O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
Eu,....
Não sou bom, nem mau,... sou assim, assim!
Tenho sentimentos belos, ás vezes, mas a ninguém interessam
mesmo que de graça os dê, sem nada pedir em troca, quem é que se importa?
Tenho tentado seguir sempre o caminho do coração,... e quem dá atênção?
Tenho uma grande capacidade de amar, só por amar... e a quem vai isso importar?
Dou coisas que a poucos lembraria, como,... poesia!
Sei que ás vezes falo com um inimigo mas esqueço e julgo estar a rir com um amigo...
Saí ferido de um grande amor e jurei não voltar a outra dor,
mas esqueço e volto á vida, convencido que vou vencer e volto a perder!
O meu coração aperta, quando alguém no chão a vida passa sem se levantar, sem ninguém a encontrar...
Doíem-me as guerras, os ódios, os desamores, dói-me alama quando alguém pisa flores,
Qunado ninguém escuta um velho,...uma criança a falar, quando ninguém escuta o murmurio de uma fonte, uma andorinha a voar.
Quando me encontro revolto, quando sou injustiçado e quando estou destroçado, juro matar tudo o resto que eu sou!
Mas,.. que fazer se viver para amar o destino me fadou?
Mas quando sou o outro que vive dentro de mim, e que eu sou de vez em quando....rebelde e prepotente,
caprichoso e arrogante, sinto o mundo ás avessas, cores escuras pintam-me a alma, o céu é cinzento, e em mim sopra com força o vento, causa grande confusão e fico sem coração!
Mas depois esse outro que anda por cá escondido, de repente, de fugida dá uma valente gargalhada e diz-me: Vive a vida.
E lá vou eu na enchurrada, no caudal das águas revoltas,..e vivo, e vivo,.. e dou voltas e voltas.
Volto a ser o que sou: Nem bom, nem mau,...assim, assim...
Dos outros não quero ser juiz, que isso não me diz respeito, mas no fundo algo me diz: " Trazem solidão no peito".
Passam, num movimento constante, sem sentido pela vida,..num movimento apressado, assim em forma disforme, nublada e distante, despidos de sentimentos, são nadas de semblante.
Os outros,....que sei eu deles?
Que vão de olhar cerrado e com ar amargurado, não olham sequer para mim!
São um mar de águas salgadas, com almas amarguradas, sem meio, principio e fim!
Dos outros,....nada sei!!!! Nem de mim!
PUBLICADO digitalblueradio às 14:50 | LINK DO POST
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Eu,....
Não sou bom, nem mau,... sou assim, assim!
Tenho sentimentos belos, ás vezes, mas a ninguém interessam
mesmo que de graça os dê, sem nada pedir em troca, quem é que se importa?
Tenho tentado seguir sempre o caminho do coração,... e quem dá atênção?
Tenho uma grande capacidade de amar, só por amar... e a quem vai isso importar?
Dou coisas que a poucos lembraria, como,... poesia!
Sei que ás vezes falo com um inimigo mas esqueço e julgo estar a rir com um amigo...
Saí ferido de um grande amor e jurei não voltar a outra dor,
mas esqueço e volto á vida, convencido que vou vencer e volto a perder!
O meu coração aperta, quando alguém no chão a vida passa sem se levantar, sem ninguém a encontrar...
Doíem-me as guerras, os ódios, os desamores, dói-me alama quando alguém pisa flores,
Qunado ninguém escuta um velho,...uma criança a falar, quando ninguém escuta o murmurio de uma fonte, uma andorinha a voar.
Quando me encontro revolto, quando sou injustiçado e quando estou destroçado, juro matar tudo o resto que eu sou!
Mas,.. que fazer se viver para amar o destino me fadou?
Mas quando sou o outro que vive dentro de mim, e que eu sou de vez em quando....rebelde e prepotente,
caprichoso e arrogante, sinto o mundo ás avessas, cores escuras pintam-me a alma, o céu é cinzento, e em mim sopra com força o vento, causa grande confusão e fico sem coração!
Mas depois esse outro que anda por cá escondido, de repente, de fugida dá uma valente gargalhada e diz-me: Vive a vida.
E lá vou eu na enchurrada, no caudal das águas revoltas,..e vivo, e vivo,.. e dou voltas e voltas.
Volto a ser o que sou: Nem bom, nem mau,...assim, assim...
Dos outros não quero ser juiz, que isso não me diz respeito, mas no fundo algo me diz: " Trazem solidão no peito".
Passam, num movimento constante, sem sentido pela vida,..num movimento apressado, assim em forma disforme, nublada e distante, despidos de sentimentos, são nadas de semblante.
Os outros,....que sei eu deles?
Que vão de olhar cerrado e com ar amargurado, não olham sequer para mim!
São um mar de águas salgadas, com almas amarguradas, sem meio, principio e fim!
