O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
 Barcelos é uma bonita cidade do Norte do País, sede de um grande município, banhada pelo rio Cávado, bem no coração da região Minhota, muito famosa pelos seus produtos artesanais, mormente de olaria e cerâmica, com o famoso Galo de Barcelos, já transformado em símbolo nacional.

As origens da localidade de Barcelos são bem antigas, remontando a povoados pré-históricos e tendo sido habitada por diversos povos como Cartagineses ou Romanos.
Em 1140 recebia já foral do primeiro Rei Português, D. Afonso Henriques, atestando desde logo a importância do local que desde sempre assumiu uma posição estratégica na comunicação entre o litoral e interior, Portugal e Castela.
 Terra de rica história e fortes tradições é, também, dona de um património fenomenal, como é visível mal se chega à cidade através da sua Ponte do século XIV, ou na sua Igreja Matriz (século XIII), na Torre de Menagem (século XV), no românico/gótico Pelourinho, nas Igrejas de Nossa Senhora do Terço, da Misericórdia e do Bom Jesus da Cruz ou mesmo nas ruínas do Paço dos Duques de Bragança ou dos Condes de Barcelos onde está instalado o Museu Arqueológico. 

Célebre pela sua olaria, não faltam em Barcelos lojas de artesanato com autênticas obras de arte, e a muito afamada Feira semanal, realizada no antigo Largo da Feira e com origens no século XV, onde se vende de tudo um pouco. A não perder é a Festa das Cruzes, anualmente em inícios de Maio, realizada já desde o século XVIII.
Bem interessante em Barcelos é o Museu de Olaria e o Centro de Artesanato.

A Lenda do Galo de Barcelos...
Diz-se que um peregrino Galego que se preparava para abandonar Barcelos em peregrinação até Santiago de Compostela foi acusado de roubar e condenado a morrer na forca. O peregrino ao proclamar a sua inocência ao juiz, que se preparava para comer um galo assado, disse que o galo cantaria como prova de que nada este peregrino tinha roubado. O juiz não o acreditou mas, no momento em que iam enforcar o peregrino, o galo ergueu-se e cantou. O Juiz, ainda a tempo, compreendeu o seu erro, correu para a forca e descobriu que o galego se salvara graças a um nó mal feito. De acordo com a lenda, o galego voltou anos mais tarde para esculpir o Cruzeiro do Senhor do Galo, hoje em dia presente no Museu Arqueológico de Barcelos.
PUBLICADO digitalblueradio às 21:51 | LINK DO POST
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 Barcelos é uma bonita cidade do Norte do País, sede de um grande município, banhada pelo rio Cávado, bem no coração da região Minhota, muito famosa pelos seus produtos artesanais, mormente de olaria e cerâmica, com o famoso Galo de Barcelos, já transformado em símbolo nacional.

As origens da localidade de Barcelos são bem antigas, remontando a povoados pré-históricos e tendo sido habitada por diversos povos como Cartagineses ou Romanos.
Em 1140 recebia já foral do primeiro Rei Português, D. Afonso Henriques, atestando desde logo a importância do local que desde sempre assumiu uma posição estratégica na comunicação entre o litoral e interior, Portugal e Castela.
 Terra de rica história e fortes tradições é, também, dona de um património fenomenal, como é visível mal se chega à cidade através da sua Ponte do século XIV, ou na sua Igreja Matriz (século XIII), na Torre de Menagem (século XV), no românico/gótico Pelourinho, nas Igrejas de Nossa Senhora do Terço, da Misericórdia e do Bom Jesus da Cruz ou mesmo nas ruínas do Paço dos Duques de Bragança ou dos Condes de Barcelos onde está instalado o Museu Arqueológico. 

Célebre pela sua olaria, não faltam em Barcelos lojas de artesanato com autênticas obras de arte, e a muito afamada Feira semanal, realizada no antigo Largo da Feira e com origens no século XV, onde se vende de tudo um pouco. A não perder é a Festa das Cruzes, anualmente em inícios de Maio, realizada já desde o século XVIII.
Bem interessante em Barcelos é o Museu de Olaria e o Centro de Artesanato.

