O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
A última Famel [Filme completo]
Caras conhecidas e muitas figuras públicas do mundo social português, entre eles Zé Carlos Pereira, Jorge Monte Real, Fátima Preto, Patrícia Brito e Cunha, Sara Aleixo, Raquel Loureiro, entre outros, protagonizaram o filme “A última Famel”. A história retrata o desaparecimento industrial da mítica motorizada da região da Bairrada, a famosa Famel/Zundap
PUBLICADO digitalblueradio às 15:18 | LINK DO POST
tags:
A última Famel [Filme completo]
Caras conhecidas e muitas figuras públicas do mundo social português, entre eles Zé Carlos Pereira, Jorge Monte Real, Fátima Preto, Patrícia Brito e Cunha, Sara Aleixo, Raquel Loureiro, entre outros, protagonizaram o filme “A última Famel”. A história retrata o desaparecimento industrial da mítica motorizada da região da Bairrada, a famosa Famel/Zundap
PUBLICADO digitalblueradio às 15:18 | LINK DO POST
tags:
A última Famel [Filme completo]
Caras conhecidas e muitas figuras públicas do mundo social português, entre eles Zé Carlos Pereira, Jorge Monte Real, Fátima Preto, Patrícia Brito e Cunha, Sara Aleixo, Raquel Loureiro, entre outros, protagonizaram o filme “A última Famel”. A história retrata o desaparecimento industrial da mítica motorizada da região da Bairrada, a famosa Famel/Zundap
PUBLICADO digitalblueradio às 15:18 | LINK DO POST
tags:
André Sardet é natural de Coimbra, onde nasceu no dia 8 de Janeiro de 1976, o músico que começou por ser conhecido pelo tema "O Azul do Céu", nem sempre quis escrever canções e tocar guitarra. Fez parte de uma banda durante a adolescência, mas pouco depois abandonou o projecto e começou a compor por conta própria, e quando se apercebeu que tinha material suficiente para gravar um disco, colocou as cartas nas mesa e em 1996 editou o seu álbum de estreia, a que chamou "Imagens".
Para além de "Azul do Céu", o registo incluiu ainda canções como "Frágil", "Não Mexas no Tempo" e "Um Minuto de Prazer".
Dois anos mais tarde, estava nas lojas novo álbum de originais, desta feita intitulado "Agitar Antes de Usar", que teve por single de apresentação o tema "Perto, Mais Perto".
Sem pressa de chegar ao centro das luzes da ribalta, André Sardet optou então por fazer uma pausa mais alongada no que tocava à edição de um novo disco, tendo aproveitado para reflectir sobre os seus objectivos, estudar e viajar. Começou então a compor um álbum autobiográfico, a que chamou "André Sardet", e onde contou nas letras alguns dos bons e maus momentos da sua vida. O disco foi editado em 2002 e contou com a colaboração de Rui Veloso, Luís Represas e Mafalda Veiga.
Em 2006 lança o álbum "Acústico". Em 2008 é lançado o disco "Mundo de Cartão" e em 2009 a sua versão ao vivo.
Da sua discografia gostaria de destacar alguns momentos
André Sardet - Passaro Azul

O indispensável "Foi Feitiço"

"Quando te falei em amor"

"Adivinha quanto gosto de ti"

" ROUBO-TE UM BEIJO"

