O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
 Terras de Bouro é uma bonita vila, sede do concelho mais rural do distrito de Braga, situada na região Norte, no verdejante Minho, num local de férteis solos e grande beleza natural, bem no coração do fantástico Parque Nacional da Peneda-Gerês. 

Esta é uma região habitada pelo Homem desde tempos pré-históricos, rica em legados arqueológicos, como os de ocupação Romana, Sueva, Visigótica e Mourisca do território. De facto, pensa-se que o termo “Bouro” provirá de “Búrios“, povo Suevo de fortes tradições religiosas que viveu nesta região. 
 Um dos principais marcos arqueológicos da região é a importante Via Romana que ligava Braga a Astorga, uma das mais importantes do território Ibérico, utilizada ainda na Idade Média como um dos caminhos de Santiago, encontrando-se mais de 30 marcos miliários Romanos.



Terras de Bouro apresenta um rico legado património arquitectónico, marcado pelos materiais locais e pela ruralidade desta paisagem serrana, que se tem mantido ao longo dos séculos, onde ainda se encontram sequeiras, espigueiros, eiras, moinhos de água ou as pequenas ermidas e alminhas.

Por toda a região encontram-se pequenas e encantadoras aldeias rurais, que parecem magicamente paradas no tempo, onde a tradição ainda reina, e a terra vai ofertando os seus frutos a quem sabiamente a cuida.
Na vila, vale a pena conhecer a Igreja de Nossa Senhora da Abadia e o antigo Mosteiro Beneditino, ou apreciar a tradição patente nas peças artesanais produzidas na região, com destaque para os trabalhos em linho, lã, cerâmica, cestaria ou madeira.
PUBLICADO digitalblueradio às 22:00 | LINK DO POST
tags:
 Terras de Bouro é uma bonita vila, sede do concelho mais rural do distrito de Braga, situada na região Norte, no verdejante Minho, num local de férteis solos e grande beleza natural, bem no coração do fantástico Parque Nacional da Peneda-Gerês. 

Esta é uma região habitada pelo Homem desde tempos pré-históricos, rica em legados arqueológicos, como os de ocupação Romana, Sueva, Visigótica e Mourisca do território. De facto, pensa-se que o termo “Bouro” provirá de “Búrios“, povo Suevo de fortes tradições religiosas que viveu nesta região. 
 Um dos principais marcos arqueológicos da região é a importante Via Romana que ligava Braga a Astorga, uma das mais importantes do território Ibérico, utilizada ainda na Idade Média como um dos caminhos de Santiago, encontrando-se mais de 30 marcos miliários Romanos.



Terras de Bouro apresenta um rico legado património arquitectónico, marcado pelos materiais locais e pela ruralidade desta paisagem serrana, que se tem mantido ao longo dos séculos, onde ainda se encontram sequeiras, espigueiros, eiras, moinhos de água ou as pequenas ermidas e alminhas.

Por toda a região encontram-se pequenas e encantadoras aldeias rurais, que parecem magicamente paradas no tempo, onde a tradição ainda reina, e a terra vai ofertando os seus frutos a quem sabiamente a cuida.
Na vila, vale a pena conhecer a Igreja de Nossa Senhora da Abadia e o antigo Mosteiro Beneditino, ou apreciar a tradição patente nas peças artesanais produzidas na região, com destaque para os trabalhos em linho, lã, cerâmica, cestaria ou madeira.
PUBLICADO digitalblueradio às 22:00 | LINK DO POST
tags:
 Terras de Bouro é uma bonita vila, sede do concelho mais rural do distrito de Braga, situada na região Norte, no verdejante Minho, num local de férteis solos e grande beleza natural, bem no coração do fantástico Parque Nacional da Peneda-Gerês. 

Esta é uma região habitada pelo Homem desde tempos pré-históricos, rica em legados arqueológicos, como os de ocupação Romana, Sueva, Visigótica e Mourisca do território. De facto, pensa-se que o termo “Bouro” provirá de “Búrios“, povo Suevo de fortes tradições religiosas que viveu nesta região. 
 Um dos principais marcos arqueológicos da região é a importante Via Romana que ligava Braga a Astorga, uma das mais importantes do território Ibérico, utilizada ainda na Idade Média como um dos caminhos de Santiago, encontrando-se mais de 30 marcos miliários Romanos.



Terras de Bouro apresenta um rico legado património arquitectónico, marcado pelos materiais locais e pela ruralidade desta paisagem serrana, que se tem mantido ao longo dos séculos, onde ainda se encontram sequeiras, espigueiros, eiras, moinhos de água ou as pequenas ermidas e alminhas.

