O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
James Cleveland Owens, conhecido como Jesse Owens, atleta norte-americano de alta craveira, morreu em Tucson, no Arizona, a 31 de Março de 1980, vítima de doença oncológica pulmonar. 
Nasceu em Oakville, Alabama, no dia 12 de Setembro de 1913. Participou nos Jogos Olímpicos de 1936 em Berlim, onde ganhou as medalhas de ouro dos 100 e 200 metros, do salto em comprimento e da estafeta 4 x 100 m. Já antes em 1935, cometera a proeza de bater quatro recordes americanos e igualar outro, no espaço de 45 minutos.
Hitler deu incentivos aos atletas alemães “não judeus” para que estes conseguissem arrecadar medalhas, obtiveram 33 medalhas de ouro contra 24 dos Estados Unidos. Segundo os nazis estaria ali a prova da excelência da sua ideologia. Para desgosto de Hitler, porém, um negro (Cornelius Johnson) ganhou a medalha de ouro no salto em altura. Hitler, que já tinha apertado a mão de um atleta finlandês e de outro alemão, ambos vencedores, ter-se-ia retirado do estádio logo no primeiro dia, após ter sido alertado pelo Comité Olímpico Internacional de que teria de cumprimentar todos os vencedores ou nenhum.
Daí em diante começou o show de Jesse Owens, que saiu vitorioso das quatro provas atrás aludidas. Curiosamente esta performance seria igualada nos Jogos de 1984 por outro atleta americano - Carl Lewis. Suprema ironia, Franklin Roosevelt, que preparava as eleições americanas, temendo a reacção do eleitorado do Sul, recusou receber Owens na Casa Branca. 
Depois dos Jogos, Jesse Owens viveu com dificuldades, continuando a fazer a promoção do atletismo. Organizavam-se espectáculos em que ele dava avanço a outros corredores, acabando por ganhar e chegou a vencer corridas contra cavalos.
Recebeu em 1976, quarenta anos depois do seu feito, a Medalha da Liberdade e em 1990 a Medalha de Ouro do Congresso a título póstumo. Em 1984, foi dado o seu nome a uma rua de Berlim.
A maior lição de vida de Owens não é porém a sua história com Adolf Hitler, que está aliás cheia de especulações, mas sim o facto de ter contribuído para que muitos dos seus conterrâneos americanos passassem a aceitar e a respeitar os cidadãos de raça negra.
Informações pessoais
Nome completo - James Cleveland Owens
Modalidade - Atletismo
Nascimento -  12 de Setembro de 1913
Oakville, Alabama
Falecimento - 31 de março de 1980 (66 anos)
Tucson, Arizona
Medalhas
Jogos Olímpicos
Ouro Berlim 1936 100 metros rasos
Ouro Berlim 1936 200 metros rasos
Ouro Berlim 1936 4x100 metros rasos
Ouro Berlim 1936 Salto em comprimento
PUBLICADO digitalblueradio às 14:12 | LINK DO POST
 Mickey participa num rally onde todos são vencedores.
PUBLICADO digitalblueradio às 13:40 | LINK DO POST
 Mickey participa num rally onde todos são vencedores.
PUBLICADO digitalblueradio às 13:40 | LINK DO POST
 Mickey participa num rally onde todos são vencedores.
PUBLICADO digitalblueradio às 13:40 | LINK DO POST
A Marinha Portuguesa é o ramo das Forças Armadas Portuguesas que tem por missão cooperar, de forma integrada, na defesa militar de Portugal, através da realização de operações navais. A Marinha desempenha também missões no âmbito dos compromissos internacionais assumidos por Portugal, bem como missões de interesse público.
A Marinha Portuguesa inclui também, componentes não militares, responsáveis pelas áreas da autoridade e segurança marítima, a investigação e os assuntos culturais relacionados com o Mar...
