O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
 O Santo Sudário é uma peça de linho que mostra a imagem de um homem que aparentemente sofreu traumatismos físicos de maneira consistente com a crucificação. O Sudário está guardado na Catedral de Turim, em Itália, desde o século XIV. Pertenceu desde 1357 à casa de Saboia que em 1983 o doou ao Vaticano. A peça é raramente exibida em público, a última exposição foi em 2010 quando atraiu mais de 50 mil fiéis. Vários cristãos acreditam que seja o tecido que cobriu o corpo de Jesus Cristo após sua morte. A origem da peça conhecida como Santo Sudário tem sido objecto de grande polémica. 
A imagem completa
O sudário é uma peça rectangular de linho com cerca de 4,5 metros de comprimento e 1,1 de largura. O tecido apresenta a imagem de um homem de 1,83m de altura que parece ter sido crucificado, com feridas consistentes como as que Jesus sofreu antes da sua crucificação no relato bíblico. 
Uma das primeiras representações do sudário de Edessa, do século IX
As primeiras referências a um possível sudário surgem na própria Bíblia. O Evangelho de Mateus (27:59) refere que José de Arimateia envolveu o corpo de Jesus Cristo com "um pano de linho limpo". Embora depois desta descrição evangélica o sudário só tenha feito a sua aparição definitiva no século XIV, para não mais ser perdido de vista, existem alguns relatos anteriores que contêm indicações consistentes sobre a existência de um tal tecido em tempos mais antigos. A primeira menção não-evangélica data de 544, quando um pedaço de tecido mostrando uma face que se acreditou ser a de Jesus foi encontrado escondido sob uma ponte em Edessa. Em 944 esta peça foi transferida para Constantinopla.
Em 1205 Constantinopla foi vitima de saque pelos cruzados, que daí levaram riquezas e relíquias sagradas e o sudário teria supostamente sido levado para Atenas. No entanto existe a possibilidade de os templários terem mantido o sudário durante um século na sua posse. Ainda há controvérsia se o sudário de Edessa (chamado Mandylion) seria o mesmo de Turim. O Sudário reapareceu em França por volta de 1349. Em 1389, o bispo Pierre d’Arcis denunciou a suposta relíquia como uma fraude fabricada por um pintor talentoso e revela que a verdade lhe fora confessada pelo próprio artista, que não é identificado. A carta descreve ainda o sudário com grande precisão.
Em 1415, devido às pilhagens da Guerra dos Cem Anos, Margarita de Charny, casada com o conde de La Roche, retirou o sudário da Colegiata de Lirey e colocou no castelo do seu marido. Em 1453 o sudário foi transferido para Luís, duque de Saboia, já em 1502, o sudário foi depositado na Capela Santa do castelo dos duques em Chambéry. No século XVI o sudário foi declarado como relíquia verdadeira pelo Papa Júlio II em 1506.

Em 1532, o sudário foi danificado por um incêndio que afectou a capela e pela água na tentativa de controlar o fogo. O sudário estava guardado numa urna de prata e o fogo provocou o derretimento parcial da prata. Os pingos de prata derretida deixaram perfurações simétricas no sudário, uma vez que o lençol estava dobrado quarenta e oito vezes. Também as bordas ficaram chamuscadas. Em 1578 a peça foi levada para a catedral de Turim. A casa de Saboia foi a proprietária do sudário até 1983, quando o ex-rei da Itália, Humberto II, ao morrer o legou à Santa Sé. Em 2002, o sudário foi submetido a obras de restauro.
As primeiras análises ao sudário foram realizadas em 1977 por uma equipa de cientistas da Universidade de Turim, em 1978 uma equipa americana teve acesso ao sudário durante 120 horas. A equipa composta por 40 cientistas, efectuou vários estudos e em 1988 o sudário foi datado por radiocarbono por três diferentes laboratórios em Zurich, Oxford e na Universidade do Arizona. Todos os resultados estavam em concordância de que o tecido é da época entre 1260 e 1390.
