O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
Glória de Matos nasceu em Lisboa a 30 de Maio de 1936, actriz. 

Iniciou a sua carreira em 1954.Foi uma das fundadoras da "Casa da Comédia". Integrada no Grupo Fernando Pessoa fez uma digressão ao Brasil, em 1962, para no ano seguinte, se fixar no Reino Unido. Em 1966 colabora com Raúl Solnado e em 1968 ingressa na Companhia Portuguesa de Comediantes, em 1969 está na companhia do Teatro Nacional D. Maria II. 
No cinema colabora com o realizador Manoel de Oliveira, tendo participado em "Benilde ou a Virgem Mãe" (1974), "Francisca" (1980), "Canibais" (1987), "Vale Abraão" (1993), "O Quinto Império - ontem como hoje" (2004), "Espelho Mágico" (2005) e "Singularidades de uma rapariga loira" (2009).
Professora da Escola de Teatro do Conservatório Nacional, de 1971 a 1975, e, da sua sucessora, a Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa, entre 1980 e 1999, foi ainda conselheira de programação por três anos, e orientadora do Centro de Formação da RTP, por doze anos. Na Universidade Aberta regeu a disciplina de Expressão Oral no Curso de Mestrado em Comunicação Educacional e Multimédia, de 1991 a 1995. Foi ainda assessora da Secretaria de Estado da Cultura, de 1990 a 1992, membro da Alta Autoridade para a Comunicação Social, 1991 a 1994, assessora do Instituto de Artes Cénicas, entre 1994 e 1998.

Em 2005 integrou o elenco da peça de Paula Vogel encenada por Fernanda Lapa, "A Mais Velha Profissão", no Teatro Nacional D. Maria II. Recebeu a Medalha de Mérito Cultural do Ministério da Cultura, em 2006.
 Glória de Matos fala de teatro e representação
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Glória de Matos nasceu em Lisboa a 30 de Maio de 1936, actriz. 

Iniciou a sua carreira em 1954.Foi uma das fundadoras da "Casa da Comédia". Integrada no Grupo Fernando Pessoa fez uma digressão ao Brasil, em 1962, para no ano seguinte, se fixar no Reino Unido. Em 1966 colabora com Raúl Solnado e em 1968 ingressa na Companhia Portuguesa de Comediantes, em 1969 está na companhia do Teatro Nacional D. Maria II. 
No cinema colabora com o realizador Manoel de Oliveira, tendo participado em "Benilde ou a Virgem Mãe" (1974), "Francisca" (1980), "Canibais" (1987), "Vale Abraão" (1993), "O Quinto Império - ontem como hoje" (2004), "Espelho Mágico" (2005) e "Singularidades de uma rapariga loira" (2009).
Professora da Escola de Teatro do Conservatório Nacional, de 1971 a 1975, e, da sua sucessora, a Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa, entre 1980 e 1999, foi ainda conselheira de programação por três anos, e orientadora do Centro de Formação da RTP, por doze anos. Na Universidade Aberta regeu a disciplina de Expressão Oral no Curso de Mestrado em Comunicação Educacional e Multimédia, de 1991 a 1995. Foi ainda assessora da Secretaria de Estado da Cultura, de 1990 a 1992, membro da Alta Autoridade para a Comunicação Social, 1991 a 1994, assessora do Instituto de Artes Cénicas, entre 1994 e 1998.

Em 2005 integrou o elenco da peça de Paula Vogel encenada por Fernanda Lapa, "A Mais Velha Profissão", no Teatro Nacional D. Maria II. Recebeu a Medalha de Mérito Cultural do Ministério da Cultura, em 2006.
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Glória de Matos nasceu em Lisboa a 30 de Maio de 1936, actriz. 

