O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS

A terra de que agora falo meus amigos, é terra de cantares, cidade medieval, bairros antigos, pomares, terra do Mondego, falada nas prosas e poemas: Camões, Antero, Eça, Régio, Torga.

                                A CIDADE DOS ESTUDANTES

Quem por lá passou, quem lhe frequentou as escolas, quem calcorreou a Alta e a Baixa, lhe saboreou irreverências, viveu os êxitos ou amargou os insucessos da " briosa " jamais por certo a esquecerá.

 A história e arte andam, ali, de esquina em esquina. 
O magnifico Paço das Escolas (Universidade) que foi solar de D. Henrique; a igreja de Santa Cruz, onde repousam os restos mortais de D. Afonso Henriques e D. Sancho I, a Sé Velha, o mosteiro de Celas, a Igreja de Santiago, o Convento de Santa Clara-a-Velha, e outros preciosos  testemunhos do esplendor artistico medieval, a jesuitica Sé Nova, o Museu Machado de Castro, dos mais ricos do País, a Biblioteca Joanina, uma das mais suptuosas da Europa, o barroco Convento de Santa Clara-a-Nova, que Isabel de Aragão (a Rainha Santa ) mandou construir, a Quinta das Lágrimas, dos amores de D. Pedro e D. Inês, a torre de Anto, atalaia da muralha antiga da cidade e onde António Nobre viveu, locais obrigatórios de visita.





Se mergulharmos na sua história e a compararmos com o presente verificamos que o que foi não volta a ser. Coimbra já não é, evidentemente hoje , a " terra fantástica" de Antero, do lirismo de João de Deus, da irreverência do "Pica", das velhas tertúlias nas tascas da Alta ou da Baixa, onde alternavam os versos e o escabeche, o idealismo e o carrascão. Tempos idos do canelão, do rapanço, do recolher obrigatório ao badalar da cabra, a colher de pau a zurzir nas unhas dos caloiros, esses tempos já lá vão, no entanto Coimbra é e será sempre a Cidade dos Estudantes, e a Queima das Fitas continua  a ser a maior festa estudantil Portuguesa.

Os estudantes cantavam para beber, confessar amores recatados, gritar revoltas, expandir ideologias, a canção de coimbra, o fado, marca ainda hoje a diferença no cantar Português.


 Coimbra viu definitivamente concluida a sua reconquista aos Mouros em 1064, foi local de cortes e residêncial real, cresceu, tranformou-se, ganhou carácter. Estreitamente ligada a partir de 1537, á universidade, para lá transferida por D. Dinis.
Percorrer-lhe praças e ruas, é, realmente, como desfolhar muitas páginas do nosso passado colectivo, descobrir uma cidade, das mais belas e pitorescas de Portugal. 
 Muito teria para escrever sobre  Coimbra  do Mondego, talvez dos rios mais cantados de Portugal, muito teria para contar de poetas, canticos, poesias e prosas, estudantes e seus amores,  muito haveria para contar desta cidade tão cheia de história.... convido-os a visitar a cidade dos estudantes.


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A terra de que agora falo meus amigos, é terra de cantares, cidade medieval, bairros antigos, pomares, terra do Mondego, falada nas prosas e poemas: Camões, Antero, Eça, Régio, Torga.

                                A CIDADE DOS ESTUDANTES

Quem por lá passou, quem lhe frequentou as escolas, quem calcorreou a Alta e a Baixa, lhe saboreou irreverências, viveu os êxitos ou amargou os insucessos da " briosa " jamais por certo a esquecerá.

 A história e arte andam, ali, de esquina em esquina. 
O magnifico Paço das Escolas (Universidade) que foi solar de D. Henrique; a igreja de Santa Cruz, onde repousam os restos mortais de D. Afonso Henriques e D. Sancho I, a Sé Velha, o mosteiro de Celas, a Igreja de Santiago, o Convento de Santa Clara-a-Velha, e outros preciosos  testemunhos do esplendor artistico medieval, a jesuitica Sé Nova, o Museu Machado de Castro, dos mais ricos do País, a Biblioteca Joanina, uma das mais suptuosas da Europa, o barroco Convento de Santa Clara-a-Nova, que Isabel de Aragão (a Rainha Santa ) mandou construir, a Quinta das Lágrimas, dos amores de D. Pedro e D. Inês, a torre de Anto, atalaia da muralha antiga da cidade e onde António Nobre viveu, locais obrigatórios de visita.





Se mergulharmos na sua história e a compararmos com o presente verificamos que o que foi não volta a ser. Coimbra já não é, evidentemente hoje , a " terra fantástica" de Antero, do lirismo de João de Deus, da irreverência do "Pica", das velhas tertúlias nas tascas da Alta ou da Baixa, onde alternavam os versos e o escabeche, o idealismo e o carrascão. Tempos idos do canelão, do rapanço, do recolher obrigatório ao badalar da cabra, a colher de pau a zurzir nas unhas dos caloiros, esses tempos já lá vão, no entanto Coimbra é e será sempre a Cidade dos Estudantes, e a Queima das Fitas continua  a ser a maior festa estudantil Portuguesa.

Os estudantes cantavam para beber, confessar amores recatados, gritar revoltas, expandir ideologias, a canção de coimbra, o fado, marca ainda hoje a diferença no cantar Português.


 Coimbra viu definitivamente concluida a sua reconquista aos Mouros em 1064, foi local de cortes e residêncial real, cresceu, tranformou-se, ganhou carácter. Estreitamente ligada a partir de 1537, á universidade, para lá transferida por D. Dinis.
Percorrer-lhe praças e ruas, é, realmente, como desfolhar muitas páginas do nosso passado colectivo, descobrir uma cidade, das mais belas e pitorescas de Portugal. 
 Muito teria para escrever sobre  Coimbra  do Mondego, talvez dos rios mais cantados de Portugal, muito teria para contar de poetas, canticos, poesias e prosas, estudantes e seus amores,  muito haveria para contar desta cidade tão cheia de história.... convido-os a visitar a cidade dos estudantes.


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A terra de que agora falo meus amigos, é terra de cantares, cidade medieval, bairros antigos, pomares, terra do Mondego, falada nas prosas e poemas: Camões, Antero, Eça, Régio, Torga.

                                A CIDADE DOS ESTUDANTES

Quem por lá passou, quem lhe frequentou as escolas, quem calcorreou a Alta e a Baixa, lhe saboreou irreverências, viveu os êxitos ou amargou os insucessos da " briosa " jamais por certo a esquecerá.

 A história e arte andam, ali, de esquina em esquina. 
O magnifico Paço das Escolas (Universidade) que foi solar de D. Henrique; a igreja de Santa Cruz, onde repousam os restos mortais de D. Afonso Henriques e D. Sancho I, a Sé Velha, o mosteiro de Celas, a Igreja de Santiago, o Convento de Santa Clara-a-Velha, e outros preciosos  testemunhos do esplendor artistico medieval, a jesuitica Sé Nova, o Museu Machado de Castro, dos mais ricos do País, a Biblioteca Joanina, uma das mais suptuosas da Europa, o barroco Convento de Santa Clara-a-Nova, que Isabel de Aragão (a Rainha Santa ) mandou construir, a Quinta das Lágrimas, dos amores de D. Pedro e D. Inês, a torre de Anto, atalaia da muralha antiga da cidade e onde António Nobre viveu, locais obrigatórios de visita.





Se mergulharmos na sua história e a compararmos com o presente verificamos que o que foi não volta a ser. Coimbra já não é, evidentemente hoje , a " terra fantástica" de Antero, do lirismo de João de Deus, da irreverência do "Pica", das velhas tertúlias nas tascas da Alta ou da Baixa, onde alternavam os versos e o escabeche, o idealismo e o carrascão. Tempos idos do canelão, do rapanço, do recolher obrigatório ao badalar da cabra, a colher de pau a zurzir nas unhas dos caloiros, esses tempos já lá vão, no entanto Coimbra é e será sempre a Cidade dos Estudantes, e a Queima das Fitas continua  a ser a maior festa estudantil Portuguesa.

Os estudantes cantavam para beber, confessar amores recatados, gritar revoltas, expandir ideologias, a canção de coimbra, o fado, marca ainda hoje a diferença no cantar Português.