A Marinha Portuguesa é, também, referida como "Marinha de Guerra Portuguesa" ou  "Armada Portuguesa". Até à extinção do Ministério da Marinha, em 1974 os termos tinham diferentes significados. "Marinha" designava o conjunto constituído pela marinha mercante e pela marinha de guerra, ambas tuteladas pelo Ministério da Marinha. "Marinha de Guerra" designava a componente da Marinha dedicada à actividade militar. "Armada" designava o escalão mais elevado das forças navais, sendo, a Armada nacional, a totalidade das forças navais que constituíam a Marinha de Guerra da Nação. Portanto a Armada era, ao mesmo tempo, o ramo naval das Forças Armadas e a componente militar da Marinha. A partir de 1982, o ramo naval das Forças Armadas passou a ser, oficialmente, designado "Marinha", mantendo-se, contudo, o uso do termo "Armada" para designar alguns dos seus órgãos.
A Marinha Portuguesa tem uma história bastante antiga, que se liga à própria história de Portugal, aliás, a Marinha de Guerra Portuguesa é o ramo das Forças Armadas mais antigo do mundo, de acordo com a bula papal. A primeira batalha naval da Marinha Portuguesa de que se tem conhecimento, deu-se em 1180, durante o reinado do primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, ao largo do Cabo Espichel, quando uma esquadra portuguesa, comandada por D. Fuas Roupinho, derrotou uma esquadra muçulmana.
É o Rei D. Dinis quem decide, pela primeira vez, dar uma organização permanente à Marinha Real em 1312, sendo nessa altura nomeado o primeiro Almirante do Reino, Manuel Pessanha. No final do século XIV, dá-se início à expansão ultramarina portuguesa que se irá manter até século XVI. A Marinha toma aí o papel principal, primeiro explorando os oceanos e depois combatendo as potências que se opunham ao domínio português. A partir daí, a Marinha Portuguesa passa a actuar em todos os oceanos do mundo, desde o Atlântico ao Pacífico.
Com a União Ibérica em 1580, a esquadra portuguesa é utilizada por Filipe I (Filipe II de Espanha) para combater os inimigos de Espanha. Na sequência dessa atitude os mais poderosos navios portugueses são incorporados na "Armada Invencível", sendo muitos destruídos com ela. A partir daí a Marinha Portuguesa entra num período de decadência de que já só vai recuperar muito depois da restauração da independência em 1640.
No século XVIII, a Marinha Portuguesa floresce outra vez, até atingir o seu auge por volta de 1800. É nesse período que, sob o comando do Conde do Rio Grande, e obstinação do conde de São Vicente a esquadra portuguesa enfrenta a esquadra turca no Mediterrâneo que ameaçava o sul da Europa, na Batalha do Cabo Matapão em 1717. A partir de meados do século XIX, a Marinha Portuguesa torna-se essencialmente uma Marinha Colonial, sendo a sua principal função o apoio às guerras de pacificação e ocupação dos territórios coloniais africanos.
Na 1ª Guerra Mundial, a Marinha Portuguesa actua sobretudo na escolta dos comboios de tropas que se dirigem para África e para a França e apoia as operações contra os alemães no norte de Moçambique. Durante a 2ª Guerra Mundial a Marinha Portuguesa tem como função principal a garantia da neutralidade portuguesa. Nessa função destaca-se a protecção do estratégico arquipélago dos Açores. No final dessa guerra a Marinha participa na libertação de Timor da ocupação japonesa.
Com o início da Guerra Fria e a entrada de Portugal na NATO, a Marinha Portuguesa passa a dar prioridade à ameaça submarina do Pacto de Varsóvia. A partir de 1961 a Marinha volta a dar novamente grande atenção a África, sendo parte activa na Guerra do Ultramar. Nesse período dá-se uma enorme expansão do número de corvetas, navios de patrulha e lanchas de desembarque destinados a apoiar as operações anfíbias. Nesta guerra destaca-se também a actuação dos fuzileiros navais em operações de assalto anfíbio e de protecção de comboios fluviais.
