O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
 

 Sandro Milton Vieira Angélico, nasceu a 31 de Dezembro de 1982, em Lisboa. Apaixonado por musica, aos 21 anos trabalhou como modelo para a agência DXL Models.
 Frequentou o 3º ano de Gestão de Empresas, mais tarde entra para a série televisiva " Morangos com Açucar ", no papel de David, foi a sua rampa de lançamento para o sucesso quando integra a banda D´ZRT, espectáculos atrás de espectáculos de Norte a Sul do país, arrastando consigo uma multidão de fãs. Quando a banda acabou, Angélico optou por seguir a solo, começando a escrever e a cômpor. 
Angélico esteve envolvido num grave acidente, quando conduzia um carro emprestado (sem seguro) na A1, sentido Porto-Lisboa. Tudo indica que o  acidente foi provocado pelo rebentamento do pneu esquerdo da frente do automóvel de marca BMW 635D Cabrio conduzido pelo cantor. Além de ter provocado um morto  Hélio Filipe, que foi cuspido da viatura e atropelado por um carro que seguia atrás, o acidente provocou ainda ferimentos graves em dois passageiros e ferimentos ligeiros num outro. Uma jovem de 17 anos foi levada para o Hospital de Santo António no Porto também em estado grave e um terceiro passageiro, sofreu apenas ferimentos ligeiros.
 O cantor foi internado no Hospital Santo António no Porto com prognóstico reservado. Sofreu um grave traumatismo crânio-encefálico e foi submetido a intervenção cirúrgica na manhã seguinte ao acidente. A 27 de Junho, à noite, familiares, amigos e fãs do cantor concentraram-se à porta do hospital, no Porto, numa vigília que arrancou às 21:00. A iniciativa veio da agente de Angélico, Cristina Paiva, que apelou a que todos os participantes levassem uma vela «para fazer uma corrente de luz durante meia hora». Em consequência deste acidente Angélico Vieira era dado como clinicamente morto. 
Angélico participa em várias novelas
Morangos com Açúcar - David
Dance Dance Dance - Bruno Medeiros
Doce Fugitiva - Angélico Vieira
Feitiço de Amor - Leonardo
Espírito Indomável - Simão Teixeira
E no filme - 20,13 Purgatório

                     Angélico morreu a 28 de junho de 2011
                                      Descansa em paz

Angélico deixa a sua marca nesta geração
ATÉ SEMPRE
PUBLICADO digitalblueradio às 19:33 | LINK DO POST
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 Sandro Milton Vieira Angélico, nasceu a 31 de Dezembro de 1982, em Lisboa. Apaixonado por musica, aos 21 anos trabalhou como modelo para a agência DXL Models.
 Frequentou o 3º ano de Gestão de Empresas, mais tarde entra para a série televisiva " Morangos com Açucar ", no papel de David, foi a sua rampa de lançamento para o sucesso quando integra a banda D´ZRT, espectáculos atrás de espectáculos de Norte a Sul do país, arrastando consigo uma multidão de fãs. Quando a banda acabou, Angélico optou por seguir a solo, começando a escrever e a cômpor. 
Angélico esteve envolvido num grave acidente, quando conduzia um carro emprestado (sem seguro) na A1, sentido Porto-Lisboa. Tudo indica que o  acidente foi provocado pelo rebentamento do pneu esquerdo da frente do automóvel de marca BMW 635D Cabrio conduzido pelo cantor. Além de ter provocado um morto  Hélio Filipe, que foi cuspido da viatura e atropelado por um carro que seguia atrás, o acidente provocou ainda ferimentos graves em dois passageiros e ferimentos ligeiros num outro. Uma jovem de 17 anos foi levada para o Hospital de Santo António no Porto também em estado grave e um terceiro passageiro, sofreu apenas ferimentos ligeiros.
 O cantor foi internado no Hospital Santo António no Porto com prognóstico reservado. Sofreu um grave traumatismo crânio-encefálico e foi submetido a intervenção cirúrgica na manhã seguinte ao acidente. A 27 de Junho, à noite, familiares, amigos e fãs do cantor concentraram-se à porta do hospital, no Porto, numa vigília que arrancou às 21:00. A iniciativa veio da agente de Angélico, Cristina Paiva, que apelou a que todos os participantes levassem uma vela «para fazer uma corrente de luz durante meia hora». Em consequência deste acidente Angélico Vieira era dado como clinicamente morto. 
Angélico participa em várias novelas
Morangos com Açúcar - David
Dance Dance Dance - Bruno Medeiros
Doce Fugitiva - Angélico Vieira
Feitiço de Amor - Leonardo
Espírito Indomável - Simão Teixeira
E no filme - 20,13 Purgatório