Por toda a região encontram-se pequenas e encantadoras aldeias rurais, que parecem magicamente paradas no tempo, onde a tradição ainda reina, e a terra vai ofertando os seus frutos a quem sabiamente a cuida.
Na vila, vale a pena conhecer a Igreja de Nossa Senhora da Abadia e o antigo Mosteiro Beneditino, ou apreciar a tradição patente nas peças artesanais produzidas na região, com destaque para os trabalhos em linho, lã, cerâmica, cestaria ou madeira.
PUBLICADO digitalblueradio às 22:00 | LINK DO POST
tags:
 João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett mais tarde visconde de Almeida Garrett, nasceu no Porto a 4 de Fevereiro de 1799 e faleceu em Lisboa a 9 de Dezembro de 1854,escritor e dramaturgo romântico, orador, Par do Reino, ministro e secretário de Estado honorário português.

Grande impulsionador do teatro em Portugal, uma das maiores figuras do romantismo português, foi ele quem propôs a edificação do Teatro Nacional de D. Maria II e a criação do Conservatório de Arte Dramática.
Almeida Garrett nasceu no Porto a 4 de Fevereiro de 1799. Passou a sua infância na Quinta do Sardão, em Oliveira do Douro (Vila Nova de Gaia), pertencente ao seu avô materno José Bento Leitão. Na sua adolescência viveu nos Açores, na Ilha Terceira. Foi aí que engravidou Luisa Midosi.

Em 1816 foi para Coimbra, onde acabou por se matricular no curso de Direito. Em 1821 publicou O Retrato de Vénus, trabalho que fez com que lhe pusessem um processo por ser considerado ateu e imoral. É também neste ano que ele e a sua família passam a usar o apelido de Almeida Garrett.
Almeida Garrett participou na revolução liberal de 1820, e é obrigado a partir para o exílio, Inglaterra em 1823, após a Vilafrancada. Antes casou-se com uma muito jovem senhora Luísa Midosi, que tinha apenas 14 anos. Foi em Inglaterra que tomou contacto com o movimento romântico, descobrindo Shakespeare, Walter Scott e outros autores e visitando castelos feudais e ruínas de igrejas e abadias góticas, vivências que se reflectiriam na sua obra.

Em 1824, escreveu Camões (1825) e Dona Branca (1826) nesta altura dedica-se ao jornalismo, fundando e dirigindo o jornal diário O Português (1826-1827) e o semanário O Cronista (1827)

Teria de deixar Portugal novamente em 1828, com o regresso do Rei absolutista D. Miguel. Ainda no ano de 1828 perdeu a sua filha recém-nascida. Novamente em Inglaterra, publica Adozinda (1828). Juntamente com Alexandre Herculano e Joaquim António de Aguiar, tomou parte no Desembarque do Mindelo e no Cerco do Porto em 1832 e 1833. Também fundou o Jornal "Regeneração". Em Portugal exerceu cargos políticos, distinguindo-se nos anos 30 e 40 como um dos maiores oradores nacionais. Foram de sua iniciativa a criação do Conservatório de Arte Dramática, da Inspecção-Geral dos Teatros, do Panteão Nacional e do Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa. 
 Com o regresso de Costa Cabral ao governo, Almeida Garrett afasta-se da vida política até 1852. Contudo, em 1850 subscreveu, com mais de 50 personalidades, um protesto contra a proposta sobre a liberdade de imprensa, mais conhecida por “lei das rolhas”. A vida de Garrett foi tão apaixonante como  a sua obra. Revolucionário nos anos 20 e 30, foi um homem de muitos amores, separado da esposa, Luisa Midosi, com quem se casou, em 1822, passa a viver com D. Adelaide Pastor até a morte desta, em 1841.

A partir de 1846, a sua musa é a viscondessa da Luz, Rosa Montufar Infante, andaluza casada, desde 1837, com o oficial do exército português, inspiradora dos arroubos românticos das Folhas caídas. Por decreto do Rei D. Pedro V de Portugal, Garrett é feito Visconde de Almeida Garrett. Faleceu em 1854, vítima de cancro, em Lisboa, na sua casa situada na  Rua Saraiva de Carvalho, em Campo de Ourique.

Destacamos algumas obras: Viagens na minha terra; A sobrinha do Marquês; Flores sem Fruto, poesia.
Folhas Caídas, poesia. 

Peças teatrais

O Alfageme de Santarém 

Frei Luís de Sousa

Falar Verdade a Mentir


PUBLICADO digitalblueradio às 17:15 | LINK DO POST
 João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett mais tarde visconde de Almeida Garrett, nasceu no Porto a 4 de Fevereiro de 1799 e faleceu em Lisboa a 9 de Dezembro de 1854,escritor e dramaturgo romântico, orador, Par do Reino, ministro e secretário de Estado honorário português.

