguinte integra a produção francesa do musical "Hair", onde se mantém por dois anos. Em Paris priva com outros músicos portugueses, como Luís Cília e José Mário Branco. Em 1971 participa no álbum de estreia a solo de José Mário Branco, "Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades", como músico e como autor de quatro letras. É ainda neste ano que Sérgio faz a sua estreia discográfica, com o seu primeiro longa-duração, "Os Sobreviventes", e com a edição do EP "Romance de Um Dia na Estrada". Em 1972, Sérgio apresenta o álbum, "Pré-Histórias", que inclui um dos temas mais emblemáticos da sua carreira: "A Noite Passada". 
Em 1973 muda-se para o Canadá, onde casa com a sua primeira mulher, Shila, colega na companhia de teatro The Living Theatre e integra a companhia de teatro Genesis. Estabelece-se numa comunidade hippie em Vancouver, e é aqui que recebe a notícia da revolução do 25 de Abril, que o leva a regressar a Portugal. Já em terras lusitanas, edita o álbum À queima-roupa (1974) um sucesso que o faz correr o país, actuando em manifestações populares, frequentes no pós 25 de Abril.
Tendo regressado a Portugal após a revolução democrática do 25 de Abril de 1974, Sérgio Godinho tornou-se autor de algumas das canções mais aclamadas da música portuguesa - "Com Um Brilhozinho Nos Olhos", "O Primeiro Dia", "É Terça-Feira", apenas para citar três.


Em 1976 nasce o álbum "De Pequenino se Torce o Destino", já em 77 volta a colaborar num filme. Desta vez, com dois temas na banda sonora de "Nós Por Cá Todos Bem", realizado por Fernando Lopes. O seu quinto álbum de originais, "Pano-Crú", é editado no ano seguinte. 1979 "Campolide", e em 1980 Sérgio volta a colaborar com o realizador José Fonseca e Costa, desta vez no clássico do cinema português, "Kilas, o Mau da Fita". O álbum com a banda sonora do filme é editado nesse mesmo ano.
"Canto da Boca" é também editado em 80, em 1983, no seu álbum "Coincidências", incluiu temas compostos em parceria com alguns dos mais reputados músicos brasileiros - nomes como Chico Buarque, Ivan Lins ou Milton Nascimento, nos seis anos que se seguiram, Sérgio Godinho gravou mais três álbuns de originais - "Salão de Festas", "Na Vida Real" e "Aos Amores".
Em 1990 voltou à música com o espectáculo "Sérgio Godinho, Escritor de Canções", e lança o álbum ao vivo "Escritor de Canções". Realizou filmes e escreveu ainda "O Pequeno Livro dos Medos", obra infanto-juvenil, que também ilustrou. Voltou à música em 1993 com o disco "Tinta Permanente". Em 1995 é editado o disco "Noites Passadas" que foi gravado ao vivo no Teatro S. Luiz e Coliseu de Lisboa.
Em 1997 é editado o disco "Domingo no Mundo", em 1998 "Rivolitz", gravado ao vivo e em 2000 Sérgio Godinho volta com “Lupa”, 2001 é o ano dos 30 anos de carreira, o aniversário é marcado pela edição três CDs. Dois dos discos são lançados em 2001 (“Biografias do Amor”, uma colectânea de canções de amor e “Afinidades”, uma gravação do espectáculo em conjunto com os Clã) e o terceiro, lançado em 2003, onde Sérgio Godinho junta alguns amigos com quem partilha 15 canções. Entre muitos outros artistas participam neste disco Camané, Da Weasel, Jorge Palma, Teresa Salgueiro, Xutos e Pontapés e alguns grandes nomes da música popular brasileira.
Tem ainda editados a banda sonora do filme "Kilas, O Mau da Fita" (1980), e várias colectâneas das quais se destaca "Era Uma Vez Um Rapaz" (1985) e o álbum para crianças "Sérgio Godinho Canta com os Amigos do Gaspar" (1988).  Sérgio godinho " o escritor de canções"
Um dos grandes da musica portuguesa.
Sérgio Godinho, uma vida, uma carreira, uma obra.
Vale a pena conhecer a sua musica
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Sérgio Godinho nasceu no Porto a 31 de Agosto de 1945 é um poeta, compositor e intérprete, podemos chamar-lhe " o escritor de canções". Multifacetado, representou já em filmes, séries televisivas e peças teatrais. A Dramaturgia surge com a assinatura de algumas peças de teatro assumindo-se também como realizador.
Sérgio Godinho nasceu no Porto, com apenas 18 anos parte para o estrangeiro. Primeiro destino: Suíça, onde estuda psicologia durante dois anos, mais tarde muda-se para França onde vive o Maio de 68 na capital francesa. No ano seguinte integra a produção francesa do musical "Hair", onde se mantém por dois anos. Em Paris priva com outros músicos portugueses, como Luís Cília e José Mário Branco. Em 1971 participa no álbum de estreia a solo de José Mário Branco, "Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades", como músico e como autor de quatro letras. É ainda neste ano que Sérgio faz a sua estreia discográfica, com o seu primeiro longa-duração, "Os Sobreviventes", e com a edição do EP "Romance de Um Dia na Estrada". Em 1972, Sérgio apresenta o álbum, "Pré-Histórias", que inclui um dos temas mais emblemáticos da sua carreira: "A Noite Passada". 
Em 1973 muda-se para o Canadá, onde casa com a sua primeira mulher, Shila, colega na companhia de teatro The Living Theatre e integra a companhia de teatro Genesis. Estabelece-se numa comunidade hippie em Vancouver, e é aqui que recebe a notícia da revolução do 25 de Abril, que o leva a regressar a Portugal. Já em terras lusitanas, edita o álbum À queima-roupa (1974) um sucesso que o faz correr o país, actuando em manifestações populares, frequentes no pós 25 de Abril.
Tendo regressado a Portugal após a revolução democrática do 25 de Abril de 1974, Sérgio Godinho tornou-se autor de algumas das canções mais aclamadas da música portuguesa - "Com Um Brilhozinho Nos Olhos", "O Primeiro Dia", "É Terça-Feira", apenas para citar três.


