O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa nasceu em Vilar de Maçada, Alijó, a 6 de Setembro de 1957. Foi secretário-geral do Partido Socialista de Setembro de 2004 a Julho de 2011 e Primeiro-ministro de Portugal de 12 de Março de 2005 a 21 de Junho de 2011. Além desses postos, José Sócrates foi secretário de estado-adjunto do Ministério do Ambiente e Ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território no governo de António Guterres, e um dos organizadores do campeonato de futebol da UEFA Euro 2004 em Portugal.

José Sócrates é licenciado em Engenharia Civil pela extinta Universidade Independente (Lisboa, 1996) e frequentou, concluindo apenas a parte lectiva, o mestrado em gestão de empresas do ISCTE (Lisboa, 2005).

José Sócrates nasceu no Porto a 6 de Setembro de 1957 e foi registado como um recém-nascido em Vilar de Maçada, Alijó, a localidade da família. No entanto, o jovem José Sócrates viveu toda a infância e adolescência com o seu pai, um desenhador de edifícios divorciado, na cidade da Covilhã. Os seus pais são Fernando Pinto de Sousa e Maria Adelaide de Carvalho Monteiro. Ele tem dois irmãos mais novos, António Carvalho Pinto de Sousa e Ana Maria Carvalho Pinto de Sousa, que morreu em 1988. 

José Sócrates estudou na Escola Secundária Frei Heitor Pinto na Covilhã. Em 1975, frequentou o Instituto Superior de Engenharia de Coimbra (ISEC), criado em 1974 e posteriormente incorporado no Instituto Politécnico de Coimbra em 1988. Em 1979, quatro anos após ingressar no ISEC, obteve o diploma de bacharelato como engenheiro técnico civil. De 1987 a 1993, esteve matriculado na Universidade Lusíada, uma universidade privada em Lisboa, a cursar Direito, mas abandonou o curso. No ano lectivo de 1994/95, já um político bem conhecido, ingressou o Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL), onde completou algumas disciplinas académicas, de modo a obter o Diploma de Estudos Superiores Especializados (DESE), contudo abandonou esta opção, tendo-se inscrito na Universidade Independente (UnI), uma universidade privada em Lisboa, de modo a fazer um número determinado de cadeiras que lhe conferisse a licenciatura em engenharia civil em vez do DESE politécnico.

Em 1996, José Sócrates obteve o diploma de licenciatura em Engenharia Civil pela Universidade Independente. Em 2007, já como Primeiro-ministro, a licenciatura de José Sócrates em Engenharia Civil, obtida na Universidade Independente, foi posta em causa, bem como o uso do título de engenheiro. Essas circunstâncias provocaram a maior controvérsia do ano. Uma investigação oficial sobre a validade das habilitações de José Sócrates concluiu que ele não incorreu em qualquer ilegalidade, contudo a Universidade Independente foi encerrada em 2007 por falta de qualidade pedagógica e má conduta ética e administrativa, através de um processo paralelo movido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

Após a sua demissão de primeiro-ministro, José Sócrates pediu, nos termos da lei, uma licença sem vencimento das funções de engenheiro na Câmara da Covilhã para ingressar numa instituição universitária internacional. Após concluir os estudos no final dos Anos 70, Sócrates foi engenheiro civil antes de ingressar na política. Tornou-se sócio, com Armando Vara, da empresa Sociedade de Venda de Combustíveis Lda. (Sovenco), com sede na Reboleira, Amadora, mas a aventura empresarial de Sócrates foi curta (menos de um ano). Em 2005, a revista Focus desenterrou esse episódio, Sócrates jurou que estava a ouvir falar dessa empresa «pela primeira vez». No entanto, algum tempo depois, veio a público reconhecer que fez parte da sociedade. 