A fechar um medley ao vivo 

DISCOGRAFIA

Imagens (1996)
Agitar Antes de Usar (1998)
André Sardet (2002)
Mundo de Cartão (2008)
Pára, Escuta e Olha (2011)
Álbuns ao vivo
Acústico (2006)
Mundo de Cartão - Ao Vivo (2009)
PUBLICADO digitalblueradio às 13:04 | LINK DO POST
André Sardet é natural de Coimbra, onde nasceu no dia 8 de Janeiro de 1976, o músico que começou por ser conhecido pelo tema "O Azul do Céu", nem sempre quis escrever canções e tocar guitarra. Fez parte de uma banda durante a adolescência, mas pouco depois abandonou o projecto e começou a compor por conta própria, e quando se apercebeu que tinha material suficiente para gravar um disco, colocou as cartas nas mesa e em 1996 editou o seu álbum de estreia, a que chamou "Imagens".
Para além de "Azul do Céu", o registo incluiu ainda canções como "Frágil", "Não Mexas no Tempo" e "Um Minuto de Prazer".
Dois anos mais tarde, estava nas lojas novo álbum de originais, desta feita intitulado "Agitar Antes de Usar", que teve por single de apresentação o tema "Perto, Mais Perto".
Sem pressa de chegar ao centro das luzes da ribalta, André Sardet optou então por fazer uma pausa mais alongada no que tocava à edição de um novo disco, tendo aproveitado para reflectir sobre os seus objectivos, estudar e viajar. Começou então a compor um álbum autobiográfico, a que chamou "André Sardet", e onde contou nas letras alguns dos bons e maus momentos da sua vida. O disco foi editado em 2002 e contou com a colaboração de Rui Veloso, Luís Represas e Mafalda Veiga.
Em 2006 lança o álbum "Acústico". Em 2008 é lançado o disco "Mundo de Cartão" e em 2009 a sua versão ao vivo.
Da sua discografia gostaria de destacar alguns momentos
André Sardet - Passaro Azul

O indispensável "Foi Feitiço"

"Quando te falei em amor"

"Adivinha quanto gosto de ti"

" ROUBO-TE UM BEIJO"

A fechar um medley ao vivo 

DISCOGRAFIA

Imagens (1996)
Agitar Antes de Usar (1998)
André Sardet (2002)
Mundo de Cartão (2008)
Pára, Escuta e Olha (2011)
Álbuns ao vivo
Acústico (2006)
Mundo de Cartão - Ao Vivo (2009)
PUBLICADO digitalblueradio às 13:04 | LINK DO POST
André Sardet é natural de Coimbra, onde nasceu no dia 8 de Janeiro de 1976, o músico que começou por ser conhecido pelo tema "O Azul do Céu", nem sempre quis escrever canções e tocar guitarra. Fez parte de uma banda durante a adolescência, mas pouco depois abandonou o projecto e começou a compor por conta própria, e quando se apercebeu que tinha material suficiente para gravar um disco, colocou as cartas nas mesa e em 1996 editou o seu álbum de estreia, a que chamou "Imagens".
Para além de "Azul do Céu", o registo incluiu ainda canções como "Frágil", "Não Mexas no Tempo" e "Um Minuto de Prazer".
Dois anos mais tarde, estava nas lojas novo álbum de originais, desta feita intitulado "Agitar Antes de Usar", que teve por single de apresentação o tema "Perto, Mais Perto".
Sem pressa de chegar ao centro das luzes da ribalta, André Sardet optou então por fazer uma pausa mais alongada no que tocava à edição de um novo disco, tendo aproveitado para reflectir sobre os seus objectivos, estudar e viajar. Começou então a compor um álbum autobiográfico, a que chamou "André Sardet", e onde contou nas letras alguns dos bons e maus momentos da sua vida. O disco foi editado em 2002 e contou com a colaboração de Rui Veloso, Luís Represas e Mafalda Veiga.
Em 2006 lança o álbum "Acústico". Em 2008 é lançado o disco "Mundo de Cartão" e em 2009 a sua versão ao vivo.
Da sua discografia gostaria de destacar alguns momentos
André Sardet - Passaro Azul

O indispensável "Foi Feitiço"

"Quando te falei em amor"

"Adivinha quanto gosto de ti"

" ROUBO-TE UM BEIJO"