 Coimbra viu definitivamente concluida a sua reconquista aos Mouros em 1064, foi local de cortes e residêncial real, cresceu, tranformou-se, ganhou carácter. Estreitamente ligada a partir de 1537, á universidade, para lá transferida por D. Dinis.
Percorrer-lhe praças e ruas, é, realmente, como desfolhar muitas páginas do nosso passado colectivo, descobrir uma cidade, das mais belas e pitorescas de Portugal. 
 Muito teria para escrever sobre  Coimbra  do Mondego, talvez dos rios mais cantados de Portugal, muito teria para contar de poetas, canticos, poesias e prosas, estudantes e seus amores,  muito haveria para contar desta cidade tão cheia de história.... convido-os a visitar a cidade dos estudantes.


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José de Sousa Saramago nasceu na Azinhaga, Golegã a 16 de Novembro de 1922 e faleceu em Tías, Lanzarote a 18 de Junho de 2010, foi um escritor, argumentista, jornalista, dramaturgo, contista, romancista e poeta português. Foi galardoado com o "Nobel de Literatura" de 1998. Também ganhou o "Prémio Camões", o mais importante prémio literário da língua portuguesa. 

O seu livro "Ensaio Sobre a Cegueira" foi adaptado para o cinema e lançado em 2008, produzido no Japão, Brasil, Uruguai e Canadá, dirigido por Fernando Meirelles (realizador de O Fiel Jardineiro e Cidade de Deus). Em 2010 o realizador português António Ferreira adapta um conto retirado do livro "Objecto Quase", conto esse que viria a dar nome ao filme "Embargo", uma produção portuguesa em co-produção com o Brasil e Espanha.
Saramago nasceu no distrito de Santarém, na província geográfica do Ribatejo, no dia 16 de Novembro de 1922, embora o registo oficial apresente o dia 18 como o do seu nascimento. Saramago, conhecido pelo seu ateísmo e iberismo, foi membro do Partido Comunista Português e foi director-adjunto do Diário de Notícias. Juntamente com Luiz Francisco Rebello, Armindo Magalhães, Manuel da Fonseca e Urbano Tavares Rodrigues foi, em 1992, um dos fundadores da Frente Nacional para a Defesa da Cultura (FNDC). Casado, em segundas núpcias, com a espanhola Pilar del Río, Saramago viveu na ilha espanhola de Lanzarote, nas Ilhas Canárias.

José Saramago nasceu no seio de uma família de pais e avós agricultores. A sua vida é passada grande parte em Lisboa, para onde a família se muda em 1924. Dificuldades económicas impedem-no de entrar na universidade. Demonstra desde cedo interesse pelos estudos e pela cultura, sendo que esta curiosidade perante o Mundo o acompanhou até à morte. Formou-se numa escola técnica. O seu primeiro emprego foi de serralheiro mecânico. Fascinado pelos livros, visitava, à noite, com grande frequência, a Biblioteca Municipal Central (Palácio Galveias).

Aos 25 anos, publica o primeiro romance "Terra do Pecado" em 1947, no mesmo ano de nascimento da sua filha, Violante, fruto do primeiro casamento com Ilda Reis (casou em 1944 e com quem permaneceu até 1970). Nessa época, Saramago era funcionário público. Em 1988, casar-se-ia com a jornalista e tradutora espanhola María del Pilar del Río Sánchez, que conheceu em 1986 e ao lado da qual viveu até à morte. Em 1955 e para aumentar os rendimentos, começou a fazer traduções de Hegel, Tolstoi e Baudelaire, entre outros.
Depois de "Terra do Pecado", lança "Os Poemas Possíveis". Num espaço de cinco anos, publica, sem alarde, mais dois livros de poesia: "Provavelmente Alegria" (1970) e "O Ano de 1993" (1975). Nesta altura troca de emprego, abandona a editora "Estudos Cor" para trabalhar no "Diário de Notícias" depois, no "Diário de Lisboa". Em 1975, regressa ao DN onde fica apenas 10 meses. Da experiência vivida nos jornais, restaram quatro crónicas: "Deste Mundo e do Outro" de (1971), "A Bagagem do Viajante" (1973), "As Opiniões que o DL Teve", (1974) e "Os Apontamentos", (1976). Mas não são as crónicas, nem os contos, nem o teatro os responsáveis por fazer de Saramago um dos autores portugueses de maior destaque, essa missão está reservada aos seus romances.
Três décadas depois de publicado "Terra do Pecado", Saramago retornou ao mundo da prosa ficcional com "Manual de Pintura e Caligrafia". Mas ainda não foi aí que o autor definiu o seu estilo, essas marcas características só apareceriam com "Levantado do Chão" (1980), livro no qual o autor retrata a vida de privações da população pobre do Alentejo.
Dois anos depois de "Levantado do Chão" (1982), surge o romance "Memorial do Convento", livro que conquista definitivamente a atenção de leitores e críticos. Nele, Saramago misturou factos reais com personagens inventados: o rei D. João V e Bartolomeu de Gusmão, com a misteriosa Blimunda e o operário Baltazar. A crítica brutal a uma Igreja ao serviço dos opressores inicia a exposição de uma tentativa de destruição do fenómeno religioso como devaneio humano construtor de guerras.
De 1980 a 1991, o autor trouxe a lume mais quatro romances que remetem a factos da realidade material, problematizando a interpretação da "história". "O Ano da Morte de Ricardo Reis" (1984), "A Jangada de Pedra" (1986), "História do Cerco de Lisboa" (1989) e "O Evangelho Segundo Jesus Cristo" (1991) um livro que originou alguma polémica, onde Saramago reescreve o livro sagrado sob a óptica de um Cristo que não é Deus e se revolta contra o seu destino e onde, a fundo, questiona o lugar de Deus, do cristianismo, do sofrimento e da morte.
Nos anos seguintes, entre 1995 e 2005, Saramago publicou mais seis romances, dando início a uma nova fase edita então: "Ensaio Sobre a Cegueira" em 1995; "Todos os Nomes" em 1997; "A Caverna" no ano de 2001; "O Homem Duplicado" em 2002; "Ensaio Sobre a Lucidez" em 2004; e "As Intermitências da Morte" em 2005. 
Saramago foi sempre um homem atento às injustiças da era moderna, vigilante das mais diversas causas sociais, não se cansava de investir, usando a arma que lhe coube usar, a palavra. "Aqui na Terra a fome continua, / A miséria, o luto, e outra vez a fome.", diz no poema "Fala do Velho do Restelo ao Astronauta" (do livro Os Poemas Possíveis, editado em 1966).
Saramago faleceu no dia 18 de Junho de 2010, aos 87 anos de idade, na sua casa em Lanzarote onde residia com a mulher Pilar del Rio, vítima de leucemia crónica. O escritor estava doente havia algum tempo e o seu estado de saúde agravou-se na última semana de vida. O seu funeral teve honras de Estado, tendo o seu corpo sido cremado no Cemitério do Alto de São João, em Lisboa.
 José Saramago - falsa democracia
Saramago fala da Bíblia e de Deus
FICAM 5 VIDEOS DE UMA REPORTAGEM DA RTP 
SARAMAGO - LEVANTADO DO CHÃO


Obras publicadas - Romances
"Terra do Pecado"1947"Manual de Pintura e Caligrafia"1977
"Levantado do Chão"1980"Memorial do Convento"1982
"O Ano da Morte de Ricardo Reis"1984
"A Jangada de Pedra"1986"História do Cerco de Lisboa"1989
"O Evangelho Segundo Jesus Cristo"1991
"Ensaio Sobre a Cegueira"1995"Todos os Nomes"1997
"A Caverna"2000"O Homem Duplicado"2002
"Ensaio Sobre a Lucidez"2004
"As Intermitências da Morte"2005"A Viagem do Elefante"2008
"Caim"2009 



Obras publicadas -  Peças teatrais
"A Noite", "Que Farei com Este Livro?"
"A Segunda Vida de Francisco de Assis"
"In Nomine Dei"
"Don Giovanni ou O Dissoluto Absolvido"


