O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
 Rosa Maria de Bettencourt Rodrigues Lobato de Faria nasceu a 20 de Abril de 1932 e faleceu a 2 de Fevereiro de 2010 foi escritora, compositora e actriz portuguesa.


Filha de um oficial da Marinha, cresceu entre Lisboa e Alpalhão, no Alentejo.
O seu nome está na escrita como guionista, romancista, contista, poeta, dramaturga e letrista de canções. 
 Assinou o argumento de Humor de Perdição, e de séries e novelas como Passerelle, Pisca-Pisca, Nem o Pai Morre Nem a Gente Almoça, Telhados de Vidro e Tudo ao Molho e Fé em Deus. Publicou os romances O Pranto de Lúcifer, Os Pássaros de Seda, Os Três Casamentos de Camila, Romance de Cordélia, O Prenúncio das Águas, A Trança de Inês, O Sétimo Véu, Os Linhos da Avó e A Flor do Sal Em co-autoria participou em Os Novos Mistérios da Estrada de Sintra e Código d' Avintes. 
 Para além disto publicou contos infantis (A Erva Milagrosa, As quatro Portas do Céu e Histórias de Muitas Cores). Foi autora de A Gaveta de Baixo, longo poema inédito, acompanhado de aguarelas de Oliveira Tavares, estando o resto da sua obra poética reúnida no volume Poemas Escolhidos e Dispersos. Para o teatro escreveu as peças A Hora do Gato, Sete Anos – Esquemas de um Casamento e A Severa. Foi ainda a letrista que, a par de José Carlos Ary dos Santos, permanece como a mais bem sucedida no Festival RTP da Canção, tendo obtido quatro vezes o primeiro lugar com Amor de Água Fresca, Chamar a Música, Baunilha e Chocolate e Antes do Adeus.
 Como actriz integrou o elenco de várias séries televisivas, Cobardias,A Mala de Cartão, A Minha Sogra é uma Bruxa, Aqui Não Há Quem Viva) e novelas (Vila Faia, Origens, Só Gosto de Ti, O Jogo, Ninguém como Tu). Experimentou o cinema, sob a direcção de João Botelho, em Tráfico e A Mulher Que Acreditava Ser Presidente dos Estados Unidos da América  além dos filmes de Lauro António, Paisagem Sem Barcos e O Vestido Cor de Fogo de Monique Rutler, Jogo de Mão.

 Vitimou-a uma anemia, aos setenta e sete anos. Era viúva de Joaquim Figueiredo Magalhães, editor literário.

Nos encontros e desencontros da vida a unica certeza que temos,... a Morte.
PUBLICADO digitalblueradio às 16:36 | LINK DO POST
 Rosa Maria de Bettencourt Rodrigues Lobato de Faria nasceu a 20 de Abril de 1932 e faleceu a 2 de Fevereiro de 2010 foi escritora, compositora e actriz portuguesa.


Filha de um oficial da Marinha, cresceu entre Lisboa e Alpalhão, no Alentejo.
O seu nome está na escrita como guionista, romancista, contista, poeta, dramaturga e letrista de canções. 
 Assinou o argumento de Humor de Perdição, e de séries e novelas como Passerelle, Pisca-Pisca, Nem o Pai Morre Nem a Gente Almoça, Telhados de Vidro e Tudo ao Molho e Fé em Deus. Publicou os romances O Pranto de Lúcifer, Os Pássaros de Seda, Os Três Casamentos de Camila, Romance de Cordélia, O Prenúncio das Águas, A Trança de Inês, O Sétimo Véu, Os Linhos da Avó e A Flor do Sal Em co-autoria participou em Os Novos Mistérios da Estrada de Sintra e Código d' Avintes. 
 Para além disto publicou contos infantis (A Erva Milagrosa, As quatro Portas do Céu e Histórias de Muitas Cores). Foi autora de A Gaveta de Baixo, longo poema inédito, acompanhado de aguarelas de Oliveira Tavares, estando o resto da sua obra poética reúnida no volume Poemas Escolhidos e Dispersos. Para o teatro escreveu as peças A Hora do Gato, Sete Anos – Esquemas de um Casamento e A Severa. Foi ainda a letrista que, a par de José Carlos Ary dos Santos, permanece como a mais bem sucedida no Festival RTP da Canção, tendo obtido quatro vezes o primeiro lugar com Amor de Água Fresca, Chamar a Música, Baunilha e Chocolate e Antes do Adeus.
 Como actriz integrou o elenco de várias séries televisivas, Cobardias,A Mala de Cartão, A Minha Sogra é uma Bruxa, Aqui Não Há Quem Viva) e novelas (Vila Faia, Origens, Só Gosto de Ti, O Jogo, Ninguém como Tu). Experimentou o cinema, sob a direcção de João Botelho, em Tráfico e A Mulher Que Acreditava Ser Presidente dos Estados Unidos da América  além dos filmes de Lauro António, Paisagem Sem Barcos e O Vestido Cor de Fogo de Monique Rutler, Jogo de Mão.

