O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
José Maria Viana Dionísio nasceu em Lisboa a 6 de Dezembro de 1922 e morreu a 8 de Janeiro de 2003, foi actor de teatro de revista, cinema e televisão. Foi, também, pintor, expondo em Portugal e no estrangeiro. 
José Viana desde muito jovem que demonstrou aptidão e jeito para desenhar , aos 13 anos, já desenhava para o «Jornal O Senhor Doutor», o suplemento de «O Século», «Pim Pam Pum» e a fazer capas para o «O Papagaio». Também desde muito cedo se sente atraído pela música do swing e do jazz, passa também a cantar integrado em conjuntos musicais que animam nas colectividades populares de cultura e recreio, posteriormente canta em recintos nocturnos, mas como segunda ocupação. 
Estreia-se como actor amador, em obras de Gil Vicente, Alves Redol, e outros. Estreia-se na RTP com o programa «Riscos e Gatafunhos» e depois «Melodias de Sempre», programas que lhe dão grande notoriedade. Estreia-se como autor, ao lado de Nelson Barros em 1959 na revista «Mulheres à Vista», e destaca-se na rábula «Inimigo de Lisboa». Em 1963, encena pela primeira vez uma revista, «Elas São o Espectáculo», seguindo-se outro sucesso com «Embaixador do Fado». Nas andanças do teatro de revista, conhece uma actriz brasileira Jújú Batista, que lhe dá uma filha, a Maria. 
Passados alguns anos José Viana conhece Dora Leal, com quem contracena e passa a ser sua companheira de que resultam duas filhas (a Maria Raquel e a Madalena Leal). Em meados da década de 60, José Viana atinge o auge da sua carreira, o «Zé Cacilheiro» surge em 1966, em «Zero, Zero, Zero - Ordem para Matar» que teve um êxito estrondoso, o tema foi gravado em disco e muito solicitado nas rádios de então.
Outras rábulas merecem destaque como «Carlos dos Jornais», «  O Zé Povinho vai ao Médico», «Esperteza Saloia», «Pimenta na Língua», entre outros. No cinema, José Viana teve algumas participações, em pequenos papéis como em O «Cerro dos Enforcados», de Fernando Garcia (1953) e «Perdeu-se um Marido», de Henrique Campos (1956) mas foi em «O Recado» (1972), de José Fonseca e Costa, a «A Fuga» (1976), de Luís Filipe Rocha, «A Ilha» (1990), de Joaquim Leitão, e «O Fim do Mundo» (1992), de João Mário Grilo, que o seu talento é mais reconhecido.
No entanto participou ainda nos filmes "Máscara de Aço Contra Abismo Azul" de 1988, "A Ilha" em 1990, "Aqui D'El Rei!", "Entre Mortos e Vivos", "Viuvez Secreta" em 1992, um ano depois surge em "O Fim do Mundo" e finalmente "Morte Macaca" em 1997 e "Jerónimo" em1998.
Morreu a 8 de Janeiro de 2003
PUBLICADO digitalblueradio às 13:03 | LINK DO POST
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