O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS

Pouco faltava para a meia-noite.
Os empregados do café, preparavam as coisas para fechar as portas
Os ultimos clientes da noite pagavam as contas e partiam, eu encontrava-me entre eles.
A determinado momento, entrou uma mulher, dirigiu-se ao balcão com um " biberon " na mão e disse : 
- pode encher de água quente por favor....e tornou a sair.
Nas mesas que se encontravam á porta, deu de " comer " ás duas crianças que a acompanhavam.
Uma imagem triste, da noite negra que caía sobre a cidade.


  O seu nome passou a ser para mim como simplesmente " MULHER " ! Mulher perdida na noite.
Os olhos de uma criança que saltitava, enquanto a mãe dava o sustento ao mais pequeno, eram olhos tristes,
tal como a imagem, que torna-se dificil encontrar palavras que a classifiquem ou que o possam fazer imaginar. 


  Portugal, país que viveu amordaçado durante 48 anos de fascísmo, continua hoje ainda, a ter imagens degradantes de pessoas que vivem em condições sub-humanas.
A mulher pouco depois partiu, para onde irá ela pensei eu, terá mais familia, uma casa, um lar a que possa chamar seu.
A pergunta que faço é : Onde está a humanidade humana.


 Pouco depois saí do café, olhei em redor, e já não via mulher nem os seres humanos-crianças que a acompanhavam.
Caminhei noite fora, no caminho até minha casa fica um jardim, e ali sentada num banco estava a mulher e as crianças, alguns sacos a seu lado,...
Pensei em saber quem era, pensei em falar com aquela MULHER, e dar a conhecer aqui a si e a tantos outros que todos os dias quando saem do trabalho vão para as suas casas, e teêm um mundo próprio.
Pensei em falar com aquela mulher, para vos dar a conhecer uma imagem de entre tantas de uma cidade que vive enquanto você dorme.


 Não sei porquê, recuei,...parti.
A mulher, e as crianças, seres humanos deste palneta, deste país, de uma qualquer cidade, lá ficaram, e para mim e para si fica a ser somente: A MULHER,... a mulher perdida na noite, sem casa, com filhos, com fome.
Não, não era um quadro patético, nem uma cena de teatro, nem tão pouco uma cena que nos entra casa dentro p´la televisão a um click de desligar, era sim uma imagem real, deste teatro verdadeiro chamado: VIDA. 



 Até quando assistiremos a cenas como esta que, são o simbolo da humanidade que se destrói.
Enquanto uns vivem " orgulhosamente " com os seus bolsos cheios, outros vivem " orgulhosamente " com a sua miséria, na sua pobreza muitas vezes disfarçada e envergonhada.
A solução não está em resolver esta e outras situações semelhantes com caridade, a solução está na transformação da sociedade, e não me venham com o viver em democracia, e não me falem sequer em pluralismo.
Basta! Acabem, antes com a miséria, as palavras bonitas digam-nas depois.



 A SUA VOZ É IMPORTANTE, O SEU CONTRIBUTO UMA                                                     AJUDA
  
   
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Pouco faltava para a meia-noite.
Os empregados do café, preparavam as coisas para fechar as portas
Os ultimos clientes da noite pagavam as contas e partiam, eu encontrava-me entre eles.
A determinado momento, entrou uma mulher, dirigiu-se ao balcão com um " biberon " na mão e disse : 
- pode encher de água quente por favor....e tornou a sair.
Nas mesas que se encontravam á porta, deu de " comer " ás duas crianças que a acompanhavam.
Uma imagem triste, da noite negra que caía sobre a cidade.


  O seu nome passou a ser para mim como simplesmente " MULHER " ! Mulher perdida na noite.
Os olhos de uma criança que saltitava, enquanto a mãe dava o sustento ao mais pequeno, eram olhos tristes,
tal como a imagem, que torna-se dificil encontrar palavras que a classifiquem ou que o possam fazer imaginar. 