 Vitimou-a uma anemia, aos setenta e sete anos. Era viúva de Joaquim Figueiredo Magalhães, editor literário.

Nos encontros e desencontros da vida a unica certeza que temos,... a Morte.
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 Rosa Maria de Bettencourt Rodrigues Lobato de Faria nasceu a 20 de Abril de 1932 e faleceu a 2 de Fevereiro de 2010 foi escritora, compositora e actriz portuguesa.


Filha de um oficial da Marinha, cresceu entre Lisboa e Alpalhão, no Alentejo.
O seu nome está na escrita como guionista, romancista, contista, poeta, dramaturga e letrista de canções. 
 Assinou o argumento de Humor de Perdição, e de séries e novelas como Passerelle, Pisca-Pisca, Nem o Pai Morre Nem a Gente Almoça, Telhados de Vidro e Tudo ao Molho e Fé em Deus. Publicou os romances O Pranto de Lúcifer, Os Pássaros de Seda, Os Três Casamentos de Camila, Romance de Cordélia, O Prenúncio das Águas, A Trança de Inês, O Sétimo Véu, Os Linhos da Avó e A Flor do Sal Em co-autoria participou em Os Novos Mistérios da Estrada de Sintra e Código d' Avintes. 
 Para além disto publicou contos infantis (A Erva Milagrosa, As quatro Portas do Céu e Histórias de Muitas Cores). Foi autora de A Gaveta de Baixo, longo poema inédito, acompanhado de aguarelas de Oliveira Tavares, estando o resto da sua obra poética reúnida no volume Poemas Escolhidos e Dispersos. Para o teatro escreveu as peças A Hora do Gato, Sete Anos – Esquemas de um Casamento e A Severa. Foi ainda a letrista que, a par de José Carlos Ary dos Santos, permanece como a mais bem sucedida no Festival RTP da Canção, tendo obtido quatro vezes o primeiro lugar com Amor de Água Fresca, Chamar a Música, Baunilha e Chocolate e Antes do Adeus.
 Como actriz integrou o elenco de várias séries televisivas, Cobardias,A Mala de Cartão, A Minha Sogra é uma Bruxa, Aqui Não Há Quem Viva) e novelas (Vila Faia, Origens, Só Gosto de Ti, O Jogo, Ninguém como Tu). Experimentou o cinema, sob a direcção de João Botelho, em Tráfico e A Mulher Que Acreditava Ser Presidente dos Estados Unidos da América  além dos filmes de Lauro António, Paisagem Sem Barcos e O Vestido Cor de Fogo de Monique Rutler, Jogo de Mão.

 Vitimou-a uma anemia, aos setenta e sete anos. Era viúva de Joaquim Figueiredo Magalhães, editor literário.

Nos encontros e desencontros da vida a unica certeza que temos,... a Morte.
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                                 Hoje trago um manifesto.
                                Apelo ao povo português;
                                   Onde é que vivemos?
                                   Como é que vivemos? 
                                Para onde caminhamos?
                                         Que futuro?

 Promessas e mais promessas, só fogo de vista e nevoeiro.
 O tempo passa e ficam  por cumprir,...
 entrada de leão saida de sendeiro.
Palavras, muitas palavras poucas decisões,...
muitas desilusões.
Lindos governos que temos tido.


Vejam a saúde que está como os doentes.
Vejam as drogas e os toxicodependentes.
Vejam a educação e a formação tão insuficientes.
Vejam a segurança e a justiça tão enexistentes.

Vejam a agricultura e as pescas que estão mal.
Vejam as contas da nossa balança comercial.
Vejam o endividamento do nosso Portugal. 
Vejam os acidentes e a segurança social.

Vejam o ambiente e o aumento da poluição.
Vejam os fogos nas florestas e a sua destruição.
Vejam o nível e qualidade de vida como estão.
Vejam os nossos direitos e aquilo que nos dão.

Vejam a miséria, a fome, os idosos e o seu olhar.
Vejam, o paleio, e as promessas só para o povo se calar.

 Abram os olhos,...acordem, estão-nos a gozar.
 A  revolução fez-se para a ditadura acabar.
 Os politicos tomaram o poder e mandam-nos lixar.
  E  nós Zé Povinho, continuamos a ver e a pagar.

