O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
Hoje venho dar explicações!!
Quando optei por neste blog colocar espaço para "crónicas de opinião", elas são isso mesmo "opinião", "cada cabeça sua sentença" diz o povo e com razão, tenho deixado algumas ideias do "certo e do errado" do nosso quotidiano, tenho de alguma forma abordado temas sociais e humanos(depois de alguma pesquisa) é obvio que tenho a minha "opinião" e ela não passa disso mesmo da MINHA opinião. Tento deixar no ar algumas perguntas e cada um ficará naturalmente livre de tirar as suas conclusões. Há dias alguém me acusava de só apontar o que está mal, o que está errado e de dar opinião, assim resolvi pedir a vossa atênção para algumas explicações.
 
Não é de fato minha intenção dar lições de moral seja a quem for, há muito que sentia a necessidade urgente de tentar desmistificar certas situações a que certas pessoas  preferem alhear-se. Falámos de prostituição, droga, jogo, juventude, educação, e no meu diambolar de palavras e opinião, não é que alguém me chamou a atênção para um tema que abordei "homossexualidade", é que como alguns terão conhecimento ainda há muita gente que se sente chocada com estas coisas. Algumas pessoas apontam ",..aquilo é uma vergonha,...", uma das expressões que me chamou a tênção foi ",...pode-se lá admitir,...", esta foi a expressão utilizada.
É obvio que não concordei com esta expressão, e respondi á pessoa em questão, e sinto-me na obrigação de esclarecer outras possiveis "opiniões" de cidadãos deste país que não podem "admitir" isto ou aquilo. O fato "pode" não ser de admitir, no entanto não se deve ignorar, e ser ou não de admitir, estas pessoas devem pensar que ainda vivem no tempo da "outra senhora", naturalmente que irei falar aqui deste ou outro qualquer tema e agora deixem que use o termo, NÃO VOU ADMITIR, que venham pessoas como vocês dizer o que aqui posso ou não admitir! Acredito que vivemos em democracia ou "semi-democracia" e sei que um dia podemos ir mais longe e falar abertamente e sem rodeios deste e outros assuntos que ainda assusta tanto a nossa sociedade.
 É obvio que gosto de saber da opinião de quem visita o blog, mas não me deixo intimidar com ameaças. Uma coisa não percebo é porque é que aconselham estas pessoas a que se "fuja" das realidades, que infelizmente são reais sejam elas quais forem. Todos os temas que aqui abordamos são reais eles acontecem, existem e siceramente considero que a homossexualidade é um assunto que tem profundas raízes, que nos podem levar a conclusões, e porque não a conhecimentos importantes que nos poderão ajudar a educar(melhor) as crianças de amanhã (e alguns adultos de hoje). 
Homossexualidade
Erros de educação?
Erros de gestação?
Erro da Natureza?
Será erro?
Acho que é importante esclarecer um pouco mais sobre este tema, para que possamos ter uma opinião válida e fundamentada
 Outro dos temas que també provocou algumas reações, foi a prostituição, é um fato que ela existe, podemos fugir dela? É segundo dizem "a mais velha profissão do mundo".
Legalização? Reabilitação? Não me vou apronfundar pois já dei resposta aqui no blog a essa opinião, deixem apenas dizer que é preciso que cada vez mais as pessoas se consciencializem que a marginalização não é solução, pelo contrário. É preciso olhar os problemas de frente, e pronto fico por aqui, lembro só que a intenção com que trazemos aqui estes temas é apenas chamar um pouco mais a atênção de certas pessoas para as realidades, os fatos, não deve ser apenas no Natal que nos lembramos de estender a mão, é preciso mais que isso, é olhar todos os dias para os problemas que existem com "olhos de ver".
 Rod Stewart - Downtown Train (1990)
PUBLICADO digitalblueradio às 16:27 | LINK DO POST
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Quando optei por neste blog colocar espaço para "crónicas de opinião", elas são isso mesmo "opinião", "cada cabeça sua sentença" diz o povo e com razão, tenho deixado algumas ideias do "certo e do errado" do nosso quotidiano, tenho de alguma forma abordado temas sociais e humanos(depois de alguma pesquisa) é obvio que tenho a minha "opinião" e ela não passa disso mesmo da MINHA opinião. Tento deixar no ar algumas perguntas e cada um ficará naturalmente livre de tirar as suas conclusões. Há dias alguém me acusava de só apontar o que está mal, o que está errado e de dar opinião, assim resolvi pedir a vossa atênção para algumas explicações.
 
