O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
 LENDA DO ZÉ DO TELHADO 


José Teixeira da Silva nasceu no lugar do Telhado, de Castelões de Recezinhos, a 22 de Junho de 1818. Ficou célebre na história de Portugal como Zé do Telhado, um herói que se tornou vilão. Foi um valoroso combatente militar e um controverso salteador. Enquanto militar, há registos e relatos da sua valentia, tendo sido condecorado com a medalha de Torre e Espada, por actos heróicos nas hostes de Sá da Bandeira, do Duque de Setúbal e na revolta da Maria da Fonte, sempre pelos liberais, contra os absolutistas.
As ligações de Zé do Telhado a Lousada remontam à infância e ao seu matrimónio. Casou com a sua prima, Ana de Campos Lentine, que morava no lugar de Sobreira, da freguesia de Caíde de Rei, antigo concelho de Santa Cruz de Riba Tâmega, com sede em Vila Meã. Ana era filha de uma tia de Zé do Telhado e de um antigo soldado francês que por cá terá ficado aquando das invasões napoleónicas nos inicio do século XIX.
Este era negociador e capador de gado e ensinou o ofício ao seu sobrinho. Mas seria ocupação de pouca dura pois a tradição familiar e os hábitos de guerrilha e combate adquiridos em inúmeras batalhas influenciaram decisivamente para que Zé do Telhado se tornasse salteador. De facto, seu tio-avô e seu pai tinham sido quadrilheiros, bem como o seu irmão mais velho.
Muito se escreveu sobre este controverso personagem. A vida  de Zé do Telhado, os infortúnios, os sentimentos e as façanhas ainda hoje são contadas. Diz o povo que roubava aos ricos para dar aos pobres, e por isso era por muitos considerado o Robin dos Bosques português. 
 Há relatos de lealdade e honra da sua parte, veja-se o caso da tentativa de assalto à Casa de Pereiró, na freguesia de S. Lourenço de Pias, em Lousada, segundo relato contado de geração em geração naquela senhorial casa.
Isso aconteceu em meados do século XIX. Depois de ter assaltado a Casa de Talhos, em Macieira, Zé do Telhado pretendeu apoderar-se de riqueza em Pias. O alvo seria a Casa de Pereiró, de Constantino Elisiário Ribeiro Peixoto, que recebeu um ultimato do salteador.
Na carta enviada àquele distinto morador de Pias, Zé do Telhado ameaçava que se não colocasse no penedo de Sant’Ana um saco de libras, ele e o seu bando assaltariam a casa de Pereiró. O proprietário não cedeu. Cumprindo a ameaça, os bandoleiros abeiraram-se da casa, onde Constantino Peixoto se tinha entrincheirado com várias armas de fogo.
O rés-do-chão estava fechado, com barricas nas portas e janelas. No andar de cima, estava tudo aberto e uma arma junto de cada janela.
Reza a história que assim que se avistaram os dois protagonistas da contenda, Zé do Telhado patenteou o cavalheirismo que o notabilizou ao perguntar: “Dá-me autorização para assaltar a sua casa?”. O proprietário de Pereiró respondeu de forma provocadora: “Sim!”.
Contando com o apoio da sua destemida e leal criada, que ia carregando as armas com pólvora, Constantino Peixoto correu de janela em janela, disparando contra os assaltantes. Perante essa aguerrida oposição, o bando bateu em retirada.
Tendo admirado a destreza e coragem do destemido dono dessa casa, Zé do Telhado remeteu-lhe, na qualidade de rei dos salteadores da região, uma carta que Constantino Elisiário deveria mostrar no caso de ser assaltado. Servia esta missiva para segurar os seus bens perante os amigos do alheio.
Depois de vários assaltos, nalguns dos quais foi derramado sangue, fugiu para o Brasil, mas terá confessado a Camilo Castelo Branco na Cadeia da Relação, que a saudade dos filhos e da esposa o fizeram regressar. Foi apanhado pelas autoridades e julgado em 1861, em Marco de Canaveses. A acusação foi feita pelo delegado do Ministério Público. A pena de morte ainda vigorava em Portugal, mas Zé do Telhado livrou-se da forca, devido a várias atenuantes. Mas pagou pelos seus crimes, tendo sido deportado para o ultramar. Relatos do Diário de Notícias da época, fizeram eco da sua regeneração e de actos heróicos em Angola, onde faleceu em 1875.
 «José do Telhado» foi passado ao cinema em 1945. 
Argumento: A vida lendária de José do Telhado, casado com a prima Aninhas, vencida a resistência do pai, devido à fama do seu heroísmo durante a guerra civil. Mas as hostes onde militava José do Telhado acabam em debandada. Intérpretes: Virgílio Teixeira - José do Telhado; Adelina Campos - Aninhas; Juvenal de Araújo - José Pequeno; Patrício Álvares - "Boca Negra"; Fernando Silva - Malaquias; Joaquim Miranda - Pai de Aninhas e ainda: Flor de Almeida; José Pereira; Ramalho Monteiro; João Reis; Oliveira Figueiredo... Realização - Armando de Miranda. 
