O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
Sensível, alegre, triste, sou o reflexo de tudo o que viví, sou um contexto de tudo que há em mim,...
Quando era criança adorava brincar com os amigos a correr pelas ruas  fora, jogava o pião, berlinde, indios e cowboys, policias e ladrões,...brincadeiras de criança.
Na adolescência passei pelo conflito que segue a ordem natural da vida, tentei largar o menino e deixei de ser criança, assim tinha que ser, foi nesta altura que ganhei o gosto p´la musica, pela rádio.
Na mocidade poucas namoradas tive ,...mais tarde amei desesperadamente.
Se tivesse tido um  diário estaria  entupido de histórias que ainda hoje guardo na memória,  esse diário escrevi no coração, algumas lembranças perderam-se com o tempo, as histórias ficaram e guardo todas ainda hoje na memória.
Meu primeiro beijo, o primeiro amor, meus medos, meus traumas, minhas fantasias e a intensidade dos meus dias.
Hoje adulto depois de tantas fases vividas, de traumas superados e medos ainda guardados, ainda me apaixono e resolví ser feliz, aprendí com a vida.
Sou confuso, inseguro por vezes.
Aprendí também que tudo que chega pode partir e eu devo deixar ir.
Hoje sou o reflexo dos meus dias, há quem me conheça e quem pense que me conhece.
Acredito fielmente que nada é por acaso,  sou solidão , sou multidão, sou assim, conto, verso, poesia, sou canção, sou  serenata, sou acorde vibrando em harmonia e emoção, sou apenas um retrato de mim.
PUBLICADO digitalblueradio às 16:21 | LINK DO POST
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Sensível, alegre, triste, sou o reflexo de tudo o que viví, sou um contexto de tudo que há em mim,...
Quando era criança adorava brincar com os amigos a correr pelas ruas  fora, jogava o pião, berlinde, indios e cowboys, policias e ladrões,...brincadeiras de criança.
Na adolescência passei pelo conflito que segue a ordem natural da vida, tentei largar o menino e deixei de ser criança, assim tinha que ser, foi nesta altura que ganhei o gosto p´la musica, pela rádio.
Na mocidade poucas namoradas tive ,...mais tarde amei desesperadamente.
Se tivesse tido um  diário estaria  entupido de histórias que ainda hoje guardo na memória,  esse diário escrevi no coração, algumas lembranças perderam-se com o tempo, as histórias ficaram e guardo todas ainda hoje na memória.
Meu primeiro beijo, o primeiro amor, meus medos, meus traumas, minhas fantasias e a intensidade dos meus dias.
Hoje adulto depois de tantas fases vividas, de traumas superados e medos ainda guardados, ainda me apaixono e resolví ser feliz, aprendí com a vida.
Sou confuso, inseguro por vezes.
Aprendí também que tudo que chega pode partir e eu devo deixar ir.
Hoje sou o reflexo dos meus dias, há quem me conheça e quem pense que me conhece.
Acredito fielmente que nada é por acaso,  sou solidão , sou multidão, sou assim, conto, verso, poesia, sou canção, sou  serenata, sou acorde vibrando em harmonia e emoção, sou apenas um retrato de mim.
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Sensível, alegre, triste, sou o reflexo de tudo o que viví, sou um contexto de tudo que há em mim,...
Quando era criança adorava brincar com os amigos a correr pelas ruas  fora, jogava o pião, berlinde, indios e cowboys, policias e ladrões,...brincadeiras de criança.
Na adolescência passei pelo conflito que segue a ordem natural da vida, tentei largar o menino e deixei de ser criança, assim tinha que ser, foi nesta altura que ganhei o gosto p´la musica, pela rádio.
Na mocidade poucas namoradas tive ,...mais tarde amei desesperadamente.
Se tivesse tido um  diário estaria  entupido de histórias que ainda hoje guardo na memória,  esse diário escrevi no coração, algumas lembranças perderam-se com o tempo, as histórias ficaram e guardo todas ainda hoje na memória.
Meu primeiro beijo, o primeiro amor, meus medos, meus traumas, minhas fantasias e a intensidade dos meus dias.
Hoje adulto depois de tantas fases vividas, de traumas superados e medos ainda guardados, ainda me apaixono e resolví ser feliz, aprendí com a vida.
