O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
Marceneiro por profissão e Marceneiro nome artistico, ele marcou a história e evolução do fado.
Alfredo Duarte, ao longo da sua  carreira  passou p´los  bailes de bairro, cafés de camareiras, e casas de fado até chegar ás   gravações  discográficas. 

 Marceneiro,  viu-se  forçado a aprender aos a profissão aos 14    anos após a morte do pai. 
 Nasceu  em Lisboa em 1892, filho de um sapateiro, para sustentar a família,  Marceneiro começou por ser aprendiz de encadernador, a  opção pela marcenaria surgiu mais tarde, quando compreendeu que a encadernação não lhe deixava o tempo desejado para participar nas cegadas e bailes onde podia dar livre curso à sua paixão pela música e pelo fado.
Nesse tempo os bailes abriam-se a todos aqueles que tivessem habilidade e gosto para cantar e a voz de Marceneiro começou aí a destacar-se,...conhecido inicialmente por Alfredo Lulu pelo cuidado que colocava na sua aparência (cantava de laço em vez da tradicional gravata, que mais tarde substituiria pelo lenço de seda ), só na década de vinte o fadista passaria a ser conhecido artisticamente como Marceneiro. 

Em 1924 recebe o seu primeiro contrato profissional, actuando no Chiado Terrasse, mais tarde convidado para cantar na   revista, 1930.
Foi o primeiro a cantar de pé, colocando-se atrás dos guitarristas, para que o público tivesse a noção de quem era o artista.
Dos fados que cantou destacam-se :
-  Olhos Fatais
-  Senhora do Monte
-  Lembro-me de Ti
- A Casa da Mariquinhas
 O seu primeiro disco foi gravado em 1929 mas, Marceneiro gravou  pouco, embora o pouco que tenha gravado seja ainda hoje um marco na história da música portuguesa.
Era na noite lisboeta e nas casas de fado que se sentia em casa. 
Nunca abandonou o seu emprego de marceneiro, do qual se reformou em 1959.
Mas da carreira artística nunca se reformaria realmente: em 1963 foi-lhe feita uma festa simultaneamente de homenagem e despedida no Teatro São Luiz que pretendia marcar oficialmente o seu abandono da actividade artística. 
Em 1980 retirou-se oficialmente dos palcos ao receber a Medalha de Ouro da Cidade de Lisboa por iniciativa da Câmara Municipal. 
Faleceu com 91 anos de idade, a 26 de Junho de 1982.
O seu filho Alfredo Duarte Jr. fez também carreira como fadista, embora sem atingir a popularidade e importância do pai, e o neto Vítor Duarte tem trabalhado para manter viva a memória do avô.  


PUBLICADO digitalblueradio às 20:40 | LINK DO POST
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