O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
 Vila Viçosa é uma bonita Vila Alentejana, sede de concelho, com uma rica história e um património invejável, sendo mesmo conhecida por “princesa do Alentejo”. 

Desde cedo ocupada pelo homem, Vila Viçosa apresenta vestígios arqueológicos desde tempos pré-históricos, tendo sido ocupada pelos romanos e muçulmanos até ser conquistada em 1217, durante o reinado do rei D. Sancho II.
Foi em 1461 que Vila Viçosa viu enriquecido o seu território, ao passar a fazer parte do ducado de Bragança, e em 1502 inicia-se a construção do Paço Ducal de Vila Viçosa, o seu mais emblemático monumento.
 Em 1910, com a Proclamação da República, Vila Viçosa caiu em franca decadência, devido ao objectivo dos republicanos em apagar todos os vestígios da monarquia, conseguindo contudo, já na década de 30, reerguer-se muito devido à exploração de uma das suas maiores riquezas: os Mármores, mas também ao início da indústria turística, abrindo-se o Paço Ducal com esse intuito. 
De facto, Vila Viçosa é conhecida mesmo internacionalmente pela abundância de mármore na região, nomeadamente o rosa, extraído e explorado a partir de mais de 160 pedreiras.

Localizada numa das regiões mais férteis do Sul de Portugal, Vila Viçosa apresenta inúmeros monumentos de grande interesse, destacando-se o Castelo do século XIII, a bonita Igreja Matriz, a Igreja e Convento dos Agostinhos, os Conventos de Santa Cruz, Capuchos, da Esperança ou o renascentista Convento das Chagas, bem como as muitas casas apalaçadas decoradas com o tradicional mármore, e a grande herança manuelina por entre pormenores arquitectónicos da vila.

A oferta museológica é também variada, com destaque para o Museu do Mármore, o dos Coches, o de Arqueologia e o de Arte Sacra, não esquecendo o Museu da Caça, que tanto se adequa a estas paragens, com a sua Tapada Real, o antigo couto de caça dos duques com um perímetro de 18 quilómetros, de grande beleza. 
 Entre as várias personalidades naturais de Vila Viçosa, destaca-se a poetisa Florbela Espanca, precursora do movimento feminista em Portugal, e autora de fabulosas obras de arte, conseguindo levar a glória da Vila mais além.
PUBLICADO digitalblueradio às 15:00 | LINK DO POST
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 Vila Viçosa é uma bonita Vila Alentejana, sede de concelho, com uma rica história e um património invejável, sendo mesmo conhecida por “princesa do Alentejo”. 

Desde cedo ocupada pelo homem, Vila Viçosa apresenta vestígios arqueológicos desde tempos pré-históricos, tendo sido ocupada pelos romanos e muçulmanos até ser conquistada em 1217, durante o reinado do rei D. Sancho II.
Foi em 1461 que Vila Viçosa viu enriquecido o seu território, ao passar a fazer parte do ducado de Bragança, e em 1502 inicia-se a construção do Paço Ducal de Vila Viçosa, o seu mais emblemático monumento.
 Em 1910, com a Proclamação da República, Vila Viçosa caiu em franca decadência, devido ao objectivo dos republicanos em apagar todos os vestígios da monarquia, conseguindo contudo, já na década de 30, reerguer-se muito devido à exploração de uma das suas maiores riquezas: os Mármores, mas também ao início da indústria turística, abrindo-se o Paço Ducal com esse intuito. 
De facto, Vila Viçosa é conhecida mesmo internacionalmente pela abundância de mármore na região, nomeadamente o rosa, extraído e explorado a partir de mais de 160 pedreiras.

Localizada numa das regiões mais férteis do Sul de Portugal, Vila Viçosa apresenta inúmeros monumentos de grande interesse, destacando-se o Castelo do século XIII, a bonita Igreja Matriz, a Igreja e Convento dos Agostinhos, os Conventos de Santa Cruz, Capuchos, da Esperança ou o renascentista Convento das Chagas, bem como as muitas casas apalaçadas decoradas com o tradicional mármore, e a grande herança manuelina por entre pormenores arquitectónicos da vila.