Em 1976 nasce o álbum "De Pequenino se Torce o Destino", já em 77 volta a colaborar num filme. Desta vez, com dois temas na banda sonora de "Nós Por Cá Todos Bem", realizado por Fernando Lopes. O seu quinto álbum de originais, "Pano-Crú", é editado no ano seguinte. 1979 "Campolide", e em 1980 Sérgio volta a colaborar com o realizador José Fonseca e Costa, desta vez no clássico do cinema português, "Kilas, o Mau da Fita". O álbum com a banda sonora do filme é editado nesse mesmo ano.
"Canto da Boca" é também editado em 80, em 1983, no seu álbum "Coincidências", incluiu temas compostos em parceria com alguns dos mais reputados músicos brasileiros - nomes como Chico Buarque, Ivan Lins ou Milton Nascimento, nos seis anos que se seguiram, Sérgio Godinho gravou mais três álbuns de originais - "Salão de Festas", "Na Vida Real" e "Aos Amores".
Em 1990 voltou à música com o espectáculo "Sérgio Godinho, Escritor de Canções", e lança o álbum ao vivo "Escritor de Canções". Realizou filmes e escreveu ainda "O Pequeno Livro dos Medos", obra infanto-juvenil, que também ilustrou. Voltou à música em 1993 com o disco "Tinta Permanente". Em 1995 é editado o disco "Noites Passadas" que foi gravado ao vivo no Teatro S. Luiz e Coliseu de Lisboa.
Em 1997 é editado o disco "Domingo no Mundo", em 1998 "Rivolitz", gravado ao vivo e em 2000 Sérgio Godinho volta com “Lupa”, 2001 é o ano dos 30 anos de carreira, o aniversário é marcado pela edição três CDs. Dois dos discos são lançados em 2001 (“Biografias do Amor”, uma colectânea de canções de amor e “Afinidades”, uma gravação do espectáculo em conjunto com os Clã) e o terceiro, lançado em 2003, onde Sérgio Godinho junta alguns amigos com quem partilha 15 canções. Entre muitos outros artistas participam neste disco Camané, Da Weasel, Jorge Palma, Teresa Salgueiro, Xutos e Pontapés e alguns grandes nomes da música popular brasileira.
Tem ainda editados a banda sonora do filme "Kilas, O Mau da Fita" (1980), e várias colectâneas das quais se destaca "Era Uma Vez Um Rapaz" (1985) e o álbum para crianças "Sérgio Godinho Canta com os Amigos do Gaspar" (1988).  Sérgio godinho " o escritor de canções"
Um dos grandes da musica portuguesa.
Sérgio Godinho, uma vida, uma carreira, uma obra.
Vale a pena conhecer a sua musica
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Francisco José Galopim de Carvalho nasceu em Évora a 16 de Agosto de 1924 e morreu em Lisboa no dia 31 de Julho de 1988, é mais conhecido como Francisco José.