Iniciou a sua carreira em 1954.Foi uma das fundadoras da "Casa da Comédia". Integrada no Grupo Fernando Pessoa fez uma digressão ao Brasil, em 1962, para no ano seguinte, se fixar no Reino Unido. Em 1966 colabora com Raúl Solnado e em 1968 ingressa na Companhia Portuguesa de Comediantes, em 1969 está na companhia do Teatro Nacional D. Maria II. 
No cinema colabora com o realizador Manoel de Oliveira, tendo participado em "Benilde ou a Virgem Mãe" (1974), "Francisca" (1980), "Canibais" (1987), "Vale Abraão" (1993), "O Quinto Império - ontem como hoje" (2004), "Espelho Mágico" (2005) e "Singularidades de uma rapariga loira" (2009).
Professora da Escola de Teatro do Conservatório Nacional, de 1971 a 1975, e, da sua sucessora, a Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa, entre 1980 e 1999, foi ainda conselheira de programação por três anos, e orientadora do Centro de Formação da RTP, por doze anos. Na Universidade Aberta regeu a disciplina de Expressão Oral no Curso de Mestrado em Comunicação Educacional e Multimédia, de 1991 a 1995. Foi ainda assessora da Secretaria de Estado da Cultura, de 1990 a 1992, membro da Alta Autoridade para a Comunicação Social, 1991 a 1994, assessora do Instituto de Artes Cénicas, entre 1994 e 1998.

Em 2005 integrou o elenco da peça de Paula Vogel encenada por Fernanda Lapa, "A Mais Velha Profissão", no Teatro Nacional D. Maria II. Recebeu a Medalha de Mérito Cultural do Ministério da Cultura, em 2006.
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O Estádio do Futebol Clube do Porto, mais conhecido como Estádio das Antas, foi, como o nome indica, o estádio do Futebol Clube do Porto durante 52 anos. Foi substituído pelo Estádio do Dragão, inaugurado em 2003.
Foi numa Assembleia Geral em 1933 que surgiu a proposta de construção de um novo estádio, já que o Campo da Constituição começava a revelar-se pequeno para o FC Porto. A proposta foi aprovada por unanimidade, mas só em 1937 começaram a ser tomadas medidas no sentido de concretizar o objectivo, com a criação de um empréstimo obrigacionista. Dez anos depois foi comprada uma área de 48.000 metros quadrados na zona das Antas, na parte leste da cidade do Porto. A primeira pedra foi lançada em acto simbólico em Dezembro de 1949, tendo a obra começado cerca de um mês depois.
José Bacelar, sócio nº1 do FC Porto na altura, pagou o salário do primeiro dia de trabalho a todos os operários. A solidariedade da população da cidade e da região para com o FC Porto ficou também marcada por dois cortejos de materiais, em que dezenas de camionetas, autocarros e furgonetas seguiram em cortejo para o estádio levando material de construção.
Ao longo do processo foi necessário comprar terrenos adjacentes aos originais, pois concluiu-se que 48.000 metros quadrados não seriam suficientes para o complexo desportivo que o FC Porto pretendia construir. Comprados os referidos terrenos, a área total ascendeu aos 63.220 metros quadrados. A capacidade original do estádio era de 44.000 espectadores, distribuídos por três bancadas - duas superiores e uma lateral. O lado leste do campo não tinha bancada, sendo chamado de Porta da Maratona.
No dia 28 de Maio de 1952 o Estádio do Futebol Clube do Porto foi inaugurado numa cerimónia pomposa que contou com a presença do General Craveiro Lopes, então presidente de Portugal. Urgel Horta presidia ao FC Porto na altura. Após a cerimónia foi realizado um jogo inaugural efectuado perante os rivais S.L. Benfica. A partida terminou com a vitória do S.L. Benfica, por 2-8.

Modificações
1960 - inauguração da pista de ciclismo
1962 - inauguração da iluminação artificial
1976 - fecho da Porta da Maratona, ou seja, construção de uma bancada ao longo da lateral leste do campo, acrescida de um segundo anel - a arquibancada, que aumentou a capacidade do estádio para 65.000 lugares. 
1986 - a capacidade do estádio aumentou para 95.000 lugares! rebaixamento do campo - a bancada avança na direcção do campo, substituindo a pista de ciclismo e atletismo.
Quando se fala no Estádio das Antas, nem sempre se fala apenas no estádio em si; a expressão pode designar também todo o complexo desportivo que, ao longo das cinco décadas de existência do estádio, foi sendo construído à sua volta. Esse complexo incluía, entre outras coisas: o Pavilhão Américo de Sá (com capacidade para 7.000 pessoas), onde actuavam as equipas de andebol, basquetebol e hóquei em patins do FC Porto (a de basquetebol passaria a jogar no Pavilhão Rosa Mota em meados dos anos noventa)
o Pavilhão Afonso Pinto de Magalhães uma piscina coberta 
três campos de treinos relvados
a primeira Loja Azul
o Bingo do FC Porto
a sala-museu do FC Porto
a Torre das Antas, onde foi instalada a sede do FC Porto

Momentos especiais
1977 - FC Porto 4 x 0 Manchester United, 1ª mão da 2ª eliminatória da Taça das Taças 1977/78

1978 - FC Porto 4 x 0 SC Braga, vitória na última jornada do campeonato 1977/78, que permitiu ao FC Porto sagrar-se novamente campeão nacional após um jejum de 19 anos.