Não é de fato minha intenção dar lições de moral seja a quem for, há muito que sentia a necessidade urgente de tentar desmistificar certas situações a que certas pessoas  preferem alhear-se. Falámos de prostituição, droga, jogo, juventude, educação, e no meu diambolar de palavras e opinião, não é que alguém me chamou a atênção para um tema que abordei "homossexualidade", é que como alguns terão conhecimento ainda há muita gente que se sente chocada com estas coisas. Algumas pessoas apontam ",..aquilo é uma vergonha,...", uma das expressões que me chamou a tênção foi ",...pode-se lá admitir,...", esta foi a expressão utilizada.
É obvio que não concordei com esta expressão, e respondi á pessoa em questão, e sinto-me na obrigação de esclarecer outras possiveis "opiniões" de cidadãos deste país que não podem "admitir" isto ou aquilo. O fato "pode" não ser de admitir, no entanto não se deve ignorar, e ser ou não de admitir, estas pessoas devem pensar que ainda vivem no tempo da "outra senhora", naturalmente que irei falar aqui deste ou outro qualquer tema e agora deixem que use o termo, NÃO VOU ADMITIR, que venham pessoas como vocês dizer o que aqui posso ou não admitir! Acredito que vivemos em democracia ou "semi-democracia" e sei que um dia podemos ir mais longe e falar abertamente e sem rodeios deste e outros assuntos que ainda assusta tanto a nossa sociedade.
 É obvio que gosto de saber da opinião de quem visita o blog, mas não me deixo intimidar com ameaças. Uma coisa não percebo é porque é que aconselham estas pessoas a que se "fuja" das realidades, que infelizmente são reais sejam elas quais forem. Todos os temas que aqui abordamos são reais eles acontecem, existem e siceramente considero que a homossexualidade é um assunto que tem profundas raízes, que nos podem levar a conclusões, e porque não a conhecimentos importantes que nos poderão ajudar a educar(melhor) as crianças de amanhã (e alguns adultos de hoje). 
Homossexualidade
Erros de educação?
Erros de gestação?
Erro da Natureza?
Será erro?
Acho que é importante esclarecer um pouco mais sobre este tema, para que possamos ter uma opinião válida e fundamentada
 Outro dos temas que també provocou algumas reações, foi a prostituição, é um fato que ela existe, podemos fugir dela? É segundo dizem "a mais velha profissão do mundo".
Legalização? Reabilitação? Não me vou apronfundar pois já dei resposta aqui no blog a essa opinião, deixem apenas dizer que é preciso que cada vez mais as pessoas se consciencializem que a marginalização não é solução, pelo contrário. É preciso olhar os problemas de frente, e pronto fico por aqui, lembro só que a intenção com que trazemos aqui estes temas é apenas chamar um pouco mais a atênção de certas pessoas para as realidades, os fatos, não deve ser apenas no Natal que nos lembramos de estender a mão, é preciso mais que isso, é olhar todos os dias para os problemas que existem com "olhos de ver".
 Rod Stewart - Downtown Train (1990)
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Quando optei por neste blog colocar espaço para "crónicas de opinião", elas são isso mesmo "opinião", "cada cabeça sua sentença" diz o povo e com razão, tenho deixado algumas ideias do "certo e do errado" do nosso quotidiano, tenho de alguma forma abordado temas sociais e humanos(depois de alguma pesquisa) é obvio que tenho a minha "opinião" e ela não passa disso mesmo da MINHA opinião. Tento deixar no ar algumas perguntas e cada um ficará naturalmente livre de tirar as suas conclusões. Há dias alguém me acusava de só apontar o que está mal, o que está errado e de dar opinião, assim resolvi pedir a vossa atênção para algumas explicações.
 