A oferta museológica é também variada, com destaque para o Museu do Mármore, o dos Coches, o de Arqueologia e o de Arte Sacra, não esquecendo o Museu da Caça, que tanto se adequa a estas paragens, com a sua Tapada Real, o antigo couto de caça dos duques com um perímetro de 18 quilómetros, de grande beleza. 
 Entre as várias personalidades naturais de Vila Viçosa, destaca-se a poetisa Florbela Espanca, precursora do movimento feminista em Portugal, e autora de fabulosas obras de arte, conseguindo levar a glória da Vila mais além.
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 Vila Viçosa é uma bonita Vila Alentejana, sede de concelho, com uma rica história e um património invejável, sendo mesmo conhecida por “princesa do Alentejo”. 

Desde cedo ocupada pelo homem, Vila Viçosa apresenta vestígios arqueológicos desde tempos pré-históricos, tendo sido ocupada pelos romanos e muçulmanos até ser conquistada em 1217, durante o reinado do rei D. Sancho II.
Foi em 1461 que Vila Viçosa viu enriquecido o seu território, ao passar a fazer parte do ducado de Bragança, e em 1502 inicia-se a construção do Paço Ducal de Vila Viçosa, o seu mais emblemático monumento.
 Em 1910, com a Proclamação da República, Vila Viçosa caiu em franca decadência, devido ao objectivo dos republicanos em apagar todos os vestígios da monarquia, conseguindo contudo, já na década de 30, reerguer-se muito devido à exploração de uma das suas maiores riquezas: os Mármores, mas também ao início da indústria turística, abrindo-se o Paço Ducal com esse intuito. 
De facto, Vila Viçosa é conhecida mesmo internacionalmente pela abundância de mármore na região, nomeadamente o rosa, extraído e explorado a partir de mais de 160 pedreiras.

Localizada numa das regiões mais férteis do Sul de Portugal, Vila Viçosa apresenta inúmeros monumentos de grande interesse, destacando-se o Castelo do século XIII, a bonita Igreja Matriz, a Igreja e Convento dos Agostinhos, os Conventos de Santa Cruz, Capuchos, da Esperança ou o renascentista Convento das Chagas, bem como as muitas casas apalaçadas decoradas com o tradicional mármore, e a grande herança manuelina por entre pormenores arquitectónicos da vila.

