O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
Edith Theresa Hedwing Stein nasceu em Breslau na Alemanha a 12 de Outubro de 1891 e morreu em Auschwitz a 9 de Agosto de 1942. De origem judia, converteu-se posteriormente ao catolicismo, tornando-se carmelita descalça. Faleceu aos 51 anos, no campo de concentração de Auschwitz. A 11 de outubro de 1998, foi canonizada pelo papa João Paulo II, como Santa Teresa Benedita da Cruz.
Edith era a ultima de onze irmãos de uma família judia, os seus pais foram Siegfried e Augusta Courant Stein. Até á adolescência, não obstante os pedidos da sua mãe em professar a fé judaica, declarava-se ateia, contudo acompanhava a mãe à sinagoga mais por delicadeza do que por convicção religiosa.
Pelos seus 30 anos, passando as suas férias grandes em casa de uns amigos na Baviera, no Outono de 1921, veio-lhe parar às mãos a autobiografia de Santa Teresa de Ávila, intitulada «Livro da Vida». Ficou tão encantada que acabou por ler o livro completo, durante toda a noite. Depois disse: “Aqui está a verdade!”. Comprou um catecismo católico e um missal e entrou, pela primeira vez, num templo católico, participando na Missa. Após algum tempo de preparação, recebeu o Baptismo, aos 31 anos em 1922. A família, profundamente desgostada, cortou, durante algum tempo, relações com ela.
Aos 42 anos, em 1933, Edith diz á mãe que iria entrar na vida religiosa da "Ordem Carmelita Descalça", ingressando no Carmelo e recebendo o nome de "Teresa Benedita da Cruz". Por licença especial das suas superioras, escrevia todas as semanas à mãe, sem obter qualquer resposta, até que, por fim, recebeu um bilhete. Para escapar às perseguições Nazis fugiu em 1940 da Alemanha para os Países Baixos. Mas quando esta nação foi ocupada pelos nazis, Edith foi presa com a sua irmã. Saiu do convento como o hábito de carmelita que continuou a usar no campo de concentração, oferecendo a sua vida, como ela disse, pela conversão ao Catolicismo do povo hebreu. O seu número de prisioneira era o 44070.
Pelo seu heroísmo cristão, no dia 1 de Maio de 1987, foi beatificada por João Paulo II em Colónia e, a 11 de Outubro de 1998, foi canonizada pelo mesmo Papa, sob o nome de "Santa Teresa Benedita da Cruz". Em 1999, o Papa João Paulo II, numa carta apostólica proclamou "Santa Teresa Benedita da Cruz", juntamente com "Santa Brígida da Suécia" e "Santa Catarina de Sena", co-padroeira da Europa pelo particular contributo cristão que outorgou não só à Igreja Católica, mas especialmente à mesma sociedade europeia através do seu pensamento filosófico. A sua celebração litúrgica, na forma de festa, na Igreja Católica, é no dia 9 de Agosto.
Pode ver o Filme aqui no Blog
PUBLICADO digitalblueradio às 16:45 | LINK DO POST
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Edith Theresa Hedwing Stein nasceu em Breslau na Alemanha a 12 de Outubro de 1891 e morreu em Auschwitz a 9 de Agosto de 1942. De origem judia, converteu-se posteriormente ao catolicismo, tornando-se carmelita descalça. Faleceu aos 51 anos, no campo de concentração de Auschwitz. A 11 de outubro de 1998, foi canonizada pelo papa João Paulo II, como Santa Teresa Benedita da Cruz.
Edith era a ultima de onze irmãos de uma família judia, os seus pais foram Siegfried e Augusta Courant Stein. Até á adolescência, não obstante os pedidos da sua mãe em professar a fé judaica, declarava-se ateia, contudo acompanhava a mãe à sinagoga mais por delicadeza do que por convicção religiosa.
Pelos seus 30 anos, passando as suas férias grandes em casa de uns amigos na Baviera, no Outono de 1921, veio-lhe parar às mãos a autobiografia de Santa Teresa de Ávila, intitulada «Livro da Vida». Ficou tão encantada que acabou por ler o livro completo, durante toda a noite. Depois disse: “Aqui está a verdade!”. Comprou um catecismo católico e um missal e entrou, pela primeira vez, num templo católico, participando na Missa. Após algum tempo de preparação, recebeu o Baptismo, aos 31 anos em 1922. A família, profundamente desgostada, cortou, durante algum tempo, relações com ela.