Obras publicadas - Contos
"Objecto Quase"1978
"Poética dos Cinco Sentidos - O Ouvido"1979
"O Conto da Ilha Desconhecida"1997



Obras publicadas - Poemas
"Os Poemas Possíveis"1966"Provavelmente Alegria"1970
"O Ano de 1993"1975 

Obras publicadas - Crónicas
"Deste Mundo e do Outro"1971"A Bagagem do Viajante"1973
"As Opiniões que o DL Teve"1974"Os Apontamentos"1977 
 Diário e Memórias
"Cadernos de Lanzarote (I-V)"1994
"As Pequenas Memórias"2006
Viagens
"Viagem a Portugal"1981 Infantil
"A Maior Flor do Mundo"2001
A carreira de Saramago foi acompanhada de diversas polémicas, devido sobretudo ás suas opiniões pessoais sobre religião ou sobre a luta internacional contra o terrorismo. A fechar fica uma entrevista que Saramago deu no Brasil.
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José de Sousa Saramago nasceu na Azinhaga, Golegã a 16 de Novembro de 1922 e faleceu em Tías, Lanzarote a 18 de Junho de 2010, foi um escritor, argumentista, jornalista, dramaturgo, contista, romancista e poeta português. Foi galardoado com o "Nobel de Literatura" de 1998. Também ganhou o "Prémio Camões", o mais importante prémio literário da língua portuguesa. 

O seu livro "Ensaio Sobre a Cegueira" foi adaptado para o cinema e lançado em 2008, produzido no Japão, Brasil, Uruguai e Canadá, dirigido por Fernando Meirelles (realizador de O Fiel Jardineiro e Cidade de Deus). Em 2010 o realizador português António Ferreira adapta um conto retirado do livro "Objecto Quase", conto esse que viria a dar nome ao filme "Embargo", uma produção portuguesa em co-produção com o Brasil e Espanha.
Saramago nasceu no distrito de Santarém, na província geográfica do Ribatejo, no dia 16 de Novembro de 1922, embora o registo oficial apresente o dia 18 como o do seu nascimento. Saramago, conhecido pelo seu ateísmo e iberismo, foi membro do Partido Comunista Português e foi director-adjunto do Diário de Notícias. Juntamente com Luiz Francisco Rebello, Armindo Magalhães, Manuel da Fonseca e Urbano Tavares Rodrigues foi, em 1992, um dos fundadores da Frente Nacional para a Defesa da Cultura (FNDC). Casado, em segundas núpcias, com a espanhola Pilar del Río, Saramago viveu na ilha espanhola de Lanzarote, nas Ilhas Canárias.

José Saramago nasceu no seio de uma família de pais e avós agricultores. A sua vida é passada grande parte em Lisboa, para onde a família se muda em 1924. Dificuldades económicas impedem-no de entrar na universidade. Demonstra desde cedo interesse pelos estudos e pela cultura, sendo que esta curiosidade perante o Mundo o acompanhou até à morte. Formou-se numa escola técnica. O seu primeiro emprego foi de serralheiro mecânico. Fascinado pelos livros, visitava, à noite, com grande frequência, a Biblioteca Municipal Central (Palácio Galveias).

Aos 25 anos, publica o primeiro romance "Terra do Pecado" em 1947, no mesmo ano de nascimento da sua filha, Violante, fruto do primeiro casamento com Ilda Reis (casou em 1944 e com quem permaneceu até 1970). Nessa época, Saramago era funcionário público. Em 1988, casar-se-ia com a jornalista e tradutora espanhola María del Pilar del Río Sánchez, que conheceu em 1986 e ao lado da qual viveu até à morte. Em 1955 e para aumentar os rendimentos, começou a fazer traduções de Hegel, Tolstoi e Baudelaire, entre outros.
Depois de "Terra do Pecado", lança "Os Poemas Possíveis". Num espaço de cinco anos, publica, sem alarde, mais dois livros de poesia: "Provavelmente Alegria" (1970) e "O Ano de 1993" (1975). Nesta altura troca de emprego, abandona a editora "Estudos Cor" para trabalhar no "Diário de Notícias" depois, no "Diário de Lisboa". Em 1975, regressa ao DN onde fica apenas 10 meses. Da experiência vivida nos jornais, restaram quatro crónicas: "Deste Mundo e do Outro" de (1971), "A Bagagem do Viajante" (1973), "As Opiniões que o DL Teve", (1974) e "Os Apontamentos", (1976). Mas não são as crónicas, nem os contos, nem o teatro os responsáveis por fazer de Saramago um dos autores portugueses de maior destaque, essa missão está reservada aos seus romances.
Três décadas depois de publicado "Terra do Pecado", Saramago retornou ao mundo da prosa ficcional com "Manual de Pintura e Caligrafia". Mas ainda não foi aí que o autor definiu o seu estilo, essas marcas características só apareceriam com "Levantado do Chão" (1980), livro no qual o autor retrata a vida de privações da população pobre do Alentejo.
Dois anos depois de "Levantado do Chão" (1982), surge o romance "Memorial do Convento", livro que conquista definitivamente a atenção de leitores e críticos. Nele, Saramago misturou factos reais com personagens inventados: o rei D. João V e Bartolomeu de Gusmão, com a misteriosa Blimunda e o operário Baltazar. A crítica brutal a uma Igreja ao serviço dos opressores inicia a exposição de uma tentativa de destruição do fenómeno religioso como devaneio humano construtor de guerras.
De 1980 a 1991, o autor trouxe a lume mais quatro romances que remetem a factos da realidade material, problematizando a interpretação da "história". "O Ano da Morte de Ricardo Reis" (1984), "A Jangada de Pedra" (1986), "História do Cerco de Lisboa" (1989) e "O Evangelho Segundo Jesus Cristo" (1991) um livro que originou alguma polémica, onde Saramago reescreve o livro sagrado sob a óptica de um Cristo que não é Deus e se revolta contra o seu destino e onde, a fundo, questiona o lugar de Deus, do cristianismo, do sofrimento e da morte.
Nos anos seguintes, entre 1995 e 2005, Saramago publicou mais seis romances, dando início a uma nova fase edita então: "Ensaio Sobre a Cegueira" em 1995; "Todos os Nomes" em 1997; "A Caverna" no ano de 2001; "O Homem Duplicado" em 2002; "Ensaio Sobre a Lucidez" em 2004; e "As Intermitências da Morte" em 2005. 
Saramago foi sempre um homem atento às injustiças da era moderna, vigilante das mais diversas causas sociais, não se cansava de investir, usando a arma que lhe coube usar, a palavra. "Aqui na Terra a fome continua, / A miséria, o luto, e outra vez a fome.", diz no poema "Fala do Velho do Restelo ao Astronauta" (do livro Os Poemas Possíveis, editado em 1966).
Saramago faleceu no dia 18 de Junho de 2010, aos 87 anos de idade, na sua casa em Lanzarote onde residia com a mulher Pilar del Rio, vítima de leucemia crónica. O escritor estava doente havia algum tempo e o seu estado de saúde agravou-se na última semana de vida. O seu funeral teve honras de Estado, tendo o seu corpo sido cremado no Cemitério do Alto de São João, em Lisboa.
 José Saramago - falsa democracia
Saramago fala da Bíblia e de Deus
FICAM 5 VIDEOS DE UMA REPORTAGEM DA RTP 
SARAMAGO - LEVANTADO DO CHÃO


Obras publicadas - Romances
"Terra do Pecado"1947"Manual de Pintura e Caligrafia"1977
"Levantado do Chão"1980"Memorial do Convento"1982
"O Ano da Morte de Ricardo Reis"1984
"A Jangada de Pedra"1986"História do Cerco de Lisboa"1989
"O Evangelho Segundo Jesus Cristo"1991
"Ensaio Sobre a Cegueira"1995"Todos os Nomes"1997
"A Caverna"2000"O Homem Duplicado"2002
"Ensaio Sobre a Lucidez"2004
"As Intermitências da Morte"2005"A Viagem do Elefante"2008
"Caim"2009 



Obras publicadas -  Peças teatrais
"A Noite", "Que Farei com Este Livro?"
"A Segunda Vida de Francisco de Assis"
"In Nomine Dei"
"Don Giovanni ou O Dissoluto Absolvido"