A carreira política de Sócrates iniciou-se logo após a Revolução dos Cravos em 1974. Sócrates foi um dos membro-fundador da Juventude Social Democrata (JSD), sector juvenil do Partido Social Democrata da Covilhã. Em 1981, mudou a filiação política, do Partido Social Democrata para o Partido Socialista (PS). Já no Partido Socialista, em 1983, tornou-se presidente da concelhia da Covilhã e presidente da federação distrital de Castelo Branco, cargo que ocupou de 1986 a 1995. Em 1987, foi eleito pela primeira vez deputado da Assembleia da República em representação do distrito de Castelo Branco. A sua primeira intervenção enquanto deputado consistiu na defesa do projecto-lei a legalizar a possibilidade da prática do nudismo no País.
Em 1991, passou a integrar o Secretariado Nacional do Partido Socialista e em 1995, tornou-se membro do primeiro Governo de António Guterres, a ocupar o cargo de secretário de Estado Adjunto do ministro do Ambiente. Em 1997, tornou-se ministro-adjunto do primeiro-ministro, com as tutelas da Toxicodependência, Juventude e Desporto. Foi nessa qualidade que se tornou, num dos impulsionadores de uns dos organizadores da realização em Portugal, do Euro 2004.

Em 1999, já no segundo Governo de António Guterres, transitou para a pasta de ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território, cargo que ocupou até à tomada de posse do XV Governo Constitucional, em 2002. Enquanto ministro, foi protagonista de diversas polémicas, como a questão da co-incineração de resíduos tóxicos, bem como o licenciamento do Freeport, o maior "outlet", a céu aberto da Península Ibérica.

Em 2002, com a vitória do PSD, nas Eleições Legislativas (vencida por José Manuel Durão Barroso), Sócrates regressou à Assembleia da República na condição de deputado, ao mesmo tempo, tornou-se comentador político no programa de análise política com Pedro Santana Lopes, num dos canais da televisão estatal, a RTP. Depois da demissão de Ferro Rodrigues, como líder do partido em 2004, Sócrates venceu a eleição para o cargo de secretário-geral, por larga maioria.

Após a vitória do seu partido nas Eleições Portuguesas de 2005, Sócrates foi chamado pelo presidente Jorge Sampaio para formar governo, o XVII Governo Constitucional (após 1976).

Após as eleições legislativas em 2009, José Sócrates foi eleito para um segundo mandato como Primeiro-Ministro de Portugal. Perdeu as eleições em 2011, e recusou o lugar de deputado e afastou-se da liderança do PS na noite das eleições.

Controvérsias

Desde que assumiu o mandato de primeiro-ministro em 2005, José Sócrates foi alvo de diversas denúncias durante o mandato, nas quais teve que explicar à Nação.
Caso Sócrates-Independente
Em 2007, a Universidade Independente, uma universidade privada em Lisboa, foi colocada sob investigação por alegadas irregularidades em diversas matérias. As autoridades investigaram suspeitas de falsificações e irregularidades em torno das centenas de licenciaturas dos alunos da Universidade Independente. Entre os formandos estavam José Sócrates. Os jornalistas descobriram que os títulos emitidos não seguiram o procedimento, um exame foi enviado por fax e o diploma de Sócrates foi emitido no Domingo, dia 8 de Abril, um dia antes da universidade ser fechada de sempre.