A soberania e o poder  são do povo, consagra a lei  fundamental, 
os politicos cheios como um ovo, e nós  sempre a passar  mal.

Vejam que democracia representativa é esta,...  
 para o povo  eleitor é apenas votar,   
 para os politicos é só para fazer a festa.

Para nós é trabalhar e  impostos pagar, multas, coimas 
e  taxas, sempre tudo a aumentar, e o nós  sempre a desembolsar.

                 
 Portugal é nosso, é de todos nós, lembra-te da história e de  nossos avós.
 Limpa de lés a lés  o nosso Portugal.
 Mudem tudo o que estiver mal,...
 Quem não se sente não é  filho de boa gente. 

PUBLICADO digitalblueradio às 15:58 | LINK DO POST
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                                 Hoje trago um manifesto.
                                Apelo ao povo português;
                                   Onde é que vivemos?
                                   Como é que vivemos? 
                                Para onde caminhamos?
                                         Que futuro?

 Promessas e mais promessas, só fogo de vista e nevoeiro.
 O tempo passa e ficam  por cumprir,...
 entrada de leão saida de sendeiro.
Palavras, muitas palavras poucas decisões,...
muitas desilusões.
Lindos governos que temos tido.


Vejam a saúde que está como os doentes.
Vejam as drogas e os toxicodependentes.
Vejam a educação e a formação tão insuficientes.
Vejam a segurança e a justiça tão enexistentes.

Vejam a agricultura e as pescas que estão mal.
Vejam as contas da nossa balança comercial.
Vejam o endividamento do nosso Portugal. 
Vejam os acidentes e a segurança social.

Vejam o ambiente e o aumento da poluição.
Vejam os fogos nas florestas e a sua destruição.
Vejam o nível e qualidade de vida como estão.
Vejam os nossos direitos e aquilo que nos dão.

Vejam a miséria, a fome, os idosos e o seu olhar.
Vejam, o paleio, e as promessas só para o povo se calar.

 Abram os olhos,...acordem, estão-nos a gozar.
 A  revolução fez-se para a ditadura acabar.
 Os politicos tomaram o poder e mandam-nos lixar.
  E  nós Zé Povinho, continuamos a ver e a pagar.

A soberania e o poder  são do povo, consagra a lei  fundamental, 
os politicos cheios como um ovo, e nós  sempre a passar  mal.

Vejam que democracia representativa é esta,...  
 para o povo  eleitor é apenas votar,   
 para os politicos é só para fazer a festa.

Para nós é trabalhar e  impostos pagar, multas, coimas 
e  taxas, sempre tudo a aumentar, e o nós  sempre a desembolsar.

                 
 Portugal é nosso, é de todos nós, lembra-te da história e de  nossos avós.
 Limpa de lés a lés  o nosso Portugal.
 Mudem tudo o que estiver mal,...
 Quem não se sente não é  filho de boa gente. 

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                                 Hoje trago um manifesto.
                                Apelo ao povo português;
                                   Onde é que vivemos?
                                   Como é que vivemos? 
                                Para onde caminhamos?
                                         Que futuro?

 Promessas e mais promessas, só fogo de vista e nevoeiro.
 O tempo passa e ficam  por cumprir,...
 entrada de leão saida de sendeiro.
Palavras, muitas palavras poucas decisões,...
muitas desilusões.
Lindos governos que temos tido.


Vejam a saúde que está como os doentes.
Vejam as drogas e os toxicodependentes.
Vejam a educação e a formação tão insuficientes.
Vejam a segurança e a justiça tão enexistentes.

Vejam a agricultura e as pescas que estão mal.
Vejam as contas da nossa balança comercial.
Vejam o endividamento do nosso Portugal. 
Vejam os acidentes e a segurança social.

Vejam o ambiente e o aumento da poluição.
Vejam os fogos nas florestas e a sua destruição.
Vejam o nível e qualidade de vida como estão.
Vejam os nossos direitos e aquilo que nos dão.

Vejam a miséria, a fome, os idosos e o seu olhar.
Vejam, o paleio, e as promessas só para o povo se calar.

 Abram os olhos,...acordem, estão-nos a gozar.
 A  revolução fez-se para a ditadura acabar.
 Os politicos tomaram o poder e mandam-nos lixar.
  E  nós Zé Povinho, continuamos a ver e a pagar.

A soberania e o poder  são do povo, consagra a lei  fundamental, 
os politicos cheios como um ovo, e nós  sempre a passar  mal.

Vejam que democracia representativa é esta,...  
 para o povo  eleitor é apenas votar,   
 para os politicos é só para fazer a festa.