A oferta museológica é também variada, com destaque para o Museu do Mármore, o dos Coches, o de Arqueologia e o de Arte Sacra, não esquecendo o Museu da Caça, que tanto se adequa a estas paragens, com a sua Tapada Real, o antigo couto de caça dos duques com um perímetro de 18 quilómetros, de grande beleza. 
 Entre as várias personalidades naturais de Vila Viçosa, destaca-se a poetisa Florbela Espanca, precursora do movimento feminista em Portugal, e autora de fabulosas obras de arte, conseguindo levar a glória da Vila mais além.
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VAMOS VIAJAR NO TEMPO
1969
O ano da "Desfolhada", a segunda vitória de Simone de Oliveira e de um grande escritor e poeta: Ary dos Santos.
Os 94 pontos foram mais que suficientes para vencer em Portugal, mas na Europa o 15º lugar foi o resultado que se obteve. Simone de Oliveira com o êxito "Desfolhada" em Portugal, tornou-se um ícone desse tempo no panorama do espectáculo. O despique com Madalena Iglésias estava sempre aceso, mas algum tempo depois Simone perdeu a voz e atravessou mesmo um período difícil na sua vida. Já em 1973, Simone regressa, desta vez com Madalena Iglésias afastada da cena musical. Mas o futuro de Simone não passaria apenas pela música. Até hoje, o seu inconformismo e iniciativa levaram-na também ao teatro, à revista, à televisão e mesmo à rádio.
Classificação
01 –  “Desfolhada” Simone de Oliveira
02 –  “Tenho amor para amar” Duo Ouro Negro
03 –  “Sol da manhã” Valério Silva
04 –  “Vento do Norte” Maria da Fé
05 –  “Cantiga” Fernando Tordo
06 –  “Canção para um poeta” Madalena Iglésias
06 –  “Sombra de ninguém” Artur Garcia
08 –  “Os fios da esperança” Daniel
09 –  “Flor bailarina” Lilly Tchiumba
10 –  “Buscando um horizonte” Tereza Paula Brito
Na Europa ganha a França “Un jour, un enfant” Frida Boccara
  Ganha também a Espanha, Salomé
A Holanda, Lenny Kuhr
E o Reino Unido  - Lulu
A edição 14 do Eurofestival tem, em 1969, um acontecimento nada digno de ser relembrado pela organização. A Espanha, Reino Unido, Holanda e França, ficam, ex-aequo, em... 1º lugar! 
Os protestos não tardaram a chegar. Os meses seguintes decorrerem sob grande pressão para resolver e corrigir o sucedido, porque ou se fazia alguma coisa ou era certo que no ano seguinte o facto poderia repetir-se. 
Mas antes mesmo disso muitos foram os países que se retiraram. 
Portugal fê-lo em Setembro.
PUBLICADO digitalblueradio às 13:35 | LINK DO POST
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1969
O ano da "Desfolhada", a segunda vitória de Simone de Oliveira e de um grande escritor e poeta: Ary dos Santos.
Os 94 pontos foram mais que suficientes para vencer em Portugal, mas na Europa o 15º lugar foi o resultado que se obteve. Simone de Oliveira com o êxito "Desfolhada" em Portugal, tornou-se um ícone desse tempo no panorama do espectáculo. O despique com Madalena Iglésias estava sempre aceso, mas algum tempo depois Simone perdeu a voz e atravessou mesmo um período difícil na sua vida. Já em 1973, Simone regressa, desta vez com Madalena Iglésias afastada da cena musical. Mas o futuro de Simone não passaria apenas pela música. Até hoje, o seu inconformismo e iniciativa levaram-na também ao teatro, à revista, à televisão e mesmo à rádio.
Classificação
01 –  “Desfolhada” Simone de Oliveira
02 –  “Tenho amor para amar” Duo Ouro Negro
03 –  “Sol da manhã” Valério Silva
04 –  “Vento do Norte” Maria da Fé
05 –  “Cantiga” Fernando Tordo
06 –  “Canção para um poeta” Madalena Iglésias
