O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
Nicolau Maquiavel nasceu em Florença a 3 de maio de 1469 e morreu a 21 de junho de 1527. Foi historiador, poeta, diplomata e músico italiano do Renascimento. É reconhecido como fundador do pensamento e da ciência política moderna. 
Maquiavel viveu a juventude durante o  governo de Lourenço de Médici e entrou para a política aos 29 anos de idade no cargo de Secretário da Segunda Chancelaria. Depois de servir em Florença durante catorze anos foi afastado e escreveu as suas principais obras. 
Pouco se conhece de Maquiavel antes de entrar para a vida pública. Ele era o terceiro de quatro filhos de Bernardo e Bartolomea de' Nelli. A sua família era toscana, iniciou os estudos de latim com sete anos e, posteriormente, estudou também o ábaco, bem como os fundamentos da língua grega antiga. Maquiavel casou com Marietta Corsini, com quem teria quatro filhos e duas filhas. O "Príncipe" é provavelmente o livro mais conhecido de Maquiavel foi escrito em 1513, apesar de publicado postumamente, em 1532. 
 Estátua de Maquiavel
FRASES DE MAQUIAVEL 
  - "Muitos vêem o que pareces, poucos sentem o que és. "

  - "Homens ofendem por medo ou por ódio"

O túmulo de Maquiavel na Basílica da Santa Cruz
 - "Tornamo-nos odiados tanto fazendo o bem 
como fazendo o  mal"

- "São tão simples os homens e obedecem tanto às necessidades presentes, que quem engana encontrará sempre alguém que se deixa enganar." 
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Alexandre III da Macedônia, dito o Grande ou Magno nasceu a 20 de julho de 356 a.C. em Pela e morreu a 10 de junho de 323 a.C., na Babilônia foi príncipe e rei da Macedônia, e um dos três filhos do rei Filipe II e de Olímpia do Épiro. 
Alexandre foi o mais célebre conquistador do mundo antigo. Na sua juventude, teve como preceptor o filósofo Aristóteles. Tornou-se rei aos vinte anos, na sequência do assassinato do seu pai. A sua carreira é sobejamente conhecida: conquistou um império que ia dos Balcãs à Índia, incluindo o Egito e a Báctria (o atual Afeganistão). Este império era o maior e mais rico que já tinha existido. Existem várias razões para esses grandes êxitos militares, um deles é que Alexandre era um general de extraordinária habilidade e sagacidade, talvez o melhor de todos os tempos, nunca perdeu uma batalha.
Em 334 a.C., empreendeu a sua primeira campanha contra os persas na Batalha de Granico que lhe deu o controle da Ásia Menor (atual Turquia). No ano seguinte, derrotou o rei Dario III da Pérsia na Batalha de Issus e um ano depois, conquistou o Egipto e Tiro, em 331 a.C.. Completou a conquista da Pérsia na Batalha de Gaugamela, onde derrotou definitivamente Dario III, o que lhe conferiu o estatuto de Imperador Persa. Mas Alexandre não ficaria por aqui, durante cerca de dois anos Alexandre manteve-se ocupado em várias campanhas para a consolidação do seu império. Mas, em 327 a.C., conduziu as suas tropas por cima das montanhas Hindu Kush para o vale do rio Indo, a fim de conquistar a Índia, país mítico para os gregos, foi forçado a regressar à Babilónia devido ao cansaço das suas tropas, e instalaria aí a capital do seu império. Deixou atrás de si novas colónias, como Niceia e Bucéfala, esta erigida em memória do seu cavalo, às margens do rio Hidaspes.
Alexandre tinha a intenção de fazer ainda mais conquistas, morreu depois de doze anos de constantes campanhas militares, sem completar trinta e três anos. 
Casamento de Alexandre e Roxana
Alexandre casou com pelo menos duas mulheres, Roxana, filha de um nobre, e a princesa persa Statira II, filha de Dario III da Pérsia. O filho que teve de Roxana, Alexandre IV da Macedónia, morreu antes de chegar à idade adulta. A sua vida foi retratada no cinema. Dois filmes de grande sucesso tiveram como assunto Alexandre o Grande: Alexander the Great (1956), onde o papel de Alexandre coube ao ator Richard Burton e Alexander (2004), onde o papel de Alexandre coube ao ator Colin Farrell. 
Acompanhe os passos da campanha final de Alexandre Magno, começando pela condução do seu poderoso exército até á Índia, numa demonstração de desafio, força e fé inquebravél, quando ele executa uma das ações militares mais memoráveis da história: a travessia de um rio a meio de uma furiosa tempestade. Tal manobra, não só conseguiu fazer desmoronar a confiança do general hindu Porus, como também permitiu que o exército de Alexandre tomasse as suas tropas de assalto, oculto pelo manto escuro da noite.
Alexandre Magno, ele é implacável, determinado e fatal. Um dos maiores combatentes militares que o mumdo já viu, estrategista brilhante comanda homens que matam com prazer para ele e morrem por ele. Tudo pela glória da Grécia, ele é Alexandre - o Grande. 