Dos outros,....nada sei!!!! Nem de mim!
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Não sou bom, nem mau,... sou assim, assim!
Tenho sentimentos belos, ás vezes, mas a ninguém interessam
mesmo que de graça os dê, sem nada pedir em troca, quem é que se importa?
Tenho tentado seguir sempre o caminho do coração,... e quem dá atênção?
Tenho uma grande capacidade de amar, só por amar... e a quem vai isso importar?
Dou coisas que a poucos lembraria, como,... poesia!
Sei que ás vezes falo com um inimigo mas esqueço e julgo estar a rir com um amigo...
Saí ferido de um grande amor e jurei não voltar a outra dor,
mas esqueço e volto á vida, convencido que vou vencer e volto a perder!
O meu coração aperta, quando alguém no chão a vida passa sem se levantar, sem ninguém a encontrar...
Doíem-me as guerras, os ódios, os desamores, dói-me alama quando alguém pisa flores,
Qunado ninguém escuta um velho,...uma criança a falar, quando ninguém escuta o murmurio de uma fonte, uma andorinha a voar.
Quando me encontro revolto, quando sou injustiçado e quando estou destroçado, juro matar tudo o resto que eu sou!
Mas,.. que fazer se viver para amar o destino me fadou?
Mas quando sou o outro que vive dentro de mim, e que eu sou de vez em quando....rebelde e prepotente,
caprichoso e arrogante, sinto o mundo ás avessas, cores escuras pintam-me a alma, o céu é cinzento, e em mim sopra com força o vento, causa grande confusão e fico sem coração!
Mas depois esse outro que anda por cá escondido, de repente, de fugida dá uma valente gargalhada e diz-me: Vive a vida.
E lá vou eu na enchurrada, no caudal das águas revoltas,..e vivo, e vivo,.. e dou voltas e voltas.
Volto a ser o que sou: Nem bom, nem mau,...assim, assim...
Dos outros não quero ser juiz, que isso não me diz respeito, mas no fundo algo me diz: " Trazem solidão no peito".
Passam, num movimento constante, sem sentido pela vida,..num movimento apressado, assim em forma disforme, nublada e distante, despidos de sentimentos, são nadas de semblante.
Os outros,....que sei eu deles?
Que vão de olhar cerrado e com ar amargurado, não olham sequer para mim!
São um mar de águas salgadas, com almas amarguradas, sem meio, principio e fim!
Dos outros,....nada sei!!!! Nem de mim!
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Naquele canto vermelho, onde nos encontrámos
entre musica e fumo, vieste p´ra mim!
Naquele canto vermelho,..foi lá que nos amámos, foi lá que nós chorámos, num abraço sem fim.
Naquele canto vermelho, nasceu o nosso amor, nasceu a minha dor, mas foi lá que vivi!
Naquele canto vermelho, foi lá que te encontrei, foi lá que te amei,.. e onde te perdi!
Quantas horas lá vividas, quantas contradições e emoções lá sentidas
Quntas juras e promessas que afinal não cumpriste!
Quntas desilusões, tanto que me feriste!
Naquele canto vermelho, onde a dor cavou fundo, 
Nasceu, viveu e morreu o maior amor do Mundo!!!
PUBLICADO digitalblueradio às 14:38 | LINK DO POST
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entre musica e fumo, vieste p´ra mim!
Naquele canto vermelho,..foi lá que nos amámos, foi lá que nós chorámos, num abraço sem fim.
Naquele canto vermelho, nasceu o nosso amor, nasceu a minha dor, mas foi lá que vivi!
Naquele canto vermelho, foi lá que te encontrei, foi lá que te amei,.. e onde te perdi!
Quantas horas lá vividas, quantas contradições e emoções lá sentidas
Quntas juras e promessas que afinal não cumpriste!
Quntas desilusões, tanto que me feriste!
Naquele canto vermelho, onde a dor cavou fundo, 
Nasceu, viveu e morreu o maior amor do Mundo!!!
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Naquele canto vermelho, onde nos encontrámos
entre musica e fumo, vieste p´ra mim!
Naquele canto vermelho,..foi lá que nos amámos, foi lá que nós chorámos, num abraço sem fim.
Naquele canto vermelho, nasceu o nosso amor, nasceu a minha dor, mas foi lá que vivi!
Naquele canto vermelho, foi lá que te encontrei, foi lá que te amei,.. e onde te perdi!
Quantas horas lá vividas, quantas contradições e emoções lá sentidas
Quntas juras e promessas que afinal não cumpriste!
Quntas desilusões, tanto que me feriste!
Naquele canto vermelho, onde a dor cavou fundo, 
Nasceu, viveu e morreu o maior amor do Mundo!!!
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Deram-me um nome e idade, um destino para cultivar
Passou uma eternidade, e eu ainda nem sei andar!