Sou confuso, inseguro por vezes.
Aprendí também que tudo que chega pode partir e eu devo deixar ir.
Hoje sou o reflexo dos meus dias, há quem me conheça e quem pense que me conhece.
Acredito fielmente que nada é por acaso,  sou solidão , sou multidão, sou assim, conto, verso, poesia, sou canção, sou  serenata, sou acorde vibrando em harmonia e emoção, sou apenas um retrato de mim.
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 DIVIRTA-SE COM ESTA SELEÇÃO DE APANHADOS
PORQUE SERÁ QUE NOS RIMOS SEMPRE DO MAL?
CURIOSOS OS NOMES
DESCUBRA A SEMELHANÇA
 VIDA DE REPÓRTER É DURA
APANHADOS DO BRASIL, DETECTOR DE GAYS
QUE GRANDE DESASTRE
 A VOZ DO POVO
APANHADOS DA TVI
APANHADOS DO BRASIL-MÉDICO MORTO
ESTA É FANTÁSTICA
Buraco na Praia
PUBLICADO digitalblueradio às 13:39 | LINK DO POST
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PORQUE SERÁ QUE NOS RIMOS SEMPRE DO MAL?
CURIOSOS OS NOMES
DESCUBRA A SEMELHANÇA
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APANHADOS DO BRASIL, DETECTOR DE GAYS
QUE GRANDE DESASTRE
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PORQUE SERÁ QUE NOS RIMOS SEMPRE DO MAL?
CURIOSOS OS NOMES
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QUE GRANDE DESASTRE
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ESTA É FANTÁSTICA
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O MOUSE FICA A ARDER 
PUBLICADO digitalblueradio às 13:37 | LINK DO POST
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      Os anos passam mas as memórias ficam
Recuemos no tempo até 1957 verificamos que este ano têm muito a contar.
 NASCIMENTOS - CINEMA
Joaquim de Almeida (15 de Março)  
Spike Lee (20 de Março)
Christopher Lambert (29 de Março)
 Daniel Day-Lewis (29 de Abril)
  Kelly McGillis  (9 de Julho)
  Melanie Griffith  (9de Agosto)
NA MUSICA 
Falco (19 de Fevereiro)
 Juan Luis Guerra (7 de Junho)
Laura Branigan (3 de Julho)  
Gloria Estefan (1 de Setembro)
 OUTRAS FIGURAS
 António Vitorino ( 12 De Janeiro) político
 Osama bin Laden (10 de Março) terrorista
Luís Marques Mendes (5 de Setembro) político
José Sócrates ( 6 de Setembro) político  
 FALECEU
Humphrey Bogart  (14 de Janeiro)
1957 
 A União Soviética coloca o Sputnik I em órbita enquanto a epidemia de gripe asiática se espalha por toda a Europa. Em Portugal as escolas são temporariamente encerradas.  
Nesta altura o mercado discográfico era dominado pelos discos de 78 rotações, mas surgiam em força os EPs em vinil de 45 rpm. A oferta foi  da marca "Alvorada" da Rádio Triunfo do Porto, o lançamento, em 1957, dos primeiros discos da Alvorada, marca um ponto de viragem na musica nacional principalmente na divulgação da música ligeira. Quase todos os cançonetistas portugueses gravariam para a "Alvorada" no início das suas carreiras.
A RTP começava também as suas emissões regulares a partir de Lisboa e construíam-se nesta época os emissores da Lousã, que serviria a região de Coimbra, e do Porto. Nas suas primeiras emissões, ainda a partir da "Feira Popular", actuaram dois dos cançonetistas mais consagrados da época: Maria de Lourdes Resende (de quem "Alcobaça" é uma canção de referência) e Tristão da Silva ("Se os meus olhos falassem"). 

Shegundo Galarza, o pianista espanhol radicado em Portugal, animava em directo as noites da RTP tocando a solo ou acompanhando cançonetistas do momento como Lina Maria, Maria de Fátima ou Gina Esteves. Tony de Matos ( "O destino marca a Hora") e Francisco José ("Olhos castanhos") encontravam-se, nesta época, radicados no Brasil, Rui de Mascarenhas ("Encontro às Dez") surge como uma nova voz cheia de talento. Uma miúda de 18 anos cantava pela primeira vez na televisão, Madalena Iglésias.  