06 –  “Sombra de ninguém” Artur Garcia
08 –  “Os fios da esperança” Daniel
09 –  “Flor bailarina” Lilly Tchiumba
10 –  “Buscando um horizonte” Tereza Paula Brito
Na Europa ganha a França “Un jour, un enfant” Frida Boccara
  Ganha também a Espanha, Salomé
A Holanda, Lenny Kuhr
E o Reino Unido  - Lulu
A edição 14 do Eurofestival tem, em 1969, um acontecimento nada digno de ser relembrado pela organização. A Espanha, Reino Unido, Holanda e França, ficam, ex-aequo, em... 1º lugar! 
Os protestos não tardaram a chegar. Os meses seguintes decorrerem sob grande pressão para resolver e corrigir o sucedido, porque ou se fazia alguma coisa ou era certo que no ano seguinte o facto poderia repetir-se. 
Mas antes mesmo disso muitos foram os países que se retiraram. 
Portugal fê-lo em Setembro.
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1969
O ano da "Desfolhada", a segunda vitória de Simone de Oliveira e de um grande escritor e poeta: Ary dos Santos.
Os 94 pontos foram mais que suficientes para vencer em Portugal, mas na Europa o 15º lugar foi o resultado que se obteve. Simone de Oliveira com o êxito "Desfolhada" em Portugal, tornou-se um ícone desse tempo no panorama do espectáculo. O despique com Madalena Iglésias estava sempre aceso, mas algum tempo depois Simone perdeu a voz e atravessou mesmo um período difícil na sua vida. Já em 1973, Simone regressa, desta vez com Madalena Iglésias afastada da cena musical. Mas o futuro de Simone não passaria apenas pela música. Até hoje, o seu inconformismo e iniciativa levaram-na também ao teatro, à revista, à televisão e mesmo à rádio.
Classificação
01 –  “Desfolhada” Simone de Oliveira
02 –  “Tenho amor para amar” Duo Ouro Negro
03 –  “Sol da manhã” Valério Silva
04 –  “Vento do Norte” Maria da Fé
05 –  “Cantiga” Fernando Tordo
06 –  “Canção para um poeta” Madalena Iglésias
06 –  “Sombra de ninguém” Artur Garcia
08 –  “Os fios da esperança” Daniel
09 –  “Flor bailarina” Lilly Tchiumba
10 –  “Buscando um horizonte” Tereza Paula Brito
Na Europa ganha a França “Un jour, un enfant” Frida Boccara
  Ganha também a Espanha, Salomé
A Holanda, Lenny Kuhr
E o Reino Unido  - Lulu
A edição 14 do Eurofestival tem, em 1969, um acontecimento nada digno de ser relembrado pela organização. A Espanha, Reino Unido, Holanda e França, ficam, ex-aequo, em... 1º lugar! 
Os protestos não tardaram a chegar. Os meses seguintes decorrerem sob grande pressão para resolver e corrigir o sucedido, porque ou se fazia alguma coisa ou era certo que no ano seguinte o facto poderia repetir-se. 
Mas antes mesmo disso muitos foram os países que se retiraram. 
Portugal fê-lo em Setembro.
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"Entre Aspas" a sua sonoridade é distinguível devido à interpretação e pronúncia característica da sua vocalista Viviane. Os primeiros passos dos "Entre Aspas" foram dados em 1990 quando Tó Viegas e Viviane foram convidados, como duo, para tocar no bar "Morbidus" em Faro. Na altura, assinalaram a data do concerto numa agenda simplesmente com umas aspas, surgindo daqui a designação encontrada mais tarde para a banda.
Mais dois elementos, Luís Fialho e João Vieira, aderiram à banda que então entrou no 1º Concurso de Música Moderna da Câmara Municipal de Lisboa, onde se ficaram pela terceira posição. No ano seguinte, 1992, assinaram um contrato com a editora BMG e o baixista Luís Fialho é substituído por Nuno Filhó. O seu primeiro álbum, "Entre S.F.F.", foi editado em 1993, deste trabalho podem destacar-se os temas "Criatura da Noite" e "Voltas".