Foi na festa de finalistas do liceu que frequentou, que se deu a sua estreia quando se apresentou no Teatro Garcia de Resende, com a interpretação do tema "Trovador". Passou de amador a profissional aos 24 anos, vendo-se obrigado a interromper o 3º ano do curso de Engenharia que frequentava na altura, acabando por não o terminar. Em 1948, compareceu no Centro de Preparação de Artistas da Rádio, tendo cantado as canções "Marco do Correio" e "Marina Morena"
A partida para a internacionalização aconteceu em 1951, ano em que se deslocou a Madrid para gravar "Olhos Castanhos", e mais tarde "Sou Doido Por Ti", "Deixa Falar O Mundo" e "Ana Paula". Os seus maiores sucessos foram as baladas românticas "Olhos Castanhos", lançada em 1951, e "Guitarra Toca Baixinho", em 1973.

Com uma carreira maioritariamente construída no Brasil, o cantor Francisco José deparou-se com alguns contratempos quando, em 1964, se deslocou a território português e, num programa gravado em directo, acusou a RTP de pagar miseravelmente aos artistas nacionais, no fim da sua actuação na RTP revelou o escândalo em directo, e a transmissão foi imediatamente cortada. Levado para a sede da PIDE, o cantor foi interrogado, e obrigado a responder em tribunal por "injúria e difamação", depois de lhe ter sido movido um processo. Depois mais tarde volta a ter problemas, de passagem por Portugal, a sua relação conflituosa com a PIDE terminou com uma interdição para sair do país, pelo que esteve dezasseis anos sem cantar na televisão portuguesa.
No entanto, os discos continuaram a chegar ao mercado na década de 70, e a ser recebidos pelo público com grande satisfação. Depois de gravado o último single, "As Crianças Não Querem A Guerra", o cantor envolveu-se na política activa mas, em meados de 80, regressou à música.
Quando começou a cantar, ja finalista do curso, foi inscrito num programa da radio que existia na altura, de Igrejas Caeiro, por colegas de curso, foi também paralelamente á sua carreira de cantor, professor Universitário, cargo que tinha na altura da sua morte. Francisco José faleceu a 31 de Julho de 1988, vítima de um acidente vascular cerebral.  
Francisco José e as canções que ninguém esquece.
"Recordações de Uma Vida" 
PUBLICADO digitalblueradio às 13:08 | LINK DO POST
Francisco José Galopim de Carvalho nasceu em Évora a 16 de Agosto de 1924 e morreu em Lisboa no dia 31 de Julho de 1988, é mais conhecido como Francisco José.

Foi na festa de finalistas do liceu que frequentou, que se deu a sua estreia quando se apresentou no Teatro Garcia de Resende, com a interpretação do tema "Trovador". Passou de amador a profissional aos 24 anos, vendo-se obrigado a interromper o 3º ano do curso de Engenharia que frequentava na altura, acabando por não o terminar. Em 1948, compareceu no Centro de Preparação de Artistas da Rádio, tendo cantado as canções "Marco do Correio" e "Marina Morena"
A partida para a internacionalização aconteceu em 1951, ano em que se deslocou a Madrid para gravar "Olhos Castanhos", e mais tarde "Sou Doido Por Ti", "Deixa Falar O Mundo" e "Ana Paula". Os seus maiores sucessos foram as baladas românticas "Olhos Castanhos", lançada em 1951, e "Guitarra Toca Baixinho", em 1973.

