O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS

Michael Joseph Jackson nasceu a 29 de Agosto de 1958 e faleceu a 25 de Junho de 2009, músico, cantor, compositor, actor, publicitário, escritor, produtor, director, dançarino, instrumentista e empresário norte-americano.
Começou a cantar e a dançar aos cinco anos de idade, iniciando-se na carreira profissional aos onze anos como vocalista dos Jackson 5; começou logo depois uma carreira solo em 1971, permanecendo como membro do grupo.

Apelidado nos anos seguintes de "King of Pop", cinco dos seus álbuns de estúdio tornaram-se dos mais vendidos mundialmente.
Off the Wall (1979)
Thriller (1982)
Bad (1987)
Dangerous (1991) 
HIStory: Past, Present and Future – Book I(1995). 
Lançou-se a solo no início da década de 1970. 
Em idade adulta, gravou o álbum mais vendido da história, Thriller;
No início dos anos 80, Michael Jackson tornou-se uma figura dominante na música rock e música popular e o primeiro cantor afro-americano a receber exibição constante na MTV. 
A popularidade dos seus vídeos musicais transmitidos pela MTV, como "Beat It", "Billie Jean" e "Thriller" em muito contribuiram para o seu sucesso.
Vídeos como "Black or White" e "Scream" mantiveram a alta rotatividade dos vídeos de Jackson durante a década de 90. 
Foi o criador de um estilo totalmente novo de dança, utilizando especialmente os pés. 
Com suas performances no palco e videos, Jackson popularizou uma série de complexas técnicas de dança, como o robot e o moonwalk. 
O seu estilo diferente e único de cantar, bem como a sonoridade das suas músicas influenciaram uma série de artistas nos ramos do hip hop, dance e R&B.

Vários aspectos da sua vida pessoal, como a mudança de aparência, principalmente a da cor da pele geraram controvérsia. 
Em 1993 foi acusado de abuso de crianças, mas a investigação foi arquivada devido a falta de provas e Jackson não foi a tribunal. 
Depois, casou-se e foi pai de três filhos. 
Vários foram os boatos que invadiram a carreira de Michael Jackson , crises de saúde, situação financeira e de abuso infantil.
Michael era o sétimo de nove filhos de Joseph e Katherine Jackson. 
A família inteira – incluindo os irmãos mais velhos, Rebbie, Jackie, Tito, Jermaine, LaToya e Marlon,e os mais novos, Randy e Janet – viveram juntos numa pequena casa de dois quartos.
Por vontade da mãe, mas contra o desejo do pai, as crianças tornaram-se Testemunhas de Jeová  e passaram a praticar a evangelização de porta a porta.
 Com apenas 13 anos Michael Jackson através dos Jackson Five conseguiu colocar 4 musicas nos tops da altura ( I Want you Back, ABC, I´ll be there e The Love You Save).
Michael começou a gravar Off the Wall em 1979, dez canções deram forma ao 1º álbum a solo em idade adulta.
Deste álbum sai um êxito "Don't Stop 'Til You Get Enough", uma canção escrita e produzida por ele, no entanto outras 3 canções do disco foram das mais tocadas no Reino Unido e Estados Unidos. 


No ano de 1984 , Michael Jackson sofreu um acidente enquanto gravava um anuncio da Pepsi, o seu cabelo ardeu e ele sofre queimaduras de segundo grau no couro cabeludo, foi nesta altura que lançou o video clip de "Thriller" acompanhado com um documentário sobre os bastidores da produção, vendeu 14 milhões de unidades  e tornou-se a mais vendida de todos os tempos, até ser superada pela do filme Titanic , de James Cameron em 1997.
Michael entra mesmo para o livro do Guiness e ganha uma estrela no passeio da Fama, em Hollywood.


Com o sucesso de Thriller, o interesse do publico e da imprensa por Jackson era crescente.
Tornaram-se notórios não somente os hábitos pouco usuais do artista, mas também os trabalhos humanitários de Michael, especialmente em prol de crianças e adolescentes. 

Michael levava para todo o lado os seus animais de estimação exóticos. 
Um chimpanzé chamado Bubbles e uma cobra chamada Muscles.
 

