O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
Alexandre Manuel Vahía de Castro O'Neill nasceu em Lisboa a 19 de Dezembro de 1924 e morreu a 21 de Agosto de 1986. O’Neill foi um dos fundadores do Movimento Surrealista de Lisboa. É nesta corrente que publica a sua primeira obra, "A Ampola Miraculosa", não conseguindo viver apenas da sua arte, o autor alargou a sua acção à publicidade. É da sua autoria o lema publicitário «Há mar e mar, há ir e voltar». Foi várias vezes preso pela polícia política, a PIDE.
Em 1943, com dezassete anos, publicou os primeiros versos num jornal de Amarante, o "Flor do Tâmega". Por volta de 1948, fundou o Grupo Surrealista de Lisboa. Em 1950 conheceu Nora Mitrani e apaixonaram-se. Meses mais tarde, querendo juntar-se-lhe em Paris, O’Neill foi chamado à PIDE, interrogado e negado o passaporte. Coagido a ficar em Portugal, não voltaria a ver Nora Mitrani. Não foi, de resto, a única vez que Alexandre O’Neill foi confrontado com a polícia política. Em 1953, esteve preso vinte e um dias no Estabelecimento Prisional de Caxias, por ter ido esperar Maria Lamas, regressada do Congresso Mundial da Paz em Viena. A partir desta data, passou a ser vigiado pela PIDE. No entanto, sendo um oposicionista, não militou em nenhum partido político, nem durante o Estado Novo, nem a seguir ao 25 de Abril.
Em 1958, com a edição de "No Reino da Dinamarca", Alexandre O’Neill viu-se reconhecido como poeta. Na década de 1960, provavelmente a mais produtiva literariamente, foi publicando livros de poesia, antologias de outros poetas e traduções. Alexandre O’Neill, apesar de nunca ter sido um escritor profissional, viveu sempre da sua escrita ou de trabalhos relacionados com livros. 
Em 1946, tornou-se escriturário, na "Caixa de Previdência" dos Profissionais do Comércio. Permaneceu neste emprego até 1952. A partir de 1957, começou a escrever para os jornais, assinando colunas regulares no "Diário de Lisboa", n’ "A Capital" e "Jornal de Letras". Em 1959 iniciou-se como redactor de publicidade, actividade que se tornaria definitivamente o seu ganha-pão. Ficaram famosos no meio alguns slogans publicitários da sua autoria, e um houve que se converteu em provérbio: "Há mar e mar, há ir e voltar". Tinha entretanto abandonado definitivamente a casa dos pais, casando com Noémia Delgado, de quem teve um filho, Alexandre. Nesta época, instalou-se no Príncipe Real, bairro lisboeta onde haveria de decorrer grande parte da sua vida, e que levaria para a sua escrita. Neste bairro, encontraria Pamela Ineichen, com quem manteve uma relação amorosa durante a década de 1960. Mais tarde, em 1971, casará com Teresa Gouveia, mãe do seu segundo filho, Afonso, nascido em 1976.

Fez ainda parte da redacção da revista "Almanaque" (1959-61). 
A sua atracção por outros meios de comunicação, que não a palavra escrita, é testemunhada pela letra do fado "Gaivota" destinada à voz de Amália, com música de Alain Oulman, tal como a colaboração, nos anos 1970, em programas televisivos ou em guiões de filmes e em peças de teatro. Mas a doença começava a atormentá-lo. 
Em 1976, sofre um ataque cardíaco. No início dos anos 1980, já divorciado de Teresa Gouveia, repartia o seu tempo entre a casa da Rua da Escola Politécnica e a vila de Constância. Em 1984, sofreu um acidente vascular cerebral, antecipatório daquele que, em Abril de 1986, o levaria ao internamento prolongado no hospital. Morreu em Lisboa a 21 de Agosto desse ano. 