O fado, que antes da Guerra e na década que se lhe seguiu tinha sido o principal veículo da música ligeira portuguesa, tinha perdido terreno mas era ainda uma importante força no panorama nacional, representado por nomes como Amália Rodrigues ("Barco negro") ou Carlos Ramos ("Não venhas tarde"). Para a revista portuguesa o fado surgia com uma nova "cara", o de "fado-canção" que se caracterizava por um acompanhamento orquestral, em que já se fazia notar a jovem Helena Tavares. Uma bizarria desta época era o sucesso dos tenores, como Alberto Ribeiro, Luiz Piçarra, ou o próprio Artur Ribeiro na música ligeira. Esta tendência teve o seu exemplo mais curioso em Guilherme Kjölner que fazia a saison do S.Carlos e era, depois, solicitado como intérprete de música ligeira ao vivo. Foi assim que participou em diversos festivais da canção, em Portugal e no estrangeiro, neles defendendo composições nacionais durante mais de uma década e dando-lhes sempre um inconfundível toque de classe.
Desconhecido de muitos, funcionava em Lisboa o "Centro de Preparação de Artistas de Rádio", fundado por António Ferro e frequentado pelo que seria a geração de cançonetistas que dominariam o meio durante mais de uma década: Maria de Fátima, mais tarde conhecida como Maria de Fátima Bravo, Simone de Oliveira, Madalena Iglésias, Alice Amaro, Artur Garcia e Maria Marize, entre outros. O Centro recrutava candidatos através de anúncios na "Emissora Nacional", todas as semanas a "Emissora" emitia um programa de gente nova ao microfone. A "Emissora Nacional" organizava festivais de música portuguesa, chamados "Festivais Nacionais da Rádio"

Em 1958 o "Diário de Notícias" publicou o anúncio do "I Festival da Canção Portuguesa". O espectáculo realizou-se na noite do dia 21 de Janeiro e os jornais do dia seguinte noticiavam o sucesso do espectáculo em que Rui de Mascarenhas cantara "Serenins de Queluz", Maria Amélia Canossa "Tudo é Portugal", Domingos Marques "Agora nunca mais", Isabel Wolmar "Viela", Artur Ribeiro "Sol do Alentejo", Maria de Fátima Bravo "Desencanto", Júlio Guimarães "Maria do Céu", Tristão da Silva "Senhora da Nazaré", Maria José Valério "A folha da hera", José António "Como se fazem canções", novamente Maria de Fátima Bravo "Vocês sabem lá...", Guilherme Kjölner "Duas caras" e Maria de Lourdes Resende "Lisboa feliz". O "Festival" não era, realmente, uma competição (todos os autores receberam medalhas comemorativas).Fora do concurso (que na realidade não o era), a estreante Simone de Oliveira cantou o tema popular "O burrinho", "Adeus" do maestro Raul Ferrão e "Os três santos populares".
Em 1958, o ano seguinte à edição dos primeiros discos da Alvorada, ocorreu uma revolução no campo da música ligeira portuguesa com a afirmação, através da rádio, da televisão e do disco, dos artistas que iriam dominar o meio na próxima década: Madalena Iglésias, Simone de Oliveira e António Calvário, chamados "a nova vaga", foram aceites, reconhecidos e idolatrados por uma nova classe de compradores dos vinis pequenos e baratos, tocados em gira-discos portáteis e acessíveis. O "1º Festival da Canção Portuguesa" simboliza este período e pode, convenientemente, ser considerado como o início do que um dia se chamaria "nacional-cançonetismo". Maria de Fátima Bravo, depois do sucesso que fez com a interpretação de "Vocês sabem lá..." mudou seguramente o curso à vida. Alta, bela, elegante e com um porte invejável, a jovem cançonetista dotada de uma agradável voz, teria nos anos seguintes uma carreira fulgurante e que se diversificou para o cinema. Aguardava-se uma carreira internacional, mas não havia de ser... Em 1961 casar-se-ia, abandonando um percurso de que muito se podia esperar. 