Em 1985, Michael Jackson uniu-se a  Lionel Richie e Quincy Jones na missão de arrecadar fundos para a campanha USA for Africa. 
A idéia era gravar uma canção cujos lucros seriam revertidos para reduzir os índices de mortalidade pela fome no continente africano. 
Lionel Richie compôs a melodia. 
Michael escreveu a letra num único dia. 
O resultado eles chamaram de "We Are The World". 
Para gravar a canção, Quincy Jones convidou 44 celebridades da música e televisão, incluindo Cyndi Lauper, Diana Ross, Ray Charles e Stevie Wonder.  

Alegações de abuso sexual
Em 1993, o jovem Jordan Chandler, de 13 anos de idade, representado pelo advogado civil Larry Feldman, acusou Michael Jackson de abuso sexual. 
As declarações, feitas à imprensa, nunca foram entregues à Justiça e, por conseqüência, o cantor  não chegou a ser indiciado pelo crime. 
Apesar disso, o promotor distrital Tom Sneddon deu início a investigações paralelas  pelo condado de Santa Ynez, residência oficial de Jackson.
As acusações geraram frenesi em todo o mundo. 
Michael Jackson  pronunciou-se  sobre as alegações pela primeira vez em 1993, durante um comunicado transmitido simultaneamente pelas redes CNN, CBS, NBC e ABC, ao vivo do rancho Neverland. 
Ele defendeu-se , afirmando ser incapaz de "causar mal a uma criança".
Depois de seis meses de negociações, o artista chega a acordo  confidencial com o dentista Evan Chandler, pai do adolescente que o acusava. 

Especula-se que a família tenha embolsado quase 15 milhões de dólares. 
As investigações paralelas da Justiça foram arquivadas em 1994 por falta de provas.


Jackson casou-se com a filha de Elvis Presley, Lisa Marie Presley, o matrimónio durou dois anos.
No ano 2000 Jackson entrou no livro do Guinness como o artista que mais ajudou pessoas no mundo, por ter ajudado  mais de 39 organizações. 
No mesmo ano Michael recebeu o título de "Cantor do Milênio" durante o XI World Music Awards, realizado em Mónaco. 
A cerimônia foi transmitida para mais de 160 países perante uma audiência de quase um bilhão de pessoas. Mariah Carey recebeu prêmio similar, na categoria feminina. 
Em  2001, Michael Jackson promoveu dois concertos com lotação esgotada no Madison Square Garden, em Nova York, para celebrar 30 anos de carreira a solo.
Foi a primeira vez, em 20 anos, que o grupo The Jacksons voltou  reunir-se  no palco. 
Cantaram grandes sucessos, como "I'll Be There", "Can You Feel It" e "I Want You Back". 
Celebridades como Whitney Houston, Britney Spears, Liza Minelli, *NSYNC, Nick Carter, Aaron Carter, Usher e Gloria Stefan prestaram homenagem a Jackson cantando alguns dos maiores sucessos da carreira dele. 
Na platéia, mais personalidades. 
Assistiram às apresentações Elizabeth Taylor, Macaulay Culkin, Marlon Brando, Ray Charles, Chris Tucker, Nelly Furtado, Will Smith e Quincy Jones.
Novas polêmicas
Jackson teve o seu terceiro filho, Prince Michael Jackson II (Blanket) em 2002. 

A mãe da criança  anônima,  revelou que a criança era resultado de inseminação artificial. 
Em novembro do mesmo ano, durante a sua estadia em Berlim, Jackson apareceu na janela da varanda do quarto de hotel com seu filho recém-nascido. 
O cantor surpreendeu  todos quando pôs seu filho com um pano no rosto para fora da janela durante 3 segundos, causando severas críticas. 
Pouco depois Michael volta a ser acusado de abusos sexuais.
O cantor foi acusado de pedofilia por uma criança Gavin Arvizo. 
Jackson mais uma vez nega. 
O julgamento durou cinco meses, até ao final de maio de 2005. 
Durante o julgamento, o cantor sofreu de stress e grave perda de peso.
Em junho, Jackson foi absolvido de todas as acusações, por falta de provas. 
Depois do julgamento Michael abandonou Neverland  e  mudou-se  para o Bahrain. 
Morte
Em 25 de Junho de 2009, Michael Jackson foi vítima de uma paragem cardio-respiratória em casa, na vizinhança de Holmby Hills, Los Angeles, Estados Unidos. 

