O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS

A praça General Humberto Delgado é o coração de Aveiro.   Embora tenha este nome é também conhecida por Praça das Pontes. Nesta parte de Aveiro há muito para ver e visitar. Os painéis cerâmicos contemporâneos, que representam motivos etnográficos, são fascinantes. A antiga Capitania  do Porto de Aveiro, é um dos locais que recomendo, pois tem uma longa história. Começou por ser uma azenha ou moinho de maré, edificado em 1406, em 1865 o edificio serviu de armazem de laranjas, mais tarde passou a ser  local de composição e tipografia, anos mais tarde moagem e tanoaria, em 1894 depois de remodelado abriu as portas como Escola Industrial Fernando Caldeira, e só em 1913 se transforma na Capitania do Porto.
   

A avenida Lourenço Simões Peixinho, tornou-se por excelência na artéria mais conhecida e importante da cidade, noutros tempos chamada Avenida Central.  Lourenço Simões Peixinho  passou parte da sua juventude e infância  em Aveiro, estudou medicina e depois de concluir o curso em Lisboa, volta  e exerce sem cobrar nada a ricos e pobres. Em 1918 é eleito presidente da Camara e foi responsável pela conclusão do novo hospital, do Parque Infante D. Pedro, o mercado de Manuel Firmino e a criação da Colónia Balnear Infantil da Barra. A iluminação eléctrica da cidade e a água potável,.... morreu  em 1943.


Em 1864, chegou a Aveiro a linha dos caminhos de ferro.
A Fábrica Jerónimo Campos foi a primeira empresa de cerãmica de construção na região de Aveiro e a segunda unidade fabril de ceramica em barro vermelho em Portugal, logo a seguir á das Devesas. Hoje foi adaptada a outros fins: o Centro Cultural e de Congressos de Aveiro.

 O Cais dos Botirões é uma imagem de marca da cidade. Outrora chamou-se Cojo de Além, nesta zona funciona o mercado do peixe, cafés bares e restaurantes e nas imediações podemos encontrar a Capela de São Gonçalinho construida entre 1712 e 1714, se por lá passar visite também o Jardim do Rossio, no Canal das Piramides. Mas nada melhor que uma ligeira viagem a Aveiro venha daí.


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A praça General Humberto Delgado é o coração de Aveiro.   Embora tenha este nome é também conhecida por Praça das Pontes. Nesta parte de Aveiro há muito para ver e visitar. Os painéis cerâmicos contemporâneos, que representam motivos etnográficos, são fascinantes. A antiga Capitania  do Porto de Aveiro, é um dos locais que recomendo, pois tem uma longa história. Começou por ser uma azenha ou moinho de maré, edificado em 1406, em 1865 o edificio serviu de armazem de laranjas, mais tarde passou a ser  local de composição e tipografia, anos mais tarde moagem e tanoaria, em 1894 depois de remodelado abriu as portas como Escola Industrial Fernando Caldeira, e só em 1913 se transforma na Capitania do Porto.
   

A avenida Lourenço Simões Peixinho, tornou-se por excelência na artéria mais conhecida e importante da cidade, noutros tempos chamada Avenida Central.  Lourenço Simões Peixinho  passou parte da sua juventude e infância  em Aveiro, estudou medicina e depois de concluir o curso em Lisboa, volta  e exerce sem cobrar nada a ricos e pobres. Em 1918 é eleito presidente da Camara e foi responsável pela conclusão do novo hospital, do Parque Infante D. Pedro, o mercado de Manuel Firmino e a criação da Colónia Balnear Infantil da Barra. A iluminação eléctrica da cidade e a água potável,.... morreu  em 1943.


Em 1864, chegou a Aveiro a linha dos caminhos de ferro.
A Fábrica Jerónimo Campos foi a primeira empresa de cerãmica de construção na região de Aveiro e a segunda unidade fabril de ceramica em barro vermelho em Portugal, logo a seguir á das Devesas. Hoje foi adaptada a outros fins: o Centro Cultural e de Congressos de Aveiro.

 O Cais dos Botirões é uma imagem de marca da cidade. Outrora chamou-se Cojo de Além, nesta zona funciona o mercado do peixe, cafés bares e restaurantes e nas imediações podemos encontrar a Capela de São Gonçalinho construida entre 1712 e 1714, se por lá passar visite também o Jardim do Rossio, no Canal das Piramides. Mas nada melhor que uma ligeira viagem a Aveiro venha daí.