Grande impulsionador do teatro em Portugal, uma das maiores figuras do romantismo português, foi ele quem propôs a edificação do Teatro Nacional de D. Maria II e a criação do Conservatório de Arte Dramática.
Almeida Garrett nasceu no Porto a 4 de Fevereiro de 1799. Passou a sua infância na Quinta do Sardão, em Oliveira do Douro (Vila Nova de Gaia), pertencente ao seu avô materno José Bento Leitão. Na sua adolescência viveu nos Açores, na Ilha Terceira. Foi aí que engravidou Luisa Midosi.

Em 1816 foi para Coimbra, onde acabou por se matricular no curso de Direito. Em 1821 publicou O Retrato de Vénus, trabalho que fez com que lhe pusessem um processo por ser considerado ateu e imoral. É também neste ano que ele e a sua família passam a usar o apelido de Almeida Garrett.
Almeida Garrett participou na revolução liberal de 1820, e é obrigado a partir para o exílio, Inglaterra em 1823, após a Vilafrancada. Antes casou-se com uma muito jovem senhora Luísa Midosi, que tinha apenas 14 anos. Foi em Inglaterra que tomou contacto com o movimento romântico, descobrindo Shakespeare, Walter Scott e outros autores e visitando castelos feudais e ruínas de igrejas e abadias góticas, vivências que se reflectiriam na sua obra.

Em 1824, escreveu Camões (1825) e Dona Branca (1826) nesta altura dedica-se ao jornalismo, fundando e dirigindo o jornal diário O Português (1826-1827) e o semanário O Cronista (1827)

Teria de deixar Portugal novamente em 1828, com o regresso do Rei absolutista D. Miguel. Ainda no ano de 1828 perdeu a sua filha recém-nascida. Novamente em Inglaterra, publica Adozinda (1828). Juntamente com Alexandre Herculano e Joaquim António de Aguiar, tomou parte no Desembarque do Mindelo e no Cerco do Porto em 1832 e 1833. Também fundou o Jornal "Regeneração". Em Portugal exerceu cargos políticos, distinguindo-se nos anos 30 e 40 como um dos maiores oradores nacionais. Foram de sua iniciativa a criação do Conservatório de Arte Dramática, da Inspecção-Geral dos Teatros, do Panteão Nacional e do Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa. 
 Com o regresso de Costa Cabral ao governo, Almeida Garrett afasta-se da vida política até 1852. Contudo, em 1850 subscreveu, com mais de 50 personalidades, um protesto contra a proposta sobre a liberdade de imprensa, mais conhecida por “lei das rolhas”. A vida de Garrett foi tão apaixonante como  a sua obra. Revolucionário nos anos 20 e 30, foi um homem de muitos amores, separado da esposa, Luisa Midosi, com quem se casou, em 1822, passa a viver com D. Adelaide Pastor até a morte desta, em 1841.

A partir de 1846, a sua musa é a viscondessa da Luz, Rosa Montufar Infante, andaluza casada, desde 1837, com o oficial do exército português, inspiradora dos arroubos românticos das Folhas caídas. Por decreto do Rei D. Pedro V de Portugal, Garrett é feito Visconde de Almeida Garrett. Faleceu em 1854, vítima de cancro, em Lisboa, na sua casa situada na  Rua Saraiva de Carvalho, em Campo de Ourique.

Destacamos algumas obras: Viagens na minha terra; A sobrinha do Marquês; Flores sem Fruto, poesia.
Folhas Caídas, poesia. 

Peças teatrais

O Alfageme de Santarém 

Frei Luís de Sousa

Falar Verdade a Mentir


PUBLICADO digitalblueradio às 17:15 | LINK DO POST
 João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett mais tarde visconde de Almeida Garrett, nasceu no Porto a 4 de Fevereiro de 1799 e faleceu em Lisboa a 9 de Dezembro de 1854,escritor e dramaturgo romântico, orador, Par do Reino, ministro e secretário de Estado honorário português.

Grande impulsionador do teatro em Portugal, uma das maiores figuras do romantismo português, foi ele quem propôs a edificação do Teatro Nacional de D. Maria II e a criação do Conservatório de Arte Dramática.
Almeida Garrett nasceu no Porto a 4 de Fevereiro de 1799. Passou a sua infância na Quinta do Sardão, em Oliveira do Douro (Vila Nova de Gaia), pertencente ao seu avô materno José Bento Leitão. Na sua adolescência viveu nos Açores, na Ilha Terceira. Foi aí que engravidou Luisa Midosi.

Em 1816 foi para Coimbra, onde acabou por se matricular no curso de Direito. Em 1821 publicou O Retrato de Vénus, trabalho que fez com que lhe pusessem um processo por ser considerado ateu e imoral. É também neste ano que ele e a sua família passam a usar o apelido de Almeida Garrett.
Almeida Garrett participou na revolução liberal de 1820, e é obrigado a partir para o exílio, Inglaterra em 1823, após a Vilafrancada. Antes casou-se com uma muito jovem senhora Luísa Midosi, que tinha apenas 14 anos. Foi em Inglaterra que tomou contacto com o movimento romântico, descobrindo Shakespeare, Walter Scott e outros autores e visitando castelos feudais e ruínas de igrejas e abadias góticas, vivências que se reflectiriam na sua obra.