PUBLICADO digitalblueradio às 17:02 | LINK DO POST
 LENDA DO ZÉ DO TELHADO 


José Teixeira da Silva nasceu no lugar do Telhado, de Castelões de Recezinhos, a 22 de Junho de 1818. Ficou célebre na história de Portugal como Zé do Telhado, um herói que se tornou vilão. Foi um valoroso combatente militar e um controverso salteador. Enquanto militar, há registos e relatos da sua valentia, tendo sido condecorado com a medalha de Torre e Espada, por actos heróicos nas hostes de Sá da Bandeira, do Duque de Setúbal e na revolta da Maria da Fonte, sempre pelos liberais, contra os absolutistas.
As ligações de Zé do Telhado a Lousada remontam à infância e ao seu matrimónio. Casou com a sua prima, Ana de Campos Lentine, que morava no lugar de Sobreira, da freguesia de Caíde de Rei, antigo concelho de Santa Cruz de Riba Tâmega, com sede em Vila Meã. Ana era filha de uma tia de Zé do Telhado e de um antigo soldado francês que por cá terá ficado aquando das invasões napoleónicas nos inicio do século XIX.
Este era negociador e capador de gado e ensinou o ofício ao seu sobrinho. Mas seria ocupação de pouca dura pois a tradição familiar e os hábitos de guerrilha e combate adquiridos em inúmeras batalhas influenciaram decisivamente para que Zé do Telhado se tornasse salteador. De facto, seu tio-avô e seu pai tinham sido quadrilheiros, bem como o seu irmão mais velho.
Muito se escreveu sobre este controverso personagem. A vida  de Zé do Telhado, os infortúnios, os sentimentos e as façanhas ainda hoje são contadas. Diz o povo que roubava aos ricos para dar aos pobres, e por isso era por muitos considerado o Robin dos Bosques português. 
 Há relatos de lealdade e honra da sua parte, veja-se o caso da tentativa de assalto à Casa de Pereiró, na freguesia de S. Lourenço de Pias, em Lousada, segundo relato contado de geração em geração naquela senhorial casa.
Isso aconteceu em meados do século XIX. Depois de ter assaltado a Casa de Talhos, em Macieira, Zé do Telhado pretendeu apoderar-se de riqueza em Pias. O alvo seria a Casa de Pereiró, de Constantino Elisiário Ribeiro Peixoto, que recebeu um ultimato do salteador.
Na carta enviada àquele distinto morador de Pias, Zé do Telhado ameaçava que se não colocasse no penedo de Sant’Ana um saco de libras, ele e o seu bando assaltariam a casa de Pereiró. O proprietário não cedeu. Cumprindo a ameaça, os bandoleiros abeiraram-se da casa, onde Constantino Peixoto se tinha entrincheirado com várias armas de fogo.
O rés-do-chão estava fechado, com barricas nas portas e janelas. No andar de cima, estava tudo aberto e uma arma junto de cada janela.
Reza a história que assim que se avistaram os dois protagonistas da contenda, Zé do Telhado patenteou o cavalheirismo que o notabilizou ao perguntar: “Dá-me autorização para assaltar a sua casa?”. O proprietário de Pereiró respondeu de forma provocadora: “Sim!”.
Contando com o apoio da sua destemida e leal criada, que ia carregando as armas com pólvora, Constantino Peixoto correu de janela em janela, disparando contra os assaltantes. Perante essa aguerrida oposição, o bando bateu em retirada.
Tendo admirado a destreza e coragem do destemido dono dessa casa, Zé do Telhado remeteu-lhe, na qualidade de rei dos salteadores da região, uma carta que Constantino Elisiário deveria mostrar no caso de ser assaltado. Servia esta missiva para segurar os seus bens perante os amigos do alheio.
Depois de vários assaltos, nalguns dos quais foi derramado sangue, fugiu para o Brasil, mas terá confessado a Camilo Castelo Branco na Cadeia da Relação, que a saudade dos filhos e da esposa o fizeram regressar. Foi apanhado pelas autoridades e julgado em 1861, em Marco de Canaveses. A acusação foi feita pelo delegado do Ministério Público. A pena de morte ainda vigorava em Portugal, mas Zé do Telhado livrou-se da forca, devido a várias atenuantes. Mas pagou pelos seus crimes, tendo sido deportado para o ultramar. Relatos do Diário de Notícias da época, fizeram eco da sua regeneração e de actos heróicos em Angola, onde faleceu em 1875.
 «José do Telhado» foi passado ao cinema em 1945. 
Argumento: A vida lendária de José do Telhado, casado com a prima Aninhas, vencida a resistência do pai, devido à fama do seu heroísmo durante a guerra civil. Mas as hostes onde militava José do Telhado acabam em debandada. Intérpretes: Virgílio Teixeira - José do Telhado; Adelina Campos - Aninhas; Juvenal de Araújo - José Pequeno; Patrício Álvares - "Boca Negra"; Fernando Silva - Malaquias; Joaquim Miranda - Pai de Aninhas e ainda: Flor de Almeida; José Pereira; Ramalho Monteiro; João Reis; Oliveira Figueiredo... Realização - Armando de Miranda. 
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 LENDA DO ZÉ DO TELHADO 


José Teixeira da Silva nasceu no lugar do Telhado, de Castelões de Recezinhos, a 22 de Junho de 1818. Ficou célebre na história de Portugal como Zé do Telhado, um herói que se tornou vilão. Foi um valoroso combatente militar e um controverso salteador. Enquanto militar, há registos e relatos da sua valentia, tendo sido condecorado com a medalha de Torre e Espada, por actos heróicos nas hostes de Sá da Bandeira, do Duque de Setúbal e na revolta da Maria da Fonte, sempre pelos liberais, contra os absolutistas.
