O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS

Beatriz Costa, sabe-se pouco da sua infância, o cinema e o  teatro eram a sua paixão.
Estreia-se como corista aos 15 anos,em 1924 parte como corista para o Brasil e regressa, um ano depois, como actriz de elenco na revista Ditosa Pátria. 
Mas é no Sete e Meio (1927) que cria a sua primeira rábula para a história, O Cocas, onde surge pela primeira vez com a célebre franja, inspirada no corte de cabelo de Louise Brooks. 
Dois anos depois triunfa  ao lado de Álvaro Pereira no dueto D. Chica e Sr. Pires. 
Com O Mexilhão, em 1931, torna-se definitivamente primeira figura, estatuto que não mais a abandonará até partir para o Brasil, em 1939, por aí ficando dez anos.


O cinema imortalizou-a .
 A Canção de Lisboa (com o inesquecível número A Agulha e o Dedal) e A Aldeia da Roupa Branca, onde recria uma definitiva figura de saloia alegre.
Se no cinema o brilho de Beatriz Costa é evidente, não deixou de produzir outras memoráveis criações, como os seus livros Sem Papas na Língua (1975) e Quando os Vascos Eram Santanas (1977), onde  conta algumas das  suas memórias. 
Irreverente, alegre, cheia de vida, esta mulher, de apenas 1,53 m de altura tornou-se um gigante da cultura popular portuguesa. 

Marcos principais da sua carreira:

1907 Nasce no Concelho de Mafra, numa família humilde.
1923 Estreia-se como corista no teatro de revista.
1927 Primeiro papel de relevo na revista Sete e Meio.
1930 É cabeça de cartaz na revista O Cavaquinho, que se torna um grande êxito.
1931 Primeiro filme, a versão portuguesa de Her Wedding Night (A minha noite de núpcias), com Estevão Amarante. Na revista O Mexilhão consagra-se como a maior actriz do género.
1933 Estrondoso êxito no filme A Canção de Lisboa, com António Silva e Vasco Santana, produção de viragem no cinema português.
1936 De novo o sucesso com na revista Arreburro.
1939 Outro filme excepcional. É a protagonista do célebre filme A Aldeia da Roupa Branca. Neste ano parte em digressão para o Brasil e aí ficará cerca de dez anos.
1949 Regressa com sucesso a Portugal, na revista Ela aí Está! As revistas seguintes já não terão tanto sucesso.
1975 Primeiro livro de memórias Sem Papas na Língua torna-se um sucesso de vendas.



PUBLICADO digitalblueradio às 22:19 | LINK DO POST
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