Não é de fato minha intenção dar lições de moral seja a quem for, há muito que sentia a necessidade urgente de tentar desmistificar certas situações a que certas pessoas  preferem alhear-se. Falámos de prostituição, droga, jogo, juventude, educação, e no meu diambolar de palavras e opinião, não é que alguém me chamou a atênção para um tema que abordei "homossexualidade", é que como alguns terão conhecimento ainda há muita gente que se sente chocada com estas coisas. Algumas pessoas apontam ",..aquilo é uma vergonha,...", uma das expressões que me chamou a tênção foi ",...pode-se lá admitir,...", esta foi a expressão utilizada.
É obvio que não concordei com esta expressão, e respondi á pessoa em questão, e sinto-me na obrigação de esclarecer outras possiveis "opiniões" de cidadãos deste país que não podem "admitir" isto ou aquilo. O fato "pode" não ser de admitir, no entanto não se deve ignorar, e ser ou não de admitir, estas pessoas devem pensar que ainda vivem no tempo da "outra senhora", naturalmente que irei falar aqui deste ou outro qualquer tema e agora deixem que use o termo, NÃO VOU ADMITIR, que venham pessoas como vocês dizer o que aqui posso ou não admitir! Acredito que vivemos em democracia ou "semi-democracia" e sei que um dia podemos ir mais longe e falar abertamente e sem rodeios deste e outros assuntos que ainda assusta tanto a nossa sociedade.
 É obvio que gosto de saber da opinião de quem visita o blog, mas não me deixo intimidar com ameaças. Uma coisa não percebo é porque é que aconselham estas pessoas a que se "fuja" das realidades, que infelizmente são reais sejam elas quais forem. Todos os temas que aqui abordamos são reais eles acontecem, existem e siceramente considero que a homossexualidade é um assunto que tem profundas raízes, que nos podem levar a conclusões, e porque não a conhecimentos importantes que nos poderão ajudar a educar(melhor) as crianças de amanhã (e alguns adultos de hoje). 
Homossexualidade
Erros de educação?
Erros de gestação?
Erro da Natureza?
Será erro?
Acho que é importante esclarecer um pouco mais sobre este tema, para que possamos ter uma opinião válida e fundamentada
 Outro dos temas que també provocou algumas reações, foi a prostituição, é um fato que ela existe, podemos fugir dela? É segundo dizem "a mais velha profissão do mundo".
Legalização? Reabilitação? Não me vou apronfundar pois já dei resposta aqui no blog a essa opinião, deixem apenas dizer que é preciso que cada vez mais as pessoas se consciencializem que a marginalização não é solução, pelo contrário. É preciso olhar os problemas de frente, e pronto fico por aqui, lembro só que a intenção com que trazemos aqui estes temas é apenas chamar um pouco mais a atênção de certas pessoas para as realidades, os fatos, não deve ser apenas no Natal que nos lembramos de estender a mão, é preciso mais que isso, é olhar todos os dias para os problemas que existem com "olhos de ver".
 Rod Stewart - Downtown Train (1990)
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Michael Andrew Fox ( Michael J. Fox ), nasceu em Edmonton, Alberta no Canadá, a 9 de junho de 1961. Michael é o 4º de cinco irmãos. O seu pai era um oficial da polícia e membro das Forças Armadas (Canadian Forces), tendo-se reformado em 1971. A sua mãe era empregada de escritório. Michael adicionou o "J", em homenágem ao ator Michael J. Pollard.
Papeis mais destacados incluem os filmes da série "Back to the Future" (Regresso ao Futuro), "Mars Attacks!" (Marte Ataca!), "Teen Wolf", e as séries de TV "Family Ties" e "Spin City". Em 1998 revelou que sofria da Doença de Parkinson, mal que lhe foi diagnosticado em 1991. Por isso, escreveu uma autobiografia, intitulada Lucky Man ("Homem de Sorte"), onde fala da doenaç em especial o seu aparecimento em pessoas mais jovens. Desde que lhe foi diagnosticada a doença, Fox tem sido um defensor proeminente e tem arrecadado fundos para a pesquisa em células-tronco, que acredita um dia vir a ajudar vítimas do Mal de Parkinson e outras doenças debilitantes.
Fox é casado com a atriz Tracy Pollan desde 1988. Têm quatro filhos.
Michael e a esposa Tracy Pollan
Destaque para alguns dos seus filmes
1980 Midnight Madness

1982 Class of 1984 

 Back to the Future 

Teen Wolf
Entre outros filmes e séries televisivas para além de emprestar a sua voz a personagens de séries animadas.
Michael J Fox  
PUBLICADO digitalblueradio às 15:06 | LINK DO POST
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Michael Andrew Fox ( Michael J. Fox ), nasceu em Edmonton, Alberta no Canadá, a 9 de junho de 1961. Michael é o 4º de cinco irmãos. O seu pai era um oficial da polícia e membro das Forças Armadas (Canadian Forces), tendo-se reformado em 1971. A sua mãe era empregada de escritório. Michael adicionou o "J", em homenágem ao ator Michael J. Pollard.
Papeis mais destacados incluem os filmes da série "Back to the Future" (Regresso ao Futuro), "Mars Attacks!" (Marte Ataca!), "Teen Wolf", e as séries de TV "Family Ties" e "Spin City". Em 1998 revelou que sofria da Doença de Parkinson, mal que lhe foi diagnosticado em 1991. Por isso, escreveu uma autobiografia, intitulada Lucky Man ("Homem de Sorte"), onde fala da doenaç em especial o seu aparecimento em pessoas mais jovens. Desde que lhe foi diagnosticada a doença, Fox tem sido um defensor proeminente e tem arrecadado fundos para a pesquisa em células-tronco, que acredita um dia vir a ajudar vítimas do Mal de Parkinson e outras doenças debilitantes.
Fox é casado com a atriz Tracy Pollan desde 1988. Têm quatro filhos.
Michael e a esposa Tracy Pollan
Destaque para alguns dos seus filmes
1980 Midnight Madness

1982 Class of 1984 

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Michael Andrew Fox ( Michael J. Fox ), nasceu em Edmonton, Alberta no Canadá, a 9 de junho de 1961. Michael é o 4º de cinco irmãos. O seu pai era um oficial da polícia e membro das Forças Armadas (Canadian Forces), tendo-se reformado em 1971. A sua mãe era empregada de escritório. Michael adicionou o "J", em homenágem ao ator Michael J. Pollard.
Papeis mais destacados incluem os filmes da série "Back to the Future" (Regresso ao Futuro), "Mars Attacks!" (Marte Ataca!), "Teen Wolf", e as séries de TV "Family Ties" e "Spin City". Em 1998 revelou que sofria da Doença de Parkinson, mal que lhe foi diagnosticado em 1991. Por isso, escreveu uma autobiografia, intitulada Lucky Man ("Homem de Sorte"), onde fala da doenaç em especial o seu aparecimento em pessoas mais jovens. Desde que lhe foi diagnosticada a doença, Fox tem sido um defensor proeminente e tem arrecadado fundos para a pesquisa em células-tronco, que acredita um dia vir a ajudar vítimas do Mal de Parkinson e outras doenças debilitantes.
Fox é casado com a atriz Tracy Pollan desde 1988. Têm quatro filhos.
Michael e a esposa Tracy Pollan
Destaque para alguns dos seus filmes
1980 Midnight Madness