PUBLICADO digitalblueradio às 12:54 | LINK DO POST
      Os anos passam mas as memórias ficam
Recuemos no tempo até 1957 verificamos que este ano têm muito a contar.
 NASCIMENTOS - CINEMA
Joaquim de Almeida (15 de Março)  
Spike Lee (20 de Março)
Christopher Lambert (29 de Março)
 Daniel Day-Lewis (29 de Abril)
  Kelly McGillis  (9 de Julho)
  Melanie Griffith  (9de Agosto)
NA MUSICA 
Falco (19 de Fevereiro)
 Juan Luis Guerra (7 de Junho)
Laura Branigan (3 de Julho)  
Gloria Estefan (1 de Setembro)
 OUTRAS FIGURAS
 António Vitorino ( 12 De Janeiro) político
 Osama bin Laden (10 de Março) terrorista
Luís Marques Mendes (5 de Setembro) político
José Sócrates ( 6 de Setembro) político  
 FALECEU
Humphrey Bogart  (14 de Janeiro)
1957 
 A União Soviética coloca o Sputnik I em órbita enquanto a epidemia de gripe asiática se espalha por toda a Europa. Em Portugal as escolas são temporariamente encerradas.  
Nesta altura o mercado discográfico era dominado pelos discos de 78 rotações, mas surgiam em força os EPs em vinil de 45 rpm. A oferta foi  da marca "Alvorada" da Rádio Triunfo do Porto, o lançamento, em 1957, dos primeiros discos da Alvorada, marca um ponto de viragem na musica nacional principalmente na divulgação da música ligeira. Quase todos os cançonetistas portugueses gravariam para a "Alvorada" no início das suas carreiras.
A RTP começava também as suas emissões regulares a partir de Lisboa e construíam-se nesta época os emissores da Lousã, que serviria a região de Coimbra, e do Porto. Nas suas primeiras emissões, ainda a partir da "Feira Popular", actuaram dois dos cançonetistas mais consagrados da época: Maria de Lourdes Resende (de quem "Alcobaça" é uma canção de referência) e Tristão da Silva ("Se os meus olhos falassem"). 

Shegundo Galarza, o pianista espanhol radicado em Portugal, animava em directo as noites da RTP tocando a solo ou acompanhando cançonetistas do momento como Lina Maria, Maria de Fátima ou Gina Esteves. Tony de Matos ( "O destino marca a Hora") e Francisco José ("Olhos castanhos") encontravam-se, nesta época, radicados no Brasil, Rui de Mascarenhas ("Encontro às Dez") surge como uma nova voz cheia de talento. Uma miúda de 18 anos cantava pela primeira vez na televisão, Madalena Iglésias.  
O fado, que antes da Guerra e na década que se lhe seguiu tinha sido o principal veículo da música ligeira portuguesa, tinha perdido terreno mas era ainda uma importante força no panorama nacional, representado por nomes como Amália Rodrigues ("Barco negro") ou Carlos Ramos ("Não venhas tarde"). Para a revista portuguesa o fado surgia com uma nova "cara", o de "fado-canção" que se caracterizava por um acompanhamento orquestral, em que já se fazia notar a jovem Helena Tavares. Uma bizarria desta época era o sucesso dos tenores, como Alberto Ribeiro, Luiz Piçarra, ou o próprio Artur Ribeiro na música ligeira. Esta tendência teve o seu exemplo mais curioso em Guilherme Kjölner que fazia a saison do S.Carlos e era, depois, solicitado como intérprete de música ligeira ao vivo. Foi assim que participou em diversos festivais da canção, em Portugal e no estrangeiro, neles defendendo composições nacionais durante mais de uma década e dando-lhes sempre um inconfundível toque de classe.