  Portugal, país que viveu amordaçado durante 48 anos de fascísmo, continua hoje ainda, a ter imagens degradantes de pessoas que vivem em condições sub-humanas.
A mulher pouco depois partiu, para onde irá ela pensei eu, terá mais familia, uma casa, um lar a que possa chamar seu.
A pergunta que faço é : Onde está a humanidade humana.


 Pouco depois saí do café, olhei em redor, e já não via mulher nem os seres humanos-crianças que a acompanhavam.
Caminhei noite fora, no caminho até minha casa fica um jardim, e ali sentada num banco estava a mulher e as crianças, alguns sacos a seu lado,...
Pensei em saber quem era, pensei em falar com aquela MULHER, e dar a conhecer aqui a si e a tantos outros que todos os dias quando saem do trabalho vão para as suas casas, e teêm um mundo próprio.
Pensei em falar com aquela mulher, para vos dar a conhecer uma imagem de entre tantas de uma cidade que vive enquanto você dorme.


 Não sei porquê, recuei,...parti.
A mulher, e as crianças, seres humanos deste palneta, deste país, de uma qualquer cidade, lá ficaram, e para mim e para si fica a ser somente: A MULHER,... a mulher perdida na noite, sem casa, com filhos, com fome.
Não, não era um quadro patético, nem uma cena de teatro, nem tão pouco uma cena que nos entra casa dentro p´la televisão a um click de desligar, era sim uma imagem real, deste teatro verdadeiro chamado: VIDA. 



 Até quando assistiremos a cenas como esta que, são o simbolo da humanidade que se destrói.
Enquanto uns vivem " orgulhosamente " com os seus bolsos cheios, outros vivem " orgulhosamente " com a sua miséria, na sua pobreza muitas vezes disfarçada e envergonhada.
A solução não está em resolver esta e outras situações semelhantes com caridade, a solução está na transformação da sociedade, e não me venham com o viver em democracia, e não me falem sequer em pluralismo.
Basta! Acabem, antes com a miséria, as palavras bonitas digam-nas depois.



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Os empregados do café, preparavam as coisas para fechar as portas
Os ultimos clientes da noite pagavam as contas e partiam, eu encontrava-me entre eles.
A determinado momento, entrou uma mulher, dirigiu-se ao balcão com um " biberon " na mão e disse : 
- pode encher de água quente por favor....e tornou a sair.
Nas mesas que se encontravam á porta, deu de " comer " ás duas crianças que a acompanhavam.
Uma imagem triste, da noite negra que caía sobre a cidade.


  O seu nome passou a ser para mim como simplesmente " MULHER " ! Mulher perdida na noite.
Os olhos de uma criança que saltitava, enquanto a mãe dava o sustento ao mais pequeno, eram olhos tristes,
tal como a imagem, que torna-se dificil encontrar palavras que a classifiquem ou que o possam fazer imaginar. 


  Portugal, país que viveu amordaçado durante 48 anos de fascísmo, continua hoje ainda, a ter imagens degradantes de pessoas que vivem em condições sub-humanas.
A mulher pouco depois partiu, para onde irá ela pensei eu, terá mais familia, uma casa, um lar a que possa chamar seu.
A pergunta que faço é : Onde está a humanidade humana.


 Pouco depois saí do café, olhei em redor, e já não via mulher nem os seres humanos-crianças que a acompanhavam.
Caminhei noite fora, no caminho até minha casa fica um jardim, e ali sentada num banco estava a mulher e as crianças, alguns sacos a seu lado,...
Pensei em saber quem era, pensei em falar com aquela MULHER, e dar a conhecer aqui a si e a tantos outros que todos os dias quando saem do trabalho vão para as suas casas, e teêm um mundo próprio.
Pensei em falar com aquela mulher, para vos dar a conhecer uma imagem de entre tantas de uma cidade que vive enquanto você dorme.


