O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
Maria Fernanda Pereira de Sousa nasceu em Lisboa a 11 de Novembro de 1959, de seu nome artístico Ágata.
Aos catorze anos gravou aquele que foi o seu primeiro trabalho discográfico intitulado "Heróis Trabalhadores". Em 1974 gravou o disco "Já não estou sozinha". Tinha apenas 17 anos quando integrou a formação das "Cocktail" com quem grava vários discos.
Conjuntamente com Tozé Brito, empresta a sua voz ao tema da série "Abelha Maia". Em 1979 gravou o tema "Caso Meu" da telenovela brasileira "Dona Xepa" e interpretou em dueto com Art Sullivan o tema "L'amour à la Française".
Participou no Festival RTP da Canção em 1982, com o tema "Vai mas Vem" e fez espectáculos com as "Doce", onde permaneceu até à extinção do grupo.
Video com imagens de ágata desde menina

Em 1986 é editado o single "Quentinha e boa", e cerca de um ano depois "Amor Latino", seguindo-se "Louca por ti".

Mudou de nome artístico para Ágata. Nesse ano, verificou-se também a mudança de editora e, com a colaboração de Ricardo Landum, gravou o álbum “Perfume de Mulher”
Em 1995 seguiram-se mais alguns sucessos como “Maldito Amor”, “Tudo foi por ciúme”, “Mãe Solteira”, “Foi Contigo” e “Desgostos de Amor”.
Entretanto entraria numa nova etapa da sua vida, uma faceta mais romântica e harmoniosa, com a edição de “Escrito no Céu”, onde se destacam os temas “Comunhão de Bens”, “Não mereço tanta dor” e “Quando as luzes se apagarem”.
Em 1998 iniciou-se um novo capítulo na história e carreira de Ágata, com o nascimento do seu 2º filho (Francisco) a quem dedicou uma música no álbum que nesse ano edita “De hoje em diante”.
Em 2000, “Sozinha” deu nome a um novo trabalho, cujas letras falam de relações acabadas, desilusões e mágoas. Numa retrospectiva da sua carreira, surgiu nos escaparates musicais em 2001 o álbum “20 anos”. Em 2002 é editado "Viver a Dois".
Em 2004 apresenta um álbum duplo e em 2005 surge um novo trabalho, intitulado de “Abençoada”, seguindo-se "Sentimentos" em 2006.  Em 2007 traz ao público português um álbum cheio de emoções , "Anos Luz", com êxitos desde "Juro e Jurarei" e o tema "Anjinhos Inocentes".
Em 2009 Ágata volta, com o álbum "Promessas". Já em 2009 sai o álbum "Romântico" e em 2011 "Ainda te Amo".
Ao longo da sua carreira Ágata primou por levar ao seu publico temas particularmente cheios de emoção. Participou também em vários projectos conjuntos e trouxe ao publico portugues outras vozes "apadrinhadas" por si.

Ágata "Orações Peregrinos de Fátima" 1997
Discografia
     1995- Perfume de Mulher
1995 - Maldito Amor
1995 - Escrito no Céu
Ágata "Mae Solteira"1995

1998 - De Hoje em Diante
2000 - Sozinha
2001 - 20 Anos (Compilação)

Ágata - Loucura e Veneno

2002 - Viver a dois
2004 - O Meu Pequeno Fado
2005 - Abençoada
2005 - Romântico (Compilação)
Ágata - Sozinha 2000


2006 - Sentimentos
2007 - Anos de Luz
2009 - Promessas
Ágata - Abandonada 1997
2010 - romantico
2011 - ainda te amo
Ágata  No Porto
PUBLICADO digitalblueradio às 12:50 | LINK DO POST
Maria Fernanda Pereira de Sousa nasceu em Lisboa a 11 de Novembro de 1959, de seu nome artístico Ágata.
Aos catorze anos gravou aquele que foi o seu primeiro trabalho discográfico intitulado "Heróis Trabalhadores". Em 1974 gravou o disco "Já não estou sozinha". Tinha apenas 17 anos quando integrou a formação das "Cocktail" com quem grava vários discos.
Conjuntamente com Tozé Brito, empresta a sua voz ao tema da série "Abelha Maia". Em 1979 gravou o tema "Caso Meu" da telenovela brasileira "Dona Xepa" e interpretou em dueto com Art Sullivan o tema "L'amour à la Française".
Participou no Festival RTP da Canção em 1982, com o tema "Vai mas Vem" e fez espectáculos com as "Doce", onde permaneceu até à extinção do grupo.
Video com imagens de ágata desde menina

Em 1986 é editado o single "Quentinha e boa", e cerca de um ano depois "Amor Latino", seguindo-se "Louca por ti".

Mudou de nome artístico para Ágata. Nesse ano, verificou-se também a mudança de editora e, com a colaboração de Ricardo Landum, gravou o álbum “Perfume de Mulher”
Em 1995 seguiram-se mais alguns sucessos como “Maldito Amor”, “Tudo foi por ciúme”, “Mãe Solteira”, “Foi Contigo” e “Desgostos de Amor”.
Entretanto entraria numa nova etapa da sua vida, uma faceta mais romântica e harmoniosa, com a edição de “Escrito no Céu”, onde se destacam os temas “Comunhão de Bens”, “Não mereço tanta dor” e “Quando as luzes se apagarem”.
Em 1998 iniciou-se um novo capítulo na história e carreira de Ágata, com o nascimento do seu 2º filho (Francisco) a quem dedicou uma música no álbum que nesse ano edita “De hoje em diante”.
Em 2000, “Sozinha” deu nome a um novo trabalho, cujas letras falam de relações acabadas, desilusões e mágoas. Numa retrospectiva da sua carreira, surgiu nos escaparates musicais em 2001 o álbum “20 anos”. Em 2002 é editado "Viver a Dois".
Em 2004 apresenta um álbum duplo e em 2005 surge um novo trabalho, intitulado de “Abençoada”, seguindo-se "Sentimentos" em 2006.  Em 2007 traz ao público português um álbum cheio de emoções , "Anos Luz", com êxitos desde "Juro e Jurarei" e o tema "Anjinhos Inocentes".
Em 2009 Ágata volta, com o álbum "Promessas". Já em 2009 sai o álbum "Romântico" e em 2011 "Ainda te Amo".
Ao longo da sua carreira Ágata primou por levar ao seu publico temas particularmente cheios de emoção. Participou também em vários projectos conjuntos e trouxe ao publico portugues outras vozes "apadrinhadas" por si.

