O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
Marcelo José das Neves Alves Caetano nasceu em Lisboa a 17 de Agosto de 1906 e morreu no brasil, Rio de Janeiro a 26 de Outubro de 1980. Foi o último Presidente do Conselho do Estado Novo.
Nasceu em Lisboa, no bairro da Graça, filho de pais originários da Lousã, viveu os anos conturbados da Primeira República. Influenciado pelo pai, chegou a querer ser padre, mais tarde pensou em seguir Medicina, mas acabou por se matricular em Direito. Licenciou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, em 1927, e doutorou-se em 1931. Apoiou a ditadura Militar de 1926 a 1928, dirigente destacado do Estado Novo, foi comissário nacional da Mocidade Portuguesa (1940-1944), ministro das Colónias (1944-1947), presidente da Câmara Corporativa e ministro da Presidência do Conselho de Ministros (1955-1958). Foi entretanto designado reitor da Universidade de Lisboa em 1959, demitindo-se em 1962, no seguimento da Crise Académica desse ano e em protesto contra a acção repressiva da polícia de choque, contra os estudantes. 
Vendo que Salazar estava impossibilitado de governar, Américo Tomás chamou Marcelo Caetano em 1968 para o substituir.
Caetano renomeou a PIDE como Direção-Geral de Segurança, passou a aparecer semanalmente num programa da RTP chamado "Conversas em família", explicando aos Portugueses as suas políticas e ideias para o futuro do país, criou pensões para os trabalhadores rurais que nunca tinham tido oportunidade de descontar para a segurança social e lançou alguns grandes investimentos como a refinaria petrolífera de Sines, a Barragem de Cabora Bassa, entre outros.
Após a Revolução de 25 de Abril de 1974, Marcelo Caetano foi destituído de todos os seus cargos, tendo sido acordado aquando da sua rendição no Quartel do Carmo em Lisboa a sua condução imediata, pelo Capitão Salgueiro Maia, para o Aeroporto, exilando-se no Brasil com a família. O exílio permitiu-lhe evitar ser judicialmente responsabilizado, mas retirou-lhe o direito à pensão de reforma no fim da sua carreira universitária.
Marcelo Caetano morreu aos 74 anos, a 26 de Outubro de 1980, vítima de ataque cardíaco. Morreu sem nunca ter desejado regressar a Portugal do exílio no Brasil. O corpo foi sepultado no Cemitério São João Batista, em Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro.
Obras publicadas
Ao longo da sua vida, publicou mais de 100 títulos, incluindo vários sobre Direito Administrativo, História do Direito Medieval Português e outros em conjunto com diversos autores. Fica uma reportagem da SIC 
"Vida Privada de Marcelo Caetano" 


PUBLICADO digitalblueradio às 15:40 | LINK DO POST
Marcelo José das Neves Alves Caetano nasceu em Lisboa a 17 de Agosto de 1906 e morreu no brasil, Rio de Janeiro a 26 de Outubro de 1980. Foi o último Presidente do Conselho do Estado Novo.
Nasceu em Lisboa, no bairro da Graça, filho de pais originários da Lousã, viveu os anos conturbados da Primeira República. Influenciado pelo pai, chegou a querer ser padre, mais tarde pensou em seguir Medicina, mas acabou por se matricular em Direito. Licenciou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, em 1927, e doutorou-se em 1931. Apoiou a ditadura Militar de 1926 a 1928, dirigente destacado do Estado Novo, foi comissário nacional da Mocidade Portuguesa (1940-1944), ministro das Colónias (1944-1947), presidente da Câmara Corporativa e ministro da Presidência do Conselho de Ministros (1955-1958). Foi entretanto designado reitor da Universidade de Lisboa em 1959, demitindo-se em 1962, no seguimento da Crise Académica desse ano e em protesto contra a acção repressiva da polícia de choque, contra os estudantes. 
Vendo que Salazar estava impossibilitado de governar, Américo Tomás chamou Marcelo Caetano em 1968 para o substituir.
Caetano renomeou a PIDE como Direção-Geral de Segurança, passou a aparecer semanalmente num programa da RTP chamado "Conversas em família", explicando aos Portugueses as suas políticas e ideias para o futuro do país, criou pensões para os trabalhadores rurais que nunca tinham tido oportunidade de descontar para a segurança social e lançou alguns grandes investimentos como a refinaria petrolífera de Sines, a Barragem de Cabora Bassa, entre outros.
Após a Revolução de 25 de Abril de 1974, Marcelo Caetano foi destituído de todos os seus cargos, tendo sido acordado aquando da sua rendição no Quartel do Carmo em Lisboa a sua condução imediata, pelo Capitão Salgueiro Maia, para o Aeroporto, exilando-se no Brasil com a família. O exílio permitiu-lhe evitar ser judicialmente responsabilizado, mas retirou-lhe o direito à pensão de reforma no fim da sua carreira universitária.
Marcelo Caetano morreu aos 74 anos, a 26 de Outubro de 1980, vítima de ataque cardíaco. Morreu sem nunca ter desejado regressar a Portugal do exílio no Brasil. O corpo foi sepultado no Cemitério São João Batista, em Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro.
Obras publicadas
Ao longo da sua vida, publicou mais de 100 títulos, incluindo vários sobre Direito Administrativo, História do Direito Medieval Português e outros em conjunto com diversos autores. Fica uma reportagem da SIC 
"Vida Privada de Marcelo Caetano" 