Obras publicadas - Contos
"Objecto Quase"1978
"Poética dos Cinco Sentidos - O Ouvido"1979
"O Conto da Ilha Desconhecida"1997



Obras publicadas - Poemas
"Os Poemas Possíveis"1966"Provavelmente Alegria"1970
"O Ano de 1993"1975 

Obras publicadas - Crónicas
"Deste Mundo e do Outro"1971"A Bagagem do Viajante"1973
"As Opiniões que o DL Teve"1974"Os Apontamentos"1977 
 Diário e Memórias
"Cadernos de Lanzarote (I-V)"1994
"As Pequenas Memórias"2006
Viagens
"Viagem a Portugal"1981 Infantil
"A Maior Flor do Mundo"2001
A carreira de Saramago foi acompanhada de diversas polémicas, devido sobretudo ás suas opiniões pessoais sobre religião ou sobre a luta internacional contra o terrorismo. A fechar fica uma entrevista que Saramago deu no Brasil.
PUBLICADO digitalblueradio às 15:16 | LINK DO POST
José de Sousa Saramago nasceu na Azinhaga, Golegã a 16 de Novembro de 1922 e faleceu em Tías, Lanzarote a 18 de Junho de 2010, foi um escritor, argumentista, jornalista, dramaturgo, contista, romancista e poeta português. Foi galardoado com o "Nobel de Literatura" de 1998. Também ganhou o "Prémio Camões", o mais importante prémio literário da língua portuguesa. 

O seu livro "Ensaio Sobre a Cegueira" foi adaptado para o cinema e lançado em 2008, produzido no Japão, Brasil, Uruguai e Canadá, dirigido por Fernando Meirelles (realizador de O Fiel Jardineiro e Cidade de Deus). Em 2010 o realizador português António Ferreira adapta um conto retirado do livro "Objecto Quase", conto esse que viria a dar nome ao filme "Embargo", uma produção portuguesa em co-produção com o Brasil e Espanha.
Saramago nasceu no distrito de Santarém, na província geográfica do Ribatejo, no dia 16 de Novembro de 1922, embora o registo oficial apresente o dia 18 como o do seu nascimento. Saramago, conhecido pelo seu ateísmo e iberismo, foi membro do Partido Comunista Português e foi director-adjunto do Diário de Notícias. Juntamente com Luiz Francisco Rebello, Armindo Magalhães, Manuel da Fonseca e Urbano Tavares Rodrigues foi, em 1992, um dos fundadores da Frente Nacional para a Defesa da Cultura (FNDC). Casado, em segundas núpcias, com a espanhola Pilar del Río, Saramago viveu na ilha espanhola de Lanzarote, nas Ilhas Canárias.

José Saramago nasceu no seio de uma família de pais e avós agricultores. A sua vida é passada grande parte em Lisboa, para onde a família se muda em 1924. Dificuldades económicas impedem-no de entrar na universidade. Demonstra desde cedo interesse pelos estudos e pela cultura, sendo que esta curiosidade perante o Mundo o acompanhou até à morte. Formou-se numa escola técnica. O seu primeiro emprego foi de serralheiro mecânico. Fascinado pelos livros, visitava, à noite, com grande frequência, a Biblioteca Municipal Central (Palácio Galveias).

Aos 25 anos, publica o primeiro romance "Terra do Pecado" em 1947, no mesmo ano de nascimento da sua filha, Violante, fruto do primeiro casamento com Ilda Reis (casou em 1944 e com quem permaneceu até 1970). Nessa época, Saramago era funcionário público. Em 1988, casar-se-ia com a jornalista e tradutora espanhola María del Pilar del Río Sánchez, que conheceu em 1986 e ao lado da qual viveu até à morte. Em 1955 e para aumentar os rendimentos, começou a fazer traduções de Hegel, Tolstoi e Baudelaire, entre outros.
Depois de "Terra do Pecado", lança "Os Poemas Possíveis". Num espaço de cinco anos, publica, sem alarde, mais dois livros de poesia: "Provavelmente Alegria" (1970) e "O Ano de 1993" (1975). Nesta altura troca de emprego, abandona a editora "Estudos Cor" para trabalhar no "Diário de Notícias" depois, no "Diário de Lisboa". Em 1975, regressa ao DN onde fica apenas 10 meses. Da experiência vivida nos jornais, restaram quatro crónicas: "Deste Mundo e do Outro" de (1971), "A Bagagem do Viajante" (1973), "As Opiniões que o DL Teve", (1974) e "Os Apontamentos", (1976). Mas não são as crónicas, nem os contos, nem o teatro os responsáveis por fazer de Saramago um dos autores portugueses de maior destaque, essa missão está reservada aos seus romances.
Três décadas depois de publicado "Terra do Pecado", Saramago retornou ao mundo da prosa ficcional com "Manual de Pintura e Caligrafia". Mas ainda não foi aí que o autor definiu o seu estilo, essas marcas características só apareceriam com "Levantado do Chão" (1980), livro no qual o autor retrata a vida de privações da população pobre do Alentejo.
Dois anos depois de "Levantado do Chão" (1982), surge o romance "Memorial do Convento", livro que conquista definitivamente a atenção de leitores e críticos. Nele, Saramago misturou factos reais com personagens inventados: o rei D. João V e Bartolomeu de Gusmão, com a misteriosa Blimunda e o operário Baltazar. A crítica brutal a uma Igreja ao serviço dos opressores inicia a exposição de uma tentativa de destruição do fenómeno religioso como devaneio humano construtor de guerras.
De 1980 a 1991, o autor trouxe a lume mais quatro romances que remetem a factos da realidade material, problematizando a interpretação da "história". "O Ano da Morte de Ricardo Reis" (1984), "A Jangada de Pedra" (1986), "História do Cerco de Lisboa" (1989) e "O Evangelho Segundo Jesus Cristo" (1991) um livro que originou alguma polémica, onde Saramago reescreve o livro sagrado sob a óptica de um Cristo que não é Deus e se revolta contra o seu destino e onde, a fundo, questiona o lugar de Deus, do cristianismo, do sofrimento e da morte.
Nos anos seguintes, entre 1995 e 2005, Saramago publicou mais seis romances, dando início a uma nova fase edita então: "Ensaio Sobre a Cegueira" em 1995; "Todos os Nomes" em 1997; "A Caverna" no ano de 2001; "O Homem Duplicado" em 2002; "Ensaio Sobre a Lucidez" em 2004; e "As Intermitências da Morte" em 2005. 
Saramago foi sempre um homem atento às injustiças da era moderna, vigilante das mais diversas causas sociais, não se cansava de investir, usando a arma que lhe coube usar, a palavra. "Aqui na Terra a fome continua, / A miséria, o luto, e outra vez a fome.", diz no poema "Fala do Velho do Restelo ao Astronauta" (do livro Os Poemas Possíveis, editado em 1966).
Saramago faleceu no dia 18 de Junho de 2010, aos 87 anos de idade, na sua casa em Lanzarote onde residia com a mulher Pilar del Rio, vítima de leucemia crónica. O escritor estava doente havia algum tempo e o seu estado de saúde agravou-se na última semana de vida. O seu funeral teve honras de Estado, tendo o seu corpo sido cremado no Cemitério do Alto de São João, em Lisboa.
 José Saramago - falsa democracia
Saramago fala da Bíblia e de Deus
FICAM 5 VIDEOS DE UMA REPORTAGEM DA RTP 
SARAMAGO - LEVANTADO DO CHÃO


Obras publicadas - Romances
"Terra do Pecado"1947"Manual de Pintura e Caligrafia"1977
"Levantado do Chão"1980"Memorial do Convento"1982
"O Ano da Morte de Ricardo Reis"1984
"A Jangada de Pedra"1986"História do Cerco de Lisboa"1989
"O Evangelho Segundo Jesus Cristo"1991
"Ensaio Sobre a Cegueira"1995"Todos os Nomes"1997
"A Caverna"2000"O Homem Duplicado"2002
"Ensaio Sobre a Lucidez"2004
"As Intermitências da Morte"2005"A Viagem do Elefante"2008
"Caim"2009 