1987 - recepção, de madrugada, aos vencedores da Taça dos Clubes Campeões Europeus que chegavam directamente de Viena

1988 - FC Porto 1 x 0 AFC Ajax, 2ª mão da Supertaça Europeia 1987, vencida pelo FC Porto

1997 - FC Porto 3 x 0 Gil Vicente, a festa do primeiro Tricampeonato na história do clube

1999 - FC Porto 2 x 0 Estrela da Amadora, a festa do Penta, feito inédito no futebol português

2003 - FC Porto 4 x 1 SS Lazio, 1ª mão das meias-finais da Taça UEFA 2002/03, que o FC Porto viria a ganhar
 Por outro lado, o dia mais negro da história do Estádio das Antas foi a 16 de Dezembro de 1973, dia em que Pavão, grande jogador e ídolo dos adeptos, caiu por terra ao minuto 13 da jornada 13, contra o Vitória de Setúbal. Tinha apenas 26 anos.

O fim
O complexo das Antas começou a ser demolido em 2001; nessa altura, as equipas de andebol, hóquei em patins e natação do FC Porto passaram a competir em casa "emprestada": o Pavilhão Municipal de Santo Tirso, o Pavilhão Municipal de Fânzeres e a Piscina de Campanhã, respectivamente. Também a equipa de basquetebol deixou o Pavilhão Rosa Mota, passando a jogar no Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos. O Estádio das Antas propriamente dito permaneceria intacto até à inauguração do Estádio do Dragão, em Novembro de 2003, e mesmo para além dela: devido a um problema com a relva do novo estádio, este não pôde começar a ser utilizado para jogos oficiais logo após a inauguração, pelo que o Estádio das Antas foi ainda palco de oito jogos oficiais, o último deles contra o Estrela da Amadora a 24 de Janeiro de 2004. A demolição começaria cerca de um mês e meio depois. No Estádio das Antas o FC Porto jogou 1002 jogos, tendo vencido 803, empatado 119 e perdido 80.
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O Estádio do Futebol Clube do Porto, mais conhecido como Estádio das Antas, foi, como o nome indica, o estádio do Futebol Clube do Porto durante 52 anos. Foi substituído pelo Estádio do Dragão, inaugurado em 2003.
Foi numa Assembleia Geral em 1933 que surgiu a proposta de construção de um novo estádio, já que o Campo da Constituição começava a revelar-se pequeno para o FC Porto. A proposta foi aprovada por unanimidade, mas só em 1937 começaram a ser tomadas medidas no sentido de concretizar o objectivo, com a criação de um empréstimo obrigacionista. Dez anos depois foi comprada uma área de 48.000 metros quadrados na zona das Antas, na parte leste da cidade do Porto. A primeira pedra foi lançada em acto simbólico em Dezembro de 1949, tendo a obra começado cerca de um mês depois.
José Bacelar, sócio nº1 do FC Porto na altura, pagou o salário do primeiro dia de trabalho a todos os operários. A solidariedade da população da cidade e da região para com o FC Porto ficou também marcada por dois cortejos de materiais, em que dezenas de camionetas, autocarros e furgonetas seguiram em cortejo para o estádio levando material de construção.
Ao longo do processo foi necessário comprar terrenos adjacentes aos originais, pois concluiu-se que 48.000 metros quadrados não seriam suficientes para o complexo desportivo que o FC Porto pretendia construir. Comprados os referidos terrenos, a área total ascendeu aos 63.220 metros quadrados. A capacidade original do estádio era de 44.000 espectadores, distribuídos por três bancadas - duas superiores e uma lateral. O lado leste do campo não tinha bancada, sendo chamado de Porta da Maratona.
No dia 28 de Maio de 1952 o Estádio do Futebol Clube do Porto foi inaugurado numa cerimónia pomposa que contou com a presença do General Craveiro Lopes, então presidente de Portugal. Urgel Horta presidia ao FC Porto na altura. Após a cerimónia foi realizado um jogo inaugural efectuado perante os rivais S.L. Benfica. A partida terminou com a vitória do S.L. Benfica, por 2-8.