A Lenda do Galo de Barcelos...
Diz-se que um peregrino Galego que se preparava para abandonar Barcelos em peregrinação até Santiago de Compostela foi acusado de roubar e condenado a morrer na forca. O peregrino ao proclamar a sua inocência ao juiz, que se preparava para comer um galo assado, disse que o galo cantaria como prova de que nada este peregrino tinha roubado. O juiz não o acreditou mas, no momento em que iam enforcar o peregrino, o galo ergueu-se e cantou. O Juiz, ainda a tempo, compreendeu o seu erro, correu para a forca e descobriu que o galego se salvara graças a um nó mal feito. De acordo com a lenda, o galego voltou anos mais tarde para esculpir o Cruzeiro do Senhor do Galo, hoje em dia presente no Museu Arqueológico de Barcelos.
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 Barcelos é uma bonita cidade do Norte do País, sede de um grande município, banhada pelo rio Cávado, bem no coração da região Minhota, muito famosa pelos seus produtos artesanais, mormente de olaria e cerâmica, com o famoso Galo de Barcelos, já transformado em símbolo nacional.

As origens da localidade de Barcelos são bem antigas, remontando a povoados pré-históricos e tendo sido habitada por diversos povos como Cartagineses ou Romanos.
Em 1140 recebia já foral do primeiro Rei Português, D. Afonso Henriques, atestando desde logo a importância do local que desde sempre assumiu uma posição estratégica na comunicação entre o litoral e interior, Portugal e Castela.
 Terra de rica história e fortes tradições é, também, dona de um património fenomenal, como é visível mal se chega à cidade através da sua Ponte do século XIV, ou na sua Igreja Matriz (século XIII), na Torre de Menagem (século XV), no românico/gótico Pelourinho, nas Igrejas de Nossa Senhora do Terço, da Misericórdia e do Bom Jesus da Cruz ou mesmo nas ruínas do Paço dos Duques de Bragança ou dos Condes de Barcelos onde está instalado o Museu Arqueológico. 

Célebre pela sua olaria, não faltam em Barcelos lojas de artesanato com autênticas obras de arte, e a muito afamada Feira semanal, realizada no antigo Largo da Feira e com origens no século XV, onde se vende de tudo um pouco. A não perder é a Festa das Cruzes, anualmente em inícios de Maio, realizada já desde o século XVIII.
Bem interessante em Barcelos é o Museu de Olaria e o Centro de Artesanato.

A Lenda do Galo de Barcelos...
Diz-se que um peregrino Galego que se preparava para abandonar Barcelos em peregrinação até Santiago de Compostela foi acusado de roubar e condenado a morrer na forca. O peregrino ao proclamar a sua inocência ao juiz, que se preparava para comer um galo assado, disse que o galo cantaria como prova de que nada este peregrino tinha roubado. O juiz não o acreditou mas, no momento em que iam enforcar o peregrino, o galo ergueu-se e cantou. O Juiz, ainda a tempo, compreendeu o seu erro, correu para a forca e descobriu que o galego se salvara graças a um nó mal feito. De acordo com a lenda, o galego voltou anos mais tarde para esculpir o Cruzeiro do Senhor do Galo, hoje em dia presente no Museu Arqueológico de Barcelos.
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ESTA ESTÁ DEMAIS - EMPREGO NA FUNERÁRIA
MORTO RESSUSCITA PARA ATENDER O TELEMÓVEL
CUECA ROUBADA
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MORTO RESSUSCITA PARA ATENDER O TELEMÓVEL
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VAMOS VIAJAR NO TEMPO
O Festival RTP da Canção teve a sua primeira edição a 2 de fevereiro de 1964, nos estúdios do Lumiar, em Lisboa, tendo sido ganho nesse ano por António Calvário com o tema "Oração". Calvário foi assim o primeiro português a conquistar o direito de participar no "Festival Eurovisão da Canção", que já existia desde 1956. O "Festival RTP da Canção", por norma, consiste na apresentação de várias músicas por intérpretes diferentes que, depois, vão a votos. Esta votação tanto pode ser feita por um júri como pelos próprios telespectadores. O vencedor de cada edição ganha o direito de participar no "Festival Eurovisão da Canção", onde, contudo, Portugal nunca obteve resultados significativos.
1965
O ano em que Simone de Oliveira vence pela primeira vez,
representando Portugal em Itália.
 
"Sol de Inverno" captou a atenção do público e os votos do júri, e para tal também ajudou a força e o magnetismo de Simone de Oliveira, que assim ganhou o festival e viajou até Itália.