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                                      Descansa em paz

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 Sandro Milton Vieira Angélico, nasceu a 31 de Dezembro de 1982, em Lisboa. Apaixonado por musica, aos 21 anos trabalhou como modelo para a agência DXL Models.
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Angélico esteve envolvido num grave acidente, quando conduzia um carro emprestado (sem seguro) na A1, sentido Porto-Lisboa. Tudo indica que o  acidente foi provocado pelo rebentamento do pneu esquerdo da frente do automóvel de marca BMW 635D Cabrio conduzido pelo cantor. Além de ter provocado um morto  Hélio Filipe, que foi cuspido da viatura e atropelado por um carro que seguia atrás, o acidente provocou ainda ferimentos graves em dois passageiros e ferimentos ligeiros num outro. Uma jovem de 17 anos foi levada para o Hospital de Santo António no Porto também em estado grave e um terceiro passageiro, sofreu apenas ferimentos ligeiros.
 O cantor foi internado no Hospital Santo António no Porto com prognóstico reservado. Sofreu um grave traumatismo crânio-encefálico e foi submetido a intervenção cirúrgica na manhã seguinte ao acidente. A 27 de Junho, à noite, familiares, amigos e fãs do cantor concentraram-se à porta do hospital, no Porto, numa vigília que arrancou às 21:00. A iniciativa veio da agente de Angélico, Cristina Paiva, que apelou a que todos os participantes levassem uma vela «para fazer uma corrente de luz durante meia hora». Em consequência deste acidente Angélico Vieira era dado como clinicamente morto. 
Angélico participa em várias novelas
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Dance Dance Dance - Bruno Medeiros
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Nicolau Maquiavel nasceu em Florença a 3 de maio de 1469 e morreu a 21 de junho de 1527. Foi historiador, poeta, diplomata e músico italiano do Renascimento. É reconhecido como fundador do pensamento e da ciência política moderna. 
Maquiavel viveu a juventude durante o  governo de Lourenço de Médici e entrou para a política aos 29 anos de idade no cargo de Secretário da Segunda Chancelaria. Depois de servir em Florença durante catorze anos foi afastado e escreveu as suas principais obras. 
Pouco se conhece de Maquiavel antes de entrar para a vida pública. Ele era o terceiro de quatro filhos de Bernardo e Bartolomea de' Nelli. A sua família era toscana, iniciou os estudos de latim com sete anos e, posteriormente, estudou também o ábaco, bem como os fundamentos da língua grega antiga. Maquiavel casou com Marietta Corsini, com quem teria quatro filhos e duas filhas. O "Príncipe" é provavelmente o livro mais conhecido de Maquiavel foi escrito em 1513, apesar de publicado postumamente, em 1532. 
 Estátua de Maquiavel
FRASES DE MAQUIAVEL 
  - "Muitos vêem o que pareces, poucos sentem o que és. "

  - "Homens ofendem por medo ou por ódio"

O túmulo de Maquiavel na Basílica da Santa Cruz
 - "Tornamo-nos odiados tanto fazendo o bem 
como fazendo o  mal"