Modificações
1960 - inauguração da pista de ciclismo
1962 - inauguração da iluminação artificial
1976 - fecho da Porta da Maratona, ou seja, construção de uma bancada ao longo da lateral leste do campo, acrescida de um segundo anel - a arquibancada, que aumentou a capacidade do estádio para 65.000 lugares. 
1986 - a capacidade do estádio aumentou para 95.000 lugares! rebaixamento do campo - a bancada avança na direcção do campo, substituindo a pista de ciclismo e atletismo.
Quando se fala no Estádio das Antas, nem sempre se fala apenas no estádio em si; a expressão pode designar também todo o complexo desportivo que, ao longo das cinco décadas de existência do estádio, foi sendo construído à sua volta. Esse complexo incluía, entre outras coisas: o Pavilhão Américo de Sá (com capacidade para 7.000 pessoas), onde actuavam as equipas de andebol, basquetebol e hóquei em patins do FC Porto (a de basquetebol passaria a jogar no Pavilhão Rosa Mota em meados dos anos noventa)
o Pavilhão Afonso Pinto de Magalhães uma piscina coberta 
três campos de treinos relvados
a primeira Loja Azul
o Bingo do FC Porto
a sala-museu do FC Porto
a Torre das Antas, onde foi instalada a sede do FC Porto

Momentos especiais
1977 - FC Porto 4 x 0 Manchester United, 1ª mão da 2ª eliminatória da Taça das Taças 1977/78

1978 - FC Porto 4 x 0 SC Braga, vitória na última jornada do campeonato 1977/78, que permitiu ao FC Porto sagrar-se novamente campeão nacional após um jejum de 19 anos.

1987 - recepção, de madrugada, aos vencedores da Taça dos Clubes Campeões Europeus que chegavam directamente de Viena

1988 - FC Porto 1 x 0 AFC Ajax, 2ª mão da Supertaça Europeia 1987, vencida pelo FC Porto

1997 - FC Porto 3 x 0 Gil Vicente, a festa do primeiro Tricampeonato na história do clube

1999 - FC Porto 2 x 0 Estrela da Amadora, a festa do Penta, feito inédito no futebol português

2003 - FC Porto 4 x 1 SS Lazio, 1ª mão das meias-finais da Taça UEFA 2002/03, que o FC Porto viria a ganhar
 Por outro lado, o dia mais negro da história do Estádio das Antas foi a 16 de Dezembro de 1973, dia em que Pavão, grande jogador e ídolo dos adeptos, caiu por terra ao minuto 13 da jornada 13, contra o Vitória de Setúbal. Tinha apenas 26 anos.

O fim
O complexo das Antas começou a ser demolido em 2001; nessa altura, as equipas de andebol, hóquei em patins e natação do FC Porto passaram a competir em casa "emprestada": o Pavilhão Municipal de Santo Tirso, o Pavilhão Municipal de Fânzeres e a Piscina de Campanhã, respectivamente. Também a equipa de basquetebol deixou o Pavilhão Rosa Mota, passando a jogar no Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos. O Estádio das Antas propriamente dito permaneceria intacto até à inauguração do Estádio do Dragão, em Novembro de 2003, e mesmo para além dela: devido a um problema com a relva do novo estádio, este não pôde começar a ser utilizado para jogos oficiais logo após a inauguração, pelo que o Estádio das Antas foi ainda palco de oito jogos oficiais, o último deles contra o Estrela da Amadora a 24 de Janeiro de 2004. A demolição começaria cerca de um mês e meio depois. No Estádio das Antas o FC Porto jogou 1002 jogos, tendo vencido 803, empatado 119 e perdido 80.
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O Estádio do Futebol Clube do Porto, mais conhecido como Estádio das Antas, foi, como o nome indica, o estádio do Futebol Clube do Porto durante 52 anos. Foi substituído pelo Estádio do Dragão, inaugurado em 2003.
Foi numa Assembleia Geral em 1933 que surgiu a proposta de construção de um novo estádio, já que o Campo da Constituição começava a revelar-se pequeno para o FC Porto. A proposta foi aprovada por unanimidade, mas só em 1937 começaram a ser tomadas medidas no sentido de concretizar o objectivo, com a criação de um empréstimo obrigacionista. Dez anos depois foi comprada uma área de 48.000 metros quadrados na zona das Antas, na parte leste da cidade do Porto. A primeira pedra foi lançada em acto simbólico em Dezembro de 1949, tendo a obra começado cerca de um mês depois.
José Bacelar, sócio nº1 do FC Porto na altura, pagou o salário do primeiro dia de trabalho a todos os operários. A solidariedade da população da cidade e da região para com o FC Porto ficou também marcada por dois cortejos de materiais, em que dezenas de camionetas, autocarros e furgonetas seguiram em cortejo para o estádio levando material de construção.
Ao longo do processo foi necessário comprar terrenos adjacentes aos originais, pois concluiu-se que 48.000 metros quadrados não seriam suficientes para o complexo desportivo que o FC Porto pretendia construir. Comprados os referidos terrenos, a área total ascendeu aos 63.220 metros quadrados. A capacidade original do estádio era de 44.000 espectadores, distribuídos por três bancadas - duas superiores e uma lateral. O lado leste do campo não tinha bancada, sendo chamado de Porta da Maratona.
No dia 28 de Maio de 1952 o Estádio do Futebol Clube do Porto foi inaugurado numa cerimónia pomposa que contou com a presença do General Craveiro Lopes, então presidente de Portugal. Urgel Horta presidia ao FC Porto na altura. Após a cerimónia foi realizado um jogo inaugural efectuado perante os rivais S.L. Benfica. A partida terminou com a vitória do S.L. Benfica, por 2-8.