Para nós é trabalhar e  impostos pagar, multas, coimas 
e  taxas, sempre tudo a aumentar, e o nós  sempre a desembolsar.

                 
 Portugal é nosso, é de todos nós, lembra-te da história e de  nossos avós.
 Limpa de lés a lés  o nosso Portugal.
 Mudem tudo o que estiver mal,...
 Quem não se sente não é  filho de boa gente. 

PUBLICADO digitalblueradio às 15:58 | LINK DO POST
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A tatuagem (também referida como tattoo) é uma das formas de modificação do corpo mais conhecidas do mundo. Trata-se de um desenho permanente feito na pele humana que, tecnicamente, é uma aplicação subcutânea obtida através da introdução de pigmentos por agulhas, um procedimento que durante muitos séculos foi completamente irreversivel (embora dependendo do caso, existam técnicas de remoção). o motivo que leva muita gente a fazer uma tatuagem é ser uma obra de arte viva, e temporal tanto quanto a vida.
Existem muitas provas arqueológicas que afirmam que houve tatuagens feitas no Egito entre 4000 e 2000 a.C. e também por nativos da Polinésia, Filipinas, Indonésia e Nova Zelândia (maori),tatuavam-se em rituais ligados a religião. A Igreja Católica na Idade Média baniu a tatuagem na Europa (Em 787, foi proibido pelo Papa), sendo considerada como uma pratica demoníaca, caracterizando-a como pratica de vandalismo no próprio corpo.
O termo "tatuagem", em francês "tatouage" e inglês "tattoo", tem a sua origem em línguas polinésias na palavra "tatau". O pai da palavra "tattoo" que conhecemos atualmente foi o capitão James Cook (também descobridor do surf), que escreveu no seu diário a palavra "tattow", também conhecida como "tatau"(era o som feito durante a execução da tatuagem,em que se utilizavam ossos finos como agulhas e uma espécie de martelinho para introduzir a tinta na pele).Com a circulação dos marinheiros ingleses a tatuagem e a palavra Tattoo entraram em contato com diversas outras civilizações pelo mundo. O Governo de Inglaterra adotou a tatuagem como uma forma de identificação de criminosos em 1879, a partir daí a tatuagem ganhou uma conotação fora-da-lei no Ocidente. 
Em 1891, Samuel O’Reilly desenvolveu um aparelho elétrico para fazer tatuagens, baseado num outro aparelho extremamente parecido que tinha sido criado e patenteado por Thomas Edison. Durante a Segunda Guerra Mundial, a tatuagem foi muito utilizada por soldados e marinheiros, que gravavam o nome da pessoa amada nos seus corpos. Os temas são infinitos e variam tanto quanto as personalidades dos tatuadores e tatuados. As motivações são inúmeras, quem decide fazer uma tatuagem tem de escolher muito bem onde a faz e quem a faz, ter de ter atenção ao material com que é feita a tatuagem e os cuidados que deve ter após fazê-la. Deve-se seguir à risca as recomendações do profissional que aplicou a tatuagem, pois a maior parte dos incidentes desagradáveis ocorrem durante o processo de cicatrização. Deixo-vos um documentário que mostra a trajetória da "tatoo", desde o seu surgimento até os dias de hoje. Muito interessante pra quem curte a arte.
PUBLICADO digitalblueradio às 15:17 | LINK DO POST
A tatuagem (também referida como tattoo) é uma das formas de modificação do corpo mais conhecidas do mundo. Trata-se de um desenho permanente feito na pele humana que, tecnicamente, é uma aplicação subcutânea obtida através da introdução de pigmentos por agulhas, um procedimento que durante muitos séculos foi completamente irreversivel (embora dependendo do caso, existam técnicas de remoção). o motivo que leva muita gente a fazer uma tatuagem é ser uma obra de arte viva, e temporal tanto quanto a vida.
Existem muitas provas arqueológicas que afirmam que houve tatuagens feitas no Egito entre 4000 e 2000 a.C. e também por nativos da Polinésia, Filipinas, Indonésia e Nova Zelândia (maori),tatuavam-se em rituais ligados a religião. A Igreja Católica na Idade Média baniu a tatuagem na Europa (Em 787, foi proibido pelo Papa), sendo considerada como uma pratica demoníaca, caracterizando-a como pratica de vandalismo no próprio corpo.
O termo "tatuagem", em francês "tatouage" e inglês "tattoo", tem a sua origem em línguas polinésias na palavra "tatau". O pai da palavra "tattoo" que conhecemos atualmente foi o capitão James Cook (também descobridor do surf), que escreveu no seu diário a palavra "tattow", também conhecida como "tatau"(era o som feito durante a execução da tatuagem,em que se utilizavam ossos finos como agulhas e uma espécie de martelinho para introduzir a tinta na pele).Com a circulação dos marinheiros ingleses a tatuagem e a palavra Tattoo entraram em contato com diversas outras civilizações pelo mundo. O Governo de Inglaterra adotou a tatuagem como uma forma de identificação de criminosos em 1879, a partir daí a tatuagem ganhou uma conotação fora-da-lei no Ocidente. 