Com o fim da Guerra do Ultramar em 1975, a Marinha Portuguesa torna-se, pela primeira vez em quase 500 anos, uma marinha estritamente europeia, voltando a ter como atenção principal a ameaça naval soviética. Desde o final do século XX, com o fim da Guerra Fria, a Marinha Portuguesa passou a ter como atenção principal o apoio às operações multinacionais e o combate ao terrorismo.
As unidades navais armadas da Marinha Portuguesa recebem o prefixo "N.R.P." antes do respectivo nome, significando "Navio da República Portuguesa". As unidades não armadas recebem o prefixo "U.A.M." significando "Unidade Auxiliar da Marinha".



PUBLICADO digitalblueradio às 14:43 | LINK DO POST
tags:
A Marinha Portuguesa é o ramo das Forças Armadas Portuguesas que tem por missão cooperar, de forma integrada, na defesa militar de Portugal, através da realização de operações navais. A Marinha desempenha também missões no âmbito dos compromissos internacionais assumidos por Portugal, bem como missões de interesse público.
A Marinha Portuguesa inclui também, componentes não militares, responsáveis pelas áreas da autoridade e segurança marítima, a investigação e os assuntos culturais relacionados com o Mar...
A Marinha Portuguesa é, também, referida como "Marinha de Guerra Portuguesa" ou  "Armada Portuguesa". Até à extinção do Ministério da Marinha, em 1974 os termos tinham diferentes significados. "Marinha" designava o conjunto constituído pela marinha mercante e pela marinha de guerra, ambas tuteladas pelo Ministério da Marinha. "Marinha de Guerra" designava a componente da Marinha dedicada à actividade militar. "Armada" designava o escalão mais elevado das forças navais, sendo, a Armada nacional, a totalidade das forças navais que constituíam a Marinha de Guerra da Nação. Portanto a Armada era, ao mesmo tempo, o ramo naval das Forças Armadas e a componente militar da Marinha. A partir de 1982, o ramo naval das Forças Armadas passou a ser, oficialmente, designado "Marinha", mantendo-se, contudo, o uso do termo "Armada" para designar alguns dos seus órgãos.
A Marinha Portuguesa tem uma história bastante antiga, que se liga à própria história de Portugal, aliás, a Marinha de Guerra Portuguesa é o ramo das Forças Armadas mais antigo do mundo, de acordo com a bula papal. A primeira batalha naval da Marinha Portuguesa de que se tem conhecimento, deu-se em 1180, durante o reinado do primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, ao largo do Cabo Espichel, quando uma esquadra portuguesa, comandada por D. Fuas Roupinho, derrotou uma esquadra muçulmana.
É o Rei D. Dinis quem decide, pela primeira vez, dar uma organização permanente à Marinha Real em 1312, sendo nessa altura nomeado o primeiro Almirante do Reino, Manuel Pessanha. No final do século XIV, dá-se início à expansão ultramarina portuguesa que se irá manter até século XVI. A Marinha toma aí o papel principal, primeiro explorando os oceanos e depois combatendo as potências que se opunham ao domínio português. A partir daí, a Marinha Portuguesa passa a actuar em todos os oceanos do mundo, desde o Atlântico ao Pacífico.
Com a União Ibérica em 1580, a esquadra portuguesa é utilizada por Filipe I (Filipe II de Espanha) para combater os inimigos de Espanha. Na sequência dessa atitude os mais poderosos navios portugueses são incorporados na "Armada Invencível", sendo muitos destruídos com ela. A partir daí a Marinha Portuguesa entra num período de decadência de que já só vai recuperar muito depois da restauração da independência em 1640.