Alexandre O´Neil escreveu 
Cristina Branco canta 
" Há palavras que nos beijam" 
PORTUGAL de Alexandre O'Neill 
declama Susana Menezes
PUBLICADO digitalblueradio às 15:42 | LINK DO POST
Alexandre Manuel Vahía de Castro O'Neill nasceu em Lisboa a 19 de Dezembro de 1924 e morreu a 21 de Agosto de 1986. O’Neill foi um dos fundadores do Movimento Surrealista de Lisboa. É nesta corrente que publica a sua primeira obra, "A Ampola Miraculosa", não conseguindo viver apenas da sua arte, o autor alargou a sua acção à publicidade. É da sua autoria o lema publicitário «Há mar e mar, há ir e voltar». Foi várias vezes preso pela polícia política, a PIDE.
Em 1943, com dezassete anos, publicou os primeiros versos num jornal de Amarante, o "Flor do Tâmega". Por volta de 1948, fundou o Grupo Surrealista de Lisboa. Em 1950 conheceu Nora Mitrani e apaixonaram-se. Meses mais tarde, querendo juntar-se-lhe em Paris, O’Neill foi chamado à PIDE, interrogado e negado o passaporte. Coagido a ficar em Portugal, não voltaria a ver Nora Mitrani. Não foi, de resto, a única vez que Alexandre O’Neill foi confrontado com a polícia política. Em 1953, esteve preso vinte e um dias no Estabelecimento Prisional de Caxias, por ter ido esperar Maria Lamas, regressada do Congresso Mundial da Paz em Viena. A partir desta data, passou a ser vigiado pela PIDE. No entanto, sendo um oposicionista, não militou em nenhum partido político, nem durante o Estado Novo, nem a seguir ao 25 de Abril.
Em 1958, com a edição de "No Reino da Dinamarca", Alexandre O’Neill viu-se reconhecido como poeta. Na década de 1960, provavelmente a mais produtiva literariamente, foi publicando livros de poesia, antologias de outros poetas e traduções. Alexandre O’Neill, apesar de nunca ter sido um escritor profissional, viveu sempre da sua escrita ou de trabalhos relacionados com livros. 
Em 1946, tornou-se escriturário, na "Caixa de Previdência" dos Profissionais do Comércio. Permaneceu neste emprego até 1952. A partir de 1957, começou a escrever para os jornais, assinando colunas regulares no "Diário de Lisboa", n’ "A Capital" e "Jornal de Letras". Em 1959 iniciou-se como redactor de publicidade, actividade que se tornaria definitivamente o seu ganha-pão. Ficaram famosos no meio alguns slogans publicitários da sua autoria, e um houve que se converteu em provérbio: "Há mar e mar, há ir e voltar". Tinha entretanto abandonado definitivamente a casa dos pais, casando com Noémia Delgado, de quem teve um filho, Alexandre. Nesta época, instalou-se no Príncipe Real, bairro lisboeta onde haveria de decorrer grande parte da sua vida, e que levaria para a sua escrita. Neste bairro, encontraria Pamela Ineichen, com quem manteve uma relação amorosa durante a década de 1960. Mais tarde, em 1971, casará com Teresa Gouveia, mãe do seu segundo filho, Afonso, nascido em 1976.

Fez ainda parte da redacção da revista "Almanaque" (1959-61). 
A sua atracção por outros meios de comunicação, que não a palavra escrita, é testemunhada pela letra do fado "Gaivota" destinada à voz de Amália, com música de Alain Oulman, tal como a colaboração, nos anos 1970, em programas televisivos ou em guiões de filmes e em peças de teatro. Mas a doença começava a atormentá-lo. 
Em 1976, sofre um ataque cardíaco. No início dos anos 1980, já divorciado de Teresa Gouveia, repartia o seu tempo entre a casa da Rua da Escola Politécnica e a vila de Constância. Em 1984, sofreu um acidente vascular cerebral, antecipatório daquele que, em Abril de 1986, o levaria ao internamento prolongado no hospital. Morreu em Lisboa a 21 de Agosto desse ano. 