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A praça General Humberto Delgado é o coração de Aveiro.   Embora tenha este nome é também conhecida por Praça das Pontes. Nesta parte de Aveiro há muito para ver e visitar. Os painéis cerâmicos contemporâneos, que representam motivos etnográficos, são fascinantes. A antiga Capitania  do Porto de Aveiro, é um dos locais que recomendo, pois tem uma longa história. Começou por ser uma azenha ou moinho de maré, edificado em 1406, em 1865 o edificio serviu de armazem de laranjas, mais tarde passou a ser  local de composição e tipografia, anos mais tarde moagem e tanoaria, em 1894 depois de remodelado abriu as portas como Escola Industrial Fernando Caldeira, e só em 1913 se transforma na Capitania do Porto.
   

A avenida Lourenço Simões Peixinho, tornou-se por excelência na artéria mais conhecida e importante da cidade, noutros tempos chamada Avenida Central.  Lourenço Simões Peixinho  passou parte da sua juventude e infância  em Aveiro, estudou medicina e depois de concluir o curso em Lisboa, volta  e exerce sem cobrar nada a ricos e pobres. Em 1918 é eleito presidente da Camara e foi responsável pela conclusão do novo hospital, do Parque Infante D. Pedro, o mercado de Manuel Firmino e a criação da Colónia Balnear Infantil da Barra. A iluminação eléctrica da cidade e a água potável,.... morreu  em 1943.


Em 1864, chegou a Aveiro a linha dos caminhos de ferro.
A Fábrica Jerónimo Campos foi a primeira empresa de cerãmica de construção na região de Aveiro e a segunda unidade fabril de ceramica em barro vermelho em Portugal, logo a seguir á das Devesas. Hoje foi adaptada a outros fins: o Centro Cultural e de Congressos de Aveiro.

 O Cais dos Botirões é uma imagem de marca da cidade. Outrora chamou-se Cojo de Além, nesta zona funciona o mercado do peixe, cafés bares e restaurantes e nas imediações podemos encontrar a Capela de São Gonçalinho construida entre 1712 e 1714, se por lá passar visite também o Jardim do Rossio, no Canal das Piramides. Mas nada melhor que uma ligeira viagem a Aveiro venha daí.


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António Maria de Matos nasceu no Porto a 28 de Setembro de 1924, filho de António Júlio de Matos e da actriz Mila Graça (Camila da Graça Rodrigues Frias). Filho de artistas da companhia teatral itinerante de Rafael de Oliveira, desde cedo começou a lidar com os palcos. O seu primeiro trabalho no mundo artístico foi na companhia onde os pais trabalhavam, desempenhando as funções de ponto. Mas o desejo de cantar leva-o a Lisboa em 1945 onde se inicia no mundo das cantigas, passando no exame da Emissora Nacional, mas que logo abandona. 
Decide numa certa noite cantar fado, o espanto foi geral entre os presentes. Levado ao "Café Luso", encantará tudo e todos e ficará a actuar, logo ali, dez noites por mês, com um salário de 50 escudos por noite. Tem 24 anos. Em 1950, o editor Manuel Simões leva-o a Madrid para gravar o seu primeiro disco. "Cartas de Amor" torna-se um grande êxito. Outros sucessos desta altura são "Trovador", "Ao Menos Uma Vez" e "A Lenda das Algas"
Ganhando crescente popularidade graças a alguns programas de rádio onde participou entre eles o "Comboio das seis e meia" de Igrejas Caeeiro, e os Serões da Emissora Nacional, Tony de Matos estreia-se em 1952 no teatro de revista, primeiro em "Cantigas Ó Rosa" e, depois, em "Saias Curtas".
No ano seguinte parte para o Brasil, regressa depois a Portugal para algumas digressões e de voltar outra vez ao Brasil, onde ficará seis anos, actuando na rádio, na televisão, e abre em Copacabana, o restaurante típico "O Fado".

1963 marca a fase mais marcante da sua carreira, com o regresso a Portugal, cantando já fora do âmbito restrito do fado, alargando o seu repertório para a canção romântica. E é neste estilo que Tony de Matos vai encontrar o seu lugar único, a ponto de ser considerado o "Cantor Romântico" por excelência, temas como "Só Nós Dois" e "Lado a Lado", foram verdadeiros sucessos que permanecem ainda hoje na memória de todos.
Estreia-se no cinema em "A Canção da Saudade" (1964) um filme de Henrique Campos, sendo ainda protagonista em "Rapazes de Táxis" (1965) de Constantino Esteves, "O Destino Marca a Hora" de Henrique Campos e "Derrapagem" (1972).
Muitas canções ficaram imortalizadas na sua voz.
"Procuro e Não Te Encontro"
"Vendaval"
Em 1966 concorre ao Festival RTP da Canção com "Nada e Ninguém". Em 1970 participa no filme "O Destino Marca a Hora" onde também entram Isabel de Castro e Eugénio Salvador, onde canta temas como "O Destino Marca a Hora", "Não Digas Que Me Conheces", "Digo Adeus à Saudade" e "Viver Sem Ter Amor". Em 1974 faz uma digressão pelos Estados Unidos para onde regressa no ano seguinte e fixa aí residência ficando por lá durante 8 anos.
Após o 25 de Abril, conotado com o nacional-cançonetismo, prossegue a sua profissão junto das comunidades de emigrantes no estrangeiro. A sua carreira conhecerá um novo renascimento a partir de 1985. No ano de 1988 é editado o álbum "Cantor Latino" onde cantou temas de Rui Veloso, Fernando Tordo, Carlos Mendes, Paulo de Carvalho, Tozé Brito, Maria Guinot, João Gil e Rosa Lobato de Faria.
Morreria a 8 de Junho de 1989, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, vítima de cancro.
Um artigo da revista "TV-Guia", publicado logo a seguir à morte de Tony de Matos, indicava que a sua voz tinha ficado registada em 70 álbuns e mais de 100 singles. Note-se que até à década de 60 o registo mais usual era o EP com 3 a 4 canções.