Aos 42 anos, em 1933, Edith diz á mãe que iria entrar na vida religiosa da "Ordem Carmelita Descalça", ingressando no Carmelo e recebendo o nome de "Teresa Benedita da Cruz". Por licença especial das suas superioras, escrevia todas as semanas à mãe, sem obter qualquer resposta, até que, por fim, recebeu um bilhete. Para escapar às perseguições Nazis fugiu em 1940 da Alemanha para os Países Baixos. Mas quando esta nação foi ocupada pelos nazis, Edith foi presa com a sua irmã. Saiu do convento como o hábito de carmelita que continuou a usar no campo de concentração, oferecendo a sua vida, como ela disse, pela conversão ao Catolicismo do povo hebreu. O seu número de prisioneira era o 44070.
Pelo seu heroísmo cristão, no dia 1 de Maio de 1987, foi beatificada por João Paulo II em Colónia e, a 11 de Outubro de 1998, foi canonizada pelo mesmo Papa, sob o nome de "Santa Teresa Benedita da Cruz". Em 1999, o Papa João Paulo II, numa carta apostólica proclamou "Santa Teresa Benedita da Cruz", juntamente com "Santa Brígida da Suécia" e "Santa Catarina de Sena", co-padroeira da Europa pelo particular contributo cristão que outorgou não só à Igreja Católica, mas especialmente à mesma sociedade europeia através do seu pensamento filosófico. A sua celebração litúrgica, na forma de festa, na Igreja Católica, é no dia 9 de Agosto.
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Edith Theresa Hedwing Stein nasceu em Breslau na Alemanha a 12 de Outubro de 1891 e morreu em Auschwitz a 9 de Agosto de 1942. De origem judia, converteu-se posteriormente ao catolicismo, tornando-se carmelita descalça. Faleceu aos 51 anos, no campo de concentração de Auschwitz. A 11 de outubro de 1998, foi canonizada pelo papa João Paulo II, como Santa Teresa Benedita da Cruz.
Edith era a ultima de onze irmãos de uma família judia, os seus pais foram Siegfried e Augusta Courant Stein. Até á adolescência, não obstante os pedidos da sua mãe em professar a fé judaica, declarava-se ateia, contudo acompanhava a mãe à sinagoga mais por delicadeza do que por convicção religiosa.
Pelos seus 30 anos, passando as suas férias grandes em casa de uns amigos na Baviera, no Outono de 1921, veio-lhe parar às mãos a autobiografia de Santa Teresa de Ávila, intitulada «Livro da Vida». Ficou tão encantada que acabou por ler o livro completo, durante toda a noite. Depois disse: “Aqui está a verdade!”. Comprou um catecismo católico e um missal e entrou, pela primeira vez, num templo católico, participando na Missa. Após algum tempo de preparação, recebeu o Baptismo, aos 31 anos em 1922. A família, profundamente desgostada, cortou, durante algum tempo, relações com ela.
Aos 42 anos, em 1933, Edith diz á mãe que iria entrar na vida religiosa da "Ordem Carmelita Descalça", ingressando no Carmelo e recebendo o nome de "Teresa Benedita da Cruz". Por licença especial das suas superioras, escrevia todas as semanas à mãe, sem obter qualquer resposta, até que, por fim, recebeu um bilhete. Para escapar às perseguições Nazis fugiu em 1940 da Alemanha para os Países Baixos. Mas quando esta nação foi ocupada pelos nazis, Edith foi presa com a sua irmã. Saiu do convento como o hábito de carmelita que continuou a usar no campo de concentração, oferecendo a sua vida, como ela disse, pela conversão ao Catolicismo do povo hebreu. O seu número de prisioneira era o 44070.