PUBLICADO digitalblueradio às 17:25 | LINK DO POST
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Alexandre III da Macedônia, dito o Grande ou Magno nasceu a 20 de julho de 356 a.C. em Pela e morreu a 10 de junho de 323 a.C., na Babilônia foi príncipe e rei da Macedônia, e um dos três filhos do rei Filipe II e de Olímpia do Épiro. 
Alexandre foi o mais célebre conquistador do mundo antigo. Na sua juventude, teve como preceptor o filósofo Aristóteles. Tornou-se rei aos vinte anos, na sequência do assassinato do seu pai. A sua carreira é sobejamente conhecida: conquistou um império que ia dos Balcãs à Índia, incluindo o Egito e a Báctria (o atual Afeganistão). Este império era o maior e mais rico que já tinha existido. Existem várias razões para esses grandes êxitos militares, um deles é que Alexandre era um general de extraordinária habilidade e sagacidade, talvez o melhor de todos os tempos, nunca perdeu uma batalha.
Em 334 a.C., empreendeu a sua primeira campanha contra os persas na Batalha de Granico que lhe deu o controle da Ásia Menor (atual Turquia). No ano seguinte, derrotou o rei Dario III da Pérsia na Batalha de Issus e um ano depois, conquistou o Egipto e Tiro, em 331 a.C.. Completou a conquista da Pérsia na Batalha de Gaugamela, onde derrotou definitivamente Dario III, o que lhe conferiu o estatuto de Imperador Persa. Mas Alexandre não ficaria por aqui, durante cerca de dois anos Alexandre manteve-se ocupado em várias campanhas para a consolidação do seu império. Mas, em 327 a.C., conduziu as suas tropas por cima das montanhas Hindu Kush para o vale do rio Indo, a fim de conquistar a Índia, país mítico para os gregos, foi forçado a regressar à Babilónia devido ao cansaço das suas tropas, e instalaria aí a capital do seu império. Deixou atrás de si novas colónias, como Niceia e Bucéfala, esta erigida em memória do seu cavalo, às margens do rio Hidaspes.
Alexandre tinha a intenção de fazer ainda mais conquistas, morreu depois de doze anos de constantes campanhas militares, sem completar trinta e três anos. 
Casamento de Alexandre e Roxana
Alexandre casou com pelo menos duas mulheres, Roxana, filha de um nobre, e a princesa persa Statira II, filha de Dario III da Pérsia. O filho que teve de Roxana, Alexandre IV da Macedónia, morreu antes de chegar à idade adulta. A sua vida foi retratada no cinema. Dois filmes de grande sucesso tiveram como assunto Alexandre o Grande: Alexander the Great (1956), onde o papel de Alexandre coube ao ator Richard Burton e Alexander (2004), onde o papel de Alexandre coube ao ator Colin Farrell. 
Acompanhe os passos da campanha final de Alexandre Magno, começando pela condução do seu poderoso exército até á Índia, numa demonstração de desafio, força e fé inquebravél, quando ele executa uma das ações militares mais memoráveis da história: a travessia de um rio a meio de uma furiosa tempestade. Tal manobra, não só conseguiu fazer desmoronar a confiança do general hindu Porus, como também permitiu que o exército de Alexandre tomasse as suas tropas de assalto, oculto pelo manto escuro da noite.
Alexandre Magno, ele é implacável, determinado e fatal. Um dos maiores combatentes militares que o mumdo já viu, estrategista brilhante comanda homens que matam com prazer para ele e morrem por ele. Tudo pela glória da Grécia, ele é Alexandre - o Grande. 

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Alexandre III da Macedônia, dito o Grande ou Magno nasceu a 20 de julho de 356 a.C. em Pela e morreu a 10 de junho de 323 a.C., na Babilônia foi príncipe e rei da Macedônia, e um dos três filhos do rei Filipe II e de Olímpia do Épiro. 
Alexandre foi o mais célebre conquistador do mundo antigo. Na sua juventude, teve como preceptor o filósofo Aristóteles. Tornou-se rei aos vinte anos, na sequência do assassinato do seu pai. A sua carreira é sobejamente conhecida: conquistou um império que ia dos Balcãs à Índia, incluindo o Egito e a Báctria (o atual Afeganistão). Este império era o maior e mais rico que já tinha existido. Existem várias razões para esses grandes êxitos militares, um deles é que Alexandre era um general de extraordinária habilidade e sagacidade, talvez o melhor de todos os tempos, nunca perdeu uma batalha.
Em 334 a.C., empreendeu a sua primeira campanha contra os persas na Batalha de Granico que lhe deu o controle da Ásia Menor (atual Turquia). No ano seguinte, derrotou o rei Dario III da Pérsia na Batalha de Issus e um ano depois, conquistou o Egipto e Tiro, em 331 a.C.. Completou a conquista da Pérsia na Batalha de Gaugamela, onde derrotou definitivamente Dario III, o que lhe conferiu o estatuto de Imperador Persa. Mas Alexandre não ficaria por aqui, durante cerca de dois anos Alexandre manteve-se ocupado em várias campanhas para a consolidação do seu império. Mas, em 327 a.C., conduziu as suas tropas por cima das montanhas Hindu Kush para o vale do rio Indo, a fim de conquistar a Índia, país mítico para os gregos, foi forçado a regressar à Babilónia devido ao cansaço das suas tropas, e instalaria aí a capital do seu império. Deixou atrás de si novas colónias, como Niceia e Bucéfala, esta erigida em memória do seu cavalo, às margens do rio Hidaspes.
Alexandre tinha a intenção de fazer ainda mais conquistas, morreu depois de doze anos de constantes campanhas militares, sem completar trinta e três anos. 
Casamento de Alexandre e Roxana
Alexandre casou com pelo menos duas mulheres, Roxana, filha de um nobre, e a princesa persa Statira II, filha de Dario III da Pérsia. O filho que teve de Roxana, Alexandre IV da Macedónia, morreu antes de chegar à idade adulta. A sua vida foi retratada no cinema. Dois filmes de grande sucesso tiveram como assunto Alexandre o Grande: Alexander the Great (1956), onde o papel de Alexandre coube ao ator Richard Burton e Alexander (2004), onde o papel de Alexandre coube ao ator Colin Farrell. 
Acompanhe os passos da campanha final de Alexandre Magno, começando pela condução do seu poderoso exército até á Índia, numa demonstração de desafio, força e fé inquebravél, quando ele executa uma das ações militares mais memoráveis da história: a travessia de um rio a meio de uma furiosa tempestade. Tal manobra, não só conseguiu fazer desmoronar a confiança do general hindu Porus, como também permitiu que o exército de Alexandre tomasse as suas tropas de assalto, oculto pelo manto escuro da noite.
Alexandre Magno, ele é implacável, determinado e fatal. Um dos maiores combatentes militares que o mumdo já viu, estrategista brilhante comanda homens que matam com prazer para ele e morrem por ele. Tudo pela glória da Grécia, ele é Alexandre - o Grande. 

