O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
O mês de Junho é, tradicionalmente, o mês dos Santos Populares: St. António, S. João e S. Pedro. Podemos pois contar com estes Santos como uma boa desculpa para comermos umas sardinhas, saborearmos a alegria vínica e dançar no bailarico. 
Festejar os santos populares, em Junho, com um arco e balão é já "costume ancestral", dia 13 de Junho o Santo António, São João a 24 e dia 29, São Pedro. As fogueiras sempre fizeram parte da tradição, hoje já pouco se veêm, elas faziam parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. O uso de balões e fogo de artifício é usual nos dias de festa no entanto os balões lançados ao ar ainda se veêm com frequência na cidade do Porto, são os tradicionais balões de São João.
Hoje em dia há arraiais com foguetes, assam-se sardinhas e oferecem-se manjericos, as marchas populares desfilam pelas ruas e avenidas, dão-se com martelinhos de plástico e alho-porro nas cabeças dos foliões. Embora nos dias de hoje a vertente católica destas festas seja arredada para segundo plano, a verdade é que o relacionamento entre os devotos e os santos, principalmente Santo António e São João, é quase familiar: cheio de intimidades, chega a ser, por vezes, irreverente e quase obsceno. Esse caráter fica bastante evidente quando se entra em contato com as simpatias, sortes, adivinhas e acalantos feitos a esses santos:
"Confessei-me a Santo Antônio,
confessei que estava amando.
Ele deu-me por penitência
que fosse continuando".
Os objetos utilizados nas simpatias e adivinhações devem ser virgens, ou seja, estar a ser usado pela primeira vez, senão… nada de a simpatia funcionar! A seguir, algumas simpatias feitas para Santo António segundo rezam as lendas:
Para arranjar namorado ou marido, basta amarrar uma fita vermelha e outra branca no braço da imagem de Santo António, fazendo-lhe o pedido. Rezar um Pai-Nosso e uma Avé Maria e pendurar a imagem de cabeça para baixo sob a cama e só se deve desvirar quando a pessoa alcançar o pedido.
No dia 13 de Junho é comum ir-se à igreja para receber o "pãozinho de Santo Antônio", que é dado gratuitamente, em troca, os fiéis costumam deixar ofertas. Em Lisboa, é tradicional uma cerimónia de casamento múltiplo do dia de Santo António, em que chegam a casar-se vários casais ao mesmo tempo. Esta "tradição" começou nos anos do salazarismo, e desapareceu com a revolução de 74. Voltou a reaparecer há uns anos, promovida por uma cadeia de televisão.
O local onde ocorre a maioria dos festejos é chamado de arraial, um largo espaço ao ar livre cercado ou não e onde barracas são erguidas unicamente para o evento, geralmente o arraial é decorado com bandeirinhas de papel colorido, balões e luzes multicolores, a musica é obrigatória e podem também existir leilões, bingos geralamte para ajudar as associações ou comissão de festas.
Estes arraiais são muito comuns em Portugal e não são exclusivos dos Santos Populares, são parte da tradição popular em geral. 
Em Portugal, estas festividades, genericamente conhecidas pelo nome de Festas dos santos populares, correspondem a diferentes feriados municipais, na cidade de Lisboa o Santo António é a alegria do povo, mas no Porto o São João é festejado com uma intensidade inigualável.
Mas longe vai o tempo em que os bairros se engalanavam e as ruas se vestiam com mil cores cheias de papelinhos com os vizinhos de braço dado animando a festa de cariz bairrista um pouco por toda a cidade, mas mudam-se os tempos, mudam-se as vontades e ess tradição tende a perder-se, tal qual muitas outras de cariz popular. 
A fechar som do baile, divirtam-se.
PUBLICADO digitalblueradio às 16:16 | LINK DO POST
O mês de Junho é, tradicionalmente, o mês dos Santos Populares: St. António, S. João e S. Pedro. Podemos pois contar com estes Santos como uma boa desculpa para comermos umas sardinhas, saborearmos a alegria vínica e dançar no bailarico. 