Os serviços de emergência médica socorreram o cantor em sua casa, na tentativa de reanimá-lo. 
Porém, como Jackson se encontrava em estado de coma profundo,  foi levado à pressa para o hospital universitário da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA). 
 Às 2h e 06min  de 25 de junho de 2009, o site Los Angeles Times tornou-se um dos primeiros a divulgar a morte do artista. 
 Final do funeral Michael Jackson,..emocionante
Em Portugal
Michael Jackson actuou apenas uma vez.
O espectáculo foi a 26 de Setembro de 1992 no Estádio José de Alvalade em Lisboa. 

O cantor só falou com a plateia duas vezes e disse "I love you" a começar e "peace" na despedida.


Discografia
Álbuns de Estúdio:

Got To Be There (1971)
Ben (1972)
Music and Me (1973)
Forever, Michael (1975)
Off The Wall (1979)
One Day in your Life (1981)
Thriller (1982)
Farewell my Summer Love (1984)
Bad (1987)
Dangerous (1991)
HIStory: Past, Present and Future – Book I (1995)
Invincible (2001)
Coletâneas, semi-Coletâneas e edições especiais:
The Best Of(1975)
Anthology (1995)
HIStory: Past, Present and Future – Book I (1995)
Blood On The Dance Floor (1997)
The Millennium Collection (2000)
Greatest Hits: History - Vol I (2001)
Number Ones (2003)
The Ultimate Collection (2004)
The Essential (2005)
Visionary: The Video Singles (2006)
Thriller: 25th Aniversary Edition (2008)
King Of Pop (2008)






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Já lá vai o tempo em que a Guarda era uma cidade cercada pelos rigores da metereologia, a velha cidade serrana serviu em tempos como local de romaria para quem necessitava de tratamentos especificos como a tuberculose, o Sanatório Sousa Martins foi um exemplo disso, o clima de altitude tinha efeitos benéficos na sua cura.
Quem visitar a Guarda e quiser descobrir as suas raízes não pode deixar de conhecer a  história da Judiaria, onde se instalaram as familias judias que vinham desterradas de Espanha, mais tarde também expulsas de Portugal, foram estes que implataram na cidade o açogue, a industria dos pelames e o bairro especifico da prostituição.
Voltando á história da Judiaria da Guarda ainda hoje á ilharga da Porta D´el Rei, nas muralhas da cidade, há um sinal de transito proibido, é que era por esta entrada que havia acesso á Judiaria. Existiu mesmo uma lei imposta por D. Duarte para que os judeos não tivessem cristãos como seus empregados.
Curiosamente, a casa de Bragança, foi originada pelos amores de D. João, mestre de Avis, futuro D. João I de Portugal, com Inês Peres, filha de um rico judeu industrial de curtumes, Mendo de seu nome. Dessa relação nasceu D. Afonso, 9º conde de Barcelos e 1º duque de Bragança, que se casou com D. Beatriz, filha de Nuno Álvares Pereira, donde saiu a 4ª dinastia da coroa Portuguesa.
Se por lá passar não deixe de procurar o que ainda existe, o bairro medieval judeu, lá está á sua espera e repare em cada casa, há a porta larga e estreita para a residência e a porta larga para o comércio. Da história da Guarda podemos destacar ainda o 1º dia de 1899, quando todos sairam á rua para ver nascer a luz eléctrica, em 1904 abre o consultório do dr. Lopo de Carvalho, que atendia doentes pobres que em 1925, passaria a ser Dispensário Antituberculoso, em 1907 é inaugurado o Sanatório Sousa Martins, em 1910 a Guarda adere á Republica, e no ano de 1929 morre em Lisboa o grande poeta da Guarda, Augusto Gil (batem leve, levemente,....). Já no ano de 1938, é inaugurado o Hotel Turismo da Guarda, de cujas varandas, 28 anos mais tarde, discursará Humberto Delgado em plena campanha.