Em 1824, escreveu Camões (1825) e Dona Branca (1826) nesta altura dedica-se ao jornalismo, fundando e dirigindo o jornal diário O Português (1826-1827) e o semanário O Cronista (1827)

Teria de deixar Portugal novamente em 1828, com o regresso do Rei absolutista D. Miguel. Ainda no ano de 1828 perdeu a sua filha recém-nascida. Novamente em Inglaterra, publica Adozinda (1828). Juntamente com Alexandre Herculano e Joaquim António de Aguiar, tomou parte no Desembarque do Mindelo e no Cerco do Porto em 1832 e 1833. Também fundou o Jornal "Regeneração". Em Portugal exerceu cargos políticos, distinguindo-se nos anos 30 e 40 como um dos maiores oradores nacionais. Foram de sua iniciativa a criação do Conservatório de Arte Dramática, da Inspecção-Geral dos Teatros, do Panteão Nacional e do Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa. 
 Com o regresso de Costa Cabral ao governo, Almeida Garrett afasta-se da vida política até 1852. Contudo, em 1850 subscreveu, com mais de 50 personalidades, um protesto contra a proposta sobre a liberdade de imprensa, mais conhecida por “lei das rolhas”. A vida de Garrett foi tão apaixonante como  a sua obra. Revolucionário nos anos 20 e 30, foi um homem de muitos amores, separado da esposa, Luisa Midosi, com quem se casou, em 1822, passa a viver com D. Adelaide Pastor até a morte desta, em 1841.

A partir de 1846, a sua musa é a viscondessa da Luz, Rosa Montufar Infante, andaluza casada, desde 1837, com o oficial do exército português, inspiradora dos arroubos românticos das Folhas caídas. Por decreto do Rei D. Pedro V de Portugal, Garrett é feito Visconde de Almeida Garrett. Faleceu em 1854, vítima de cancro, em Lisboa, na sua casa situada na  Rua Saraiva de Carvalho, em Campo de Ourique.

Destacamos algumas obras: Viagens na minha terra; A sobrinha do Marquês; Flores sem Fruto, poesia.
Folhas Caídas, poesia. 

Peças teatrais

O Alfageme de Santarém 

Frei Luís de Sousa

Falar Verdade a Mentir


PUBLICADO digitalblueradio às 17:15 | LINK DO POST
tags:
Bruce Lee - Jogo da Morte (Game of Death) (1978)
Billy Lo (Bruce Lee) é uma estrela de cinema famosa e bem sucedida nas marciais, a sua namorada, Ann Morris (Colleen Camp) é cantora em ascensão. O casal de sucesso encontra-se sob pressão da sociedade de gestão que quer gerir as suas carreiras. Para a agência o que importa é o património e não as suas carreiras, e insistem por vezes de forma agressiva.
Billy está ciente dos problemas e quando eles tentam matá-lo, ele decide antecipar a sua morte ...
 
 Antes de ver o filme saiba que Bruce Lee, de acordo com avaliações de muitos foi um dos maiores e melhores lutadores de artes marciais do seu tempo, palavras de elogio é despesa desnecessária. 
Ainda hoje é uma lenda, o seu nome verdadeiro é Lee Jun Fan nasceu a 27 de Novembro de 1940 em S.Francisco. A sua foi morar para a Califórnia, Estados Unidos da América sensivelmente um ano antes dele nascer, em 1941a família voltou para Hong Kong. O nome da sua mãe era Bruce, que é tradicional na sua língua significa "mais forte". No cinema Bruce Lee aparece pela primeira vez com três meses, quando a sua mãe participou num filme. Quando já era adolescente, entrou para um gangue de rua a fim de aperfeiçoar a sua capacidade de luta, e começou a praticar kung fu. Entretanto a sua participação em gangues trouxe-lhe alguns problemas e a mãe enviou-o para junto de um amigo nos Estados Unidos, em Seattle, já na América formou-se num colégio e matriculou-se  na faculdade, que logo deixou. Durante os seus estudos, ele ensinou "Wing Chun Kung Fu", e conheceu Linda Emery, com quem casou.
Depois de deixar a Universidade, abriu um "dojo"(escola) privado para ensinar kung fu escola em Seattle, aqui ensina particularmente a arte que aperfeiçoou "jet kun do". Maias tarde obtem o "Status" de celebridade ao participar em filmes de kung fu, regressa algum tempo depois a Hong Kong com a família em 1971 , tinha já dois filhos - Brandon e Shannon.
Em Hong Kong, era visto como uma grande estrela nos Estados Unidos e Ásia, fundou a sua própria companhia de produção cinematográfica, no entanto, Bruce Lee morreu de repente em 1973. O seu filho Brandon morreu durante as filmagens de um filme. Este filme que vão assistir tem a participação de Chuck Norris, legendado.
PUBLICADO digitalblueradio às 12:49 | LINK DO POST
tags:
Bruce Lee - Jogo da Morte (Game of Death) (1978)
Billy Lo (Bruce Lee) é uma estrela de cinema famosa e bem sucedida nas marciais, a sua namorada, Ann Morris (Colleen Camp) é cantora em ascensão. O casal de sucesso encontra-se sob pressão da sociedade de gestão que quer gerir as suas carreiras. Para a agência o que importa é o património e não as suas carreiras, e insistem por vezes de forma agressiva.
Billy está ciente dos problemas e quando eles tentam matá-lo, ele decide antecipar a sua morte ...
 