No século XVIII, a Marinha Portuguesa floresce outra vez, até atingir o seu auge por volta de 1800. É nesse período que, sob o comando do Conde do Rio Grande, e obstinação do conde de São Vicente a esquadra portuguesa enfrenta a esquadra turca no Mediterrâneo que ameaçava o sul da Europa, na Batalha do Cabo Matapão em 1717. A partir de meados do século XIX, a Marinha Portuguesa torna-se essencialmente uma Marinha Colonial, sendo a sua principal função o apoio às guerras de pacificação e ocupação dos territórios coloniais africanos.
Na 1ª Guerra Mundial, a Marinha Portuguesa actua sobretudo na escolta dos comboios de tropas que se dirigem para África e para a França e apoia as operações contra os alemães no norte de Moçambique. Durante a 2ª Guerra Mundial a Marinha Portuguesa tem como função principal a garantia da neutralidade portuguesa. Nessa função destaca-se a protecção do estratégico arquipélago dos Açores. No final dessa guerra a Marinha participa na libertação de Timor da ocupação japonesa.
Com o início da Guerra Fria e a entrada de Portugal na NATO, a Marinha Portuguesa passa a dar prioridade à ameaça submarina do Pacto de Varsóvia. A partir de 1961 a Marinha volta a dar novamente grande atenção a África, sendo parte activa na Guerra do Ultramar. Nesse período dá-se uma enorme expansão do número de corvetas, navios de patrulha e lanchas de desembarque destinados a apoiar as operações anfíbias. Nesta guerra destaca-se também a actuação dos fuzileiros navais em operações de assalto anfíbio e de protecção de comboios fluviais.
Com o fim da Guerra do Ultramar em 1975, a Marinha Portuguesa torna-se, pela primeira vez em quase 500 anos, uma marinha estritamente europeia, voltando a ter como atenção principal a ameaça naval soviética. Desde o final do século XX, com o fim da Guerra Fria, a Marinha Portuguesa passou a ter como atenção principal o apoio às operações multinacionais e o combate ao terrorismo.
As unidades navais armadas da Marinha Portuguesa recebem o prefixo "N.R.P." antes do respectivo nome, significando "Navio da República Portuguesa". As unidades não armadas recebem o prefixo "U.A.M." significando "Unidade Auxiliar da Marinha".



PUBLICADO digitalblueradio às 14:43 | LINK DO POST
tags:
A Marinha Portuguesa é o ramo das Forças Armadas Portuguesas que tem por missão cooperar, de forma integrada, na defesa militar de Portugal, através da realização de operações navais. A Marinha desempenha também missões no âmbito dos compromissos internacionais assumidos por Portugal, bem como missões de interesse público.
A Marinha Portuguesa inclui também, componentes não militares, responsáveis pelas áreas da autoridade e segurança marítima, a investigação e os assuntos culturais relacionados com o Mar...
A Marinha Portuguesa é, também, referida como "Marinha de Guerra Portuguesa" ou  "Armada Portuguesa". Até à extinção do Ministério da Marinha, em 1974 os termos tinham diferentes significados. "Marinha" designava o conjunto constituído pela marinha mercante e pela marinha de guerra, ambas tuteladas pelo Ministério da Marinha. "Marinha de Guerra" designava a componente da Marinha dedicada à actividade militar. "Armada" designava o escalão mais elevado das forças navais, sendo, a Armada nacional, a totalidade das forças navais que constituíam a Marinha de Guerra da Nação. Portanto a Armada era, ao mesmo tempo, o ramo naval das Forças Armadas e a componente militar da Marinha. A partir de 1982, o ramo naval das Forças Armadas passou a ser, oficialmente, designado "Marinha", mantendo-se, contudo, o uso do termo "Armada" para designar alguns dos seus órgãos.
A Marinha Portuguesa tem uma história bastante antiga, que se liga à própria história de Portugal, aliás, a Marinha de Guerra Portuguesa é o ramo das Forças Armadas mais antigo do mundo, de acordo com a bula papal. A primeira batalha naval da Marinha Portuguesa de que se tem conhecimento, deu-se em 1180, durante o reinado do primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, ao largo do Cabo Espichel, quando uma esquadra portuguesa, comandada por D. Fuas Roupinho, derrotou uma esquadra muçulmana.