Entretanto a banda foi convidada para fazer parte na colectânea "Filhos da Madrugada", um tributo a José Afonso, contribuindo com a sua versão de "Traz Outro Amigo Também" e participando no concerto no então Estádio de Alvalade onde se juntaram todas as bandas participantes. Em 1995, é editado o segundo álbum da banda, "Lollipop" um trabalho que inclui os temas "Perfume" e "Sinal".
Em 1996 sai "Edelweiss" onde "Uma Pequena Flor" é o tema mais destacado.
Acabava de nascer 1999 e os Entre Aspas já davam a sua contribuição, com uma versão do tema "Doçuras", para o álbum XX Anos XX Bandas, uma homenagem aos vinte anos de carreira dos Xutos e Pontapés.
O quarto álbum de estúdio, "Loja de Sonhos", foi editado em 1999 e "Esqueci o Nome das Coisas" foi o cartão de visita deste trabalho. 

Em 2001 sai o primeiro álbum ao vivo da banda "www.entreaspasaovivo.com", em 2005 dá-se a extinção do grupo. Viviane inicia a sua carreira a solo com o álbum "Amores Imperfeitos".
Discografia
Estúdio
1993 - Entre S.F.F. 
1995 - Lollipop 
1997 - Edelweiss 
1999 - Loja de Sonhos 
Ao Vivo
2001 - www.entreaspasaovivo.com (Acústico) 
PUBLICADO digitalblueradio às 12:54 | LINK DO POST
"Entre Aspas" a sua sonoridade é distinguível devido à interpretação e pronúncia característica da sua vocalista Viviane. Os primeiros passos dos "Entre Aspas" foram dados em 1990 quando Tó Viegas e Viviane foram convidados, como duo, para tocar no bar "Morbidus" em Faro. Na altura, assinalaram a data do concerto numa agenda simplesmente com umas aspas, surgindo daqui a designação encontrada mais tarde para a banda.
Mais dois elementos, Luís Fialho e João Vieira, aderiram à banda que então entrou no 1º Concurso de Música Moderna da Câmara Municipal de Lisboa, onde se ficaram pela terceira posição. No ano seguinte, 1992, assinaram um contrato com a editora BMG e o baixista Luís Fialho é substituído por Nuno Filhó. O seu primeiro álbum, "Entre S.F.F.", foi editado em 1993, deste trabalho podem destacar-se os temas "Criatura da Noite" e "Voltas".

Entretanto a banda foi convidada para fazer parte na colectânea "Filhos da Madrugada", um tributo a José Afonso, contribuindo com a sua versão de "Traz Outro Amigo Também" e participando no concerto no então Estádio de Alvalade onde se juntaram todas as bandas participantes. Em 1995, é editado o segundo álbum da banda, "Lollipop" um trabalho que inclui os temas "Perfume" e "Sinal".
Em 1996 sai "Edelweiss" onde "Uma Pequena Flor" é o tema mais destacado.
Acabava de nascer 1999 e os Entre Aspas já davam a sua contribuição, com uma versão do tema "Doçuras", para o álbum XX Anos XX Bandas, uma homenagem aos vinte anos de carreira dos Xutos e Pontapés.
O quarto álbum de estúdio, "Loja de Sonhos", foi editado em 1999 e "Esqueci o Nome das Coisas" foi o cartão de visita deste trabalho. 

Em 2001 sai o primeiro álbum ao vivo da banda "www.entreaspasaovivo.com", em 2005 dá-se a extinção do grupo. Viviane inicia a sua carreira a solo com o álbum "Amores Imperfeitos".
Discografia
Estúdio
1993 - Entre S.F.F. 
1995 - Lollipop 
1997 - Edelweiss 
1999 - Loja de Sonhos 
Ao Vivo
2001 - www.entreaspasaovivo.com (Acústico) 
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"Entre Aspas" a sua sonoridade é distinguível devido à interpretação e pronúncia característica da sua vocalista Viviane. Os primeiros passos dos "Entre Aspas" foram dados em 1990 quando Tó Viegas e Viviane foram convidados, como duo, para tocar no bar "Morbidus" em Faro. Na altura, assinalaram a data do concerto numa agenda simplesmente com umas aspas, surgindo daqui a designação encontrada mais tarde para a banda.
Mais dois elementos, Luís Fialho e João Vieira, aderiram à banda que então entrou no 1º Concurso de Música Moderna da Câmara Municipal de Lisboa, onde se ficaram pela terceira posição. No ano seguinte, 1992, assinaram um contrato com a editora BMG e o baixista Luís Fialho é substituído por Nuno Filhó. O seu primeiro álbum, "Entre S.F.F.", foi editado em 1993, deste trabalho podem destacar-se os temas "Criatura da Noite" e "Voltas".