Ágata "Orações Peregrinos de Fátima" 1997
Discografia
     1995- Perfume de Mulher
1995 - Maldito Amor
1995 - Escrito no Céu
Ágata "Mae Solteira"1995

1998 - De Hoje em Diante
2000 - Sozinha
2001 - 20 Anos (Compilação)

Ágata - Loucura e Veneno

2002 - Viver a dois
2004 - O Meu Pequeno Fado
2005 - Abençoada
2005 - Romântico (Compilação)
Ágata - Sozinha 2000


2006 - Sentimentos
2007 - Anos de Luz
2009 - Promessas
Ágata - Abandonada 1997
2010 - romantico
2011 - ainda te amo
Ágata  No Porto
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Maria Fernanda Pereira de Sousa nasceu em Lisboa a 11 de Novembro de 1959, de seu nome artístico Ágata.
Aos catorze anos gravou aquele que foi o seu primeiro trabalho discográfico intitulado "Heróis Trabalhadores". Em 1974 gravou o disco "Já não estou sozinha". Tinha apenas 17 anos quando integrou a formação das "Cocktail" com quem grava vários discos.
Conjuntamente com Tozé Brito, empresta a sua voz ao tema da série "Abelha Maia". Em 1979 gravou o tema "Caso Meu" da telenovela brasileira "Dona Xepa" e interpretou em dueto com Art Sullivan o tema "L'amour à la Française".
Participou no Festival RTP da Canção em 1982, com o tema "Vai mas Vem" e fez espectáculos com as "Doce", onde permaneceu até à extinção do grupo.
Video com imagens de ágata desde menina

Em 1986 é editado o single "Quentinha e boa", e cerca de um ano depois "Amor Latino", seguindo-se "Louca por ti".

Mudou de nome artístico para Ágata. Nesse ano, verificou-se também a mudança de editora e, com a colaboração de Ricardo Landum, gravou o álbum “Perfume de Mulher”
Em 1995 seguiram-se mais alguns sucessos como “Maldito Amor”, “Tudo foi por ciúme”, “Mãe Solteira”, “Foi Contigo” e “Desgostos de Amor”.
Entretanto entraria numa nova etapa da sua vida, uma faceta mais romântica e harmoniosa, com a edição de “Escrito no Céu”, onde se destacam os temas “Comunhão de Bens”, “Não mereço tanta dor” e “Quando as luzes se apagarem”.
Em 1998 iniciou-se um novo capítulo na história e carreira de Ágata, com o nascimento do seu 2º filho (Francisco) a quem dedicou uma música no álbum que nesse ano edita “De hoje em diante”.
Em 2000, “Sozinha” deu nome a um novo trabalho, cujas letras falam de relações acabadas, desilusões e mágoas. Numa retrospectiva da sua carreira, surgiu nos escaparates musicais em 2001 o álbum “20 anos”. Em 2002 é editado "Viver a Dois".
Em 2004 apresenta um álbum duplo e em 2005 surge um novo trabalho, intitulado de “Abençoada”, seguindo-se "Sentimentos" em 2006.  Em 2007 traz ao público português um álbum cheio de emoções , "Anos Luz", com êxitos desde "Juro e Jurarei" e o tema "Anjinhos Inocentes".
Em 2009 Ágata volta, com o álbum "Promessas". Já em 2009 sai o álbum "Romântico" e em 2011 "Ainda te Amo".
Ao longo da sua carreira Ágata primou por levar ao seu publico temas particularmente cheios de emoção. Participou também em vários projectos conjuntos e trouxe ao publico portugues outras vozes "apadrinhadas" por si.

Ágata "Orações Peregrinos de Fátima" 1997
Discografia
     1995- Perfume de Mulher
1995 - Maldito Amor
1995 - Escrito no Céu
Ágata "Mae Solteira"1995

1998 - De Hoje em Diante
2000 - Sozinha
2001 - 20 Anos (Compilação)

Ágata - Loucura e Veneno

2002 - Viver a dois
2004 - O Meu Pequeno Fado
2005 - Abençoada
2005 - Romântico (Compilação)
Ágata - Sozinha 2000


2006 - Sentimentos
2007 - Anos de Luz
2009 - Promessas
Ágata - Abandonada 1997
2010 - romantico
2011 - ainda te amo
Ágata  No Porto
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Susana Félix nasceu em Torres Vedras a 12 de Outubro de 1975. Apaixonada pelas artes desde sempre, dedicou-se ao canto bem cedo e em 1988, com apenas 12 anos, vence a "Grande Noite do Fado", no Coliseu dos Recreios em Lisboa. O tema interpretado foi "Maria da Cruz", um tema de Amália. De 1989 a 1994 fez teatro amador na sua terra natal. Foi campeã de patinagem artística.
Em 1995 participa no programa da RTP “Selecção Nacional” e inicia os estudos musicais na Academia de Amadores de Música.