É o Rei D. Dinis quem decide, pela primeira vez, dar uma organização permanente à Marinha Real em 1312, sendo nessa altura nomeado o primeiro Almirante do Reino, Manuel Pessanha. No final do século XIV, dá-se início à expansão ultramarina portuguesa que se irá manter até século XVI. A Marinha toma aí o papel principal, primeiro explorando os oceanos e depois combatendo as potências que se opunham ao domínio português. A partir daí, a Marinha Portuguesa passa a actuar em todos os oceanos do mundo, desde o Atlântico ao Pacífico.
Com a União Ibérica em 1580, a esquadra portuguesa é utilizada por Filipe I (Filipe II de Espanha) para combater os inimigos de Espanha. Na sequência dessa atitude os mais poderosos navios portugueses são incorporados na "Armada Invencível", sendo muitos destruídos com ela. A partir daí a Marinha Portuguesa entra num período de decadência de que já só vai recuperar muito depois da restauração da independência em 1640.
No século XVIII, a Marinha Portuguesa floresce outra vez, até atingir o seu auge por volta de 1800. É nesse período que, sob o comando do Conde do Rio Grande, e obstinação do conde de São Vicente a esquadra portuguesa enfrenta a esquadra turca no Mediterrâneo que ameaçava o sul da Europa, na Batalha do Cabo Matapão em 1717. A partir de meados do século XIX, a Marinha Portuguesa torna-se essencialmente uma Marinha Colonial, sendo a sua principal função o apoio às guerras de pacificação e ocupação dos territórios coloniais africanos.
Na 1ª Guerra Mundial, a Marinha Portuguesa actua sobretudo na escolta dos comboios de tropas que se dirigem para África e para a França e apoia as operações contra os alemães no norte de Moçambique. Durante a 2ª Guerra Mundial a Marinha Portuguesa tem como função principal a garantia da neutralidade portuguesa. Nessa função destaca-se a protecção do estratégico arquipélago dos Açores. No final dessa guerra a Marinha participa na libertação de Timor da ocupação japonesa.
Com o início da Guerra Fria e a entrada de Portugal na NATO, a Marinha Portuguesa passa a dar prioridade à ameaça submarina do Pacto de Varsóvia. A partir de 1961 a Marinha volta a dar novamente grande atenção a África, sendo parte activa na Guerra do Ultramar. Nesse período dá-se uma enorme expansão do número de corvetas, navios de patrulha e lanchas de desembarque destinados a apoiar as operações anfíbias. Nesta guerra destaca-se também a actuação dos fuzileiros navais em operações de assalto anfíbio e de protecção de comboios fluviais.
Com o fim da Guerra do Ultramar em 1975, a Marinha Portuguesa torna-se, pela primeira vez em quase 500 anos, uma marinha estritamente europeia, voltando a ter como atenção principal a ameaça naval soviética. Desde o final do século XX, com o fim da Guerra Fria, a Marinha Portuguesa passou a ter como atenção principal o apoio às operações multinacionais e o combate ao terrorismo.
As unidades navais armadas da Marinha Portuguesa recebem o prefixo "N.R.P." antes do respectivo nome, significando "Navio da República Portuguesa". As unidades não armadas recebem o prefixo "U.A.M." significando "Unidade Auxiliar da Marinha".



PUBLICADO digitalblueradio às 14:43 | LINK DO POST
tags:
No alentejo duas comadres falavam uma com a outra.
 - ai, comadre ná aguento mais, essas doires me matam. Toda note é a mesma coisa. Se me viro po lado esquerdo ataca-me o fígado, se me viro po lado direito ataca-me o baço, se me viro de frente ataca-me o pulmão.

- Mas atão mulher, dorme de bruços. Sugeriu a vizinha.
- Nãm posso...
- Mas porque?