Conhecer uma cidade não dispensa o seu calcorrear, conhecer as suas ruas, vielas, e gentes, a sua história e a leitura do seu património, conhecendo o que já foi descoberto.

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Já lá vai o tempo em que a Guarda era uma cidade cercada pelos rigores da metereologia, a velha cidade serrana serviu em tempos como local de romaria para quem necessitava de tratamentos especificos como a tuberculose, o Sanatório Sousa Martins foi um exemplo disso, o clima de altitude tinha efeitos benéficos na sua cura.
Quem visitar a Guarda e quiser descobrir as suas raízes não pode deixar de conhecer a  história da Judiaria, onde se instalaram as familias judias que vinham desterradas de Espanha, mais tarde também expulsas de Portugal, foram estes que implataram na cidade o açogue, a industria dos pelames e o bairro especifico da prostituição.
Voltando á história da Judiaria da Guarda ainda hoje á ilharga da Porta D´el Rei, nas muralhas da cidade, há um sinal de transito proibido, é que era por esta entrada que havia acesso á Judiaria. Existiu mesmo uma lei imposta por D. Duarte para que os judeos não tivessem cristãos como seus empregados.
Curiosamente, a casa de Bragança, foi originada pelos amores de D. João, mestre de Avis, futuro D. João I de Portugal, com Inês Peres, filha de um rico judeu industrial de curtumes, Mendo de seu nome. Dessa relação nasceu D. Afonso, 9º conde de Barcelos e 1º duque de Bragança, que se casou com D. Beatriz, filha de Nuno Álvares Pereira, donde saiu a 4ª dinastia da coroa Portuguesa.
Se por lá passar não deixe de procurar o que ainda existe, o bairro medieval judeu, lá está á sua espera e repare em cada casa, há a porta larga e estreita para a residência e a porta larga para o comércio. Da história da Guarda podemos destacar ainda o 1º dia de 1899, quando todos sairam á rua para ver nascer a luz eléctrica, em 1904 abre o consultório do dr. Lopo de Carvalho, que atendia doentes pobres que em 1925, passaria a ser Dispensário Antituberculoso, em 1907 é inaugurado o Sanatório Sousa Martins, em 1910 a Guarda adere á Republica, e no ano de 1929 morre em Lisboa o grande poeta da Guarda, Augusto Gil (batem leve, levemente,....). Já no ano de 1938, é inaugurado o Hotel Turismo da Guarda, de cujas varandas, 28 anos mais tarde, discursará Humberto Delgado em plena campanha.

Conhecer uma cidade não dispensa o seu calcorrear, conhecer as suas ruas, vielas, e gentes, a sua história e a leitura do seu património, conhecendo o que já foi descoberto.

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Já lá vai o tempo em que a Guarda era uma cidade cercada pelos rigores da metereologia, a velha cidade serrana serviu em tempos como local de romaria para quem necessitava de tratamentos especificos como a tuberculose, o Sanatório Sousa Martins foi um exemplo disso, o clima de altitude tinha efeitos benéficos na sua cura.
Quem visitar a Guarda e quiser descobrir as suas raízes não pode deixar de conhecer a  história da Judiaria, onde se instalaram as familias judias que vinham desterradas de Espanha, mais tarde também expulsas de Portugal, foram estes que implataram na cidade o açogue, a industria dos pelames e o bairro especifico da prostituição.
Voltando á história da Judiaria da Guarda ainda hoje á ilharga da Porta D´el Rei, nas muralhas da cidade, há um sinal de transito proibido, é que era por esta entrada que havia acesso á Judiaria. Existiu mesmo uma lei imposta por D. Duarte para que os judeos não tivessem cristãos como seus empregados.
Curiosamente, a casa de Bragança, foi originada pelos amores de D. João, mestre de Avis, futuro D. João I de Portugal, com Inês Peres, filha de um rico judeu industrial de curtumes, Mendo de seu nome. Dessa relação nasceu D. Afonso, 9º conde de Barcelos e 1º duque de Bragança, que se casou com D. Beatriz, filha de Nuno Álvares Pereira, donde saiu a 4ª dinastia da coroa Portuguesa.
Se por lá passar não deixe de procurar o que ainda existe, o bairro medieval judeu, lá está á sua espera e repare em cada casa, há a porta larga e estreita para a residência e a porta larga para o comércio. Da história da Guarda podemos destacar ainda o 1º dia de 1899, quando todos sairam á rua para ver nascer a luz eléctrica, em 1904 abre o consultório do dr. Lopo de Carvalho, que atendia doentes pobres que em 1925, passaria a ser Dispensário Antituberculoso, em 1907 é inaugurado o Sanatório Sousa Martins, em 1910 a Guarda adere á Republica, e no ano de 1929 morre em Lisboa o grande poeta da Guarda, Augusto Gil (batem leve, levemente,....). Já no ano de 1938, é inaugurado o Hotel Turismo da Guarda, de cujas varandas, 28 anos mais tarde, discursará Humberto Delgado em plena campanha.

