O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS

O  Dia dos Namorados celebra o amor, a paixão entre amantes e a partilha de sentimentos. Todos os anos, no dia 14 de Fevereiro, ocorre a azáfama da troca de chocolates, envio de postais e de oferta de flores. 
Muitos casais planeiam jantares românticos, noites especiais e fazem planos para surpreender e agradar à sua «cara-metade». Há também quem escolha este dia para se declarar à pessoa amada e também quem avance com pedidos de casamento, embebido pelo espírito do dia.

O Dia dos Namorados é celebrado naquele que até 1969, era o Dia de São Valentim. No entanto a Igreja Católica decidiu não celebrar os santos cujas origens não são claras. Isto porque até nós chegaram relatos de pelo menos dois Valentim, santos martirizados, directamente relacionados com o dia 14 de Fevereiro.

As raízes deste dia remontam à Roma Antiga e à Lupercália, festa em homenagem a Juno, deusa associada à fertilidade e ao casamento. O festival consistia numa lotaria, onde os rapazes tiravam à sorte de uma caixa, o nome da rapariga que viria a ser a sua companheira durante a duração das festividades. A celebração decorreu durante cerca de 800 anos, em Fevereiro, até que em 496 d.c., o Papa Gelásio I decidiu instituir o dia 14 como o dia de São Valentim, para que a a celebração cristã absorvesse o paganismo da data. 

A dúvida persiste no entanto, em saber a qual dos santos se refere este dia. Muitos acreditam tratar-se de um padre que desafiou as ordens do imperador romano Claudio II. A lenda diz que o imperador proibiu os casamentos com o argumento de que os rapazes solteiros e sem laços familiares, eram melhores soldados. Valentim terá ignorado as ordens e continuado a fazer casamentos em segredo a jovens que o procuravam. Segundo a lenda, Valentim foi preso e executado no dia 14 de Fevereiro, por volta do ano 270 d.c.

Outra lenda diz que um outro padre católico se recusou a converter-se à religião de Claudio II, e este mandou prendê-lo. Na prisão, Valentim apaixonou-se pela filha do carcereiro que o visitava regularmente, a quem terá deixado um bilhete assinando: «Do teu valentim» antes de ser executado, também em meados do século III..

Quando se fala de amor é inevitável falar do Cupido. Este ser alado de aparência infantil, com asas e lançando flechas directas aos corações dos transeuntes, para que se apaixonem perdidamente, é imprescindível na festa do Dia dos Namorados.

A sua história remonta à Antiguidade Clássica e às mitologias Grega e Romana. Para os gregos, o seu nome é Eros, o jovem filho de Ares, o deus da guerra, e de Afrodite, a deusa do amor e da beleza. É descrito como «o mais belo dos deuses» por despertar o amor nos mortais, com o seu arco e flechas.

Na Roma Antiga por seu lado, era conhecido como Cupido. Os romanos acreditavam que Cupido era filho de Vénus, a deusa da beleza e do amor, e do mensageiro alado dos deuses, Mercúrio.

Diz a lenda que Cupido teve um grande amor, Psyché, e que se dedicou a unir os corações , por ele próprio ter tido grandes dificuldades em consumá-lo com a sua bela mortal. Por ciúme da beleza de Psyché, Vénus ordenou a Cupido que fizesse com que a jovem se apaixonasse por um monstro feio. Em vez disso, Cupido enamorou-se de Psyché e colocou-a num palácio, onde a visitava regularmente, apenas com uma condição: por ser mortal, a jovem não podia olhar para Cupido. Também num ataque de ciúmes, as irmão de Psyché convenceram-na a olhar para ele, e esta, curiosa, fê-lo enquanto Cupido dormia. Mas acordado por uma gota de óleo da lâmpada que caiu no corpo da jovem, ele acordou e castigou-a por o ter desrespeitado. Sem palácio e sem amante, Psyché procurou Cupido por toda a parte mas só encontrou o templo de Vénus, onde a deusa lhe deu várias tarefas, na promessa de a unir com Cupido. Psyché cumpriu-as todas com a excepção de uma: numa caixa dada por Vénus, ela deveria guardar alguma da beleza de Perséphone (mulher de Plutão), que se encontrava no mundo dos mortos. Depois de vários conselhos para não realizar a tarefa e não abrir a caixa, Psyché abriu-a e em vez de entrar a beleza de Perséphone, saiu um sono profundo e mortal que encobriu a jovem. Quando descobriu o que a sua mãe havia feito, Cupido foi atrás de Psyché, fez uso dos seus poderes e recolocou o «sono mortal» na caixa, trazendo a sua amada de volta à vida, e a quem perdoou.

Comovidos pelas acções e perseverança da jovem, os deuses fizeram dela também uma deusa, para que pudesse passar a eternidade junto do seu amor, Cupido.

Á semelhança de grande parte dos mitos e lendas que chegam até nós, também esta está carregada de simbolismo. Psyché em grego significa borboleta, e a cruzada pela qual a jovem é forçada a passar até se tornar na mais bonita das deusas, representa o percurso da pequena lagarta até se tornar numa borboleta. Em muitas pinturas, Psyché é retratada com grandes asas de borboleta, ao lado de Cupido.

