O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
Esta planta é conhecida por: Canábis, Marijuana, Maconha, Suruma, Liamba, etc. A forma resinosa, é conhecida como haxixe.
O consumo humano da canábis teve início no terceiro milênio a.C.. Nos tempos modernos, a droga tem sido utilizada para fins recreativos, religiosos ou espirituais, ou para efeitos medicinais. A sua posse, uso ou venda é ilegal na maioria dos países do mundo. Os três principais tipos de produtos derivados da canábis são a erva (maconha, marijuana), a resina (haxixe), o óleo (óleo de haxixe), o kiev ou pólen, e as sementes da planta que também são bastante procuradas.
Os termos maconha, liamba ou marijuana referem-se às folhas secas das plantas Cannabis e às flores das plantas femininas.

O haxixe é uma resina concentrada, produzida a partir das plantas fêmeas da canábis. O haxixe pode ser fumado ou mastigado. Ele varia na cor, de preto ao dourado escuro.

O kief mais conhecido como "pólen", este pode ser compactado para produzir uma forma de haxixe, ou consumido em forma de pó. O óleo de haxixe, é  extraído das plantas Cannabis.

O valor medicinal da canábis tem sido muito debatido, ela tem vários efeitos benéficos. A Canábis é indicada para tratar e prevenir náuseas e vômitos, para tratamento de glaucoma, esclerose, e existe ainda a possibilidade de ser eficaz no tratamento do cancro, sendo esta planta um analgésico geral, nos Estados Unidos já foi autorizada para fins terapeuticos.   


As primeiras evidências do uso de canábis são datadas do terceiro milênio a.C.,e foram encontradas num sítio, onde hoje é a Romênia. Os mais famosos usuários de maconha daquele tempo eram os hindus da Índia e do Nepal, os quais deram o nome de ganjika á erva, foi também utilizada pelo povo assírio, que descobriu as suas propriedades psicoativas através dos arianos. Era utilizada em algumas cerimônias religiosas, onde era chamada qunubu. Os membros do culto de Dionísio, também a usavam durante as missas. Em 2003, uma cesta cheia de couro com folhas e sementes de Canábis foi encontrada no noroeste da Região Autónoma de Xinjiang Uygur, China. Datava de próximo a um 2500 a 2800 anos.