1982 Class of 1984 

 Back to the Future 

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Entre outros filmes e séries televisivas para além de emprestar a sua voz a personagens de séries animadas.
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Quando na vida julgamos que sabemos todas as respostas,
vem a vida e muda todas as perguntas:
Um homem estava no cemitério a colocar flores no túmulo de um parente quando vê um chinês que colocava um prato de arroz na lápide ao lado. Ele pergunta ao chinês:
- desculpe, mas o senhor acha que o seu defunto vem comer o arroz?
Ao que o chinês responde: -sim, è geralmente na mesma hora em que o seu virá cheirar as flores...

“ Respeitar as opções dos outros, em qualquer aspecto, é uma das grandes virtudes que o ser humano pode ter. As pessoas são diferentes, agem de maneira diferente e pensam de forma diferente. É sempre melhor tentar compreender do que, simplismente, julgar.”
PUBLICADO digitalblueradio às 11:51 | LINK DO POST
Quando na vida julgamos que sabemos todas as respostas,
vem a vida e muda todas as perguntas:
Um homem estava no cemitério a colocar flores no túmulo de um parente quando vê um chinês que colocava um prato de arroz na lápide ao lado. Ele pergunta ao chinês:
- desculpe, mas o senhor acha que o seu defunto vem comer o arroz?
Ao que o chinês responde: -sim, è geralmente na mesma hora em que o seu virá cheirar as flores...

“ Respeitar as opções dos outros, em qualquer aspecto, é uma das grandes virtudes que o ser humano pode ter. As pessoas são diferentes, agem de maneira diferente e pensam de forma diferente. É sempre melhor tentar compreender do que, simplismente, julgar.”
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Quando na vida julgamos que sabemos todas as respostas,
vem a vida e muda todas as perguntas:
Um homem estava no cemitério a colocar flores no túmulo de um parente quando vê um chinês que colocava um prato de arroz na lápide ao lado. Ele pergunta ao chinês:
- desculpe, mas o senhor acha que o seu defunto vem comer o arroz?
Ao que o chinês responde: -sim, è geralmente na mesma hora em que o seu virá cheirar as flores...

“ Respeitar as opções dos outros, em qualquer aspecto, é uma das grandes virtudes que o ser humano pode ter. As pessoas são diferentes, agem de maneira diferente e pensam de forma diferente. É sempre melhor tentar compreender do que, simplismente, julgar.”
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Charles John Huffam Dickens, nasceu a 7 de Fevereiro de 1812 e faleceu a 9 de Junho de 1870, Charles adoptou o pseudónimo Boz no início da sua actividade literária, foi o mais popular dos romancistas ingleses da era vitoriana. A fama dos seus romances e contos, tanto durante a sua vida como depois, mantêm-se até aos dias de hoje. Entre os seus maiores clássicos podemos destacar:  "Copperfield" e  "Oliver Twist".
Dickens nasceu na cidade de Moure ( condado de Hampshire, Inglaterra), filho de John Dickens e de Elizabeth Barrow. A sua família era remediada em termos económicos, o que lhe permitiu frequentar uma escola particular durante três anos. A situação piorou, contudo, quando o seu pai foi preso por dívidas, depois de gastar os recursos da família. Com dez anos de idade, a família mudou-se para o bairro popular de Camden Town em Londres, onde ocupavam quartos baratos e, para fazer face aos gastos, empenharam os talheres de prata e venderam a biblioteca familiar. Com doze anos, Dickens já tinha a idade para trabalhar e assim fez, na empresa Warren’s onde se produzia graxa para os sapatos, o seu trabalho consistia em colar rótulos nos frascos de graxa. Com o dinheiro, sustentava a família.

Alguns anos depois, a situação financeira da família melhorou graças a uma herança recebida pelo seu pai. A sua família deixou a prisão, mas a mãe não o retirou da fábrica, Dickens jamais perdoaria a mãe por essa injustiça. Mais tarde Dickens começou a trabalhar num escritório, emprego que lhe poderia valer, mais tarde, a posição de advogado. Não gostou, no entanto, do trabalho nos tribunais e, depois de aprender taquigrafia, foi, por um breve período, estenógrafo do tribunal. Por esta altura, apaixona-se pela filha de um banqueiro, Maria Beadnell. Os pais dela desaprovaram, Charles levou algum tempo a superar o desgosto. Tornou-se, depois, jornalista, começando como cronista judicial e, depois, fazendo relatos dos debates parlamentares e cobrindo as campanhas eleitorais. Ao longo da sua carreira, Dickens continuou, durante muito tempo, a escrever para jornais.
 