Ainda nesse ano é escolhida pela Disney para cantar as músicas da personagem principal do filme "Pocahontas". Mais tarde participou nos filmes "Hércules" e "Rei Leão II: O Orgulho de Simba".
Começa entretanto a trabalhar como cantora de estúdio gravando vários "spots" publicitários e participando no disco de Mafalda Veiga “ A cor da fogueira” e passa a fazer parte integrante da banda da cantora como voz de apoio. Participa no programa “Todos ao Palco” de Filipe La Féria e é convidada a actuar como actriz e cantora no musical “ Camaleão Virtual Rock” e no espectáculo “40 anos de RTP”
Em 1997 colabora nos discos de João Pedro Pais e Luís Represas. Em 1998 começa a compor e inicia as gravações do seu disco de estreia. No ano seguinte é editado o álbum “Um Pouco Mais” com temas como “Mais olhos que Barriga” (da autoria de Mafalda Veiga) e “ Um Lugar Encantado”. 
Em 2001 participa como actriz na série “Crianças SOS” e na telenovela “Ganância”. Susana Félix escreveu um tema para a banda sonora da telenovela. Durante o mesmo ano a TVI convida-a a compor para a série “Anjo Selvagem”. Em 2002 para a telenovela “Amanhecer”. No mesmo ano edita o seu segundo álbum de originais “Rosa e Vermelho”.
Durante o ano de 2004 esteve em cena no Teatro São Luiz como actriz/cantora no musical “Portugal-Uma Comédia Musical”, com encenação de António Feio e música de Sérgio Godinho.

O ano de 2005 foi dedicado à composição, pré-produção, e gravação do seu terceiro álbum de originais “Índigo”. O disco foi editado em 2006, o primeiro single foi "Flutuo".
Ainda em 2006 participou como actriz na série “ Nome de Código: Sintra” realizada por Jorge Paixão da Costa , transmitida pela RTP e na série “Uma Aventura” transmitida pela SIC. Foi ainda convidada para escrever e interpretar o hino oficial da Raríssimas (associação nacional de deficiências mentais e raras) compondo o tema “O mesmo olhar”.


Em 2007 edita o seu quarto álbum "Pulsação"


Em 2009 juntamente com Mafalda Arnauth, Viviane e Luanda Cozetti, integra o projecto "Rua da Saudade", no qual dá voz às letras originais de Ary dos Santos no álbum "Canções de Ary dos Santos", sendo a voz do primeiro single extraído, "Canção de Madrugar".
Uma grande voz da musica nacional
Discografia
Álbuns de estúdio
Um Pouco Mais (1999)
Rosa e Vermelho (2002)
Índigo (2006)
Pulsação (2007)
Procura-se (2011)
PUBLICADO digitalblueradio às 10:29 | LINK DO POST
Susana Félix nasceu em Torres Vedras a 12 de Outubro de 1975. Apaixonada pelas artes desde sempre, dedicou-se ao canto bem cedo e em 1988, com apenas 12 anos, vence a "Grande Noite do Fado", no Coliseu dos Recreios em Lisboa. O tema interpretado foi "Maria da Cruz", um tema de Amália. De 1989 a 1994 fez teatro amador na sua terra natal. Foi campeã de patinagem artística.
Em 1995 participa no programa da RTP “Selecção Nacional” e inicia os estudos musicais na Academia de Amadores de Música.

Ainda nesse ano é escolhida pela Disney para cantar as músicas da personagem principal do filme "Pocahontas". Mais tarde participou nos filmes "Hércules" e "Rei Leão II: O Orgulho de Simba".
Começa entretanto a trabalhar como cantora de estúdio gravando vários "spots" publicitários e participando no disco de Mafalda Veiga “ A cor da fogueira” e passa a fazer parte integrante da banda da cantora como voz de apoio. Participa no programa “Todos ao Palco” de Filipe La Féria e é convidada a actuar como actriz e cantora no musical “ Camaleão Virtual Rock” e no espectáculo “40 anos de RTP”
Em 1997 colabora nos discos de João Pedro Pais e Luís Represas. Em 1998 começa a compor e inicia as gravações do seu disco de estreia. No ano seguinte é editado o álbum “Um Pouco Mais” com temas como “Mais olhos que Barriga” (da autoria de Mafalda Veiga) e “ Um Lugar Encantado”. 
Em 2001 participa como actriz na série “Crianças SOS” e na telenovela “Ganância”. Susana Félix escreveu um tema para a banda sonora da telenovela. Durante o mesmo ano a TVI convida-a a compor para a série “Anjo Selvagem”. Em 2002 para a telenovela “Amanhecer”. No mesmo ano edita o seu segundo álbum de originais “Rosa e Vermelho”.
Durante o ano de 2004 esteve em cena no Teatro São Luiz como actriz/cantora no musical “Portugal-Uma Comédia Musical”, com encenação de António Feio e música de Sérgio Godinho.

O ano de 2005 foi dedicado à composição, pré-produção, e gravação do seu terceiro álbum de originais “Índigo”. O disco foi editado em 2006, o primeiro single foi "Flutuo".
Ainda em 2006 participou como actriz na série “ Nome de Código: Sintra” realizada por Jorge Paixão da Costa , transmitida pela RTP e na série “Uma Aventura” transmitida pela SIC. Foi ainda convidada para escrever e interpretar o hino oficial da Raríssimas (associação nacional de deficiências mentais e raras) compondo o tema “O mesmo olhar”.


Em 2007 edita o seu quarto álbum "Pulsação"


Em 2009 juntamente com Mafalda Arnauth, Viviane e Luanda Cozetti, integra o projecto "Rua da Saudade", no qual dá voz às letras originais de Ary dos Santos no álbum "Canções de Ary dos Santos", sendo a voz do primeiro single extraído, "Canção de Madrugar".
Uma grande voz da musica nacional
Discografia
Álbuns de estúdio
Um Pouco Mais (1999)
Rosa e Vermelho (2002)
Índigo (2006)
Pulsação (2007)
Procura-se (2011)
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Nuno Bettencourt nasceu a 20 de Setembro de 1966 na Praia da Vitória, Ilha Terceira, Açores. É membro da banda "Extreme", e ficou famoso pelos solos extremamente técnicos, a sua maneira de tocar foi muito influenciada por Eddie Van Halen.
Nuno e a familia mudaram-se dos Açores para Hudson, Massachusetts, tinha ele 21 anos. O primeiro instumento que tocou foi bateria, aprendeu a tocar guitarra como autodidacta.
Em 1985 Bettencourt juntou-se à banda "Extreme". Em 1988, os "Extreme" fizeram a sua primeira grande apresentação ao público, abrindo um concerto dos "Aerosmith" (banda de Boston). Em 1989 lançaram o álbum ‘Extreme’ que não teve muito sucesso.
Em 1990 os "Extreme" lançaram o álbum, ‘Pornograffitti’, a balada "More Than Words" e "Hole Hearted" foram um enorme sucesso.