A palavra psyché é também associada à alma. Aqui, o desabrochar da borboleta está ligado à libertação da alma do seu corpo terreno. 

Muitas são as histórias, muitas as lendas e muitas as tradições.
Conta a história que Henrique VIII, com tantas esposas e amantes era o Rei ideal para estabelecer oficialmente este dia.
Juras de amor, troca de prendas, postais e cartões simbolizando o amor, declarações, poemas, este dia conta a história sem história da vida de cada um.
 Os jardins já foram em tempos o lugar onde se faziam as juras de amor, o entrelaçar dos dedos, o encontro de olhares, á vontade ou timidamente, com esperança ou sem ela, aberta ou secretamente, este dia têm os seus mistérios. As bocas gulosas enchem-se de doces, roupas catitas, perfume, apertam-se mais os biblôs para recolher mais uma prenda, os lacinhos, os peluches, tudo á conta de s. Valentim, patrono do dia dos namorados.
Para a vida inteira ou por um dia que importa afinal? Haja amor, cumpra-se o calendário e amanhã se verá.
 Nesta altura é ver os anuncios televisivos, as montras engalanadas, o deslizar suave dos casais pelos jardins e ruas,  promessa de amor eterno, sonhos, esperanças, sorrisos, pontos de encontro, no entanto o amor parece ser levado pouco a sério nos nossos dias.
Também eu tenho um amor, ou melhor vários amores na minha vida, os amigos, a familia, os meus filhos, no entanto no que ao amor diz respeito eu sou um amante á moda antiga.
Namorar devia ser todos os dias e é esse namoro renovado dia-a-dia que mantêm firme a vida em comum, embora a maior parte das pessoas pense que o tempo do namoro acaba quando o casamento começa. 
 Muitas vezes depois de mais um dia de trabalho, cansados, o que fazemos? Que atenção damos á nossa cara-metade, aos nossos filhos e familia? Todos sabemos que é dificil distanciar o dia-a-dia, o stress, da nossa vida familiar mas é preciso tentar, em prejuizo de deixar-mos arrefecer a nossa relação e tornarmo-nos distantes de quem gosta de nós. 
É necessário por vezes reinventar o amor, voltar a acender a chama da paixão, preparar uma saida romantica a dois, um jantar especial, e por vezes no dia-a-dia sem que seja necessária uma data especifica lembre-se de oferecer uma flor, um presente,...!
 Um sorriso, um toque, um beijo, um momento especial a dois, uma palavra.
É importante fugir da rotina,...é certo que para muitos de nós os cabelos já branquearam, as nossas vidas caminham para o Outono, mas o amor que sentimos dentro de nós por quem nos acompanha ao longo da vida não pode ficar para segundo plano, é preciso continuarmos o nosso namoro dia-a-dia, cada um inventando um novo motivo para surpreender, as mais pequenas coisas são importantes. 

PUBLICADO digitalblueradio às 21:09 | LINK DO POST

O  Dia dos Namorados celebra o amor, a paixão entre amantes e a partilha de sentimentos. Todos os anos, no dia 14 de Fevereiro, ocorre a azáfama da troca de chocolates, envio de postais e de oferta de flores. 
Muitos casais planeiam jantares românticos, noites especiais e fazem planos para surpreender e agradar à sua «cara-metade». Há também quem escolha este dia para se declarar à pessoa amada e também quem avance com pedidos de casamento, embebido pelo espírito do dia.

O Dia dos Namorados é celebrado naquele que até 1969, era o Dia de São Valentim. No entanto a Igreja Católica decidiu não celebrar os santos cujas origens não são claras. Isto porque até nós chegaram relatos de pelo menos dois Valentim, santos martirizados, directamente relacionados com o dia 14 de Fevereiro.

As raízes deste dia remontam à Roma Antiga e à Lupercália, festa em homenagem a Juno, deusa associada à fertilidade e ao casamento. O festival consistia numa lotaria, onde os rapazes tiravam à sorte de uma caixa, o nome da rapariga que viria a ser a sua companheira durante a duração das festividades. A celebração decorreu durante cerca de 800 anos, em Fevereiro, até que em 496 d.c., o Papa Gelásio I decidiu instituir o dia 14 como o dia de São Valentim, para que a a celebração cristã absorvesse o paganismo da data. 

A dúvida persiste no entanto, em saber a qual dos santos se refere este dia. Muitos acreditam tratar-se de um padre que desafiou as ordens do imperador romano Claudio II. A lenda diz que o imperador proibiu os casamentos com o argumento de que os rapazes solteiros e sem laços familiares, eram melhores soldados. Valentim terá ignorado as ordens e continuado a fazer casamentos em segredo a jovens que o procuravam. Segundo a lenda, Valentim foi preso e executado no dia 14 de Fevereiro, por volta do ano 270 d.c.

Outra lenda diz que um outro padre católico se recusou a converter-se à religião de Claudio II, e este mandou prendê-lo. Na prisão, Valentim apaixonou-se pela filha do carcereiro que o visitava regularmente, a quem terá deixado um bilhete assinando: «Do teu valentim» antes de ser executado, também em meados do século III..