A datação radiométrica por carbono-14 é uma metodologia bastante precisa, apresentando margem de erro de 0,4% para materiais com até 10000 anos de idade. O ensaio do carbono reativo feito em 1988 por três equipes de cientistas independentes indicou como resultados que o manto foi feito entre 1260 e 1390, portanto durante a Idade Média, aproximadamente treze séculos depois de Cristo. Ainda assim, a controvérsia continua. E uma pergunta ressalta de toda esta controvérsia, ora se a imagem do sudário é de facto a impressão post-mortem de Jesus Cristo, então o corpo teria que ter estado muitos anos embrulhado na mortalha, segundo os relatos biblicos não foi isso que aconteceu pois Jesus ressuscitou poucos dias após a sua morte. Será esta uma pergunta legitima de se fazer?


Pelo que se sabe das prácticas funerárias do século I, os judeus limpavam e perfumavam os mortos antes de os sepultarem. Sendo Jesus Cristo uma figura amada pelos seus, seria pouco provável que o tenham amortalhado sem os devidos procedimentos de limpeza que eliminariam a presença de sangue no corpo, neste ponto é importante lembrar que os cadáveres não sangram, visto que já não há batimento cardíaco, pelo que as manchas de sangue não podem ser posteriores à limpeza.  
Em campos opostos encontram-se os crentes que explicam o tecido como a mortalha de Jesus Cristo e os céticos que o consideram uma falsificação. Cientistas, pessoas crentes, historiadores e escritores divergem com respeito ao local, à data e à maneira como esta imagem foi criada. Alguns acreditam que a imagem gravada nas fibras do Sudário se produziu no momento do sepultamento do corpo de Jesus Cristo ou pouco antes do que se acredita como a sua ressurreição. Céticos, entretanto alegam que o sudário consiste numa falsificação medieval.
Em 2009, arqueólogos da Universidade Hebraica afirmaram ter encontrado fragmentos de um sudário numa tumba da primeira metade do século I, localizada no vale inferior do Hinnon, ao lado do túmulo de Anás, sogro de Caifás no cemitério de Haceldama, o "Campo de Sangue" que teria sido comprado com as 30 moedas recebidas por Judas. Muitos pesquisadores apoiam a tese de que o Sudário de Turim, a mais importante relíquia do catolicismo, foi na verdade uma pintura de Leonardo da Vinci, mais uma brincadeira? Veja o documentário.
PUBLICADO digitalblueradio às 23:00 | LINK DO POST
 O Santo Sudário é uma peça de linho que mostra a imagem de um homem que aparentemente sofreu traumatismos físicos de maneira consistente com a crucificação. O Sudário está guardado na Catedral de Turim, em Itália, desde o século XIV. Pertenceu desde 1357 à casa de Saboia que em 1983 o doou ao Vaticano. A peça é raramente exibida em público, a última exposição foi em 2010 quando atraiu mais de 50 mil fiéis. Vários cristãos acreditam que seja o tecido que cobriu o corpo de Jesus Cristo após sua morte. A origem da peça conhecida como Santo Sudário tem sido objecto de grande polémica. 
A imagem completa
O sudário é uma peça rectangular de linho com cerca de 4,5 metros de comprimento e 1,1 de largura. O tecido apresenta a imagem de um homem de 1,83m de altura que parece ter sido crucificado, com feridas consistentes como as que Jesus sofreu antes da sua crucificação no relato bíblico. 
Uma das primeiras representações do sudário de Edessa, do século IX
As primeiras referências a um possível sudário surgem na própria Bíblia. O Evangelho de Mateus (27:59) refere que José de Arimateia envolveu o corpo de Jesus Cristo com "um pano de linho limpo". Embora depois desta descrição evangélica o sudário só tenha feito a sua aparição definitiva no século XIV, para não mais ser perdido de vista, existem alguns relatos anteriores que contêm indicações consistentes sobre a existência de um tal tecido em tempos mais antigos. A primeira menção não-evangélica data de 544, quando um pedaço de tecido mostrando uma face que se acreditou ser a de Jesus foi encontrado escondido sob uma ponte em Edessa. Em 944 esta peça foi transferida para Constantinopla.
Em 1205 Constantinopla foi vitima de saque pelos cruzados, que daí levaram riquezas e relíquias sagradas e o sudário teria supostamente sido levado para Atenas. No entanto existe a possibilidade de os templários terem mantido o sudário durante um século na sua posse. Ainda há controvérsia se o sudário de Edessa (chamado Mandylion) seria o mesmo de Turim. O Sudário reapareceu em França por volta de 1349. Em 1389, o bispo Pierre d’Arcis denunciou a suposta relíquia como uma fraude fabricada por um pintor talentoso e revela que a verdade lhe fora confessada pelo próprio artista, que não é identificado. A carta descreve ainda o sudário com grande precisão.