Festejar os santos populares, em Junho, com um arco e balão é já "costume ancestral", dia 13 de Junho o Santo António, São João a 24 e dia 29, São Pedro. As fogueiras sempre fizeram parte da tradição, hoje já pouco se veêm, elas faziam parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. O uso de balões e fogo de artifício é usual nos dias de festa no entanto os balões lançados ao ar ainda se veêm com frequência na cidade do Porto, são os tradicionais balões de São João.
Hoje em dia há arraiais com foguetes, assam-se sardinhas e oferecem-se manjericos, as marchas populares desfilam pelas ruas e avenidas, dão-se com martelinhos de plástico e alho-porro nas cabeças dos foliões. Embora nos dias de hoje a vertente católica destas festas seja arredada para segundo plano, a verdade é que o relacionamento entre os devotos e os santos, principalmente Santo António e São João, é quase familiar: cheio de intimidades, chega a ser, por vezes, irreverente e quase obsceno. Esse caráter fica bastante evidente quando se entra em contato com as simpatias, sortes, adivinhas e acalantos feitos a esses santos:
"Confessei-me a Santo Antônio,
confessei que estava amando.
Ele deu-me por penitência
que fosse continuando".
Os objetos utilizados nas simpatias e adivinhações devem ser virgens, ou seja, estar a ser usado pela primeira vez, senão… nada de a simpatia funcionar! A seguir, algumas simpatias feitas para Santo António segundo rezam as lendas:
Para arranjar namorado ou marido, basta amarrar uma fita vermelha e outra branca no braço da imagem de Santo António, fazendo-lhe o pedido. Rezar um Pai-Nosso e uma Avé Maria e pendurar a imagem de cabeça para baixo sob a cama e só se deve desvirar quando a pessoa alcançar o pedido.
No dia 13 de Junho é comum ir-se à igreja para receber o "pãozinho de Santo Antônio", que é dado gratuitamente, em troca, os fiéis costumam deixar ofertas. Em Lisboa, é tradicional uma cerimónia de casamento múltiplo do dia de Santo António, em que chegam a casar-se vários casais ao mesmo tempo. Esta "tradição" começou nos anos do salazarismo, e desapareceu com a revolução de 74. Voltou a reaparecer há uns anos, promovida por uma cadeia de televisão.
O local onde ocorre a maioria dos festejos é chamado de arraial, um largo espaço ao ar livre cercado ou não e onde barracas são erguidas unicamente para o evento, geralmente o arraial é decorado com bandeirinhas de papel colorido, balões e luzes multicolores, a musica é obrigatória e podem também existir leilões, bingos geralamte para ajudar as associações ou comissão de festas.
Estes arraiais são muito comuns em Portugal e não são exclusivos dos Santos Populares, são parte da tradição popular em geral. 
Em Portugal, estas festividades, genericamente conhecidas pelo nome de Festas dos santos populares, correspondem a diferentes feriados municipais, na cidade de Lisboa o Santo António é a alegria do povo, mas no Porto o São João é festejado com uma intensidade inigualável.
Mas longe vai o tempo em que os bairros se engalanavam e as ruas se vestiam com mil cores cheias de papelinhos com os vizinhos de braço dado animando a festa de cariz bairrista um pouco por toda a cidade, mas mudam-se os tempos, mudam-se as vontades e ess tradição tende a perder-se, tal qual muitas outras de cariz popular. 
A fechar som do baile, divirtam-se.
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O mês de Junho é, tradicionalmente, o mês dos Santos Populares: St. António, S. João e S. Pedro. Podemos pois contar com estes Santos como uma boa desculpa para comermos umas sardinhas, saborearmos a alegria vínica e dançar no bailarico. 
Festejar os santos populares, em Junho, com um arco e balão é já "costume ancestral", dia 13 de Junho o Santo António, São João a 24 e dia 29, São Pedro. As fogueiras sempre fizeram parte da tradição, hoje já pouco se veêm, elas faziam parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. O uso de balões e fogo de artifício é usual nos dias de festa no entanto os balões lançados ao ar ainda se veêm com frequência na cidade do Porto, são os tradicionais balões de São João.