 Não sei porquê, recuei,...parti.
A mulher, e as crianças, seres humanos deste palneta, deste país, de uma qualquer cidade, lá ficaram, e para mim e para si fica a ser somente: A MULHER,... a mulher perdida na noite, sem casa, com filhos, com fome.
Não, não era um quadro patético, nem uma cena de teatro, nem tão pouco uma cena que nos entra casa dentro p´la televisão a um click de desligar, era sim uma imagem real, deste teatro verdadeiro chamado: VIDA. 



 Até quando assistiremos a cenas como esta que, são o simbolo da humanidade que se destrói.
Enquanto uns vivem " orgulhosamente " com os seus bolsos cheios, outros vivem " orgulhosamente " com a sua miséria, na sua pobreza muitas vezes disfarçada e envergonhada.
A solução não está em resolver esta e outras situações semelhantes com caridade, a solução está na transformação da sociedade, e não me venham com o viver em democracia, e não me falem sequer em pluralismo.
Basta! Acabem, antes com a miséria, as palavras bonitas digam-nas depois.



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Uma jovem viaja para a Europa á procura de respostas num documentário sobre as faces e vertentes do movimento skinhead. O documentário vai muito além da visão que a mídia passa de "skinhead = nazista", e explora todas as vertentes  
PUBLICADO digitalblueradio às 17:35 | LINK DO POST

Uma jovem viaja para a Europa á procura de respostas num documentário sobre as faces e vertentes do movimento skinhead. O documentário vai muito além da visão que a mídia passa de "skinhead = nazista", e explora todas as vertentes  
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Uma jovem viaja para a Europa á procura de respostas num documentário sobre as faces e vertentes do movimento skinhead. O documentário vai muito além da visão que a mídia passa de "skinhead = nazista", e explora todas as vertentes  
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 Vergílio António Ferreira nasceu a 28 de Janeiro de 1916 e faleceu a 1 de Março de 1996, escritor português.

Embora formado como professor, o seu nome está particularmente associado à literatura. 
 Vergílio Ferreira nasceu em Melo, aldeia do concelho de Gouveia, na Beira Alta, a meio da tarde do dia 28 de Janeiro de 1916, filho de António Augusto Ferreira e, de Josefa Ferreira que, em 1920, emigraram para os Estados Unidos da América, em busca de melhores condições de vida. Então, o pequeno Vergílio é deixado mais os irmãos, ao cuidado de tias maternas. A neve é o pano de fundo da infância e adolescência passadas na zona da Serra da Estrela. Aos dez anos, após uma peregrinação a Lourdes, entra no seminário do Fundão, que frequentará durante seis anos. Esta vivência será o tema central de Manhã Submersa.

Em 1932, deixa o seminário e acaba o Curso Liceal no Liceu da Guarda. Entra para a Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, em 1939, escreve o seu primeiro romance, O Caminho Fica Longe. Licenciou-se em Filologia Clássica em 1940. Concluiu o Estágio no Liceu D.João III (1942), em Coimbra. Começa a leccionar em Faro. Publica o ensaio "Teria Camões lido Platão?" e, durante as férias, em Melo, escreve "Onde Tudo Foi Morrendo". Em 1944, passa a leccionar no Liceu de Bragança, publica "Onde Tudo Foi Morrendo" e escreve "Vagão "J"" que, publicou em 1946; no mesmo ano em que se casou, com Regina Kasprzykowsky, professora polaca que se encontrava refugiada em Portugal da guerra e, com quém Vergílio ficaria até à sua morte. Após uma passágem pelo liceu de Évora (onde escreveu o mundialmente conhecido romance Manhã Submersa, corria o ano de 1953), fixa-se como docente em Lisboa, leccionando o resto da sua carreira no Liceu Camões.
 Em 1980, o realizador Lauro António adapta para o cinema, o romance Manhã Submersa e, Vergílio Ferreira intrepreta um dos principais papéis, o de Reitor do Seminário, contracenando assim com outros grandes vultos da cena portuguesa, tais como: Eunice Muñoz, Canto e Castro, Jacinto Ramos e Carlos Wallenstein. Vergílio morreu no dia 1 de Março de 1996, na sua casa, em Lisboa, na freguesia de Alvalade. O funeral foi realizado no cemitério de Melo, sua terra-natal e, a seu pedido, o caixão fora enterrado na ala do cemitério com vista para a Serra da Estrela.