Em 1891, Samuel O’Reilly desenvolveu um aparelho elétrico para fazer tatuagens, baseado num outro aparelho extremamente parecido que tinha sido criado e patenteado por Thomas Edison. Durante a Segunda Guerra Mundial, a tatuagem foi muito utilizada por soldados e marinheiros, que gravavam o nome da pessoa amada nos seus corpos. Os temas são infinitos e variam tanto quanto as personalidades dos tatuadores e tatuados. As motivações são inúmeras, quem decide fazer uma tatuagem tem de escolher muito bem onde a faz e quem a faz, ter de ter atenção ao material com que é feita a tatuagem e os cuidados que deve ter após fazê-la. Deve-se seguir à risca as recomendações do profissional que aplicou a tatuagem, pois a maior parte dos incidentes desagradáveis ocorrem durante o processo de cicatrização. Deixo-vos um documentário que mostra a trajetória da "tatoo", desde o seu surgimento até os dias de hoje. Muito interessante pra quem curte a arte.
PUBLICADO digitalblueradio às 15:17 | LINK DO POST
A tatuagem (também referida como tattoo) é uma das formas de modificação do corpo mais conhecidas do mundo. Trata-se de um desenho permanente feito na pele humana que, tecnicamente, é uma aplicação subcutânea obtida através da introdução de pigmentos por agulhas, um procedimento que durante muitos séculos foi completamente irreversivel (embora dependendo do caso, existam técnicas de remoção). o motivo que leva muita gente a fazer uma tatuagem é ser uma obra de arte viva, e temporal tanto quanto a vida.
Existem muitas provas arqueológicas que afirmam que houve tatuagens feitas no Egito entre 4000 e 2000 a.C. e também por nativos da Polinésia, Filipinas, Indonésia e Nova Zelândia (maori),tatuavam-se em rituais ligados a religião. A Igreja Católica na Idade Média baniu a tatuagem na Europa (Em 787, foi proibido pelo Papa), sendo considerada como uma pratica demoníaca, caracterizando-a como pratica de vandalismo no próprio corpo.
O termo "tatuagem", em francês "tatouage" e inglês "tattoo", tem a sua origem em línguas polinésias na palavra "tatau". O pai da palavra "tattoo" que conhecemos atualmente foi o capitão James Cook (também descobridor do surf), que escreveu no seu diário a palavra "tattow", também conhecida como "tatau"(era o som feito durante a execução da tatuagem,em que se utilizavam ossos finos como agulhas e uma espécie de martelinho para introduzir a tinta na pele).Com a circulação dos marinheiros ingleses a tatuagem e a palavra Tattoo entraram em contato com diversas outras civilizações pelo mundo. O Governo de Inglaterra adotou a tatuagem como uma forma de identificação de criminosos em 1879, a partir daí a tatuagem ganhou uma conotação fora-da-lei no Ocidente. 
Em 1891, Samuel O’Reilly desenvolveu um aparelho elétrico para fazer tatuagens, baseado num outro aparelho extremamente parecido que tinha sido criado e patenteado por Thomas Edison. Durante a Segunda Guerra Mundial, a tatuagem foi muito utilizada por soldados e marinheiros, que gravavam o nome da pessoa amada nos seus corpos. Os temas são infinitos e variam tanto quanto as personalidades dos tatuadores e tatuados. As motivações são inúmeras, quem decide fazer uma tatuagem tem de escolher muito bem onde a faz e quem a faz, ter de ter atenção ao material com que é feita a tatuagem e os cuidados que deve ter após fazê-la. Deve-se seguir à risca as recomendações do profissional que aplicou a tatuagem, pois a maior parte dos incidentes desagradáveis ocorrem durante o processo de cicatrização. Deixo-vos um documentário que mostra a trajetória da "tatoo", desde o seu surgimento até os dias de hoje. Muito interessante pra quem curte a arte.
PUBLICADO digitalblueradio às 15:17 | LINK DO POST
A nossa memória transporta-nos no tempo, viajamos sem sair do lugar, cheiros, imagens, momentos que vivemos estão guardados nesse baú secreto do nosso pensamento. É como folhear um livro, ou fazer o relógio andar para trás, porque o destino marca a hora, e num canto qualquer desse misterioso recanto que existe dentro de nós ficam retidos esses tempos de outrora, podemos até nem nos lembrar do que comemos a semana passada, mas por qualquer razão existem situações ou imagens que ficam arquivadas para sempre, não somos senhores de as selecionar, mas por qualquer motivo aquele momento, aquela musica, aquela imagem, aquela pessoa fica presa para sempre dentro de nós nesse livro de memórias que escrevemos mesmo sem querer.