Com uma carreira maioritariamente construída no Brasil, o cantor Francisco José deparou-se com alguns contratempos quando, em 1964, se deslocou a território português e, num programa gravado em directo, acusou a RTP de pagar miseravelmente aos artistas nacionais, no fim da sua actuação na RTP revelou o escândalo em directo, e a transmissão foi imediatamente cortada. Levado para a sede da PIDE, o cantor foi interrogado, e obrigado a responder em tribunal por "injúria e difamação", depois de lhe ter sido movido um processo. Depois mais tarde volta a ter problemas, de passagem por Portugal, a sua relação conflituosa com a PIDE terminou com uma interdição para sair do país, pelo que esteve dezasseis anos sem cantar na televisão portuguesa.
No entanto, os discos continuaram a chegar ao mercado na década de 70, e a ser recebidos pelo público com grande satisfação. Depois de gravado o último single, "As Crianças Não Querem A Guerra", o cantor envolveu-se na política activa mas, em meados de 80, regressou à música.
Quando começou a cantar, ja finalista do curso, foi inscrito num programa da radio que existia na altura, de Igrejas Caeiro, por colegas de curso, foi também paralelamente á sua carreira de cantor, professor Universitário, cargo que tinha na altura da sua morte. Francisco José faleceu a 31 de Julho de 1988, vítima de um acidente vascular cerebral.  
Francisco José e as canções que ninguém esquece.
"Recordações de Uma Vida" 
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Francisco José Galopim de Carvalho nasceu em Évora a 16 de Agosto de 1924 e morreu em Lisboa no dia 31 de Julho de 1988, é mais conhecido como Francisco José.

Foi na festa de finalistas do liceu que frequentou, que se deu a sua estreia quando se apresentou no Teatro Garcia de Resende, com a interpretação do tema "Trovador". Passou de amador a profissional aos 24 anos, vendo-se obrigado a interromper o 3º ano do curso de Engenharia que frequentava na altura, acabando por não o terminar. Em 1948, compareceu no Centro de Preparação de Artistas da Rádio, tendo cantado as canções "Marco do Correio" e "Marina Morena"
A partida para a internacionalização aconteceu em 1951, ano em que se deslocou a Madrid para gravar "Olhos Castanhos", e mais tarde "Sou Doido Por Ti", "Deixa Falar O Mundo" e "Ana Paula". Os seus maiores sucessos foram as baladas românticas "Olhos Castanhos", lançada em 1951, e "Guitarra Toca Baixinho", em 1973.

Com uma carreira maioritariamente construída no Brasil, o cantor Francisco José deparou-se com alguns contratempos quando, em 1964, se deslocou a território português e, num programa gravado em directo, acusou a RTP de pagar miseravelmente aos artistas nacionais, no fim da sua actuação na RTP revelou o escândalo em directo, e a transmissão foi imediatamente cortada. Levado para a sede da PIDE, o cantor foi interrogado, e obrigado a responder em tribunal por "injúria e difamação", depois de lhe ter sido movido um processo. Depois mais tarde volta a ter problemas, de passagem por Portugal, a sua relação conflituosa com a PIDE terminou com uma interdição para sair do país, pelo que esteve dezasseis anos sem cantar na televisão portuguesa.
No entanto, os discos continuaram a chegar ao mercado na década de 70, e a ser recebidos pelo público com grande satisfação. Depois de gravado o último single, "As Crianças Não Querem A Guerra", o cantor envolveu-se na política activa mas, em meados de 80, regressou à música.
Quando começou a cantar, ja finalista do curso, foi inscrito num programa da radio que existia na altura, de Igrejas Caeiro, por colegas de curso, foi também paralelamente á sua carreira de cantor, professor Universitário, cargo que tinha na altura da sua morte. Francisco José faleceu a 31 de Julho de 1988, vítima de um acidente vascular cerebral.  
Francisco José e as canções que ninguém esquece.
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Mary Wollstonecraft Shelley nasceu em Londres a 30 de agosto de 1797 e morreu a 1 de fevereiro de 1851, mais conhecida por Mary Shelley a escritora britânica, era filha de um filósofo William Godwin e da pedagoga e escritora Mary Wollstonecraft. Casou-se com o poeta Percy Bysshe Shelley em 1816, depois do suicídio da sua primeira esposa.
Mary Shelley foi autora de contos, dramaturga, ensaísta, biógrafa e escritora de literatura de viagens, mais conhecida pela sua novela Frankenstein.


