O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS

Amália Rodrigues é hoje considerada uma das figuras mais importantes da história do fado, tendo atingido o estatuto de "ícone" nacional.
Para muitos, simboliza a própria essência do fado, e mesmo da identidade portuguesa. 
A sua carreira artística,  atravessa e marca toda a história do fado.
Amália, cresceu no bairro operário de Alcântara, em Lisboa. 
Mas as suas raízes são rurais. 
Os pais eram originários da Beira Interior. 
O pai tocava na Filarmónica de Castelo Branco. 
Vindos para Lisboa numa mal sucedida procura de trabalho, regressaram às origens deixando a pequena ao cuidado dos avós.
Após quatro anos de escola primária, Amália começou a ganhar a vida. 
Desde logo os bordados, depois uma fábrica de bombons, finalmente a venda de fruta no porto de Lisboa. 

Em 1939 foi contratada para cantar no Retiro da Severa, uma das mais prestigiadas casas típicas de Lisboa, onde actuaram artistas tão importantes como Armandinho, Alfredo Marceneiro e Ercília Costa. 
Entre 1940 e 1947 participa em diversas Revistas e Operetas nos teatros Maria Vitória, Apoio e Variedades, continuando sempre a actuar nas casas de fado, onde atraía um enorme público. 
As suas primeiras tournées ao estrangeiro,  ocorrem em 1943 (Espanha) e 1944 (Brasil). 
Desde então canta perante entusiásticos públicos nos cinco continentes. 
Participou em 11 filmes.

1939 Estreia-se no Retiro da Severa. 
1941 Primeira revista: Espera de Toiros, no Teatro Variedades.
1943 Actua pela primeira vez no estrangeiro (Espanha).
1944 Digressão triunfal ao Brasil. 1947 Estreia-se no cinema,com o filme Capas Negras.
1949 Primeiras actuações em Paris e em Londres.
1951 Grava pela primeira vez em Portugal.
1952 Actua em Nova Iorque, no La Vie en Rose.
1956 Primeira actuação no Olympia de Paris, como "vedeta americana", passando, pouco depois, a vedeta principal.
1962 Inicia a sua colaboração com Alain Oulman, no disco Amália Rodrigues.
1967 Nova temporada no Olympia de Paris.
1969 Actua na União Soviética.
1970 Grava Com que Voz, álbum inovador e um clássico da renovação do fado. Canta, pela primeira vez, no Japão.
1977 Actua no Carnegie Hall, em Nova Iorque.
1985 Como solista dá um concerto histórico no Coliseu dos Recreios, em Lisboa. 

PUBLICADO digitalblueradio às 20:56 | LINK DO POST

Amália Rodrigues é hoje considerada uma das figuras mais importantes da história do fado, tendo atingido o estatuto de "ícone" nacional.
Para muitos, simboliza a própria essência do fado, e mesmo da identidade portuguesa. 
A sua carreira artística,  atravessa e marca toda a história do fado.
Amália, cresceu no bairro operário de Alcântara, em Lisboa. 
Mas as suas raízes são rurais. 
Os pais eram originários da Beira Interior. 
O pai tocava na Filarmónica de Castelo Branco. 
Vindos para Lisboa numa mal sucedida procura de trabalho, regressaram às origens deixando a pequena ao cuidado dos avós.
Após quatro anos de escola primária, Amália começou a ganhar a vida. 
Desde logo os bordados, depois uma fábrica de bombons, finalmente a venda de fruta no porto de Lisboa. 

Em 1939 foi contratada para cantar no Retiro da Severa, uma das mais prestigiadas casas típicas de Lisboa, onde actuaram artistas tão importantes como Armandinho, Alfredo Marceneiro e Ercília Costa. 
Entre 1940 e 1947 participa em diversas Revistas e Operetas nos teatros Maria Vitória, Apoio e Variedades, continuando sempre a actuar nas casas de fado, onde atraía um enorme público. 
As suas primeiras tournées ao estrangeiro,  ocorrem em 1943 (Espanha) e 1944 (Brasil). 
Desde então canta perante entusiásticos públicos nos cinco continentes. 
Participou em 11 filmes.