Durante treze anos (1981-1994) Vergílio Ferreira publicou nove volumes de diário, ao qual pôs o título genérico de Conta-Corrente. Das sua obras destaque para: O Caminho fica Longe, Onde Tudo foi Morrendo, A Face Sangrenta, Manhã Submersa, 
Aparição entre outros.


PUBLICADO digitalblueradio às 16:10 | LINK DO POST
 Vergílio António Ferreira nasceu a 28 de Janeiro de 1916 e faleceu a 1 de Março de 1996, escritor português.

Embora formado como professor, o seu nome está particularmente associado à literatura. 
 Vergílio Ferreira nasceu em Melo, aldeia do concelho de Gouveia, na Beira Alta, a meio da tarde do dia 28 de Janeiro de 1916, filho de António Augusto Ferreira e, de Josefa Ferreira que, em 1920, emigraram para os Estados Unidos da América, em busca de melhores condições de vida. Então, o pequeno Vergílio é deixado mais os irmãos, ao cuidado de tias maternas. A neve é o pano de fundo da infância e adolescência passadas na zona da Serra da Estrela. Aos dez anos, após uma peregrinação a Lourdes, entra no seminário do Fundão, que frequentará durante seis anos. Esta vivência será o tema central de Manhã Submersa.

Em 1932, deixa o seminário e acaba o Curso Liceal no Liceu da Guarda. Entra para a Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, em 1939, escreve o seu primeiro romance, O Caminho Fica Longe. Licenciou-se em Filologia Clássica em 1940. Concluiu o Estágio no Liceu D.João III (1942), em Coimbra. Começa a leccionar em Faro. Publica o ensaio "Teria Camões lido Platão?" e, durante as férias, em Melo, escreve "Onde Tudo Foi Morrendo". Em 1944, passa a leccionar no Liceu de Bragança, publica "Onde Tudo Foi Morrendo" e escreve "Vagão "J"" que, publicou em 1946; no mesmo ano em que se casou, com Regina Kasprzykowsky, professora polaca que se encontrava refugiada em Portugal da guerra e, com quém Vergílio ficaria até à sua morte. Após uma passágem pelo liceu de Évora (onde escreveu o mundialmente conhecido romance Manhã Submersa, corria o ano de 1953), fixa-se como docente em Lisboa, leccionando o resto da sua carreira no Liceu Camões.
 Em 1980, o realizador Lauro António adapta para o cinema, o romance Manhã Submersa e, Vergílio Ferreira intrepreta um dos principais papéis, o de Reitor do Seminário, contracenando assim com outros grandes vultos da cena portuguesa, tais como: Eunice Muñoz, Canto e Castro, Jacinto Ramos e Carlos Wallenstein. Vergílio morreu no dia 1 de Março de 1996, na sua casa, em Lisboa, na freguesia de Alvalade. O funeral foi realizado no cemitério de Melo, sua terra-natal e, a seu pedido, o caixão fora enterrado na ala do cemitério com vista para a Serra da Estrela.

Durante treze anos (1981-1994) Vergílio Ferreira publicou nove volumes de diário, ao qual pôs o título genérico de Conta-Corrente. Das sua obras destaque para: O Caminho fica Longe, Onde Tudo foi Morrendo, A Face Sangrenta, Manhã Submersa, 
Aparição entre outros.


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 Vergílio António Ferreira nasceu a 28 de Janeiro de 1916 e faleceu a 1 de Março de 1996, escritor português.

Embora formado como professor, o seu nome está particularmente associado à literatura. 
 Vergílio Ferreira nasceu em Melo, aldeia do concelho de Gouveia, na Beira Alta, a meio da tarde do dia 28 de Janeiro de 1916, filho de António Augusto Ferreira e, de Josefa Ferreira que, em 1920, emigraram para os Estados Unidos da América, em busca de melhores condições de vida. Então, o pequeno Vergílio é deixado mais os irmãos, ao cuidado de tias maternas. A neve é o pano de fundo da infância e adolescência passadas na zona da Serra da Estrela. Aos dez anos, após uma peregrinação a Lourdes, entra no seminário do Fundão, que frequentará durante seis anos. Esta vivência será o tema central de Manhã Submersa.