Vamos então reavivar a memória
Soldadinhos de chumbo
Os soldadinhos de chumbo hoje em dia, não passam de uma memória para muitos adultos, e longe vai o tempo em que perdiamos horas sentados a inventar histórias e a fazer as nossas "guerras" de brincar. Este género de brinquedos remonta a outras eras, está documentada a existência de pequenas figuras que se destinavam a entreter as crianças no Antigo Egipto mas só no século XVIII é que se popularizou a produção dessas pequenas miniaturas de soldados acessivel apenas a algumas bolsas, anos mais tarde já no século XX é que teve início a produção em massa de soldadinhos de chumbo na Europa, depois surgiram figuras da Antiguidade, indios e cowboys e muita gente começou mesmo por colecionar estas pequenas figurinhas de chumbo ou plástico, e até mesmo os adultos as colecionavam. Nos dias de hoje ainda se encontram em edições de fascículos, os soldadinhos, as mais diversas figuras, combóios, aviões, etc, agora na grande maioria para os adultos se entreterem na sua arte de colecionismo.
Gosto de me sentar ás vezes para não deixar que o pó do tempo assente nas minhas memórias, e abro algumas gavetas especialmente destinadas a guardar certas recordações. Foi lá que encontrei algumas revistas que naquela época eram um sucesso,...hoje simplesmente recordação.
A revista Plateia
Esta revista surgiu em 1951, terá publicado mais de mil exemplares até ao ano de 1986, quando foi extinta. Era essencialmente uma revista de espectáculos, sobretudo de cinema e teatro, também abordou o mundo da música através de diversos artigos e reportagens, com algumas edições especiais dedicadas a cantores ou grupos, de que foram exemplo os Beatles.
Nas páginas desta revista bastante ilustradas com fotografias, praticamente na totalidade a preto e branco, surgiram grandes nomes do teatro em Portugal, em particular do teatro de revista, alternando com artigos com maior incidência no voyeurismo do dia a dia dos e das artistas, procurando abranger um público diversificado, que procurava satisfazer a sua curiosidade sobre a vida dos famosos.
O aparecimento da televisão teve uma grande influência na concepção da revista, que passou a dar maior realce às figuras que iam aparecendo no pequeno ecrã. Outros tempos.
Mandy Moore - Cry 
Se continuarmos a falar de revistas deixem dizer que nos anos 70 em Portugal existiu também uma revista que primava pela qualidade já que os seus editores eram também profissionais do setor, falo da revista "Musica e Som". 
O primeiro número foi editado em 1977, tendo uma periodicidade quinzenal (era publicada às quintas-feiras), e passando mais tarde a mensal, a revista para além dos artigos dedicados a músicos, álbuns ou programas musicais na televisão, crítica de discos, possuía rubricas de cariz mais técnico, apresentava ainda algumas letras de músicas e um poster nas páginas centrais. A partir do número 113, alterou o título para Video música e som, esta publicação durou dez anos, extinguindo-se em 1987. 
Se lhe perguntar o que há em comum entre uma "coca-cola" e um par de "levi´s"? Ou entre uma "Gilette" e uma caixa de "Chiclets"? A resposta é simples são marcas que ficaram e que são fácilmente identificáveis através dos tempos, todos sabemos do que estamos a falar ao ouvirmos pronunciar estes nomes, de uma bebida consumida em todo o mundo numa garrafa com uma forma muito peculiar, de umas calças de ganga que marcaram uma geração, de uma lâmina de barbear, ou de uma pastilha elástica, o que destingue estes produtos é exactamente isso, toda a gente os conhece e o seu nome, mesmo sem darmos conta já alcançou uma certa notoriedade que o tempo não apagou. Nasceram umas ainda no século passado ou até mesmo antes, e vieram p´ra ficar. Porque o tempo pode apagar muita coisa, menos aquilo que ficou. 
Este video é simplesmente lindo veja
PUBLICADO digitalblueradio às 09:44 | LINK DO POST
A nossa memória transporta-nos no tempo, viajamos sem sair do lugar, cheiros, imagens, momentos que vivemos estão guardados nesse baú secreto do nosso pensamento. É como folhear um livro, ou fazer o relógio andar para trás, porque o destino marca a hora, e num canto qualquer desse misterioso recanto que existe dentro de nós ficam retidos esses tempos de outrora, podemos até nem nos lembrar do que comemos a semana passada, mas por qualquer razão existem situações ou imagens que ficam arquivadas para sempre, não somos senhores de as selecionar, mas por qualquer motivo aquele momento, aquela musica, aquela imagem, aquela pessoa fica presa para sempre dentro de nós nesse livro de memórias que escrevemos mesmo sem querer.