Desconhecido de muitos, funcionava em Lisboa o "Centro de Preparação de Artistas de Rádio", fundado por António Ferro e frequentado pelo que seria a geração de cançonetistas que dominariam o meio durante mais de uma década: Maria de Fátima, mais tarde conhecida como Maria de Fátima Bravo, Simone de Oliveira, Madalena Iglésias, Alice Amaro, Artur Garcia e Maria Marize, entre outros. O Centro recrutava candidatos através de anúncios na "Emissora Nacional", todas as semanas a "Emissora" emitia um programa de gente nova ao microfone. A "Emissora Nacional" organizava festivais de música portuguesa, chamados "Festivais Nacionais da Rádio"

Em 1958 o "Diário de Notícias" publicou o anúncio do "I Festival da Canção Portuguesa". O espectáculo realizou-se na noite do dia 21 de Janeiro e os jornais do dia seguinte noticiavam o sucesso do espectáculo em que Rui de Mascarenhas cantara "Serenins de Queluz", Maria Amélia Canossa "Tudo é Portugal", Domingos Marques "Agora nunca mais", Isabel Wolmar "Viela", Artur Ribeiro "Sol do Alentejo", Maria de Fátima Bravo "Desencanto", Júlio Guimarães "Maria do Céu", Tristão da Silva "Senhora da Nazaré", Maria José Valério "A folha da hera", José António "Como se fazem canções", novamente Maria de Fátima Bravo "Vocês sabem lá...", Guilherme Kjölner "Duas caras" e Maria de Lourdes Resende "Lisboa feliz". O "Festival" não era, realmente, uma competição (todos os autores receberam medalhas comemorativas).Fora do concurso (que na realidade não o era), a estreante Simone de Oliveira cantou o tema popular "O burrinho", "Adeus" do maestro Raul Ferrão e "Os três santos populares".
Em 1958, o ano seguinte à edição dos primeiros discos da Alvorada, ocorreu uma revolução no campo da música ligeira portuguesa com a afirmação, através da rádio, da televisão e do disco, dos artistas que iriam dominar o meio na próxima década: Madalena Iglésias, Simone de Oliveira e António Calvário, chamados "a nova vaga", foram aceites, reconhecidos e idolatrados por uma nova classe de compradores dos vinis pequenos e baratos, tocados em gira-discos portáteis e acessíveis. O "1º Festival da Canção Portuguesa" simboliza este período e pode, convenientemente, ser considerado como o início do que um dia se chamaria "nacional-cançonetismo". Maria de Fátima Bravo, depois do sucesso que fez com a interpretação de "Vocês sabem lá..." mudou seguramente o curso à vida. Alta, bela, elegante e com um porte invejável, a jovem cançonetista dotada de uma agradável voz, teria nos anos seguintes uma carreira fulgurante e que se diversificou para o cinema. Aguardava-se uma carreira internacional, mas não havia de ser... Em 1961 casar-se-ia, abandonando um percurso de que muito se podia esperar. 
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      Os anos passam mas as memórias ficam
Recuemos no tempo até 1957 verificamos que este ano têm muito a contar.
 NASCIMENTOS - CINEMA
Joaquim de Almeida (15 de Março)  
Spike Lee (20 de Março)
Christopher Lambert (29 de Março)
 Daniel Day-Lewis (29 de Abril)
  Kelly McGillis  (9 de Julho)
  Melanie Griffith  (9de Agosto)
NA MUSICA 
Falco (19 de Fevereiro)
 Juan Luis Guerra (7 de Junho)
Laura Branigan (3 de Julho)  
Gloria Estefan (1 de Setembro)
 OUTRAS FIGURAS
 António Vitorino ( 12 De Janeiro) político
 Osama bin Laden (10 de Março) terrorista
Luís Marques Mendes (5 de Setembro) político
José Sócrates ( 6 de Setembro) político  
 FALECEU
Humphrey Bogart  (14 de Janeiro)
1957 
 A União Soviética coloca o Sputnik I em órbita enquanto a epidemia de gripe asiática se espalha por toda a Europa. Em Portugal as escolas são temporariamente encerradas.  
Nesta altura o mercado discográfico era dominado pelos discos de 78 rotações, mas surgiam em força os EPs em vinil de 45 rpm. A oferta foi  da marca "Alvorada" da Rádio Triunfo do Porto, o lançamento, em 1957, dos primeiros discos da Alvorada, marca um ponto de viragem na musica nacional principalmente na divulgação da música ligeira. Quase todos os cançonetistas portugueses gravariam para a "Alvorada" no início das suas carreiras.