Escrevo sem o saber, minha mão assim dita,
Eu escrevo para esquecer que faço parte desta fita!

No meu caminho há espigas que crescem sem eu saber
São esperanças esquecidas que caem ao amanhecer.

Andam todos a procurar, destinos não destinados
Foi muita gente ao mar com barcos já naufragados.

As palavras escapam-me da boca, e até hoje não disse nada
vesti farda e em troca, despia desbotada.

Trago nas mãos o cansaço de a vida ver passar 
Ser da vida um palhaço e a cruz ter de carregar.

A vida passou-me uma rasteira, caí e não mais me soube erguer
Tal era a bebedeira que tudo me impediu de ver.

A minha alma abandonei, nesta já longa caminhada
Tive-te algum dia? Não sei,...sei que sou apenas ( nada ).

Nas achas de uma fogueira, eu queimei a esperança
E olhando aquela lareira, tive de ti uma pequena lembrança!

Vi-te surgir na noite estrelada, vinhas de branco vestida
Então resolvi, chamar-te VIDA, e com o brilhar da noite soube que te amava.

Um dia disse: Querida é de ti que eu preciso!
Nesse instante, da noite se fez dia e da terra Paraíso.

Saudade, é folha caida que o vento arrasta na lama
É  pedaço de vida, que se dá a quem se ama.

Fui apunhalado no peito, por um punhal de rejeição,
que em mim deixou marcas,.. feridas no coração! 
PUBLICADO digitalblueradio às 13:44 | LINK DO POST
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Deram-me um nome e idade, um destino para cultivar
Passou uma eternidade, e eu ainda nem sei andar!

Escrevo sem o saber, minha mão assim dita,
Eu escrevo para esquecer que faço parte desta fita!

No meu caminho há espigas que crescem sem eu saber
São esperanças esquecidas que caem ao amanhecer.

Andam todos a procurar, destinos não destinados
Foi muita gente ao mar com barcos já naufragados.

As palavras escapam-me da boca, e até hoje não disse nada
vesti farda e em troca, despia desbotada.

Trago nas mãos o cansaço de a vida ver passar 
Ser da vida um palhaço e a cruz ter de carregar.

A vida passou-me uma rasteira, caí e não mais me soube erguer
Tal era a bebedeira que tudo me impediu de ver.

A minha alma abandonei, nesta já longa caminhada
Tive-te algum dia? Não sei,...sei que sou apenas ( nada ).

Nas achas de uma fogueira, eu queimei a esperança
E olhando aquela lareira, tive de ti uma pequena lembrança!

Vi-te surgir na noite estrelada, vinhas de branco vestida
Então resolvi, chamar-te VIDA, e com o brilhar da noite soube que te amava.

Um dia disse: Querida é de ti que eu preciso!
Nesse instante, da noite se fez dia e da terra Paraíso.