Hoje em dia há arraiais com foguetes, assam-se sardinhas e oferecem-se manjericos, as marchas populares desfilam pelas ruas e avenidas, dão-se com martelinhos de plástico e alho-porro nas cabeças dos foliões. Embora nos dias de hoje a vertente católica destas festas seja arredada para segundo plano, a verdade é que o relacionamento entre os devotos e os santos, principalmente Santo António e São João, é quase familiar: cheio de intimidades, chega a ser, por vezes, irreverente e quase obsceno. Esse caráter fica bastante evidente quando se entra em contato com as simpatias, sortes, adivinhas e acalantos feitos a esses santos:
"Confessei-me a Santo Antônio,
confessei que estava amando.
Ele deu-me por penitência
que fosse continuando".
Os objetos utilizados nas simpatias e adivinhações devem ser virgens, ou seja, estar a ser usado pela primeira vez, senão… nada de a simpatia funcionar! A seguir, algumas simpatias feitas para Santo António segundo rezam as lendas:
Para arranjar namorado ou marido, basta amarrar uma fita vermelha e outra branca no braço da imagem de Santo António, fazendo-lhe o pedido. Rezar um Pai-Nosso e uma Avé Maria e pendurar a imagem de cabeça para baixo sob a cama e só se deve desvirar quando a pessoa alcançar o pedido.
No dia 13 de Junho é comum ir-se à igreja para receber o "pãozinho de Santo Antônio", que é dado gratuitamente, em troca, os fiéis costumam deixar ofertas. Em Lisboa, é tradicional uma cerimónia de casamento múltiplo do dia de Santo António, em que chegam a casar-se vários casais ao mesmo tempo. Esta "tradição" começou nos anos do salazarismo, e desapareceu com a revolução de 74. Voltou a reaparecer há uns anos, promovida por uma cadeia de televisão.
O local onde ocorre a maioria dos festejos é chamado de arraial, um largo espaço ao ar livre cercado ou não e onde barracas são erguidas unicamente para o evento, geralmente o arraial é decorado com bandeirinhas de papel colorido, balões e luzes multicolores, a musica é obrigatória e podem também existir leilões, bingos geralamte para ajudar as associações ou comissão de festas.
Estes arraiais são muito comuns em Portugal e não são exclusivos dos Santos Populares, são parte da tradição popular em geral. 
Em Portugal, estas festividades, genericamente conhecidas pelo nome de Festas dos santos populares, correspondem a diferentes feriados municipais, na cidade de Lisboa o Santo António é a alegria do povo, mas no Porto o São João é festejado com uma intensidade inigualável.
Mas longe vai o tempo em que os bairros se engalanavam e as ruas se vestiam com mil cores cheias de papelinhos com os vizinhos de braço dado animando a festa de cariz bairrista um pouco por toda a cidade, mas mudam-se os tempos, mudam-se as vontades e ess tradição tende a perder-se, tal qual muitas outras de cariz popular. 
A fechar som do baile, divirtam-se.
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O Dia Mundial da Criança é oficialmente a 20 de novembro, data que a ONU reconhece como Dia Universal das Crianças por ser a data em que foi aprovada a Declaração dos Direitos da Criança. Porém, a data efectiva de comemoração varia de país para país.

Em Portugal, o dia das crianças é festejado no dia 1 de junho, pois o mês de maio homenageia Maria, mãe de Jesus. O dia da criança foi comemorado, no mundo inteiro a 1 de junho de 1950.
PUBLICADO digitalblueradio às 14:57 | LINK DO POST
O Dia Mundial da Criança é oficialmente a 20 de novembro, data que a ONU reconhece como Dia Universal das Crianças por ser a data em que foi aprovada a Declaração dos Direitos da Criança. Porém, a data efectiva de comemoração varia de país para país.