Classificação Final
01 –  “Sol de inverno” Simone de Oliveira
02 –  “Amor” Artur Garcia
03 –  “Silêncio entre nós” Madalena Iglésias
04 –  “Silhuetas ao luar” Simone de Oliveira
05 –  “Nasci, sonhei, cresci e amei” Artur Garcia
06 –  “Por causa do mar” António Calvário
07 –  “Bom dia” António Calvário
08 –  “Você não vê” António Calvário


SIMONE DE OLIVEIRA - 1º LUGAR - "SOL DE INVERNO"

Em Nápoles dando viva voz à música e letra de Nóbrega e Sousa e Jerónimo Bragança, Simone alcançou para Portugal 1 ponto, atribuído pelo Mónaco. Um penúltimo lugar entre os 18 concorrentes, mas ainda assim à frente da Espanha, Alemanha Ocidental, Bélgica e Finlândia, que não obtiveram qualquer ponto. Venceu o Luxemburgo “Poupée de cire, poupée de son” France Gall.

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VAMOS VIAJAR NO TEMPO
O Festival RTP da Canção teve a sua primeira edição a 2 de fevereiro de 1964, nos estúdios do Lumiar, em Lisboa, tendo sido ganho nesse ano por António Calvário com o tema "Oração". Calvário foi assim o primeiro português a conquistar o direito de participar no "Festival Eurovisão da Canção", que já existia desde 1956. O "Festival RTP da Canção", por norma, consiste na apresentação de várias músicas por intérpretes diferentes que, depois, vão a votos. Esta votação tanto pode ser feita por um júri como pelos próprios telespectadores. O vencedor de cada edição ganha o direito de participar no "Festival Eurovisão da Canção", onde, contudo, Portugal nunca obteve resultados significativos.
1965
O ano em que Simone de Oliveira vence pela primeira vez,
representando Portugal em Itália.
 
"Sol de Inverno" captou a atenção do público e os votos do júri, e para tal também ajudou a força e o magnetismo de Simone de Oliveira, que assim ganhou o festival e viajou até Itália.

Classificação Final
01 –  “Sol de inverno” Simone de Oliveira
02 –  “Amor” Artur Garcia
03 –  “Silêncio entre nós” Madalena Iglésias
04 –  “Silhuetas ao luar” Simone de Oliveira
05 –  “Nasci, sonhei, cresci e amei” Artur Garcia
06 –  “Por causa do mar” António Calvário
07 –  “Bom dia” António Calvário
08 –  “Você não vê” António Calvário


SIMONE DE OLIVEIRA - 1º LUGAR - "SOL DE INVERNO"

Em Nápoles dando viva voz à música e letra de Nóbrega e Sousa e Jerónimo Bragança, Simone alcançou para Portugal 1 ponto, atribuído pelo Mónaco. Um penúltimo lugar entre os 18 concorrentes, mas ainda assim à frente da Espanha, Alemanha Ocidental, Bélgica e Finlândia, que não obtiveram qualquer ponto. Venceu o Luxemburgo “Poupée de cire, poupée de son” France Gall.

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VAMOS VIAJAR NO TEMPO
O Festival RTP da Canção teve a sua primeira edição a 2 de fevereiro de 1964, nos estúdios do Lumiar, em Lisboa, tendo sido ganho nesse ano por António Calvário com o tema "Oração". Calvário foi assim o primeiro português a conquistar o direito de participar no "Festival Eurovisão da Canção", que já existia desde 1956. O "Festival RTP da Canção", por norma, consiste na apresentação de várias músicas por intérpretes diferentes que, depois, vão a votos. Esta votação tanto pode ser feita por um júri como pelos próprios telespectadores. O vencedor de cada edição ganha o direito de participar no "Festival Eurovisão da Canção", onde, contudo, Portugal nunca obteve resultados significativos.
1965
O ano em que Simone de Oliveira vence pela primeira vez,
representando Portugal em Itália.
 
"Sol de Inverno" captou a atenção do público e os votos do júri, e para tal também ajudou a força e o magnetismo de Simone de Oliveira, que assim ganhou o festival e viajou até Itália.