A mãe de Mary Godwin morreu quando ela tinha 10 dias de vida; ela e a sua meia-irmã, Fanny Imlay, foram criadas pelo seu pai. Quando Mary tinha quatro anos, Godwin casou-se com uma vizinha, Mary Jane Clairmont. Em 1814, Mary Godwin iniciou um relacionamento amoroso com Percy Bysshe Shelley, Mary fica grávida. Durante os primeiros anos, ela e Percy enfrentam o ostracismo, dívidas e a morte da filha prematura, casaram em 1816 após o suicídio da primeira mulher de Percy Shelley. Em 1816, o casal passa o verão com Lord Byron, na Suíça foi aqui que Mary concebeu a idéia de Frankenstein. 
Os Shelleys deixam a Grã-Bretanha em 1818 e vão para a Itália, onde o segundo e o terceiro filhos morrem antes do nascimento do seu último e único sobrevivente Percy Florence. Em 1822, o seu marido afogou-se quando o seu barco se afundou durante uma tempestade na Baía de La Spezia. Um ano depois, Mary Shelley retornou a Inglaterra, devotando-se, desde então à educação do filho e à carreira como autora profissional. 

No início do verão de 1817, Mary Shelley finalizou Frankenstein, que foi publicado anonimamente em janeiro de 1818. Os últimos anos de Mary Shelley foram afetados pela doença, ela sofria de dores de cabeça e ataques de paralisia em partes do seu corpo, que por vezes a impedia de ler e escrever. Em fevereiro de 1851, em Chester Square, ela morreu com cinquenta e três anos, com a suspeita de um tumor cerebral. 
 Filme de 1910 de Edison Studios, dirigido por J.Searle Dawley, o primeiro filme adaptado do livro Frankenstein de Mary Shelley

PUBLICADO digitalblueradio às 10:35 | LINK DO POST
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Mary Wollstonecraft Shelley nasceu em Londres a 30 de agosto de 1797 e morreu a 1 de fevereiro de 1851, mais conhecida por Mary Shelley a escritora britânica, era filha de um filósofo William Godwin e da pedagoga e escritora Mary Wollstonecraft. Casou-se com o poeta Percy Bysshe Shelley em 1816, depois do suicídio da sua primeira esposa.
Mary Shelley foi autora de contos, dramaturga, ensaísta, biógrafa e escritora de literatura de viagens, mais conhecida pela sua novela Frankenstein.


A mãe de Mary Godwin morreu quando ela tinha 10 dias de vida; ela e a sua meia-irmã, Fanny Imlay, foram criadas pelo seu pai. Quando Mary tinha quatro anos, Godwin casou-se com uma vizinha, Mary Jane Clairmont. Em 1814, Mary Godwin iniciou um relacionamento amoroso com Percy Bysshe Shelley, Mary fica grávida. Durante os primeiros anos, ela e Percy enfrentam o ostracismo, dívidas e a morte da filha prematura, casaram em 1816 após o suicídio da primeira mulher de Percy Shelley. Em 1816, o casal passa o verão com Lord Byron, na Suíça foi aqui que Mary concebeu a idéia de Frankenstein. 
Os Shelleys deixam a Grã-Bretanha em 1818 e vão para a Itália, onde o segundo e o terceiro filhos morrem antes do nascimento do seu último e único sobrevivente Percy Florence. Em 1822, o seu marido afogou-se quando o seu barco se afundou durante uma tempestade na Baía de La Spezia. Um ano depois, Mary Shelley retornou a Inglaterra, devotando-se, desde então à educação do filho e à carreira como autora profissional. 

No início do verão de 1817, Mary Shelley finalizou Frankenstein, que foi publicado anonimamente em janeiro de 1818. Os últimos anos de Mary Shelley foram afetados pela doença, ela sofria de dores de cabeça e ataques de paralisia em partes do seu corpo, que por vezes a impedia de ler e escrever. Em fevereiro de 1851, em Chester Square, ela morreu com cinquenta e três anos, com a suspeita de um tumor cerebral. 
 Filme de 1910 de Edison Studios, dirigido por J.Searle Dawley, o primeiro filme adaptado do livro Frankenstein de Mary Shelley

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Mary Wollstonecraft Shelley nasceu em Londres a 30 de agosto de 1797 e morreu a 1 de fevereiro de 1851, mais conhecida por Mary Shelley a escritora britânica, era filha de um filósofo William Godwin e da pedagoga e escritora Mary Wollstonecraft. Casou-se com o poeta Percy Bysshe Shelley em 1816, depois do suicídio da sua primeira esposa.
Mary Shelley foi autora de contos, dramaturga, ensaísta, biógrafa e escritora de literatura de viagens, mais conhecida pela sua novela Frankenstein.