A fechar um medley ao vivo 

DISCOGRAFIA

Imagens (1996)
Agitar Antes de Usar (1998)
André Sardet (2002)
Mundo de Cartão (2008)
Pára, Escuta e Olha (2011)
Álbuns ao vivo
Acústico (2006)
Mundo de Cartão - Ao Vivo (2009)
PUBLICADO digitalblueradio às 13:04 | LINK DO POST
tags:
José Maria Viana Dionísio nasceu em Lisboa a 6 de Dezembro de 1922 e morreu a 8 de Janeiro de 2003, foi actor de teatro de revista, cinema e televisão. Foi, também, pintor, expondo em Portugal e no estrangeiro. 
José Viana desde muito jovem que demonstrou aptidão e jeito para desenhar , aos 13 anos, já desenhava para o «Jornal O Senhor Doutor», o suplemento de «O Século», «Pim Pam Pum» e a fazer capas para o «O Papagaio». Também desde muito cedo se sente atraído pela música do swing e do jazz, passa também a cantar integrado em conjuntos musicais que animam nas colectividades populares de cultura e recreio, posteriormente canta em recintos nocturnos, mas como segunda ocupação. 
Estreia-se como actor amador, em obras de Gil Vicente, Alves Redol, e outros. Estreia-se na RTP com o programa «Riscos e Gatafunhos» e depois «Melodias de Sempre», programas que lhe dão grande notoriedade. Estreia-se como autor, ao lado de Nelson Barros em 1959 na revista «Mulheres à Vista», e destaca-se na rábula «Inimigo de Lisboa». Em 1963, encena pela primeira vez uma revista, «Elas São o Espectáculo», seguindo-se outro sucesso com «Embaixador do Fado». Nas andanças do teatro de revista, conhece uma actriz brasileira Jújú Batista, que lhe dá uma filha, a Maria. 
Passados alguns anos José Viana conhece Dora Leal, com quem contracena e passa a ser sua companheira de que resultam duas filhas (a Maria Raquel e a Madalena Leal). Em meados da década de 60, José Viana atinge o auge da sua carreira, o «Zé Cacilheiro» surge em 1966, em «Zero, Zero, Zero - Ordem para Matar» que teve um êxito estrondoso, o tema foi gravado em disco e muito solicitado nas rádios de então.
Outras rábulas merecem destaque como «Carlos dos Jornais», «  O Zé Povinho vai ao Médico», «Esperteza Saloia», «Pimenta na Língua», entre outros. No cinema, José Viana teve algumas participações, em pequenos papéis como em O «Cerro dos Enforcados», de Fernando Garcia (1953) e «Perdeu-se um Marido», de Henrique Campos (1956) mas foi em «O Recado» (1972), de José Fonseca e Costa, a «A Fuga» (1976), de Luís Filipe Rocha, «A Ilha» (1990), de Joaquim Leitão, e «O Fim do Mundo» (1992), de João Mário Grilo, que o seu talento é mais reconhecido.
No entanto participou ainda nos filmes "Máscara de Aço Contra Abismo Azul" de 1988, "A Ilha" em 1990, "Aqui D'El Rei!", "Entre Mortos e Vivos", "Viuvez Secreta" em 1992, um ano depois surge em "O Fim do Mundo" e finalmente "Morte Macaca" em 1997 e "Jerónimo" em1998.
Morreu a 8 de Janeiro de 2003
PUBLICADO digitalblueradio às 13:03 | LINK DO POST
José Maria Viana Dionísio nasceu em Lisboa a 6 de Dezembro de 1922 e morreu a 8 de Janeiro de 2003, foi actor de teatro de revista, cinema e televisão. Foi, também, pintor, expondo em Portugal e no estrangeiro. 
José Viana desde muito jovem que demonstrou aptidão e jeito para desenhar , aos 13 anos, já desenhava para o «Jornal O Senhor Doutor», o suplemento de «O Século», «Pim Pam Pum» e a fazer capas para o «O Papagaio». Também desde muito cedo se sente atraído pela música do swing e do jazz, passa também a cantar integrado em conjuntos musicais que animam nas colectividades populares de cultura e recreio, posteriormente canta em recintos nocturnos, mas como segunda ocupação. 