Pelo seu heroísmo cristão, no dia 1 de Maio de 1987, foi beatificada por João Paulo II em Colónia e, a 11 de Outubro de 1998, foi canonizada pelo mesmo Papa, sob o nome de "Santa Teresa Benedita da Cruz". Em 1999, o Papa João Paulo II, numa carta apostólica proclamou "Santa Teresa Benedita da Cruz", juntamente com "Santa Brígida da Suécia" e "Santa Catarina de Sena", co-padroeira da Europa pelo particular contributo cristão que outorgou não só à Igreja Católica, mas especialmente à mesma sociedade europeia através do seu pensamento filosófico. A sua celebração litúrgica, na forma de festa, na Igreja Católica, é no dia 9 de Agosto.
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O POÇO E A PEDRA
Um monge peregrino caminhava por uma estrada quando, do meio do arvoredo, surgiu um homem jovem de grande estatura e com um olhar triste. Assustado, o monge perguntou se poderia fazer alguma coisa por ele.

O homem baixou os olhos e murmurou envergonhado: "Sou um criminoso, um ladrão. Perdi o afecto dos meus pais e dos meus amigos. Como quem se afunda na lama, tenho praticado crimes atrás de crimes. Tenho medo do futuro e não sinto sossego por nenhum instante. Vejo que o senhor é um monge, livre-me deste sofrimento, desta angústia!".  
O monge, que ouvira tudo em silêncio, fitou os olhos daquele homem e alguns instantes depois disse: "Estou com muita sede. Há alguma fonte por aqui?"  Com expressão de surpresa pela repentina pergunta, o jovem respondeu: "sim, há um poço logo ali, porém nele não há roldana, nem balde. Tenho aqui, no entanto, uma corda que posso amarrar na sua cintura e descê-lo para dentro do poço. O senhor poderá beber água até se saciar. Quando estiver satisfeito, avise-me que eu o puxarei para cima."
O monge sorrindo aceitou a ideia e assim fizeram.
O monge deixou ao fundo do poço e pouco depois, veio a voz do monge: "pode puxar!". O homem deu um puxão na corda com força, mas nada do monge subir. Era estranho, pois parecia que a corda estava mais pesada agora do que no início. Depois de várias e inúteis tentativas para fazer com que o monge subisse, o homem esticou o pescoço pela borda, observou a semi-escuridão do interior do poço para ver o que se passava lá no fundo. Qual não foi sua surpresa ao ver o monge firmemente agarrado a uma grande pedra que havia na lateral. Por um momento ficou mudo de espanto, mas logo gritou: “hei, o que é que está a fazer? Vamos, largue a rocha para que eu possa içá-lo.”
Lá de dentro o monge pediu calma ao rapaz, explicando: “Você é grande e forte, mas mesmo com toda a sua força não me consegue puxar se eu ficar assim agarrado a esta pedra. É exactamente isso que está a acontecer consigo. Considera-se um criminoso, um ladrão, uma pessoa que não merece o amor e o afecto de ninguém. Encontra-se firmemente agarrado a essas ideias. Desse maneira, mesmo que eu ou qualquer outra pessoa faça grande esforço para reerguê-lo, não vai adiantar nada.” 
“Tudo depende de si. Só você pode resolver se vai continuar agarrado ou se vai soltar-se. Se quer realmente mudar, é necessário que se desprenda dessas ideias negativas que o mantêm no fundo do poço. Desprenda-se e liberte-se.

A escuridão não é mais do que a falta de luz, assim como o mal é a ausência do bem. Na nossa vida não podemos deixar que as ideias negativas turvem os nossos pensamentos, ocultando os nossos melhores sentimentos, temos de procurar a luz da verdade e o caminho certo. É preciso abandonar as pedras da ignorância e do medo que nos mantêm prisioneiros das nossas próprias imperfeições, nos poços do egoísmo e do orgulho.” Quem é que na vida nunca cometeu erros? Quem é que nunca se sentiu deprimido e imerecedor de ser feliz? Quem é que nunca teve pensamentos negativos? O primeiro que atire a primeira pedra!
O nosso carácter resulta das experiências por que passamos, reflexo das escolhas que fizémos. Muitas vezes escolhemos os caminhos que nos provocarão mais dor e sofrimento, mas essa dor e esse sofrimento serão diamantes na nossa aprendizagem de vida se deles tirarmos o ensinamento devido. Ficar agarrado ao remorso, à dor porque erramos não é a atitude proveitosa a tomar para a nossa evolução. 