Com pouco mais de vinte anos, o seu The Pickwick Papers (Os Documentos Póstumos do Clube Pickwick) estabeleceu o seu nome como escritor. A ideia inicial desta obra era que Dickens escrevesse comentários a ilustrações desportivas. Em 1836 casou com Catherine Hogarth, de quem teve dez filhos. Em 1838 publica "Oliver Twist" o romance foim divulgado em folhetins semanais e em 1842 viaja com a esposa para os Estados Unidos da América. Em 1843, publica o seu mais famoso livro de Natal, "A Christmas Carol" ("Canção de Natal"), ao qual se seguiriam outros, com a mesma temática, como "The Chimes" (1844), que escreveu em Génova, em 1845, "The Cricket on the Hearth" ("O Grilo da lareira") torna-se também um dos seus maiores sucessos natalícios. Já em 1848 publicava "Dombey and Son", e em 1849 publicou aquele que viria a ser o mais popular dos seus romances, David Copperfield, onde se inspirava, em grande parte, na sua própria vida. 
Os livros de Dickens tornaram-se extremamente populares na época e eram lidos com grande expectativa por um público muito fiel à sua escrita. O seu sucesso permitiu-lhe comprar Gad’s Hill Place, perto de Chatham, em 1856. Esta casa fazia parte do imaginário de Dickens, desde que por ela tinha passado, em criança – sonhando que um dia poderia lá viver. 

Dickens separou-se da sua mulher em 1858, continuou, contudo, a pagar-lhe casa e sustento durante os restantes anos em que ela viveu. Em 1865, numa visita a França, Dickens viu-se envolvido no acidente ferroviário de Staplehurst, em que as seis primeiras carruagens do comboio caíram de uma ponte em reparação. A única carruagem de primeira classe que se manteve na linha foi, por coincidência, aquela onde seguia Dickens. O escritor mostrou-se ativo a cuidar dos feridos e moribundos antes de chegarem os esforços de salvamento. Quando se preparava para abandonar o lugar trágico lembrou-se, ainda a tempo, de que tinha deixado dentro do comboio o manuscrito inacabado do seu romance Our Mutual Friend (O nosso amigo comum) e voltou à carruagem para o ir buscar. Dickens e Ellen Ternan envolveram-se amorosamente, Ellen era actriz, a opinião pública rapidamente a apontaria como a causa da separação de Catherine. Ellen foi, para todos os efeitos, a mulher que acompanhou Dickens até ao final dos seus dias, apesar de a união nunca ter sido reconhecida oficialmente.

A partir de 1858, os seus últimos anos de vida serão ocupados principalmente com leituras públicas. Esse género de espectáculos, que consistia apenas em ouvir Dickens a ler as suas suas obras mais conhecidas, tornaram-se incrivelmente populares. Note-se que na altura era comum ler em voz alta em família ou em grupos – a leitura expressiva era muito valorizada. E Dickens, com a sua interpretação apaixonada e a forma como se entregava à narração, não só arrebatava gargalhadas mas também lágrimas das audiências. Charles Dickens morreu de morte cerebral em junho de 1870. Foi sepultado no Poets' Corner ("Esquina dos Poetas"), na Abadia de Westminster. Na sua sepultura está gravado: "Apoiante dos pobres, dos que sofrem e dos oprimidos; e com a sua morte, um dos maiores escritores de Inglaterra desaparecia para o mundo."

Na década de 1980, a histórica Eastgate House (casa Eastgate), em Rochester, em Kent, foi convertida num museu dedicado a Charles Dickens. A casa onde nasceu, em Portsmouth é, também, um museu. Dickens teve dez filhos de Catherine Thompson Hogarth, os nomes remetem quase sempre para referências literárias: Charles Culliford Boz, Mary Angela, Kate Macready,Walter Landor, Francis Jeffrey, Alfred D'Orsay Tennyson, Sydney Smith Haldimand,Henry Carl Potchovesk Dickens Molovei,Dora Annie e Edward Bulwer Lytton