Estreia-se como actor amador, em obras de Gil Vicente, Alves Redol, e outros. Estreia-se na RTP com o programa «Riscos e Gatafunhos» e depois «Melodias de Sempre», programas que lhe dão grande notoriedade. Estreia-se como autor, ao lado de Nelson Barros em 1959 na revista «Mulheres à Vista», e destaca-se na rábula «Inimigo de Lisboa». Em 1963, encena pela primeira vez uma revista, «Elas São o Espectáculo», seguindo-se outro sucesso com «Embaixador do Fado». Nas andanças do teatro de revista, conhece uma actriz brasileira Jújú Batista, que lhe dá uma filha, a Maria. 
Passados alguns anos José Viana conhece Dora Leal, com quem contracena e passa a ser sua companheira de que resultam duas filhas (a Maria Raquel e a Madalena Leal). Em meados da década de 60, José Viana atinge o auge da sua carreira, o «Zé Cacilheiro» surge em 1966, em «Zero, Zero, Zero - Ordem para Matar» que teve um êxito estrondoso, o tema foi gravado em disco e muito solicitado nas rádios de então.
Outras rábulas merecem destaque como «Carlos dos Jornais», «  O Zé Povinho vai ao Médico», «Esperteza Saloia», «Pimenta na Língua», entre outros. No cinema, José Viana teve algumas participações, em pequenos papéis como em O «Cerro dos Enforcados», de Fernando Garcia (1953) e «Perdeu-se um Marido», de Henrique Campos (1956) mas foi em «O Recado» (1972), de José Fonseca e Costa, a «A Fuga» (1976), de Luís Filipe Rocha, «A Ilha» (1990), de Joaquim Leitão, e «O Fim do Mundo» (1992), de João Mário Grilo, que o seu talento é mais reconhecido.
No entanto participou ainda nos filmes "Máscara de Aço Contra Abismo Azul" de 1988, "A Ilha" em 1990, "Aqui D'El Rei!", "Entre Mortos e Vivos", "Viuvez Secreta" em 1992, um ano depois surge em "O Fim do Mundo" e finalmente "Morte Macaca" em 1997 e "Jerónimo" em1998.
Morreu a 8 de Janeiro de 2003
PUBLICADO digitalblueradio às 13:03 | LINK DO POST
José Maria Viana Dionísio nasceu em Lisboa a 6 de Dezembro de 1922 e morreu a 8 de Janeiro de 2003, foi actor de teatro de revista, cinema e televisão. Foi, também, pintor, expondo em Portugal e no estrangeiro. 
José Viana desde muito jovem que demonstrou aptidão e jeito para desenhar , aos 13 anos, já desenhava para o «Jornal O Senhor Doutor», o suplemento de «O Século», «Pim Pam Pum» e a fazer capas para o «O Papagaio». Também desde muito cedo se sente atraído pela música do swing e do jazz, passa também a cantar integrado em conjuntos musicais que animam nas colectividades populares de cultura e recreio, posteriormente canta em recintos nocturnos, mas como segunda ocupação. 
Estreia-se como actor amador, em obras de Gil Vicente, Alves Redol, e outros. Estreia-se na RTP com o programa «Riscos e Gatafunhos» e depois «Melodias de Sempre», programas que lhe dão grande notoriedade. Estreia-se como autor, ao lado de Nelson Barros em 1959 na revista «Mulheres à Vista», e destaca-se na rábula «Inimigo de Lisboa». Em 1963, encena pela primeira vez uma revista, «Elas São o Espectáculo», seguindo-se outro sucesso com «Embaixador do Fado». Nas andanças do teatro de revista, conhece uma actriz brasileira Jújú Batista, que lhe dá uma filha, a Maria. 
Passados alguns anos José Viana conhece Dora Leal, com quem contracena e passa a ser sua companheira de que resultam duas filhas (a Maria Raquel e a Madalena Leal). Em meados da década de 60, José Viana atinge o auge da sua carreira, o «Zé Cacilheiro» surge em 1966, em «Zero, Zero, Zero - Ordem para Matar» que teve um êxito estrondoso, o tema foi gravado em disco e muito solicitado nas rádios de então.
