O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
Aqui neste espaço já falei de vários temas, já tentei do meu ponto de vista abordar superficialmente nas crónicas que vos deixo alguns males da nossa sociedade, vicios que persistem em existir e que de uma forma ou de outra, afectam o quotidiano das familias portuguesas. Existem no entanto vicios que destróiem por completo individuos, casamentos, amizades, familias,...e alastram cada vez mais nos dias que correm. Quem entra neste mundo, torna-se escravo, á gente que gasta ordenados numa noite, gastam muitas vezes o que têm e o que não têm, existem pessoas que inclusivé têm enfartes numa banca de roleta em qualquer casino português. O jogo embebeda como o álcool e vicia como a droga. É uma dependência onde a vertigem do risco e o fatalismo têm um papel fundamental.
 Por vezes tudo começa por uma simples brincadeira,...o jogo, o álcoolismo, a toxicodependência, bem como alguns comportamentos, não acontecem por acaso,...uma vez adquirido, o vicio dificilmente se perde. A situação de arriscar e ganhar, contra a sorte é uma forma pobre de procurar satisfação,...os "profissionais" do vicio conhecem os casinos todos do país e arredores, os legais e os ilegais, sabem quem pode emprestar dinheiro de imediato e quais as leis que regem as dividas de jogo.
 Para os que entram neste meiopela 1ª vez, o pior é quando se ganha, porque para os outros marinheiros de muitas viagens, o gosto pelo jogo é tal que tão emocionante é o ganhar como o perder...muitas vezes pouco importa! Uma das desculpas muitas vezes usadas por estes jogadores já de tal maneira viciados que se se aperceber usam a desculpa mais esfarrapada, vão ali apenas para se distrair um bocado,...
 O jogo é um vicio que pode ter inicio num qualquer café,...num simples jogo da"moedinha", da "sueca" ou outro qualquer jogo de cartas,...a aposta por vezes é simples para aliciar o "pato" e estende-se mais tarde para uma "rodada", para uma nota de 20, de 50, 100,...e muits vezes quando a rede está bem montada existem sals de jogo especiais para estes jogadores que invariávelmente depois de ali se deslocarem a 1ª vez,...muitas vezes se vão seguir. Há quem chegue a perder centenas de euros, ouro, carro, casa e até mesmo a moral, e perca mulher e filha. Há chefes de familia que gastam numa noite o dinheiro de um mês de trabalho,..estes locais são sobejamente conhecidos de todos os que vivem a noite, no entanto para as autoridades torna-se dificil caçar estes batoteiros que jogam em cafés e colectividades ou até mesmo em casas particulares. Eles usam "risquinhos" para somar os ganhos e as perdas, só falta dizer que cada "risquinho" tem um determinado valor, há muito boa gente que se desgraça a ele e á familia no maldito jogo.
 Quem entra nestes esquemas muitas vezes nem se dá conta de que já perdeu muito, ou muitas vezes começam a ganhar e querem mais, outras vão atrás na tentativa de recuperar o que perderam. Depois os filhos pedem pão, e ele joga o dinheiro para o pão,.. e voltam sempre a pretexto de recuperar o que perderam, muitas vezes empenhamdo-se mais e mais...Há sempre maneiras simples de ganhar ou perder uns dinheirinhos, apostas aparentemente inocentes, que viciam.
Em casinos, bingos, tascas, cafés, boites, colectividades,...toda a gente sabe que o jogo existe, de uma forma mais ou menos inocente, de maneira mais ou menos honesta,...o vicio está lá, como um vírus pronto a alastrar-se,...apenas depende de si,... a vacina,...a cura para este mal é apenas uma,...NÃO ENTRAR NELE.
A próxima noticia foi retirada parcialmente do "Diário de Noticias", aborda essencialmente factos reais que ocorrem em Portugal. 
 "Histórias de quem trocou fortunas e vida familiar pelo vício do jogo". A roleta e o 'bridge', por serem jogos em que por hábito se aposta muito dinheiro, destinam-se aos estratos mais elevados
Maria recebeu uma herança avaliada em quase dois milhões de euros, entre carros, casas, empresas e bombas de gasolina. A fortuna que adquiriu pela morte do pai deu o impulso que faltava para transformar o hobbie num vício. Hoje com 63 anos, passou os últimos 20 a jogar roleta no casino e a perder sistematicamente o que tinha, até ficar com quase nada. Assume que tem um problema, mas tem demasiada vergonha para o expor publicamente e procurar ajuda. 
Há pelo menos 16 124 viciados em jogos a dinheiro em Portugal como Maria, e mais de 400 mil jogadores em risco, revela o estudo "Dependência do jogo em Portugal", encomendado pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa à Universidade Católica. O primeiro a fazer uma radiografia do jogo em Portugal. Maria não consegue parar, tal como muitos outros jogadores, depois de ter perdido muito dinheiro hoje tem dívidas avultadas e vive com a ajuda do ex-marido, que acabou por pedir o divórcio depois de anos de impaciência. Nem os filhos mantêm contacto. 
Nos casinos, na sala das máquinas, como das slot machines, encontram-se sobretudo homens e com rendimentos médios: as apostas fazem-se, normalmente, até 100 euros de cada vez. Foi onde António, passou os últimos 25, o vício chegou em pouco tempo, tudo o que tinha e não tinha gastava-o no casino.  António está em recuperação, tal como Manuel, de 48 anos. Começou a jogar poker na tropa e nunca mais parou. Jogava todos os dias, mentia à mulher, dizendo que ia trabalhar até tarde, e chegou a roubar a família para alimentar o vício.  O Bingo por seu lado é frequentado por jogadores com capacidade financeira média-baixa. José é mecânico e diz que uma cartela a um euro é um preço razoável. É com este pensamento que quase todos os dias faz o mesmo trajecto. Sai da oficina, vai jantar a casa e segue depois para o Bingo. Senta-se na mesa que já lhe conhece o desassossego e pede duas cartelas, que joga simultaneamente.  O ritual dura há já dez anos, desde os 34. Não há jogada em que não entre, por isso chega a gastar 80 euros numa só noite. 
Mas o mundo do jogo e do vicio pode não ser apenas "fora de casa", por exemplo você sabe quantas horas o seu filho passa frente ao computador a jogar, e nas play-stations, muitas vezes o vicio começa aí.
A compulsão pelos jogos de azar pode ser tão perigosa quanto a dependência em álcool ou drogas. Muitos perdem a saúde, o patrimônio construído durante uma vida inteira e até a família, simplesmente, porque não consegue manter-se longe das mesas de apostas. No principio é só diversão, mas em alguns casos, com o tempo, o desejo de jogar  torna-se incontrolável. 
Muito teriamos para dizer sobre este vicio, fica o contacto de um centro de ajuda para este e outros vicios.
PUBLICADO digitalblueradio às 13:34 | LINK DO POST
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