Alexandre O´Neil escreveu 
Cristina Branco canta 
" Há palavras que nos beijam" 
PORTUGAL de Alexandre O'Neill 
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Alexandre Manuel Vahía de Castro O'Neill nasceu em Lisboa a 19 de Dezembro de 1924 e morreu a 21 de Agosto de 1986. O’Neill foi um dos fundadores do Movimento Surrealista de Lisboa. É nesta corrente que publica a sua primeira obra, "A Ampola Miraculosa", não conseguindo viver apenas da sua arte, o autor alargou a sua acção à publicidade. É da sua autoria o lema publicitário «Há mar e mar, há ir e voltar». Foi várias vezes preso pela polícia política, a PIDE.
Em 1943, com dezassete anos, publicou os primeiros versos num jornal de Amarante, o "Flor do Tâmega". Por volta de 1948, fundou o Grupo Surrealista de Lisboa. Em 1950 conheceu Nora Mitrani e apaixonaram-se. Meses mais tarde, querendo juntar-se-lhe em Paris, O’Neill foi chamado à PIDE, interrogado e negado o passaporte. Coagido a ficar em Portugal, não voltaria a ver Nora Mitrani. Não foi, de resto, a única vez que Alexandre O’Neill foi confrontado com a polícia política. Em 1953, esteve preso vinte e um dias no Estabelecimento Prisional de Caxias, por ter ido esperar Maria Lamas, regressada do Congresso Mundial da Paz em Viena. A partir desta data, passou a ser vigiado pela PIDE. No entanto, sendo um oposicionista, não militou em nenhum partido político, nem durante o Estado Novo, nem a seguir ao 25 de Abril.
Em 1958, com a edição de "No Reino da Dinamarca", Alexandre O’Neill viu-se reconhecido como poeta. Na década de 1960, provavelmente a mais produtiva literariamente, foi publicando livros de poesia, antologias de outros poetas e traduções. Alexandre O’Neill, apesar de nunca ter sido um escritor profissional, viveu sempre da sua escrita ou de trabalhos relacionados com livros. 
Em 1946, tornou-se escriturário, na "Caixa de Previdência" dos Profissionais do Comércio. Permaneceu neste emprego até 1952. A partir de 1957, começou a escrever para os jornais, assinando colunas regulares no "Diário de Lisboa", n’ "A Capital" e "Jornal de Letras". Em 1959 iniciou-se como redactor de publicidade, actividade que se tornaria definitivamente o seu ganha-pão. Ficaram famosos no meio alguns slogans publicitários da sua autoria, e um houve que se converteu em provérbio: "Há mar e mar, há ir e voltar". Tinha entretanto abandonado definitivamente a casa dos pais, casando com Noémia Delgado, de quem teve um filho, Alexandre. Nesta época, instalou-se no Príncipe Real, bairro lisboeta onde haveria de decorrer grande parte da sua vida, e que levaria para a sua escrita. Neste bairro, encontraria Pamela Ineichen, com quem manteve uma relação amorosa durante a década de 1960. Mais tarde, em 1971, casará com Teresa Gouveia, mãe do seu segundo filho, Afonso, nascido em 1976.

Fez ainda parte da redacção da revista "Almanaque" (1959-61). 
A sua atracção por outros meios de comunicação, que não a palavra escrita, é testemunhada pela letra do fado "Gaivota" destinada à voz de Amália, com música de Alain Oulman, tal como a colaboração, nos anos 1970, em programas televisivos ou em guiões de filmes e em peças de teatro. Mas a doença começava a atormentá-lo. 
Em 1976, sofre um ataque cardíaco. No início dos anos 1980, já divorciado de Teresa Gouveia, repartia o seu tempo entre a casa da Rua da Escola Politécnica e a vila de Constância. Em 1984, sofreu um acidente vascular cerebral, antecipatório daquele que, em Abril de 1986, o levaria ao internamento prolongado no hospital. Morreu em Lisboa a 21 de Agosto desse ano. 
Alexandre O´Neil escreveu 
Cristina Branco canta 
" Há palavras que nos beijam" 
PORTUGAL de Alexandre O'Neill 
declama Susana Menezes
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Kenneth Donald Rogers nasceu a 21 de agosto de 1938, em Houston, no Texas, cantor de música country, fotógrafo, produtor e actor. Rogers, é uma das vozes lendárias da música, gravou mais de 65 álbuns a lista de sucessos é longa, "The Gambler", "Lady", "Lucille", "Islands in the Stream", e "We´ve got tonight" este tema com Sheena Easton, apenas para citar alguns. 