As ligações de Zé do Telhado a Lousada remontam à infância e ao seu matrimónio. Casou com a sua prima, Ana de Campos Lentine, que morava no lugar de Sobreira, da freguesia de Caíde de Rei, antigo concelho de Santa Cruz de Riba Tâmega, com sede em Vila Meã. Ana era filha de uma tia de Zé do Telhado e de um antigo soldado francês que por cá terá ficado aquando das invasões napoleónicas nos inicio do século XIX.
Este era negociador e capador de gado e ensinou o ofício ao seu sobrinho. Mas seria ocupação de pouca dura pois a tradição familiar e os hábitos de guerrilha e combate adquiridos em inúmeras batalhas influenciaram decisivamente para que Zé do Telhado se tornasse salteador. De facto, seu tio-avô e seu pai tinham sido quadrilheiros, bem como o seu irmão mais velho.
Muito se escreveu sobre este controverso personagem. A vida  de Zé do Telhado, os infortúnios, os sentimentos e as façanhas ainda hoje são contadas. Diz o povo que roubava aos ricos para dar aos pobres, e por isso era por muitos considerado o Robin dos Bosques português. 
 Há relatos de lealdade e honra da sua parte, veja-se o caso da tentativa de assalto à Casa de Pereiró, na freguesia de S. Lourenço de Pias, em Lousada, segundo relato contado de geração em geração naquela senhorial casa.
Isso aconteceu em meados do século XIX. Depois de ter assaltado a Casa de Talhos, em Macieira, Zé do Telhado pretendeu apoderar-se de riqueza em Pias. O alvo seria a Casa de Pereiró, de Constantino Elisiário Ribeiro Peixoto, que recebeu um ultimato do salteador.
Na carta enviada àquele distinto morador de Pias, Zé do Telhado ameaçava que se não colocasse no penedo de Sant’Ana um saco de libras, ele e o seu bando assaltariam a casa de Pereiró. O proprietário não cedeu. Cumprindo a ameaça, os bandoleiros abeiraram-se da casa, onde Constantino Peixoto se tinha entrincheirado com várias armas de fogo.
O rés-do-chão estava fechado, com barricas nas portas e janelas. No andar de cima, estava tudo aberto e uma arma junto de cada janela.
Reza a história que assim que se avistaram os dois protagonistas da contenda, Zé do Telhado patenteou o cavalheirismo que o notabilizou ao perguntar: “Dá-me autorização para assaltar a sua casa?”. O proprietário de Pereiró respondeu de forma provocadora: “Sim!”.
Contando com o apoio da sua destemida e leal criada, que ia carregando as armas com pólvora, Constantino Peixoto correu de janela em janela, disparando contra os assaltantes. Perante essa aguerrida oposição, o bando bateu em retirada.
Tendo admirado a destreza e coragem do destemido dono dessa casa, Zé do Telhado remeteu-lhe, na qualidade de rei dos salteadores da região, uma carta que Constantino Elisiário deveria mostrar no caso de ser assaltado. Servia esta missiva para segurar os seus bens perante os amigos do alheio.
Depois de vários assaltos, nalguns dos quais foi derramado sangue, fugiu para o Brasil, mas terá confessado a Camilo Castelo Branco na Cadeia da Relação, que a saudade dos filhos e da esposa o fizeram regressar. Foi apanhado pelas autoridades e julgado em 1861, em Marco de Canaveses. A acusação foi feita pelo delegado do Ministério Público. A pena de morte ainda vigorava em Portugal, mas Zé do Telhado livrou-se da forca, devido a várias atenuantes. Mas pagou pelos seus crimes, tendo sido deportado para o ultramar. Relatos do Diário de Notícias da época, fizeram eco da sua regeneração e de actos heróicos em Angola, onde faleceu em 1875.
 «José do Telhado» foi passado ao cinema em 1945. 
Argumento: A vida lendária de José do Telhado, casado com a prima Aninhas, vencida a resistência do pai, devido à fama do seu heroísmo durante a guerra civil. Mas as hostes onde militava José do Telhado acabam em debandada. Intérpretes: Virgílio Teixeira - José do Telhado; Adelina Campos - Aninhas; Juvenal de Araújo - José Pequeno; Patrício Álvares - "Boca Negra"; Fernando Silva - Malaquias; Joaquim Miranda - Pai de Aninhas e ainda: Flor de Almeida; José Pereira; Ramalho Monteiro; João Reis; Oliveira Figueiredo... Realização - Armando de Miranda. 