Em Portugal, o dia das crianças é festejado no dia 1 de junho, pois o mês de maio homenageia Maria, mãe de Jesus. O dia da criança foi comemorado, no mundo inteiro a 1 de junho de 1950.
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O Dia Mundial da Criança é oficialmente a 20 de novembro, data que a ONU reconhece como Dia Universal das Crianças por ser a data em que foi aprovada a Declaração dos Direitos da Criança. Porém, a data efectiva de comemoração varia de país para país.

Em Portugal, o dia das crianças é festejado no dia 1 de junho, pois o mês de maio homenageia Maria, mãe de Jesus. O dia da criança foi comemorado, no mundo inteiro a 1 de junho de 1950.
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Nossa Senhora de Fátima (ou Nossa Senhora do Rosário de Fátima) é uma das designações atribuídas à Virgem Maria que, segundo os relatos da época e da Igreja Católica, apareceu a três pastores, crianças na altura das aparições, no lugar de Fátima, tendo a primeira aparição acontecido no dia 13 de Maio de 1917. Estas aparições continuaram durante seis meses seguidos, sempre no mesmo dia (exceptuando em Agosto). "Nossa Senhora do Rosário" teria sido o nome pelo qual a Virgem Maria se identificou, dado que a mensagem que trazia consigo era um pedido de oração, nomeadamente, a oração do Santo Rosário.
Três crianças, Lúcia de Jesus dos Santos (de 10 anos), Francisco Marto (de 9 anos) e Jacinta Marto (de 7 anos), afirmaram ter visto Nossa Senhora no dia 13 de Maio de 1917 quando apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, freguesia de Aljustrel, pertencente ao concelho de Ourém, Portugal.

Segundo o relato, por volta do meio dia, depois de rezarem o terço, as crianças teriam visto uma luz brilhante; julgando ser um relâmpago, decidiram ir-se embora, mas, logo depois, outro clarão teria iluminado o espaço. Nessa altura, teriam visto, em cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Aparições), uma "Senhora mais brilhante que o sol".
Segundo os testemunhos a senhora disse às três crianças que era necessário rezar muito e que aprendessem a ler. Convidou-as a voltar ao mesmo sítio no dia 13 dos próximos cinco meses. As três crianças assistiram a outras aparições no mesmo local em 13 de junho, 13 de julho e 13 de setembro. Em agosto, a aparição ocorreu no dia 19, no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, porque as crianças tinham sido presas e levadas para Vila Nova de Ourém pelo administrador do Concelho no dia 13 de agosto.
A 13 de outubro, estando presentes na Cova da Iria cerca de 50 mil pessoas, Nossa Senhora teria dito às crianças: "Eu sou a Senhora do Rosário" e teria pedido que fizessem ali uma capela em sua honra. Muitos dos presentes afirmaram ter observado o chamado milagre do sol, segundo os relatos, o sol, assemelhando-se a um disco de prata fosca, podia fitar-se sem dificuldade e girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo precipitar-se na terra. Tal fenómeno foi testemunhado por muitas pessoas, até mesmo distantes do lugar da aparição. O relato foi publicado na imprensa por vários jornalistas que ali se deslocaram e que foram testemunhas do fenómeno. 

Posteriormente, sendo Lúcia religiosa doroteia, Nossa Senhora ter-lhe-á aparecido novamente em Espanha (10 de Dezembro de 1925 e 15 de Fevereiro de 1926, no Convento de Pontevedra, e na noite de 13 para 14 de Junho de 1929, no Convento de Tui), pedindo a devoção dos cinco primeiros sábados. Anos mais tarde, nas suas "Memórias", Lúcia contou ainda que, entre abril e outubro de 1916, teria aparecido um anjo aos três pastorinhos, por três vezes, duas na "Loca do Cabeço" e outra junto ao poço do quintal da casa de Lúcia, convidando-os à oração e penitência, e afirmando ser o "Anjo de Portugal". Este anjo teria ensinado aos pastorinhos duas orações, conhecidas por "Orações do Anjo", que entraram na piedade popular e são utilizadas sobretudo na adoração eucarística.