Em 1990 a Washburn Guitars lança uma série de guitarras, “N4 - Nuno Bettencourt Signature Series”, com a assinatura de Nuno Bettencourt. Os Extreme tocam em vários festivais e com vários grupos e cantores famosos, entre eles o Ex-Van - Halen David Lee Roth. Nuno foi convidado para tocar no “Guitar Legends” em Sevilha, Espanha. Tocou ao lado de Brian May, Steve Vai, Joe Satriani, entre outros. 

Nuno participa no tema "Maubere (de Rui Veloso)" de Rui Veloso a favor da causa Timorense.
Em 1992 foi lançado o terceiro álbum dos "Extreme", ‘III Sides To Every Story’. Em 1993, Bettencourt co-escreveu e produziu "Where Are You Going", para o filme Super Mario Bros. Em 1994, Bettencourt casou com a cantora Suze DeMarchi. 
1995 foi o ano do quarto álbum da banda, ‘Waiting For The Punchline’. Mais um álbum de sucesso, com vários hits, entre eles: "Hip Today", "Unconditionally" e "Cynical". A primeira e única canção instrumental do Extreme saiu nesse álbum. Oiçam "Midnight Express".
Em 1996 saiu da banda para iniciar uma carreira a solo. Nuno Bettencourt lançou o CD ‘Schizophonic’ que surpreendeu todos os fãs que esperavam um CD ao estilo Steve Vai ou Eddie Van Halen. Em 1997, Bettencourt forma a banda "Mourning Widows". Em 1999 grava "Try Again" com a cantora Lúcia Moniz e grava "Every Diamond" para o disco de tributo a Rui Veloso.
Forma a banda "Population 1" que lançam um disco em 2002. Devido a questões legais, o nome teve de ser alterado passando para "DramaGods", lançaram o primeiro álbum em 2005. A banda de Hard Rock "Extreme" regressou em 2008 com o disco “Saudades de Rock”, o primeiro lançamento de estúdio da banda em 13 anos.  
 Curiosidades

Em 1994, Bettencourt casou com a cantora Suze DeMarchi, têm dois filhos juntos: Bebe Orleans (nascido em 1996) e Lorenzo Aureolino (nascido em 2002). Nuno colaborou com a esposa Suze DeMarchi e com os membros da banda "Baby Animals" no disco a solo da sua esposa lançado em 1998, "Telelove".

 Discografia

Extreme (1989)
Pornograffitti (1990)
III Sides to Every Story (1992)
Waiting for the Punchline (1995)
Saudades de Rock (2008)

Discografia Nuno
Schizophonic (1996)

Discografia Mourning Widows
Mourning Widows (1998)
Furnished Souls For Rent (2000)

Discografia Population 1
Population 1 (2002)
Sessions From Room 4 EP (2004)

Discografia DramaGods
Love (2005)

Discografia Satellite Party
Ultra Payloaded (2007)
PUBLICADO digitalblueradio às 10:56 | LINK DO POST
Nuno Bettencourt nasceu a 20 de Setembro de 1966 na Praia da Vitória, Ilha Terceira, Açores. É membro da banda "Extreme", e ficou famoso pelos solos extremamente técnicos, a sua maneira de tocar foi muito influenciada por Eddie Van Halen.
Nuno e a familia mudaram-se dos Açores para Hudson, Massachusetts, tinha ele 21 anos. O primeiro instumento que tocou foi bateria, aprendeu a tocar guitarra como autodidacta.
Em 1985 Bettencourt juntou-se à banda "Extreme". Em 1988, os "Extreme" fizeram a sua primeira grande apresentação ao público, abrindo um concerto dos "Aerosmith" (banda de Boston). Em 1989 lançaram o álbum ‘Extreme’ que não teve muito sucesso.
Em 1990 os "Extreme" lançaram o álbum, ‘Pornograffitti’, a balada "More Than Words" e "Hole Hearted" foram um enorme sucesso.

Em 1990 a Washburn Guitars lança uma série de guitarras, “N4 - Nuno Bettencourt Signature Series”, com a assinatura de Nuno Bettencourt. Os Extreme tocam em vários festivais e com vários grupos e cantores famosos, entre eles o Ex-Van - Halen David Lee Roth. Nuno foi convidado para tocar no “Guitar Legends” em Sevilha, Espanha. Tocou ao lado de Brian May, Steve Vai, Joe Satriani, entre outros. 

Nuno participa no tema "Maubere (de Rui Veloso)" de Rui Veloso a favor da causa Timorense.
Em 1992 foi lançado o terceiro álbum dos "Extreme", ‘III Sides To Every Story’. Em 1993, Bettencourt co-escreveu e produziu "Where Are You Going", para o filme Super Mario Bros. Em 1994, Bettencourt casou com a cantora Suze DeMarchi. 
1995 foi o ano do quarto álbum da banda, ‘Waiting For The Punchline’. Mais um álbum de sucesso, com vários hits, entre eles: "Hip Today", "Unconditionally" e "Cynical". A primeira e única canção instrumental do Extreme saiu nesse álbum. Oiçam "Midnight Express".
Em 1996 saiu da banda para iniciar uma carreira a solo. Nuno Bettencourt lançou o CD ‘Schizophonic’ que surpreendeu todos os fãs que esperavam um CD ao estilo Steve Vai ou Eddie Van Halen. Em 1997, Bettencourt forma a banda "Mourning Widows". Em 1999 grava "Try Again" com a cantora Lúcia Moniz e grava "Every Diamond" para o disco de tributo a Rui Veloso.
Forma a banda "Population 1" que lançam um disco em 2002. Devido a questões legais, o nome teve de ser alterado passando para "DramaGods", lançaram o primeiro álbum em 2005. A banda de Hard Rock "Extreme" regressou em 2008 com o disco “Saudades de Rock”, o primeiro lançamento de estúdio da banda em 13 anos.  
 Curiosidades

Em 1994, Bettencourt casou com a cantora Suze DeMarchi, têm dois filhos juntos: Bebe Orleans (nascido em 1996) e Lorenzo Aureolino (nascido em 2002). Nuno colaborou com a esposa Suze DeMarchi e com os membros da banda "Baby Animals" no disco a solo da sua esposa lançado em 1998, "Telelove".