Quando se fala de amor é inevitável falar do Cupido. Este ser alado de aparência infantil, com asas e lançando flechas directas aos corações dos transeuntes, para que se apaixonem perdidamente, é imprescindível na festa do Dia dos Namorados.

A sua história remonta à Antiguidade Clássica e às mitologias Grega e Romana. Para os gregos, o seu nome é Eros, o jovem filho de Ares, o deus da guerra, e de Afrodite, a deusa do amor e da beleza. É descrito como «o mais belo dos deuses» por despertar o amor nos mortais, com o seu arco e flechas.

Na Roma Antiga por seu lado, era conhecido como Cupido. Os romanos acreditavam que Cupido era filho de Vénus, a deusa da beleza e do amor, e do mensageiro alado dos deuses, Mercúrio.

Diz a lenda que Cupido teve um grande amor, Psyché, e que se dedicou a unir os corações , por ele próprio ter tido grandes dificuldades em consumá-lo com a sua bela mortal. Por ciúme da beleza de Psyché, Vénus ordenou a Cupido que fizesse com que a jovem se apaixonasse por um monstro feio. Em vez disso, Cupido enamorou-se de Psyché e colocou-a num palácio, onde a visitava regularmente, apenas com uma condição: por ser mortal, a jovem não podia olhar para Cupido. Também num ataque de ciúmes, as irmão de Psyché convenceram-na a olhar para ele, e esta, curiosa, fê-lo enquanto Cupido dormia. Mas acordado por uma gota de óleo da lâmpada que caiu no corpo da jovem, ele acordou e castigou-a por o ter desrespeitado. Sem palácio e sem amante, Psyché procurou Cupido por toda a parte mas só encontrou o templo de Vénus, onde a deusa lhe deu várias tarefas, na promessa de a unir com Cupido. Psyché cumpriu-as todas com a excepção de uma: numa caixa dada por Vénus, ela deveria guardar alguma da beleza de Perséphone (mulher de Plutão), que se encontrava no mundo dos mortos. Depois de vários conselhos para não realizar a tarefa e não abrir a caixa, Psyché abriu-a e em vez de entrar a beleza de Perséphone, saiu um sono profundo e mortal que encobriu a jovem. Quando descobriu o que a sua mãe havia feito, Cupido foi atrás de Psyché, fez uso dos seus poderes e recolocou o «sono mortal» na caixa, trazendo a sua amada de volta à vida, e a quem perdoou.

Comovidos pelas acções e perseverança da jovem, os deuses fizeram dela também uma deusa, para que pudesse passar a eternidade junto do seu amor, Cupido.

Á semelhança de grande parte dos mitos e lendas que chegam até nós, também esta está carregada de simbolismo. Psyché em grego significa borboleta, e a cruzada pela qual a jovem é forçada a passar até se tornar na mais bonita das deusas, representa o percurso da pequena lagarta até se tornar numa borboleta. Em muitas pinturas, Psyché é retratada com grandes asas de borboleta, ao lado de Cupido.

A palavra psyché é também associada à alma. Aqui, o desabrochar da borboleta está ligado à libertação da alma do seu corpo terreno. 

Muitas são as histórias, muitas as lendas e muitas as tradições.
Conta a história que Henrique VIII, com tantas esposas e amantes era o Rei ideal para estabelecer oficialmente este dia.
Juras de amor, troca de prendas, postais e cartões simbolizando o amor, declarações, poemas, este dia conta a história sem história da vida de cada um.
 Os jardins já foram em tempos o lugar onde se faziam as juras de amor, o entrelaçar dos dedos, o encontro de olhares, á vontade ou timidamente, com esperança ou sem ela, aberta ou secretamente, este dia têm os seus mistérios. As bocas gulosas enchem-se de doces, roupas catitas, perfume, apertam-se mais os biblôs para recolher mais uma prenda, os lacinhos, os peluches, tudo á conta de s. Valentim, patrono do dia dos namorados.
Para a vida inteira ou por um dia que importa afinal? Haja amor, cumpra-se o calendário e amanhã se verá.
 Nesta altura é ver os anuncios televisivos, as montras engalanadas, o deslizar suave dos casais pelos jardins e ruas,  promessa de amor eterno, sonhos, esperanças, sorrisos, pontos de encontro, no entanto o amor parece ser levado pouco a sério nos nossos dias.
Também eu tenho um amor, ou melhor vários amores na minha vida, os amigos, a familia, os meus filhos, no entanto no que ao amor diz respeito eu sou um amante á moda antiga.
Namorar devia ser todos os dias e é esse namoro renovado dia-a-dia que mantêm firme a vida em comum, embora a maior parte das pessoas pense que o tempo do namoro acaba quando o casamento começa. 
 Muitas vezes depois de mais um dia de trabalho, cansados, o que fazemos? Que atenção damos á nossa cara-metade, aos nossos filhos e familia? Todos sabemos que é dificil distanciar o dia-a-dia, o stress, da nossa vida familiar mas é preciso tentar, em prejuizo de deixar-mos arrefecer a nossa relação e tornarmo-nos distantes de quem gosta de nós. 
É necessário por vezes reinventar o amor, voltar a acender a chama da paixão, preparar uma saida romantica a dois, um jantar especial, e por vezes no dia-a-dia sem que seja necessária uma data especifica lembre-se de oferecer uma flor, um presente,...!
 Um sorriso, um toque, um beijo, um momento especial a dois, uma palavra.
É importante fugir da rotina,...é certo que para muitos de nós os cabelos já branquearam, as nossas vidas caminham para o Outono, mas o amor que sentimos dentro de nós por quem nos acompanha ao longo da vida não pode ficar para segundo plano, é preciso continuarmos o nosso namoro dia-a-dia, cada um inventando um novo motivo para surpreender, as mais pequenas coisas são importantes. 