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<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-n0L1qE6W9BA/TiWW5tL7EOI/AAAAAAAABxA/TY9giT430vM/s1600/faro.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="400" src="https://1.bp.blogspot.com/-n0L1qE6W9BA/TiWW5tL7EOI/AAAAAAAABxA/TY9giT430vM/s400/faro.jpg" width="397" /></a></div><br /><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;"></span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-oM-yYq3YFXI/Tf34KdhxJCI/AAAAAAAAAto/gCuppnoCRFw/s1600/default.webp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="286" separator"="" src="https://1.bp.blogspot.com/-oM-yYq3YFXI/Tf34KdhxJCI/AAAAAAAAAto/gCuppnoCRFw/s400/default.webp" style="clear: both; text-align: center;" width="400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=" /></a><a href="https://1.bp.blogspot.com/-jlLcTVLtUx4/Tf32JAJXyCI/AAAAAAAAAtc/LrTSZCWn3J8/s1600/portugal_flag_map.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><br /></a></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">Conhecida em tempos como "Ossonoba", sabe-se que este local existiu exactamente no coração do seu cerco, por volta de 800 a.C., e depois passou a denominar-se Olissipo. Mais tarde quando os Banu Becre bateram o pé ao califado de Córdoba, a designação da cidade recebeu o acrescento de Santa Maria, e por ter sido governada entre 1016 e 1052 pelos Hárune, passou a designar-se primeiro por Almorávidas e depois por Santa Maria de Pharum, depois Fárão até que se passou a chamar Faro.</span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-DTOQoogC6lM/Tf9WY-QAhRI/AAAAAAAAAv0/32WV5F-w8nc/s1600/faro_aerea.webp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="316" src="https://1.bp.blogspot.com/-DTOQoogC6lM/Tf9WY-QAhRI/AAAAAAAAAv0/32WV5F-w8nc/s400/faro_aerea.webp" width="400" /></a></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">A ria silenciosa, o verdadeiro palácio da cidade, a luz fresca das manhãs e a leveza marinha de cada fim de tarde, as belas praias, o peixe fresco e as suas gentes. Longe vão os tempos dedicados exclusivamente á pesca, nomeadamente do</span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">atum, com o surgimento do caminho de ferro em 1889 e o surto industrial das conservas e das cortiças, proporcionaram a Faro um enorme crescimento.</span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-zOnqrv8wBsk/Tf36036GU8I/AAAAAAAAAts/5ihkPcfVQMg/s1600/faro.webp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="208" src="https://1.bp.blogspot.com/-zOnqrv8wBsk/Tf36036GU8I/AAAAAAAAAts/5ihkPcfVQMg/s400/faro.webp" width="400" /></a></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;"> A sua história conta-se em poucas palavras; associa-se Faro ao  ataque cristão e á defesa do árabe, aos saques de piratas, e á pilhagem do corsário Inglês, conquistas e reconquistas. Faro  possibilita entrada por terra (loulé e Olhão) e por mar.</span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-XOEo0KGKFoQ/Tf9d2p186KI/AAAAAAAAAwA/iXUb17PVS_I/s1600/palacio-estoi+%25282%2529.jpg" imageanchor="&quot;1&quot;" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="298" src="https://1.bp.blogspot.com/-XOEo0KGKFoQ/Tf9d2p186KI/AAAAAAAAAwA/iXUb17PVS_I/s400/palacio-estoi+%25282%2529.jpg" width="400" /></a></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">De visita a Faro passe pelo Palácio de Estoi, construido em meados do séc. XIX, quase vizinhas do palácio emergem as ruinas de Milreu, restos de uma portentosa casa agricola romana do séc. I, transformada depois em luxuosa "villa romana", mais tarde transformada num templo paleocristão. </span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-a2HdNoSbkjc/Tf9awpQ7D_I/AAAAAAAAAv4/JLs18ZFJpw4/s1600/milreu2.webp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="300" src="https://1.bp.blogspot.com/-a2HdNoSbkjc/Tf9awpQ7D_I/AAAAAAAAAv4/JLs18ZFJpw4/s400/milreu2.webp" width="400" /></a></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><br /></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">Aliás conta a lenda que um dia </span></b><b><span style="font-size: large;">o almocreve José Coimbra percorria de burro os caminhos do Algarve, ao passar junto das ruínas de Milreu, perto de Estói, encontrou uma bela moura encantada. </span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">Vestida com um manto de princesa, a moura sorriu-lhe e ele, fascinado, seguiu-a. A moura chegou a um sítio, bateu com o pé no chão três vezes e um alçapão abriu-se. Desceram ambos por uma escadaria de mármore até uma sala enorme revestida a ouro. A moura deixou-o só por uns instantes e voltou acompanhada por um leão e uma serpente, seus irmãos encantados. </span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">A moura prometeu a José o palácio e todo o seu ouro se ele quebrasse o encanto. Para isso, teria de ser três vezes engolido e vomitado pelo leão e três vezes abraçado pela serpente. O corpo do almocreve ficaria em chaga e, finalmente, a moura o beijaria na fronte para lhe retirar os santos óleos do baptismo. </span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">O almocreve pediu-lhe para pensar e partiu com duas barras de ouro. José Coimbra voltou para casa e tentou esquecer o episódio. Passado pouco tempo, começou a empobrecer e decidiu vender as duas barras de ouro. Quando olhou para as barras, ficou cego. Como última esperança, resolveu consultar um especialista de olhos em Faro. </span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">Ao passar por Estói, apareceu-lhe a moura. Esta acusou-o de ter faltado à promessa de lhe dar uma resposta. Só lhe tinha poupado a vida porque ele nunca tinha revelado o segredo daquele encontro. O almocreve chorou arrependido. Comovida, a moura decidiu perdoar-lhe e devolver-lhe a visão. Conta-se que o almocreve nunca mais voltou a passar por Estói, onde ainda hoje uma moura e os seus irmãos esperam por quem os queira desencantar. </span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-dmW0L-FOal4/Tf9b1tO_bsI/AAAAAAAAAv8/sb7mGBO6Zxw/s1600/DSC09230.