1939 Estreia-se no Retiro da Severa. 
1941 Primeira revista: Espera de Toiros, no Teatro Variedades.
1943 Actua pela primeira vez no estrangeiro (Espanha).
1944 Digressão triunfal ao Brasil. 1947 Estreia-se no cinema,com o filme Capas Negras.
1949 Primeiras actuações em Paris e em Londres.
1951 Grava pela primeira vez em Portugal.
1952 Actua em Nova Iorque, no La Vie en Rose.
1956 Primeira actuação no Olympia de Paris, como "vedeta americana", passando, pouco depois, a vedeta principal.
1962 Inicia a sua colaboração com Alain Oulman, no disco Amália Rodrigues.
1967 Nova temporada no Olympia de Paris.
1969 Actua na União Soviética.
1970 Grava Com que Voz, álbum inovador e um clássico da renovação do fado. Canta, pela primeira vez, no Japão.
1977 Actua no Carnegie Hall, em Nova Iorque.
1985 Como solista dá um concerto histórico no Coliseu dos Recreios, em Lisboa. 

PUBLICADO digitalblueradio às 20:56 | LINK DO POST

Amália Rodrigues é hoje considerada uma das figuras mais importantes da história do fado, tendo atingido o estatuto de "ícone" nacional.
Para muitos, simboliza a própria essência do fado, e mesmo da identidade portuguesa. 
A sua carreira artística,  atravessa e marca toda a história do fado.
Amália, cresceu no bairro operário de Alcântara, em Lisboa. 
Mas as suas raízes são rurais. 
Os pais eram originários da Beira Interior. 
O pai tocava na Filarmónica de Castelo Branco. 
Vindos para Lisboa numa mal sucedida procura de trabalho, regressaram às origens deixando a pequena ao cuidado dos avós.
Após quatro anos de escola primária, Amália começou a ganhar a vida. 
Desde logo os bordados, depois uma fábrica de bombons, finalmente a venda de fruta no porto de Lisboa. 

Em 1939 foi contratada para cantar no Retiro da Severa, uma das mais prestigiadas casas típicas de Lisboa, onde actuaram artistas tão importantes como Armandinho, Alfredo Marceneiro e Ercília Costa. 
Entre 1940 e 1947 participa em diversas Revistas e Operetas nos teatros Maria Vitória, Apoio e Variedades, continuando sempre a actuar nas casas de fado, onde atraía um enorme público. 
As suas primeiras tournées ao estrangeiro,  ocorrem em 1943 (Espanha) e 1944 (Brasil). 
Desde então canta perante entusiásticos públicos nos cinco continentes. 
Participou em 11 filmes.

1939 Estreia-se no Retiro da Severa. 
1941 Primeira revista: Espera de Toiros, no Teatro Variedades.
1943 Actua pela primeira vez no estrangeiro (Espanha).
1944 Digressão triunfal ao Brasil. 1947 Estreia-se no cinema,com o filme Capas Negras.
1949 Primeiras actuações em Paris e em Londres.
1951 Grava pela primeira vez em Portugal.
1952 Actua em Nova Iorque, no La Vie en Rose.
1956 Primeira actuação no Olympia de Paris, como "vedeta americana", passando, pouco depois, a vedeta principal.
1962 Inicia a sua colaboração com Alain Oulman, no disco Amália Rodrigues.
1967 Nova temporada no Olympia de Paris.
1969 Actua na União Soviética.
1970 Grava Com que Voz, álbum inovador e um clássico da renovação do fado. Canta, pela primeira vez, no Japão.
1977 Actua no Carnegie Hall, em Nova Iorque.
1985 Como solista dá um concerto histórico no Coliseu dos Recreios, em Lisboa. 