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O  Dia dos Namorados celebra o amor, a paixão entre amantes e a partilha de sentimentos. Todos os anos, no dia 14 de Fevereiro, ocorre a azáfama da troca de chocolates, envio de postais e de oferta de flores. 
Muitos casais planeiam jantares românticos, noites especiais e fazem planos para surpreender e agradar à sua «cara-metade». Há também quem escolha este dia para se declarar à pessoa amada e também quem avance com pedidos de casamento, embebido pelo espírito do dia.

O Dia dos Namorados é celebrado naquele que até 1969, era o Dia de São Valentim. No entanto a Igreja Católica decidiu não celebrar os santos cujas origens não são claras. Isto porque até nós chegaram relatos de pelo menos dois Valentim, santos martirizados, directamente relacionados com o dia 14 de Fevereiro.

As raízes deste dia remontam à Roma Antiga e à Lupercália, festa em homenagem a Juno, deusa associada à fertilidade e ao casamento. O festival consistia numa lotaria, onde os rapazes tiravam à sorte de uma caixa, o nome da rapariga que viria a ser a sua companheira durante a duração das festividades. A celebração decorreu durante cerca de 800 anos, em Fevereiro, até que em 496 d.c., o Papa Gelásio I decidiu instituir o dia 14 como o dia de São Valentim, para que a a celebração cristã absorvesse o paganismo da data. 

A dúvida persiste no entanto, em saber a qual dos santos se refere este dia. Muitos acreditam tratar-se de um padre que desafiou as ordens do imperador romano Claudio II. A lenda diz que o imperador proibiu os casamentos com o argumento de que os rapazes solteiros e sem laços familiares, eram melhores soldados. Valentim terá ignorado as ordens e continuado a fazer casamentos em segredo a jovens que o procuravam. Segundo a lenda, Valentim foi preso e executado no dia 14 de Fevereiro, por volta do ano 270 d.c.

Outra lenda diz que um outro padre católico se recusou a converter-se à religião de Claudio II, e este mandou prendê-lo. Na prisão, Valentim apaixonou-se pela filha do carcereiro que o visitava regularmente, a quem terá deixado um bilhete assinando: «Do teu valentim» antes de ser executado, também em meados do século III..

Quando se fala de amor é inevitável falar do Cupido. Este ser alado de aparência infantil, com asas e lançando flechas directas aos corações dos transeuntes, para que se apaixonem perdidamente, é imprescindível na festa do Dia dos Namorados.

A sua história remonta à Antiguidade Clássica e às mitologias Grega e Romana. Para os gregos, o seu nome é Eros, o jovem filho de Ares, o deus da guerra, e de Afrodite, a deusa do amor e da beleza. É descrito como «o mais belo dos deuses» por despertar o amor nos mortais, com o seu arco e flechas.

Na Roma Antiga por seu lado, era conhecido como Cupido. Os romanos acreditavam que Cupido era filho de Vénus, a deusa da beleza e do amor, e do mensageiro alado dos deuses, Mercúrio.

Diz a lenda que Cupido teve um grande amor, Psyché, e que se dedicou a unir os corações , por ele próprio ter tido grandes dificuldades em consumá-lo com a sua bela mortal. Por ciúme da beleza de Psyché, Vénus ordenou a Cupido que fizesse com que a jovem se apaixonasse por um monstro feio. Em vez disso, Cupido enamorou-se de Psyché e colocou-a num palácio, onde a visitava regularmente, apenas com uma condição: por ser mortal, a jovem não podia olhar para Cupido. Também num ataque de ciúmes, as irmão de Psyché convenceram-na a olhar para ele, e esta, curiosa, fê-lo enquanto Cupido dormia. Mas acordado por uma gota de óleo da lâmpada que caiu no corpo da jovem, ele acordou e castigou-a por o ter desrespeitado. Sem palácio e sem amante, Psyché procurou Cupido por toda a parte mas só encontrou o templo de Vénus, onde a deusa lhe deu várias tarefas, na promessa de a unir com Cupido. Psyché cumpriu-as todas com a excepção de uma: numa caixa dada por Vénus, ela deveria guardar alguma da beleza de Perséphone (mulher de Plutão), que se encontrava no mundo dos mortos. Depois de vários conselhos para não realizar a tarefa e não abrir a caixa, Psyché abriu-a e em vez de entrar a beleza de Perséphone, saiu um sono profundo e mortal que encobriu a jovem. Quando descobriu o que a sua mãe havia feito, Cupido foi atrás de Psyché, fez uso dos seus poderes e recolocou o «sono mortal» na caixa, trazendo a sua amada de volta à vida, e a quem perdoou.