Vamos então reavivar a memória
Soldadinhos de chumbo
Os soldadinhos de chumbo hoje em dia, não passam de uma memória para muitos adultos, e longe vai o tempo em que perdiamos horas sentados a inventar histórias e a fazer as nossas "guerras" de brincar. Este género de brinquedos remonta a outras eras, está documentada a existência de pequenas figuras que se destinavam a entreter as crianças no Antigo Egipto mas só no século XVIII é que se popularizou a produção dessas pequenas miniaturas de soldados acessivel apenas a algumas bolsas, anos mais tarde já no século XX é que teve início a produção em massa de soldadinhos de chumbo na Europa, depois surgiram figuras da Antiguidade, indios e cowboys e muita gente começou mesmo por colecionar estas pequenas figurinhas de chumbo ou plástico, e até mesmo os adultos as colecionavam. Nos dias de hoje ainda se encontram em edições de fascículos, os soldadinhos, as mais diversas figuras, combóios, aviões, etc, agora na grande maioria para os adultos se entreterem na sua arte de colecionismo.
Gosto de me sentar ás vezes para não deixar que o pó do tempo assente nas minhas memórias, e abro algumas gavetas especialmente destinadas a guardar certas recordações. Foi lá que encontrei algumas revistas que naquela época eram um sucesso,...hoje simplesmente recordação.
A revista Plateia
Esta revista surgiu em 1951, terá publicado mais de mil exemplares até ao ano de 1986, quando foi extinta. Era essencialmente uma revista de espectáculos, sobretudo de cinema e teatro, também abordou o mundo da música através de diversos artigos e reportagens, com algumas edições especiais dedicadas a cantores ou grupos, de que foram exemplo os Beatles.
Nas páginas desta revista bastante ilustradas com fotografias, praticamente na totalidade a preto e branco, surgiram grandes nomes do teatro em Portugal, em particular do teatro de revista, alternando com artigos com maior incidência no voyeurismo do dia a dia dos e das artistas, procurando abranger um público diversificado, que procurava satisfazer a sua curiosidade sobre a vida dos famosos.
O aparecimento da televisão teve uma grande influência na concepção da revista, que passou a dar maior realce às figuras que iam aparecendo no pequeno ecrã. Outros tempos.
Mandy Moore - Cry 
Se continuarmos a falar de revistas deixem dizer que nos anos 70 em Portugal existiu também uma revista que primava pela qualidade já que os seus editores eram também profissionais do setor, falo da revista "Musica e Som". 
O primeiro número foi editado em 1977, tendo uma periodicidade quinzenal (era publicada às quintas-feiras), e passando mais tarde a mensal, a revista para além dos artigos dedicados a músicos, álbuns ou programas musicais na televisão, crítica de discos, possuía rubricas de cariz mais técnico, apresentava ainda algumas letras de músicas e um poster nas páginas centrais. A partir do número 113, alterou o título para Video música e som, esta publicação durou dez anos, extinguindo-se em 1987. 
Se lhe perguntar o que há em comum entre uma "coca-cola" e um par de "levi´s"? Ou entre uma "Gilette" e uma caixa de "Chiclets"? A resposta é simples são marcas que ficaram e que são fácilmente identificáveis através dos tempos, todos sabemos do que estamos a falar ao ouvirmos pronunciar estes nomes, de uma bebida consumida em todo o mundo numa garrafa com uma forma muito peculiar, de umas calças de ganga que marcaram uma geração, de uma lâmina de barbear, ou de uma pastilha elástica, o que destingue estes produtos é exactamente isso, toda a gente os conhece e o seu nome, mesmo sem darmos conta já alcançou uma certa notoriedade que o tempo não apagou. Nasceram umas ainda no século passado ou até mesmo antes, e vieram p´ra ficar. Porque o tempo pode apagar muita coisa, menos aquilo que ficou. 
Este video é simplesmente lindo veja
PUBLICADO digitalblueradio às 09:44 | LINK DO POST