- "São tão simples os homens e obedecem tanto às necessidades presentes, que quem engana encontrará sempre alguém que se deixa enganar." 
PUBLICADO digitalblueradio às 11:45 | LINK DO POST
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Nicolau Maquiavel nasceu em Florença a 3 de maio de 1469 e morreu a 21 de junho de 1527. Foi historiador, poeta, diplomata e músico italiano do Renascimento. É reconhecido como fundador do pensamento e da ciência política moderna. 
Maquiavel viveu a juventude durante o  governo de Lourenço de Médici e entrou para a política aos 29 anos de idade no cargo de Secretário da Segunda Chancelaria. Depois de servir em Florença durante catorze anos foi afastado e escreveu as suas principais obras. 
Pouco se conhece de Maquiavel antes de entrar para a vida pública. Ele era o terceiro de quatro filhos de Bernardo e Bartolomea de' Nelli. A sua família era toscana, iniciou os estudos de latim com sete anos e, posteriormente, estudou também o ábaco, bem como os fundamentos da língua grega antiga. Maquiavel casou com Marietta Corsini, com quem teria quatro filhos e duas filhas. O "Príncipe" é provavelmente o livro mais conhecido de Maquiavel foi escrito em 1513, apesar de publicado postumamente, em 1532. 
 Estátua de Maquiavel
FRASES DE MAQUIAVEL 
  - "Muitos vêem o que pareces, poucos sentem o que és. "

  - "Homens ofendem por medo ou por ódio"

O túmulo de Maquiavel na Basílica da Santa Cruz
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Nicolau Maquiavel nasceu em Florença a 3 de maio de 1469 e morreu a 21 de junho de 1527. Foi historiador, poeta, diplomata e músico italiano do Renascimento. É reconhecido como fundador do pensamento e da ciência política moderna. 
Maquiavel viveu a juventude durante o  governo de Lourenço de Médici e entrou para a política aos 29 anos de idade no cargo de Secretário da Segunda Chancelaria. Depois de servir em Florença durante catorze anos foi afastado e escreveu as suas principais obras. 
Pouco se conhece de Maquiavel antes de entrar para a vida pública. Ele era o terceiro de quatro filhos de Bernardo e Bartolomea de' Nelli. A sua família era toscana, iniciou os estudos de latim com sete anos e, posteriormente, estudou também o ábaco, bem como os fundamentos da língua grega antiga. Maquiavel casou com Marietta Corsini, com quem teria quatro filhos e duas filhas. O "Príncipe" é provavelmente o livro mais conhecido de Maquiavel foi escrito em 1513, apesar de publicado postumamente, em 1532. 
 Estátua de Maquiavel
FRASES DE MAQUIAVEL 
  - "Muitos vêem o que pareces, poucos sentem o que és. "

  - "Homens ofendem por medo ou por ódio"