PUBLICADO digitalblueradio às 20:56 | LINK DO POST
tags:
De origem britânica, foram formados em 1977, por Trevor Horn, Geoff Downes e Bruce Woolley; 
O single que eu trago foi lançado em 1980 e o video-clip foi o 1º clip a ser passado na MTV america!
Para quem anda atento nestas coisas da musica repare:
                                  Será plágio? comprove.
PUBLICADO digitalblueradio às 15:39 | LINK DO POST
tags:
De origem britânica, foram formados em 1977, por Trevor Horn, Geoff Downes e Bruce Woolley; 
O single que eu trago foi lançado em 1980 e o video-clip foi o 1º clip a ser passado na MTV america!
Para quem anda atento nestas coisas da musica repare:
                                  Será plágio? comprove.
PUBLICADO digitalblueradio às 15:39 | LINK DO POST
tags:
De origem britânica, foram formados em 1977, por Trevor Horn, Geoff Downes e Bruce Woolley; 
O single que eu trago foi lançado em 1980 e o video-clip foi o 1º clip a ser passado na MTV america!
Para quem anda atento nestas coisas da musica repare:
                                  Será plágio? comprove.
PUBLICADO digitalblueradio às 15:39 | LINK DO POST
tags:
Ao longo da nossa vida existem coisas simples que são pequenos trechos do livro da sabedoria, mas que nem todos o sabem ler.
Existem pequenas coisas, coisas banais que podem fazer a diferença, temos de saber olhar, e dar valor mesmo ao mais insignificante dos sinais! 
PARA LER COM ATÊNÇÃO
1ª - Senhora da limpeza
Durante uma aula um professor deu um teste aos alunos. Todos responderam ás questões do teste até lerem a última: 
"Qual é o nome da mulher que faz a limpeza na escola?"
Isto só podia ser uma brincadeira.
Quantas vezes os alunos tinham visto a mulher da limpeza? Inúmeras vezes, mas algum saberia o seu nome?
Ela era alta, cabelo escuro, à volta dos 50 anos, mas como poderiam saber o nome dela?
Muitos entregaram o teste, deixando em branco a última questão. Mesmo antes da aula terminar, um dos estudantes perguntou se a última questão contava para nota.
"Absolutamente," respondeu o professor. "Nas vossas carreiras irão encontrar muitas pessoas. Todas são significativas.
Elas merecem a vossa atenção, mesmo que tudo o que vocês façam seja sorrir e dizer 'olá'."
2ª - Boleia 
Uma noite, pelas 11:30 p.m., uma mulher de origem Africana, caminhava á beira de uma auto-estrada do Alabama debaixo de uma chuva torrencial. O carro dela tinha avariado e precisava desesperadamente de uma boleia. Completamente encharcada, decidiu fazer stop ao carro que se aproximava.
Um jovem, branco, decidiu ajudá-la, apesar de isto ser uma atitude corajosa naqueles dias de racismo (década de 60).
O homem levou-a até um lugar seguro, e ajudou-a arranjando um táxi. Ela parecia estar com muita pressa, mas mesmo assim tomou nota da morada do jovem e agradeceu-lhe. Uma semana mais tarde batiam à porta do jovem. Para sua surpresa, uma televisão enorme era-lhe entregue à porta. Um cartão de agradecimento acompanhava a televisão. Dizia:
"Muito obrigado por me ajudar na auto-estrada na outra noite. A chuva não só encharcou a minha roupa, como o meu espírito. Foi então que você apareceu. Por causa de si consegui chegar ao meu marido antes de ele falecer. Que Deus o abençoe por me ter ajudado e ter servido outros de maneira tão altruísta.
          Com sinceridade, Mrs. Nat King Cole."
3ª - Gelado
Nos dias em que um gelado custava muito menos do que hoje, um rapaz de 10 anos entrou num café e sentou-se a uma mesa. Uma empregada aproximou-se!
"Quanto custa um gelado de taça?" perguntou o rapazinho.
"Cinquenta cêntimos," respondeu a empregada.
O rapazinho tirou do bolso uma mão cheia de moedas e contou.
"Bem, e quanto custa um gelado simples?" perguntou ele.
A esta altura já mais pessoas estavam à espera e a empregada começava a ficar impaciente.
"Trinta e cinco cêntimos," respondeu ela com brusquidão.
O rapaz contou novamente as moedas.
"Vou querer o gelado simples." Respondeu ele.
A empregada trouxe o gelado, colocou a conta em cima da mesa, recebeu o dinheiro do rapazinho e afastou-se.
O rapaz terminou o gelado e foi-se embora.
Quando a empregada foi levantar a mesa começou a chorar.
Em cima da mesa, colocado delicadamente ao lado da conta, estavam 3 moedas de cinco cêntimos...
O menino fez as contas, e não podia comer o gelado cremoso porque queria ter dinheiro suficiente para deixar uma gorjeta à empregada.
4 ª - O obstáculo no nosso caminho