Classificação Final
01 –  “Sol de inverno” Simone de Oliveira
02 –  “Amor” Artur Garcia
03 –  “Silêncio entre nós” Madalena Iglésias
04 –  “Silhuetas ao luar” Simone de Oliveira
05 –  “Nasci, sonhei, cresci e amei” Artur Garcia
06 –  “Por causa do mar” António Calvário
07 –  “Bom dia” António Calvário
08 –  “Você não vê” António Calvário


SIMONE DE OLIVEIRA - 1º LUGAR - "SOL DE INVERNO"

Em Nápoles dando viva voz à música e letra de Nóbrega e Sousa e Jerónimo Bragança, Simone alcançou para Portugal 1 ponto, atribuído pelo Mónaco. Um penúltimo lugar entre os 18 concorrentes, mas ainda assim à frente da Espanha, Alemanha Ocidental, Bélgica e Finlândia, que não obtiveram qualquer ponto. Venceu o Luxemburgo “Poupée de cire, poupée de son” France Gall.

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 Eusébio da Silva Ferreira nasceu em Lourenço Marques a 25 de Janeiro de 1942, conhecido simplesmente por Eusébio, é um ex-futebolista português nascido em Moçambique. Ele é considerado um dos melhores futebolistas de todos os tempos. 

Eusébio ajudou a Selecção Nacional Portuguesa a alcançar o terceiro lugar no Campeonato do Mundo de 1966, foi o melhor marcador da competição (recebendo a Bota de Ouro). Ganhou a Bola de Ouro em 1965 e ficou em segundo lugar na atribuição da mesma em 1962 e 1966. Eusébio jogou pelo Benfica 15 dos seus 22 anos como jogador de futebol, Eusébio marcou  638 golos em 614 jogos oficiais. No Benfica ganhou 11 Campeonatos Nacionais (1960-1961, 1962-1963, 1963-1964, 1964-1965, 1966-1967, 1967-1968, 1968-1969, 1970-1971, 1971-1972, 1972-1973 e 1974-1975), 5 Taças de Portugal (1961-1962, 1963-1964, 1968-1969, 1969-1970 e 1971-1972).
 Ganhou 1 Taça dos Campeões Europeus (1961-1962) e ajudou a alcançar mais três finais da Taça dos Campeões Europeus (1962-1963, 1964-1965 e 1967-1968). Ele foi o maior marcador da Taça dos Campeões Europeus em 1965, 1966 e 1968. Ganhou ainda a Bola de Prata sete vezes em 1964, 1965, 1966, 1967, 1968, 1970 e 1973. Ganhou a Bota de Ouro, em 1968 e em 1973.

Apelidado de O Pantera Negra, Eusébio marcou 733 golos em 745 jogos oficiais na sua carreira. Ele era conhecido pela sua velocidade e pelo seu poderoso remate preciso de pé direito,  é considerado o melhor futebolista de sempre do Benfica.

Desde que se retirou, Eusébio tem sido um embaixador do futebol quer Nacional quer do Benfica, é um dos rostos mais conhecidos do desporto. Ele é muitas vezes elogiado pelo seu conhecido fair-play e humildade, até mesmo pelos adversários. Foram realizadas várias homenagens por parte da FIFA, da UEFA, da Federação Portuguesa de Futebol e do Benfica em sua honra. 
 Eusébio nasceu no bairro de Mafalala, em Lourenço Marques (actual Maputo), na África Oriental Portuguesa (actual Moçambique), a 25 de janeiro de 1942. O pai Laurindo António da Silva Ferreira, um trabalhador ferroviário de Malanje, e de Anissabeni Elisa, moçambicana. Ele foi o quarto filho de Elisa. Criado numa sociedade extremamente pobre, costumava faltar às aulas para jogar descalço futebol com os seus amigos em campos improvisados e utilizando bolas de futebol improvisadas. 
 O seu pai morreu com tétano, quando Eusébio tinha 8 anos, no inicio Eusébio inscreveu-se no clube O Desportivo, mas não foi aceite, por ter um problema no joelho. A vontade de jogar futebol falou mais alto do que o clubismo, por isso, dirigiu-se ao Sporting Lourenço Marques. Tendo sido aceite nesta filial moçambicana do clube leonino de Lisboa, Eusébio jogou de leão ao peito até vir para Portugal.
 O negócio da transferência do menino de 18 anos ficou então marcado pela polémica, devido à luta que houve entre os dois rivais de Lisboa para conseguir o seu passe. O Sporting tinha tudo acordado com Eusébio e com o Sporting Lourenço Marques. No entanto, os responsáveis benfiquistas, sabendo tratar-se de um diamante em bruto, foram buscar o jogador ao Aeroporto, encaminhando-o para a Luz. Desta forma, Eusébio acabou por assinar pelo Benfica, embora o seu destino sempre tivesse sido o Sporting, quando ainda corria o ano de 1960. 
 Logo na primeira época de camisola vermelha vestida, o "Pantera Negra" ajudou o Benfica a conquistar o seu último troféu europeu e a sua segunda Taça dos Campeões Europeus consecutiva. A 17 de Dezembro de 1960 chegou a Lisboa. Eusébio jogava na filial leonina de Lourenço Marques quando um funcionário do Benfica tratou da sua transferência para as águias. Colocou o Eusébio num avião sob um nome falso (Ruth Malosso) e avisou os leões de que o jogador tinha partido para Lisboa de barco. 
 O Sporting Clube de Portugal não desistiu e voltou à carga, duplicando a oferta do Benfica, que acabou por pagar à mãe de Eusébio, Elisa Anissabene, 250 contos pela transferência. Os encarnados esconderam Eusébio numa unidade hoteleira em Lagos, Algarve, evitando que ele fosse comprado pelo Sporting, e assim seguraram o reforço. Em menos de uma semana Eusébio regressou à capital e já era jogador do Benfica.