A sua popularidade pouco decresceu desde a sua morte. Continua a ser um dos autores ingleses mais lidos e apreciados. Pelo menos cerca de 180 filmes e adaptações para televisão das suas obras documentam ainda o seu sucesso entre o público actual. Já durante a sua vida se tinham adaptado algumas das suas obras para o palco. Em 1913 já os produtores cinematográficos se lançavam na produção de um filme mudo denominado The Pickwick Papers. As suas personagens eram de tal forma sugestivas que pareciam ganhar vida própria. As adaptações são inúmeras, para quase todos os gêneros de comunicação: cinema, banda desenhada, televisão, teatro, outras adaptações literárias, etc. Dickens terá tido, talvez, a esperança de ver nos seus 10 filhos o início de uma dinastia literária, pelo facto de todos terem nomes que remetem para a história da literatura inglesa, mas apenas a sua bisneta, Monica Dickens, seguiria as suas pegadas, e dedicar-se-ia à escrita de romances.
No cinema português podemos contar com a adaptação do seu "Hard Times" por João Botelho (no filme "Tempos Difíceis").
Romances principais: Oliver Twist, Nicholas Nickleby, Loja de Antiguidades, Um conto de Natal, David Copperfield, A Casa Abandonada, Tempos Difíceis, Um conto de duas cidades e Grandes Esperanças, apenas citando alguns.
PUBLICADO digitalblueradio às 10:34 | LINK DO POST
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Charles John Huffam Dickens, nasceu a 7 de Fevereiro de 1812 e faleceu a 9 de Junho de 1870, Charles adoptou o pseudónimo Boz no início da sua actividade literária, foi o mais popular dos romancistas ingleses da era vitoriana. A fama dos seus romances e contos, tanto durante a sua vida como depois, mantêm-se até aos dias de hoje. Entre os seus maiores clássicos podemos destacar:  "Copperfield" e  "Oliver Twist".
Dickens nasceu na cidade de Moure ( condado de Hampshire, Inglaterra), filho de John Dickens e de Elizabeth Barrow. A sua família era remediada em termos económicos, o que lhe permitiu frequentar uma escola particular durante três anos. A situação piorou, contudo, quando o seu pai foi preso por dívidas, depois de gastar os recursos da família. Com dez anos de idade, a família mudou-se para o bairro popular de Camden Town em Londres, onde ocupavam quartos baratos e, para fazer face aos gastos, empenharam os talheres de prata e venderam a biblioteca familiar. Com doze anos, Dickens já tinha a idade para trabalhar e assim fez, na empresa Warren’s onde se produzia graxa para os sapatos, o seu trabalho consistia em colar rótulos nos frascos de graxa. Com o dinheiro, sustentava a família.

Alguns anos depois, a situação financeira da família melhorou graças a uma herança recebida pelo seu pai. A sua família deixou a prisão, mas a mãe não o retirou da fábrica, Dickens jamais perdoaria a mãe por essa injustiça. Mais tarde Dickens começou a trabalhar num escritório, emprego que lhe poderia valer, mais tarde, a posição de advogado. Não gostou, no entanto, do trabalho nos tribunais e, depois de aprender taquigrafia, foi, por um breve período, estenógrafo do tribunal. Por esta altura, apaixona-se pela filha de um banqueiro, Maria Beadnell. Os pais dela desaprovaram, Charles levou algum tempo a superar o desgosto. Tornou-se, depois, jornalista, começando como cronista judicial e, depois, fazendo relatos dos debates parlamentares e cobrindo as campanhas eleitorais. Ao longo da sua carreira, Dickens continuou, durante muito tempo, a escrever para jornais.
 
Com pouco mais de vinte anos, o seu The Pickwick Papers (Os Documentos Póstumos do Clube Pickwick) estabeleceu o seu nome como escritor. A ideia inicial desta obra era que Dickens escrevesse comentários a ilustrações desportivas. Em 1836 casou com Catherine Hogarth, de quem teve dez filhos. Em 1838 publica "Oliver Twist" o romance foim divulgado em folhetins semanais e em 1842 viaja com a esposa para os Estados Unidos da América. Em 1843, publica o seu mais famoso livro de Natal, "A Christmas Carol" ("Canção de Natal"), ao qual se seguiriam outros, com a mesma temática, como "The Chimes" (1844), que escreveu em Génova, em 1845, "The Cricket on the Hearth" ("O Grilo da lareira") torna-se também um dos seus maiores sucessos natalícios. Já em 1848 publicava "Dombey and Son", e em 1849 publicou aquele que viria a ser o mais popular dos seus romances, David Copperfield, onde se inspirava, em grande parte, na sua própria vida. 
Os livros de Dickens tornaram-se extremamente populares na época e eram lidos com grande expectativa por um público muito fiel à sua escrita. O seu sucesso permitiu-lhe comprar Gad’s Hill Place, perto de Chatham, em 1856. Esta casa fazia parte do imaginário de Dickens, desde que por ela tinha passado, em criança – sonhando que um dia poderia lá viver. 

Dickens separou-se da sua mulher em 1858, continuou, contudo, a pagar-lhe casa e sustento durante os restantes anos em que ela viveu. Em 1865, numa visita a França, Dickens viu-se envolvido no acidente ferroviário de Staplehurst, em que as seis primeiras carruagens do comboio caíram de uma ponte em reparação. A única carruagem de primeira classe que se manteve na linha foi, por coincidência, aquela onde seguia Dickens. O escritor mostrou-se ativo a cuidar dos feridos e moribundos antes de chegarem os esforços de salvamento. Quando se preparava para abandonar o lugar trágico lembrou-se, ainda a tempo, de que tinha deixado dentro do comboio o manuscrito inacabado do seu romance Our Mutual Friend (O nosso amigo comum) e voltou à carruagem para o ir buscar. Dickens e Ellen Ternan envolveram-se amorosamente, Ellen era actriz, a opinião pública rapidamente a apontaria como a causa da separação de Catherine. Ellen foi, para todos os efeitos, a mulher que acompanhou Dickens até ao final dos seus dias, apesar de a união nunca ter sido reconhecida oficialmente.