Em tempos antigos, um rei mandou colocar um enorme pedregulho num caminho.. Depois escondeu-se e ficou a ver se alguém retirava a enorme pedra. Alguns dos comerciantes mais ricos do reino passaram e simplesmente se afastaram da pedra, contornando-a. Alguns culpavam em alta voz o Rei por não manter os caminhos limpos.
Mas nenhum fez nada para afastar a pedra do caminho.
Apareceu então um camponês, com um enorme fardo de lenha ás costas. Ao aproximar-se do pedregulho, o camponês colocou o seu fardo no solo e tentou deslocar a pedra para a berma do caminho. Depois de muito empurrar, finalmente conseguiu.
O camponês voltou a colocar o fardo ás costas e só depois reparou num porta-moedas no sitio onde antes estivera a enorme pedra. O porta-moedas continha muitas moedas de ouro e uma nota a explicar que o ouro era para aquele que retirasse a pedra do caminho.
O camponês aprendeu aquilo que muitos de nós nunca compreendem! Cada obstáculo apresenta uma oportunidade, se contornar-mos o obstáculo seguimos mas não eliminamos o problema, é preciso removermos os espinhos e pedras do nosso caminho. 
5ª - Dar quando conta
Num hospital estava internada uma menina que sofria de uma doença rara e grave. A sua única hipótese de salvamento parecia ser uma transfusão de sangue do irmão mais novo, de cinco anos, que já tinha tido o mesmo problema e sobrevivido milagrosamente, desenvolvendo os anticorpos necessários para combater a doença. O médico depois de falar com os pais, explicou ao menino a situação da irmã e perguntou se ele se importava de dar o seu sangue à irmã.
O menino hesitou por alguns instantes, antes de respirar fundo e dizer "sim, eu dou para a salvar."
À medida que a transfusão ía correndo, ele mantinha-se deitado ao lado da irmã, sorrindo. Todos sorríam, vendo a cor a regressar à face da menina. Foi então que o menino começou a ficar pálido e o seu sorriso a desaparecer.
Ele olhou para o médico e perguntou-lhe, com a voz a tremer, "Doutor, eu vou morrer já?".
Sendo muito jovem, o menino não compreendeu a explicação do médico; ele pensou que ao dar o seu sangue à irmã para a poder salvar, ele ficaria sem nenhum, ela viveria e ele iria morrer.
Ainda assim apesar da tenra idade não deixou de querer salvar a irmã!
A vida ensina-nos muitas lições. Cada dia que vivemos, se tivermos a sensibilidade de observar, aprendemos alguma coisa, ou muitas coisas. Por exemplo: quando crianças aprendemos que chorando temos comida, acalento e nos livramos do incômodo das fraldas molhadas. Um pouco maiores descobrimos que afinal o Pai Natal e Coelhinho da Páscoa não existem, que não somos o centro do Universo e que não foi a cegonha que nos trouxe! Aprendemos que existem muitas pedras no nosso caminho, e descobrimos que não é só na escola que aprendemos, ao longo da vida descobrimos que as rosas também têm espinhos, que existem o bom e o mau, o mal e o bem, que existe o amor e a guerra, e que o primeiro amor não será para a vida toda!
Aprendemos que existem amigos verdadeiros e falsos amigos, a verdade e a mentira, e que às vezes os nossos pais tem razão.
Aprendemos também que a vida é feita de encruzilhadas, e que o Natal pode, também, ser triste e solitário. Aprendemos que os sentimentos mudam, as pessoas mudam, o mundo gira e avança, e o amor verdadeiro constrói-se a cada dia e que afinal os nossos pais não são eternos, que a vida passa rápido demais, que não há tombo do qual não nos possamos levantar e que saudade faz doer. Aprendemos que na VIDA estamos sempre a aprender. 


PUBLICADO digitalblueradio às 10:34 | LINK DO POST
Isabel Allende conta histórias de paixão.
PUBLICADO digitalblueradio às 10:03 | LINK DO POST
tags:
QUEM SOU EU
PESQUISAR NO BLOG
 
Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Março 2010
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
COMENTÁRIOS
31994042009
Perfeito. Me sinto da mesma forma. Parece que desc...
acho que deve ser respeitada... http://www.goiasc...
vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
a discografia tem um ep com o titulo errado, onde ...
Armando Gama fomos contemporâneos no Salvador Corr...
A juventude nos leva a caminhos ruins , e procuram...
A primeira fotografia é da Praça Marquês de Pombal...
Eu gosto de ti Beto adorei cd foi muito bom ele é ...
GANHA MENSALMENTE COMO PRESIDENTE DA COMISSÃO EURO...
MAIS COMENTADOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
subscrever feeds
SAPO Blogs