PUBLICADO digitalblueradio às 11:38 | LINK DO POST
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O POÇO E A PEDRA
Um monge peregrino caminhava por uma estrada quando, do meio do arvoredo, surgiu um homem jovem de grande estatura e com um olhar triste. Assustado, o monge perguntou se poderia fazer alguma coisa por ele.

O homem baixou os olhos e murmurou envergonhado: "Sou um criminoso, um ladrão. Perdi o afecto dos meus pais e dos meus amigos. Como quem se afunda na lama, tenho praticado crimes atrás de crimes. Tenho medo do futuro e não sinto sossego por nenhum instante. Vejo que o senhor é um monge, livre-me deste sofrimento, desta angústia!".  
O monge, que ouvira tudo em silêncio, fitou os olhos daquele homem e alguns instantes depois disse: "Estou com muita sede. Há alguma fonte por aqui?"  Com expressão de surpresa pela repentina pergunta, o jovem respondeu: "sim, há um poço logo ali, porém nele não há roldana, nem balde. Tenho aqui, no entanto, uma corda que posso amarrar na sua cintura e descê-lo para dentro do poço. O senhor poderá beber água até se saciar. Quando estiver satisfeito, avise-me que eu o puxarei para cima."
O monge sorrindo aceitou a ideia e assim fizeram.
O monge deixou ao fundo do poço e pouco depois, veio a voz do monge: "pode puxar!". O homem deu um puxão na corda com força, mas nada do monge subir. Era estranho, pois parecia que a corda estava mais pesada agora do que no início. Depois de várias e inúteis tentativas para fazer com que o monge subisse, o homem esticou o pescoço pela borda, observou a semi-escuridão do interior do poço para ver o que se passava lá no fundo. Qual não foi sua surpresa ao ver o monge firmemente agarrado a uma grande pedra que havia na lateral. Por um momento ficou mudo de espanto, mas logo gritou: “hei, o que é que está a fazer? Vamos, largue a rocha para que eu possa içá-lo.”
Lá de dentro o monge pediu calma ao rapaz, explicando: “Você é grande e forte, mas mesmo com toda a sua força não me consegue puxar se eu ficar assim agarrado a esta pedra. É exactamente isso que está a acontecer consigo. Considera-se um criminoso, um ladrão, uma pessoa que não merece o amor e o afecto de ninguém. Encontra-se firmemente agarrado a essas ideias. Desse maneira, mesmo que eu ou qualquer outra pessoa faça grande esforço para reerguê-lo, não vai adiantar nada.” 
“Tudo depende de si. Só você pode resolver se vai continuar agarrado ou se vai soltar-se. Se quer realmente mudar, é necessário que se desprenda dessas ideias negativas que o mantêm no fundo do poço. Desprenda-se e liberte-se.

A escuridão não é mais do que a falta de luz, assim como o mal é a ausência do bem. Na nossa vida não podemos deixar que as ideias negativas turvem os nossos pensamentos, ocultando os nossos melhores sentimentos, temos de procurar a luz da verdade e o caminho certo. É preciso abandonar as pedras da ignorância e do medo que nos mantêm prisioneiros das nossas próprias imperfeições, nos poços do egoísmo e do orgulho.” Quem é que na vida nunca cometeu erros? Quem é que nunca se sentiu deprimido e imerecedor de ser feliz? Quem é que nunca teve pensamentos negativos? O primeiro que atire a primeira pedra!
O nosso carácter resulta das experiências por que passamos, reflexo das escolhas que fizémos. Muitas vezes escolhemos os caminhos que nos provocarão mais dor e sofrimento, mas essa dor e esse sofrimento serão diamantes na nossa aprendizagem de vida se deles tirarmos o ensinamento devido. Ficar agarrado ao remorso, à dor porque erramos não é a atitude proveitosa a tomar para a nossa evolução. 
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O POÇO E A PEDRA
Um monge peregrino caminhava por uma estrada quando, do meio do arvoredo, surgiu um homem jovem de grande estatura e com um olhar triste. Assustado, o monge perguntou se poderia fazer alguma coisa por ele.