A sua última companheira foi a fadista Lidia Ribeiro, mãe de Teresa Guilherme.
PUBLICADO digitalblueradio às 12:41 | LINK DO POST
António Maria de Matos nasceu no Porto a 28 de Setembro de 1924, filho de António Júlio de Matos e da actriz Mila Graça (Camila da Graça Rodrigues Frias). Filho de artistas da companhia teatral itinerante de Rafael de Oliveira, desde cedo começou a lidar com os palcos. O seu primeiro trabalho no mundo artístico foi na companhia onde os pais trabalhavam, desempenhando as funções de ponto. Mas o desejo de cantar leva-o a Lisboa em 1945 onde se inicia no mundo das cantigas, passando no exame da Emissora Nacional, mas que logo abandona. 
Decide numa certa noite cantar fado, o espanto foi geral entre os presentes. Levado ao "Café Luso", encantará tudo e todos e ficará a actuar, logo ali, dez noites por mês, com um salário de 50 escudos por noite. Tem 24 anos. Em 1950, o editor Manuel Simões leva-o a Madrid para gravar o seu primeiro disco. "Cartas de Amor" torna-se um grande êxito. Outros sucessos desta altura são "Trovador", "Ao Menos Uma Vez" e "A Lenda das Algas"
Ganhando crescente popularidade graças a alguns programas de rádio onde participou entre eles o "Comboio das seis e meia" de Igrejas Caeeiro, e os Serões da Emissora Nacional, Tony de Matos estreia-se em 1952 no teatro de revista, primeiro em "Cantigas Ó Rosa" e, depois, em "Saias Curtas".
No ano seguinte parte para o Brasil, regressa depois a Portugal para algumas digressões e de voltar outra vez ao Brasil, onde ficará seis anos, actuando na rádio, na televisão, e abre em Copacabana, o restaurante típico "O Fado".

1963 marca a fase mais marcante da sua carreira, com o regresso a Portugal, cantando já fora do âmbito restrito do fado, alargando o seu repertório para a canção romântica. E é neste estilo que Tony de Matos vai encontrar o seu lugar único, a ponto de ser considerado o "Cantor Romântico" por excelência, temas como "Só Nós Dois" e "Lado a Lado", foram verdadeiros sucessos que permanecem ainda hoje na memória de todos.
Estreia-se no cinema em "A Canção da Saudade" (1964) um filme de Henrique Campos, sendo ainda protagonista em "Rapazes de Táxis" (1965) de Constantino Esteves, "O Destino Marca a Hora" de Henrique Campos e "Derrapagem" (1972).
Muitas canções ficaram imortalizadas na sua voz.
"Procuro e Não Te Encontro"
"Vendaval"
Em 1966 concorre ao Festival RTP da Canção com "Nada e Ninguém". Em 1970 participa no filme "O Destino Marca a Hora" onde também entram Isabel de Castro e Eugénio Salvador, onde canta temas como "O Destino Marca a Hora", "Não Digas Que Me Conheces", "Digo Adeus à Saudade" e "Viver Sem Ter Amor". Em 1974 faz uma digressão pelos Estados Unidos para onde regressa no ano seguinte e fixa aí residência ficando por lá durante 8 anos.
Após o 25 de Abril, conotado com o nacional-cançonetismo, prossegue a sua profissão junto das comunidades de emigrantes no estrangeiro. A sua carreira conhecerá um novo renascimento a partir de 1985. No ano de 1988 é editado o álbum "Cantor Latino" onde cantou temas de Rui Veloso, Fernando Tordo, Carlos Mendes, Paulo de Carvalho, Tozé Brito, Maria Guinot, João Gil e Rosa Lobato de Faria.
Morreria a 8 de Junho de 1989, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, vítima de cancro.
Um artigo da revista "TV-Guia", publicado logo a seguir à morte de Tony de Matos, indicava que a sua voz tinha ficado registada em 70 álbuns e mais de 100 singles. Note-se que até à década de 60 o registo mais usual era o EP com 3 a 4 canções.