O túmulo de Maquiavel na Basílica da Santa Cruz
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António Joaquim Rodrigues Ribeiro, conhecido por António Variações nasceu no Lugar de Pilar em Amares no dia 3 de Dezembro de 1944 e morreu em Lisboa a 13 de Junho de 1984.
A sua discografia continua ainda hoje a influenciar a música portuguesa.
Variações nasceu em Braga radicando-se nos primeiros anos da sua vida no Lugar de Pilar, uma pequena aldeia da freguesia do município de Amares, distrito de Braga. Filho dos camponeses Deolinda de Jesus e Jaime Ribeiro, Tonito (como a mãe lhe chamava) tinha nove irmãos. A sua infância foi dividida entre os estudos e o trabalho no campo, para ajudar os pais. Jaime tocava cavaquinho e acordeão e foi a primeira inspiração de Variações, que desde cedo revelou a sua paixão pela música nas romarias e folclore locais. Aos onze anos, teve o seu primeiro emprego, em Caldelas, e, um ano depois, partiu para Lisboa. Aí, trabalhou como aprendiz de escritório, barbeiro, balconista e caixeiro. Seguiu-se o serviço militar em Angola e a aventura pelo estrangeiro: Londres em 1975 e Amsterdão meses depois, onde descobriu um novo mundo, querendo trazer para Portugal uma nova maneira de viver. Foi nesta última cidade que aprendeu profissão de barbeiro que, mais tarde, exerceu em Lisboa, quando voltou.
Com a ajuda do amigo e colega Fernando Ataíde, Variações foi admitido no "Ayer", o primeiro cabeleireiro unissexo a funcionar em Portugal. Ataíde era igualmente seu amante e Variações assumiu dessa forma a sua orientação sexual. Depois do "Ayer", passou ainda por um salão no "Centro Comercial Alvalade" e só mais tarde abriu uma barbearia na Baixa lisboeta. Entretanto, deu início aos espectáculos com o grupo "Variações", atraindo rapidamente as atenções. Por um lado, o seu visual excêntrico não passava despercebido e, por outro, o seu estilo musical combinava vários géneros, como o rock, o pop, o blues ou o fado. Em 1978, apresentou-se à editora Valentim de Carvalho e assinou contrato.
A discoteca "Trumps" ou o "Rock Rendez-Vous" foram os locais onde Variações se apresentou ao público. Em 1981, sem ter até aí editado qualquer música, participou no programa de televisão de Júlio Isidro, "O Passeio dos Alegres". A sua música e o seu estilo próprio e inconfundível fizeram com que depressa alcançasse uma fama razoável. Editou o primeiro single com os temas "Povo que Lavas no Rio" e "Estou Além".
Pouco depois gravou o seu primeiro LP, "Anjo da Guarda" com dez faixas, todas de sua autoria, onde se destacaram os êxitos
"É p´ra Amanhã" e "O Corpo É que Paga".
Em 1984 lançou o seu segundo trabalho, intitulado "Dar e Receber". Depois disso, aparece pela última vez em público no programa televisivo "A Festa Continua" de Júlio Isidro. Será a única interpretação no pequeno ecrã das faixas do novo disco, usando o mesmo pijama com ursinhos e coelhinhos que usou na sua primeira aparição televisiva.
Variações cantou na Queima das Fitas de Coimbra de 1984, já gravemente doente, sendo depois levado para o Hospital Pulido Valente devido a um problema brônquico-asmático. Quando a"Canção de Engate" invadiu as rádios, já António Variações se encontrava internado no hospital. Transferido para a Clínica da Cruz Vermelha, morreu a 13 de Junho, vítima de uma bronco-pneumonia, causada pela SIDA.
O actor holandês Jelle Balder, com quem também manteve um relacionamento amoroso, foi o seu companheiro até à morte. Especula-se que terá sido a primeira figura pública portuguesa a morrer vítima de SIDA. A partir daqui vamos deixar os videos que mostram a vida de Variações.

Como todos os grandes artistas são valorizados após a morte. Vinte anos após a sua morte, em foi lançado um álbum em sua homenagem, com canções da sua autoria que nunca tinham sido editadas; sete conhecidos músicos portugueses formaram a banda Humanos e gravaram 12 músicas seleccionadas de um conjunto de cassetes "perdidas" no património de Variações administrado pelo irmão, Jaime Ribeiro. Mostraremos isso no fim da história.
Em entrevista, António Variações explicou o nome escolhido: "Variações é uma palavra que sugere elasticidade, liberdade. E é exactamente isso que eu sou e que faço no campo da música. Aquilo que canto é heterogéneo. Não quero enveredar por um estilo. Não sou limitado. Tenho a preocupação de fazer coisas de vários estilos."

