O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
 Conhecer Portugal.
Viajar não é ir longe, viajar é  conhecer  melhor.
 Viaja-se hoje, ao ritmo das coisas comuns, em meia duzia de horas, atravessa-se o oceano e estamos no outro lado do Mundo.
Aqui decidi tentar dar a conhecer aos portugueses o que de melhor existe no nosso país. 
Antes de mais,...Portugal.
       O nosso cantinho á beira-mar plantado.  

Antes de partir de férias pra outros países, conhecer lugares, tenha em conta que o nosso Portugal têm recantos e encantos que você não conhece, e tão pobre é aquele que desconhece o seu próprio país. Viajar por Portugal e visitar cada distrito em particular, conhecer os lugares esquecidos, as lendas, a história, as tradições que se perderam e outras que correm esse risco, a gastronomia, as gentes e costumes,...Conhecer o que é nosso, que faz parte das nossas raizes, por certo será uma aventura enriquecedora e que nunca mais esquecerá. Espero que aproveite para " IR P´RA FORA CÁ DENTRO"
PUBLICADO digitalblueradio às 16:11 | LINK DO POST
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Viajar não é ir longe, viajar é  conhecer  melhor.
 Viaja-se hoje, ao ritmo das coisas comuns, em meia duzia de horas, atravessa-se o oceano e estamos no outro lado do Mundo.
Aqui decidi tentar dar a conhecer aos portugueses o que de melhor existe no nosso país. 
Antes de mais,...Portugal.
       O nosso cantinho á beira-mar plantado.  

Antes de partir de férias pra outros países, conhecer lugares, tenha em conta que o nosso Portugal têm recantos e encantos que você não conhece, e tão pobre é aquele que desconhece o seu próprio país. Viajar por Portugal e visitar cada distrito em particular, conhecer os lugares esquecidos, as lendas, a história, as tradições que se perderam e outras que correm esse risco, a gastronomia, as gentes e costumes,...Conhecer o que é nosso, que faz parte das nossas raizes, por certo será uma aventura enriquecedora e que nunca mais esquecerá. Espero que aproveite para " IR P´RA FORA CÁ DENTRO"
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Viajar não é ir longe, viajar é  conhecer  melhor.
 Viaja-se hoje, ao ritmo das coisas comuns, em meia duzia de horas, atravessa-se o oceano e estamos no outro lado do Mundo.
Aqui decidi tentar dar a conhecer aos portugueses o que de melhor existe no nosso país. 
Antes de mais,...Portugal.
       O nosso cantinho á beira-mar plantado.  

Antes de partir de férias pra outros países, conhecer lugares, tenha em conta que o nosso Portugal têm recantos e encantos que você não conhece, e tão pobre é aquele que desconhece o seu próprio país. Viajar por Portugal e visitar cada distrito em particular, conhecer os lugares esquecidos, as lendas, a história, as tradições que se perderam e outras que correm esse risco, a gastronomia, as gentes e costumes,...Conhecer o que é nosso, que faz parte das nossas raizes, por certo será uma aventura enriquecedora e que nunca mais esquecerá. Espero que aproveite para " IR P´RA FORA CÁ DENTRO"
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Carlos Manuel de Ascenção Almeida, nasceu em Lisboa em 1941, é o nome de registo do fadista Carlos do Carmo, que optou por este nome artístico em homenagem a sua mãe, Lucília do Carmo, uma das mais talentosas fadistas portuguesas de sempre.
 O pai Alfredo de Almeida era livreiro e proprietário da casa de fados "O Faia".
Carlos cresceu em Lisboa, onde frequentou a Escola Alemã e o Liceu Passos Manuel. Ainda novo, os pais enviaram Carlos do Carmo para a Suíça, onde viria a tirar três cursos que o habilitaram cultural e humanamente para uma vida que, a princípio, não parecia destinada ao fado. 
Carlos do Carmo formou-se em línguas, gestão e hotelaria e, na sua juventude, tinha o gosto musical mais inclinado para alguns nomes da bossa-nova brasileira, para Frank Sinatra ou para Jacques Brel. De regresso a Portugal, Carlos do Carmo passou a gerir a casa de fados propriedade de seus pais, "O Faia".
Só por insistência de amigos e de um público cada vez mais adepto da sua voz e que o ouvia nas poucas vezes que cantava perante outros, Carlos do Carmo decidiu por uma carreira de fadista. Em 1963 gravou  o seu primeiro disco, "Loucura".  
Carlos iniciou a sua carreira artística em 1964, embora tenha gravado o primeiro disco com nove anos. Em 1964 casou com Judite do Carmo com quem teve três filhos, Cila, Alfredo e Gil.
O seu gosto pelo fado ganhou forma à medida que a carreira se foi formando. Carlos do Carmo cantou os poetas, ao longo da sua carreira pisou  alguns dos mais importantes palcos de todo o mundo: "Olympia" em Paris; "Ópera de Frankfurt", "Canecão" no Rio de Janeiro, "Savoy" em Helsínquia, "Teatro da Rainha" em Haia, "Teatro de São Petersburgo", "Tivoli" em Copenhaga e muitos outros. Ao longo da sua carreira ofereceu-nos temas que irão ficar para sempre na nossa memória.
Carlos do Carmo, foi protagonista, em 1976, de um feito único na história da televisão portuguesa: interpretou, a convite da RTP, todas as canções candidatas ao Festival da Canção. Os oito temas seleccionados foram votados pelo público, ganhando a canção Flor de Verde Pinho, de Manuel Alegre e José Niza. 
Em 1977 terá atingido, porventura, o patamar superior da sua obra, ao gravar "Um Homem na Cidade", um álbum com letras de Ary dos Santos. Neste disco, Carlos do Carmo interpreta êxitos como "O Cacilheiro", "O Homem das Castanhas","O Amarelo da Carris" e "Balada de Uma Velhinha".
Ao sucesso de Um Homem na Cidade segue-se "Um Homem no País" de 1984. Neste trabalho volta a interpretar poemas de Ary dos Santos, com músicas de José Mário Branco, Paulo de Carvalho, Fernando Tordo e José Afonso. Em 1986 lança outro álbum "Margens" sob a orientação de José Luís Tinoco. 