Outras rábulas merecem destaque como «Carlos dos Jornais», «  O Zé Povinho vai ao Médico», «Esperteza Saloia», «Pimenta na Língua», entre outros. No cinema, José Viana teve algumas participações, em pequenos papéis como em O «Cerro dos Enforcados», de Fernando Garcia (1953) e «Perdeu-se um Marido», de Henrique Campos (1956) mas foi em «O Recado» (1972), de José Fonseca e Costa, a «A Fuga» (1976), de Luís Filipe Rocha, «A Ilha» (1990), de Joaquim Leitão, e «O Fim do Mundo» (1992), de João Mário Grilo, que o seu talento é mais reconhecido.
No entanto participou ainda nos filmes "Máscara de Aço Contra Abismo Azul" de 1988, "A Ilha" em 1990, "Aqui D'El Rei!", "Entre Mortos e Vivos", "Viuvez Secreta" em 1992, um ano depois surge em "O Fim do Mundo" e finalmente "Morte Macaca" em 1997 e "Jerónimo" em1998.
Morreu a 8 de Janeiro de 2003
PUBLICADO digitalblueradio às 13:03 | LINK DO POST
tags:
Galileu Galilei nasceu em Pisa, Itália a 15 de fevereiro de 1564 e faleceu em Florença a 8 de janeiro de 1642, foi um físico, matemático, astrónomo e filósofo italiano.
Galileu foi uma personalidade fundamental na revolução científica. Foi o mais velho dos sete filhos de Vincenzo Galilei e de Giulia Ammannati. Viveu a maior parte da sua vida em Pisa e em Florença, na época integrantes do Grão-Ducado da Toscana.
Galileu melhorou o telescópio refrator e com ele descobriu as manchas solares, as montanhas da Lua, as fases de Vénus, quatro dos satélites de Júpiter, os anéis de Saturno, as estrelas da Via Láctea. 
O físico desenvolveu ainda vários instrumentos como a balança hidrostática, um tipo de compasso geométrico que permitia medir ângulos e áreas, o termómetro de Galileu e o precursor do relógio de pêndulo. Galileu é considerado o "pai da ciência moderna". Galileu estudou na Universidade de Pisa (medicina), no entanto desistiu de estudar medicina dois anos depois e decidiu estudar matemática, abandonou a universidade em 1585, sem obter o título e foi para Florença, onde deu aulas particulares e continuou os estudos de matemática, mecânica e hidrostática. Em 1588 foi nomeado para a cátedra de matemática na Universidade de Pisa. Em 1592 conseguiu a cátedra de matemática na Universidade de Pádua, onde passou os 18 anos seguintes, ensinou geometria, mecânica e astronomia. 
Galileu não inventou o telescópio, embora o termo "telescópio" tenha sido inventado em Itália em 1611. Galileu foi o primeiro a fazer uso científico do telescópio, ao fazer observações astronómicas com ele. Descobriu assim que a Via Láctea é composta de miríades de estrelas, descobriu ainda os satélites de Júpiter, as montanhas e crateras da Lua. Todas essas descobertas foram feitas em 1610. Entretanto abandonou Pádua e foi viver para Florença. 
A casa fiorentina de Galileu
Em 1611, Galileu foi convocado a Roma para apresentar as suas descobertas ao Colégio Romano dos jesuítas, onde se encontrava o futuro Papa Urbano VIII e o cardeal Roberto Bellarmino, que reconhece as suas descobertas. Os matemáticos do Colégio Romano eram considerados as maiores autoridades daquele tempo. Em 1616, a Inquisição (Tribunal do Santo Ofício) pronunciou-se sobre a Teoria Heliocêntrica declarando que a afirmação de que o Sol é o centro imóvel do Universo era herética e que a de que a terra se move estava "teologicamente" errada. Galileu foi nesta altura convocado a Roma para defender as suas ideias perante o Tribunal do Santo Ofício, tendo este decidido não haver provas suficientes para concluir que a Terra se movia e que por isso admoestou Galileu a abandonar a defesa da teoria heliocêntrica, tendo Galileu persistido em ir mais longe nas suas ideias, foi então proibido de divulgá-las ou ensiná-las.