A mãe de Mary Godwin morreu quando ela tinha 10 dias de vida; ela e a sua meia-irmã, Fanny Imlay, foram criadas pelo seu pai. Quando Mary tinha quatro anos, Godwin casou-se com uma vizinha, Mary Jane Clairmont. Em 1814, Mary Godwin iniciou um relacionamento amoroso com Percy Bysshe Shelley, Mary fica grávida. Durante os primeiros anos, ela e Percy enfrentam o ostracismo, dívidas e a morte da filha prematura, casaram em 1816 após o suicídio da primeira mulher de Percy Shelley. Em 1816, o casal passa o verão com Lord Byron, na Suíça foi aqui que Mary concebeu a idéia de Frankenstein. 
Os Shelleys deixam a Grã-Bretanha em 1818 e vão para a Itália, onde o segundo e o terceiro filhos morrem antes do nascimento do seu último e único sobrevivente Percy Florence. Em 1822, o seu marido afogou-se quando o seu barco se afundou durante uma tempestade na Baía de La Spezia. Um ano depois, Mary Shelley retornou a Inglaterra, devotando-se, desde então à educação do filho e à carreira como autora profissional. 

No início do verão de 1817, Mary Shelley finalizou Frankenstein, que foi publicado anonimamente em janeiro de 1818. Os últimos anos de Mary Shelley foram afetados pela doença, ela sofria de dores de cabeça e ataques de paralisia em partes do seu corpo, que por vezes a impedia de ler e escrever. Em fevereiro de 1851, em Chester Square, ela morreu com cinquenta e três anos, com a suspeita de um tumor cerebral. 
 Filme de 1910 de Edison Studios, dirigido por J.Searle Dawley, o primeiro filme adaptado do livro Frankenstein de Mary Shelley

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Extra-terrestre refere-se a tudo que é de fora do planeta Terra. 

O estudo destes fenômenos evoluiu muito nas últimas décadas com o crescimento do interesse da população pela vida fora do planeta Terra. A literatura, o cinema e a televisão já exploraram muito a possibilidade de contacto com seres de outros planetas (chamados de ET´s), muitas vezes a idéia que se dá é de que o ser de outro planeta é hostil, devido a essa influência uma boa parte da população teme um contacto com seres extra-terrestres. 
 Por certo já todos ouvimos falar destes seres e dos OVNIS, esta sigla OVNI designa Objeto Voador Não-Identificado, o equivalente ao inglês UFO que é Unidentified Flying Object. Muitas pessoas acreditam que a aparição destes objectos seja a prova não apenas da existência de vida extra-terrestre, mas também de que seres de outros planetas visitam o nosso. Há muitos relatos mundo a fora de possíveis contactos com seres de outro planetas. Veridicos ou não, tais relatos afirmam o seu poder intelectual admirável, ferramentas e equipamentos avançados, alta tecnologia, e quase sempre apresentam as mesmas características físicas, estatura inferior á 1,50 m, membros e cabeça desproporcional ao corpo, narinas mínimas, cor de pele com tonalidade marcante sendo verde, cinza e com olhos extremamente grandes e linguagens incompreensíveis.
Apesar dos muitos relatos de contactos humanos com supostos extra-terrestres, muitos estudiosos ainda questionam sobre a sua veracidade. Entre as justificativas mais plausíveis, seria no que diz respeito as dimensões do Universo e a capacidade de seres inteligentes se locomoverem em viagens intergaláticas incomensuráveis. Seriam necessário veículos que viajassem em velocidade próxima á da luz (300 000 quilômetros por segundo)

A 16 de novembro de 1974, o projeto SETI (Search for Extra-Terrestrial Intelligence), enviou uma mensagem para o espaço (direcionada ao aglomerado estelar M13, que se encontra aproximadamente a 25.000 anos luz da Terra) através do maior radiotelescópio fixo do mundo, o Radiotelescópio de Arecibo, em Porto Rico. A mensagem fora criptografada através do código binário. Nessa mensagem estavam presentes informações sobre a raça humana, incluindo: A representação binária da base de nossa matemática (os números de 0 a 9); Os elementos primários para a vida na terra (Hidrogênio, oxigênio, carbono, fósforo e nitrogênio); A composição dos ácidos e bases dos nucleotídeos do nosso DNA; A representação gráfica do nosso DNA; O número de nucleotídeos do nosso DNA; Uma representação da nossa anatomia; Uma aproximação do número da população terrestre;
A nossa localização no sistema solar e uma representação do radiotelescópio que mandara a mensagem.