 Antes de ver o filme saiba que Bruce Lee, de acordo com avaliações de muitos foi um dos maiores e melhores lutadores de artes marciais do seu tempo, palavras de elogio é despesa desnecessária. 
Ainda hoje é uma lenda, o seu nome verdadeiro é Lee Jun Fan nasceu a 27 de Novembro de 1940 em S.Francisco. A sua foi morar para a Califórnia, Estados Unidos da América sensivelmente um ano antes dele nascer, em 1941a família voltou para Hong Kong. O nome da sua mãe era Bruce, que é tradicional na sua língua significa "mais forte". No cinema Bruce Lee aparece pela primeira vez com três meses, quando a sua mãe participou num filme. Quando já era adolescente, entrou para um gangue de rua a fim de aperfeiçoar a sua capacidade de luta, e começou a praticar kung fu. Entretanto a sua participação em gangues trouxe-lhe alguns problemas e a mãe enviou-o para junto de um amigo nos Estados Unidos, em Seattle, já na América formou-se num colégio e matriculou-se  na faculdade, que logo deixou. Durante os seus estudos, ele ensinou "Wing Chun Kung Fu", e conheceu Linda Emery, com quem casou.
Depois de deixar a Universidade, abriu um "dojo"(escola) privado para ensinar kung fu escola em Seattle, aqui ensina particularmente a arte que aperfeiçoou "jet kun do". Maias tarde obtem o "Status" de celebridade ao participar em filmes de kung fu, regressa algum tempo depois a Hong Kong com a família em 1971 , tinha já dois filhos - Brandon e Shannon.
Em Hong Kong, era visto como uma grande estrela nos Estados Unidos e Ásia, fundou a sua própria companhia de produção cinematográfica, no entanto, Bruce Lee morreu de repente em 1973. O seu filho Brandon morreu durante as filmagens de um filme. Este filme que vão assistir tem a participação de Chuck Norris, legendado.
PUBLICADO digitalblueradio às 12:49 | LINK DO POST
tags:
Bruce Lee - Jogo da Morte (Game of Death) (1978)
Billy Lo (Bruce Lee) é uma estrela de cinema famosa e bem sucedida nas marciais, a sua namorada, Ann Morris (Colleen Camp) é cantora em ascensão. O casal de sucesso encontra-se sob pressão da sociedade de gestão que quer gerir as suas carreiras. Para a agência o que importa é o património e não as suas carreiras, e insistem por vezes de forma agressiva.
Billy está ciente dos problemas e quando eles tentam matá-lo, ele decide antecipar a sua morte ...
 
 Antes de ver o filme saiba que Bruce Lee, de acordo com avaliações de muitos foi um dos maiores e melhores lutadores de artes marciais do seu tempo, palavras de elogio é despesa desnecessária. 
Ainda hoje é uma lenda, o seu nome verdadeiro é Lee Jun Fan nasceu a 27 de Novembro de 1940 em S.Francisco. A sua foi morar para a Califórnia, Estados Unidos da América sensivelmente um ano antes dele nascer, em 1941a família voltou para Hong Kong. O nome da sua mãe era Bruce, que é tradicional na sua língua significa "mais forte". No cinema Bruce Lee aparece pela primeira vez com três meses, quando a sua mãe participou num filme. Quando já era adolescente, entrou para um gangue de rua a fim de aperfeiçoar a sua capacidade de luta, e começou a praticar kung fu. Entretanto a sua participação em gangues trouxe-lhe alguns problemas e a mãe enviou-o para junto de um amigo nos Estados Unidos, em Seattle, já na América formou-se num colégio e matriculou-se  na faculdade, que logo deixou. Durante os seus estudos, ele ensinou "Wing Chun Kung Fu", e conheceu Linda Emery, com quem casou.
Depois de deixar a Universidade, abriu um "dojo"(escola) privado para ensinar kung fu escola em Seattle, aqui ensina particularmente a arte que aperfeiçoou "jet kun do". Maias tarde obtem o "Status" de celebridade ao participar em filmes de kung fu, regressa algum tempo depois a Hong Kong com a família em 1971 , tinha já dois filhos - Brandon e Shannon.
Em Hong Kong, era visto como uma grande estrela nos Estados Unidos e Ásia, fundou a sua própria companhia de produção cinematográfica, no entanto, Bruce Lee morreu de repente em 1973. O seu filho Brandon morreu durante as filmagens de um filme. Este filme que vão assistir tem a participação de Chuck Norris, legendado.
PUBLICADO digitalblueradio às 12:49 | LINK DO POST
tags:
Um dia olhei para ti, davas os primeiros passos,...
Eu já tinha quilómetros nas pernas… 
Um dia choras-te,...
Eu embalei o berço, mudei-te a fralda, falei contigo, mesmo sabendo que não entendias!
Um dia ouvi da tua boca uma palavra, a tua primeira palavra!
Eu já falava e ás vezes demais,....