Apesar das admoestações, encorajado pela entrada em funções em 1623 do novo Papa Urbano VIII, publicou "O Analisador", onde colocava em causa muitas ideias de Aristóteles sobre movimento, entre elas a de que os corpos pesados caem mais rápido que os leves e voltava a defender a teoria de que a Terra e outros astros giravam em torno do sol e que este estava fixo no centro do Universo. O papa Urbano VIII tinha sido testemunha de defesa no processo de 1616, recebeu Galileu no Vaticano em seis audiências em que lhe ofereceu honrarias, dinheiro (pensões de promoção académica e apoio científico) e recomendações. No entanto, o Papa não aceitou o pedido de Galileu de revogar o decreto de 1616 contra o heliocentrismo.
Roma convocou Galileu para ser julgado, apesar de este se encontrar bastante doente, após um julgamento longo e atribulado foi condenado a abjurar publicamente as suas ideias e à prisão por tempo indefinido. Os livros de Galileu foram censurados e proibidos, Galileu conseguiu no entanto comutar a pena de prisão a confinamento, primeiro no palácio do embaixador do Grão-duque da Toscana em Roma, depois na casa do arcebispo Piccolomini em Siena e mais tarde na sua própria casa de campo em Arcetri.
Túmulo de Galileu na Basílica de Santa Cruz em Florença
Em 1638 estava completamente cego. Há muitos equívocos quanto à morte de Galileu, pois não foi ele o cientista queimado vivo por sua concepção astronómica, mas Giordano Bruno (1548-1600) que havia sido condenado à morte por heresia nos tribunais da Inquisição ao defender ideias semelhantes. Galileo Galilei morre em Arcetri rodeado pela sua filha Maria Celeste e os seus discípulos. Foi enterrado na Basílica de Santa Cruz em Florença, onde também estão Machiavel e Michelangelo.
Mais de três séculos passados da sua condenação, é iniciada a revisão do seu processo que decide pela sua absolvição em 1983. 
O sistema cosmológico, na ciência, ensinava que a Terra estava parada no centro do universo e os outros corpos orbitavam em círculos ao seu redor. A Igreja Católica aceitava esse modelo. Nicolau Copérnico avançava com a teoria de que a Terra e os outros corpos celestes giravam ao redor do Sol, tese que ficou conhecida como heliocentrismo. A obra de Copérnico foi publicada com uma nota introdutória que explicava que o modelo apresentado devia ser interpretado apenas como uma ferramenta matemática que simplificava o cálculo das órbitas dos corpos celestes e nunca como uma descrição da realidade.
Galileu nunca casou, mas teve um relacionamento com Marina Gamba, uma mulher que conheceu em Veneza. Marina morou na casa de Galileu em Pádua, onde deu à luz três crianças, duas filhas, Virgínia e Lívia, foram colocadas em conventos onde se tornaram, respectivamente, irmã Maria Celeste e irmã Arcângela. Em 1610, Galileu mudou-se de Pádua para Florença onde assumiu uma posição na corte dos Médici. Galileu deixou o seu filho, Vincenzo, com Marina Gamba em Pádua. Em 1613, Marina casou-se com Giovanni Bartoluzzi, e Vincenzo foi viver junto com o pai para Florença.
PUBLICADO digitalblueradio às 12:53 | LINK DO POST
tags:
QUEM SOU EU
PESQUISAR NO BLOG
 
Janeiro 2011
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
COMENTÁRIOS
acho que deve ser respeitada... http://www.goiasc...
vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
a discografia tem um ep com o titulo errado, onde ...
Armando Gama fomos contemporâneos no Salvador Corr...
A juventude nos leva a caminhos ruins , e procuram...
A primeira fotografia é da Praça Marquês de Pombal...
Eu gosto de ti Beto adorei cd foi muito bom ele é ...
GANHA MENSALMENTE COMO PRESIDENTE DA COMISSÃO EURO...
Que feio!Foi no meu blog, pegou meu texto, modific...
E um meio de sobrevive
MAIS COMENTADOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
subscrever feeds
blogs SAPO