Deixo a terminar um tema de Roberto Carlos
PUBLICADO digitalblueradio às 11:59 | LINK DO POST
Nossa Senhora de Fátima (ou Nossa Senhora do Rosário de Fátima) é uma das designações atribuídas à Virgem Maria que, segundo os relatos da época e da Igreja Católica, apareceu a três pastores, crianças na altura das aparições, no lugar de Fátima, tendo a primeira aparição acontecido no dia 13 de Maio de 1917. Estas aparições continuaram durante seis meses seguidos, sempre no mesmo dia (exceptuando em Agosto). "Nossa Senhora do Rosário" teria sido o nome pelo qual a Virgem Maria se identificou, dado que a mensagem que trazia consigo era um pedido de oração, nomeadamente, a oração do Santo Rosário.
Três crianças, Lúcia de Jesus dos Santos (de 10 anos), Francisco Marto (de 9 anos) e Jacinta Marto (de 7 anos), afirmaram ter visto Nossa Senhora no dia 13 de Maio de 1917 quando apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, freguesia de Aljustrel, pertencente ao concelho de Ourém, Portugal.

Segundo o relato, por volta do meio dia, depois de rezarem o terço, as crianças teriam visto uma luz brilhante; julgando ser um relâmpago, decidiram ir-se embora, mas, logo depois, outro clarão teria iluminado o espaço. Nessa altura, teriam visto, em cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Aparições), uma "Senhora mais brilhante que o sol".
Segundo os testemunhos a senhora disse às três crianças que era necessário rezar muito e que aprendessem a ler. Convidou-as a voltar ao mesmo sítio no dia 13 dos próximos cinco meses. As três crianças assistiram a outras aparições no mesmo local em 13 de junho, 13 de julho e 13 de setembro. Em agosto, a aparição ocorreu no dia 19, no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, porque as crianças tinham sido presas e levadas para Vila Nova de Ourém pelo administrador do Concelho no dia 13 de agosto.
A 13 de outubro, estando presentes na Cova da Iria cerca de 50 mil pessoas, Nossa Senhora teria dito às crianças: "Eu sou a Senhora do Rosário" e teria pedido que fizessem ali uma capela em sua honra. Muitos dos presentes afirmaram ter observado o chamado milagre do sol, segundo os relatos, o sol, assemelhando-se a um disco de prata fosca, podia fitar-se sem dificuldade e girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo precipitar-se na terra. Tal fenómeno foi testemunhado por muitas pessoas, até mesmo distantes do lugar da aparição. O relato foi publicado na imprensa por vários jornalistas que ali se deslocaram e que foram testemunhas do fenómeno. 

Posteriormente, sendo Lúcia religiosa doroteia, Nossa Senhora ter-lhe-á aparecido novamente em Espanha (10 de Dezembro de 1925 e 15 de Fevereiro de 1926, no Convento de Pontevedra, e na noite de 13 para 14 de Junho de 1929, no Convento de Tui), pedindo a devoção dos cinco primeiros sábados. Anos mais tarde, nas suas "Memórias", Lúcia contou ainda que, entre abril e outubro de 1916, teria aparecido um anjo aos três pastorinhos, por três vezes, duas na "Loca do Cabeço" e outra junto ao poço do quintal da casa de Lúcia, convidando-os à oração e penitência, e afirmando ser o "Anjo de Portugal". Este anjo teria ensinado aos pastorinhos duas orações, conhecidas por "Orações do Anjo", que entraram na piedade popular e são utilizadas sobretudo na adoração eucarística.
Deixo a terminar um tema de Roberto Carlos
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Nossa Senhora de Fátima (ou Nossa Senhora do Rosário de Fátima) é uma das designações atribuídas à Virgem Maria que, segundo os relatos da época e da Igreja Católica, apareceu a três pastores, crianças na altura das aparições, no lugar de Fátima, tendo a primeira aparição acontecido no dia 13 de Maio de 1917. Estas aparições continuaram durante seis meses seguidos, sempre no mesmo dia (exceptuando em Agosto). "Nossa Senhora do Rosário" teria sido o nome pelo qual a Virgem Maria se identificou, dado que a mensagem que trazia consigo era um pedido de oração, nomeadamente, a oração do Santo Rosário.
