O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
O mais breve olhar sobre Santarém oferece-nos desde logo a ideia de uma cidade dividida entre o verde e o mar.
Geográficamente priveligiada pela sua intimidade com o rio, cedo se mostrou vocacionada para as actividades  piscatória, comercial e industrial. Bordejada ao longo das margens do Tejo, nasceram dois nucleos fundamentais: o Alfange e a Ribeira.
 Na Ribeira terá nascido o nome de Santarém, por ali ter sido sepultada Santa Iria, ou Irene (séc. VII-VIII), Sancta Irene terá servido para substituir a antiga designação de Scallabis. O caminho de ferro chega em 1861 e a ponte que une Santarém e a Tapada, dez anos mais tarde.
Do valioso Património temos a destacar a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, o Convento de S. Francisco, Igreja da Graça, Igreja de Nossa Senhora da Piedade, ou a Ermida do Milagre que segundo a tradição, se erguia a casa da mulher que cometera o sacrilégio que esteve na origem do Santíssimo Milagre, ocorrido em 1266. 
A Sé, ou o Convento de Santa Clara, e tantos outros que você terá de descobrir partindo á descoberta. No entanto merece também destaque os  bairros arrabaldinos da Judiaria e da Mouraria onde entre o século XIV e 1497, se instalaram as populações tidas como minorias. 

O bairro da Judiaria encontrava-se adjacente às muralhas do Alporão, enquanto que o da Mouraria se localizava exteriormente à primitiva cerca do planalto, sendo só após a construção da cerca femandina que veio a ser inserido no interior do recinto amuralhado, as ruas e becos de traçado irregular, construções reflectindo a cultura e a religião das populações então marginalizadas, trata-se de um património cultural que é digno de visita, valorizando-se fachadas, cantarias, telhados, a toponímia sugestiva de antigas actividades e utilizações: localizadas na actual freguesia do Salvador, a Travessa da Mouraria, o Beco dos Agulheiros ou a Travessa dos Surradores, onde se destaca a residência (n°. 9) conhecida como Casa dos Mascarões, em cujo primeiro piso estão representadas caras de animais fantásticos, em jeito de mísulas. Os muros caiados de branco deixam adivinhar a primazia concedida aos pátios interiores, lembrança urbana da antiga ocupação árabe, reforçada ainda pela presença de algumas pequenas hortas e pomares.
Natruralmente que com o seu vastissimo património seria dificil enumerar aqui tudo, vale a pena visitar Santarém e descobrir, apenas referência á Feira de Santarém já com provas dadas e das mais importantes a nivel nacional, A Feira do Ribatejo.


PUBLICADO digitalblueradio às 15:59 | LINK DO POST
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O mais breve olhar sobre Santarém oferece-nos desde logo a ideia de uma cidade dividida entre o verde e o mar.
Geográficamente priveligiada pela sua intimidade com o rio, cedo se mostrou vocacionada para as actividades  piscatória, comercial e industrial. Bordejada ao longo das margens do Tejo, nasceram dois nucleos fundamentais: o Alfange e a Ribeira.
 Na Ribeira terá nascido o nome de Santarém, por ali ter sido sepultada Santa Iria, ou Irene (séc. VII-VIII), Sancta Irene terá servido para substituir a antiga designação de Scallabis. O caminho de ferro chega em 1861 e a ponte que une Santarém e a Tapada, dez anos mais tarde.
Do valioso Património temos a destacar a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, o Convento de S. Francisco, Igreja da Graça, Igreja de Nossa Senhora da Piedade, ou a Ermida do Milagre que segundo a tradição, se erguia a casa da mulher que cometera o sacrilégio que esteve na origem do Santíssimo Milagre, ocorrido em 1266. 
A Sé, ou o Convento de Santa Clara, e tantos outros que você terá de descobrir partindo á descoberta. No entanto merece também destaque os  bairros arrabaldinos da Judiaria e da Mouraria onde entre o século XIV e 1497, se instalaram as populações tidas como minorias. 