Obras publicadas -  Peças teatrais
"A Noite", "Que Farei com Este Livro?"
"A Segunda Vida de Francisco de Assis"
"In Nomine Dei"
"Don Giovanni ou O Dissoluto Absolvido"


Obras publicadas - Contos
"Objecto Quase"1978
"Poética dos Cinco Sentidos - O Ouvido"1979
"O Conto da Ilha Desconhecida"1997



Obras publicadas - Poemas
"Os Poemas Possíveis"1966"Provavelmente Alegria"1970
"O Ano de 1993"1975 

Obras publicadas - Crónicas
"Deste Mundo e do Outro"1971"A Bagagem do Viajante"1973
"As Opiniões que o DL Teve"1974"Os Apontamentos"1977 
 Diário e Memórias
"Cadernos de Lanzarote (I-V)"1994
"As Pequenas Memórias"2006
Viagens
"Viagem a Portugal"1981 Infantil
"A Maior Flor do Mundo"2001
A carreira de Saramago foi acompanhada de diversas polémicas, devido sobretudo ás suas opiniões pessoais sobre religião ou sobre a luta internacional contra o terrorismo. A fechar fica uma entrevista que Saramago deu no Brasil.
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James Paul McCartney nasceu em Liverpool a 18 de junho de 1942, cantor, compositor, baixista, guitarrista, pianista, multi-instrumentista, empresário, produtor musical, cinematográfico e ativista dos direitos dos animais. 
McCartney alcançou fama mundial como membro da banda de rock britânica "The Beatles", com John Lennon, Ringo Starr e George Harrison. Após a dissolução dos Beatles em 1970, McCartney lançou-se numa carreira a solo e formou uma banda com a sua primeira mulher Linda McCartney, os "Wings".  
Paul McCartney é o canhoto mais famoso da história do rock. Em 1997 foi publicada a biografia intitulada "Many Years From Now"
Paul nasceu no Hospital Geral de Liverpool, Inglaterra, onde a sua mãe, Mary, tinha trabalhado como enfermeira na maternidade alguns anos antes. Ele tinha um irmão, Michael, que nasceu no dia 7 de janeiro de 1944. Foi batizado com o nome de James Paul McCartney na igreja católica; a sua mãe era católica e o pai, protestante, posteriormente tornou-se agnóstico. Como muitos de Liverpool, os McCartney tinham ascedência irlandesa.

A casa de infância de Paul
Aos onze anos, Paul passou a frequentar a escola "Liverpool Institute", foi no autocarro a caminho da escola que Paul conheceu George Harrison. Em 1955, os McCartney mudaram-se para "20 Forthlin Road", em Allerton (subúrbio de Liverpool). Em 1956 com 14 anos, Paul perdeu a mãe.
O pai de McCartney (Jim), trabalhava a vender algodão, ele tocava trompete e piano e teve uma banda de dança de salão nos anos 20. Após a morte da mulher, Jim começou a estimular Paul a interessar-se pela música comprando-lhe um trompete. No ano de 1957, McCartney então com quinze anos conheceu John Lennon ao assistir ao show da banda "Quarrymen" em Woolton (subúrbios de Liverpool). Esta seria a banda que daria origem aos "The Beatles". A entrada de McCartney para a banda aconteceu depois de Lennon ouvir McCartney tocar a canção "Twenty Flight Rock" de Eddie Cochran. Em 1958, McCartney convenceu Lennon a aceitar George Harrison na banda. Após a entrada de Harrison, Stuart Sutcliffe, amigo da escola de artes de John Lennon, entrou também para a banda como baixista.
Os "Quarrymen" mudaram de nome várias vezes até chegar a "The Beatles". Em 1960, a banda foi pela primeira vez tocar a Hamburgo. Paul e o baterista Pete Best acabaram por ser deportados da Alemanha após darem início a um pequeno incêndio no local onde estavam hospedados. Em 1961, os "Beatles" fizeram o seu primeiro show no "Cavern Club".
Durante os "Beatles", McCartney formou com John Lennon uma dupla de compositores, e combinaram que mesmo quando alguma canção fosse escrita só por um deles, ela traria a assinatura de Lennon/McCartney. Nos "Beatles", McCartney era o que mais escrevia canções românticas. São de sua autoria canções como "Yesterday", "And I Love Her", "Michelle" e "Here There and Everywhere". Embora Paul fosse acusado de só escrever baladas, ele também escreveu várias canções com um estilo mais pesado como "Back In The USSR", "Helter Skelter" e "The End"
Paul McCartney foi o primeiro "beatle" a desenvolver um projeto musical a solo, onde compôs a banda sonora para o filme televisivo "The Family Way". Depois que Brian Epstein morreu em 1967, John Lennon passou os "Beatles" para segundo plano, após conhecer Yoko Ono, McCartney tornou-se a figura central da banda, o que acabou por gerar conflitos com Lennon. No dia 10 de abril de 1970, Paul McCartney anunciou publicamente o fim dos "Beatles" em entrevista coletiva e anunciou o lançamento do seu primeiro álbum a solo.

Tal como os outros três membros da banda, McCartney foi agraciado, em 1966 como "Membro do Império Britânico". Porém, é o único membro dos Beatles a ostentar o título de "Sir", honraria que lhe foi concedida pela Rainha em 1997. O título de "Sir" é mais distinto do que o de "Membro do Império", por se tratar de um título nobiliárquico de mais alto valor, equivalente a "Cavaleiro do Império Britânico" (Knight of the British Empire). Apenas Paul McCartney recebeu a distinção.
No seu primeiro álbum após o fim do Beatles, McCartney escreveu todas as canções, gravou todos os instrumentos e produziu o disco num estúdio particular em sua casa, com Linda a fazer os vocais de apoio. Do disco apenas dois temas obtiveram algum sucesso, "Maybe I'm Amazed" e "Every Night". Em 1971, McCartney lançou "Another Day", ainda no mesmo ano, juntamente com a sua mulher, lançou outro álbum "Ram". Paul voltaria a formar uma nova banda, os "Wings". A sua nova banda teve durante os anos da sua existência como integrantes fixos Paul McCartney, Denny Laine (ex-Moody Blues) e Linda McCartney, os outros integrantes não eram fixos. Os "Wings" lançaram o seu primeiro trabalho em 1972, "Wild Life". Em 1973, o grupo lançou o álbum "Red Rose Speedway". Pela primeira vez a banda atingiria o primeiro lugar nos tops, com este álbum e com a canção "My Love"
No mesmo ano, a banda lançou a canção "Live And Let Die", tema que fez parte da banda sonora do filme de 007 - "James Bond: Viva e Deixe Morrer".
O álbum seguinte foi o álbum de maior sucesso da banda, "Band on the Run", apresenta hits como "Jet" e a faixa-título. Em 1974, os "Wings" lançaram o álbum "Venus and Mars" e no ano seguinte o álbum "Wings at the Speed of Sound", logo depois sai o disco "London Town", e "Back to the Egg". Em 1979, Paul McCartney organizou o show "Concert for the People of Kampuchea". Participaram do show não só os "Wings" mas também os "Queen", "The Who", "Pretenders", "The Clash" e "Elvis Costello" entre outros. Logo após, os "Wings" partiram numa turné ao Japão, onde McCartney foi preso por 8 dias ao desembarcar no aeroporto por posse de marijuana. Era o fim da banda.
Na noite de 9 de dezembro de 1980, McCartney acordou com a notícia do assassinato de John Lennon. Em 1981, seis meses após a morte de Lennon, McCartney fez parte da vocalização do tributo de George Harrison a Lennon, na canção "All Those Years Ago", juntamente com Ringo Starr.

Ao longo da sua carreira McCartney conseguiu muitos sucessos,  McCartney e Stevie Wonder "Ebony and Ivory"
Outro dos sucessos foi o dueto de McCartney e Michael Jackson "The Girl is Mine", do álbum "Pipes of Peace", alcançou sucesso com as canções "Pipes of Peace", "So Bad" e o tema "Say, Say, Say" 
 
McCartney escreveu e atuou no filme de 1984 "Give My Regards to Broad Street". Da banda sonora destacou-se a canção "No More Lonely Nights" (que contou com a participação de David Gilmour, guitarrista da banda britânica Pink Floyd na guitarra solo). 