Entretanto a banda foi convidada para fazer parte na colectânea "Filhos da Madrugada", um tributo a José Afonso, contribuindo com a sua versão de "Traz Outro Amigo Também" e participando no concerto no então Estádio de Alvalade onde se juntaram todas as bandas participantes. Em 1995, é editado o segundo álbum da banda, "Lollipop" um trabalho que inclui os temas "Perfume" e "Sinal".
Em 1996 sai "Edelweiss" onde "Uma Pequena Flor" é o tema mais destacado.
Acabava de nascer 1999 e os Entre Aspas já davam a sua contribuição, com uma versão do tema "Doçuras", para o álbum XX Anos XX Bandas, uma homenagem aos vinte anos de carreira dos Xutos e Pontapés.
O quarto álbum de estúdio, "Loja de Sonhos", foi editado em 1999 e "Esqueci o Nome das Coisas" foi o cartão de visita deste trabalho. 

Em 2001 sai o primeiro álbum ao vivo da banda "www.entreaspasaovivo.com", em 2005 dá-se a extinção do grupo. Viviane inicia a sua carreira a solo com o álbum "Amores Imperfeitos".
Discografia
Estúdio
1993 - Entre S.F.F. 
1995 - Lollipop 
1997 - Edelweiss 
1999 - Loja de Sonhos 
Ao Vivo
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A sociedade está em transformação, a vida nas cidades acelerao seu ritmo, nos campos outrora repletos de gente, reina o silêncio e o espectro da desertificação espreita no horizonte. As grandes vitimas do isolamento criadas por este modo de vida são os idosos. Separados dos seus filhos, sobrevivem com grandes dificuldades aoa desaparecimento dos amigos e á morte dos cônjuges, asfixiados em andares nas grandes cidades ou nos campos desertos, vêem o tempo correr sem ninguém se lembrar deles.
Na angústia estes seres humanos ficam desamparados, a sua existência fica em risco, próximos de perder a sua identidade, um drama interno como a aventura que é a sua própria existência. E é no combate á indiferença e á solidão que temos de ajudar de uma formade uma forma imediata os idosos. E é tão simples! Basta uma palavra amiga, um gesto, o estar presente, ter tempo para ouvir o que têem a dizer, as experiências que têem para contar, o passado, o presente, a verdade, a imaginação. Pois para estes que vivem sós, muitas vezes as suas histórias já não são só recordações, misturam-se com os sonhos, mas precisam de alguém para os escutar. E como brilham os olhos de quem as conta!
É premente perceber que ser idoso não é ser inútil, incapaz, não prestar. A ideia de que as pessoas idosas são improdutivas deve ser combatida, porque é falsa, injusta, contraria a sua dignidade e prejudica o desenvolvimento económico e social da humanidade. Existem idosos que continuam a executar as mesmas actividades dos chamados tempos activos da sua vida, sendo também muito significativos os auxilios dados nas actividades domésticas e nos trabalhos agricolas. Outros idosos optam por se concentrar em actividades culturais, de apoio familiar de solidariedade social dando contributos preciosos.
Estas pessoas por serem idosas ou mais velhas, não perdem o direito de participar na vida da sociedade, a todos os niveis e em todos os dominios, social, cultural e politico, estes direitos devem ser exercidos através da participação activa e na aplicação de politicas que respeitem ao seu bem estar. Também é urgente que se estabeleça, se encoraje e se apoie a solidariedade entre gerações, quer no seio familiar quer no plano institucional. As gerações têem de investir umas nas outras e partilhar os frutos desse investimento, com base nos princípios de reciprocidade e de equidade. Tendo em conta que também existem pessoas idosas com maiores deficiências por estarem dependentes, o tecido social deve proporcionar-lhes uma vida o mais autónoma possivel, dando particular atênção ao direito de viverem com dignidade e segurança e em toda a parte sem receio de serem exploradas ou alvo de maus tratos físicos e mentais.