Conhecer uma cidade não dispensa o seu calcorrear, conhecer as suas ruas, vielas, e gentes, a sua história e a leitura do seu património, conhecendo o que já foi descoberto.

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 LENDA DO ZÉ DO TELHADO 


José Teixeira da Silva nasceu no lugar do Telhado, de Castelões de Recezinhos, a 22 de Junho de 1818. Ficou célebre na história de Portugal como Zé do Telhado, um herói que se tornou vilão. Foi um valoroso combatente militar e um controverso salteador. Enquanto militar, há registos e relatos da sua valentia, tendo sido condecorado com a medalha de Torre e Espada, por actos heróicos nas hostes de Sá da Bandeira, do Duque de Setúbal e na revolta da Maria da Fonte, sempre pelos liberais, contra os absolutistas.
As ligações de Zé do Telhado a Lousada remontam à infância e ao seu matrimónio. Casou com a sua prima, Ana de Campos Lentine, que morava no lugar de Sobreira, da freguesia de Caíde de Rei, antigo concelho de Santa Cruz de Riba Tâmega, com sede em Vila Meã. Ana era filha de uma tia de Zé do Telhado e de um antigo soldado francês que por cá terá ficado aquando das invasões napoleónicas nos inicio do século XIX.
Este era negociador e capador de gado e ensinou o ofício ao seu sobrinho. Mas seria ocupação de pouca dura pois a tradição familiar e os hábitos de guerrilha e combate adquiridos em inúmeras batalhas influenciaram decisivamente para que Zé do Telhado se tornasse salteador. De facto, seu tio-avô e seu pai tinham sido quadrilheiros, bem como o seu irmão mais velho.
Muito se escreveu sobre este controverso personagem. A vida  de Zé do Telhado, os infortúnios, os sentimentos e as façanhas ainda hoje são contadas. Diz o povo que roubava aos ricos para dar aos pobres, e por isso era por muitos considerado o Robin dos Bosques português. 
 Há relatos de lealdade e honra da sua parte, veja-se o caso da tentativa de assalto à Casa de Pereiró, na freguesia de S. Lourenço de Pias, em Lousada, segundo relato contado de geração em geração naquela senhorial casa.
Isso aconteceu em meados do século XIX. Depois de ter assaltado a Casa de Talhos, em Macieira, Zé do Telhado pretendeu apoderar-se de riqueza em Pias. O alvo seria a Casa de Pereiró, de Constantino Elisiário Ribeiro Peixoto, que recebeu um ultimato do salteador.