António Variações, uma voz, um estilo, p´ra sempre inesquecivel
"Variações", uma voz, a musica , um mito.
O FIM
A sua musica foi ao longo dos anos e até aos dias de hoje sendo regravada por outros como é exemplo disso o sucesso dos  agrupamento "HUMANOS"
R.I.P - António
PUBLICADO digitalblueradio às 16:23 | LINK DO POST
António Joaquim Rodrigues Ribeiro, conhecido por António Variações nasceu no Lugar de Pilar em Amares no dia 3 de Dezembro de 1944 e morreu em Lisboa a 13 de Junho de 1984.
A sua discografia continua ainda hoje a influenciar a música portuguesa.
Variações nasceu em Braga radicando-se nos primeiros anos da sua vida no Lugar de Pilar, uma pequena aldeia da freguesia do município de Amares, distrito de Braga. Filho dos camponeses Deolinda de Jesus e Jaime Ribeiro, Tonito (como a mãe lhe chamava) tinha nove irmãos. A sua infância foi dividida entre os estudos e o trabalho no campo, para ajudar os pais. Jaime tocava cavaquinho e acordeão e foi a primeira inspiração de Variações, que desde cedo revelou a sua paixão pela música nas romarias e folclore locais. Aos onze anos, teve o seu primeiro emprego, em Caldelas, e, um ano depois, partiu para Lisboa. Aí, trabalhou como aprendiz de escritório, barbeiro, balconista e caixeiro. Seguiu-se o serviço militar em Angola e a aventura pelo estrangeiro: Londres em 1975 e Amsterdão meses depois, onde descobriu um novo mundo, querendo trazer para Portugal uma nova maneira de viver. Foi nesta última cidade que aprendeu profissão de barbeiro que, mais tarde, exerceu em Lisboa, quando voltou.
Com a ajuda do amigo e colega Fernando Ataíde, Variações foi admitido no "Ayer", o primeiro cabeleireiro unissexo a funcionar em Portugal. Ataíde era igualmente seu amante e Variações assumiu dessa forma a sua orientação sexual. Depois do "Ayer", passou ainda por um salão no "Centro Comercial Alvalade" e só mais tarde abriu uma barbearia na Baixa lisboeta. Entretanto, deu início aos espectáculos com o grupo "Variações", atraindo rapidamente as atenções. Por um lado, o seu visual excêntrico não passava despercebido e, por outro, o seu estilo musical combinava vários géneros, como o rock, o pop, o blues ou o fado. Em 1978, apresentou-se à editora Valentim de Carvalho e assinou contrato.
A discoteca "Trumps" ou o "Rock Rendez-Vous" foram os locais onde Variações se apresentou ao público. Em 1981, sem ter até aí editado qualquer música, participou no programa de televisão de Júlio Isidro, "O Passeio dos Alegres". A sua música e o seu estilo próprio e inconfundível fizeram com que depressa alcançasse uma fama razoável. Editou o primeiro single com os temas "Povo que Lavas no Rio" e "Estou Além".
Pouco depois gravou o seu primeiro LP, "Anjo da Guarda" com dez faixas, todas de sua autoria, onde se destacaram os êxitos
"É p´ra Amanhã" e "O Corpo É que Paga".
Em 1984 lançou o seu segundo trabalho, intitulado "Dar e Receber". Depois disso, aparece pela última vez em público no programa televisivo "A Festa Continua" de Júlio Isidro. Será a única interpretação no pequeno ecrã das faixas do novo disco, usando o mesmo pijama com ursinhos e coelhinhos que usou na sua primeira aparição televisiva.
Variações cantou na Queima das Fitas de Coimbra de 1984, já gravemente doente, sendo depois levado para o Hospital Pulido Valente devido a um problema brônquico-asmático. Quando a"Canção de Engate" invadiu as rádios, já António Variações se encontrava internado no hospital. Transferido para a Clínica da Cruz Vermelha, morreu a 13 de Junho, vítima de uma bronco-pneumonia, causada pela SIDA.
O actor holandês Jelle Balder, com quem também manteve um relacionamento amoroso, foi o seu companheiro até à morte. Especula-se que terá sido a primeira figura pública portuguesa a morrer vítima de SIDA. A partir daqui vamos deixar os videos que mostram a vida de Variações.

Como todos os grandes artistas são valorizados após a morte. Vinte anos após a sua morte, em foi lançado um álbum em sua homenagem, com canções da sua autoria que nunca tinham sido editadas; sete conhecidos músicos portugueses formaram a banda Humanos e gravaram 12 músicas seleccionadas de um conjunto de cassetes "perdidas" no património de Variações administrado pelo irmão, Jaime Ribeiro. Mostraremos isso no fim da história.
Em entrevista, António Variações explicou o nome escolhido: "Variações é uma palavra que sugere elasticidade, liberdade. E é exactamente isso que eu sou e que faço no campo da música. Aquilo que canto é heterogéneo. Não quero enveredar por um estilo. Não sou limitado. Tenho a preocupação de fazer coisas de vários estilos."

