O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
Nelson Rolihlahla Mandela nasceu em Mvezo a 18 de julho de 1918, advogado, ex-líder rebelde e ex-presidente da África do Sul de 1994 a 1999. Principal representante do movimento antiapartheid, como ativista e transformador da história africana. Considerado pela maioria das pessoas um guerreiro da luta pela liberdade, era considerado pelo governo sul-africano um terrorista. A sua vida retratada nos filmes “Invictus” (2009) e "Goodbye Bafana" (2007), Mandela recebeu o "Prémio Nobel da Paz" em 1993. 
 "INVICTUS"
Invictus conta como, em 1995, a África do Sul, à beira de uma guerra civil, se uniu em torno da sua equipa de rugbi. Isabela Boscov comenta a destreza e simplicidade de Clint Eastwood, que aos quase 80 anos dirigiu o filme. Com Morgan Freeman, como Nelson Mandela, e Matt Damon, como François Piennar, o capitão dos Springboks. Um filme que pode ver aqui no blog.
"Goodbye Bafana" - Trailer
África do Sul - (1968), Vinte e cinco milhões de negros são governados por uma minoria de quatro milhões de brancos sob o regime brutal do Apartheid do Governo do Partido Nacionalista. Os negros tem direito de voto, sem direito a terra, sem direito à liberdade de movimentos, sem direito à habitação ou educação. Determinados a manter o poder, os brancos baniram todas as organizações de oposição negras, forçando os seus líderes ao exílio ou aprisioná-los para a vida em Robben Island.
Nelson Mandela passou a infância na região de Thembu, antes de seguir carreira em Direito. Em 1990 foi-lhe atribuído o "Prêmio Lênin da Paz", que foi recebido em 2002. Na África do Sul também é conhecido como 'Madiba', um título honorário adotado por membros do clã de Mandela.

Mandela envolveu-se na oposição ao regime do apartheid, que negava aos negros direitos políticos, sociais e econômicos. Uniu-se ao Congresso Nacional Africano (conhecido em Portugal pela sigla inglesa, ANC) em 1947, e dois anos depois fundou com Walter Sisulu e Oliver Tambo (entre outros) uma organização mais dinâmica, a Liga Jovem do NCA/ANC

Depois da eleição de 1948 dar a vitória ao Partido Nacional africânder- que seria o promotor da política de segregação racial -, Mandela aderiu ao Congresso do Povo (1975) (percursor do ANC) que divulgou a Carta da Liberdade - documento contendo um programa fundamental para a causa antiapartheid. Comprometido de início apenas com actos não violentos, na esteira de Gandhi, Mandela e os seus colegas decidiram recorrer à luta armada após o massacre de Sharpeville (21 de Março de 1960), quando a polícia sul-africana atirou em manifestantes negros, desarmados, matando 69 pessoas e ferindo 180 - e a subsequente ilegalidade do ANC e outros grupos antiapartheid que aderiram a esse levantamento bélico.

Em 1961 tornou-se comandante do braço armado do ANC, o chamado Umkhonto we Sizwe ("Lança da Nação"), fundado por ele e outros. Mandela coordenou uma campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo, fazendo também planos para uma possível guerrilha, viajou tentando arranjar fundos para o movimento e criou condições para o treino e atuação paramilitar do grupo. Em agosto de 1962 Nelson Mandela foi preso e sentenciado a 5 anos de prisão. Em 1967 foi sentenciado novamente, desta vez a prisão perpétua por planear ações armadas, sabotagem e conspiração para ajudar outros países a invadir a África do Sul. No decorrer dos vinte e seis anos seguintes, Mandela tornou-se de tal modo associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se fez sentir em todo o mundo e tornou-se bandeira de todas as campanhas e grupos antiapartheid ao redor do mundo.

Enquanto estava na prisão, Mandela enviou uma declaração para o NCA (que viria a público em 1980) em que dizia: "Unam-se! Mobilizem-se! Lutem! Entre a bigorna que é a ação da massa unida e o martelo que é a luta armada devemos esmagar o apartheid!" Recusando trocar a liberdade condicional pela recusa em cessar o incentivo á luta armada (1985), Mandela continuou na prisão até 1990, quando a campanha do ANC e a pressão internacional conseguiram que fosse libertado a 11 de fevereiro, por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk. O ANC também foi tirado da ilegalidade.

Nelson Mandela recebeu em 1989 o "Prêmio Internacional Al-Gaddafi de Direitos Humanos", e em 1993, com de Klerk, recebeu o "Nobel da Paz", pelos esforços desenvolvidos no sentido de acabar com a segregação racial. Em 1994, tornou-se ele próprio o presidente da África do Sul, naquelas que foram as primeiras eleições multirraciais do país. Cercou-se, para governar, de personalidades do ANC, mas também de representantes de linhas políticas.
Estátua de Nelson Mandela em Londres 
Como presidente do CNA (de 1995 a 1999) e primeiro presidente negro da África do Sul (de 1991 a 2000), Mandela comandou a transição do regime de minoria no comando, o apartheid, ganhando respeito internacional. Mandela no entanto também foi criticado pela sua amizade próxima com líderes como Fidel Castro (Cuba) e Muammar al-Gaddafi (Líbia), a quem chamou de "irmãos das armas". A sua decisão em invadir o Lesoto, para evitar um golpe de estado naquele país, também é motivo de controvérsia.
Mandela casou-se três vezes. A primeira esposa de Mandela foi Evelyn Ntoko Mase, da qual se divorciou em 1957 após 13 anos de casamento. Depois casou-se com Winnie Madikizela, com quem ficou 38 anos, divorciando-se em 1997. No seu 80º aniversário, Mandela casou com Graça Machel, viúva de Samora Machel, antigo presidente moçambicano e aliado do CNA.
Após o fim do mandato de presidente, em 1999, Mandela voltou-se para a causa de diversas organizações sociais e de direitos humanos. Ele recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a "Ordem de St. John", da rainha Isabel II, e a "Medalha presidencial da Liberdade" de George W. Bush. Ele é uma das duas únicas pessoas de origem não-indiana a receber o "Bharat Ratna" - distinção mais alta da Índia - em 1970. (A outra pessoa não-indiana é a Madre Teresa de Calcutá.) Em 2001 tornou-se cidadão honorário do Canadá e também um dos poucos líderes estrangeiros a receber a "Ordem do Canadá". Em 2004, aos 85 anos, Mandela anunciou que se retiraria da vida pública, a sua saúde estava instável e queria aproveitar o tempo que lhe restava com a família. Em 2006, foi premiado pela "Amnistia Internacional" com o prêmio "Embaixador de Consciência 2006" em reconhecimento à liderança na luta pela proteção e promoção dos direitos humanos. Em 2008 foi realizado um grande show em Londres em homenagem aos seus 90 anos, onde participaram vários cantores mundialmente conhecidos.

Na madrugada de 11 de Junho de 2010, um dia antes da abertura do Mundial da África do Sul e no dia do Concerto, a sua bisneta, Zenani Mandela de 13 anos morre num acidente de carro, que capotou. O autor deste acidente estava embriagado. Devido a este terrível acontecimento, Nelson não esteve presente no jogo de abertura do Mundial 2010.
PUBLICADO digitalblueradio às 15:30 | LINK DO POST
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