A partir de 1858, os seus últimos anos de vida serão ocupados principalmente com leituras públicas. Esse género de espectáculos, que consistia apenas em ouvir Dickens a ler as suas suas obras mais conhecidas, tornaram-se incrivelmente populares. Note-se que na altura era comum ler em voz alta em família ou em grupos – a leitura expressiva era muito valorizada. E Dickens, com a sua interpretação apaixonada e a forma como se entregava à narração, não só arrebatava gargalhadas mas também lágrimas das audiências. Charles Dickens morreu de morte cerebral em junho de 1870. Foi sepultado no Poets' Corner ("Esquina dos Poetas"), na Abadia de Westminster. Na sua sepultura está gravado: "Apoiante dos pobres, dos que sofrem e dos oprimidos; e com a sua morte, um dos maiores escritores de Inglaterra desaparecia para o mundo."

Na década de 1980, a histórica Eastgate House (casa Eastgate), em Rochester, em Kent, foi convertida num museu dedicado a Charles Dickens. A casa onde nasceu, em Portsmouth é, também, um museu. Dickens teve dez filhos de Catherine Thompson Hogarth, os nomes remetem quase sempre para referências literárias: Charles Culliford Boz, Mary Angela, Kate Macready,Walter Landor, Francis Jeffrey, Alfred D'Orsay Tennyson, Sydney Smith Haldimand,Henry Carl Potchovesk Dickens Molovei,Dora Annie e Edward Bulwer Lytton

A sua popularidade pouco decresceu desde a sua morte. Continua a ser um dos autores ingleses mais lidos e apreciados. Pelo menos cerca de 180 filmes e adaptações para televisão das suas obras documentam ainda o seu sucesso entre o público actual. Já durante a sua vida se tinham adaptado algumas das suas obras para o palco. Em 1913 já os produtores cinematográficos se lançavam na produção de um filme mudo denominado The Pickwick Papers. As suas personagens eram de tal forma sugestivas que pareciam ganhar vida própria. As adaptações são inúmeras, para quase todos os gêneros de comunicação: cinema, banda desenhada, televisão, teatro, outras adaptações literárias, etc. Dickens terá tido, talvez, a esperança de ver nos seus 10 filhos o início de uma dinastia literária, pelo facto de todos terem nomes que remetem para a história da literatura inglesa, mas apenas a sua bisneta, Monica Dickens, seguiria as suas pegadas, e dedicar-se-ia à escrita de romances.
No cinema português podemos contar com a adaptação do seu "Hard Times" por João Botelho (no filme "Tempos Difíceis").
Romances principais: Oliver Twist, Nicholas Nickleby, Loja de Antiguidades, Um conto de Natal, David Copperfield, A Casa Abandonada, Tempos Difíceis, Um conto de duas cidades e Grandes Esperanças, apenas citando alguns.
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Charles John Huffam Dickens, nasceu a 7 de Fevereiro de 1812 e faleceu a 9 de Junho de 1870, Charles adoptou o pseudónimo Boz no início da sua actividade literária, foi o mais popular dos romancistas ingleses da era vitoriana. A fama dos seus romances e contos, tanto durante a sua vida como depois, mantêm-se até aos dias de hoje. Entre os seus maiores clássicos podemos destacar:  "Copperfield" e  "Oliver Twist".
Dickens nasceu na cidade de Moure ( condado de Hampshire, Inglaterra), filho de John Dickens e de Elizabeth Barrow. A sua família era remediada em termos económicos, o que lhe permitiu frequentar uma escola particular durante três anos. A situação piorou, contudo, quando o seu pai foi preso por dívidas, depois de gastar os recursos da família. Com dez anos de idade, a família mudou-se para o bairro popular de Camden Town em Londres, onde ocupavam quartos baratos e, para fazer face aos gastos, empenharam os talheres de prata e venderam a biblioteca familiar. Com doze anos, Dickens já tinha a idade para trabalhar e assim fez, na empresa Warren’s onde se produzia graxa para os sapatos, o seu trabalho consistia em colar rótulos nos frascos de graxa. Com o dinheiro, sustentava a família.

Alguns anos depois, a situação financeira da família melhorou graças a uma herança recebida pelo seu pai. A sua família deixou a prisão, mas a mãe não o retirou da fábrica, Dickens jamais perdoaria a mãe por essa injustiça. Mais tarde Dickens começou a trabalhar num escritório, emprego que lhe poderia valer, mais tarde, a posição de advogado. Não gostou, no entanto, do trabalho nos tribunais e, depois de aprender taquigrafia, foi, por um breve período, estenógrafo do tribunal. Por esta altura, apaixona-se pela filha de um banqueiro, Maria Beadnell. Os pais dela desaprovaram, Charles levou algum tempo a superar o desgosto. Tornou-se, depois, jornalista, começando como cronista judicial e, depois, fazendo relatos dos debates parlamentares e cobrindo as campanhas eleitorais. Ao longo da sua carreira, Dickens continuou, durante muito tempo, a escrever para jornais.
 