António Variações, uma voz, um estilo, p´ra sempre inesquecivel
"Variações", uma voz, a musica , um mito.
O FIM
A sua musica foi ao longo dos anos e até aos dias de hoje sendo regravada por outros como é exemplo disso o sucesso dos  agrupamento "HUMANOS"
R.I.P - António
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António Joaquim Rodrigues Ribeiro, conhecido por António Variações nasceu no Lugar de Pilar em Amares no dia 3 de Dezembro de 1944 e morreu em Lisboa a 13 de Junho de 1984.
A sua discografia continua ainda hoje a influenciar a música portuguesa.
Variações nasceu em Braga radicando-se nos primeiros anos da sua vida no Lugar de Pilar, uma pequena aldeia da freguesia do município de Amares, distrito de Braga. Filho dos camponeses Deolinda de Jesus e Jaime Ribeiro, Tonito (como a mãe lhe chamava) tinha nove irmãos. A sua infância foi dividida entre os estudos e o trabalho no campo, para ajudar os pais. Jaime tocava cavaquinho e acordeão e foi a primeira inspiração de Variações, que desde cedo revelou a sua paixão pela música nas romarias e folclore locais. Aos onze anos, teve o seu primeiro emprego, em Caldelas, e, um ano depois, partiu para Lisboa. Aí, trabalhou como aprendiz de escritório, barbeiro, balconista e caixeiro. Seguiu-se o serviço militar em Angola e a aventura pelo estrangeiro: Londres em 1975 e Amsterdão meses depois, onde descobriu um novo mundo, querendo trazer para Portugal uma nova maneira de viver. Foi nesta última cidade que aprendeu profissão de barbeiro que, mais tarde, exerceu em Lisboa, quando voltou.
Com a ajuda do amigo e colega Fernando Ataíde, Variações foi admitido no "Ayer", o primeiro cabeleireiro unissexo a funcionar em Portugal. Ataíde era igualmente seu amante e Variações assumiu dessa forma a sua orientação sexual. Depois do "Ayer", passou ainda por um salão no "Centro Comercial Alvalade" e só mais tarde abriu uma barbearia na Baixa lisboeta. Entretanto, deu início aos espectáculos com o grupo "Variações", atraindo rapidamente as atenções. Por um lado, o seu visual excêntrico não passava despercebido e, por outro, o seu estilo musical combinava vários géneros, como o rock, o pop, o blues ou o fado. Em 1978, apresentou-se à editora Valentim de Carvalho e assinou contrato.
A discoteca "Trumps" ou o "Rock Rendez-Vous" foram os locais onde Variações se apresentou ao público. Em 1981, sem ter até aí editado qualquer música, participou no programa de televisão de Júlio Isidro, "O Passeio dos Alegres". A sua música e o seu estilo próprio e inconfundível fizeram com que depressa alcançasse uma fama razoável. Editou o primeiro single com os temas "Povo que Lavas no Rio" e "Estou Além".
Pouco depois gravou o seu primeiro LP, "Anjo da Guarda" com dez faixas, todas de sua autoria, onde se destacaram os êxitos
"É p´ra Amanhã" e "O Corpo É que Paga".
Em 1984 lançou o seu segundo trabalho, intitulado "Dar e Receber". Depois disso, aparece pela última vez em público no programa televisivo "A Festa Continua" de Júlio Isidro. Será a única interpretação no pequeno ecrã das faixas do novo disco, usando o mesmo pijama com ursinhos e coelhinhos que usou na sua primeira aparição televisiva.
Variações cantou na Queima das Fitas de Coimbra de 1984, já gravemente doente, sendo depois levado para o Hospital Pulido Valente devido a um problema brônquico-asmático. Quando a"Canção de Engate" invadiu as rádios, já António Variações se encontrava internado no hospital. Transferido para a Clínica da Cruz Vermelha, morreu a 13 de Junho, vítima de uma bronco-pneumonia, causada pela SIDA.
O actor holandês Jelle Balder, com quem também manteve um relacionamento amoroso, foi o seu companheiro até à morte. Especula-se que terá sido a primeira figura pública portuguesa a morrer vítima de SIDA. A partir daqui vamos deixar os videos que mostram a vida de Variações.

Como todos os grandes artistas são valorizados após a morte. Vinte anos após a sua morte, em foi lançado um álbum em sua homenagem, com canções da sua autoria que nunca tinham sido editadas; sete conhecidos músicos portugueses formaram a banda Humanos e gravaram 12 músicas seleccionadas de um conjunto de cassetes "perdidas" no património de Variações administrado pelo irmão, Jaime Ribeiro. Mostraremos isso no fim da história.
Em entrevista, António Variações explicou o nome escolhido: "Variações é uma palavra que sugere elasticidade, liberdade. E é exactamente isso que eu sou e que faço no campo da música. Aquilo que canto é heterogéneo. Não quero enveredar por um estilo. Não sou limitado. Tenho a preocupação de fazer coisas de vários estilos."