Três crianças, Lúcia de Jesus dos Santos (de 10 anos), Francisco Marto (de 9 anos) e Jacinta Marto (de 7 anos), afirmaram ter visto Nossa Senhora no dia 13 de Maio de 1917 quando apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, freguesia de Aljustrel, pertencente ao concelho de Ourém, Portugal.

Segundo o relato, por volta do meio dia, depois de rezarem o terço, as crianças teriam visto uma luz brilhante; julgando ser um relâmpago, decidiram ir-se embora, mas, logo depois, outro clarão teria iluminado o espaço. Nessa altura, teriam visto, em cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Aparições), uma "Senhora mais brilhante que o sol".
Segundo os testemunhos a senhora disse às três crianças que era necessário rezar muito e que aprendessem a ler. Convidou-as a voltar ao mesmo sítio no dia 13 dos próximos cinco meses. As três crianças assistiram a outras aparições no mesmo local em 13 de junho, 13 de julho e 13 de setembro. Em agosto, a aparição ocorreu no dia 19, no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, porque as crianças tinham sido presas e levadas para Vila Nova de Ourém pelo administrador do Concelho no dia 13 de agosto.
A 13 de outubro, estando presentes na Cova da Iria cerca de 50 mil pessoas, Nossa Senhora teria dito às crianças: "Eu sou a Senhora do Rosário" e teria pedido que fizessem ali uma capela em sua honra. Muitos dos presentes afirmaram ter observado o chamado milagre do sol, segundo os relatos, o sol, assemelhando-se a um disco de prata fosca, podia fitar-se sem dificuldade e girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo precipitar-se na terra. Tal fenómeno foi testemunhado por muitas pessoas, até mesmo distantes do lugar da aparição. O relato foi publicado na imprensa por vários jornalistas que ali se deslocaram e que foram testemunhas do fenómeno. 

Posteriormente, sendo Lúcia religiosa doroteia, Nossa Senhora ter-lhe-á aparecido novamente em Espanha (10 de Dezembro de 1925 e 15 de Fevereiro de 1926, no Convento de Pontevedra, e na noite de 13 para 14 de Junho de 1929, no Convento de Tui), pedindo a devoção dos cinco primeiros sábados. Anos mais tarde, nas suas "Memórias", Lúcia contou ainda que, entre abril e outubro de 1916, teria aparecido um anjo aos três pastorinhos, por três vezes, duas na "Loca do Cabeço" e outra junto ao poço do quintal da casa de Lúcia, convidando-os à oração e penitência, e afirmando ser o "Anjo de Portugal". Este anjo teria ensinado aos pastorinhos duas orações, conhecidas por "Orações do Anjo", que entraram na piedade popular e são utilizadas sobretudo na adoração eucarística.
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O  seu nome é MULHER!

Ela era Eva
Criada para a felicidade de Adão
Mais tarde foi Maria
Dando à luz aquele
Que traria a salvação
Mas isso não bastaria
Para encontrar o perdão.
Passou a ser Amélia
A mulher de verdade
Para a sociedade
Não tinha a menor vaidade
Mas sonhava com a igualdade.
Algum tempo depois decidiu:
"Não dá mais!"
Queria a sua dignidade
Tinha os seus ideais!
Hoje não é só esposa ou filha 
É pai, mãe, sustento de família
É médica, professora, taxista,
Piloto de avião, policia,
Operária de construção ..
É o mundo que lhe deve perdão
Por tantos anos escondida, 
muitas vezes vivendo na solidão
Por tantos anos a servir,
sem levantar qualquer questão.
O seu nome é competência
É amante, mãe, é coração
O seu nome é MULHER !!!
 EVOLUÇÃO
PUBLICADO digitalblueradio às 14:45 | LINK DO POST
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