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Franz Kafka nasceu em Praga a 3 de julho de 1883 e morreu a 3 de junho de 1924, foi um dos maiores escritores de ficção da língua alemã do século XX. Kafka nasceu numa família de classe média judia em Praga, o seu pai era Hermann Kafka empresário, a mãe chamava-se Julie. O seu estilo literário está presente em obras como "A Metamorfose" (1915), "O Processo (1925) e "O Castelo" (1926). Franz era o mais velho de seis filhos. Ele tinha dois irmãos mais novos, Georg e Heinrich, que morreram cedo e três irmãs mais novas: Gabriele, Valerie e Ottilie.
A mãe de Franz ajudava a administrar os negócios do marido e as foram criadas em grande parte por uma série de governantas e funcionários. Durante a Segunda Guerra Mundial, as irmãs de Kafka foram enviadas para o Gueto de Lodz e morreram ali em campos de extermínio. Ottla foi enviada para o campo de concentração de Theresienstadt e em seguida para o campo de extermínio de Auschwitz , onde 1.267 crianças e 51 encarregados de educação, incluindo Ottla, foram asfixiados com gás até a morte.
Kafka cresce sob as influências de três culturas: a judaica, a tcheca e a alemã. Em 1903, Kafka tem a sua primeira relação sexual, o que lhe trará alguma insegurança por toda a vida. Nesse ano também, ele faz a sua primeira visita a um sanatório. Teve vários casos amorosos mal resolvidos, uns por intervenção dos pais das raparigas, outros por desinteresse próprio. Entre 1914 e 1924, Kafka esteve três vezes perto do casamento. Desistiu sempre. Tentou primeiro por duas ocasiões com Felice Bauer, uma alemã com quem se correspondeu até 1917. A última vez foi com Julie Wohryzek, mais nova do que ele.
Kafka queria estudar Filosofia, no entanto é impedido pelo pai, tendo de decidir entre Química e Direito, Franz opta pela faculdade de Química. Permanece 15 dias no curso e desiste, entrando para a faculdade de Direito, formou-se em 1906. Solitário, com a vida afetiva marcada por irresoluções e frustrações, Kafka atingiu pouca fama com os seus livros, na maioria editados postumamente. Mesmo assim era respeitado nos círculos de literatura que frequentava. 
Epitáfios em hebraico no túmulo da família Kafka
O seu livro "A Metamorfose" (1915) narra o caso de um homem que acorda transformado num enorme inseto; 
"O Processo" (1925) conta a história de um homem julgado e condenado por um crime que ele mesmo ignora; 
O livro "A Colônia Penal" (1914) fala sobre uma máquina que tem o poder de executar sentenças. Trata-se de uma história absurda sobre uma Colônia que usa esta máquina para torturar e matar pessoas, sem que estas sequer saibam o porquê da sua morte. Autor de várias colectâneas de contos, Kafka escreveu também a avassaladora "Carta ao Pai" (1919) e centenas de páginas de diários. Deixou inacabado o romance "Amerika" e mesmo alguns capítulos de "O Processo". Kafka morreu num sanatório perto de Viena, onde se internou com tuberculose, faleceu no dia 3 de junho de 1924 a causa oficial da sua morte foi insuficiência cardíaca.
PUBLICADO digitalblueradio às 14:59 | LINK DO POST
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Franz Kafka nasceu em Praga a 3 de julho de 1883 e morreu a 3 de junho de 1924, foi um dos maiores escritores de ficção da língua alemã do século XX. Kafka nasceu numa família de classe média judia em Praga, o seu pai era Hermann Kafka empresário, a mãe chamava-se Julie. O seu estilo literário está presente em obras como "A Metamorfose" (1915), "O Processo (1925) e "O Castelo" (1926). Franz era o mais velho de seis filhos. Ele tinha dois irmãos mais novos, Georg e Heinrich, que morreram cedo e três irmãs mais novas: Gabriele, Valerie e Ottilie.
A mãe de Franz ajudava a administrar os negócios do marido e as foram criadas em grande parte por uma série de governantas e funcionários. Durante a Segunda Guerra Mundial, as irmãs de Kafka foram enviadas para o Gueto de Lodz e morreram ali em campos de extermínio. Ottla foi enviada para o campo de concentração de Theresienstadt e em seguida para o campo de extermínio de Auschwitz , onde 1.267 crianças e 51 encarregados de educação, incluindo Ottla, foram asfixiados com gás até a morte.
Kafka cresce sob as influências de três culturas: a judaica, a tcheca e a alemã. Em 1903, Kafka tem a sua primeira relação sexual, o que lhe trará alguma insegurança por toda a vida. Nesse ano também, ele faz a sua primeira visita a um sanatório. Teve vários casos amorosos mal resolvidos, uns por intervenção dos pais das raparigas, outros por desinteresse próprio. Entre 1914 e 1924, Kafka esteve três vezes perto do casamento. Desistiu sempre. Tentou primeiro por duas ocasiões com Felice Bauer, uma alemã com quem se correspondeu até 1917. A última vez foi com Julie Wohryzek, mais nova do que ele.
Kafka queria estudar Filosofia, no entanto é impedido pelo pai, tendo de decidir entre Química e Direito, Franz opta pela faculdade de Química. Permanece 15 dias no curso e desiste, entrando para a faculdade de Direito, formou-se em 1906. Solitário, com a vida afetiva marcada por irresoluções e frustrações, Kafka atingiu pouca fama com os seus livros, na maioria editados postumamente. Mesmo assim era respeitado nos círculos de literatura que frequentava. 
Epitáfios em hebraico no túmulo da família Kafka
O seu livro "A Metamorfose" (1915) narra o caso de um homem que acorda transformado num enorme inseto; 
"O Processo" (1925) conta a história de um homem julgado e condenado por um crime que ele mesmo ignora; 
O livro "A Colônia Penal" (1914) fala sobre uma máquina que tem o poder de executar sentenças. Trata-se de uma história absurda sobre uma Colônia que usa esta máquina para torturar e matar pessoas, sem que estas sequer saibam o porquê da sua morte. Autor de várias colectâneas de contos, Kafka escreveu também a avassaladora "Carta ao Pai" (1919) e centenas de páginas de diários. Deixou inacabado o romance "Amerika" e mesmo alguns capítulos de "O Processo". Kafka morreu num sanatório perto de Viena, onde se internou com tuberculose, faleceu no dia 3 de junho de 1924 a causa oficial da sua morte foi insuficiência cardíaca.
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Franz Kafka nasceu em Praga a 3 de julho de 1883 e morreu a 3 de junho de 1924, foi um dos maiores escritores de ficção da língua alemã do século XX. Kafka nasceu numa família de classe média judia em Praga, o seu pai era Hermann Kafka empresário, a mãe chamava-se Julie. O seu estilo literário está presente em obras como "A Metamorfose" (1915), "O Processo (1925) e "O Castelo" (1926). Franz era o mais velho de seis filhos. Ele tinha dois irmãos mais novos, Georg e Heinrich, que morreram cedo e três irmãs mais novas: Gabriele, Valerie e Ottilie.
A mãe de Franz ajudava a administrar os negócios do marido e as foram criadas em grande parte por uma série de governantas e funcionários. Durante a Segunda Guerra Mundial, as irmãs de Kafka foram enviadas para o Gueto de Lodz e morreram ali em campos de extermínio. Ottla foi enviada para o campo de concentração de Theresienstadt e em seguida para o campo de extermínio de Auschwitz , onde 1.267 crianças e 51 encarregados de educação, incluindo Ottla, foram asfixiados com gás até a morte.
Kafka cresce sob as influências de três culturas: a judaica, a tcheca e a alemã. Em 1903, Kafka tem a sua primeira relação sexual, o que lhe trará alguma insegurança por toda a vida. Nesse ano também, ele faz a sua primeira visita a um sanatório. Teve vários casos amorosos mal resolvidos, uns por intervenção dos pais das raparigas, outros por desinteresse próprio. Entre 1914 e 1924, Kafka esteve três vezes perto do casamento. Desistiu sempre. Tentou primeiro por duas ocasiões com Felice Bauer, uma alemã com quem se correspondeu até 1917. A última vez foi com Julie Wohryzek, mais nova do que ele.
Kafka queria estudar Filosofia, no entanto é impedido pelo pai, tendo de decidir entre Química e Direito, Franz opta pela faculdade de Química. Permanece 15 dias no curso e desiste, entrando para a faculdade de Direito, formou-se em 1906. Solitário, com a vida afetiva marcada por irresoluções e frustrações, Kafka atingiu pouca fama com os seus livros, na maioria editados postumamente. Mesmo assim era respeitado nos círculos de literatura que frequentava. 
Epitáfios em hebraico no túmulo da família Kafka
O seu livro "A Metamorfose" (1915) narra o caso de um homem que acorda transformado num enorme inseto; 
"O Processo" (1925) conta a história de um homem julgado e condenado por um crime que ele mesmo ignora; 
O livro "A Colônia Penal" (1914) fala sobre uma máquina que tem o poder de executar sentenças. Trata-se de uma história absurda sobre uma Colônia que usa esta máquina para torturar e matar pessoas, sem que estas sequer saibam o porquê da sua morte. Autor de várias colectâneas de contos, Kafka escreveu também a avassaladora "Carta ao Pai" (1919) e centenas de páginas de diários. Deixou inacabado o romance "Amerika" e mesmo alguns capítulos de "O Processo". Kafka morreu num sanatório perto de Viena, onde se internou com tuberculose, faleceu no dia 3 de junho de 1924 a causa oficial da sua morte foi insuficiência cardíaca.
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Victor-Marie Hugo nasceu em Besançon a 26 de fevereiro de 1802 e morreu em Paris a 22 de maio de 1885, foi um escritor e poeta francês. É o autor de "Les Misérables" e de "Notre-Dame de Paris", entre outras diversas obras.
 