Temas como "Por Morrer uma Andorinha", "Bairro Alto", "Gaivota", "Canoas do Tejo", "Os Putos", "Lisboa Menina e Moça" e "Estrela da Tarde" são hoje grandes clássicos.

CARLOS DO CARMO
uma voz uma referência na musica nacional

PUBLICADO digitalblueradio às 11:30 | LINK DO POST
Carlos Manuel de Ascenção Almeida, nasceu em Lisboa em 1941, é o nome de registo do fadista Carlos do Carmo, que optou por este nome artístico em homenagem a sua mãe, Lucília do Carmo, uma das mais talentosas fadistas portuguesas de sempre.
 O pai Alfredo de Almeida era livreiro e proprietário da casa de fados "O Faia".
Carlos cresceu em Lisboa, onde frequentou a Escola Alemã e o Liceu Passos Manuel. Ainda novo, os pais enviaram Carlos do Carmo para a Suíça, onde viria a tirar três cursos que o habilitaram cultural e humanamente para uma vida que, a princípio, não parecia destinada ao fado. 
Carlos do Carmo formou-se em línguas, gestão e hotelaria e, na sua juventude, tinha o gosto musical mais inclinado para alguns nomes da bossa-nova brasileira, para Frank Sinatra ou para Jacques Brel. De regresso a Portugal, Carlos do Carmo passou a gerir a casa de fados propriedade de seus pais, "O Faia".
Só por insistência de amigos e de um público cada vez mais adepto da sua voz e que o ouvia nas poucas vezes que cantava perante outros, Carlos do Carmo decidiu por uma carreira de fadista. Em 1963 gravou  o seu primeiro disco, "Loucura".  
Carlos iniciou a sua carreira artística em 1964, embora tenha gravado o primeiro disco com nove anos. Em 1964 casou com Judite do Carmo com quem teve três filhos, Cila, Alfredo e Gil.
O seu gosto pelo fado ganhou forma à medida que a carreira se foi formando. Carlos do Carmo cantou os poetas, ao longo da sua carreira pisou  alguns dos mais importantes palcos de todo o mundo: "Olympia" em Paris; "Ópera de Frankfurt", "Canecão" no Rio de Janeiro, "Savoy" em Helsínquia, "Teatro da Rainha" em Haia, "Teatro de São Petersburgo", "Tivoli" em Copenhaga e muitos outros. Ao longo da sua carreira ofereceu-nos temas que irão ficar para sempre na nossa memória.
Carlos do Carmo, foi protagonista, em 1976, de um feito único na história da televisão portuguesa: interpretou, a convite da RTP, todas as canções candidatas ao Festival da Canção. Os oito temas seleccionados foram votados pelo público, ganhando a canção Flor de Verde Pinho, de Manuel Alegre e José Niza. 
Em 1977 terá atingido, porventura, o patamar superior da sua obra, ao gravar "Um Homem na Cidade", um álbum com letras de Ary dos Santos. Neste disco, Carlos do Carmo interpreta êxitos como "O Cacilheiro", "O Homem das Castanhas","O Amarelo da Carris" e "Balada de Uma Velhinha".
Ao sucesso de Um Homem na Cidade segue-se "Um Homem no País" de 1984. Neste trabalho volta a interpretar poemas de Ary dos Santos, com músicas de José Mário Branco, Paulo de Carvalho, Fernando Tordo e José Afonso. Em 1986 lança outro álbum "Margens" sob a orientação de José Luís Tinoco. 