Ainda em 1984 McCartney lançou a canção "We All Stand Together" e escreveu a canção principal do filme 
"Spies Like Us".

  Em 1986, lançou o álbum "Press to Play" e
em 1988, lançou "Снова в СССР", com canções clássicas do Rock and roll. Em 1993, McCartney lançou o álbum "Off the Ground" e a canção "Hope of Deliverance"

No ano de 1995, Paul McCartney reuniu-se com os ex-Beatles George Harrison e Ringo Starr para a realização de "The Beatles Anthology", que englobou um documentário em vídeo, um livro biográfico e três CDs duplos com algumas canções inéditas (gravadas na época da existência do conjunto na década de 60) e canções conhecidas em versões diferentes. Em 1997, McCartney lançou o álbum "Flaming Pie". Em 1999, lançou o álbum "Run Devil Run". Entretanto morre George Harrison. 
   No ano de 2005, McCartney lançou o disco "Chaos and Creation in the Backyard".

Paul McCartney foi o último beatle a casar, namorou  5 anos com a atriz Jane Asher, o noivado acabou em 1968 depois de Jane o ter encontrado na cama com outra mulher. 
  Jane Asher
 McCartney conheceu Linda Eastman, uma fotógrafa norte-americana, antes do fim do seu noivado com Jane Asher, num clube noturno de Londres. Em 1969 casou com Linda e adotou a filha dela, Heather. Com Linda, McCartney teve três filhos: Mary (nascida em 1969), Stella (nascida em 1971) e James (nascido em 1977). Em 1998, Linda morreu de cancro da mama em Tucson, Arizona.  
 Em 2002, Paul casou com a modelo, Heather Mills. 
Em 2003, nasceu a primeira filha do casal, Beatrice, em 2006, foi anunciada a separação do casal. 
Álbuns de estúdio
McCartney (1970)
Ram (1971)
McCartney II (1980)
Tug Of War (1982)
Pipes Of Peace (1983)
Press To Play (1986)
CHOBA B CCCP (1988)
Flowers In The Dirt (1989)
Off The Ground (1993)
Flaming Pie (1997)
Run Devil Run (1999)
Driving Rain (2001)
Chaos and Creation in the Backyard (2005)
Memory Almost Full (2007)
 Com os "Wings"
Wild Life (1971)
Red Rose Speedway (1973)
Band on the Run (1973)
Venus and Mars (1975)
Wings At The Speed Of Sound (1976)
London Town (1978)
Back To The Egg (1979)
 Com os "The Fireman"
Strawberries, Oceans, Ships, Forest (1993)
Rushes (1998)
Electric Arguments (2008)
Álbuns ao vivo
Wings Over America (1977)
Tripping The Live Fantastic (1990)
Tripping The Live Fantastic - Highlights! (1990)
Unplugged (The Official Bootleg) (1991)
Paul is Live! (1993)
Back in the US (2002)
Back in the World (2003)
Amoeba's Secret" (2007)
Good Evening New York City (2009)
Paul McCartney Live in Los Angeles" (2010) 
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James Paul McCartney nasceu em Liverpool a 18 de junho de 1942, cantor, compositor, baixista, guitarrista, pianista, multi-instrumentista, empresário, produtor musical, cinematográfico e ativista dos direitos dos animais. 
McCartney alcançou fama mundial como membro da banda de rock britânica "The Beatles", com John Lennon, Ringo Starr e George Harrison. Após a dissolução dos Beatles em 1970, McCartney lançou-se numa carreira a solo e formou uma banda com a sua primeira mulher Linda McCartney, os "Wings".  
Paul McCartney é o canhoto mais famoso da história do rock. Em 1997 foi publicada a biografia intitulada "Many Years From Now"
Paul nasceu no Hospital Geral de Liverpool, Inglaterra, onde a sua mãe, Mary, tinha trabalhado como enfermeira na maternidade alguns anos antes. Ele tinha um irmão, Michael, que nasceu no dia 7 de janeiro de 1944. Foi batizado com o nome de James Paul McCartney na igreja católica; a sua mãe era católica e o pai, protestante, posteriormente tornou-se agnóstico. Como muitos de Liverpool, os McCartney tinham ascedência irlandesa.

A casa de infância de Paul
Aos onze anos, Paul passou a frequentar a escola "Liverpool Institute", foi no autocarro a caminho da escola que Paul conheceu George Harrison. Em 1955, os McCartney mudaram-se para "20 Forthlin Road", em Allerton (subúrbio de Liverpool). Em 1956 com 14 anos, Paul perdeu a mãe.
O pai de McCartney (Jim), trabalhava a vender algodão, ele tocava trompete e piano e teve uma banda de dança de salão nos anos 20. Após a morte da mulher, Jim começou a estimular Paul a interessar-se pela música comprando-lhe um trompete. No ano de 1957, McCartney então com quinze anos conheceu John Lennon ao assistir ao show da banda "Quarrymen" em Woolton (subúrbios de Liverpool). Esta seria a banda que daria origem aos "The Beatles". A entrada de McCartney para a banda aconteceu depois de Lennon ouvir McCartney tocar a canção "Twenty Flight Rock" de Eddie Cochran. Em 1958, McCartney convenceu Lennon a aceitar George Harrison na banda. Após a entrada de Harrison, Stuart Sutcliffe, amigo da escola de artes de John Lennon, entrou também para a banda como baixista.
Os "Quarrymen" mudaram de nome várias vezes até chegar a "The Beatles". Em 1960, a banda foi pela primeira vez tocar a Hamburgo. Paul e o baterista Pete Best acabaram por ser deportados da Alemanha após darem início a um pequeno incêndio no local onde estavam hospedados. Em 1961, os "Beatles" fizeram o seu primeiro show no "Cavern Club".
Durante os "Beatles", McCartney formou com John Lennon uma dupla de compositores, e combinaram que mesmo quando alguma canção fosse escrita só por um deles, ela traria a assinatura de Lennon/McCartney. Nos "Beatles", McCartney era o que mais escrevia canções românticas. São de sua autoria canções como "Yesterday", "And I Love Her", "Michelle" e "Here There and Everywhere". Embora Paul fosse acusado de só escrever baladas, ele também escreveu várias canções com um estilo mais pesado como "Back In The USSR", "Helter Skelter" e "The End"
Paul McCartney foi o primeiro "beatle" a desenvolver um projeto musical a solo, onde compôs a banda sonora para o filme televisivo "The Family Way". Depois que Brian Epstein morreu em 1967, John Lennon passou os "Beatles" para segundo plano, após conhecer Yoko Ono, McCartney tornou-se a figura central da banda, o que acabou por gerar conflitos com Lennon. No dia 10 de abril de 1970, Paul McCartney anunciou publicamente o fim dos "Beatles" em entrevista coletiva e anunciou o lançamento do seu primeiro álbum a solo.