Estreou-se no Estádio da Luz a 23 de Maio de 1961, num jogo amigável contra o Atlético em que marcou 3 dos quatro golos do Benfica. A sua fama internacional vem do jogo da segunda final europeia do Benfica em 1962, contra o Real Madrid. Não só marcou dois golos como fez uma exibição de luxo.
No mundial de 1966 em Inglaterra, torna-se definitivamente uma estrela mundial, foi o melhor marcador com 9 golos, ajudando a levar Portugal ao terceiro lugar. 
 O seu último jogo com a camisa do Benfica foi no dia 18 de Junho de 1975, frente à selecção africana, em Casablanca.

Estreou-se na Selecção Nacional Portuguesa a 8 de Outubro de 1961. 
 Nas temporadas de 1976-77 e 1977-78, Eusébio jogou em duas equipas menores portuguesas: Beira-Mar, na Primeira Divisão
 União de Tomar, na Segunda Divisão. 
 Jogou também na North American Soccer League, por três equipas diferentes.
 Disputou dez jogos pelo Monterrey no campeonato mexicano.
 Em 1977, assinou pelos Las Vegas Quicksilvers e jogou cinco jogos pelos Buffalo Stallions durante a temporada 1979-1980 da Major Indoor Soccer League. 
 Carreira                  
 Prémios individuais
Futebolista Europeu do Ano: 1965
Futebolista Europeu do Ano de Prata: 1962, 1966
Bota de Ouro: 1968, 1973
Bota de Prata: 1964, 1965, 1966, 1967, 1968, 1970, 1973
Melhor marcador da Taça dos Clubes Campeões Europeus: 1965, 1966, 1968
Bota de Ouro do Campeonato do Mundo: 1966
Bola de Bronze do Campeonato do Mundo: 1966

Futebolista Português do Ano: 1970, 1973

Alguns prémios especiais
Grã-Ordem da Cruz do Infante D. Henrique
Ordem da Grã-Cruz do Mérito



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 Eusébio da Silva Ferreira nasceu em Lourenço Marques a 25 de Janeiro de 1942, conhecido simplesmente por Eusébio, é um ex-futebolista português nascido em Moçambique. Ele é considerado um dos melhores futebolistas de todos os tempos. 