Com pouco mais de vinte anos, o seu The Pickwick Papers (Os Documentos Póstumos do Clube Pickwick) estabeleceu o seu nome como escritor. A ideia inicial desta obra era que Dickens escrevesse comentários a ilustrações desportivas. Em 1836 casou com Catherine Hogarth, de quem teve dez filhos. Em 1838 publica "Oliver Twist" o romance foim divulgado em folhetins semanais e em 1842 viaja com a esposa para os Estados Unidos da América. Em 1843, publica o seu mais famoso livro de Natal, "A Christmas Carol" ("Canção de Natal"), ao qual se seguiriam outros, com a mesma temática, como "The Chimes" (1844), que escreveu em Génova, em 1845, "The Cricket on the Hearth" ("O Grilo da lareira") torna-se também um dos seus maiores sucessos natalícios. Já em 1848 publicava "Dombey and Son", e em 1849 publicou aquele que viria a ser o mais popular dos seus romances, David Copperfield, onde se inspirava, em grande parte, na sua própria vida. 
Os livros de Dickens tornaram-se extremamente populares na época e eram lidos com grande expectativa por um público muito fiel à sua escrita. O seu sucesso permitiu-lhe comprar Gad’s Hill Place, perto de Chatham, em 1856. Esta casa fazia parte do imaginário de Dickens, desde que por ela tinha passado, em criança – sonhando que um dia poderia lá viver. 

Dickens separou-se da sua mulher em 1858, continuou, contudo, a pagar-lhe casa e sustento durante os restantes anos em que ela viveu. Em 1865, numa visita a França, Dickens viu-se envolvido no acidente ferroviário de Staplehurst, em que as seis primeiras carruagens do comboio caíram de uma ponte em reparação. A única carruagem de primeira classe que se manteve na linha foi, por coincidência, aquela onde seguia Dickens. O escritor mostrou-se ativo a cuidar dos feridos e moribundos antes de chegarem os esforços de salvamento. Quando se preparava para abandonar o lugar trágico lembrou-se, ainda a tempo, de que tinha deixado dentro do comboio o manuscrito inacabado do seu romance Our Mutual Friend (O nosso amigo comum) e voltou à carruagem para o ir buscar. Dickens e Ellen Ternan envolveram-se amorosamente, Ellen era actriz, a opinião pública rapidamente a apontaria como a causa da separação de Catherine. Ellen foi, para todos os efeitos, a mulher que acompanhou Dickens até ao final dos seus dias, apesar de a união nunca ter sido reconhecida oficialmente.

A partir de 1858, os seus últimos anos de vida serão ocupados principalmente com leituras públicas. Esse género de espectáculos, que consistia apenas em ouvir Dickens a ler as suas suas obras mais conhecidas, tornaram-se incrivelmente populares. Note-se que na altura era comum ler em voz alta em família ou em grupos – a leitura expressiva era muito valorizada. E Dickens, com a sua interpretação apaixonada e a forma como se entregava à narração, não só arrebatava gargalhadas mas também lágrimas das audiências. Charles Dickens morreu de morte cerebral em junho de 1870. Foi sepultado no Poets' Corner ("Esquina dos Poetas"), na Abadia de Westminster. Na sua sepultura está gravado: "Apoiante dos pobres, dos que sofrem e dos oprimidos; e com a sua morte, um dos maiores escritores de Inglaterra desaparecia para o mundo."

Na década de 1980, a histórica Eastgate House (casa Eastgate), em Rochester, em Kent, foi convertida num museu dedicado a Charles Dickens. A casa onde nasceu, em Portsmouth é, também, um museu. Dickens teve dez filhos de Catherine Thompson Hogarth, os nomes remetem quase sempre para referências literárias: Charles Culliford Boz, Mary Angela, Kate Macready,Walter Landor, Francis Jeffrey, Alfred D'Orsay Tennyson, Sydney Smith Haldimand,Henry Carl Potchovesk Dickens Molovei,Dora Annie e Edward Bulwer Lytton

A sua popularidade pouco decresceu desde a sua morte. Continua a ser um dos autores ingleses mais lidos e apreciados. Pelo menos cerca de 180 filmes e adaptações para televisão das suas obras documentam ainda o seu sucesso entre o público actual. Já durante a sua vida se tinham adaptado algumas das suas obras para o palco. Em 1913 já os produtores cinematográficos se lançavam na produção de um filme mudo denominado The Pickwick Papers. As suas personagens eram de tal forma sugestivas que pareciam ganhar vida própria. As adaptações são inúmeras, para quase todos os gêneros de comunicação: cinema, banda desenhada, televisão, teatro, outras adaptações literárias, etc. Dickens terá tido, talvez, a esperança de ver nos seus 10 filhos o início de uma dinastia literária, pelo facto de todos terem nomes que remetem para a história da literatura inglesa, mas apenas a sua bisneta, Monica Dickens, seguiria as suas pegadas, e dedicar-se-ia à escrita de romances.
No cinema português podemos contar com a adaptação do seu "Hard Times" por João Botelho (no filme "Tempos Difíceis").
Romances principais: Oliver Twist, Nicholas Nickleby, Loja de Antiguidades, Um conto de Natal, David Copperfield, A Casa Abandonada, Tempos Difíceis, Um conto de duas cidades e Grandes Esperanças, apenas citando alguns.
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