Um dia vi-te crescer, estavas a ficar um homem,...vi-te a brincar, a sorrir e saltar!!!

Eu já não tinha tempo para essas brincadeiras!

Um dia vi nos teus olhos o prazer da descoberta, de conhecer o mundo e observar!
Eu já tinha visto passar tanto por estes olhos…
Um dia levei-te á escola p´la primeira vez, aprendes-te e cresces-te!

Eu já tinha as minhas ideias e opiniões…
Um dia caiste e feriste-te,...
Eu já tinha tantas feridas saradas e escondidas no coração
Um dia apaixonaste-te por uma rapariga e aprendes-te a amar
Eu já te amava desde de o teu nascimento…
Um dia sentaste-te á minha beira, quiseste saber de mim e do meu passado
Olhei p´ra ti e contei-te a minha história, ensinei-te que a vida não é só vitórias, que irias cair mas com força e preserverança irias erguer-te, ensinei-te tudo o que devias saber sobre a vida e chorei,....
Eu já tinha recordado todos os bons momentos…já tinha sofrido ao longo da vida e não queria ver-te sofrer!
Um dia tives-te vontade de sair p´ra te divertir
Eu já tinha passado esses momentos de diversão, mas houve um dia em que tive que optar e decidir.
Um dia chegas-te perto de mim e perguntaste a minha opinião.
Eu já tinha tomado tantas decisões…
Um dia vi-te chorar, agarrado a uma fotografia e a uma carta, nem queria acreditar que estavas a sofrer,...as lágrimas rolavam pelo teu rosto, sempre tentei dar-te o melhor de mim, ensinar-te as lições da vida, os caminhos e encruzilhadas, de forma a evitar-te a dor,...
Não aguentei ver-te chorar e cheguei perto, tentei abraçar-te, não consegui, e chorei contigo naquele instante! 
Olhei o retrato que seguravas e entendi,... era eu que já não estava ali, fui eu que te deixei, perdoa-me filho, falei-te de tudo e esqueci de te dizer que não ficaria a teu lado para sempre.
"A carta que te deixei"
Filho, um dia quando este velho já não estiver aqui, peço-te que me desculpes. Quando eu entornava algo ou já não conseguia sequer abotoar os atacadores dos sapatos, peço-te que me compreendas pois eu já não era o mesmo que fui outrora.
E quando conversavas comigo e eu repetia as mesmas coisas, e tu pacientemente me escutavas,...
Quando eras pequeno para adormeceres cantei-te mil vezes a mesma canção, li vezes sem conta a mesma história, até fechares os olhos e ficava ali a ver-te dormir.
E naquele dia no meio de tanta gente, obrigado filho por não teres tido vergonha de mim, tantas vezes quando eras menino, quantas asneiras fizes-te filho, e eu estive sempre ali a teu lado,...
E quando eu me via um inútil e ignorante perante as novidades tecnológicas que já não conseguia entender, tives-te paciência com este teu velho, que não sabia coisas do presente, mas que ainda se lembrava de tanto do passado!
Lembra-te filho sempre dos momentos que passámos juntos e quanto te ensinei,...para que hoje fosses um homem e entendesses tanto do presente.
E naqueles dias em que estávamos a conversar e eu me esquecia do que estavamos a falar, não te aborreças porque podia até nem ser importante a conversa mas o momento de estar ali contigo.
E quando eu queria mais andar, quando as minhas pernas começaram a falhar por estarem cansadas, deste-me a tua mão para me apoiar como eu te fiz quando deste os primeiros passos.
Quando eu já impotente, já sem caminho para andar, vi-te triste mas deste-me um pouco do teu coração, como te dei o meu quando começaste a viver, da mesma maneira que acompanhei o teu caminho, ajudaste-me a trilhar o meu, agora que o outono da vida chegou até mim e eu preciso de o terminar."
ADEUS FILHO E SÊ FELIZ, estarei sempre contigo quando te lembrares de mim.
PUBLICADO digitalblueradio às 12:06 | LINK DO POST
tags:
Um dia olhei para ti, davas os primeiros passos,...
Eu já tinha quilómetros nas pernas… 
Um dia choras-te,...
Eu embalei o berço, mudei-te a fralda, falei contigo, mesmo sabendo que não entendias!
Um dia ouvi da tua boca uma palavra, a tua primeira palavra!
Eu já falava e ás vezes demais,....