Em 1415, devido às pilhagens da Guerra dos Cem Anos, Margarita de Charny, casada com o conde de La Roche, retirou o sudário da Colegiata de Lirey e colocou no castelo do seu marido. Em 1453 o sudário foi transferido para Luís, duque de Saboia, já em 1502, o sudário foi depositado na Capela Santa do castelo dos duques em Chambéry. No século XVI o sudário foi declarado como relíquia verdadeira pelo Papa Júlio II em 1506.

Em 1532, o sudário foi danificado por um incêndio que afectou a capela e pela água na tentativa de controlar o fogo. O sudário estava guardado numa urna de prata e o fogo provocou o derretimento parcial da prata. Os pingos de prata derretida deixaram perfurações simétricas no sudário, uma vez que o lençol estava dobrado quarenta e oito vezes. Também as bordas ficaram chamuscadas. Em 1578 a peça foi levada para a catedral de Turim. A casa de Saboia foi a proprietária do sudário até 1983, quando o ex-rei da Itália, Humberto II, ao morrer o legou à Santa Sé. Em 2002, o sudário foi submetido a obras de restauro.
As primeiras análises ao sudário foram realizadas em 1977 por uma equipa de cientistas da Universidade de Turim, em 1978 uma equipa americana teve acesso ao sudário durante 120 horas. A equipa composta por 40 cientistas, efectuou vários estudos e em 1988 o sudário foi datado por radiocarbono por três diferentes laboratórios em Zurich, Oxford e na Universidade do Arizona. Todos os resultados estavam em concordância de que o tecido é da época entre 1260 e 1390.
A datação radiométrica por carbono-14 é uma metodologia bastante precisa, apresentando margem de erro de 0,4% para materiais com até 10000 anos de idade. O ensaio do carbono reativo feito em 1988 por três equipes de cientistas independentes indicou como resultados que o manto foi feito entre 1260 e 1390, portanto durante a Idade Média, aproximadamente treze séculos depois de Cristo. Ainda assim, a controvérsia continua. E uma pergunta ressalta de toda esta controvérsia, ora se a imagem do sudário é de facto a impressão post-mortem de Jesus Cristo, então o corpo teria que ter estado muitos anos embrulhado na mortalha, segundo os relatos biblicos não foi isso que aconteceu pois Jesus ressuscitou poucos dias após a sua morte. Será esta uma pergunta legitima de se fazer?


Pelo que se sabe das prácticas funerárias do século I, os judeus limpavam e perfumavam os mortos antes de os sepultarem. Sendo Jesus Cristo uma figura amada pelos seus, seria pouco provável que o tenham amortalhado sem os devidos procedimentos de limpeza que eliminariam a presença de sangue no corpo, neste ponto é importante lembrar que os cadáveres não sangram, visto que já não há batimento cardíaco, pelo que as manchas de sangue não podem ser posteriores à limpeza.  
Em campos opostos encontram-se os crentes que explicam o tecido como a mortalha de Jesus Cristo e os céticos que o consideram uma falsificação. Cientistas, pessoas crentes, historiadores e escritores divergem com respeito ao local, à data e à maneira como esta imagem foi criada. Alguns acreditam que a imagem gravada nas fibras do Sudário se produziu no momento do sepultamento do corpo de Jesus Cristo ou pouco antes do que se acredita como a sua ressurreição. Céticos, entretanto alegam que o sudário consiste numa falsificação medieval.
Em 2009, arqueólogos da Universidade Hebraica afirmaram ter encontrado fragmentos de um sudário numa tumba da primeira metade do século I, localizada no vale inferior do Hinnon, ao lado do túmulo de Anás, sogro de Caifás no cemitério de Haceldama, o "Campo de Sangue" que teria sido comprado com as 30 moedas recebidas por Judas. Muitos pesquisadores apoiam a tese de que o Sudário de Turim, a mais importante relíquia do catolicismo, foi na verdade uma pintura de Leonardo da Vinci, mais uma brincadeira? Veja o documentário.