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Marcelo José das Neves Alves Caetano nasceu em Lisboa a 17 de Agosto de 1906 e morreu no brasil, Rio de Janeiro a 26 de Outubro de 1980. Foi o último Presidente do Conselho do Estado Novo.
Nasceu em Lisboa, no bairro da Graça, filho de pais originários da Lousã, viveu os anos conturbados da Primeira República. Influenciado pelo pai, chegou a querer ser padre, mais tarde pensou em seguir Medicina, mas acabou por se matricular em Direito. Licenciou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, em 1927, e doutorou-se em 1931. Apoiou a ditadura Militar de 1926 a 1928, dirigente destacado do Estado Novo, foi comissário nacional da Mocidade Portuguesa (1940-1944), ministro das Colónias (1944-1947), presidente da Câmara Corporativa e ministro da Presidência do Conselho de Ministros (1955-1958). Foi entretanto designado reitor da Universidade de Lisboa em 1959, demitindo-se em 1962, no seguimento da Crise Académica desse ano e em protesto contra a acção repressiva da polícia de choque, contra os estudantes. 
Vendo que Salazar estava impossibilitado de governar, Américo Tomás chamou Marcelo Caetano em 1968 para o substituir.
Caetano renomeou a PIDE como Direção-Geral de Segurança, passou a aparecer semanalmente num programa da RTP chamado "Conversas em família", explicando aos Portugueses as suas políticas e ideias para o futuro do país, criou pensões para os trabalhadores rurais que nunca tinham tido oportunidade de descontar para a segurança social e lançou alguns grandes investimentos como a refinaria petrolífera de Sines, a Barragem de Cabora Bassa, entre outros.
Após a Revolução de 25 de Abril de 1974, Marcelo Caetano foi destituído de todos os seus cargos, tendo sido acordado aquando da sua rendição no Quartel do Carmo em Lisboa a sua condução imediata, pelo Capitão Salgueiro Maia, para o Aeroporto, exilando-se no Brasil com a família. O exílio permitiu-lhe evitar ser judicialmente responsabilizado, mas retirou-lhe o direito à pensão de reforma no fim da sua carreira universitária.
Marcelo Caetano morreu aos 74 anos, a 26 de Outubro de 1980, vítima de ataque cardíaco. Morreu sem nunca ter desejado regressar a Portugal do exílio no Brasil. O corpo foi sepultado no Cemitério São João Batista, em Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro.
Obras publicadas
Ao longo da sua vida, publicou mais de 100 títulos, incluindo vários sobre Direito Administrativo, História do Direito Medieval Português e outros em conjunto com diversos autores. Fica uma reportagem da SIC 
"Vida Privada de Marcelo Caetano" 


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Banda portuguesa com uma excelente sonoridade. O líder do projecto é  Pedro de Freitas Branco, formada em 1988, a banda tocava versões, chamavam-se "Gatos Voadores". Pedro Soares, Duarte Loureiro e Gustavo Aires Mateus, corria o ano de 1992, surgia o projecto chamado "Pedro e os Apóstolos".


Assinaram um contrato discográfico de três anos com a Vidisco, tendo o primeiro álbum, intitulado "Mesmo Para Quem Não É Crente", sido editado no final de 1996, as rádios portuguesas ajudaram à promoção do álbum, apostando nos temas "Luz Trémula", "Puto Reguila" e "Aprender a Voar" (una versão de "Learning To Fly" de Tom Petty). Entretanto a formação da banda sofreu algumas transformações que passaram pela substituição do baterista Gustavo Aires, por João Soares. O segundo álbum de "Pedro e os Apóstolos", intitulado "Momentos", viu a luz do dia em 1998, e em 1999 foi editada uma compilação chamada "Faz Figas - O Que Fica Do Que Foi", que incluiu as melhores faixas retiradas dos dois álbuns, às quais foram ainda acrescentadas dois temas inéditos.
O regresso aos originais deu-se em 2002 com um álbum curiosamente intitulado "Formigas em Férias".