26 anos e 8 meses depois, a 21 de agosto de 2001, foram encontrados dois círculos ingleses perto do radiotelescópio de Chilbolton, Hampshire, UK. Um deles fazia lembrar a mensagem enviada em 1974, porém, havia algumas particularidades no mesmo:
A base de nossa matemática permaneceu a mesma;
Os elementos primários para a vida foram mudados, mantendo todos os enviados e anexando o silício;
A composição dos nucleotídeos permaneceu;
Foi representado um DNA diferente do nosso;
O número de nucleotídeos tambem é diferenciado do nosso;
A anatomia enviada mostrava um ser abaixo da estatura humana e com uma grande caixa craniana;
A população representada era superior a da Terra;
A localização da suposta raça alienígena fora representada como um conjunto de seis planetas, que orbitavam uma estrela menor que o Sol
A representação do Radiotelescópio de Arecibo fora trocada por outra muito mais complexa (a forma já fora vista em outro círculo inglês, no mesmo local, em 2000). Ora veja.
                                             ORIGINAL 
                                             RESPOSTA
Um facto histórico de grande relevância para os estudiosos  é o Caso Roswell, em 1947, onde supostamente houve uma queda de um disco voador de origem extra-terrestre na cidade norte-americana de Roswell, tendo sido capturados os seres ainda com vida. O governo americano, após admitir a queda do equipamento, desmentiu afirmando que seriam balões meteorológicos. 
Seremos nós de facto os unicos priveligiados, os unicos seres vivos neste enorme Universo? Os unicos capazes e com inteligência? Você acredita mesmo nisso? Pois mas se existisse realmente vida extra-terrestre nós já sabiamos com tantas viagens ao espaço, não é? Errado, você ainda acredita no Pai Natal? Acha que as grandes potências do mundo lhe contam tudo? Que deixaram de haver segredos? E porque será que nunca os vemos? Pois provávelmente estão com problemas económicos e deixaram de viajar, não é esta crise Global?
Assista a este video e tire as suas duvidas.
A acreditar em certas evidências podemos crêr que extraterrestres contactaram vários seres humanos ao longo da história, a fim de passar mensagens importantes para a humanidade, ou para a ajudar a guiar e inspirar-nos a conseguir grandes coisas.
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No entanto existe quem acredite que os alienígenas podem ter causado vários desastres, como os descritos na Bíblia e outros, e até tentaram avisar o homem sobre eles, como o dilúvio de Noé. É igualmente proposto que algumas catástrofes introduziram alterações na evolução humana e que os nossos saltos tecnológicos ao longo dos séculos foram alcançados com a ajuda de extraterrestres. 
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Existe quem sugira que vários locais ao redor do mundo, como Göbekli Tepe, na Turquia, as ruínas incas de Sacsayhuamán, no Peru, as pedras de Carnac em França e Zorats Karer na Arménia, apresentam técnicas de construção e conceitos matemáticos que não se acreditava serem conhecidas na época, e que este conhecimento foi obtido a partir de visitantes alienígenas.
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 Neste episódio examinam-se várias histórias de visitas angelicais que, para alguns teóricos dos antigos astronautas, mais se parecem com encontros com extraterrestres que aparições divinas, e sugere que eles não são seres sobrenaturais, mas visitantes de planetas distantes.
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Todos já assitimos a filmes de ficção ciêntifica onde nos espantamos com a tecnologia e as armas utilizadas para combater os invasores, aqui você vai poder ver que alguma tecnologia avançada actualmente em desenvolvimento, tais como armas laser e sônicas, são redescobertas tecnologicas usadas por seres avançados no passado. Também são discutidas as teorias que os alienígenas usaram dispositivos de manipulação de gravidade para ajudar o homem a construir estruturas colossais de pedra ao redor do mundo.
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 Este episódio especula que a Alemanha nazista fazia experiências com avançada tecnologia alienígena e teria construído máquinas voadoras, existem rumores de que algumas destas tecnologias podem ter sido levadas para os Estados Unidos, e que deram o impulso inicial ao programa Apollo.