Saudade, é folha caida que o vento arrasta na lama
É  pedaço de vida, que se dá a quem se ama.

Fui apunhalado no peito, por um punhal de rejeição,
que em mim deixou marcas,.. feridas no coração! 
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Deram-me um nome e idade, um destino para cultivar
Passou uma eternidade, e eu ainda nem sei andar!

Escrevo sem o saber, minha mão assim dita,
Eu escrevo para esquecer que faço parte desta fita!

No meu caminho há espigas que crescem sem eu saber
São esperanças esquecidas que caem ao amanhecer.

Andam todos a procurar, destinos não destinados
Foi muita gente ao mar com barcos já naufragados.

As palavras escapam-me da boca, e até hoje não disse nada
vesti farda e em troca, despia desbotada.

Trago nas mãos o cansaço de a vida ver passar 
Ser da vida um palhaço e a cruz ter de carregar.

A vida passou-me uma rasteira, caí e não mais me soube erguer
Tal era a bebedeira que tudo me impediu de ver.

A minha alma abandonei, nesta já longa caminhada
Tive-te algum dia? Não sei,...sei que sou apenas ( nada ).

Nas achas de uma fogueira, eu queimei a esperança
E olhando aquela lareira, tive de ti uma pequena lembrança!

Vi-te surgir na noite estrelada, vinhas de branco vestida
Então resolvi, chamar-te VIDA, e com o brilhar da noite soube que te amava.

Um dia disse: Querida é de ti que eu preciso!
Nesse instante, da noite se fez dia e da terra Paraíso.

Saudade, é folha caida que o vento arrasta na lama
É  pedaço de vida, que se dá a quem se ama.

Fui apunhalado no peito, por um punhal de rejeição,
que em mim deixou marcas,.. feridas no coração! 
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Quando olhei, já as chamas iam altas, num braseiro gigantesco.
Tudo em redor respirava a quente, a calor!
Fiquei petrificado, sem querer acreditar no que ali via, mas num frémito de horror vi que era verdade: Tudo ardia!
Incapaz de me mover, e sem poder fazer nada pra o evitar, assisti, impotente, áquela selva ardente a queimar...
De braços ainda erguidos para o céu como a pedir clemência,...lambidas pelas chamas traiçoeiras, foram ficando negras, em carvão, as palmeiras!
E as lágrimas que da alma me saltaram pelos olhos e inundaram o meu rosto, mostraram bem, se elas viram, o meu grande e profundo desgosto.
Mas elas viram, sim! Eram as minhas confidentes, ali perto delas me sentava, escrevia e desabafava.
Eram adultas já quando eu nasci, sempre as tive como companheiras...nas minhas brincadeiras...
Foi sempre ao lado delas que cresci.
E quando já homem, tive o primeiro desgosto de amor, foi á sua sombra que me acolheu, para eu poder chorar a minha dor.
Depois mais tarde, quando a vida outro amor me deu, foi ali junto delas que me confessei.
E nas horas em que o sonho tomava conta de mim, em que olhava o horizonte e o ultrapassava, era por elas que os meu olhos passavam, fixando as suas palmas que ondulavam ao sabor da brisa de verão ou se torciam nas ventanias do inverno!
E ainda agora que o Outono já se aproxima da minha vida, quando dentro de mim ainda é verão, era á sua sombra que eu falava dos meus sonhos e de tempos passados.
Sabiam tudo de mim as palmeiras!
Nelas moravam os pardais e os melros tinham lá os seus ninhos, não os vi mais!
E os que não puderam fugir daquele braseiro infernal, é mais que natural, morreram lá.
E da parte de trás a bongavilia que trepava até ao topo cobrido-as com manto lilás, morreu com elas naquele inferno imenso.
Agora não as tenho mais, não há casa para os pardais, nem para os melros e acabou a serenata ao amanhecer.
E se por acaso, alguma seiva lhes ficou, que as traga á vida, será tarde demais, já cá não estou para as voltar a ver, mas uma coisa elas ficaram a saber: que ao menos eu, chorei por elas.
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acho que deve ser respeitada... http://www.goiasc...
vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
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