 Discografia

Extreme (1989)
Pornograffitti (1990)
III Sides to Every Story (1992)
Waiting for the Punchline (1995)
Saudades de Rock (2008)

Discografia Nuno
Schizophonic (1996)

Discografia Mourning Widows
Mourning Widows (1998)
Furnished Souls For Rent (2000)

Discografia Population 1
Population 1 (2002)
Sessions From Room 4 EP (2004)

Discografia DramaGods
Love (2005)

Discografia Satellite Party
Ultra Payloaded (2007)
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Alexandre Herculano de Carvalho e Araújo nasceu em Lisboa a 28 de Março de 1810 e morreu na Quinta de Vale de Lobos, Azóia de Baixo, Santarém a 13 de Setembro de 1877, foi escritor, historiador, jornalista e poeta português da era do romantismo.
Alexandre Herculano nasceu no Pátio do Gil, à Rua de São Bento, numa modesta família de origem popular; a mãe, Maria do Carmo Carvalho de São Boaventura, filha e neta de pedreiros da Casa Real; o pai, Teodoro Cândido de Araújo, era funcionário da Junta dos Juros (Junta do Crédito Público). Na sua infância e adolescência não pode ter deixado de ser profundamente marcado pelos dramáticos acontecimentos da sua época: as invasões francesas, o domínio inglês e o influxo das ideias liberais, vindas sobretudo de França, que conduziriam à Revolução de 1820. Até aos 15 anos frequentou o Colégio dos Padres Oratorianos de S. Filipe de Néry, então instalados no Convento das Necessidades em Lisboa. Herculano ficou impedido de prosseguir os estudos universitários (o pai ficou cego em 1827, ficando impossibilitado de prover ao sustento da família). Estudou inglês, francês, italiano, alemão, Latim, Lógica e Retórica no Palácio das Necessidades e, mais tarde, na Academia da Marinha Real, estudou também matemática com a intenção de seguir uma carreira comercial. 
Descontente com o governo de Miguel I de Portugal, exilou-se em França, onde escreveu os seus melhores poemas. Voltou a Portugal, em 1832, continuou a fazer poesia, como "A Voz do Profeta" em 1836 e "A Harpa do Crente" em 1838. Associou-se ao jornal Panorama por volta de 1840; publicou obras de ficção, como "Eurico, o Presbítero" de 1844, e ganhou fama como historiador; publicou a "História de Portugal", em quatro volumes, e "História da Origem e Estabelecimento da Inquisição em Portugal". Com apenas 21 anos, participa em circunstâncias nunca inteiramente esclarecidas, na revolta de 21 de Agosto de 1831 do Regimento n.° 4 de Infantaria de Lisboa contra o governo ditatorial de D. Miguel I, o que o obrigará, após o fracasso daquela revolta militar, a refugiar-se num navio francês fundeado no Tejo, nele passando a Inglaterra e, posteriormente, a França juntando-se ao exército Liberal de D. Pedro IV, na Ilha Terceira (Açores). 
 Alistado como soldado no Regimento dos Voluntários da Rainha, como Garrett, é um dos 7.500 "Bravos do Mindelo", assim designados por terem integrado a expedição militar comandada por D. Pedro IV que desembarcou, em 1832, na praia do Mindelo (na verdade, um pouco mais a sul, na praia de Arnosa de Pampelido, um pouco a Norte do Porto - hoje "praia da Memória"), a fim de cercar e tomar a cidade do Porto (Desembarque do Mindelo e Cerco do Porto). Como soldado, participou em acções de elevado risco e mérito militar. Passado à disponibilidade pelo próprio D. Pedro IV, foi por este nomeado segundo bibliotecário da Biblioteca do Porto. Aí permaneceu até ter sido convidado a dirigir a "Revista Panorama", de Lisboa, foi redactor principal de 1837 a 1839. Em 1842 retomou o papel de redactor principal e publicou o "Eurico o Presbítero", obra maior do Romance Histórico em Portugal no século XIX.
Mas a obra que vai transformar Alexandre Herculano no maior português do século XIX é a sua "História de Portugal", cujo primeiro volume é publicado em 1846. Obra que introduz a historiografia científica em Portugal, não podia deixar de levantar enorme polémica, sobretudo com os sectores mais conservadores, encabeçados pelo clero. Atacado pelo clero por não ter admitido como verdade histórica o célebre "Milagre de Ourique", segundo o qual Cristo aparecera ao rei Afonso Henriques naquela batalha, Herculano acaba por vir a terreiro em defesa da verdade científica da sua obra, desferindo implacáveis golpes sobre o clero. O prestígio que a "História de Portugal" lhe granjeara leva a Academia das Ciências de Lisboa a nomeá-lo seu sócio efectivo (1852) e a encarregá-lo do projecto de recolha dos "Portugaliae Monumenta Historica" (recolha de documentos valiosos dispersos pelos cartórios conventuais do país), projecto que empreende em 1853 e 1854.