PUBLICADO digitalblueradio às 23:00 | LINK DO POST
 O Santo Sudário é uma peça de linho que mostra a imagem de um homem que aparentemente sofreu traumatismos físicos de maneira consistente com a crucificação. O Sudário está guardado na Catedral de Turim, em Itália, desde o século XIV. Pertenceu desde 1357 à casa de Saboia que em 1983 o doou ao Vaticano. A peça é raramente exibida em público, a última exposição foi em 2010 quando atraiu mais de 50 mil fiéis. Vários cristãos acreditam que seja o tecido que cobriu o corpo de Jesus Cristo após sua morte. A origem da peça conhecida como Santo Sudário tem sido objecto de grande polémica. 
A imagem completa
O sudário é uma peça rectangular de linho com cerca de 4,5 metros de comprimento e 1,1 de largura. O tecido apresenta a imagem de um homem de 1,83m de altura que parece ter sido crucificado, com feridas consistentes como as que Jesus sofreu antes da sua crucificação no relato bíblico. 
Uma das primeiras representações do sudário de Edessa, do século IX
As primeiras referências a um possível sudário surgem na própria Bíblia. O Evangelho de Mateus (27:59) refere que José de Arimateia envolveu o corpo de Jesus Cristo com "um pano de linho limpo". Embora depois desta descrição evangélica o sudário só tenha feito a sua aparição definitiva no século XIV, para não mais ser perdido de vista, existem alguns relatos anteriores que contêm indicações consistentes sobre a existência de um tal tecido em tempos mais antigos. A primeira menção não-evangélica data de 544, quando um pedaço de tecido mostrando uma face que se acreditou ser a de Jesus foi encontrado escondido sob uma ponte em Edessa. Em 944 esta peça foi transferida para Constantinopla.
Em 1205 Constantinopla foi vitima de saque pelos cruzados, que daí levaram riquezas e relíquias sagradas e o sudário teria supostamente sido levado para Atenas. No entanto existe a possibilidade de os templários terem mantido o sudário durante um século na sua posse. Ainda há controvérsia se o sudário de Edessa (chamado Mandylion) seria o mesmo de Turim. O Sudário reapareceu em França por volta de 1349. Em 1389, o bispo Pierre d’Arcis denunciou a suposta relíquia como uma fraude fabricada por um pintor talentoso e revela que a verdade lhe fora confessada pelo próprio artista, que não é identificado. A carta descreve ainda o sudário com grande precisão.
Em 1415, devido às pilhagens da Guerra dos Cem Anos, Margarita de Charny, casada com o conde de La Roche, retirou o sudário da Colegiata de Lirey e colocou no castelo do seu marido. Em 1453 o sudário foi transferido para Luís, duque de Saboia, já em 1502, o sudário foi depositado na Capela Santa do castelo dos duques em Chambéry. No século XVI o sudário foi declarado como relíquia verdadeira pelo Papa Júlio II em 1506.

Em 1532, o sudário foi danificado por um incêndio que afectou a capela e pela água na tentativa de controlar o fogo. O sudário estava guardado numa urna de prata e o fogo provocou o derretimento parcial da prata. Os pingos de prata derretida deixaram perfurações simétricas no sudário, uma vez que o lençol estava dobrado quarenta e oito vezes. Também as bordas ficaram chamuscadas. Em 1578 a peça foi levada para a catedral de Turim. A casa de Saboia foi a proprietária do sudário até 1983, quando o ex-rei da Itália, Humberto II, ao morrer o legou à Santa Sé. Em 2002, o sudário foi submetido a obras de restauro.
As primeiras análises ao sudário foram realizadas em 1977 por uma equipa de cientistas da Universidade de Turim, em 1978 uma equipa americana teve acesso ao sudário durante 120 horas. A equipa composta por 40 cientistas, efectuou vários estudos e em 1988 o sudário foi datado por radiocarbono por três diferentes laboratórios em Zurich, Oxford e na Universidade do Arizona. Todos os resultados estavam em concordância de que o tecido é da época entre 1260 e 1390.
A datação radiométrica por carbono-14 é uma metodologia bastante precisa, apresentando margem de erro de 0,4% para materiais com até 10000 anos de idade. O ensaio do carbono reativo feito em 1988 por três equipes de cientistas independentes indicou como resultados que o manto foi feito entre 1260 e 1390, portanto durante a Idade Média, aproximadamente treze séculos depois de Cristo. Ainda assim, a controvérsia continua. E uma pergunta ressalta de toda esta controvérsia, ora se a imagem do sudário é de facto a impressão post-mortem de Jesus Cristo, então o corpo teria que ter estado muitos anos embrulhado na mortalha, segundo os relatos biblicos não foi isso que aconteceu pois Jesus ressuscitou poucos dias após a sua morte. Será esta uma pergunta legitima de se fazer?