Eusébio ajudou a Selecção Nacional Portuguesa a alcançar o terceiro lugar no Campeonato do Mundo de 1966, foi o melhor marcador da competição (recebendo a Bota de Ouro). Ganhou a Bola de Ouro em 1965 e ficou em segundo lugar na atribuição da mesma em 1962 e 1966. Eusébio jogou pelo Benfica 15 dos seus 22 anos como jogador de futebol, Eusébio marcou  638 golos em 614 jogos oficiais. No Benfica ganhou 11 Campeonatos Nacionais (1960-1961, 1962-1963, 1963-1964, 1964-1965, 1966-1967, 1967-1968, 1968-1969, 1970-1971, 1971-1972, 1972-1973 e 1974-1975), 5 Taças de Portugal (1961-1962, 1963-1964, 1968-1969, 1969-1970 e 1971-1972).
 Ganhou 1 Taça dos Campeões Europeus (1961-1962) e ajudou a alcançar mais três finais da Taça dos Campeões Europeus (1962-1963, 1964-1965 e 1967-1968). Ele foi o maior marcador da Taça dos Campeões Europeus em 1965, 1966 e 1968. Ganhou ainda a Bola de Prata sete vezes em 1964, 1965, 1966, 1967, 1968, 1970 e 1973. Ganhou a Bota de Ouro, em 1968 e em 1973.

Apelidado de O Pantera Negra, Eusébio marcou 733 golos em 745 jogos oficiais na sua carreira. Ele era conhecido pela sua velocidade e pelo seu poderoso remate preciso de pé direito,  é considerado o melhor futebolista de sempre do Benfica.

Desde que se retirou, Eusébio tem sido um embaixador do futebol quer Nacional quer do Benfica, é um dos rostos mais conhecidos do desporto. Ele é muitas vezes elogiado pelo seu conhecido fair-play e humildade, até mesmo pelos adversários. Foram realizadas várias homenagens por parte da FIFA, da UEFA, da Federação Portuguesa de Futebol e do Benfica em sua honra. 
 Eusébio nasceu no bairro de Mafalala, em Lourenço Marques (actual Maputo), na África Oriental Portuguesa (actual Moçambique), a 25 de janeiro de 1942. O pai Laurindo António da Silva Ferreira, um trabalhador ferroviário de Malanje, e de Anissabeni Elisa, moçambicana. Ele foi o quarto filho de Elisa. Criado numa sociedade extremamente pobre, costumava faltar às aulas para jogar descalço futebol com os seus amigos em campos improvisados e utilizando bolas de futebol improvisadas. 
 O seu pai morreu com tétano, quando Eusébio tinha 8 anos, no inicio Eusébio inscreveu-se no clube O Desportivo, mas não foi aceite, por ter um problema no joelho. A vontade de jogar futebol falou mais alto do que o clubismo, por isso, dirigiu-se ao Sporting Lourenço Marques. Tendo sido aceite nesta filial moçambicana do clube leonino de Lisboa, Eusébio jogou de leão ao peito até vir para Portugal.
 O negócio da transferência do menino de 18 anos ficou então marcado pela polémica, devido à luta que houve entre os dois rivais de Lisboa para conseguir o seu passe. O Sporting tinha tudo acordado com Eusébio e com o Sporting Lourenço Marques. No entanto, os responsáveis benfiquistas, sabendo tratar-se de um diamante em bruto, foram buscar o jogador ao Aeroporto, encaminhando-o para a Luz. Desta forma, Eusébio acabou por assinar pelo Benfica, embora o seu destino sempre tivesse sido o Sporting, quando ainda corria o ano de 1960. 
 Logo na primeira época de camisola vermelha vestida, o "Pantera Negra" ajudou o Benfica a conquistar o seu último troféu europeu e a sua segunda Taça dos Campeões Europeus consecutiva. A 17 de Dezembro de 1960 chegou a Lisboa. Eusébio jogava na filial leonina de Lourenço Marques quando um funcionário do Benfica tratou da sua transferência para as águias. Colocou o Eusébio num avião sob um nome falso (Ruth Malosso) e avisou os leões de que o jogador tinha partido para Lisboa de barco. 
 O Sporting Clube de Portugal não desistiu e voltou à carga, duplicando a oferta do Benfica, que acabou por pagar à mãe de Eusébio, Elisa Anissabene, 250 contos pela transferência. Os encarnados esconderam Eusébio numa unidade hoteleira em Lagos, Algarve, evitando que ele fosse comprado pelo Sporting, e assim seguraram o reforço. Em menos de uma semana Eusébio regressou à capital e já era jogador do Benfica.