Herculano foi deputado às Cortes e preceptor do futuro Rei D. Pedro V, mas recusou fazer parte do primeiro Governo da Regeneração, chefiado pelo Duque de Saldanha. Recusou honrarias e condecorações. Desempenha ainda o cargo de Presidente da Câmara de Belém (1854 de 1855), cargo que abandona rapidamente. Em 1867, após o seu casamento com D. Mariana Meira, retira-se definitivamente para a sua quinta de Vale de Lobos (Azóia, Santarém) para se dedicar à agricultura e a uma vida de recolhimento espiritual. Aquando da segunda viagem do Imperador do Brasil a Portugal, em 1867, Herculano entendeu retribuir, em Lisboa, a visita que o monarca lhe fizera em Vale de Lobos, mas devido à sua débil saúde contraiu uma pneumonia dupla de que viria a falecer, em Vale de Lobos, em 13 de Setembro de 1877. Encontra-se sepultado no Mosteiro dos Jerónimos.
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Alexandre Herculano de Carvalho e Araújo nasceu em Lisboa a 28 de Março de 1810 e morreu na Quinta de Vale de Lobos, Azóia de Baixo, Santarém a 13 de Setembro de 1877, foi escritor, historiador, jornalista e poeta português da era do romantismo.
Alexandre Herculano nasceu no Pátio do Gil, à Rua de São Bento, numa modesta família de origem popular; a mãe, Maria do Carmo Carvalho de São Boaventura, filha e neta de pedreiros da Casa Real; o pai, Teodoro Cândido de Araújo, era funcionário da Junta dos Juros (Junta do Crédito Público). Na sua infância e adolescência não pode ter deixado de ser profundamente marcado pelos dramáticos acontecimentos da sua época: as invasões francesas, o domínio inglês e o influxo das ideias liberais, vindas sobretudo de França, que conduziriam à Revolução de 1820. Até aos 15 anos frequentou o Colégio dos Padres Oratorianos de S. Filipe de Néry, então instalados no Convento das Necessidades em Lisboa. Herculano ficou impedido de prosseguir os estudos universitários (o pai ficou cego em 1827, ficando impossibilitado de prover ao sustento da família). Estudou inglês, francês, italiano, alemão, Latim, Lógica e Retórica no Palácio das Necessidades e, mais tarde, na Academia da Marinha Real, estudou também matemática com a intenção de seguir uma carreira comercial. 
Descontente com o governo de Miguel I de Portugal, exilou-se em França, onde escreveu os seus melhores poemas. Voltou a Portugal, em 1832, continuou a fazer poesia, como "A Voz do Profeta" em 1836 e "A Harpa do Crente" em 1838. Associou-se ao jornal Panorama por volta de 1840; publicou obras de ficção, como "Eurico, o Presbítero" de 1844, e ganhou fama como historiador; publicou a "História de Portugal", em quatro volumes, e "História da Origem e Estabelecimento da Inquisição em Portugal". Com apenas 21 anos, participa em circunstâncias nunca inteiramente esclarecidas, na revolta de 21 de Agosto de 1831 do Regimento n.° 4 de Infantaria de Lisboa contra o governo ditatorial de D. Miguel I, o que o obrigará, após o fracasso daquela revolta militar, a refugiar-se num navio francês fundeado no Tejo, nele passando a Inglaterra e, posteriormente, a França juntando-se ao exército Liberal de D. Pedro IV, na Ilha Terceira (Açores). 
 Alistado como soldado no Regimento dos Voluntários da Rainha, como Garrett, é um dos 7.500 "Bravos do Mindelo", assim designados por terem integrado a expedição militar comandada por D. Pedro IV que desembarcou, em 1832, na praia do Mindelo (na verdade, um pouco mais a sul, na praia de Arnosa de Pampelido, um pouco a Norte do Porto - hoje "praia da Memória"), a fim de cercar e tomar a cidade do Porto (Desembarque do Mindelo e Cerco do Porto). Como soldado, participou em acções de elevado risco e mérito militar. Passado à disponibilidade pelo próprio D. Pedro IV, foi por este nomeado segundo bibliotecário da Biblioteca do Porto. Aí permaneceu até ter sido convidado a dirigir a "Revista Panorama", de Lisboa, foi redactor principal de 1837 a 1839. Em 1842 retomou o papel de redactor principal e publicou o "Eurico o Presbítero", obra maior do Romance Histórico em Portugal no século XIX.
Mas a obra que vai transformar Alexandre Herculano no maior português do século XIX é a sua "História de Portugal", cujo primeiro volume é publicado em 1846. Obra que introduz a historiografia científica em Portugal, não podia deixar de levantar enorme polémica, sobretudo com os sectores mais conservadores, encabeçados pelo clero. Atacado pelo clero por não ter admitido como verdade histórica o célebre "Milagre de Ourique", segundo o qual Cristo aparecera ao rei Afonso Henriques naquela batalha, Herculano acaba por vir a terreiro em defesa da verdade científica da sua obra, desferindo implacáveis golpes sobre o clero. O prestígio que a "História de Portugal" lhe granjeara leva a Academia das Ciências de Lisboa a nomeá-lo seu sócio efectivo (1852) e a encarregá-lo do projecto de recolha dos "Portugaliae Monumenta Historica" (recolha de documentos valiosos dispersos pelos cartórios conventuais do país), projecto que empreende em 1853 e 1854.

Herculano foi deputado às Cortes e preceptor do futuro Rei D. Pedro V, mas recusou fazer parte do primeiro Governo da Regeneração, chefiado pelo Duque de Saldanha. Recusou honrarias e condecorações. Desempenha ainda o cargo de Presidente da Câmara de Belém (1854 de 1855), cargo que abandona rapidamente. Em 1867, após o seu casamento com D. Mariana Meira, retira-se definitivamente para a sua quinta de Vale de Lobos (Azóia, Santarém) para se dedicar à agricultura e a uma vida de recolhimento espiritual. Aquando da segunda viagem do Imperador do Brasil a Portugal, em 1867, Herculano entendeu retribuir, em Lisboa, a visita que o monarca lhe fizera em Vale de Lobos, mas devido à sua débil saúde contraiu uma pneumonia dupla de que viria a falecer, em Vale de Lobos, em 13 de Setembro de 1877. Encontra-se sepultado no Mosteiro dos Jerónimos.
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José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa nasceu em Vilar de Maçada, Alijó, a 6 de Setembro de 1957. Foi secretário-geral do Partido Socialista de Setembro de 2004 a Julho de 2011 e Primeiro-ministro de Portugal de 12 de Março de 2005 a 21 de Junho de 2011. Além desses postos, José Sócrates foi secretário de estado-adjunto do Ministério do Ambiente e Ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território no governo de António Guterres, e um dos organizadores do campeonato de futebol da UEFA Euro 2004 em Portugal.