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="300" src="https://1.bp.blogspot.com/-dmW0L-FOal4/Tf9b1tO_bsI/AAAAAAAAAv8/sb7mGBO6Zxw/s400/DSC09230.jpg" width="400" /></a></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;"> </span></b><b><span style="font-size: large;"> Sabe-se também que foi aqui impresso o primeiro livro em Portugal chamado (pentateuco,em 1487).</span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">Mas Faro por si só não é o Algarve; Vamos passear.</span></b></div><div style="text-align: center;"><object height="349" width="425"><param name="movie" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/gdYlYqmuuhI?version=3&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube-nocookie.com/v/gdYlYqmuuhI?version=3&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="349" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div><br /><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-fGjWPtS4yFQ/Tf3-Abnr3RI/AAAAAAAAAtw/9C665emwtxI/s1600/Portugal-Football-Team.webp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="320" src="https://1.bp.blogspot.com/-fGjWPtS4yFQ/Tf3-Abnr3RI/AAAAAAAAAtw/9C665emwtxI/s400/Portugal-Football-Team.webp" width="400" /></a></div>
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<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-n0L1qE6W9BA/TiWW5tL7EOI/AAAAAAAABxA/TY9giT430vM/s1600/faro.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="400" src="https://1.bp.blogspot.com/-n0L1qE6W9BA/TiWW5tL7EOI/AAAAAAAABxA/TY9giT430vM/s400/faro.jpg" width="397" /></a></div><br /><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;"></span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-oM-yYq3YFXI/Tf34KdhxJCI/AAAAAAAAAto/gCuppnoCRFw/s1600/default.webp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="286" separator"="" src="https://1.bp.blogspot.com/-oM-yYq3YFXI/Tf34KdhxJCI/AAAAAAAAAto/gCuppnoCRFw/s400/default.webp" style="clear: both; text-align: center;" width="400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=" /></a><a href="https://1.bp.blogspot.com/-jlLcTVLtUx4/Tf32JAJXyCI/AAAAAAAAAtc/LrTSZCWn3J8/s1600/portugal_flag_map.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><br /></a></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">Conhecida em tempos como "Ossonoba", sabe-se que este local existiu exactamente no coração do seu cerco, por volta de 800 a.C., e depois passou a denominar-se Olissipo. Mais tarde quando os Banu Becre bateram o pé ao califado de Córdoba, a designação da cidade recebeu o acrescento de Santa Maria, e por ter sido governada entre 1016 e 1052 pelos Hárune, passou a designar-se primeiro por Almorávidas e depois por Santa Maria de Pharum, depois Fárão até que se passou a chamar Faro.</span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-DTOQoogC6lM/Tf9WY-QAhRI/AAAAAAAAAv0/32WV5F-w8nc/s1600/faro_aerea.webp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="316" src="https://1.bp.blogspot.com/-DTOQoogC6lM/Tf9WY-QAhRI/AAAAAAAAAv0/32WV5F-w8nc/s400/faro_aerea.webp" width="400" /></a></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">A ria silenciosa, o verdadeiro palácio da cidade, a luz fresca das manhãs e a leveza marinha de cada fim de tarde, as belas praias, o peixe fresco e as suas gentes. Longe vão os tempos dedicados exclusivamente á pesca, nomeadamente do</span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">atum, com o surgimento do caminho de ferro em 1889 e o surto industrial das conservas e das cortiças, proporcionaram a Faro um enorme crescimento.</span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-zOnqrv8wBsk/Tf36036GU8I/AAAAAAAAAts/5ihkPcfVQMg/s1600/faro.webp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="208" src="https://1.bp.blogspot.com/-zOnqrv8wBsk/Tf36036GU8I/AAAAAAAAAts/5ihkPcfVQMg/s400/faro.webp" width="400" /></a></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;"> A sua história conta-se em poucas palavras; associa-se Faro ao  ataque cristão e á defesa do árabe, aos saques de piratas, e á pilhagem do corsário Inglês, conquistas e reconquistas. Faro  possibilita entrada por terra (loulé e Olhão) e por mar.</span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-XOEo0KGKFoQ/Tf9d2p186KI/AAAAAAAAAwA/iXUb17PVS_I/s1600/palacio-estoi+%25282%2529.jpg" imageanchor="&quot;1&quot;" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="298" src="https://1.bp.blogspot.com/-XOEo0KGKFoQ/Tf9d2p186KI/AAAAAAAAAwA/iXUb17PVS_I/s400/palacio-estoi+%25282%2529.jpg" width="400" /></a></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">De visita a Faro passe pelo Palácio de Estoi, construido em meados do séc. XIX, quase vizinhas do palácio emergem as ruinas de Milreu, restos de uma portentosa casa agricola romana do séc. I, transformada depois em luxuosa "villa romana", mais tarde transformada num templo paleocristão. </span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-a2HdNoSbkjc/Tf9awpQ7D_I/AAAAAAAAAv4/JLs18ZFJpw4/s1600/milreu2.webp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="300" src="https://1.bp.blogspot.com/-a2HdNoSbkjc/Tf9awpQ7D_I/AAAAAAAAAv4/JLs18ZFJpw4/s400/milreu2.webp" width="400" /></a></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><br /></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">Aliás conta a lenda que um dia </span></b><b><span style="font-size: large;">o almocreve José Coimbra percorria de burro os caminhos do Algarve, ao passar junto das ruínas de Milreu, perto de Estói, encontrou uma bela moura encantada. </span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">Vestida com um manto de princesa, a moura sorriu-lhe e ele, fascinado, seguiu-a. A moura chegou a um sítio, bateu com o pé no chão três vezes e um alçapão abriu-se. Desceram ambos por uma escadaria de mármore até uma sala enorme revestida a ouro. A moura deixou-o só por uns instantes e voltou acompanhada por um leão e uma serpente, seus irmãos encantados. </span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">A moura prometeu a José o palácio e todo o seu ouro se ele quebrasse o encanto. Para isso, teria de ser três vezes engolido e vomitado pelo leão e três vezes abraçado pela serpente. O corpo do almocreve ficaria em chaga e, finalmente, a moura o beijaria na fronte para lhe retirar os santos óleos do baptismo. </span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">O almocreve pediu-lhe para pensar e partiu com duas barras de ouro. José Coimbra voltou para casa e tentou esquecer o episódio. Passado pouco tempo, começou a empobrecer e decidiu vender as duas barras de ouro. Quando olhou para as barras, ficou cego. Como última esperança, resolveu consultar um especialista de olhos em Faro. </span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">Ao passar por Estói, apareceu-lhe a moura. Esta acusou-o de ter faltado à promessa de lhe dar uma resposta. Só lhe tinha poupado a vida porque ele nunca tinha revelado o segredo daquele encontro. O almocreve chorou arrependido. Comovida, a moura decidiu perdoar-lhe e devolver-lhe a visão. Conta-se que o almocreve nunca mais voltou a passar por Estói, onde ainda hoje uma moura e os seus irmãos esperam por quem os queira desencantar. </span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-dmW0L-FOal4/Tf9b1tO_bsI/AAAAAAAAAv8/sb7mGBO6Zxw/s1600/DSC09230.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="300" src="https://1.bp.blogspot.com/-dmW0L-FOal4/Tf9b1tO_bsI/AAAAAAAAAv8/sb7mGBO6Zxw/s400/DSC09230.jpg" width="400" /></a></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;"> </span></b><b><span style="font-size: large;"> Sabe-se também que foi aqui impresso o primeiro livro em Portugal chamado (pentateuco,em 1487).</span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">Mas Faro por si só não é o Algarve; Vamos passear.</span></b></div><div style="text-align: center;"><object height="349" width="425"><param name="movie" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/gdYlYqmuuhI?version=3&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube-nocookie.com/v/gdYlYqmuuhI?version=3&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="349" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div><br /><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-fGjWPtS4yFQ/Tf3-Abnr3RI/AAAAAAAAAtw/9C665emwtxI/s1600/Portugal-Football-Team.webp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="320" src="https://1.bp.blogspot.com/-fGjWPtS4yFQ/Tf3-Abnr3RI/AAAAAAAAAtw/9C665emwtxI/s400/Portugal-Football-Team.webp" width="400" /></a></div>
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<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-n0L1qE6W9BA/TiWW5tL7EOI/AAAAAAAABxA/TY9giT430vM/s1600/faro.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="400" src="https://1.bp.blogspot.com/-n0L1qE6W9BA/TiWW5tL7EOI/AAAAAAAABxA/TY9giT430vM/s400/faro.jpg" width="397" /></a></div><br /><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;"></span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-oM-yYq3YFXI/Tf34KdhxJCI/AAAAAAAAAto/gCuppnoCRFw/s1600/default.webp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="286" separator"="" src="https://1.bp.blogspot.com/-oM-yYq3YFXI/Tf34KdhxJCI/AAAAAAAAAto/gCuppnoCRFw/s400/default.webp" style="clear: both; text-align: center;" width="400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=" /></a><a href="https://1.bp.blogspot.com/-jlLcTVLtUx4/Tf32JAJXyCI/AAAAAAAAAtc/LrTSZCWn3J8/s1600/portugal_flag_map.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><br /></a></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">Conhecida em tempos como "Ossonoba", sabe-se que este local existiu exactamente no coração do seu cerco, por volta de 800 a.C., e depois passou a denominar-se Olissipo. Mais tarde quando os Banu Becre bateram o pé ao califado de Córdoba, a designação da cidade recebeu o acrescento de Santa Maria, e por ter sido governada entre 1016 e 1052 pelos Hárune, passou a designar-se primeiro por Almorávidas e depois por Santa Maria de Pharum, depois Fárão até que se passou a chamar Faro.</span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-DTOQoogC6lM/Tf9WY-QAhRI/AAAAAAAAAv0/32WV5F-w8nc/s1600/faro_aerea.webp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="316" src="https://1.bp.blogspot.com/-DTOQoogC6lM/Tf9WY-QAhRI/AAAAAAAAAv0/32WV5F-w8nc/s400/faro_aerea.webp" width="400" /></a></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">A ria silenciosa, o verdadeiro palácio da cidade, a luz fresca das manhãs e a leveza marinha de cada fim de tarde, as belas praias, o peixe fresco e as suas gentes. Longe vão os tempos dedicados exclusivamente á pesca, nomeadamente do</span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">atum, com o surgimento do caminho de ferro em 1889 e o surto industrial das conservas e das cortiças, proporcionaram a Faro um enorme crescimento.