Alguns profissionais das notícias de media portuguesas afirmam que Sócrates ou membros da sua equipa, através de ligações telefónicas, ameaçaram tomar medidas judiciais contra os jornalistas para tentar parar as reportagens.
Em 2007, uma nova controvérsia surgiu após a descoberta de que um computador do governo foi usado para remover todas as referências ao caso Sócrates-Independente da Wikipédia. 
O computador Magalhães, de baixo custo da Intel para uso das crianças, anunciado e patrocinado pelo gabinete de Sócrates, montado pela empresa J.P. Sá Couto, esteve no centro de nova controvérsia em 2008, quando a empresa era suspeita de fraude fiscal, o caso levou a uma investigação que levantaram outras questões semelhantes envolvendo outros acordos governamentais e contratos públicos.
Em 2005, surgiram denúncias da imprensa portuguesa que José Sócrates alegadamente renunciou a restrições ambientais, depois da intervenção do tio e primo, e concedeu a concessão de licença à empresa britânica Freeport para construir o shopping Alcochete, um grande centro comercial próximo ao Rio Tejo, desenvolvido em parte em terras protegidas fora de Lisboa, em 2002, quando era Ministro do Ambiente do gabinete do PM. Em 2009, as denúncias ressurgem, com a confirmações das denúncias de 2005, agora com cobertura da imprensa portuguesa e britânica. Num DVD na posse da Polícia britânica Charles Smith, um consultor contratado para tratar do licenciamento do Freeport de Alcochete, afirmou claramente que José Sócrates "was corrupt" ("é corrupto") e que recebeu dinheiro através do primo, para dar luz verde ao projecto do "outlet". A gravação revelada pela TVI é apenas parte de uma conversa de 20 minutos que, juntamente com Charles Smith incluiu também João Cabral, funcionário da consultora, e Alan Perkins, director do Freeport. Foi este último que, sem o conhecimento dos outros dois, registrou o evento, onde Smith e Cabral foram questionados sobre o dinheiro que deixou a empresa para ser usado para o pagamento de "luvas" a José Socrates. 
Outro caso de corrupção envolvendo Sócrates é o escândalo Face Oculta. Em 2009, a polícia começou a investigar um grupo empresarial com sede em Ovar. Armando Vara, um dos suspeitos, é relatado por ter tido "conversas" com Sócrates. Ele nega qualquer envolvimento, alegando que estava apenas conversando com um amigo. Em 2011, a empresa TMN, que pertence à Portugal Telecom alegou que, devido a um problema de informática, todas as informações e dados sobre o caso e relacionados com Armando Vara (ex-vice-presidente do BCP), Rui Pedro Soares (ex-gerente do PT), Mário Lino (ex-ministro) e Paulo Penedos (ex-assistente da PT) tinham desaparecido. David Dinis, editor no jornal "Diário de Notícias" pediu demissão devido à pressão do director, João Marcelino, por impedir informações difundidas pela imprensa.
Entre 2007 e 2009, durante a metade do primeiro mandato como primeiro-ministro, houve acusações que Sócrates e integrantes do governo tentarem controlar toda a comunicação social através da censura, e perseguir e afastar os jornalistas incómodos. Sócrates processou 10 jornalistas, 5 da TVI, 3 do Jornal Público, 1 do Diário de Notícias e a revista sobre automóveis Autohoje por causa de uma partida do dia das mentiras.
Em 2008, José Sócrates declarou na Assembleia da República, falando acerca do transporte de prisioneiros de Guantánamo cruzando o espaço nacional que "nunca aconteceu termos sido consultados e termos autorizado". No entanto, em 2010 foi revelado, através do site Wikileaks, o conteúdo do telegrama da embaixada dos EUA em Lisboa, datado de 19 de Outubro de 2006 que confirma que houve contactos entre a administração dos EUA (na altura o Presidente era George W. Bush) e Lisboa para assegurar a passagem por território português de prisioneiros de Guantánamo. No documento, afirma-se expressamente que houve um pedido dos EUA ao Governo português para "repatriar presos de Guantánamo através das Lajes".
José Sócrates casou com a Sofia Costa Pinto Fava, uma engenheira portuguesa com quem teve dois filhos, José Miguel Fava Pinto de Sousa e Eduardo Fava Pinto de Sousa. Sócrates divorciou-se de Sofia Fava no final dos anos 90. A sua paixão pelo desporto é bem conhecida, nomeadamente o jogging, tendo participado em provas como a Meia Maratona de Lisboa. Em 2008, quando a proibição de fumar entrou em vigor em Portugal em prédios e transportes públicos, foi noticiado que Sócrates foi visto a fumar durante um voo privado do Estado para a Venezuela onde se encontrou com Hugo Chávez. Ele admitiu que foi um erro, pediu desculpas e prometeu parar de fumar. Além disso, alegou que não sabia que estava a infringir a lei ao fazê-lo, uma vez que sobrevoava o Atlântico, em área internacional.
PUBLICADO digitalblueradio às 10:41 | LINK DO POST
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