Comovidos pelas acções e perseverança da jovem, os deuses fizeram dela também uma deusa, para que pudesse passar a eternidade junto do seu amor, Cupido.

Á semelhança de grande parte dos mitos e lendas que chegam até nós, também esta está carregada de simbolismo. Psyché em grego significa borboleta, e a cruzada pela qual a jovem é forçada a passar até se tornar na mais bonita das deusas, representa o percurso da pequena lagarta até se tornar numa borboleta. Em muitas pinturas, Psyché é retratada com grandes asas de borboleta, ao lado de Cupido.

A palavra psyché é também associada à alma. Aqui, o desabrochar da borboleta está ligado à libertação da alma do seu corpo terreno. 

Muitas são as histórias, muitas as lendas e muitas as tradições.
Conta a história que Henrique VIII, com tantas esposas e amantes era o Rei ideal para estabelecer oficialmente este dia.
Juras de amor, troca de prendas, postais e cartões simbolizando o amor, declarações, poemas, este dia conta a história sem história da vida de cada um.
 Os jardins já foram em tempos o lugar onde se faziam as juras de amor, o entrelaçar dos dedos, o encontro de olhares, á vontade ou timidamente, com esperança ou sem ela, aberta ou secretamente, este dia têm os seus mistérios. As bocas gulosas enchem-se de doces, roupas catitas, perfume, apertam-se mais os biblôs para recolher mais uma prenda, os lacinhos, os peluches, tudo á conta de s. Valentim, patrono do dia dos namorados.
Para a vida inteira ou por um dia que importa afinal? Haja amor, cumpra-se o calendário e amanhã se verá.
 Nesta altura é ver os anuncios televisivos, as montras engalanadas, o deslizar suave dos casais pelos jardins e ruas,  promessa de amor eterno, sonhos, esperanças, sorrisos, pontos de encontro, no entanto o amor parece ser levado pouco a sério nos nossos dias.
Também eu tenho um amor, ou melhor vários amores na minha vida, os amigos, a familia, os meus filhos, no entanto no que ao amor diz respeito eu sou um amante á moda antiga.
Namorar devia ser todos os dias e é esse namoro renovado dia-a-dia que mantêm firme a vida em comum, embora a maior parte das pessoas pense que o tempo do namoro acaba quando o casamento começa. 
 Muitas vezes depois de mais um dia de trabalho, cansados, o que fazemos? Que atenção damos á nossa cara-metade, aos nossos filhos e familia? Todos sabemos que é dificil distanciar o dia-a-dia, o stress, da nossa vida familiar mas é preciso tentar, em prejuizo de deixar-mos arrefecer a nossa relação e tornarmo-nos distantes de quem gosta de nós. 
É necessário por vezes reinventar o amor, voltar a acender a chama da paixão, preparar uma saida romantica a dois, um jantar especial, e por vezes no dia-a-dia sem que seja necessária uma data especifica lembre-se de oferecer uma flor, um presente,...!
 Um sorriso, um toque, um beijo, um momento especial a dois, uma palavra.
É importante fugir da rotina,...é certo que para muitos de nós os cabelos já branquearam, as nossas vidas caminham para o Outono, mas o amor que sentimos dentro de nós por quem nos acompanha ao longo da vida não pode ficar para segundo plano, é preciso continuarmos o nosso namoro dia-a-dia, cada um inventando um novo motivo para surpreender, as mais pequenas coisas são importantes. 

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Os "Madredeus" combinam influências da música tradicional portuguesa com a música erudita e com a música popular contemporânea. Os elementos fundadores do grupo foram: Pedro Ayres Magalhães, Rodrigo Leão, Francisco Ribeiro(falecido em Setembro de 2010), Gabriel Gomes e Teresa Salgueiro.
Pedro Ayres Magalhães e Rodrigo Leão formaram o grupo em 1985, Francisco Ribeiro e Gabriel Gomes juntaram-se a eles em 1986. Na sua busca por uma vocalista, descobriram Teresa Salgueiro numa casa nocturna de Lisboa, quando cantava fado numa reunião informal de amigos. Teresa foi convidada para uma audição e aí surgia o grupo, que ainda não tinha nome. Em 1987, o local de trabalho do grupo, o "Teatro Ibérico" (antiga igreja do Convento das Xabregas, num bairro de Lisboa chamado Madredeus) serviu de estúdio de gravação para mais de quinze temas reunidos à época num LP duplo, depois convertido para o formato de CD. Chamaram-no de "Os dias da Madredeus" e daí viria o nome do grupo. O carácter inovador do álbum fez com que os Madredeus se tornasse um fenómeno instantâneo de popularidade.
Em 1990 foi editado o segundo disco dos Madredeus, "Existir", que teve na canção "O Pastor" um grande sucesso. Seguiu-se um disco gravado ao vivo em Lisboa, no qual o grupo interpretava canções dos dois primeiros discos e incluía novos temas, um dos quais "Mudar de Vida" com a participação dos guitarristas Carlos Paredes e Luísa Amaro. Em 1994 a banda lança "O Espírito da Paz", durante as sessões de gravação de "O Espírito da Paz", que decorreram em Inglaterra, os Madredeus gravaram outro disco, que seria editado em 1995. Wim Wenders, impressionado com a música do grupo, tinha-os convidado para musicarem um filme sobre Lisboa, chamado "Lisbon Story"(Viagem a Lisboa), do qual o grupo foi protagonista. 
Em 1995, incorporam-se nos "Madredeus" os músicos Carlos Maria Trindade, para o lugar de Rodrigo Leão, e José Peixoto. Em 1996, Francisco Ribeiro e Gabriel Gomes deixam o grupo e em 1997, os "Madredeus" gravaram o primeiro álbum com a nova formação, intitulado "O Paraíso". No mesmo ano ingressa no grupo Fernando Júdice.