No Brasil existem várias campanhas pela legalização da cânabis ou maconha como é vulgarmente chamada, no entanto ainda é ilegal. Em Portugal é permitida para consumo pessoal e é limitada a 2,5 gramas por dia, e meio grama de haxixe por dia, não se podendo transportar mais de 10 doses diárias,caso contrário, é configurado como tráfico de drogas.
A canábis chegou a ser usada nos Estados Unidos como Soro da verdade durante a Segunda Guerra Mundial, no início dos anos 1940. 
Charro, ganza, paiva, canhão ou broca, é o nome popular dado ao cigarro feito com a canábis, no Brasil é conhecido como beck ou "breu", bomba, vela, tora, ou charola. Existem também misturas com outros tipos de drogas, que ganharam nomes populares como base e mesclado quando misturado com cocaína), e cabral, "pitico" ou "zirrê" quando misturado com crack.
Comecemos por descobrir e conhecer melhor a sua história.
A planta cresce em estado selvagem no mundo inteiroe, de acordo com o lugar, é conhecida por um nome diferente. Os jamaicanos chamam-lhe de "ganja", enquanto os americanos e mexicanos a conhecem como "marijuana". Pessoas diferentes estão sujeitas a reacções diferentes no entanto a droga pode ser alucinógenea, relaxante, tranquilizante, estimulante ou intoxicante.
Os efeitos podem variar de individuo para individuo, pode ser de calma ou euforia, de aumento de sociabilidade ou relaxante. A muitos tudo parece motivo para risos, o esquecimento é frequente, muitas sentem fome, principalmente doces e frutas, embora qualquer alimento se torne agradável ao paladar e a musica serve como relaxamento e muitas vezes indispensável. Para alguns, também produz relaxamento e desinibição que induzem à prática de sexo, outros experimentam efeitos contrários, como aumento da ansiedade, da depressão e da paranóia.
Registos feitos na China, em 2737 a.C., contam que a Canábis  era usada na época em preparados medicinais. A planta é citada até no Velho Testamento, onde Salomão canta e louva as propriedades da erva, por ele denominada kalamo. 
Documentos deixados por Marco Polo revelam que a planta era cultivada na Ásia e no Oriente Próximo. Foram os conquistadores espanhóis que trouxeram a Canábis para as Américas, plantando-a no Chile no final do século 16, embora outras fontes assegurem que a planta já se havia disseminado pelo continente americano muito tempo antes da descoberta do Novo Mundo. Os colonizadores britânicos que se estabeleceram na América do Norte receberam estímulos do rei Jaime I para cultivar a erva como forma de conseguir matéria-prima para a produção de cordas e velas para os navios da Armada Real. Ainda nos Estados Unidos, o Departamento de Agricultura incentivou a plantação durante a Segunda Guerra Mundial também com a finalidade de produzir fibras para a indústria têxtil.
 Intelectuais e escritores europeus do século 19 foram os primeiros a difundir no Ocidente o uso recreativo da Canábis. Na década de 20, durante a Lei Seca, algumas cidades americanas assistiram a um breve surto do consumo de marijuana em função da falta de álcool. Em Nova York, por essa época, chegaram a existir mais de quinhentas "casas de haxixe", que funcionavam como verdadeiros bares, onde em vez de álcool os frequentadores consumiam a erva. Dez anos mais tarde, a droga era proibida pela lei americana, enquanto as bebidas alcoólicas voltavam a ser legalizadas.
 No Brasil, a Canábis foi usada originariamente por escravos que já conheciam as suas propriedades antes de serem trazidos de África. Nos anos 60 o mundo assistiu a um surto do consumo da erva, que se tornou uma das drogas da moda, primeiro nos Estados Unidos e na Europa, em seguida no resto do Mundo. Na década seguinte, perdeu a característica de droga de hippies para ser habitualmente utilizada por jovens. 
Existem evidências de que a droga foi usada com fins terapêuticos há muito tempo: na China, como anestésico há quase quatro mil anos, e os antigos egípcios recomendavam-na como remédio para os olhos. O uso medicinal também é uma tradição entre povos africanos e asiáticos, que a recomendavam para aliviar tosses, dores de cabeça e cólicas menstruais. A história registra que o médico particular da rainha Vitória da Inglaterra concluiu, no século 19, que a erva estudada por ele durante trinta anos, tinha aplicações no tratamento de enxaqueca, insónia, depressões, estados epilépticos, cólicas e ataques de asma. Neste mesmo século, a medicina recomendava a droga para males que iam da gota à insanidade ou à impotência. Em 1860, a sociedade médica de Ohio, Estados Unidos, divulgou pesquisas indicando que a erva era adequada no tratamento de tétano, dores reumáticas, asma, psicoses pós-parto, convulsões, gonorreia e bronquite crónica. O mesmo documento afirmava que a droga produz um sono mais natural.
Hoje em dia alguns pesquisadores têm confirmado que o uso da erva para fins medicinais pode ter uso potencial em casos de perda de apetite, anorexia nervosa, ataque cardíaco, enxaqueca, hipertensão, crises hepáticas e insónia. Para certos médicos, a droga parece ser relativamente segura, mas a continuação da sua proibição tem levado á existência de tráfico, e de mortes ocasionadas pelo mesmo.
Todavia, a proibição do uso da erva não é uma prática generalizada. Em alguns países islâmicos, por exemplo, a erva tem o seu consumo permitido, já que o Corão não a proíbe, ao contrário do álcool, considerado fora da lei.
 Alguns Estados norte-americanos, possuem leis que, de uma forma ou de outra, descriminalizam o porte e o consumo da erva, livrando o usuário de uma possível prisão.
No especial "A História da Maconha" podemos acompanhar a trajetória desta droga psicotrópica na América. Enquanto uns acham que é uma droga medicinal, outros consideram-na uma "droga ponte", que abre caminho para o uso de outras drogas mais fortes. Neste programa será mostrado o paradoxo que existe com relação a esta substância.
PUBLICADO digitalblueradio às 22:53 | LINK DO POST
Esta planta é conhecida por: Canábis, Marijuana, Maconha, Suruma, Liamba, etc. A forma resinosa, é conhecida como haxixe.
O consumo humano da canábis teve início no terceiro milênio a.C.. Nos tempos modernos, a droga tem sido utilizada para fins recreativos, religiosos ou espirituais, ou para efeitos medicinais. A sua posse, uso ou venda é ilegal na maioria dos países do mundo. Os três principais tipos de produtos derivados da canábis são a erva (maconha, marijuana), a resina (haxixe), o óleo (óleo de haxixe), o kiev ou pólen, e as sementes da planta que também são bastante procuradas.
Os termos maconha, liamba ou marijuana referem-se às folhas secas das plantas Cannabis e às flores das plantas femininas.