Na carta enviada àquele distinto morador de Pias, Zé do Telhado ameaçava que se não colocasse no penedo de Sant’Ana um saco de libras, ele e o seu bando assaltariam a casa de Pereiró. O proprietário não cedeu. Cumprindo a ameaça, os bandoleiros abeiraram-se da casa, onde Constantino Peixoto se tinha entrincheirado com várias armas de fogo.
O rés-do-chão estava fechado, com barricas nas portas e janelas. No andar de cima, estava tudo aberto e uma arma junto de cada janela.
Reza a história que assim que se avistaram os dois protagonistas da contenda, Zé do Telhado patenteou o cavalheirismo que o notabilizou ao perguntar: “Dá-me autorização para assaltar a sua casa?”. O proprietário de Pereiró respondeu de forma provocadora: “Sim!”.
Contando com o apoio da sua destemida e leal criada, que ia carregando as armas com pólvora, Constantino Peixoto correu de janela em janela, disparando contra os assaltantes. Perante essa aguerrida oposição, o bando bateu em retirada.
Tendo admirado a destreza e coragem do destemido dono dessa casa, Zé do Telhado remeteu-lhe, na qualidade de rei dos salteadores da região, uma carta que Constantino Elisiário deveria mostrar no caso de ser assaltado. Servia esta missiva para segurar os seus bens perante os amigos do alheio.
Depois de vários assaltos, nalguns dos quais foi derramado sangue, fugiu para o Brasil, mas terá confessado a Camilo Castelo Branco na Cadeia da Relação, que a saudade dos filhos e da esposa o fizeram regressar. Foi apanhado pelas autoridades e julgado em 1861, em Marco de Canaveses. A acusação foi feita pelo delegado do Ministério Público. A pena de morte ainda vigorava em Portugal, mas Zé do Telhado livrou-se da forca, devido a várias atenuantes. Mas pagou pelos seus crimes, tendo sido deportado para o ultramar. Relatos do Diário de Notícias da época, fizeram eco da sua regeneração e de actos heróicos em Angola, onde faleceu em 1875.
 «José do Telhado» foi passado ao cinema em 1945. 
Argumento: A vida lendária de José do Telhado, casado com a prima Aninhas, vencida a resistência do pai, devido à fama do seu heroísmo durante a guerra civil. Mas as hostes onde militava José do Telhado acabam em debandada. Intérpretes: Virgílio Teixeira - José do Telhado; Adelina Campos - Aninhas; Juvenal de Araújo - José Pequeno; Patrício Álvares - "Boca Negra"; Fernando Silva - Malaquias; Joaquim Miranda - Pai de Aninhas e ainda: Flor de Almeida; José Pereira; Ramalho Monteiro; João Reis; Oliveira Figueiredo... Realização - Armando de Miranda. 
PUBLICADO digitalblueradio às 17:02 | LINK DO POST
 LENDA DO ZÉ DO TELHADO 