A RTP começava também as suas emissões regulares a partir de Lisboa e construíam-se nesta época os emissores da Lousã, que serviria a região de Coimbra, e do Porto. Nas suas primeiras emissões, ainda a partir da "Feira Popular", actuaram dois dos cançonetistas mais consagrados da época: Maria de Lourdes Resende (de quem "Alcobaça" é uma canção de referência) e Tristão da Silva ("Se os meus olhos falassem"). 

Shegundo Galarza, o pianista espanhol radicado em Portugal, animava em directo as noites da RTP tocando a solo ou acompanhando cançonetistas do momento como Lina Maria, Maria de Fátima ou Gina Esteves. Tony de Matos ( "O destino marca a Hora") e Francisco José ("Olhos castanhos") encontravam-se, nesta época, radicados no Brasil, Rui de Mascarenhas ("Encontro às Dez") surge como uma nova voz cheia de talento. Uma miúda de 18 anos cantava pela primeira vez na televisão, Madalena Iglésias.  
O fado, que antes da Guerra e na década que se lhe seguiu tinha sido o principal veículo da música ligeira portuguesa, tinha perdido terreno mas era ainda uma importante força no panorama nacional, representado por nomes como Amália Rodrigues ("Barco negro") ou Carlos Ramos ("Não venhas tarde"). Para a revista portuguesa o fado surgia com uma nova "cara", o de "fado-canção" que se caracterizava por um acompanhamento orquestral, em que já se fazia notar a jovem Helena Tavares. Uma bizarria desta época era o sucesso dos tenores, como Alberto Ribeiro, Luiz Piçarra, ou o próprio Artur Ribeiro na música ligeira. Esta tendência teve o seu exemplo mais curioso em Guilherme Kjölner que fazia a saison do S.Carlos e era, depois, solicitado como intérprete de música ligeira ao vivo. Foi assim que participou em diversos festivais da canção, em Portugal e no estrangeiro, neles defendendo composições nacionais durante mais de uma década e dando-lhes sempre um inconfundível toque de classe.
Desconhecido de muitos, funcionava em Lisboa o "Centro de Preparação de Artistas de Rádio", fundado por António Ferro e frequentado pelo que seria a geração de cançonetistas que dominariam o meio durante mais de uma década: Maria de Fátima, mais tarde conhecida como Maria de Fátima Bravo, Simone de Oliveira, Madalena Iglésias, Alice Amaro, Artur Garcia e Maria Marize, entre outros. O Centro recrutava candidatos através de anúncios na "Emissora Nacional", todas as semanas a "Emissora" emitia um programa de gente nova ao microfone. A "Emissora Nacional" organizava festivais de música portuguesa, chamados "Festivais Nacionais da Rádio"

Em 1958 o "Diário de Notícias" publicou o anúncio do "I Festival da Canção Portuguesa". O espectáculo realizou-se na noite do dia 21 de Janeiro e os jornais do dia seguinte noticiavam o sucesso do espectáculo em que Rui de Mascarenhas cantara "Serenins de Queluz", Maria Amélia Canossa "Tudo é Portugal", Domingos Marques "Agora nunca mais", Isabel Wolmar "Viela", Artur Ribeiro "Sol do Alentejo", Maria de Fátima Bravo "Desencanto", Júlio Guimarães "Maria do Céu", Tristão da Silva "Senhora da Nazaré", Maria José Valério "A folha da hera", José António "Como se fazem canções", novamente Maria de Fátima Bravo "Vocês sabem lá...", Guilherme Kjölner "Duas caras" e Maria de Lourdes Resende "Lisboa feliz". O "Festival" não era, realmente, uma competição (todos os autores receberam medalhas comemorativas).Fora do concurso (que na realidade não o era), a estreante Simone de Oliveira cantou o tema popular "O burrinho", "Adeus" do maestro Raul Ferrão e "Os três santos populares".