Tal como os outros três membros da banda, McCartney foi agraciado, em 1966 como "Membro do Império Britânico". Porém, é o único membro dos Beatles a ostentar o título de "Sir", honraria que lhe foi concedida pela Rainha em 1997. O título de "Sir" é mais distinto do que o de "Membro do Império", por se tratar de um título nobiliárquico de mais alto valor, equivalente a "Cavaleiro do Império Britânico" (Knight of the British Empire). Apenas Paul McCartney recebeu a distinção.
No seu primeiro álbum após o fim do Beatles, McCartney escreveu todas as canções, gravou todos os instrumentos e produziu o disco num estúdio particular em sua casa, com Linda a fazer os vocais de apoio. Do disco apenas dois temas obtiveram algum sucesso, "Maybe I'm Amazed" e "Every Night". Em 1971, McCartney lançou "Another Day", ainda no mesmo ano, juntamente com a sua mulher, lançou outro álbum "Ram". Paul voltaria a formar uma nova banda, os "Wings". A sua nova banda teve durante os anos da sua existência como integrantes fixos Paul McCartney, Denny Laine (ex-Moody Blues) e Linda McCartney, os outros integrantes não eram fixos. Os "Wings" lançaram o seu primeiro trabalho em 1972, "Wild Life". Em 1973, o grupo lançou o álbum "Red Rose Speedway". Pela primeira vez a banda atingiria o primeiro lugar nos tops, com este álbum e com a canção "My Love"
No mesmo ano, a banda lançou a canção "Live And Let Die", tema que fez parte da banda sonora do filme de 007 - "James Bond: Viva e Deixe Morrer".
O álbum seguinte foi o álbum de maior sucesso da banda, "Band on the Run", apresenta hits como "Jet" e a faixa-título. Em 1974, os "Wings" lançaram o álbum "Venus and Mars" e no ano seguinte o álbum "Wings at the Speed of Sound", logo depois sai o disco "London Town", e "Back to the Egg". Em 1979, Paul McCartney organizou o show "Concert for the People of Kampuchea". Participaram do show não só os "Wings" mas também os "Queen", "The Who", "Pretenders", "The Clash" e "Elvis Costello" entre outros. Logo após, os "Wings" partiram numa turné ao Japão, onde McCartney foi preso por 8 dias ao desembarcar no aeroporto por posse de marijuana. Era o fim da banda.
Na noite de 9 de dezembro de 1980, McCartney acordou com a notícia do assassinato de John Lennon. Em 1981, seis meses após a morte de Lennon, McCartney fez parte da vocalização do tributo de George Harrison a Lennon, na canção "All Those Years Ago", juntamente com Ringo Starr.

Ao longo da sua carreira McCartney conseguiu muitos sucessos,  McCartney e Stevie Wonder "Ebony and Ivory"
Outro dos sucessos foi o dueto de McCartney e Michael Jackson "The Girl is Mine", do álbum "Pipes of Peace", alcançou sucesso com as canções "Pipes of Peace", "So Bad" e o tema "Say, Say, Say" 
 
McCartney escreveu e atuou no filme de 1984 "Give My Regards to Broad Street". Da banda sonora destacou-se a canção "No More Lonely Nights" (que contou com a participação de David Gilmour, guitarrista da banda britânica Pink Floyd na guitarra solo). 

Ainda em 1984 McCartney lançou a canção "We All Stand Together" e escreveu a canção principal do filme 
"Spies Like Us".

  Em 1986, lançou o álbum "Press to Play" e
em 1988, lançou "Снова в СССР", com canções clássicas do Rock and roll. Em 1993, McCartney lançou o álbum "Off the Ground" e a canção "Hope of Deliverance"

No ano de 1995, Paul McCartney reuniu-se com os ex-Beatles George Harrison e Ringo Starr para a realização de "The Beatles Anthology", que englobou um documentário em vídeo, um livro biográfico e três CDs duplos com algumas canções inéditas (gravadas na época da existência do conjunto na década de 60) e canções conhecidas em versões diferentes. Em 1997, McCartney lançou o álbum "Flaming Pie". Em 1999, lançou o álbum "Run Devil Run". Entretanto morre George Harrison. 
   No ano de 2005, McCartney lançou o disco "Chaos and Creation in the Backyard".

Paul McCartney foi o último beatle a casar, namorou  5 anos com a atriz Jane Asher, o noivado acabou em 1968 depois de Jane o ter encontrado na cama com outra mulher. 
  Jane Asher
 McCartney conheceu Linda Eastman, uma fotógrafa norte-americana, antes do fim do seu noivado com Jane Asher, num clube noturno de Londres. Em 1969 casou com Linda e adotou a filha dela, Heather. Com Linda, McCartney teve três filhos: Mary (nascida em 1969), Stella (nascida em 1971) e James (nascido em 1977). Em 1998, Linda morreu de cancro da mama em Tucson, Arizona.  
 Em 2002, Paul casou com a modelo, Heather Mills. 
Em 2003, nasceu a primeira filha do casal, Beatrice, em 2006, foi anunciada a separação do casal. 
Álbuns de estúdio
McCartney (1970)
Ram (1971)
McCartney II (1980)
Tug Of War (1982)
Pipes Of Peace (1983)
Press To Play (1986)
CHOBA B CCCP (1988)
Flowers In The Dirt (1989)
Off The Ground (1993)
Flaming Pie (1997)
Run Devil Run (1999)
Driving Rain (2001)
Chaos and Creation in the Backyard (2005)
Memory Almost Full (2007)
 Com os "Wings"
Wild Life (1971)
Red Rose Speedway (1973)
Band on the Run (1973)
Venus and Mars (1975)
Wings At The Speed Of Sound (1976)
London Town (1978)
Back To The Egg (1979)
 Com os "The Fireman"
Strawberries, Oceans, Ships, Forest (1993)
Rushes (1998)
Electric Arguments (2008)
Álbuns ao vivo
Wings Over America (1977)
Tripping The Live Fantastic (1990)
Tripping The Live Fantastic - Highlights! (1990)
Unplugged (The Official Bootleg) (1991)
Paul is Live! (1993)
Back in the US (2002)
Back in the World (2003)
Amoeba's Secret" (2007)
Good Evening New York City (2009)
Paul McCartney Live in Los Angeles" (2010) 
PUBLICADO digitalblueradio às 15:15 | LINK DO POST
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James Paul McCartney nasceu em Liverpool a 18 de junho de 1942, cantor, compositor, baixista, guitarrista, pianista, multi-instrumentista, empresário, produtor musical, cinematográfico e ativista dos direitos dos animais. 
McCartney alcançou fama mundial como membro da banda de rock britânica "The Beatles", com John Lennon, Ringo Starr e George Harrison. Após a dissolução dos Beatles em 1970, McCartney lançou-se numa carreira a solo e formou uma banda com a sua primeira mulher Linda McCartney, os "Wings".  
Paul McCartney é o canhoto mais famoso da história do rock. Em 1997 foi publicada a biografia intitulada "Many Years From Now"
Paul nasceu no Hospital Geral de Liverpool, Inglaterra, onde a sua mãe, Mary, tinha trabalhado como enfermeira na maternidade alguns anos antes. Ele tinha um irmão, Michael, que nasceu no dia 7 de janeiro de 1944. Foi batizado com o nome de James Paul McCartney na igreja católica; a sua mãe era católica e o pai, protestante, posteriormente tornou-se agnóstico. Como muitos de Liverpool, os McCartney tinham ascedência irlandesa.

A casa de infância de Paul
Aos onze anos, Paul passou a frequentar a escola "Liverpool Institute", foi no autocarro a caminho da escola que Paul conheceu George Harrison. Em 1955, os McCartney mudaram-se para "20 Forthlin Road", em Allerton (subúrbio de Liverpool). Em 1956 com 14 anos, Paul perdeu a mãe.
O pai de McCartney (Jim), trabalhava a vender algodão, ele tocava trompete e piano e teve uma banda de dança de salão nos anos 20. Após a morte da mulher, Jim começou a estimular Paul a interessar-se pela música comprando-lhe um trompete. No ano de 1957, McCartney então com quinze anos conheceu John Lennon ao assistir ao show da banda "Quarrymen" em Woolton (subúrbios de Liverpool). Esta seria a banda que daria origem aos "The Beatles". A entrada de McCartney para a banda aconteceu depois de Lennon ouvir McCartney tocar a canção "Twenty Flight Rock" de Eddie Cochran. Em 1958, McCartney convenceu Lennon a aceitar George Harrison na banda. Após a entrada de Harrison, Stuart Sutcliffe, amigo da escola de artes de John Lennon, entrou também para a banda como baixista.
Os "Quarrymen" mudaram de nome várias vezes até chegar a "The Beatles". Em 1960, a banda foi pela primeira vez tocar a Hamburgo. Paul e o baterista Pete Best acabaram por ser deportados da Alemanha após darem início a um pequeno incêndio no local onde estavam hospedados. Em 1961, os "Beatles" fizeram o seu primeiro show no "Cavern Club".
Durante os "Beatles", McCartney formou com John Lennon uma dupla de compositores, e combinaram que mesmo quando alguma canção fosse escrita só por um deles, ela traria a assinatura de Lennon/McCartney. Nos "Beatles", McCartney era o que mais escrevia canções românticas. São de sua autoria canções como "Yesterday", "And I Love Her", "Michelle" e "Here There and Everywhere". Embora Paul fosse acusado de só escrever baladas, ele também escreveu várias canções com um estilo mais pesado como "Back In The USSR", "Helter Skelter" e "The End"
Paul McCartney foi o primeiro "beatle" a desenvolver um projeto musical a solo, onde compôs a banda sonora para o filme televisivo "The Family Way". Depois que Brian Epstein morreu em 1967, John Lennon passou os "Beatles" para segundo plano, após conhecer Yoko Ono, McCartney tornou-se a figura central da banda, o que acabou por gerar conflitos com Lennon. No dia 10 de abril de 1970, Paul McCartney anunciou publicamente o fim dos "Beatles" em entrevista coletiva e anunciou o lançamento do seu primeiro álbum a solo.