Victor Hugo foi o terceiro filho de Sophie Trébuchet e Joseph Hugo, um major que, mais tarde se tornaria general do exército napoleônico. A infância de Victor Hugo foi marcada por grandes acontecimentos. Napoleão foi proclamado imperador dois anos depois do seu nascimento, e a monarquia dos Bourbons foi restaurada antes do seu décimo oitavo aniversário. Victor tinha pontos de vista políticos e religiosos opostos ao dos pais, o seu pai era um ateu republicano que considerava Napoleão um herói, enquanto que a sua mãe era uma radical católica defensora da casa real, sendo que se acredita tenha sido amante do general Victor Lahorie, que foi executado em 1812 por tramar contra Napoleão. 
Devido á profissão do pai, a familia mudava constantemente de lugar, cansada com essas mudanças exigidas pela vida militar do marido, Sophie separou-se de Joseph em 1803 e estabeleceu-se em Paris. A partir de então foi ela que dominou a educação e a formação de Victor Hugo, a sua infância passou em grande parte entre Paris, onde foi educado por muitos tutores e também em escolas privadas, Nápoles e Madrid. Considerado um menino precoce, ainda jovem tornou-se escritor, tendo em 1817, aos 15 anos, sido premiado pela Academia Francesa por um dos seus poemas. Em 1819 fundou uma revista, o "Conservador Literário". Em 1821, Hugo publicou o livro de poesias, "Odes e Poesias Diversas", com o qual ganhou uma pensão, concedida por Luís XVIII. 
Um ano depois publica o primeiro romance, "Hans da Islândia".
Victor Hugo casou com uma amiga de infância, Adèle Foucher, em 1822, o casamento gerou o desgosto do seu irmão, Eugène, que era apaixonado por Adèle. Em decorrência disso, Eugène enloquece e é internado num hospício. No ano seguinte, a morte do primeiro filho. Em 1824 nasce a filha, Leopoldine e um ano depois, aos 23 anos, recebe o título de Cavaleiro da Legião de Honra. Nesta época, torna-se líder de um grupo de escritores criando o Cenáculo. A publicação da terceira coletânea de poemas de Victor Hugo, intitulada "Odes e Baladas", em 1826, marcou o início de um período de intensa criatividade.