José Teixeira da Silva nasceu no lugar do Telhado, de Castelões de Recezinhos, a 22 de Junho de 1818. Ficou célebre na história de Portugal como Zé do Telhado, um herói que se tornou vilão. Foi um valoroso combatente militar e um controverso salteador. Enquanto militar, há registos e relatos da sua valentia, tendo sido condecorado com a medalha de Torre e Espada, por actos heróicos nas hostes de Sá da Bandeira, do Duque de Setúbal e na revolta da Maria da Fonte, sempre pelos liberais, contra os absolutistas.
As ligações de Zé do Telhado a Lousada remontam à infância e ao seu matrimónio. Casou com a sua prima, Ana de Campos Lentine, que morava no lugar de Sobreira, da freguesia de Caíde de Rei, antigo concelho de Santa Cruz de Riba Tâmega, com sede em Vila Meã. Ana era filha de uma tia de Zé do Telhado e de um antigo soldado francês que por cá terá ficado aquando das invasões napoleónicas nos inicio do século XIX.
Este era negociador e capador de gado e ensinou o ofício ao seu sobrinho. Mas seria ocupação de pouca dura pois a tradição familiar e os hábitos de guerrilha e combate adquiridos em inúmeras batalhas influenciaram decisivamente para que Zé do Telhado se tornasse salteador. De facto, seu tio-avô e seu pai tinham sido quadrilheiros, bem como o seu irmão mais velho.
Muito se escreveu sobre este controverso personagem. A vida  de Zé do Telhado, os infortúnios, os sentimentos e as façanhas ainda hoje são contadas. Diz o povo que roubava aos ricos para dar aos pobres, e por isso era por muitos considerado o Robin dos Bosques português. 
 Há relatos de lealdade e honra da sua parte, veja-se o caso da tentativa de assalto à Casa de Pereiró, na freguesia de S. Lourenço de Pias, em Lousada, segundo relato contado de geração em geração naquela senhorial casa.
Isso aconteceu em meados do século XIX. Depois de ter assaltado a Casa de Talhos, em Macieira, Zé do Telhado pretendeu apoderar-se de riqueza em Pias. O alvo seria a Casa de Pereiró, de Constantino Elisiário Ribeiro Peixoto, que recebeu um ultimato do salteador.
Na carta enviada àquele distinto morador de Pias, Zé do Telhado ameaçava que se não colocasse no penedo de Sant’Ana um saco de libras, ele e o seu bando assaltariam a casa de Pereiró. O proprietário não cedeu. Cumprindo a ameaça, os bandoleiros abeiraram-se da casa, onde Constantino Peixoto se tinha entrincheirado com várias armas de fogo.
O rés-do-chão estava fechado, com barricas nas portas e janelas. No andar de cima, estava tudo aberto e uma arma junto de cada janela.
Reza a história que assim que se avistaram os dois protagonistas da contenda, Zé do Telhado patenteou o cavalheirismo que o notabilizou ao perguntar: “Dá-me autorização para assaltar a sua casa?”. O proprietário de Pereiró respondeu de forma provocadora: “Sim!”.
Contando com o apoio da sua destemida e leal criada, que ia carregando as armas com pólvora, Constantino Peixoto correu de janela em janela, disparando contra os assaltantes. Perante essa aguerrida oposição, o bando bateu em retirada.
Tendo admirado a destreza e coragem do destemido dono dessa casa, Zé do Telhado remeteu-lhe, na qualidade de rei dos salteadores da região, uma carta que Constantino Elisiário deveria mostrar no caso de ser assaltado. Servia esta missiva para segurar os seus bens perante os amigos do alheio.
Depois de vários assaltos, nalguns dos quais foi derramado sangue, fugiu para o Brasil, mas terá confessado a Camilo Castelo Branco na Cadeia da Relação, que a saudade dos filhos e da esposa o fizeram regressar. Foi apanhado pelas autoridades e julgado em 1861, em Marco de Canaveses. A acusação foi feita pelo delegado do Ministério Público. A pena de morte ainda vigorava em Portugal, mas Zé do Telhado livrou-se da forca, devido a várias atenuantes. Mas pagou pelos seus crimes, tendo sido deportado para o ultramar. Relatos do Diário de Notícias da época, fizeram eco da sua regeneração e de actos heróicos em Angola, onde faleceu em 1875.
 «José do Telhado» foi passado ao cinema em 1945. 
Argumento: A vida lendária de José do Telhado, casado com a prima Aninhas, vencida a resistência do pai, devido à fama do seu heroísmo durante a guerra civil. Mas as hostes onde militava José do Telhado acabam em debandada. Intérpretes: Virgílio Teixeira - José do Telhado; Adelina Campos - Aninhas; Juvenal de Araújo - José Pequeno; Patrício Álvares - "Boca Negra"; Fernando Silva - Malaquias; Joaquim Miranda - Pai de Aninhas e ainda: Flor de Almeida; José Pereira; Ramalho Monteiro; João Reis; Oliveira Figueiredo... Realização - Armando de Miranda. 
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 LENDA DO ZÉ DO TELHADO 