- Porque aí ataca-me o Manél
Estava um homem no leito da morte, chamou a sua mulher para conversar com ela e saber se ela lhe tinha sido fiel durante toda a vida em comum.

- Oh mulher, podes dizer sem medo...estou á beira da morte e não quero ir p´ra junto do senhor sem saber. Alguma vez me foste infiel? 
- Ô Zé, não digas essas coisas!! Descansa em paz...
- Podes falar mulher, eu preciso de saber.
- Mas eu não quero falar dessas coisas homem!!!
- Fala, vá conta...
Depois de muita insistência ela resolveu abrir o jogo:
- Pronto Zé, vou-te contar...
- Conta...
- Olha Zé, traí sim, mas foi só três vezes.
- Três vezes??? Bem numa vida inteira até que não foi muito, com quem?? 
- A primera foi quando foste demitido daquele emprego, quando te zangas-te com o chefe, lembras-te?
- Sim, mas eu fui admitido outra vez no dia a seguir.!
- Pois é Zé...eu fui lá conversar com ele,... e ele pediu-me algo em troca,..eu dei,....e ele contratou-te outra vez. 
- Ah, mulher, foi por amor, isso nem é traição, não posso levar a mal...foi por uma boa causa, foi pela necessidade da nossa família...tás perdoada. E a segunda?
- Lembras-te quando foste preso por teres armado confusão lá no café do bairro? 
- Lembro mulher, mas nem sequer tive um dia na cadeia.
- Pois é Zé...eu fui lá conversar com o chefe do posto, e ele pediu algo em troca,..eu dei,...e ele soltou-te.
- Oh mulher, é assim que eu vejo o quanto gostas de mim mulher,...foi por uma boa causa...foi pela nossa família e pela minha liberdade. E a última? 
- Oh homem,...
- Conta mulher!!!
- Lembras-te quando te candidatas-te a presidente da junta?
- Claro que me lembro, não ganhei por pouco!
- Pois é... eu consegui aqueles 1.752 votos...
PUBLICADO digitalblueradio às 21:37 | LINK DO POST
tags:
No alentejo duas comadres falavam uma com a outra.
 - ai, comadre ná aguento mais, essas doires me matam. Toda note é a mesma coisa. Se me viro po lado esquerdo ataca-me o fígado, se me viro po lado direito ataca-me o baço, se me viro de frente ataca-me o pulmão.

- Mas atão mulher, dorme de bruços. Sugeriu a vizinha.
- Nãm posso...
- Mas porque?
- Porque aí ataca-me o Manél
Estava um homem no leito da morte, chamou a sua mulher para conversar com ela e saber se ela lhe tinha sido fiel durante toda a vida em comum.

- Oh mulher, podes dizer sem medo...estou á beira da morte e não quero ir p´ra junto do senhor sem saber. Alguma vez me foste infiel? 
- Ô Zé, não digas essas coisas!! Descansa em paz...
- Podes falar mulher, eu preciso de saber.
- Mas eu não quero falar dessas coisas homem!!!
- Fala, vá conta...
Depois de muita insistência ela resolveu abrir o jogo:
- Pronto Zé, vou-te contar...
- Conta...
- Olha Zé, traí sim, mas foi só três vezes.
- Três vezes??? Bem numa vida inteira até que não foi muito, com quem?? 
- A primera foi quando foste demitido daquele emprego, quando te zangas-te com o chefe, lembras-te?
- Sim, mas eu fui admitido outra vez no dia a seguir.!
- Pois é Zé...eu fui lá conversar com ele,... e ele pediu-me algo em troca,..eu dei,....e ele contratou-te outra vez. 
- Ah, mulher, foi por amor, isso nem é traição, não posso levar a mal...foi por uma boa causa, foi pela necessidade da nossa família...tás perdoada. E a segunda?
- Lembras-te quando foste preso por teres armado confusão lá no café do bairro? 