José Sócrates é licenciado em Engenharia Civil pela extinta Universidade Independente (Lisboa, 1996) e frequentou, concluindo apenas a parte lectiva, o mestrado em gestão de empresas do ISCTE (Lisboa, 2005).

José Sócrates nasceu no Porto a 6 de Setembro de 1957 e foi registado como um recém-nascido em Vilar de Maçada, Alijó, a localidade da família. No entanto, o jovem José Sócrates viveu toda a infância e adolescência com o seu pai, um desenhador de edifícios divorciado, na cidade da Covilhã. Os seus pais são Fernando Pinto de Sousa e Maria Adelaide de Carvalho Monteiro. Ele tem dois irmãos mais novos, António Carvalho Pinto de Sousa e Ana Maria Carvalho Pinto de Sousa, que morreu em 1988. 

José Sócrates estudou na Escola Secundária Frei Heitor Pinto na Covilhã. Em 1975, frequentou o Instituto Superior de Engenharia de Coimbra (ISEC), criado em 1974 e posteriormente incorporado no Instituto Politécnico de Coimbra em 1988. Em 1979, quatro anos após ingressar no ISEC, obteve o diploma de bacharelato como engenheiro técnico civil. De 1987 a 1993, esteve matriculado na Universidade Lusíada, uma universidade privada em Lisboa, a cursar Direito, mas abandonou o curso. No ano lectivo de 1994/95, já um político bem conhecido, ingressou o Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL), onde completou algumas disciplinas académicas, de modo a obter o Diploma de Estudos Superiores Especializados (DESE), contudo abandonou esta opção, tendo-se inscrito na Universidade Independente (UnI), uma universidade privada em Lisboa, de modo a fazer um número determinado de cadeiras que lhe conferisse a licenciatura em engenharia civil em vez do DESE politécnico.

Em 1996, José Sócrates obteve o diploma de licenciatura em Engenharia Civil pela Universidade Independente. Em 2007, já como Primeiro-ministro, a licenciatura de José Sócrates em Engenharia Civil, obtida na Universidade Independente, foi posta em causa, bem como o uso do título de engenheiro. Essas circunstâncias provocaram a maior controvérsia do ano. Uma investigação oficial sobre a validade das habilitações de José Sócrates concluiu que ele não incorreu em qualquer ilegalidade, contudo a Universidade Independente foi encerrada em 2007 por falta de qualidade pedagógica e má conduta ética e administrativa, através de um processo paralelo movido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

Após a sua demissão de primeiro-ministro, José Sócrates pediu, nos termos da lei, uma licença sem vencimento das funções de engenheiro na Câmara da Covilhã para ingressar numa instituição universitária internacional. Após concluir os estudos no final dos Anos 70, Sócrates foi engenheiro civil antes de ingressar na política. Tornou-se sócio, com Armando Vara, da empresa Sociedade de Venda de Combustíveis Lda. (Sovenco), com sede na Reboleira, Amadora, mas a aventura empresarial de Sócrates foi curta (menos de um ano). Em 2005, a revista Focus desenterrou esse episódio, Sócrates jurou que estava a ouvir falar dessa empresa «pela primeira vez». No entanto, algum tempo depois, veio a público reconhecer que fez parte da sociedade. 

A carreira política de Sócrates iniciou-se logo após a Revolução dos Cravos em 1974. Sócrates foi um dos membro-fundador da Juventude Social Democrata (JSD), sector juvenil do Partido Social Democrata da Covilhã. Em 1981, mudou a filiação política, do Partido Social Democrata para o Partido Socialista (PS). Já no Partido Socialista, em 1983, tornou-se presidente da concelhia da Covilhã e presidente da federação distrital de Castelo Branco, cargo que ocupou de 1986 a 1995. Em 1987, foi eleito pela primeira vez deputado da Assembleia da República em representação do distrito de Castelo Branco. A sua primeira intervenção enquanto deputado consistiu na defesa do projecto-lei a legalizar a possibilidade da prática do nudismo no País.
Em 1991, passou a integrar o Secretariado Nacional do Partido Socialista e em 1995, tornou-se membro do primeiro Governo de António Guterres, a ocupar o cargo de secretário de Estado Adjunto do ministro do Ambiente. Em 1997, tornou-se ministro-adjunto do primeiro-ministro, com as tutelas da Toxicodependência, Juventude e Desporto. Foi nessa qualidade que se tornou, num dos impulsionadores de uns dos organizadores da realização em Portugal, do Euro 2004.

Em 1999, já no segundo Governo de António Guterres, transitou para a pasta de ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território, cargo que ocupou até à tomada de posse do XV Governo Constitucional, em 2002. Enquanto ministro, foi protagonista de diversas polémicas, como a questão da co-incineração de resíduos tóxicos, bem como o licenciamento do Freeport, o maior "outlet", a céu aberto da Península Ibérica.

Em 2002, com a vitória do PSD, nas Eleições Legislativas (vencida por José Manuel Durão Barroso), Sócrates regressou à Assembleia da República na condição de deputado, ao mesmo tempo, tornou-se comentador político no programa de análise política com Pedro Santana Lopes, num dos canais da televisão estatal, a RTP. Depois da demissão de Ferro Rodrigues, como líder do partido em 2004, Sócrates venceu a eleição para o cargo de secretário-geral, por larga maioria.

Após a vitória do seu partido nas Eleições Portuguesas de 2005, Sócrates foi chamado pelo presidente Jorge Sampaio para formar governo, o XVII Governo Constitucional (após 1976).