António Variações, uma voz, um estilo, p´ra sempre inesquecivel
"Variações", uma voz, a musica , um mito.
O FIM
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O mês de Junho é, tradicionalmente, o mês dos Santos Populares: St. António, S. João e S. Pedro. Podemos pois contar com estes Santos como uma boa desculpa para comermos umas sardinhas, saborearmos a alegria vínica e dançar no bailarico. 
Festejar os santos populares, em Junho, com um arco e balão é já "costume ancestral", dia 13 de Junho o Santo António, São João a 24 e dia 29, São Pedro. As fogueiras sempre fizeram parte da tradição, hoje já pouco se veêm, elas faziam parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. O uso de balões e fogo de artifício é usual nos dias de festa no entanto os balões lançados ao ar ainda se veêm com frequência na cidade do Porto, são os tradicionais balões de São João.
Hoje em dia há arraiais com foguetes, assam-se sardinhas e oferecem-se manjericos, as marchas populares desfilam pelas ruas e avenidas, dão-se com martelinhos de plástico e alho-porro nas cabeças dos foliões. Embora nos dias de hoje a vertente católica destas festas seja arredada para segundo plano, a verdade é que o relacionamento entre os devotos e os santos, principalmente Santo António e São João, é quase familiar: cheio de intimidades, chega a ser, por vezes, irreverente e quase obsceno. Esse caráter fica bastante evidente quando se entra em contato com as simpatias, sortes, adivinhas e acalantos feitos a esses santos:
"Confessei-me a Santo Antônio,
confessei que estava amando.
Ele deu-me por penitência
que fosse continuando".
Os objetos utilizados nas simpatias e adivinhações devem ser virgens, ou seja, estar a ser usado pela primeira vez, senão… nada de a simpatia funcionar! A seguir, algumas simpatias feitas para Santo António segundo rezam as lendas:
Para arranjar namorado ou marido, basta amarrar uma fita vermelha e outra branca no braço da imagem de Santo António, fazendo-lhe o pedido. Rezar um Pai-Nosso e uma Avé Maria e pendurar a imagem de cabeça para baixo sob a cama e só se deve desvirar quando a pessoa alcançar o pedido.
No dia 13 de Junho é comum ir-se à igreja para receber o "pãozinho de Santo Antônio", que é dado gratuitamente, em troca, os fiéis costumam deixar ofertas. Em Lisboa, é tradicional uma cerimónia de casamento múltiplo do dia de Santo António, em que chegam a casar-se vários casais ao mesmo tempo. Esta "tradição" começou nos anos do salazarismo, e desapareceu com a revolução de 74. Voltou a reaparecer há uns anos, promovida por uma cadeia de televisão.
O local onde ocorre a maioria dos festejos é chamado de arraial, um largo espaço ao ar livre cercado ou não e onde barracas são erguidas unicamente para o evento, geralmente o arraial é decorado com bandeirinhas de papel colorido, balões e luzes multicolores, a musica é obrigatória e podem também existir leilões, bingos geralamte para ajudar as associações ou comissão de festas.
Estes arraiais são muito comuns em Portugal e não são exclusivos dos Santos Populares, são parte da tradição popular em geral. 
Em Portugal, estas festividades, genericamente conhecidas pelo nome de Festas dos santos populares, correspondem a diferentes feriados municipais, na cidade de Lisboa o Santo António é a alegria do povo, mas no Porto o São João é festejado com uma intensidade inigualável.
Mas longe vai o tempo em que os bairros se engalanavam e as ruas se vestiam com mil cores cheias de papelinhos com os vizinhos de braço dado animando a festa de cariz bairrista um pouco por toda a cidade, mas mudam-se os tempos, mudam-se as vontades e ess tradição tende a perder-se, tal qual muitas outras de cariz popular. 
A fechar som do baile, divirtam-se.
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