Em 1998, o grupo foi convidado a ser a atracção do concerto de abertura da Expo'98 em Lisboa, ocasião na qual se apresentaram ao lado do tenor espanhol José Carreras. O ano de 2000 marcou o lançamento do álbum "Antologia", com canções de toda a discografia do grupo até então e mais duas canções inéditas: "Oxalá" e "As Brumas do Futuro", tema do filme de estreia da actriz Maria de Medeiros como directora, "Capitães de Abril", sobre a Revolução dos Cravos.
Em 2001, o grupo lança "Movimento", o segundo álbum de estúdio com a nova formação, e depois deste alguns álbuns experimentais: "Electrónico" e "Euforia", um álbum duplo com canções gravadas ao vivo pelo grupo com a "Vlaams Symfonisch Radio-orkest", Orquestra Sinfónica da Rádio Flamenga, da Bélgica.
Em 2004, os Madredeus entram em estúdio e de lá saíram canções suficientes para dois álbuns: "Um Amor Infinito" e "Faluas do Tejo". O ano de 2007 foi um ano sabático para o Madredeus, os seus integrantes desenvolveram projectos paralelos ao trabalho da banda, como Teresa Salgueiro, que lançou dois álbuns produzidos por Pedro Ayres Magalhães, e a dupla José Peixoto e Fernando Júdice, que criaram o grupo "Sal" unindo-se à voz de Ana Sofia Varela. Mas este ano viria a estar marcado pelo anúncio da saída de Teresa Salgueiro a voz emblemática dos Madredeus.
Em 2008, os Madredeus lançam um novo álbum, "Metafonia". Após a saída de Teresa Salgueiro, a banda cria um novo ensemble ao qual chamaram "A Banda Cósmica", formada pelas cantoras Rita Damásio e Mariana Abrunheiro, Ana Isabel Dias, Ruca Rebordão, Sérgio Zurawski, Gustavo Roriz, Babi Bergamini e Jorge Varrecoso como convidado sendo este mais tarde substituído por António Barbosa. Da última formação, apenas se mantiveram Pedro Ayres de Magalhães e Carlos Maria Trindade. O grupo lançou em 2009 o segundo álbum, "A Nova Aurora". Em 2010 é lançado "Castelos na Areia" e é anunciado o fim do ciclo dos Madredeus iniciado com a Banda Cósmica.
Discografia
Álbuns de estúdio
Os Dias da MadreDeus, 1987
Existir, 1990
O Espírito da Paz, 1994
Ainda, 1995
     (banda sonora do filme Lisbon Story)
O Paraíso, 1997
Movimento, 2001
Um Amor Infinito, 2004
Faluas do Tejo, 2005
Madredeus e A Banda Cósmica
Metafonia (2008)
A Nova Aurora (2009)
Castelos na Areia (2010)
Ao vivo
Lisboa (1992, gravado no Coliseu dos Recreios em Lisboa)
O Porto (1998, gravado no Coliseu do Porto)
Euforia (2002, com a participação da Flemish Radio Orchestra)
PUBLICADO digitalblueradio às 12:53 | LINK DO POST
Os "Madredeus" combinam influências da música tradicional portuguesa com a música erudita e com a música popular contemporânea. Os elementos fundadores do grupo foram: Pedro Ayres Magalhães, Rodrigo Leão, Francisco Ribeiro(falecido em Setembro de 2010), Gabriel Gomes e Teresa Salgueiro.
Pedro Ayres Magalhães e Rodrigo Leão formaram o grupo em 1985, Francisco Ribeiro e Gabriel Gomes juntaram-se a eles em 1986. Na sua busca por uma vocalista, descobriram Teresa Salgueiro numa casa nocturna de Lisboa, quando cantava fado numa reunião informal de amigos. Teresa foi convidada para uma audição e aí surgia o grupo, que ainda não tinha nome. Em 1987, o local de trabalho do grupo, o "Teatro Ibérico" (antiga igreja do Convento das Xabregas, num bairro de Lisboa chamado Madredeus) serviu de estúdio de gravação para mais de quinze temas reunidos à época num LP duplo, depois convertido para o formato de CD. Chamaram-no de "Os dias da Madredeus" e daí viria o nome do grupo. O carácter inovador do álbum fez com que os Madredeus se tornasse um fenómeno instantâneo de popularidade.
Em 1990 foi editado o segundo disco dos Madredeus, "Existir", que teve na canção "O Pastor" um grande sucesso. Seguiu-se um disco gravado ao vivo em Lisboa, no qual o grupo interpretava canções dos dois primeiros discos e incluía novos temas, um dos quais "Mudar de Vida" com a participação dos guitarristas Carlos Paredes e Luísa Amaro. Em 1994 a banda lança "O Espírito da Paz", durante as sessões de gravação de "O Espírito da Paz", que decorreram em Inglaterra, os Madredeus gravaram outro disco, que seria editado em 1995. Wim Wenders, impressionado com a música do grupo, tinha-os convidado para musicarem um filme sobre Lisboa, chamado "Lisbon Story"(Viagem a Lisboa), do qual o grupo foi protagonista. 
Em 1995, incorporam-se nos "Madredeus" os músicos Carlos Maria Trindade, para o lugar de Rodrigo Leão, e José Peixoto. Em 1996, Francisco Ribeiro e Gabriel Gomes deixam o grupo e em 1997, os "Madredeus" gravaram o primeiro álbum com a nova formação, intitulado "O Paraíso". No mesmo ano ingressa no grupo Fernando Júdice.