A nossa memória transporta-nos no tempo, viajamos sem sair do lugar, cheiros, imagens, momentos que vivemos estão guardados nesse baú secreto do nosso pensamento. É como folhear um livro, ou fazer o relógio andar para trás, porque o destino marca a hora, e num canto qualquer desse misterioso recanto que existe dentro de nós ficam retidos esses tempos de outrora, podemos até nem nos lembrar do que comemos a semana passada, mas por qualquer razão existem situações ou imagens que ficam arquivadas para sempre, não somos senhores de as selecionar, mas por qualquer motivo aquele momento, aquela musica, aquela imagem, aquela pessoa fica presa para sempre dentro de nós nesse livro de memórias que escrevemos mesmo sem querer.
Vamos então reavivar a memória
Soldadinhos de chumbo
Os soldadinhos de chumbo hoje em dia, não passam de uma memória para muitos adultos, e longe vai o tempo em que perdiamos horas sentados a inventar histórias e a fazer as nossas "guerras" de brincar. Este género de brinquedos remonta a outras eras, está documentada a existência de pequenas figuras que se destinavam a entreter as crianças no Antigo Egipto mas só no século XVIII é que se popularizou a produção dessas pequenas miniaturas de soldados acessivel apenas a algumas bolsas, anos mais tarde já no século XX é que teve início a produção em massa de soldadinhos de chumbo na Europa, depois surgiram figuras da Antiguidade, indios e cowboys e muita gente começou mesmo por colecionar estas pequenas figurinhas de chumbo ou plástico, e até mesmo os adultos as colecionavam. Nos dias de hoje ainda se encontram em edições de fascículos, os soldadinhos, as mais diversas figuras, combóios, aviões, etc, agora na grande maioria para os adultos se entreterem na sua arte de colecionismo.
Gosto de me sentar ás vezes para não deixar que o pó do tempo assente nas minhas memórias, e abro algumas gavetas especialmente destinadas a guardar certas recordações. Foi lá que encontrei algumas revistas que naquela época eram um sucesso,...hoje simplesmente recordação.
A revista Plateia
Esta revista surgiu em 1951, terá publicado mais de mil exemplares até ao ano de 1986, quando foi extinta. Era essencialmente uma revista de espectáculos, sobretudo de cinema e teatro, também abordou o mundo da música através de diversos artigos e reportagens, com algumas edições especiais dedicadas a cantores ou grupos, de que foram exemplo os Beatles.
Nas páginas desta revista bastante ilustradas com fotografias, praticamente na totalidade a preto e branco, surgiram grandes nomes do teatro em Portugal, em particular do teatro de revista, alternando com artigos com maior incidência no voyeurismo do dia a dia dos e das artistas, procurando abranger um público diversificado, que procurava satisfazer a sua curiosidade sobre a vida dos famosos.
O aparecimento da televisão teve uma grande influência na concepção da revista, que passou a dar maior realce às figuras que iam aparecendo no pequeno ecrã. Outros tempos.
Mandy Moore - Cry 
Se continuarmos a falar de revistas deixem dizer que nos anos 70 em Portugal existiu também uma revista que primava pela qualidade já que os seus editores eram também profissionais do setor, falo da revista "Musica e Som". 
O primeiro número foi editado em 1977, tendo uma periodicidade quinzenal (era publicada às quintas-feiras), e passando mais tarde a mensal, a revista para além dos artigos dedicados a músicos, álbuns ou programas musicais na televisão, crítica de discos, possuía rubricas de cariz mais técnico, apresentava ainda algumas letras de músicas e um poster nas páginas centrais. A partir do número 113, alterou o título para Video música e som, esta publicação durou dez anos, extinguindo-se em 1987. 
Se lhe perguntar o que há em comum entre uma "coca-cola" e um par de "levi´s"? Ou entre uma "Gilette" e uma caixa de "Chiclets"? A resposta é simples são marcas que ficaram e que são fácilmente identificáveis através dos tempos, todos sabemos do que estamos a falar ao ouvirmos pronunciar estes nomes, de uma bebida consumida em todo o mundo numa garrafa com uma forma muito peculiar, de umas calças de ganga que marcaram uma geração, de uma lâmina de barbear, ou de uma pastilha elástica, o que destingue estes produtos é exactamente isso, toda a gente os conhece e o seu nome, mesmo sem darmos conta já alcançou uma certa notoriedade que o tempo não apagou. Nasceram umas ainda no século passado ou até mesmo antes, e vieram p´ra ficar. Porque o tempo pode apagar muita coisa, menos aquilo que ficou. 
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31994042009
Perfeito. Me sinto da mesma forma. Parece que desc...
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vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
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