A sua última companheira foi a fadista Lidia Ribeiro, mãe de Teresa Guilherme.
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António Maria de Matos nasceu no Porto a 28 de Setembro de 1924, filho de António Júlio de Matos e da actriz Mila Graça (Camila da Graça Rodrigues Frias). Filho de artistas da companhia teatral itinerante de Rafael de Oliveira, desde cedo começou a lidar com os palcos. O seu primeiro trabalho no mundo artístico foi na companhia onde os pais trabalhavam, desempenhando as funções de ponto. Mas o desejo de cantar leva-o a Lisboa em 1945 onde se inicia no mundo das cantigas, passando no exame da Emissora Nacional, mas que logo abandona. 
Decide numa certa noite cantar fado, o espanto foi geral entre os presentes. Levado ao "Café Luso", encantará tudo e todos e ficará a actuar, logo ali, dez noites por mês, com um salário de 50 escudos por noite. Tem 24 anos. Em 1950, o editor Manuel Simões leva-o a Madrid para gravar o seu primeiro disco. "Cartas de Amor" torna-se um grande êxito. Outros sucessos desta altura são "Trovador", "Ao Menos Uma Vez" e "A Lenda das Algas"
Ganhando crescente popularidade graças a alguns programas de rádio onde participou entre eles o "Comboio das seis e meia" de Igrejas Caeeiro, e os Serões da Emissora Nacional, Tony de Matos estreia-se em 1952 no teatro de revista, primeiro em "Cantigas Ó Rosa" e, depois, em "Saias Curtas".
No ano seguinte parte para o Brasil, regressa depois a Portugal para algumas digressões e de voltar outra vez ao Brasil, onde ficará seis anos, actuando na rádio, na televisão, e abre em Copacabana, o restaurante típico "O Fado".

1963 marca a fase mais marcante da sua carreira, com o regresso a Portugal, cantando já fora do âmbito restrito do fado, alargando o seu repertório para a canção romântica. E é neste estilo que Tony de Matos vai encontrar o seu lugar único, a ponto de ser considerado o "Cantor Romântico" por excelência, temas como "Só Nós Dois" e "Lado a Lado", foram verdadeiros sucessos que permanecem ainda hoje na memória de todos.
Estreia-se no cinema em "A Canção da Saudade" (1964) um filme de Henrique Campos, sendo ainda protagonista em "Rapazes de Táxis" (1965) de Constantino Esteves, "O Destino Marca a Hora" de Henrique Campos e "Derrapagem" (1972).
Muitas canções ficaram imortalizadas na sua voz.
"Procuro e Não Te Encontro"
"Vendaval"
Em 1966 concorre ao Festival RTP da Canção com "Nada e Ninguém". Em 1970 participa no filme "O Destino Marca a Hora" onde também entram Isabel de Castro e Eugénio Salvador, onde canta temas como "O Destino Marca a Hora", "Não Digas Que Me Conheces", "Digo Adeus à Saudade" e "Viver Sem Ter Amor". Em 1974 faz uma digressão pelos Estados Unidos para onde regressa no ano seguinte e fixa aí residência ficando por lá durante 8 anos.
Após o 25 de Abril, conotado com o nacional-cançonetismo, prossegue a sua profissão junto das comunidades de emigrantes no estrangeiro. A sua carreira conhecerá um novo renascimento a partir de 1985. No ano de 1988 é editado o álbum "Cantor Latino" onde cantou temas de Rui Veloso, Fernando Tordo, Carlos Mendes, Paulo de Carvalho, Tozé Brito, Maria Guinot, João Gil e Rosa Lobato de Faria.
Morreria a 8 de Junho de 1989, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, vítima de cancro.
Um artigo da revista "TV-Guia", publicado logo a seguir à morte de Tony de Matos, indicava que a sua voz tinha ficado registada em 70 álbuns e mais de 100 singles. Note-se que até à década de 60 o registo mais usual era o EP com 3 a 4 canções.

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Perfeito. Me sinto da mesma forma. Parece que desc...
acho que deve ser respeitada... http://www.goiasc...
vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
a discografia tem um ep com o titulo errado, onde ...
Armando Gama fomos contemporâneos no Salvador Corr...
A juventude nos leva a caminhos ruins , e procuram...
A primeira fotografia é da Praça Marquês de Pombal...
Eu gosto de ti Beto adorei cd foi muito bom ele é ...
GANHA MENSALMENTE COMO PRESIDENTE DA COMISSÃO EURO...
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