Pelo que se sabe das prácticas funerárias do século I, os judeus limpavam e perfumavam os mortos antes de os sepultarem. Sendo Jesus Cristo uma figura amada pelos seus, seria pouco provável que o tenham amortalhado sem os devidos procedimentos de limpeza que eliminariam a presença de sangue no corpo, neste ponto é importante lembrar que os cadáveres não sangram, visto que já não há batimento cardíaco, pelo que as manchas de sangue não podem ser posteriores à limpeza.  
Em campos opostos encontram-se os crentes que explicam o tecido como a mortalha de Jesus Cristo e os céticos que o consideram uma falsificação. Cientistas, pessoas crentes, historiadores e escritores divergem com respeito ao local, à data e à maneira como esta imagem foi criada. Alguns acreditam que a imagem gravada nas fibras do Sudário se produziu no momento do sepultamento do corpo de Jesus Cristo ou pouco antes do que se acredita como a sua ressurreição. Céticos, entretanto alegam que o sudário consiste numa falsificação medieval.
Em 2009, arqueólogos da Universidade Hebraica afirmaram ter encontrado fragmentos de um sudário numa tumba da primeira metade do século I, localizada no vale inferior do Hinnon, ao lado do túmulo de Anás, sogro de Caifás no cemitério de Haceldama, o "Campo de Sangue" que teria sido comprado com as 30 moedas recebidas por Judas. Muitos pesquisadores apoiam a tese de que o Sudário de Turim, a mais importante relíquia do catolicismo, foi na verdade uma pintura de Leonardo da Vinci, mais uma brincadeira? Veja o documentário.
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Antero Tarquínio de Quental nasceu em Ponta Delgada a 18 de abril de 1842 e morreu no dia 11 de setembro de 1891, foi escritor e poeta e teve um papel importante no movimento da Geração de 70. Nascido na Ilha de São Miguel, Açores, durante a sua vida, Antero de Quental dedicou-se à poesia, à filosofia e à política. Iniciou os estudos na cidade natal, mudando-se para Coimbra com 16 anos, ali estudando Direito e manifestando as primeiras ideias socialistas. Fundou em Coimbra a "Sociedade do Raio", que pretendia renovar o país pela literatura.
Em 1861, publicou os seus primeiros sonetos. Em 1866 foi viver para Lisboa, onde experimentou a vida de operário, trabalhando como tipógrafo. Em 1868 formou o "Cenáculo", de que fizeram parte, entre outros, Eça de Queirós, Guerra Junqueiro e Ramalho Ortigão. Foi um dos fundadores do Partido Socialista Português. Em 1869, fundou o jornal "A República" e em 1872  passou a editar a revista "O Pensamento Social".
Em 1873 herdou uma quantia considerável de dinheiro, o que lhe permitiu viver dos rendimentos dessa fortuna. Em 1874, com tuberculose, descansou por um ano. Em 1879 mudou-se para o Porto onde em 1880 adopta as duas filhas do seu amigo Germano Meireles, que falecera em 1877. Em 1881 foi, por razões de saúde, e a conselho do seu médico, viver para Vila do Conde, onde fixou residência até 1891, com pequenos intervalos nos Açores e em Lisboa. O período em Vila do Conde foi considerado pelo poeta o melhor período da sua vida.
Em 1891 instalou-se em Lisboa em casa da sua irmã Ana de Quental. Portador de Distúrbio Bipolar, nesse momento o seu estado de depressão era permanente. Regressa pouco depois a Ponta Delgada, suicidando-se no dia 11 de setembro de 1891, com dois tiros na boca, disparados num banco de jardim de um convento, no Campo de São Francisco Xavier.
PUBLICADO digitalblueradio às 15:50 | LINK DO POST
Antero Tarquínio de Quental nasceu em Ponta Delgada a 18 de abril de 1842 e morreu no dia 11 de setembro de 1891, foi escritor e poeta e teve um papel importante no movimento da Geração de 70. Nascido na Ilha de São Miguel, Açores, durante a sua vida, Antero de Quental dedicou-se à poesia, à filosofia e à política. Iniciou os estudos na cidade natal, mudando-se para Coimbra com 16 anos, ali estudando Direito e manifestando as primeiras ideias socialistas. Fundou em Coimbra a "Sociedade do Raio", que pretendia renovar o país pela literatura.