Em 1932, deixa o seminário e acaba o Curso Liceal no Liceu da Guarda. Entra para a Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, em 1939, escreve o seu primeiro romance, O Caminho Fica Longe. Licenciou-se em Filologia Clássica em 1940. Concluiu o Estágio no Liceu D.João III (1942), em Coimbra. Começa a leccionar em Faro. Publica o ensaio "Teria Camões lido Platão?" e, durante as férias, em Melo, escreve "Onde Tudo Foi Morrendo". Em 1944, passa a leccionar no Liceu de Bragança, publica "Onde Tudo Foi Morrendo" e escreve "Vagão "J"" que, publicou em 1946; no mesmo ano em que se casou, com Regina Kasprzykowsky, professora polaca que se encontrava refugiada em Portugal da guerra e, com quém Vergílio ficaria até à sua morte. Após uma passágem pelo liceu de Évora (onde escreveu o mundialmente conhecido romance Manhã Submersa, corria o ano de 1953), fixa-se como docente em Lisboa, leccionando o resto da sua carreira no Liceu Camões.
 Em 1980, o realizador Lauro António adapta para o cinema, o romance Manhã Submersa e, Vergílio Ferreira intrepreta um dos principais papéis, o de Reitor do Seminário, contracenando assim com outros grandes vultos da cena portuguesa, tais como: Eunice Muñoz, Canto e Castro, Jacinto Ramos e Carlos Wallenstein. Vergílio morreu no dia 1 de Março de 1996, na sua casa, em Lisboa, na freguesia de Alvalade. O funeral foi realizado no cemitério de Melo, sua terra-natal e, a seu pedido, o caixão fora enterrado na ala do cemitério com vista para a Serra da Estrela.

Durante treze anos (1981-1994) Vergílio Ferreira publicou nove volumes de diário, ao qual pôs o título genérico de Conta-Corrente. Das sua obras destaque para: O Caminho fica Longe, Onde Tudo foi Morrendo, A Face Sangrenta, Manhã Submersa, 
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Marcus (50 Cent) é um jovem da periferia que se envolveu num tiroteio, que por pouco não lhe tirou a vida. Enquanto recupera, ele lembra-se da sua vida difícil como órfão nas ruas violentas do Bronx. A sua vida muda após conhecer um ex-condenado, que luta para se tornar uma estrela rap. Filme dobrado.
PUBLICADO digitalblueradio às 11:50 | LINK DO POST
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Marcus (50 Cent) é um jovem da periferia que se envolveu num tiroteio, que por pouco não lhe tirou a vida. Enquanto recupera, ele lembra-se da sua vida difícil como órfão nas ruas violentas do Bronx. A sua vida muda após conhecer um ex-condenado, que luta para se tornar uma estrela rap. Filme dobrado.
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Marcus (50 Cent) é um jovem da periferia que se envolveu num tiroteio, que por pouco não lhe tirou a vida. Enquanto recupera, ele lembra-se da sua vida difícil como órfão nas ruas violentas do Bronx. A sua vida muda após conhecer um ex-condenado, que luta para se tornar uma estrela rap. Filme dobrado.
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Perfeito. Me sinto da mesma forma. Parece que desc...
acho que deve ser respeitada... http://www.goiasc...
vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
a discografia tem um ep com o titulo errado, onde ...
Armando Gama fomos contemporâneos no Salvador Corr...
A juventude nos leva a caminhos ruins , e procuram...
A primeira fotografia é da Praça Marquês de Pombal...
Eu gosto de ti Beto adorei cd foi muito bom ele é ...
GANHA MENSALMENTE COMO PRESIDENTE DA COMISSÃO EURO...
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