Em 1998, o grupo foi convidado a ser a atracção do concerto de abertura da Expo'98 em Lisboa, ocasião na qual se apresentaram ao lado do tenor espanhol José Carreras. O ano de 2000 marcou o lançamento do álbum "Antologia", com canções de toda a discografia do grupo até então e mais duas canções inéditas: "Oxalá" e "As Brumas do Futuro", tema do filme de estreia da actriz Maria de Medeiros como directora, "Capitães de Abril", sobre a Revolução dos Cravos.
Em 2001, o grupo lança "Movimento", o segundo álbum de estúdio com a nova formação, e depois deste alguns álbuns experimentais: "Electrónico" e "Euforia", um álbum duplo com canções gravadas ao vivo pelo grupo com a "Vlaams Symfonisch Radio-orkest", Orquestra Sinfónica da Rádio Flamenga, da Bélgica.
Em 2004, os Madredeus entram em estúdio e de lá saíram canções suficientes para dois álbuns: "Um Amor Infinito" e "Faluas do Tejo". O ano de 2007 foi um ano sabático para o Madredeus, os seus integrantes desenvolveram projectos paralelos ao trabalho da banda, como Teresa Salgueiro, que lançou dois álbuns produzidos por Pedro Ayres Magalhães, e a dupla José Peixoto e Fernando Júdice, que criaram o grupo "Sal" unindo-se à voz de Ana Sofia Varela. Mas este ano viria a estar marcado pelo anúncio da saída de Teresa Salgueiro a voz emblemática dos Madredeus.
Em 2008, os Madredeus lançam um novo álbum, "Metafonia". Após a saída de Teresa Salgueiro, a banda cria um novo ensemble ao qual chamaram "A Banda Cósmica", formada pelas cantoras Rita Damásio e Mariana Abrunheiro, Ana Isabel Dias, Ruca Rebordão, Sérgio Zurawski, Gustavo Roriz, Babi Bergamini e Jorge Varrecoso como convidado sendo este mais tarde substituído por António Barbosa. Da última formação, apenas se mantiveram Pedro Ayres de Magalhães e Carlos Maria Trindade. O grupo lançou em 2009 o segundo álbum, "A Nova Aurora". Em 2010 é lançado "Castelos na Areia" e é anunciado o fim do ciclo dos Madredeus iniciado com a Banda Cósmica.
Discografia
Álbuns de estúdio
Os Dias da MadreDeus, 1987
Existir, 1990
O Espírito da Paz, 1994
Ainda, 1995
     (banda sonora do filme Lisbon Story)
O Paraíso, 1997
Movimento, 2001
Um Amor Infinito, 2004
Faluas do Tejo, 2005
Madredeus e A Banda Cósmica
Metafonia (2008)
A Nova Aurora (2009)
Castelos na Areia (2010)
Ao vivo
Lisboa (1992, gravado no Coliseu dos Recreios em Lisboa)
O Porto (1998, gravado no Coliseu do Porto)
Euforia (2002, com a participação da Flemish Radio Orchestra)
PUBLICADO digitalblueradio às 12:53 | LINK DO POST
Os "Madredeus" combinam influências da música tradicional portuguesa com a música erudita e com a música popular contemporânea. Os elementos fundadores do grupo foram: Pedro Ayres Magalhães, Rodrigo Leão, Francisco Ribeiro(falecido em Setembro de 2010), Gabriel Gomes e Teresa Salgueiro.
Pedro Ayres Magalhães e Rodrigo Leão formaram o grupo em 1985, Francisco Ribeiro e Gabriel Gomes juntaram-se a eles em 1986. Na sua busca por uma vocalista, descobriram Teresa Salgueiro numa casa nocturna de Lisboa, quando cantava fado numa reunião informal de amigos. Teresa foi convidada para uma audição e aí surgia o grupo, que ainda não tinha nome. Em 1987, o local de trabalho do grupo, o "Teatro Ibérico" (antiga igreja do Convento das Xabregas, num bairro de Lisboa chamado Madredeus) serviu de estúdio de gravação para mais de quinze temas reunidos à época num LP duplo, depois convertido para o formato de CD. Chamaram-no de "Os dias da Madredeus" e daí viria o nome do grupo. O carácter inovador do álbum fez com que os Madredeus se tornasse um fenómeno instantâneo de popularidade.
Em 1990 foi editado o segundo disco dos Madredeus, "Existir", que teve na canção "O Pastor" um grande sucesso. Seguiu-se um disco gravado ao vivo em Lisboa, no qual o grupo interpretava canções dos dois primeiros discos e incluía novos temas, um dos quais "Mudar de Vida" com a participação dos guitarristas Carlos Paredes e Luísa Amaro. Em 1994 a banda lança "O Espírito da Paz", durante as sessões de gravação de "O Espírito da Paz", que decorreram em Inglaterra, os Madredeus gravaram outro disco, que seria editado em 1995. Wim Wenders, impressionado com a música do grupo, tinha-os convidado para musicarem um filme sobre Lisboa, chamado "Lisbon Story"(Viagem a Lisboa), do qual o grupo foi protagonista. 
Em 1995, incorporam-se nos "Madredeus" os músicos Carlos Maria Trindade, para o lugar de Rodrigo Leão, e José Peixoto. Em 1996, Francisco Ribeiro e Gabriel Gomes deixam o grupo e em 1997, os "Madredeus" gravaram o primeiro álbum com a nova formação, intitulado "O Paraíso". No mesmo ano ingressa no grupo Fernando Júdice.