Em 1861, publicou os seus primeiros sonetos. Em 1866 foi viver para Lisboa, onde experimentou a vida de operário, trabalhando como tipógrafo. Em 1868 formou o "Cenáculo", de que fizeram parte, entre outros, Eça de Queirós, Guerra Junqueiro e Ramalho Ortigão. Foi um dos fundadores do Partido Socialista Português. Em 1869, fundou o jornal "A República" e em 1872  passou a editar a revista "O Pensamento Social".
Em 1873 herdou uma quantia considerável de dinheiro, o que lhe permitiu viver dos rendimentos dessa fortuna. Em 1874, com tuberculose, descansou por um ano. Em 1879 mudou-se para o Porto onde em 1880 adopta as duas filhas do seu amigo Germano Meireles, que falecera em 1877. Em 1881 foi, por razões de saúde, e a conselho do seu médico, viver para Vila do Conde, onde fixou residência até 1891, com pequenos intervalos nos Açores e em Lisboa. O período em Vila do Conde foi considerado pelo poeta o melhor período da sua vida.
Em 1891 instalou-se em Lisboa em casa da sua irmã Ana de Quental. Portador de Distúrbio Bipolar, nesse momento o seu estado de depressão era permanente. Regressa pouco depois a Ponta Delgada, suicidando-se no dia 11 de setembro de 1891, com dois tiros na boca, disparados num banco de jardim de um convento, no Campo de São Francisco Xavier.
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Antero Tarquínio de Quental nasceu em Ponta Delgada a 18 de abril de 1842 e morreu no dia 11 de setembro de 1891, foi escritor e poeta e teve um papel importante no movimento da Geração de 70. Nascido na Ilha de São Miguel, Açores, durante a sua vida, Antero de Quental dedicou-se à poesia, à filosofia e à política. Iniciou os estudos na cidade natal, mudando-se para Coimbra com 16 anos, ali estudando Direito e manifestando as primeiras ideias socialistas. Fundou em Coimbra a "Sociedade do Raio", que pretendia renovar o país pela literatura.
Em 1861, publicou os seus primeiros sonetos. Em 1866 foi viver para Lisboa, onde experimentou a vida de operário, trabalhando como tipógrafo. Em 1868 formou o "Cenáculo", de que fizeram parte, entre outros, Eça de Queirós, Guerra Junqueiro e Ramalho Ortigão. Foi um dos fundadores do Partido Socialista Português. Em 1869, fundou o jornal "A República" e em 1872  passou a editar a revista "O Pensamento Social".
Em 1873 herdou uma quantia considerável de dinheiro, o que lhe permitiu viver dos rendimentos dessa fortuna. Em 1874, com tuberculose, descansou por um ano. Em 1879 mudou-se para o Porto onde em 1880 adopta as duas filhas do seu amigo Germano Meireles, que falecera em 1877. Em 1881 foi, por razões de saúde, e a conselho do seu médico, viver para Vila do Conde, onde fixou residência até 1891, com pequenos intervalos nos Açores e em Lisboa. O período em Vila do Conde foi considerado pelo poeta o melhor período da sua vida.
Em 1891 instalou-se em Lisboa em casa da sua irmã Ana de Quental. Portador de Distúrbio Bipolar, nesse momento o seu estado de depressão era permanente. Regressa pouco depois a Ponta Delgada, suicidando-se no dia 11 de setembro de 1891, com dois tiros na boca, disparados num banco de jardim de um convento, no Campo de São Francisco Xavier.
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Perfeito. Me sinto da mesma forma. Parece que desc...
acho que deve ser respeitada... http://www.goiasc...
vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
a discografia tem um ep com o titulo errado, onde ...
Armando Gama fomos contemporâneos no Salvador Corr...
A juventude nos leva a caminhos ruins , e procuram...
A primeira fotografia é da Praça Marquês de Pombal...
Eu gosto de ti Beto adorei cd foi muito bom ele é ...
GANHA MENSALMENTE COMO PRESIDENTE DA COMISSÃO EURO...
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