O bairro da Judiaria encontrava-se adjacente às muralhas do Alporão, enquanto que o da Mouraria se localizava exteriormente à primitiva cerca do planalto, sendo só após a construção da cerca femandina que veio a ser inserido no interior do recinto amuralhado, as ruas e becos de traçado irregular, construções reflectindo a cultura e a religião das populações então marginalizadas, trata-se de um património cultural que é digno de visita, valorizando-se fachadas, cantarias, telhados, a toponímia sugestiva de antigas actividades e utilizações: localizadas na actual freguesia do Salvador, a Travessa da Mouraria, o Beco dos Agulheiros ou a Travessa dos Surradores, onde se destaca a residência (n°. 9) conhecida como Casa dos Mascarões, em cujo primeiro piso estão representadas caras de animais fantásticos, em jeito de mísulas. Os muros caiados de branco deixam adivinhar a primazia concedida aos pátios interiores, lembrança urbana da antiga ocupação árabe, reforçada ainda pela presença de algumas pequenas hortas e pomares.
Natruralmente que com o seu vastissimo património seria dificil enumerar aqui tudo, vale a pena visitar Santarém e descobrir, apenas referência á Feira de Santarém já com provas dadas e das mais importantes a nivel nacional, A Feira do Ribatejo.


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O mais breve olhar sobre Santarém oferece-nos desde logo a ideia de uma cidade dividida entre o verde e o mar.
Geográficamente priveligiada pela sua intimidade com o rio, cedo se mostrou vocacionada para as actividades  piscatória, comercial e industrial. Bordejada ao longo das margens do Tejo, nasceram dois nucleos fundamentais: o Alfange e a Ribeira.
 Na Ribeira terá nascido o nome de Santarém, por ali ter sido sepultada Santa Iria, ou Irene (séc. VII-VIII), Sancta Irene terá servido para substituir a antiga designação de Scallabis. O caminho de ferro chega em 1861 e a ponte que une Santarém e a Tapada, dez anos mais tarde.
Do valioso Património temos a destacar a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, o Convento de S. Francisco, Igreja da Graça, Igreja de Nossa Senhora da Piedade, ou a Ermida do Milagre que segundo a tradição, se erguia a casa da mulher que cometera o sacrilégio que esteve na origem do Santíssimo Milagre, ocorrido em 1266. 
A Sé, ou o Convento de Santa Clara, e tantos outros que você terá de descobrir partindo á descoberta. No entanto merece também destaque os  bairros arrabaldinos da Judiaria e da Mouraria onde entre o século XIV e 1497, se instalaram as populações tidas como minorias. 

O bairro da Judiaria encontrava-se adjacente às muralhas do Alporão, enquanto que o da Mouraria se localizava exteriormente à primitiva cerca do planalto, sendo só após a construção da cerca femandina que veio a ser inserido no interior do recinto amuralhado, as ruas e becos de traçado irregular, construções reflectindo a cultura e a religião das populações então marginalizadas, trata-se de um património cultural que é digno de visita, valorizando-se fachadas, cantarias, telhados, a toponímia sugestiva de antigas actividades e utilizações: localizadas na actual freguesia do Salvador, a Travessa da Mouraria, o Beco dos Agulheiros ou a Travessa dos Surradores, onde se destaca a residência (n°. 9) conhecida como Casa dos Mascarões, em cujo primeiro piso estão representadas caras de animais fantásticos, em jeito de mísulas. Os muros caiados de branco deixam adivinhar a primazia concedida aos pátios interiores, lembrança urbana da antiga ocupação árabe, reforçada ainda pela presença de algumas pequenas hortas e pomares.
Natruralmente que com o seu vastissimo património seria dificil enumerar aqui tudo, vale a pena visitar Santarém e descobrir, apenas referência á Feira de Santarém já com provas dadas e das mais importantes a nivel nacional, A Feira do Ribatejo.


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