Em 1958, o ano seguinte à edição dos primeiros discos da Alvorada, ocorreu uma revolução no campo da música ligeira portuguesa com a afirmação, através da rádio, da televisão e do disco, dos artistas que iriam dominar o meio na próxima década: Madalena Iglésias, Simone de Oliveira e António Calvário, chamados "a nova vaga", foram aceites, reconhecidos e idolatrados por uma nova classe de compradores dos vinis pequenos e baratos, tocados em gira-discos portáteis e acessíveis. O "1º Festival da Canção Portuguesa" simboliza este período e pode, convenientemente, ser considerado como o início do que um dia se chamaria "nacional-cançonetismo". Maria de Fátima Bravo, depois do sucesso que fez com a interpretação de "Vocês sabem lá..." mudou seguramente o curso à vida. Alta, bela, elegante e com um porte invejável, a jovem cançonetista dotada de uma agradável voz, teria nos anos seguintes uma carreira fulgurante e que se diversificou para o cinema. Aguardava-se uma carreira internacional, mas não havia de ser... Em 1961 casar-se-ia, abandonando um percurso de que muito se podia esperar. 
PUBLICADO digitalblueradio às 12:54 | LINK DO POST
Os grupos nascem, criam e desaparecem, mas as musicas ficam.
O grupo "Doutores e Engenheiros" foi formado em Algés. 
A formação: XANA, LUIS MORENO(entrou em 1986) e ILIDIO PRAIA. Em 1986 gravam uma maqueta que teve bastante aceitação nos programas de música portuguesa. Temas como "So Long", "I'm Sick" e "Planet" ocuparam os primeiros lugares do top "Quinta dos Portugueses" do programa "Ocidental Praia" da Rádio Renascença. Em 1987 concorrem ao Concurso do RRV mas não vencem a eliminatória. O primeiro contrato surgiu em 1988 com a Edisom. Nesse ano sai o primeiro álbum, "Doutores & Engenheiros". O tema com mais destaque foi "Estou na Margem". Outros temas deste disco são "Diana", "História" e "Sonhos". Em 1989 foi editado o álbum "Lavagem de Estrada". O grupo acabaria por terminar em 1990.
PUBLICADO digitalblueradio às 12:07 | LINK DO POST
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Os grupos nascem, criam e desaparecem, mas as musicas ficam.
O grupo "Doutores e Engenheiros" foi formado em Algés. 
A formação: XANA, LUIS MORENO(entrou em 1986) e ILIDIO PRAIA. Em 1986 gravam uma maqueta que teve bastante aceitação nos programas de música portuguesa. Temas como "So Long", "I'm Sick" e "Planet" ocuparam os primeiros lugares do top "Quinta dos Portugueses" do programa "Ocidental Praia" da Rádio Renascença. Em 1987 concorrem ao Concurso do RRV mas não vencem a eliminatória. O primeiro contrato surgiu em 1988 com a Edisom. Nesse ano sai o primeiro álbum, "Doutores & Engenheiros". O tema com mais destaque foi "Estou na Margem". Outros temas deste disco são "Diana", "História" e "Sonhos". Em 1989 foi editado o álbum "Lavagem de Estrada". O grupo acabaria por terminar em 1990.
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O grupo "Doutores e Engenheiros" foi formado em Algés. 
A formação: XANA, LUIS MORENO(entrou em 1986) e ILIDIO PRAIA. Em 1986 gravam uma maqueta que teve bastante aceitação nos programas de música portuguesa. Temas como "So Long", "I'm Sick" e "Planet" ocuparam os primeiros lugares do top "Quinta dos Portugueses" do programa "Ocidental Praia" da Rádio Renascença. Em 1987 concorrem ao Concurso do RRV mas não vencem a eliminatória. O primeiro contrato surgiu em 1988 com a Edisom. Nesse ano sai o primeiro álbum, "Doutores & Engenheiros". O tema com mais destaque foi "Estou na Margem". Outros temas deste disco são "Diana", "História" e "Sonhos". Em 1989 foi editado o álbum "Lavagem de Estrada". O grupo acabaria por terminar em 1990.
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Perfeito. Me sinto da mesma forma. Parece que desc...
acho que deve ser respeitada... http://www.goiasc...
vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
a discografia tem um ep com o titulo errado, onde ...
Armando Gama fomos contemporâneos no Salvador Corr...
A juventude nos leva a caminhos ruins , e procuram...
A primeira fotografia é da Praça Marquês de Pombal...
Eu gosto de ti Beto adorei cd foi muito bom ele é ...
GANHA MENSALMENTE COMO PRESIDENTE DA COMISSÃO EURO...
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