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 Este episódio teoriza que vários lugares subterrâneos podem ter sido esconderijos extraterrestres, tais como uma caverna perdida no Equador, que teria tábuas de metal contendo conhecimento alienígena, a cidade subterrânea de Derinkuyu na Turquia; lendas nativas americanas de seres intra-terrenos, e os boatos sobre uma base secreta militar dos EUA, supostamente construída em parceria com alienígenas, no interior do platô Archuleta, perto de Dulce, Novo México.
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Muitos acreditam que o chamado triângulo das Bermudas tenham influências alienigenas, mas sugerem também que várias estruturas submarinas e ruínas encontradas ao redor do globo podem ter sido usadas por extraterrestres, tais como as ruínas do templo encontradas no lago Titicaca, no Peru, as estruturas geométricas de Yonaguni, ao largo da costa do Japão, e antigos textos indianos que supostamente descrevem outras cidades submersas ainda a ser descobertas.
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Este episódio examina lendas de deuses poderosos e terríveis monstros que têm semelhanças entre culturas diferentes, separados por vastas distâncias, e sugere que eles podem ter testemunhado visitas alienígenas. Também são discutidos contos de deuses que partilharam experiências com seres humanos, transmitindo sabedoria e tecnologia e engravidando mulheres para criar semideuses, que supostamente são filhos da união entre humanos e alienígenas.
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Em muitos lugares na terra já supostamente foram avistados alienigenas, este episódio examina locais ao redor da Terra que são supostos "pontos quentes" da atividade OVNI, tais como o Triângulo das Bermudas, "Zona de Silêncio" do México, uma área conhecida por interromper os sinais de rádio, estruturas do tipo portal, como a peruana Puerta de Hayu Marka e as curiosas formações rochosas do Planalto Markawasi.
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Existem evidências de possíveis contatos alienígenas no século 20. Em 1942, houve uma batalha aérea entre pilotos militares americanos e um suposto óvni. Durante a Segunda Guerra Mundial foram relatadas explosões de luz, que alguns atribuem a extra-terrestres. O relato do disco voador que caiu próximo a Roswell, no Novo México em 1947, nunca foi esclarecido. Durante décadas muito se têm tentado captar sons inteligentes ou enviar mensagens ao espaço exterior. Mas o que aconteceria se houvesse uma resposta? Existem protocolos de comunicação? O que aconteceria se os extraterrestres voltassem? Alguns acham, inclusive, que eles já estão entre nós.
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 Se alienígenas realmente estiveram aqui na Terra no passado, qual teria sido a sua missão? Há indícios em muitas culturas que sugerem que os alienígenas vieram para explorar, levar matéria prima, fazer experiências científicas com terrestres ou simplesmente para conquistar o planeta. Existem evidências, dessas visitas ou serão apenas expeculações, você acredita? Será que eles andam no meio de nós?
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De onde vieram e quem seriam? O povo Dogon diz ter recebido informações de um deus astral chamado Amma sobre uma galáxia distante. Os Hopi e os Zuni celebram as kachinas, deuses dos céus cujos chapéus e vestimentas são parecidos com capacetes modernos e trajes espaciais. Os chineses falam da chegada à terra de um dragão amarelo voador, que teria levado Huangdi, líder dos Han; este dragão pode ter sido uma nave espacial? A teoria é de que os extraterrestres tenham interagido com os habitantes da Terra, e alterado o curso da história humana.     Legendas: Em PT, para visualizar legendas, pressione o "CC" ao lado da resolução do vídeo, "360p"
 É possível que a origem da vida terrestre esteja no espaço? Alienígenas teriam visitado a Terra há milhares de anos e o homem primitivo teria-o venerado como deus? Monumentos como Stonehenge e a Ilha de Páscoa seriam os últimos vestígios de visitas extra-terrestres? Investigaremos as evidências de uma teoria que muitos acham impossível, mas concordam que não pode ser ignorada.  Legendas: Em PT, para visualizar legendas, pressione o "CC" ao lado da resolução do vídeo, "360p"
                                                            ACREDITE SE QUISER
 
PUBLICADO digitalblueradio às 17:32 | LINK DO POST
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