- Lembro mulher, mas nem sequer tive um dia na cadeia.
- Pois é Zé...eu fui lá conversar com o chefe do posto, e ele pediu algo em troca,..eu dei,...e ele soltou-te.
- Oh mulher, é assim que eu vejo o quanto gostas de mim mulher,...foi por uma boa causa...foi pela nossa família e pela minha liberdade. E a última? 
- Oh homem,...
- Conta mulher!!!
- Lembras-te quando te candidatas-te a presidente da junta?
- Claro que me lembro, não ganhei por pouco!
- Pois é... eu consegui aqueles 1.752 votos...
PUBLICADO digitalblueradio às 21:37 | LINK DO POST
tags:
No alentejo duas comadres falavam uma com a outra.
 - ai, comadre ná aguento mais, essas doires me matam. Toda note é a mesma coisa. Se me viro po lado esquerdo ataca-me o fígado, se me viro po lado direito ataca-me o baço, se me viro de frente ataca-me o pulmão.

- Mas atão mulher, dorme de bruços. Sugeriu a vizinha.
- Nãm posso...
- Mas porque?
- Porque aí ataca-me o Manél
Estava um homem no leito da morte, chamou a sua mulher para conversar com ela e saber se ela lhe tinha sido fiel durante toda a vida em comum.

- Oh mulher, podes dizer sem medo...estou á beira da morte e não quero ir p´ra junto do senhor sem saber. Alguma vez me foste infiel? 
- Ô Zé, não digas essas coisas!! Descansa em paz...
- Podes falar mulher, eu preciso de saber.
- Mas eu não quero falar dessas coisas homem!!!
- Fala, vá conta...
Depois de muita insistência ela resolveu abrir o jogo:
- Pronto Zé, vou-te contar...
- Conta...
- Olha Zé, traí sim, mas foi só três vezes.
- Três vezes??? Bem numa vida inteira até que não foi muito, com quem?? 
- A primera foi quando foste demitido daquele emprego, quando te zangas-te com o chefe, lembras-te?
- Sim, mas eu fui admitido outra vez no dia a seguir.!
- Pois é Zé...eu fui lá conversar com ele,... e ele pediu-me algo em troca,..eu dei,....e ele contratou-te outra vez. 
- Ah, mulher, foi por amor, isso nem é traição, não posso levar a mal...foi por uma boa causa, foi pela necessidade da nossa família...tás perdoada. E a segunda?
- Lembras-te quando foste preso por teres armado confusão lá no café do bairro? 
- Lembro mulher, mas nem sequer tive um dia na cadeia.
- Pois é Zé...eu fui lá conversar com o chefe do posto, e ele pediu algo em troca,..eu dei,...e ele soltou-te.
- Oh mulher, é assim que eu vejo o quanto gostas de mim mulher,...foi por uma boa causa...foi pela nossa família e pela minha liberdade. E a última? 
- Oh homem,...
- Conta mulher!!!
- Lembras-te quando te candidatas-te a presidente da junta?
- Claro que me lembro, não ganhei por pouco!
- Pois é... eu consegui aqueles 1.752 votos...
PUBLICADO digitalblueradio às 21:37 | LINK DO POST
tags:
QUEM SOU EU
PESQUISAR NO BLOG
 
Março 2011
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
COMENTÁRIOS
acho que deve ser respeitada... http://www.goiasc...
vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
a discografia tem um ep com o titulo errado, onde ...
Armando Gama fomos contemporâneos no Salvador Corr...
A juventude nos leva a caminhos ruins , e procuram...
A primeira fotografia é da Praça Marquês de Pombal...
Eu gosto de ti Beto adorei cd foi muito bom ele é ...
GANHA MENSALMENTE COMO PRESIDENTE DA COMISSÃO EURO...
Que feio!Foi no meu blog, pegou meu texto, modific...
E um meio de sobrevive
MAIS COMENTADOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
subscrever feeds
blogs SAPO