Aos 26 anos de idade, o escritor desfrutava de uma situação material confortável e prestígio não apenas entre a juventude rebelde francesa, mas também entre a corte de Carlos X. Em 1830 estréia "Hernani" a sua primeira obra teatral, a peça exalta o herói romântico em luta contra a sociedade, divide opiniões, agradando aos jovens e desagradando aos mais velhos.

Após o nascimento de mais uma filha, tem 1830, que recebeu o nome da mãe, a sua esposa recusa-se a ter mais filhos e concede ao marido liberdade para transitar por Paris, desde que não a aborrecesse. Tal fato, faz com que Hugo se entregue à libertinagem, ligando-se indistintamente à atrizes, aristocratas e humildes costureiras, mas não se separara de Adèle. 
Neste período, Adèle inicia um relacionamento amoroso com um amigo da família.
O romance, "Notre-Dame de Paris", é lançado em 1831, considerado o maior romance histórico de Victor Hugo. O livro narra a história do amor altruísta do deformado sineiro da catedral de Notre Dame, Quasímodo, pela bailarina cigana Esmeralda. O livro foi um sucesso instantâneo e fez de Hugo o mais famoso escritor que vivia na Europa. No ano de 1832 Hugo mudou-se para um apartamento instalado na Praça de Vosges, no bairro Le Marais, onde morou até 1848, tendo sido visitado por escritores como Honoré de Balzac, Alexandre Dumas e o compositor Franz Liszt. Entretanto Hugo passa a ter um relacionamento amoroso com a atriz Juliette Drouet.