Os idosos de hoje, já foram homens e mulheres valentes que sobreviveram e lutaram num mundo muito diferente daquele que conhecemos nos nossos dias, passaram dificuldades e sonharam com um futuro diferente para os seus filhos, foram "PAIS HERÓIS" e os filhos de hoje nem sequer tempo têem para lhes dar um pouco de atênção. Os pais e mães de outrora passam agora a maior parte do tempo sós e abandonados,muitas vezes sentados num qualquer banco de jardim a olhar quem passa ou a fitar o horizonte, os nossos pais envelhecem, como nós também vamos ser velhos um dia. Hoje eles já não fazem planos a longo prazo, agora apenas esperam receber um pouco do muito que deram, ver crescer os filhos e abraçar os netos. Hoje já não são eles os nossos alicerces, aqueles para quem podíamos voltar, nesta fase da sua vida eles estão simplesmente a dar-nos um sinal de que um dia irão partir sem nós.
PUBLICADO digitalblueradio às 12:34 | LINK DO POST
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A sociedade está em transformação, a vida nas cidades acelerao seu ritmo, nos campos outrora repletos de gente, reina o silêncio e o espectro da desertificação espreita no horizonte. As grandes vitimas do isolamento criadas por este modo de vida são os idosos. Separados dos seus filhos, sobrevivem com grandes dificuldades aoa desaparecimento dos amigos e á morte dos cônjuges, asfixiados em andares nas grandes cidades ou nos campos desertos, vêem o tempo correr sem ninguém se lembrar deles.
Na angústia estes seres humanos ficam desamparados, a sua existência fica em risco, próximos de perder a sua identidade, um drama interno como a aventura que é a sua própria existência. E é no combate á indiferença e á solidão que temos de ajudar de uma formade uma forma imediata os idosos. E é tão simples! Basta uma palavra amiga, um gesto, o estar presente, ter tempo para ouvir o que têem a dizer, as experiências que têem para contar, o passado, o presente, a verdade, a imaginação. Pois para estes que vivem sós, muitas vezes as suas histórias já não são só recordações, misturam-se com os sonhos, mas precisam de alguém para os escutar. E como brilham os olhos de quem as conta!
É premente perceber que ser idoso não é ser inútil, incapaz, não prestar. A ideia de que as pessoas idosas são improdutivas deve ser combatida, porque é falsa, injusta, contraria a sua dignidade e prejudica o desenvolvimento económico e social da humanidade. Existem idosos que continuam a executar as mesmas actividades dos chamados tempos activos da sua vida, sendo também muito significativos os auxilios dados nas actividades domésticas e nos trabalhos agricolas. Outros idosos optam por se concentrar em actividades culturais, de apoio familiar de solidariedade social dando contributos preciosos.
Estas pessoas por serem idosas ou mais velhas, não perdem o direito de participar na vida da sociedade, a todos os niveis e em todos os dominios, social, cultural e politico, estes direitos devem ser exercidos através da participação activa e na aplicação de politicas que respeitem ao seu bem estar. Também é urgente que se estabeleça, se encoraje e se apoie a solidariedade entre gerações, quer no seio familiar quer no plano institucional. As gerações têem de investir umas nas outras e partilhar os frutos desse investimento, com base nos princípios de reciprocidade e de equidade. Tendo em conta que também existem pessoas idosas com maiores deficiências por estarem dependentes, o tecido social deve proporcionar-lhes uma vida o mais autónoma possivel, dando particular atênção ao direito de viverem com dignidade e segurança e em toda a parte sem receio de serem exploradas ou alvo de maus tratos físicos e mentais.
Os idosos de hoje, já foram homens e mulheres valentes que sobreviveram e lutaram num mundo muito diferente daquele que conhecemos nos nossos dias, passaram dificuldades e sonharam com um futuro diferente para os seus filhos, foram "PAIS HERÓIS" e os filhos de hoje nem sequer tempo têem para lhes dar um pouco de atênção. Os pais e mães de outrora passam agora a maior parte do tempo sós e abandonados,muitas vezes sentados num qualquer banco de jardim a olhar quem passa ou a fitar o horizonte, os nossos pais envelhecem, como nós também vamos ser velhos um dia. Hoje eles já não fazem planos a longo prazo, agora apenas esperam receber um pouco do muito que deram, ver crescer os filhos e abraçar os netos. Hoje já não são eles os nossos alicerces, aqueles para quem podíamos voltar, nesta fase da sua vida eles estão simplesmente a dar-nos um sinal de que um dia irão partir sem nós.