</span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-zOnqrv8wBsk/Tf36036GU8I/AAAAAAAAAts/5ihkPcfVQMg/s1600/faro.webp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="208" src="https://1.bp.blogspot.com/-zOnqrv8wBsk/Tf36036GU8I/AAAAAAAAAts/5ihkPcfVQMg/s400/faro.webp" width="400" /></a></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;"> A sua história conta-se em poucas palavras; associa-se Faro ao  ataque cristão e á defesa do árabe, aos saques de piratas, e á pilhagem do corsário Inglês, conquistas e reconquistas. Faro  possibilita entrada por terra (loulé e Olhão) e por mar.</span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-XOEo0KGKFoQ/Tf9d2p186KI/AAAAAAAAAwA/iXUb17PVS_I/s1600/palacio-estoi+%25282%2529.jpg" imageanchor="&quot;1&quot;" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="298" src="https://1.bp.blogspot.com/-XOEo0KGKFoQ/Tf9d2p186KI/AAAAAAAAAwA/iXUb17PVS_I/s400/palacio-estoi+%25282%2529.jpg" width="400" /></a></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">De visita a Faro passe pelo Palácio de Estoi, construido em meados do séc. XIX, quase vizinhas do palácio emergem as ruinas de Milreu, restos de uma portentosa casa agricola romana do séc. I, transformada depois em luxuosa "villa romana", mais tarde transformada num templo paleocristão. </span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-a2HdNoSbkjc/Tf9awpQ7D_I/AAAAAAAAAv4/JLs18ZFJpw4/s1600/milreu2.webp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="300" src="https://1.bp.blogspot.com/-a2HdNoSbkjc/Tf9awpQ7D_I/AAAAAAAAAv4/JLs18ZFJpw4/s400/milreu2.webp" width="400" /></a></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><br /></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">Aliás conta a lenda que um dia </span></b><b><span style="font-size: large;">o almocreve José Coimbra percorria de burro os caminhos do Algarve, ao passar junto das ruínas de Milreu, perto de Estói, encontrou uma bela moura encantada. </span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">Vestida com um manto de princesa, a moura sorriu-lhe e ele, fascinado, seguiu-a. A moura chegou a um sítio, bateu com o pé no chão três vezes e um alçapão abriu-se. Desceram ambos por uma escadaria de mármore até uma sala enorme revestida a ouro. A moura deixou-o só por uns instantes e voltou acompanhada por um leão e uma serpente, seus irmãos encantados. </span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">A moura prometeu a José o palácio e todo o seu ouro se ele quebrasse o encanto. Para isso, teria de ser três vezes engolido e vomitado pelo leão e três vezes abraçado pela serpente. O corpo do almocreve ficaria em chaga e, finalmente, a moura o beijaria na fronte para lhe retirar os santos óleos do baptismo. </span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">O almocreve pediu-lhe para pensar e partiu com duas barras de ouro. José Coimbra voltou para casa e tentou esquecer o episódio. Passado pouco tempo, começou a empobrecer e decidiu vender as duas barras de ouro. Quando olhou para as barras, ficou cego. Como última esperança, resolveu consultar um especialista de olhos em Faro. </span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">Ao passar por Estói, apareceu-lhe a moura. Esta acusou-o de ter faltado à promessa de lhe dar uma resposta. Só lhe tinha poupado a vida porque ele nunca tinha revelado o segredo daquele encontro. O almocreve chorou arrependido. Comovida, a moura decidiu perdoar-lhe e devolver-lhe a visão. Conta-se que o almocreve nunca mais voltou a passar por Estói, onde ainda hoje uma moura e os seus irmãos esperam por quem os queira desencantar. </span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-dmW0L-FOal4/Tf9b1tO_bsI/AAAAAAAAAv8/sb7mGBO6Zxw/s1600/DSC09230.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="300" src="https://1.bp.blogspot.com/-dmW0L-FOal4/Tf9b1tO_bsI/AAAAAAAAAv8/sb7mGBO6Zxw/s400/DSC09230.jpg" width="400" /></a></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;"> </span></b><b><span style="font-size: large;"> Sabe-se também que foi aqui impresso o primeiro livro em Portugal chamado (pentateuco,em 1487).</span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><b><span style="font-size: large;">Mas Faro por si só não é o Algarve; Vamos passear.</span></b></div><div style="text-align: center;"><object height="349" width="425"><param name="movie" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/gdYlYqmuuhI?version=3&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube-nocookie.com/v/gdYlYqmuuhI?version=3&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="349" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div><br /><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-fGjWPtS4yFQ/Tf3-Abnr3RI/AAAAAAAAAtw/9C665emwtxI/s1600/Portugal-Football-Team.webp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="320" src="https://1.bp.blogspot.com/-fGjWPtS4yFQ/Tf3-Abnr3RI/AAAAAAAAAtw/9C665emwtxI/s400/Portugal-Football-Team.webp" width="400" /></a></div>
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Mary Louise Streep nasceu a 22 de junho de 1949, conhecida como Meryl Streep, é uma premiada atriz norte-americana. 

Streep é filha de Mary W. Streep, e de Harry William Streep Jr., ela tem dois irmãos mais novos, Dana e Harry. Streep foi criada em Bernardsville, Nova Jersey, EUA. Estudou música, arte dramática e ópera na Universidade Yale. Após finalizar os estudos, trabalhou para o Theatre Repertory Company, de Phoenix onde obteve reconhecimento.