PUBLICADO digitalblueradio às 13:33 | LINK DO POST
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Banda portuguesa com uma excelente sonoridade. O líder do projecto é  Pedro de Freitas Branco, formada em 1988, a banda tocava versões, chamavam-se "Gatos Voadores". Pedro Soares, Duarte Loureiro e Gustavo Aires Mateus, corria o ano de 1992, surgia o projecto chamado "Pedro e os Apóstolos".


Assinaram um contrato discográfico de três anos com a Vidisco, tendo o primeiro álbum, intitulado "Mesmo Para Quem Não É Crente", sido editado no final de 1996, as rádios portuguesas ajudaram à promoção do álbum, apostando nos temas "Luz Trémula", "Puto Reguila" e "Aprender a Voar" (una versão de "Learning To Fly" de Tom Petty). Entretanto a formação da banda sofreu algumas transformações que passaram pela substituição do baterista Gustavo Aires, por João Soares. O segundo álbum de "Pedro e os Apóstolos", intitulado "Momentos", viu a luz do dia em 1998, e em 1999 foi editada uma compilação chamada "Faz Figas - O Que Fica Do Que Foi", que incluiu as melhores faixas retiradas dos dois álbuns, às quais foram ainda acrescentadas dois temas inéditos.
O regresso aos originais deu-se em 2002 com um álbum curiosamente intitulado "Formigas em Férias".


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Banda portuguesa com uma excelente sonoridade. O líder do projecto é  Pedro de Freitas Branco, formada em 1988, a banda tocava versões, chamavam-se "Gatos Voadores". Pedro Soares, Duarte Loureiro e Gustavo Aires Mateus, corria o ano de 1992, surgia o projecto chamado "Pedro e os Apóstolos".


Assinaram um contrato discográfico de três anos com a Vidisco, tendo o primeiro álbum, intitulado "Mesmo Para Quem Não É Crente", sido editado no final de 1996, as rádios portuguesas ajudaram à promoção do álbum, apostando nos temas "Luz Trémula", "Puto Reguila" e "Aprender a Voar" (una versão de "Learning To Fly" de Tom Petty). Entretanto a formação da banda sofreu algumas transformações que passaram pela substituição do baterista Gustavo Aires, por João Soares. O segundo álbum de "Pedro e os Apóstolos", intitulado "Momentos", viu a luz do dia em 1998, e em 1999 foi editada uma compilação chamada "Faz Figas - O Que Fica Do Que Foi", que incluiu as melhores faixas retiradas dos dois álbuns, às quais foram ainda acrescentadas dois temas inéditos.
O regresso aos originais deu-se em 2002 com um álbum curiosamente intitulado "Formigas em Férias".


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José Vital Branco Malhoa nasceu nas Caldas da Rainha a 28 de Abril de 1855 e morreu em Figueiró dos Vinhos a 26 de Outubro de 1933, Pintor, desenhista e professor português, conhecido como José Malhoa.
Com apenas 12 anos entrou para a escola de Belas Artes. Realizou inúmeras exposições, tanto em Portugal como no estrangeiro. Foi o primeiro presidente da Sociedade Nacional de Belas Artes e foi condecorado com a Grã-Cruz da Ordem de Santiago. Em 1933, ano da sua morte, foi criado o Museu de José Malhoa nas Caldas da Rainha.
Tendo aptidão para desenho e pintura reveladas logo na primeira infância, ingressa na Escola de Belas Artes de Lisboa. Trabalhou no comércio com o seu irmão, pintava apenas nas horas vagas, quando realizou a tela "A Seara Invadida", que inscreveu na exposição de Madrid, em 1882. O sucesso do quadro fez com que José Malhoa recebesse algumas encomendas, como o teto da sala de concertos no Conservatório Real de Lisboa, depois, o da sala do Supremo Tribunal de Justiça daquela cidade e a partir daí surgiram mais trabalhos que contribuíram para a sua notoriedade, como a pintura do teto da sala de jantar do Palácio do Conde de Burnay e dos aposentos do infante D. Afonso.
Também foi através das encomendas de obras para prédios públicos que José Malhoa dedicou espaço na sua carreira para a pintura histórica. É desta fase o emblemático quadro "O último interrogatório do Marquês de Pombal" e "A partida de Vasco da Gama", que inscreveu no concurso da Câmara Municipal de Lisboa, no qual conseguiu o primeiro lugar, em 1888, sendo agraciado com o grau de Cavaleiro da Ordem de Cristo. Outras obras importantes dentro da pintura histórica são os murais que se encontram no Museu da Marinha, realizados entre 1905 e 1908.
"Clara" de 1903
José Malhoa, tornou-se um pintor muito popular em Portugal por conta dos inúmeros quadros que pintou tendo como referência as paisagens lusitanas, principalmente as que contam um pouco da história dos camponeses, predominando o espaço rural. Mesmo sendo a sua obra claramente naturalista, as influências românticas não deixam de estar presentes, como as encontradas no quadro "A Beira Mar". Outros dois quadros se destacam "Os Bêbados", de 1907 e "O Fado", de 1910.