Kenny Rogers formou a sua primeira banda em 1956 - um grupo de rockabilly chamado The Scholars. Rogers dá nas vistas quando edita " Ruby, Don 't Take Your Love To Town. "
A sua carreira a solo disparou quando confirma outro sucesso "Lucille".
A partir daqui Rogers continuou a sua série de sucessos.  Com " The Gambler", uma canção tão vívida de história que também se tornou num filme , onde Rogers participa e o lança numa segunda carreira como actor na televisão e filmes.
 "THE GAMBLER MOVIE CLIPS"
                                         A MUSICA
Na década de 1980, edita temas como " Through The Years "," She believes in me"e" Lady " os seus temas depressa se tornaram clássicos. Como este " Coward od the County"
O dueto com Sheeena Easton " We´ve Got Tonight" 
                                                  LADY
                                        E muitos outros. 
PUBLICADO digitalblueradio às 14:24 | LINK DO POST
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Kenneth Donald Rogers nasceu a 21 de agosto de 1938, em Houston, no Texas, cantor de música country, fotógrafo, produtor e actor. Rogers, é uma das vozes lendárias da música, gravou mais de 65 álbuns a lista de sucessos é longa, "The Gambler", "Lady", "Lucille", "Islands in the Stream", e "We´ve got tonight" este tema com Sheena Easton, apenas para citar alguns. 
Kenny Rogers formou a sua primeira banda em 1956 - um grupo de rockabilly chamado The Scholars. Rogers dá nas vistas quando edita " Ruby, Don 't Take Your Love To Town. "
A sua carreira a solo disparou quando confirma outro sucesso "Lucille".
A partir daqui Rogers continuou a sua série de sucessos.  Com " The Gambler", uma canção tão vívida de história que também se tornou num filme , onde Rogers participa e o lança numa segunda carreira como actor na televisão e filmes.
 "THE GAMBLER MOVIE CLIPS"
                                         A MUSICA
Na década de 1980, edita temas como " Through The Years "," She believes in me"e" Lady " os seus temas depressa se tornaram clássicos. Como este " Coward od the County"
O dueto com Sheeena Easton " We´ve Got Tonight" 
                                                  LADY
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Kenneth Donald Rogers nasceu a 21 de agosto de 1938, em Houston, no Texas, cantor de música country, fotógrafo, produtor e actor. Rogers, é uma das vozes lendárias da música, gravou mais de 65 álbuns a lista de sucessos é longa, "The Gambler", "Lady", "Lucille", "Islands in the Stream", e "We´ve got tonight" este tema com Sheena Easton, apenas para citar alguns. 
Kenny Rogers formou a sua primeira banda em 1956 - um grupo de rockabilly chamado The Scholars. Rogers dá nas vistas quando edita " Ruby, Don 't Take Your Love To Town. "
A sua carreira a solo disparou quando confirma outro sucesso "Lucille".
A partir daqui Rogers continuou a sua série de sucessos.  Com " The Gambler", uma canção tão vívida de história que também se tornou num filme , onde Rogers participa e o lança numa segunda carreira como actor na televisão e filmes.
 "THE GAMBLER MOVIE CLIPS"
                                         A MUSICA
Na década de 1980, edita temas como " Through The Years "," She believes in me"e" Lady " os seus temas depressa se tornaram clássicos. Como este " Coward od the County"
O dueto com Sheeena Easton " We´ve Got Tonight" 
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Perfeito. Me sinto da mesma forma. Parece que desc...
acho que deve ser respeitada... http://www.goiasc...
vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
a discografia tem um ep com o titulo errado, onde ...
Armando Gama fomos contemporâneos no Salvador Corr...
A juventude nos leva a caminhos ruins , e procuram...
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Que feio!Foi no meu blog, pegou meu texto, modific...
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