Tal como os outros três membros da banda, McCartney foi agraciado, em 1966 como "Membro do Império Britânico". Porém, é o único membro dos Beatles a ostentar o título de "Sir", honraria que lhe foi concedida pela Rainha em 1997. O título de "Sir" é mais distinto do que o de "Membro do Império", por se tratar de um título nobiliárquico de mais alto valor, equivalente a "Cavaleiro do Império Britânico" (Knight of the British Empire). Apenas Paul McCartney recebeu a distinção.
No seu primeiro álbum após o fim do Beatles, McCartney escreveu todas as canções, gravou todos os instrumentos e produziu o disco num estúdio particular em sua casa, com Linda a fazer os vocais de apoio. Do disco apenas dois temas obtiveram algum sucesso, "Maybe I'm Amazed" e "Every Night". Em 1971, McCartney lançou "Another Day", ainda no mesmo ano, juntamente com a sua mulher, lançou outro álbum "Ram". Paul voltaria a formar uma nova banda, os "Wings". A sua nova banda teve durante os anos da sua existência como integrantes fixos Paul McCartney, Denny Laine (ex-Moody Blues) e Linda McCartney, os outros integrantes não eram fixos. Os "Wings" lançaram o seu primeiro trabalho em 1972, "Wild Life". Em 1973, o grupo lançou o álbum "Red Rose Speedway". Pela primeira vez a banda atingiria o primeiro lugar nos tops, com este álbum e com a canção "My Love"
No mesmo ano, a banda lançou a canção "Live And Let Die", tema que fez parte da banda sonora do filme de 007 - "James Bond: Viva e Deixe Morrer".
O álbum seguinte foi o álbum de maior sucesso da banda, "Band on the Run", apresenta hits como "Jet" e a faixa-título. Em 1974, os "Wings" lançaram o álbum "Venus and Mars" e no ano seguinte o álbum "Wings at the Speed of Sound", logo depois sai o disco "London Town", e "Back to the Egg". Em 1979, Paul McCartney organizou o show "Concert for the People of Kampuchea". Participaram do show não só os "Wings" mas também os "Queen", "The Who", "Pretenders", "The Clash" e "Elvis Costello" entre outros. Logo após, os "Wings" partiram numa turné ao Japão, onde McCartney foi preso por 8 dias ao desembarcar no aeroporto por posse de marijuana. Era o fim da banda.
Na noite de 9 de dezembro de 1980, McCartney acordou com a notícia do assassinato de John Lennon. Em 1981, seis meses após a morte de Lennon, McCartney fez parte da vocalização do tributo de George Harrison a Lennon, na canção "All Those Years Ago", juntamente com Ringo Starr.

Ao longo da sua carreira McCartney conseguiu muitos sucessos,  McCartney e Stevie Wonder "Ebony and Ivory"
Outro dos sucessos foi o dueto de McCartney e Michael Jackson "The Girl is Mine", do álbum "Pipes of Peace", alcançou sucesso com as canções "Pipes of Peace", "So Bad" e o tema "Say, Say, Say" 
 
McCartney escreveu e atuou no filme de 1984 "Give My Regards to Broad Street". Da banda sonora destacou-se a canção "No More Lonely Nights" (que contou com a participação de David Gilmour, guitarrista da banda britânica Pink Floyd na guitarra solo). 

Ainda em 1984 McCartney lançou a canção "We All Stand Together" e escreveu a canção principal do filme 
"Spies Like Us".

  Em 1986, lançou o álbum "Press to Play" e
em 1988, lançou "Снова в СССР", com canções clássicas do Rock and roll. Em 1993, McCartney lançou o álbum "Off the Ground" e a canção "Hope of Deliverance"

No ano de 1995, Paul McCartney reuniu-se com os ex-Beatles George Harrison e Ringo Starr para a realização de "The Beatles Anthology", que englobou um documentário em vídeo, um livro biográfico e três CDs duplos com algumas canções inéditas (gravadas na época da existência do conjunto na década de 60) e canções conhecidas em versões diferentes. Em 1997, McCartney lançou o álbum "Flaming Pie". Em 1999, lançou o álbum "Run Devil Run". Entretanto morre George Harrison. 
   No ano de 2005, McCartney lançou o disco "Chaos and Creation in the Backyard".

Paul McCartney foi o último beatle a casar, namorou  5 anos com a atriz Jane Asher, o noivado acabou em 1968 depois de Jane o ter encontrado na cama com outra mulher. 
  Jane Asher
 McCartney conheceu Linda Eastman, uma fotógrafa norte-americana, antes do fim do seu noivado com Jane Asher, num clube noturno de Londres. Em 1969 casou com Linda e adotou a filha dela, Heather. Com Linda, McCartney teve três filhos: Mary (nascida em 1969), Stella (nascida em 1971) e James (nascido em 1977). Em 1998, Linda morreu de cancro da mama em Tucson, Arizona.  
 Em 2002, Paul casou com a modelo, Heather Mills. 
Em 2003, nasceu a primeira filha do casal, Beatrice, em 2006, foi anunciada a separação do casal. 
Álbuns de estúdio
McCartney (1970)
Ram (1971)
McCartney II (1980)
Tug Of War (1982)
Pipes Of Peace (1983)
Press To Play (1986)
CHOBA B CCCP (1988)
Flowers In The Dirt (1989)
Off The Ground (1993)
Flaming Pie (1997)
Run Devil Run (1999)
Driving Rain (2001)
Chaos and Creation in the Backyard (2005)
Memory Almost Full (2007)
 Com os "Wings"
Wild Life (1971)
Red Rose Speedway (1973)
Band on the Run (1973)
Venus and Mars (1975)
Wings At The Speed Of Sound (1976)
London Town (1978)
Back To The Egg (1979)
 Com os "The Fireman"
Strawberries, Oceans, Ships, Forest (1993)
Rushes (1998)
Electric Arguments (2008)
Álbuns ao vivo
Wings Over America (1977)
Tripping The Live Fantastic (1990)
Tripping The Live Fantastic - Highlights! (1990)
Unplugged (The Official Bootleg) (1991)
Paul is Live! (1993)
Back in the US (2002)
Back in the World (2003)
Amoeba's Secret" (2007)
Good Evening New York City (2009)
Paul McCartney Live in Los Angeles" (2010) 
PUBLICADO digitalblueradio às 15:15 | LINK DO POST
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É um musical inspirado num livro de Bronte Woodard, passado na Califórnia no final da década de 50 e começo da década de 60. O filme conta a historia de um casal de estudantes, Danny (John Travolta) e Sandy (Olivia Newton-John), que trocam juras de amor no verão mas que se separam, ela volta para a Austrália. Entretanto, os planos mudam e Sandy matricula-se na escola de Danny. 
PUBLICADO digitalblueradio às 14:47 | LINK DO POST
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31994042009
Perfeito. Me sinto da mesma forma. Parece que desc...
acho que deve ser respeitada... http://www.goiasc...
vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
a discografia tem um ep com o titulo errado, onde ...
Armando Gama fomos contemporâneos no Salvador Corr...
A juventude nos leva a caminhos ruins , e procuram...
A primeira fotografia é da Praça Marquês de Pombal...
Eu gosto de ti Beto adorei cd foi muito bom ele é ...
GANHA MENSALMENTE COMO PRESIDENTE DA COMISSÃO EURO...
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