Em 1837 morre o seu irmão Eugène, acometido por uma doença psicológica desde o casamento de Hugo, Eugène não voltou mais à razão, a doença enfranqueceu-o e por fim levou-o à morte. Este também foi ano em que o rei Luís Filipe I conferiu a Victor Hugo o grau de oficial da Legião de Honra. Hugo, alugava apartamentos nos arredores de Paris com nomes falsos, onde se encontrava com as suas amantes. Numa dessas ocasiões foi apanhado em flagrante com Léonie Briard, o marido dela chamou a polícia, a mulher foi presa a Victor Hugo nada lhe aconteceu. Tendo-se tornado favorável a uma democracia liberal e humanitária, é eleito deputado da Segunda República em 1848, e apoia a candidatura do príncipe Louis-Napoléon. Exila-se após o golpe de Estado de 1851, entretanto morre a sua filha Leopoldina. Victor Hugo morre a 22 de maio de 1885. De acordo com o seu último desejo, o corpo é depositado num caixão humilde que é enterrado no Panthéon, tendo ficado vários dias exposto sob o Arco do Triunfo. Quando morreu, as prostitutas de Paris ficaram de luto.
 O enterro de Victor Hugo
A eloquência e a paixão das primeiras obras de Victor Hugo trouxeram-lhe sucesso e fama quando ainda jovem. A sua primeira coletânea de poesia (Odes e Poemas Diverso) foi publicada em 1822, quando Hugo tinha apenas vinte anos de idade, rendeu uma pensão real de Luís XVIII, mas foi a sua segunda coletânea (Odes e Baladas), publicada em 1826, que revelaram Hugo como grande poeta. A primeira obra madura de ficção do autor francês apareceu em 1829, "O último dia de um condenado", uma estória documental sobre a execução de um assassino francês, esta obra pode ter sido a precursora da sua maior obra sobre a injustiça social "Os Miseráveis". O seu primeiro romance a ser enormemente reconhecido foi ''O Corcunda de Notre-Dame'', publicado em 1831.
O romance "Os Trabalhadores do Mar" foi publicado em 1866, "O homem que ri" foi publicado em 1869, o seu último romance, "Noventa e três", foi publicado em 1874, abordava um tema até então evitado por Victor Hugo: o reinado do terror, durante a Revolução Francesa. A partir de 1849, Victor Hugo dedica um quarto da sua obra à política, um quarto à religião e outro à Filosofia humana e social. O seu principal romance, "os Miseráveis", narra a história de um self made-man, Jean Valjean, um sujeito que foge da prisão e reconstrói a sua vida através do trabalho. Valjean monta uma empresa e, através dela, traz prosperidade para a sua região; além disso, usa a fortuna em obras de caridade para ajudar os pobres. 
   
Les Miserables Movie Trailer
Victor hugo têm uma extensa obra vale a pena conhecer.
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Victor-Marie Hugo nasceu em Besançon a 26 de fevereiro de 1802 e morreu em Paris a 22 de maio de 1885, foi um escritor e poeta francês. É o autor de "Les Misérables" e de "Notre-Dame de Paris", entre outras diversas obras.
 
Victor Hugo foi o terceiro filho de Sophie Trébuchet e Joseph Hugo, um major que, mais tarde se tornaria general do exército napoleônico. A infância de Victor Hugo foi marcada por grandes acontecimentos. Napoleão foi proclamado imperador dois anos depois do seu nascimento, e a monarquia dos Bourbons foi restaurada antes do seu décimo oitavo aniversário. Victor tinha pontos de vista políticos e religiosos opostos ao dos pais, o seu pai era um ateu republicano que considerava Napoleão um herói, enquanto que a sua mãe era uma radical católica defensora da casa real, sendo que se acredita tenha sido amante do general Victor Lahorie, que foi executado em 1812 por tramar contra Napoleão. 
Devido á profissão do pai, a familia mudava constantemente de lugar, cansada com essas mudanças exigidas pela vida militar do marido, Sophie separou-se de Joseph em 1803 e estabeleceu-se em Paris. A partir de então foi ela que dominou a educação e a formação de Victor Hugo, a sua infância passou em grande parte entre Paris, onde foi educado por muitos tutores e também em escolas privadas, Nápoles e Madrid. Considerado um menino precoce, ainda jovem tornou-se escritor, tendo em 1817, aos 15 anos, sido premiado pela Academia Francesa por um dos seus poemas. Em 1819 fundou uma revista, o "Conservador Literário". Em 1821, Hugo publicou o livro de poesias, "Odes e Poesias Diversas", com o qual ganhou uma pensão, concedida por Luís XVIII. 
Um ano depois publica o primeiro romance, "Hans da Islândia".
Victor Hugo casou com uma amiga de infância, Adèle Foucher, em 1822, o casamento gerou o desgosto do seu irmão, Eugène, que era apaixonado por Adèle. Em decorrência disso, Eugène enloquece e é internado num hospício. No ano seguinte, a morte do primeiro filho. Em 1824 nasce a filha, Leopoldine e um ano depois, aos 23 anos, recebe o título de Cavaleiro da Legião de Honra. Nesta época, torna-se líder de um grupo de escritores criando o Cenáculo. A publicação da terceira coletânea de poemas de Victor Hugo, intitulada "Odes e Baladas", em 1826, marcou o início de um período de intensa criatividade.

Aos 26 anos de idade, o escritor desfrutava de uma situação material confortável e prestígio não apenas entre a juventude rebelde francesa, mas também entre a corte de Carlos X. Em 1830 estréia "Hernani" a sua primeira obra teatral, a peça exalta o herói romântico em luta contra a sociedade, divide opiniões, agradando aos jovens e desagradando aos mais velhos.