Um dia vi-te crescer, estavas a ficar um homem,...vi-te a brincar, a sorrir e saltar!!!

Eu já não tinha tempo para essas brincadeiras!

Um dia vi nos teus olhos o prazer da descoberta, de conhecer o mundo e observar!
Eu já tinha visto passar tanto por estes olhos…
Um dia levei-te á escola p´la primeira vez, aprendes-te e cresces-te!

Eu já tinha as minhas ideias e opiniões…
Um dia caiste e feriste-te,...
Eu já tinha tantas feridas saradas e escondidas no coração
Um dia apaixonaste-te por uma rapariga e aprendes-te a amar
Eu já te amava desde de o teu nascimento…
Um dia sentaste-te á minha beira, quiseste saber de mim e do meu passado
Olhei p´ra ti e contei-te a minha história, ensinei-te que a vida não é só vitórias, que irias cair mas com força e preserverança irias erguer-te, ensinei-te tudo o que devias saber sobre a vida e chorei,....
Eu já tinha recordado todos os bons momentos…já tinha sofrido ao longo da vida e não queria ver-te sofrer!
Um dia tives-te vontade de sair p´ra te divertir
Eu já tinha passado esses momentos de diversão, mas houve um dia em que tive que optar e decidir.
Um dia chegas-te perto de mim e perguntaste a minha opinião.
Eu já tinha tomado tantas decisões…
Um dia vi-te chorar, agarrado a uma fotografia e a uma carta, nem queria acreditar que estavas a sofrer,...as lágrimas rolavam pelo teu rosto, sempre tentei dar-te o melhor de mim, ensinar-te as lições da vida, os caminhos e encruzilhadas, de forma a evitar-te a dor,...
Não aguentei ver-te chorar e cheguei perto, tentei abraçar-te, não consegui, e chorei contigo naquele instante! 
Olhei o retrato que seguravas e entendi,... era eu que já não estava ali, fui eu que te deixei, perdoa-me filho, falei-te de tudo e esqueci de te dizer que não ficaria a teu lado para sempre.
"A carta que te deixei"
Filho, um dia quando este velho já não estiver aqui, peço-te que me desculpes. Quando eu entornava algo ou já não conseguia sequer abotoar os atacadores dos sapatos, peço-te que me compreendas pois eu já não era o mesmo que fui outrora.
E quando conversavas comigo e eu repetia as mesmas coisas, e tu pacientemente me escutavas,...
Quando eras pequeno para adormeceres cantei-te mil vezes a mesma canção, li vezes sem conta a mesma história, até fechares os olhos e ficava ali a ver-te dormir.
E naquele dia no meio de tanta gente, obrigado filho por não teres tido vergonha de mim, tantas vezes quando eras menino, quantas asneiras fizes-te filho, e eu estive sempre ali a teu lado,...
E quando eu me via um inútil e ignorante perante as novidades tecnológicas que já não conseguia entender, tives-te paciência com este teu velho, que não sabia coisas do presente, mas que ainda se lembrava de tanto do passado!
Lembra-te filho sempre dos momentos que passámos juntos e quanto te ensinei,...para que hoje fosses um homem e entendesses tanto do presente.
E naqueles dias em que estávamos a conversar e eu me esquecia do que estavamos a falar, não te aborreças porque podia até nem ser importante a conversa mas o momento de estar ali contigo.
E quando eu queria mais andar, quando as minhas pernas começaram a falhar por estarem cansadas, deste-me a tua mão para me apoiar como eu te fiz quando deste os primeiros passos.
Quando eu já impotente, já sem caminho para andar, vi-te triste mas deste-me um pouco do teu coração, como te dei o meu quando começaste a viver, da mesma maneira que acompanhei o teu caminho, ajudaste-me a trilhar o meu, agora que o outono da vida chegou até mim e eu preciso de o terminar."
ADEUS FILHO E SÊ FELIZ, estarei sempre contigo quando te lembrares de mim.
PUBLICADO digitalblueradio às 12:06 | LINK DO POST
tags:
Um dia olhei para ti, davas os primeiros passos,...
Eu já tinha quilómetros nas pernas… 
Um dia choras-te,...
Eu embalei o berço, mudei-te a fralda, falei contigo, mesmo sabendo que não entendias!
Um dia ouvi da tua boca uma palavra, a tua primeira palavra!
Eu já falava e ás vezes demais,....