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A sociedade está em transformação, a vida nas cidades acelerao seu ritmo, nos campos outrora repletos de gente, reina o silêncio e o espectro da desertificação espreita no horizonte. As grandes vitimas do isolamento criadas por este modo de vida são os idosos. Separados dos seus filhos, sobrevivem com grandes dificuldades aoa desaparecimento dos amigos e á morte dos cônjuges, asfixiados em andares nas grandes cidades ou nos campos desertos, vêem o tempo correr sem ninguém se lembrar deles.
Na angústia estes seres humanos ficam desamparados, a sua existência fica em risco, próximos de perder a sua identidade, um drama interno como a aventura que é a sua própria existência. E é no combate á indiferença e á solidão que temos de ajudar de uma formade uma forma imediata os idosos. E é tão simples! Basta uma palavra amiga, um gesto, o estar presente, ter tempo para ouvir o que têem a dizer, as experiências que têem para contar, o passado, o presente, a verdade, a imaginação. Pois para estes que vivem sós, muitas vezes as suas histórias já não são só recordações, misturam-se com os sonhos, mas precisam de alguém para os escutar. E como brilham os olhos de quem as conta!
É premente perceber que ser idoso não é ser inútil, incapaz, não prestar. A ideia de que as pessoas idosas são improdutivas deve ser combatida, porque é falsa, injusta, contraria a sua dignidade e prejudica o desenvolvimento económico e social da humanidade. Existem idosos que continuam a executar as mesmas actividades dos chamados tempos activos da sua vida, sendo também muito significativos os auxilios dados nas actividades domésticas e nos trabalhos agricolas. Outros idosos optam por se concentrar em actividades culturais, de apoio familiar de solidariedade social dando contributos preciosos.
Estas pessoas por serem idosas ou mais velhas, não perdem o direito de participar na vida da sociedade, a todos os niveis e em todos os dominios, social, cultural e politico, estes direitos devem ser exercidos através da participação activa e na aplicação de politicas que respeitem ao seu bem estar. Também é urgente que se estabeleça, se encoraje e se apoie a solidariedade entre gerações, quer no seio familiar quer no plano institucional. As gerações têem de investir umas nas outras e partilhar os frutos desse investimento, com base nos princípios de reciprocidade e de equidade. Tendo em conta que também existem pessoas idosas com maiores deficiências por estarem dependentes, o tecido social deve proporcionar-lhes uma vida o mais autónoma possivel, dando particular atênção ao direito de viverem com dignidade e segurança e em toda a parte sem receio de serem exploradas ou alvo de maus tratos físicos e mentais.
Os idosos de hoje, já foram homens e mulheres valentes que sobreviveram e lutaram num mundo muito diferente daquele que conhecemos nos nossos dias, passaram dificuldades e sonharam com um futuro diferente para os seus filhos, foram "PAIS HERÓIS" e os filhos de hoje nem sequer tempo têem para lhes dar um pouco de atênção. Os pais e mães de outrora passam agora a maior parte do tempo sós e abandonados,muitas vezes sentados num qualquer banco de jardim a olhar quem passa ou a fitar o horizonte, os nossos pais envelhecem, como nós também vamos ser velhos um dia. Hoje eles já não fazem planos a longo prazo, agora apenas esperam receber um pouco do muito que deram, ver crescer os filhos e abraçar os netos. Hoje já não são eles os nossos alicerces, aqueles para quem podíamos voltar, nesta fase da sua vida eles estão simplesmente a dar-nos um sinal de que um dia irão partir sem nós.
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COMENTÁRIOS
31994042009
Perfeito. Me sinto da mesma forma. Parece que desc...
acho que deve ser respeitada... http://www.goiasc...
vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
a discografia tem um ep com o titulo errado, onde ...
Armando Gama fomos contemporâneos no Salvador Corr...
A juventude nos leva a caminhos ruins , e procuram...
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