Após o nascimento de mais uma filha, tem 1830, que recebeu o nome da mãe, a sua esposa recusa-se a ter mais filhos e concede ao marido liberdade para transitar por Paris, desde que não a aborrecesse. Tal fato, faz com que Hugo se entregue à libertinagem, ligando-se indistintamente à atrizes, aristocratas e humildes costureiras, mas não se separara de Adèle. 
Neste período, Adèle inicia um relacionamento amoroso com um amigo da família.
O romance, "Notre-Dame de Paris", é lançado em 1831, considerado o maior romance histórico de Victor Hugo. O livro narra a história do amor altruísta do deformado sineiro da catedral de Notre Dame, Quasímodo, pela bailarina cigana Esmeralda. O livro foi um sucesso instantâneo e fez de Hugo o mais famoso escritor que vivia na Europa. No ano de 1832 Hugo mudou-se para um apartamento instalado na Praça de Vosges, no bairro Le Marais, onde morou até 1848, tendo sido visitado por escritores como Honoré de Balzac, Alexandre Dumas e o compositor Franz Liszt. Entretanto Hugo passa a ter um relacionamento amoroso com a atriz Juliette Drouet.

Em 1837 morre o seu irmão Eugène, acometido por uma doença psicológica desde o casamento de Hugo, Eugène não voltou mais à razão, a doença enfranqueceu-o e por fim levou-o à morte. Este também foi ano em que o rei Luís Filipe I conferiu a Victor Hugo o grau de oficial da Legião de Honra. Hugo, alugava apartamentos nos arredores de Paris com nomes falsos, onde se encontrava com as suas amantes. Numa dessas ocasiões foi apanhado em flagrante com Léonie Briard, o marido dela chamou a polícia, a mulher foi presa a Victor Hugo nada lhe aconteceu. Tendo-se tornado favorável a uma democracia liberal e humanitária, é eleito deputado da Segunda República em 1848, e apoia a candidatura do príncipe Louis-Napoléon. Exila-se após o golpe de Estado de 1851, entretanto morre a sua filha Leopoldina. Victor Hugo morre a 22 de maio de 1885. De acordo com o seu último desejo, o corpo é depositado num caixão humilde que é enterrado no Panthéon, tendo ficado vários dias exposto sob o Arco do Triunfo. Quando morreu, as prostitutas de Paris ficaram de luto.
 O enterro de Victor Hugo
A eloquência e a paixão das primeiras obras de Victor Hugo trouxeram-lhe sucesso e fama quando ainda jovem. A sua primeira coletânea de poesia (Odes e Poemas Diverso) foi publicada em 1822, quando Hugo tinha apenas vinte anos de idade, rendeu uma pensão real de Luís XVIII, mas foi a sua segunda coletânea (Odes e Baladas), publicada em 1826, que revelaram Hugo como grande poeta. A primeira obra madura de ficção do autor francês apareceu em 1829, "O último dia de um condenado", uma estória documental sobre a execução de um assassino francês, esta obra pode ter sido a precursora da sua maior obra sobre a injustiça social "Os Miseráveis". O seu primeiro romance a ser enormemente reconhecido foi ''O Corcunda de Notre-Dame'', publicado em 1831.
O romance "Os Trabalhadores do Mar" foi publicado em 1866, "O homem que ri" foi publicado em 1869, o seu último romance, "Noventa e três", foi publicado em 1874, abordava um tema até então evitado por Victor Hugo: o reinado do terror, durante a Revolução Francesa. A partir de 1849, Victor Hugo dedica um quarto da sua obra à política, um quarto à religião e outro à Filosofia humana e social. O seu principal romance, "os Miseráveis", narra a história de um self made-man, Jean Valjean, um sujeito que foge da prisão e reconstrói a sua vida através do trabalho. Valjean monta uma empresa e, através dela, traz prosperidade para a sua região; além disso, usa a fortuna em obras de caridade para ajudar os pobres. 
   
Les Miserables Movie Trailer
Victor hugo têm uma extensa obra vale a pena conhecer.
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Victor-Marie Hugo nasceu em Besançon a 26 de fevereiro de 1802 e morreu em Paris a 22 de maio de 1885, foi um escritor e poeta francês. É o autor de "Les Misérables" e de "Notre-Dame de Paris", entre outras diversas obras.
 
Victor Hugo foi o terceiro filho de Sophie Trébuchet e Joseph Hugo, um major que, mais tarde se tornaria general do exército napoleônico. A infância de Victor Hugo foi marcada por grandes acontecimentos. Napoleão foi proclamado imperador dois anos depois do seu nascimento, e a monarquia dos Bourbons foi restaurada antes do seu décimo oitavo aniversário. Victor tinha pontos de vista políticos e religiosos opostos ao dos pais, o seu pai era um ateu republicano que considerava Napoleão um herói, enquanto que a sua mãe era uma radical católica defensora da casa real, sendo que se acredita tenha sido amante do general Victor Lahorie, que foi executado em 1812 por tramar contra Napoleão. 
Devido á profissão do pai, a familia mudava constantemente de lugar, cansada com essas mudanças exigidas pela vida militar do marido, Sophie separou-se de Joseph em 1803 e estabeleceu-se em Paris. A partir de então foi ela que dominou a educação e a formação de Victor Hugo, a sua infância passou em grande parte entre Paris, onde foi educado por muitos tutores e também em escolas privadas, Nápoles e Madrid. Considerado um menino precoce, ainda jovem tornou-se escritor, tendo em 1817, aos 15 anos, sido premiado pela Academia Francesa por um dos seus poemas. Em 1819 fundou uma revista, o "Conservador Literário". Em 1821, Hugo publicou o livro de poesias, "Odes e Poesias Diversas", com o qual ganhou uma pensão, concedida por Luís XVIII. 
Um ano depois publica o primeiro romance, "Hans da Islândia".
Victor Hugo casou com uma amiga de infância, Adèle Foucher, em 1822, o casamento gerou o desgosto do seu irmão, Eugène, que era apaixonado por Adèle. Em decorrência disso, Eugène enloquece e é internado num hospício. No ano seguinte, a morte do primeiro filho. Em 1824 nasce a filha, Leopoldine e um ano depois, aos 23 anos, recebe o título de Cavaleiro da Legião de Honra. Nesta época, torna-se líder de um grupo de escritores criando o Cenáculo. A publicação da terceira coletânea de poemas de Victor Hugo, intitulada "Odes e Baladas", em 1826, marcou o início de um período de intensa criatividade.