Modificações
1960 - inauguração da pista de ciclismo
1962 - inauguração da iluminação artificial
1976 - fecho da Porta da Maratona, ou seja, construção de uma bancada ao longo da lateral leste do campo, acrescida de um segundo anel - a arquibancada, que aumentou a capacidade do estádio para 65.000 lugares. 
1986 - a capacidade do estádio aumentou para 95.000 lugares! rebaixamento do campo - a bancada avança na direcção do campo, substituindo a pista de ciclismo e atletismo.
Quando se fala no Estádio das Antas, nem sempre se fala apenas no estádio em si; a expressão pode designar também todo o complexo desportivo que, ao longo das cinco décadas de existência do estádio, foi sendo construído à sua volta. Esse complexo incluía, entre outras coisas: o Pavilhão Américo de Sá (com capacidade para 7.000 pessoas), onde actuavam as equipas de andebol, basquetebol e hóquei em patins do FC Porto (a de basquetebol passaria a jogar no Pavilhão Rosa Mota em meados dos anos noventa)
o Pavilhão Afonso Pinto de Magalhães uma piscina coberta 
três campos de treinos relvados
a primeira Loja Azul
o Bingo do FC Porto
a sala-museu do FC Porto
a Torre das Antas, onde foi instalada a sede do FC Porto

Momentos especiais
1977 - FC Porto 4 x 0 Manchester United, 1ª mão da 2ª eliminatória da Taça das Taças 1977/78

1978 - FC Porto 4 x 0 SC Braga, vitória na última jornada do campeonato 1977/78, que permitiu ao FC Porto sagrar-se novamente campeão nacional após um jejum de 19 anos.

1987 - recepção, de madrugada, aos vencedores da Taça dos Clubes Campeões Europeus que chegavam directamente de Viena

1988 - FC Porto 1 x 0 AFC Ajax, 2ª mão da Supertaça Europeia 1987, vencida pelo FC Porto

1997 - FC Porto 3 x 0 Gil Vicente, a festa do primeiro Tricampeonato na história do clube

1999 - FC Porto 2 x 0 Estrela da Amadora, a festa do Penta, feito inédito no futebol português

2003 - FC Porto 4 x 1 SS Lazio, 1ª mão das meias-finais da Taça UEFA 2002/03, que o FC Porto viria a ganhar
 Por outro lado, o dia mais negro da história do Estádio das Antas foi a 16 de Dezembro de 1973, dia em que Pavão, grande jogador e ídolo dos adeptos, caiu por terra ao minuto 13 da jornada 13, contra o Vitória de Setúbal. Tinha apenas 26 anos.