O homem baixou os olhos e murmurou envergonhado: "Sou um criminoso, um ladrão. Perdi o afecto dos meus pais e dos meus amigos. Como quem se afunda na lama, tenho praticado crimes atrás de crimes. Tenho medo do futuro e não sinto sossego por nenhum instante. Vejo que o senhor é um monge, livre-me deste sofrimento, desta angústia!".  
O monge, que ouvira tudo em silêncio, fitou os olhos daquele homem e alguns instantes depois disse: "Estou com muita sede. Há alguma fonte por aqui?"  Com expressão de surpresa pela repentina pergunta, o jovem respondeu: "sim, há um poço logo ali, porém nele não há roldana, nem balde. Tenho aqui, no entanto, uma corda que posso amarrar na sua cintura e descê-lo para dentro do poço. O senhor poderá beber água até se saciar. Quando estiver satisfeito, avise-me que eu o puxarei para cima."
O monge sorrindo aceitou a ideia e assim fizeram.
O monge deixou ao fundo do poço e pouco depois, veio a voz do monge: "pode puxar!". O homem deu um puxão na corda com força, mas nada do monge subir. Era estranho, pois parecia que a corda estava mais pesada agora do que no início. Depois de várias e inúteis tentativas para fazer com que o monge subisse, o homem esticou o pescoço pela borda, observou a semi-escuridão do interior do poço para ver o que se passava lá no fundo. Qual não foi sua surpresa ao ver o monge firmemente agarrado a uma grande pedra que havia na lateral. Por um momento ficou mudo de espanto, mas logo gritou: “hei, o que é que está a fazer? Vamos, largue a rocha para que eu possa içá-lo.”
Lá de dentro o monge pediu calma ao rapaz, explicando: “Você é grande e forte, mas mesmo com toda a sua força não me consegue puxar se eu ficar assim agarrado a esta pedra. É exactamente isso que está a acontecer consigo. Considera-se um criminoso, um ladrão, uma pessoa que não merece o amor e o afecto de ninguém. Encontra-se firmemente agarrado a essas ideias. Desse maneira, mesmo que eu ou qualquer outra pessoa faça grande esforço para reerguê-lo, não vai adiantar nada.” 
“Tudo depende de si. Só você pode resolver se vai continuar agarrado ou se vai soltar-se. Se quer realmente mudar, é necessário que se desprenda dessas ideias negativas que o mantêm no fundo do poço. Desprenda-se e liberte-se.

A escuridão não é mais do que a falta de luz, assim como o mal é a ausência do bem. Na nossa vida não podemos deixar que as ideias negativas turvem os nossos pensamentos, ocultando os nossos melhores sentimentos, temos de procurar a luz da verdade e o caminho certo. É preciso abandonar as pedras da ignorância e do medo que nos mantêm prisioneiros das nossas próprias imperfeições, nos poços do egoísmo e do orgulho.” Quem é que na vida nunca cometeu erros? Quem é que nunca se sentiu deprimido e imerecedor de ser feliz? Quem é que nunca teve pensamentos negativos? O primeiro que atire a primeira pedra!
O nosso carácter resulta das experiências por que passamos, reflexo das escolhas que fizémos. Muitas vezes escolhemos os caminhos que nos provocarão mais dor e sofrimento, mas essa dor e esse sofrimento serão diamantes na nossa aprendizagem de vida se deles tirarmos o ensinamento devido. Ficar agarrado ao remorso, à dor porque erramos não é a atitude proveitosa a tomar para a nossa evolução. 
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Perfeito. Me sinto da mesma forma. Parece que desc...
acho que deve ser respeitada... http://www.goiasc...
vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
a discografia tem um ep com o titulo errado, onde ...
Armando Gama fomos contemporâneos no Salvador Corr...
A juventude nos leva a caminhos ruins , e procuram...
A primeira fotografia é da Praça Marquês de Pombal...
Eu gosto de ti Beto adorei cd foi muito bom ele é ...
GANHA MENSALMENTE COMO PRESIDENTE DA COMISSÃO EURO...
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