O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
Hermínia Silva nasceu em Lisboa a 2 de Outubro de 1907 e faleceu a 13 de Junho de 1993. Embora algumas fontes apontem o dia 2 de Outubro de 1913 como a verdadeira data de nascimento da fadista Hermínia Silva, os documentos oficiais indicam que esse acontecimento teve lugar a 23 de Outubro.
Para além de uma vasta discografia, interveio nos seguintes filmes portugueses: "O Costa do Castelo" (1943), "Ribatejo" (1949) e "O Diabo Era Outro" (1969)
"A Aldeia da Roupa Branca" (1938)
Hermínia Silva nasceu em 1907, cinco anos depois de Ercília Costa, a primeira fadista que saiu das fronteiras de Portugal. Cedo se tornou presença notada nos retiros de Lisboa, que não hesitaram em contratá-la, pela originalidade com que cantava o Fado. A Canção dos Bairros de Lisboa estava-lhe nas veias, não fôra ela nascida, ali mesmo junto ao Castelo de São Jorge. As "histórias" dos amores da Severa com o Conde de Vimioso estavam ainda frescas na memória do povo.
Rapidamente, a sua presença foi notada nos retiros, e passados poucos anos Hermínia estreava-se numa Revista do Parque Mayer. Era a primeira vez que o "Fado" vendia bilhetes na Revista. Alguns jornais da época, referiam-se a ela, como a grande vedeta nacional.  Hermínia Silva viria a trazer o Fado para as grandes salas do Teatro de Revista, e viria a "inaugurar" a futura Canção Nacional. A sua fama atingiu um tal ponto que o Cinema, quis aproveitar o seu sucesso como figura de grande plano.
Efectivamente, nove anos depois de se ter estreado na Revista, Hermínia integra o elenco do filme de Chianca de Garcia, "Aldeia da Roupa Branca" (1938), num papel que lhe permite cantar no filme. Depois de várias presenças no estrangeiro, com especial incidência no Brasil e em Espanha, Hermínia aposta numa carreira mais concentrada em Portugal. O seu conhecido e parodiado receio em andar de avião, inviabilizou-lhe muitos contratos que surgiam em catadupa. Mas, Hermínia estava no Céu, na sua Lisboa das sete colinas.
Em 1943 é chamada para mais um filme, " O Costa do Castelo", em 1946 roda "O Homem do Ribatejo", passando regularmente pelos palcos do Parque Mayer, fazendo sucesso com os seus fados e as suas rábulas de Revista. Em 1969 entra em "O Diabo era Outro".
A popularidade da fadista encheu os écrans dos cinemas de todo o país. Vieram mais Revistas, mais recitais, muitos discos de sucesso.
Mas, para quem quisesse conhecer a grande Hermínia bem mais de perto, ainda tinha a oportunidade de ouro, de vê-la ao vivo e a cores, sem microfone, na sua Casa - "O Solar da Hermínia", restaurante que manteve quase até ao fim da sua vida artística.



A fadista cantou quase até falecer, a 13 de Junho de 1993. Morria assim, uma das maiores vedetas do Fado e do Teatro de Revista Português.
Há vozes que não se esquecem
PUBLICADO digitalblueradio às 16:06 | LINK DO POST
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