O fim
O complexo das Antas começou a ser demolido em 2001; nessa altura, as equipas de andebol, hóquei em patins e natação do FC Porto passaram a competir em casa "emprestada": o Pavilhão Municipal de Santo Tirso, o Pavilhão Municipal de Fânzeres e a Piscina de Campanhã, respectivamente. Também a equipa de basquetebol deixou o Pavilhão Rosa Mota, passando a jogar no Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos. O Estádio das Antas propriamente dito permaneceria intacto até à inauguração do Estádio do Dragão, em Novembro de 2003, e mesmo para além dela: devido a um problema com a relva do novo estádio, este não pôde começar a ser utilizado para jogos oficiais logo após a inauguração, pelo que o Estádio das Antas foi ainda palco de oito jogos oficiais, o último deles contra o Estrela da Amadora a 24 de Janeiro de 2004. A demolição começaria cerca de um mês e meio depois. No Estádio das Antas o FC Porto jogou 1002 jogos, tendo vencido 803, empatado 119 e perdido 80.
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 Karaté Kid: A Hora da Verdade Dobrado 
Ano de Lançamento: 1984
Duração: 1 Hora e 47 Minutos
Sinopse: Daniel Larusso (Ralph Macchio) e a sua mãe (Randee Heller) mudam de Nova Jersey para o sul da Califórnia. Porém, Daniel não consegue ambientar-se á nova morada, até que conhece Ali Mills (Elisabeth Shue), uma miuda atraente que gosta dele. Porém, a situação de Daniel complica-se quando o ex-namorado de Ali, Johnny Lawrence (William Zabka), e o seu gangue começam a atormentá-lo. Um dia, quando é cercado pelo gangue de Johnny, é salvo por um Miyagi, um veterano japonês (Pat Morita) mestre na arte do karaté. Disposto a ajudar Daniel, Miyagi resolve passar-lhe os ensinamentos para que ele se possa defender.
PUBLICADO digitalblueradio às 12:51 | LINK DO POST
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 Karaté Kid: A Hora da Verdade Dobrado 
Ano de Lançamento: 1984
Duração: 1 Hora e 47 Minutos
Sinopse: Daniel Larusso (Ralph Macchio) e a sua mãe (Randee Heller) mudam de Nova Jersey para o sul da Califórnia. Porém, Daniel não consegue ambientar-se á nova morada, até que conhece Ali Mills (Elisabeth Shue), uma miuda atraente que gosta dele. Porém, a situação de Daniel complica-se quando o ex-namorado de Ali, Johnny Lawrence (William Zabka), e o seu gangue começam a atormentá-lo. Um dia, quando é cercado pelo gangue de Johnny, é salvo por um Miyagi, um veterano japonês (Pat Morita) mestre na arte do karaté. Disposto a ajudar Daniel, Miyagi resolve passar-lhe os ensinamentos para que ele se possa defender.
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 Karaté Kid: A Hora da Verdade Dobrado 
Ano de Lançamento: 1984
Duração: 1 Hora e 47 Minutos
Sinopse: Daniel Larusso (Ralph Macchio) e a sua mãe (Randee Heller) mudam de Nova Jersey para o sul da Califórnia. Porém, Daniel não consegue ambientar-se á nova morada, até que conhece Ali Mills (Elisabeth Shue), uma miuda atraente que gosta dele. Porém, a situação de Daniel complica-se quando o ex-namorado de Ali, Johnny Lawrence (William Zabka), e o seu gangue começam a atormentá-lo. Um dia, quando é cercado pelo gangue de Johnny, é salvo por um Miyagi, um veterano japonês (Pat Morita) mestre na arte do karaté. Disposto a ajudar Daniel, Miyagi resolve passar-lhe os ensinamentos para que ele se possa defender.
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 Karaté Kid 2: A Hora da Verdade Continua (Dobrado) 
Ano de Lançamento: 1986
Duração: 1 Hora e 49 Minutos
Sinopse: A história mostra um triângulo amoroso em que Tati (Cleo Pires), uma jovem abandonada por Marcelo (Dudu Azevedo), procura ajuda com Conrado (Malvino Salvador), um professor de biologia. Ele sugere uma mudança de comportamento para que Tati possa reconquistar o namorado. Tudo baseado nas atitudes dos animais, já que na maioria das espécies as fêmeas são recatadas e, os machos, audaciosos. Tudo vai bem até que o professor também se apaixona por ela.
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vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
a discografia tem um ep com o titulo errado, onde ...
Armando Gama fomos contemporâneos no Salvador Corr...
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Que feio!Foi no meu blog, pegou meu texto, modific...
E um meio de sobrevive
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