Estreou-se no Estádio da Luz a 23 de Maio de 1961, num jogo amigável contra o Atlético em que marcou 3 dos quatro golos do Benfica. A sua fama internacional vem do jogo da segunda final europeia do Benfica em 1962, contra o Real Madrid. Não só marcou dois golos como fez uma exibição de luxo.
No mundial de 1966 em Inglaterra, torna-se definitivamente uma estrela mundial, foi o melhor marcador com 9 golos, ajudando a levar Portugal ao terceiro lugar. 
 O seu último jogo com a camisa do Benfica foi no dia 18 de Junho de 1975, frente à selecção africana, em Casablanca.

Estreou-se na Selecção Nacional Portuguesa a 8 de Outubro de 1961. 
 Nas temporadas de 1976-77 e 1977-78, Eusébio jogou em duas equipas menores portuguesas: Beira-Mar, na Primeira Divisão
 União de Tomar, na Segunda Divisão. 
 Jogou também na North American Soccer League, por três equipas diferentes.
 Disputou dez jogos pelo Monterrey no campeonato mexicano.
 Em 1977, assinou pelos Las Vegas Quicksilvers e jogou cinco jogos pelos Buffalo Stallions durante a temporada 1979-1980 da Major Indoor Soccer League. 
 Carreira                  
 Prémios individuais
Futebolista Europeu do Ano: 1965
Futebolista Europeu do Ano de Prata: 1962, 1966
Bota de Ouro: 1968, 1973
Bota de Prata: 1964, 1965, 1966, 1967, 1968, 1970, 1973
Melhor marcador da Taça dos Clubes Campeões Europeus: 1965, 1966, 1968
Bota de Ouro do Campeonato do Mundo: 1966
Bola de Bronze do Campeonato do Mundo: 1966

Futebolista Português do Ano: 1970, 1973

Alguns prémios especiais
Grã-Ordem da Cruz do Infante D. Henrique
Ordem da Grã-Cruz do Mérito



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 Eusébio da Silva Ferreira nasceu em Lourenço Marques a 25 de Janeiro de 1942, conhecido simplesmente por Eusébio, é um ex-futebolista português nascido em Moçambique. Ele é considerado um dos melhores futebolistas de todos os tempos. 

Eusébio ajudou a Selecção Nacional Portuguesa a alcançar o terceiro lugar no Campeonato do Mundo de 1966, foi o melhor marcador da competição (recebendo a Bota de Ouro). Ganhou a Bola de Ouro em 1965 e ficou em segundo lugar na atribuição da mesma em 1962 e 1966. Eusébio jogou pelo Benfica 15 dos seus 22 anos como jogador de futebol, Eusébio marcou  638 golos em 614 jogos oficiais. No Benfica ganhou 11 Campeonatos Nacionais (1960-1961, 1962-1963, 1963-1964, 1964-1965, 1966-1967, 1967-1968, 1968-1969, 1970-1971, 1971-1972, 1972-1973 e 1974-1975), 5 Taças de Portugal (1961-1962, 1963-1964, 1968-1969, 1969-1970 e 1971-1972).
 Ganhou 1 Taça dos Campeões Europeus (1961-1962) e ajudou a alcançar mais três finais da Taça dos Campeões Europeus (1962-1963, 1964-1965 e 1967-1968). Ele foi o maior marcador da Taça dos Campeões Europeus em 1965, 1966 e 1968. Ganhou ainda a Bola de Prata sete vezes em 1964, 1965, 1966, 1967, 1968, 1970 e 1973. Ganhou a Bota de Ouro, em 1968 e em 1973.

Apelidado de O Pantera Negra, Eusébio marcou 733 golos em 745 jogos oficiais na sua carreira. Ele era conhecido pela sua velocidade e pelo seu poderoso remate preciso de pé direito,  é considerado o melhor futebolista de sempre do Benfica.