"Os bêbados"
Mas as cores vivas, a luminosidade, a alegria permeiam as diferentes fases da carreira do artista. O jeito brejeiro da camponesa do início do século traz ao espaço rural uma sensualidade possível. A obra "Clara", de 1903 mostra a beleza da mulher do campo, tema retomado em outros quadros, como "Cócegas", de 1904.  Malhoa deixou, em seu acervo, muitos retratos. A sua fama permitiu-lhe manter durante um bom tempo o número de encomendas de retratos, sempre oriundas da alta sociedade de Lisboa. 
 "As promessas"

Depois de muitas obras produzidas (Pintadas), o Museu Nacional de Belas Artes promoveu uma exposição retrospectiva. Após a morte de José Malhoa ficou decidido que um museu lhe seria dedicado nas Caldas da Rainha. 
PUBLICADO digitalblueradio às 11:39 | LINK DO POST
José Vital Branco Malhoa nasceu nas Caldas da Rainha a 28 de Abril de 1855 e morreu em Figueiró dos Vinhos a 26 de Outubro de 1933, Pintor, desenhista e professor português, conhecido como José Malhoa.
Com apenas 12 anos entrou para a escola de Belas Artes. Realizou inúmeras exposições, tanto em Portugal como no estrangeiro. Foi o primeiro presidente da Sociedade Nacional de Belas Artes e foi condecorado com a Grã-Cruz da Ordem de Santiago. Em 1933, ano da sua morte, foi criado o Museu de José Malhoa nas Caldas da Rainha.
Tendo aptidão para desenho e pintura reveladas logo na primeira infância, ingressa na Escola de Belas Artes de Lisboa. Trabalhou no comércio com o seu irmão, pintava apenas nas horas vagas, quando realizou a tela "A Seara Invadida", que inscreveu na exposição de Madrid, em 1882. O sucesso do quadro fez com que José Malhoa recebesse algumas encomendas, como o teto da sala de concertos no Conservatório Real de Lisboa, depois, o da sala do Supremo Tribunal de Justiça daquela cidade e a partir daí surgiram mais trabalhos que contribuíram para a sua notoriedade, como a pintura do teto da sala de jantar do Palácio do Conde de Burnay e dos aposentos do infante D. Afonso.
Também foi através das encomendas de obras para prédios públicos que José Malhoa dedicou espaço na sua carreira para a pintura histórica. É desta fase o emblemático quadro "O último interrogatório do Marquês de Pombal" e "A partida de Vasco da Gama", que inscreveu no concurso da Câmara Municipal de Lisboa, no qual conseguiu o primeiro lugar, em 1888, sendo agraciado com o grau de Cavaleiro da Ordem de Cristo. Outras obras importantes dentro da pintura histórica são os murais que se encontram no Museu da Marinha, realizados entre 1905 e 1908.
"Clara" de 1903
José Malhoa, tornou-se um pintor muito popular em Portugal por conta dos inúmeros quadros que pintou tendo como referência as paisagens lusitanas, principalmente as que contam um pouco da história dos camponeses, predominando o espaço rural. Mesmo sendo a sua obra claramente naturalista, as influências românticas não deixam de estar presentes, como as encontradas no quadro "A Beira Mar". Outros dois quadros se destacam "Os Bêbados", de 1907 e "O Fado", de 1910.