Em 1998, o grupo foi convidado a ser a atracção do concerto de abertura da Expo'98 em Lisboa, ocasião na qual se apresentaram ao lado do tenor espanhol José Carreras. O ano de 2000 marcou o lançamento do álbum "Antologia", com canções de toda a discografia do grupo até então e mais duas canções inéditas: "Oxalá" e "As Brumas do Futuro", tema do filme de estreia da actriz Maria de Medeiros como directora, "Capitães de Abril", sobre a Revolução dos Cravos.
Em 2001, o grupo lança "Movimento", o segundo álbum de estúdio com a nova formação, e depois deste alguns álbuns experimentais: "Electrónico" e "Euforia", um álbum duplo com canções gravadas ao vivo pelo grupo com a "Vlaams Symfonisch Radio-orkest", Orquestra Sinfónica da Rádio Flamenga, da Bélgica.
Em 2004, os Madredeus entram em estúdio e de lá saíram canções suficientes para dois álbuns: "Um Amor Infinito" e "Faluas do Tejo". O ano de 2007 foi um ano sabático para o Madredeus, os seus integrantes desenvolveram projectos paralelos ao trabalho da banda, como Teresa Salgueiro, que lançou dois álbuns produzidos por Pedro Ayres Magalhães, e a dupla José Peixoto e Fernando Júdice, que criaram o grupo "Sal" unindo-se à voz de Ana Sofia Varela. Mas este ano viria a estar marcado pelo anúncio da saída de Teresa Salgueiro a voz emblemática dos Madredeus.
Em 2008, os Madredeus lançam um novo álbum, "Metafonia". Após a saída de Teresa Salgueiro, a banda cria um novo ensemble ao qual chamaram "A Banda Cósmica", formada pelas cantoras Rita Damásio e Mariana Abrunheiro, Ana Isabel Dias, Ruca Rebordão, Sérgio Zurawski, Gustavo Roriz, Babi Bergamini e Jorge Varrecoso como convidado sendo este mais tarde substituído por António Barbosa. Da última formação, apenas se mantiveram Pedro Ayres de Magalhães e Carlos Maria Trindade. O grupo lançou em 2009 o segundo álbum, "A Nova Aurora". Em 2010 é lançado "Castelos na Areia" e é anunciado o fim do ciclo dos Madredeus iniciado com a Banda Cósmica.
Discografia
Álbuns de estúdio
Os Dias da MadreDeus, 1987
Existir, 1990
O Espírito da Paz, 1994
Ainda, 1995
     (banda sonora do filme Lisbon Story)
O Paraíso, 1997
Movimento, 2001
Um Amor Infinito, 2004
Faluas do Tejo, 2005
Madredeus e A Banda Cósmica
Metafonia (2008)
A Nova Aurora (2009)
Castelos na Areia (2010)
Ao vivo
Lisboa (1992, gravado no Coliseu dos Recreios em Lisboa)
O Porto (1998, gravado no Coliseu do Porto)
Euforia (2002, com a participação da Flemish Radio Orchestra)
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