Desde que se retirou, Eusébio tem sido um embaixador do futebol quer Nacional quer do Benfica, é um dos rostos mais conhecidos do desporto. Ele é muitas vezes elogiado pelo seu conhecido fair-play e humildade, até mesmo pelos adversários. Foram realizadas várias homenagens por parte da FIFA, da UEFA, da Federação Portuguesa de Futebol e do Benfica em sua honra. 
 Eusébio nasceu no bairro de Mafalala, em Lourenço Marques (actual Maputo), na África Oriental Portuguesa (actual Moçambique), a 25 de janeiro de 1942. O pai Laurindo António da Silva Ferreira, um trabalhador ferroviário de Malanje, e de Anissabeni Elisa, moçambicana. Ele foi o quarto filho de Elisa. Criado numa sociedade extremamente pobre, costumava faltar às aulas para jogar descalço futebol com os seus amigos em campos improvisados e utilizando bolas de futebol improvisadas. 
 O seu pai morreu com tétano, quando Eusébio tinha 8 anos, no inicio Eusébio inscreveu-se no clube O Desportivo, mas não foi aceite, por ter um problema no joelho. A vontade de jogar futebol falou mais alto do que o clubismo, por isso, dirigiu-se ao Sporting Lourenço Marques. Tendo sido aceite nesta filial moçambicana do clube leonino de Lisboa, Eusébio jogou de leão ao peito até vir para Portugal.
 O negócio da transferência do menino de 18 anos ficou então marcado pela polémica, devido à luta que houve entre os dois rivais de Lisboa para conseguir o seu passe. O Sporting tinha tudo acordado com Eusébio e com o Sporting Lourenço Marques. No entanto, os responsáveis benfiquistas, sabendo tratar-se de um diamante em bruto, foram buscar o jogador ao Aeroporto, encaminhando-o para a Luz. Desta forma, Eusébio acabou por assinar pelo Benfica, embora o seu destino sempre tivesse sido o Sporting, quando ainda corria o ano de 1960. 
 Logo na primeira época de camisola vermelha vestida, o "Pantera Negra" ajudou o Benfica a conquistar o seu último troféu europeu e a sua segunda Taça dos Campeões Europeus consecutiva. A 17 de Dezembro de 1960 chegou a Lisboa. Eusébio jogava na filial leonina de Lourenço Marques quando um funcionário do Benfica tratou da sua transferência para as águias. Colocou o Eusébio num avião sob um nome falso (Ruth Malosso) e avisou os leões de que o jogador tinha partido para Lisboa de barco. 
 O Sporting Clube de Portugal não desistiu e voltou à carga, duplicando a oferta do Benfica, que acabou por pagar à mãe de Eusébio, Elisa Anissabene, 250 contos pela transferência. Os encarnados esconderam Eusébio numa unidade hoteleira em Lagos, Algarve, evitando que ele fosse comprado pelo Sporting, e assim seguraram o reforço. Em menos de uma semana Eusébio regressou à capital e já era jogador do Benfica.

Estreou-se no Estádio da Luz a 23 de Maio de 1961, num jogo amigável contra o Atlético em que marcou 3 dos quatro golos do Benfica. A sua fama internacional vem do jogo da segunda final europeia do Benfica em 1962, contra o Real Madrid. Não só marcou dois golos como fez uma exibição de luxo.
No mundial de 1966 em Inglaterra, torna-se definitivamente uma estrela mundial, foi o melhor marcador com 9 golos, ajudando a levar Portugal ao terceiro lugar. 
 O seu último jogo com a camisa do Benfica foi no dia 18 de Junho de 1975, frente à selecção africana, em Casablanca.

Estreou-se na Selecção Nacional Portuguesa a 8 de Outubro de 1961. 
 Nas temporadas de 1976-77 e 1977-78, Eusébio jogou em duas equipas menores portuguesas: Beira-Mar, na Primeira Divisão
 União de Tomar, na Segunda Divisão. 
 Jogou também na North American Soccer League, por três equipas diferentes.
 Disputou dez jogos pelo Monterrey no campeonato mexicano.
 Em 1977, assinou pelos Las Vegas Quicksilvers e jogou cinco jogos pelos Buffalo Stallions durante a temporada 1979-1980 da Major Indoor Soccer League. 
 Carreira                  
 Prémios individuais
Futebolista Europeu do Ano: 1965
Futebolista Europeu do Ano de Prata: 1962, 1966
Bota de Ouro: 1968, 1973
Bota de Prata: 1964, 1965, 1966, 1967, 1968, 1970, 1973
Melhor marcador da Taça dos Clubes Campeões Europeus: 1965, 1966, 1968
Bota de Ouro do Campeonato do Mundo: 1966
Bola de Bronze do Campeonato do Mundo: 1966

Futebolista Português do Ano: 1970, 1973

Alguns prémios especiais
Grã-Ordem da Cruz do Infante D. Henrique
Ordem da Grã-Cruz do Mérito



PUBLICADO digitalblueradio às 11:28 | LINK DO POST
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