Temas como "Por Morrer uma Andorinha", "Bairro Alto", "Gaivota", "Canoas do Tejo", "Os Putos", "Lisboa Menina e Moça" e "Estrela da Tarde" são hoje grandes clássicos.

CARLOS DO CARMO
uma voz uma referência na musica nacional

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Carlos Manuel de Ascenção Almeida, nasceu em Lisboa em 1941, é o nome de registo do fadista Carlos do Carmo, que optou por este nome artístico em homenagem a sua mãe, Lucília do Carmo, uma das mais talentosas fadistas portuguesas de sempre.
 O pai Alfredo de Almeida era livreiro e proprietário da casa de fados "O Faia".
Carlos cresceu em Lisboa, onde frequentou a Escola Alemã e o Liceu Passos Manuel. Ainda novo, os pais enviaram Carlos do Carmo para a Suíça, onde viria a tirar três cursos que o habilitaram cultural e humanamente para uma vida que, a princípio, não parecia destinada ao fado. 
Carlos do Carmo formou-se em línguas, gestão e hotelaria e, na sua juventude, tinha o gosto musical mais inclinado para alguns nomes da bossa-nova brasileira, para Frank Sinatra ou para Jacques Brel. De regresso a Portugal, Carlos do Carmo passou a gerir a casa de fados propriedade de seus pais, "O Faia".
Só por insistência de amigos e de um público cada vez mais adepto da sua voz e que o ouvia nas poucas vezes que cantava perante outros, Carlos do Carmo decidiu por uma carreira de fadista. Em 1963 gravou  o seu primeiro disco, "Loucura".  
Carlos iniciou a sua carreira artística em 1964, embora tenha gravado o primeiro disco com nove anos. Em 1964 casou com Judite do Carmo com quem teve três filhos, Cila, Alfredo e Gil.
O seu gosto pelo fado ganhou forma à medida que a carreira se foi formando. Carlos do Carmo cantou os poetas, ao longo da sua carreira pisou  alguns dos mais importantes palcos de todo o mundo: "Olympia" em Paris; "Ópera de Frankfurt", "Canecão" no Rio de Janeiro, "Savoy" em Helsínquia, "Teatro da Rainha" em Haia, "Teatro de São Petersburgo", "Tivoli" em Copenhaga e muitos outros. Ao longo da sua carreira ofereceu-nos temas que irão ficar para sempre na nossa memória.
Carlos do Carmo, foi protagonista, em 1976, de um feito único na história da televisão portuguesa: interpretou, a convite da RTP, todas as canções candidatas ao Festival da Canção. Os oito temas seleccionados foram votados pelo público, ganhando a canção Flor de Verde Pinho, de Manuel Alegre e José Niza. 
Em 1977 terá atingido, porventura, o patamar superior da sua obra, ao gravar "Um Homem na Cidade", um álbum com letras de Ary dos Santos. Neste disco, Carlos do Carmo interpreta êxitos como "O Cacilheiro", "O Homem das Castanhas","O Amarelo da Carris" e "Balada de Uma Velhinha".
Ao sucesso de Um Homem na Cidade segue-se "Um Homem no País" de 1984. Neste trabalho volta a interpretar poemas de Ary dos Santos, com músicas de José Mário Branco, Paulo de Carvalho, Fernando Tordo e José Afonso. Em 1986 lança outro álbum "Margens" sob a orientação de José Luís Tinoco. 

Temas como "Por Morrer uma Andorinha", "Bairro Alto", "Gaivota", "Canoas do Tejo", "Os Putos", "Lisboa Menina e Moça" e "Estrela da Tarde" são hoje grandes clássicos.

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Perfeito. Me sinto da mesma forma. Parece que desc...
acho que deve ser respeitada... http://www.goiasc...
vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
a discografia tem um ep com o titulo errado, onde ...
Armando Gama fomos contemporâneos no Salvador Corr...
A juventude nos leva a caminhos ruins , e procuram...
A primeira fotografia é da Praça Marquês de Pombal...
Eu gosto de ti Beto adorei cd foi muito bom ele é ...
GANHA MENSALMENTE COMO PRESIDENTE DA COMISSÃO EURO...
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