Após as eleições legislativas em 2009, José Sócrates foi eleito para um segundo mandato como Primeiro-Ministro de Portugal. Perdeu as eleições em 2011, e recusou o lugar de deputado e afastou-se da liderança do PS na noite das eleições.

Controvérsias

Desde que assumiu o mandato de primeiro-ministro em 2005, José Sócrates foi alvo de diversas denúncias durante o mandato, nas quais teve que explicar à Nação.
Caso Sócrates-Independente
Em 2007, a Universidade Independente, uma universidade privada em Lisboa, foi colocada sob investigação por alegadas irregularidades em diversas matérias. As autoridades investigaram suspeitas de falsificações e irregularidades em torno das centenas de licenciaturas dos alunos da Universidade Independente. Entre os formandos estavam José Sócrates. Os jornalistas descobriram que os títulos emitidos não seguiram o procedimento, um exame foi enviado por fax e o diploma de Sócrates foi emitido no Domingo, dia 8 de Abril, um dia antes da universidade ser fechada de sempre.

Alguns profissionais das notícias de media portuguesas afirmam que Sócrates ou membros da sua equipa, através de ligações telefónicas, ameaçaram tomar medidas judiciais contra os jornalistas para tentar parar as reportagens.
Em 2007, uma nova controvérsia surgiu após a descoberta de que um computador do governo foi usado para remover todas as referências ao caso Sócrates-Independente da Wikipédia. 
O computador Magalhães, de baixo custo da Intel para uso das crianças, anunciado e patrocinado pelo gabinete de Sócrates, montado pela empresa J.P. Sá Couto, esteve no centro de nova controvérsia em 2008, quando a empresa era suspeita de fraude fiscal, o caso levou a uma investigação que levantaram outras questões semelhantes envolvendo outros acordos governamentais e contratos públicos.
Em 2005, surgiram denúncias da imprensa portuguesa que José Sócrates alegadamente renunciou a restrições ambientais, depois da intervenção do tio e primo, e concedeu a concessão de licença à empresa britânica Freeport para construir o shopping Alcochete, um grande centro comercial próximo ao Rio Tejo, desenvolvido em parte em terras protegidas fora de Lisboa, em 2002, quando era Ministro do Ambiente do gabinete do PM. Em 2009, as denúncias ressurgem, com a confirmações das denúncias de 2005, agora com cobertura da imprensa portuguesa e britânica. Num DVD na posse da Polícia britânica Charles Smith, um consultor contratado para tratar do licenciamento do Freeport de Alcochete, afirmou claramente que José Sócrates "was corrupt" ("é corrupto") e que recebeu dinheiro através do primo, para dar luz verde ao projecto do "outlet". A gravação revelada pela TVI é apenas parte de uma conversa de 20 minutos que, juntamente com Charles Smith incluiu também João Cabral, funcionário da consultora, e Alan Perkins, director do Freeport. Foi este último que, sem o conhecimento dos outros dois, registrou o evento, onde Smith e Cabral foram questionados sobre o dinheiro que deixou a empresa para ser usado para o pagamento de "luvas" a José Socrates. 
Outro caso de corrupção envolvendo Sócrates é o escândalo Face Oculta. Em 2009, a polícia começou a investigar um grupo empresarial com sede em Ovar. Armando Vara, um dos suspeitos, é relatado por ter tido "conversas" com Sócrates. Ele nega qualquer envolvimento, alegando que estava apenas conversando com um amigo. Em 2011, a empresa TMN, que pertence à Portugal Telecom alegou que, devido a um problema de informática, todas as informações e dados sobre o caso e relacionados com Armando Vara (ex-vice-presidente do BCP), Rui Pedro Soares (ex-gerente do PT), Mário Lino (ex-ministro) e Paulo Penedos (ex-assistente da PT) tinham desaparecido. David Dinis, editor no jornal "Diário de Notícias" pediu demissão devido à pressão do director, João Marcelino, por impedir informações difundidas pela imprensa.
Entre 2007 e 2009, durante a metade do primeiro mandato como primeiro-ministro, houve acusações que Sócrates e integrantes do governo tentarem controlar toda a comunicação social através da censura, e perseguir e afastar os jornalistas incómodos. Sócrates processou 10 jornalistas, 5 da TVI, 3 do Jornal Público, 1 do Diário de Notícias e a revista sobre automóveis Autohoje por causa de uma partida do dia das mentiras.
Em 2008, José Sócrates declarou na Assembleia da República, falando acerca do transporte de prisioneiros de Guantánamo cruzando o espaço nacional que "nunca aconteceu termos sido consultados e termos autorizado". No entanto, em 2010 foi revelado, através do site Wikileaks, o conteúdo do telegrama da embaixada dos EUA em Lisboa, datado de 19 de Outubro de 2006 que confirma que houve contactos entre a administração dos EUA (na altura o Presidente era George W. Bush) e Lisboa para assegurar a passagem por território português de prisioneiros de Guantánamo. No documento, afirma-se expressamente que houve um pedido dos EUA ao Governo português para "repatriar presos de Guantánamo através das Lajes".
José Sócrates casou com a Sofia Costa Pinto Fava, uma engenheira portuguesa com quem teve dois filhos, José Miguel Fava Pinto de Sousa e Eduardo Fava Pinto de Sousa. Sócrates divorciou-se de Sofia Fava no final dos anos 90. A sua paixão pelo desporto é bem conhecida, nomeadamente o jogging, tendo participado em provas como a Meia Maratona de Lisboa. Em 2008, quando a proibição de fumar entrou em vigor em Portugal em prédios e transportes públicos, foi noticiado que Sócrates foi visto a fumar durante um voo privado do Estado para a Venezuela onde se encontrou com Hugo Chávez. Ele admitiu que foi um erro, pediu desculpas e prometeu parar de fumar. Além disso, alegou que não sabia que estava a infringir a lei ao fazê-lo, uma vez que sobrevoava o Atlântico, em área internacional.
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