A sua estréia cinematográfica aconteceu em "Julia", de Fred Zinnemann, em 1977. Em 1978 participou na série televisiva "Holocausto", pela qual foi agraciada com o Emmy de melhor atriz.
Em 1978 Meryl casou com o escultor Don Gummer, com quem teve 4 filhos, Henry, Mamie Gummer, Grace e Louisa.

Em 1994 Mewryl deu voz á personagem "Jessica Lovejoy", no episódio 67 dos desenhos animados da televisão "Os Simpsons".
Ficam alguns dos filmes e séries onde participou
1978 "O caçador"

1980 "Kramer contra Kramer"
1981 "A amante do tenente francês"   
1983 " "Reacção em cadeia"
1985 "África minha" 
 1993 "A casa dos espiritos"
1994 " O Rio Selvagem"  
1995 "As pontes de Madison County"
2004 " O candidato da verdade"
2008 " Mamma Mia! " 
2009 "Julie e Julia"
Meryl Streep possui uma estrela na Calçada da Fama 
localizada em 7020 Hollywood Boulevard
PUBLICADO digitalblueradio às 15:18 | LINK DO POST
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Mary Louise Streep nasceu a 22 de junho de 1949, conhecida como Meryl Streep, é uma premiada atriz norte-americana. 

Streep é filha de Mary W. Streep, e de Harry William Streep Jr., ela tem dois irmãos mais novos, Dana e Harry. Streep foi criada em Bernardsville, Nova Jersey, EUA. Estudou música, arte dramática e ópera na Universidade Yale. Após finalizar os estudos, trabalhou para o Theatre Repertory Company, de Phoenix onde obteve reconhecimento.
A sua estréia cinematográfica aconteceu em "Julia", de Fred Zinnemann, em 1977. Em 1978 participou na série televisiva "Holocausto", pela qual foi agraciada com o Emmy de melhor atriz.
Em 1978 Meryl casou com o escultor Don Gummer, com quem teve 4 filhos, Henry, Mamie Gummer, Grace e Louisa.

Em 1994 Mewryl deu voz á personagem "Jessica Lovejoy", no episódio 67 dos desenhos animados da televisão "Os Simpsons".
Ficam alguns dos filmes e séries onde participou
1978 "O caçador"

1980 "Kramer contra Kramer"
1981 "A amante do tenente francês"   
1983 " "Reacção em cadeia"
1985 "África minha" 
 1993 "A casa dos espiritos"
1994 " O Rio Selvagem"  
1995 "As pontes de Madison County"
2004 " O candidato da verdade"
2008 " Mamma Mia! " 
2009 "Julie e Julia"
Meryl Streep possui uma estrela na Calçada da Fama 
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Mary Louise Streep nasceu a 22 de junho de 1949, conhecida como Meryl Streep, é uma premiada atriz norte-americana. 

Streep é filha de Mary W. Streep, e de Harry William Streep Jr., ela tem dois irmãos mais novos, Dana e Harry. Streep foi criada em Bernardsville, Nova Jersey, EUA. Estudou música, arte dramática e ópera na Universidade Yale. Após finalizar os estudos, trabalhou para o Theatre Repertory Company, de Phoenix onde obteve reconhecimento.
A sua estréia cinematográfica aconteceu em "Julia", de Fred Zinnemann, em 1977. Em 1978 participou na série televisiva "Holocausto", pela qual foi agraciada com o Emmy de melhor atriz.
Em 1978 Meryl casou com o escultor Don Gummer, com quem teve 4 filhos, Henry, Mamie Gummer, Grace e Louisa.

Em 1994 Mewryl deu voz á personagem "Jessica Lovejoy", no episódio 67 dos desenhos animados da televisão "Os Simpsons".
Ficam alguns dos filmes e séries onde participou
1978 "O caçador"

1980 "Kramer contra Kramer"
1981 "A amante do tenente francês"   
1983 " "Reacção em cadeia"
1985 "África minha" 
 1993 "A casa dos espiritos"
1994 " O Rio Selvagem"  
1995 "As pontes de Madison County"
2004 " O candidato da verdade"
2008 " Mamma Mia! " 
2009 "Julie e Julia"
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Escrito por Rolland Emmerich de "Independence Day" e "O Dia Depois de Amanhã" este filme "2012: O Ano da Profecia", promete chocar o público. A história baseia-se na cultura Maia e na sua lenda de que a terra chegará ao seu fim no ano de 2012, o último do calendário Maia. Desastres naturais, que vão de tsunamis e tempestades a erupções vulcânicas, acabam por fazer do planeta um lugar inabitável. Vemos a destruição de cidades como Las Vegas, Los Angeles e do Vaticano. Participam neste filme John Cusack, Amanda Peet, Danny Glover. Filme dobrado.
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31994042009
Perfeito. Me sinto da mesma forma. Parece que desc...
acho que deve ser respeitada... http://www.goiasc...
vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
a discografia tem um ep com o titulo errado, onde ...
Armando Gama fomos contemporâneos no Salvador Corr...
A juventude nos leva a caminhos ruins , e procuram...
A primeira fotografia é da Praça Marquês de Pombal...
Eu gosto de ti Beto adorei cd foi muito bom ele é ...
GANHA MENSALMENTE COMO PRESIDENTE DA COMISSÃO EURO...
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