Um dia vi-te crescer, estavas a ficar um homem,...vi-te a brincar, a sorrir e saltar!!!

Eu já não tinha tempo para essas brincadeiras!

Um dia vi nos teus olhos o prazer da descoberta, de conhecer o mundo e observar!
Eu já tinha visto passar tanto por estes olhos…
Um dia levei-te á escola p´la primeira vez, aprendes-te e cresces-te!

Eu já tinha as minhas ideias e opiniões…
Um dia caiste e feriste-te,...
Eu já tinha tantas feridas saradas e escondidas no coração
Um dia apaixonaste-te por uma rapariga e aprendes-te a amar
Eu já te amava desde de o teu nascimento…
Um dia sentaste-te á minha beira, quiseste saber de mim e do meu passado
Olhei p´ra ti e contei-te a minha história, ensinei-te que a vida não é só vitórias, que irias cair mas com força e preserverança irias erguer-te, ensinei-te tudo o que devias saber sobre a vida e chorei,....
Eu já tinha recordado todos os bons momentos…já tinha sofrido ao longo da vida e não queria ver-te sofrer!
Um dia tives-te vontade de sair p´ra te divertir
Eu já tinha passado esses momentos de diversão, mas houve um dia em que tive que optar e decidir.
Um dia chegas-te perto de mim e perguntaste a minha opinião.
Eu já tinha tomado tantas decisões…
Um dia vi-te chorar, agarrado a uma fotografia e a uma carta, nem queria acreditar que estavas a sofrer,...as lágrimas rolavam pelo teu rosto, sempre tentei dar-te o melhor de mim, ensinar-te as lições da vida, os caminhos e encruzilhadas, de forma a evitar-te a dor,...
Não aguentei ver-te chorar e cheguei perto, tentei abraçar-te, não consegui, e chorei contigo naquele instante! 
Olhei o retrato que seguravas e entendi,... era eu que já não estava ali, fui eu que te deixei, perdoa-me filho, falei-te de tudo e esqueci de te dizer que não ficaria a teu lado para sempre.
"A carta que te deixei"
Filho, um dia quando este velho já não estiver aqui, peço-te que me desculpes. Quando eu entornava algo ou já não conseguia sequer abotoar os atacadores dos sapatos, peço-te que me compreendas pois eu já não era o mesmo que fui outrora.
E quando conversavas comigo e eu repetia as mesmas coisas, e tu pacientemente me escutavas,...
Quando eras pequeno para adormeceres cantei-te mil vezes a mesma canção, li vezes sem conta a mesma história, até fechares os olhos e ficava ali a ver-te dormir.
E naquele dia no meio de tanta gente, obrigado filho por não teres tido vergonha de mim, tantas vezes quando eras menino, quantas asneiras fizes-te filho, e eu estive sempre ali a teu lado,...
E quando eu me via um inútil e ignorante perante as novidades tecnológicas que já não conseguia entender, tives-te paciência com este teu velho, que não sabia coisas do presente, mas que ainda se lembrava de tanto do passado!
Lembra-te filho sempre dos momentos que passámos juntos e quanto te ensinei,...para que hoje fosses um homem e entendesses tanto do presente.
E naqueles dias em que estávamos a conversar e eu me esquecia do que estavamos a falar, não te aborreças porque podia até nem ser importante a conversa mas o momento de estar ali contigo.
E quando eu queria mais andar, quando as minhas pernas começaram a falhar por estarem cansadas, deste-me a tua mão para me apoiar como eu te fiz quando deste os primeiros passos.
Quando eu já impotente, já sem caminho para andar, vi-te triste mas deste-me um pouco do teu coração, como te dei o meu quando começaste a viver, da mesma maneira que acompanhei o teu caminho, ajudaste-me a trilhar o meu, agora que o outono da vida chegou até mim e eu preciso de o terminar."
ADEUS FILHO E SÊ FELIZ, estarei sempre contigo quando te lembrares de mim.
PUBLICADO digitalblueradio às 12:06 | LINK DO POST
tags:
QUEM SOU EU
PESQUISAR NO BLOG
 
Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Fevereiro 2010
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
COMENTÁRIOS
31994042009
Perfeito. Me sinto da mesma forma. Parece que desc...
acho que deve ser respeitada... http://www.goiasc...
vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
a discografia tem um ep com o titulo errado, onde ...
Armando Gama fomos contemporâneos no Salvador Corr...
A juventude nos leva a caminhos ruins , e procuram...
A primeira fotografia é da Praça Marquês de Pombal...
Eu gosto de ti Beto adorei cd foi muito bom ele é ...
GANHA MENSALMENTE COMO PRESIDENTE DA COMISSÃO EURO...
MAIS COMENTADOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
subscrever feeds
SAPO Blogs