Aos 26 anos de idade, o escritor desfrutava de uma situação material confortável e prestígio não apenas entre a juventude rebelde francesa, mas também entre a corte de Carlos X. Em 1830 estréia "Hernani" a sua primeira obra teatral, a peça exalta o herói romântico em luta contra a sociedade, divide opiniões, agradando aos jovens e desagradando aos mais velhos.

Após o nascimento de mais uma filha, tem 1830, que recebeu o nome da mãe, a sua esposa recusa-se a ter mais filhos e concede ao marido liberdade para transitar por Paris, desde que não a aborrecesse. Tal fato, faz com que Hugo se entregue à libertinagem, ligando-se indistintamente à atrizes, aristocratas e humildes costureiras, mas não se separara de Adèle. 
Neste período, Adèle inicia um relacionamento amoroso com um amigo da família.
O romance, "Notre-Dame de Paris", é lançado em 1831, considerado o maior romance histórico de Victor Hugo. O livro narra a história do amor altruísta do deformado sineiro da catedral de Notre Dame, Quasímodo, pela bailarina cigana Esmeralda. O livro foi um sucesso instantâneo e fez de Hugo o mais famoso escritor que vivia na Europa. No ano de 1832 Hugo mudou-se para um apartamento instalado na Praça de Vosges, no bairro Le Marais, onde morou até 1848, tendo sido visitado por escritores como Honoré de Balzac, Alexandre Dumas e o compositor Franz Liszt. Entretanto Hugo passa a ter um relacionamento amoroso com a atriz Juliette Drouet.

Em 1837 morre o seu irmão Eugène, acometido por uma doença psicológica desde o casamento de Hugo, Eugène não voltou mais à razão, a doença enfranqueceu-o e por fim levou-o à morte. Este também foi ano em que o rei Luís Filipe I conferiu a Victor Hugo o grau de oficial da Legião de Honra. Hugo, alugava apartamentos nos arredores de Paris com nomes falsos, onde se encontrava com as suas amantes. Numa dessas ocasiões foi apanhado em flagrante com Léonie Briard, o marido dela chamou a polícia, a mulher foi presa a Victor Hugo nada lhe aconteceu. Tendo-se tornado favorável a uma democracia liberal e humanitária, é eleito deputado da Segunda República em 1848, e apoia a candidatura do príncipe Louis-Napoléon. Exila-se após o golpe de Estado de 1851, entretanto morre a sua filha Leopoldina. Victor Hugo morre a 22 de maio de 1885. De acordo com o seu último desejo, o corpo é depositado num caixão humilde que é enterrado no Panthéon, tendo ficado vários dias exposto sob o Arco do Triunfo. Quando morreu, as prostitutas de Paris ficaram de luto.
 O enterro de Victor Hugo
A eloquência e a paixão das primeiras obras de Victor Hugo trouxeram-lhe sucesso e fama quando ainda jovem. A sua primeira coletânea de poesia (Odes e Poemas Diverso) foi publicada em 1822, quando Hugo tinha apenas vinte anos de idade, rendeu uma pensão real de Luís XVIII, mas foi a sua segunda coletânea (Odes e Baladas), publicada em 1826, que revelaram Hugo como grande poeta. A primeira obra madura de ficção do autor francês apareceu em 1829, "O último dia de um condenado", uma estória documental sobre a execução de um assassino francês, esta obra pode ter sido a precursora da sua maior obra sobre a injustiça social "Os Miseráveis". O seu primeiro romance a ser enormemente reconhecido foi ''O Corcunda de Notre-Dame'', publicado em 1831.
O romance "Os Trabalhadores do Mar" foi publicado em 1866, "O homem que ri" foi publicado em 1869, o seu último romance, "Noventa e três", foi publicado em 1874, abordava um tema até então evitado por Victor Hugo: o reinado do terror, durante a Revolução Francesa. A partir de 1849, Victor Hugo dedica um quarto da sua obra à política, um quarto à religião e outro à Filosofia humana e social. O seu principal romance, "os Miseráveis", narra a história de um self made-man, Jean Valjean, um sujeito que foge da prisão e reconstrói a sua vida através do trabalho. Valjean monta uma empresa e, através dela, traz prosperidade para a sua região; além disso, usa a fortuna em obras de caridade para ajudar os pobres. 
   
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