"Os bêbados"
Mas as cores vivas, a luminosidade, a alegria permeiam as diferentes fases da carreira do artista. O jeito brejeiro da camponesa do início do século traz ao espaço rural uma sensualidade possível. A obra "Clara", de 1903 mostra a beleza da mulher do campo, tema retomado em outros quadros, como "Cócegas", de 1904.  Malhoa deixou, em seu acervo, muitos retratos. A sua fama permitiu-lhe manter durante um bom tempo o número de encomendas de retratos, sempre oriundas da alta sociedade de Lisboa. 
 "As promessas"

Depois de muitas obras produzidas (Pintadas), o Museu Nacional de Belas Artes promoveu uma exposição retrospectiva. Após a morte de José Malhoa ficou decidido que um museu lhe seria dedicado nas Caldas da Rainha. 
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José Vital Branco Malhoa nasceu nas Caldas da Rainha a 28 de Abril de 1855 e morreu em Figueiró dos Vinhos a 26 de Outubro de 1933, Pintor, desenhista e professor português, conhecido como José Malhoa.
Com apenas 12 anos entrou para a escola de Belas Artes. Realizou inúmeras exposições, tanto em Portugal como no estrangeiro. Foi o primeiro presidente da Sociedade Nacional de Belas Artes e foi condecorado com a Grã-Cruz da Ordem de Santiago. Em 1933, ano da sua morte, foi criado o Museu de José Malhoa nas Caldas da Rainha.
Tendo aptidão para desenho e pintura reveladas logo na primeira infância, ingressa na Escola de Belas Artes de Lisboa. Trabalhou no comércio com o seu irmão, pintava apenas nas horas vagas, quando realizou a tela "A Seara Invadida", que inscreveu na exposição de Madrid, em 1882. O sucesso do quadro fez com que José Malhoa recebesse algumas encomendas, como o teto da sala de concertos no Conservatório Real de Lisboa, depois, o da sala do Supremo Tribunal de Justiça daquela cidade e a partir daí surgiram mais trabalhos que contribuíram para a sua notoriedade, como a pintura do teto da sala de jantar do Palácio do Conde de Burnay e dos aposentos do infante D. Afonso.
Também foi através das encomendas de obras para prédios públicos que José Malhoa dedicou espaço na sua carreira para a pintura histórica. É desta fase o emblemático quadro "O último interrogatório do Marquês de Pombal" e "A partida de Vasco da Gama", que inscreveu no concurso da Câmara Municipal de Lisboa, no qual conseguiu o primeiro lugar, em 1888, sendo agraciado com o grau de Cavaleiro da Ordem de Cristo. Outras obras importantes dentro da pintura histórica são os murais que se encontram no Museu da Marinha, realizados entre 1905 e 1908.
"Clara" de 1903
José Malhoa, tornou-se um pintor muito popular em Portugal por conta dos inúmeros quadros que pintou tendo como referência as paisagens lusitanas, principalmente as que contam um pouco da história dos camponeses, predominando o espaço rural. Mesmo sendo a sua obra claramente naturalista, as influências românticas não deixam de estar presentes, como as encontradas no quadro "A Beira Mar". Outros dois quadros se destacam "Os Bêbados", de 1907 e "O Fado", de 1910.

"Os bêbados"
Mas as cores vivas, a luminosidade, a alegria permeiam as diferentes fases da carreira do artista. O jeito brejeiro da camponesa do início do século traz ao espaço rural uma sensualidade possível. A obra "Clara", de 1903 mostra a beleza da mulher do campo, tema retomado em outros quadros, como "Cócegas", de 1904.  Malhoa deixou, em seu acervo, muitos retratos. A sua fama permitiu-lhe manter durante um bom tempo o número de encomendas de retratos, sempre oriundas da alta sociedade de Lisboa. 
 "As promessas"

Depois de muitas obras produzidas (Pintadas), o Museu Nacional de Belas Artes promoveu uma exposição retrospectiva. Após a morte de José Malhoa ficou decidido que um museu lhe seria dedicado nas Caldas da Rainha. 
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acho que deve ser respeitada... http://www.goiasc...
vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
a discografia tem um ep com o titulo errado, onde ...
Armando Gama fomos contemporâneos no Salvador Corr...
A juventude nos leva a caminhos ruins , e procuram...
A primeira fotografia é da Praça Marquês de Pombal...
Eu gosto de ti Beto adorei cd foi muito bom ele é ...
GANHA MENSALMENTE COMO PRESIDENTE DA COMISSÃO EURO...
Que feio!Foi no meu blog, pegou meu texto, modific...
E um meio de sobrevive
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