José Teixeira da Silva nasceu no lugar do Telhado, de Castelões de Recezinhos, a 22 de Junho de 1818. Ficou célebre na história de Portugal como Zé do Telhado, um herói que se tornou vilão. Foi um valoroso combatente militar e um controverso salteador. Enquanto militar, há registos e relatos da sua valentia, tendo sido condecorado com a medalha de Torre e Espada, por actos heróicos nas hostes de Sá da Bandeira, do Duque de Setúbal e na revolta da Maria da Fonte, sempre pelos liberais, contra os absolutistas.
As ligações de Zé do Telhado a Lousada remontam à infância e ao seu matrimónio. Casou com a sua prima, Ana de Campos Lentine, que morava no lugar de Sobreira, da freguesia de Caíde de Rei, antigo concelho de Santa Cruz de Riba Tâmega, com sede em Vila Meã. Ana era filha de uma tia de Zé do Telhado e de um antigo soldado francês que por cá terá ficado aquando das invasões napoleónicas nos inicio do século XIX.
Este era negociador e capador de gado e ensinou o ofício ao seu sobrinho. Mas seria ocupação de pouca dura pois a tradição familiar e os hábitos de guerrilha e combate adquiridos em inúmeras batalhas influenciaram decisivamente para que Zé do Telhado se tornasse salteador. De facto, seu tio-avô e seu pai tinham sido quadrilheiros, bem como o seu irmão mais velho.
Muito se escreveu sobre este controverso personagem. A vida  de Zé do Telhado, os infortúnios, os sentimentos e as façanhas ainda hoje são contadas. Diz o povo que roubava aos ricos para dar aos pobres, e por isso era por muitos considerado o Robin dos Bosques português. 
 Há relatos de lealdade e honra da sua parte, veja-se o caso da tentativa de assalto à Casa de Pereiró, na freguesia de S. Lourenço de Pias, em Lousada, segundo relato contado de geração em geração naquela senhorial casa.
Isso aconteceu em meados do século XIX. Depois de ter assaltado a Casa de Talhos, em Macieira, Zé do Telhado pretendeu apoderar-se de riqueza em Pias. O alvo seria a Casa de Pereiró, de Constantino Elisiário Ribeiro Peixoto, que recebeu um ultimato do salteador.
Na carta enviada àquele distinto morador de Pias, Zé do Telhado ameaçava que se não colocasse no penedo de Sant’Ana um saco de libras, ele e o seu bando assaltariam a casa de Pereiró. O proprietário não cedeu. Cumprindo a ameaça, os bandoleiros abeiraram-se da casa, onde Constantino Peixoto se tinha entrincheirado com várias armas de fogo.
O rés-do-chão estava fechado, com barricas nas portas e janelas. No andar de cima, estava tudo aberto e uma arma junto de cada janela.
Reza a história que assim que se avistaram os dois protagonistas da contenda, Zé do Telhado patenteou o cavalheirismo que o notabilizou ao perguntar: “Dá-me autorização para assaltar a sua casa?”. O proprietário de Pereiró respondeu de forma provocadora: “Sim!”.
Contando com o apoio da sua destemida e leal criada, que ia carregando as armas com pólvora, Constantino Peixoto correu de janela em janela, disparando contra os assaltantes. Perante essa aguerrida oposição, o bando bateu em retirada.
Tendo admirado a destreza e coragem do destemido dono dessa casa, Zé do Telhado remeteu-lhe, na qualidade de rei dos salteadores da região, uma carta que Constantino Elisiário deveria mostrar no caso de ser assaltado. Servia esta missiva para segurar os seus bens perante os amigos do alheio.
Depois de vários assaltos, nalguns dos quais foi derramado sangue, fugiu para o Brasil, mas terá confessado a Camilo Castelo Branco na Cadeia da Relação, que a saudade dos filhos e da esposa o fizeram regressar. Foi apanhado pelas autoridades e julgado em 1861, em Marco de Canaveses. A acusação foi feita pelo delegado do Ministério Público. A pena de morte ainda vigorava em Portugal, mas Zé do Telhado livrou-se da forca, devido a várias atenuantes. Mas pagou pelos seus crimes, tendo sido deportado para o ultramar. Relatos do Diário de Notícias da época, fizeram eco da sua regeneração e de actos heróicos em Angola, onde faleceu em 1875.
 «José do Telhado» foi passado ao cinema em 1945. 
Argumento: A vida lendária de José do Telhado, casado com a prima Aninhas, vencida a resistência do pai, devido à fama do seu heroísmo durante a guerra civil. Mas as hostes onde militava José do Telhado acabam em debandada. Intérpretes: Virgílio Teixeira - José do Telhado; Adelina Campos - Aninhas; Juvenal de Araújo - José Pequeno; Patrício Álvares - "Boca Negra"; Fernando Silva - Malaquias; Joaquim Miranda - Pai de Aninhas e ainda: Flor de Almeida; José Pereira; Ramalho Monteiro; João Reis; Oliveira Figueiredo... Realização - Armando de Miranda. 
PUBLICADO digitalblueradio às 17:02 | LINK DO POST
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