O haxixe é uma resina concentrada, produzida a partir das plantas fêmeas da canábis. O haxixe pode ser fumado ou mastigado. Ele varia na cor, de preto ao dourado escuro.

O kief mais conhecido como "pólen", este pode ser compactado para produzir uma forma de haxixe, ou consumido em forma de pó. O óleo de haxixe, é  extraído das plantas Cannabis.

O valor medicinal da canábis tem sido muito debatido, ela tem vários efeitos benéficos. A Canábis é indicada para tratar e prevenir náuseas e vômitos, para tratamento de glaucoma, esclerose, e existe ainda a possibilidade de ser eficaz no tratamento do cancro, sendo esta planta um analgésico geral, nos Estados Unidos já foi autorizada para fins terapeuticos.   


As primeiras evidências do uso de canábis são datadas do terceiro milênio a.C.,e foram encontradas num sítio, onde hoje é a Romênia. Os mais famosos usuários de maconha daquele tempo eram os hindus da Índia e do Nepal, os quais deram o nome de ganjika á erva, foi também utilizada pelo povo assírio, que descobriu as suas propriedades psicoativas através dos arianos. Era utilizada em algumas cerimônias religiosas, onde era chamada qunubu. Os membros do culto de Dionísio, também a usavam durante as missas. Em 2003, uma cesta cheia de couro com folhas e sementes de Canábis foi encontrada no noroeste da Região Autónoma de Xinjiang Uygur, China. Datava de próximo a um 2500 a 2800 anos.

No Brasil existem várias campanhas pela legalização da cânabis ou maconha como é vulgarmente chamada, no entanto ainda é ilegal. Em Portugal é permitida para consumo pessoal e é limitada a 2,5 gramas por dia, e meio grama de haxixe por dia, não se podendo transportar mais de 10 doses diárias,caso contrário, é configurado como tráfico de drogas.
A canábis chegou a ser usada nos Estados Unidos como Soro da verdade durante a Segunda Guerra Mundial, no início dos anos 1940. 
Charro, ganza, paiva, canhão ou broca, é o nome popular dado ao cigarro feito com a canábis, no Brasil é conhecido como beck ou "breu", bomba, vela, tora, ou charola. Existem também misturas com outros tipos de drogas, que ganharam nomes populares como base e mesclado quando misturado com cocaína), e cabral, "pitico" ou "zirrê" quando misturado com crack.
Comecemos por descobrir e conhecer melhor a sua história.
A planta cresce em estado selvagem no mundo inteiroe, de acordo com o lugar, é conhecida por um nome diferente. Os jamaicanos chamam-lhe de "ganja", enquanto os americanos e mexicanos a conhecem como "marijuana". Pessoas diferentes estão sujeitas a reacções diferentes no entanto a droga pode ser alucinógenea, relaxante, tranquilizante, estimulante ou intoxicante.
Os efeitos podem variar de individuo para individuo, pode ser de calma ou euforia, de aumento de sociabilidade ou relaxante. A muitos tudo parece motivo para risos, o esquecimento é frequente, muitas sentem fome, principalmente doces e frutas, embora qualquer alimento se torne agradável ao paladar e a musica serve como relaxamento e muitas vezes indispensável. Para alguns, também produz relaxamento e desinibição que induzem à prática de sexo, outros experimentam efeitos contrários, como aumento da ansiedade, da depressão e da paranóia.
Registos feitos na China, em 2737 a.C., contam que a Canábis  era usada na época em preparados medicinais. A planta é citada até no Velho Testamento, onde Salomão canta e louva as propriedades da erva, por ele denominada kalamo. 
Documentos deixados por Marco Polo revelam que a planta era cultivada na Ásia e no Oriente Próximo. Foram os conquistadores espanhóis que trouxeram a Canábis para as Américas, plantando-a no Chile no final do século 16, embora outras fontes assegurem que a planta já se havia disseminado pelo continente americano muito tempo antes da descoberta do Novo Mundo. Os colonizadores britânicos que se estabeleceram na América do Norte receberam estímulos do rei Jaime I para cultivar a erva como forma de conseguir matéria-prima para a produção de cordas e velas para os navios da Armada Real. Ainda nos Estados Unidos, o Departamento de Agricultura incentivou a plantação durante a Segunda Guerra Mundial também com a finalidade de produzir fibras para a indústria têxtil.
 Intelectuais e escritores europeus do século 19 foram os primeiros a difundir no Ocidente o uso recreativo da Canábis. Na década de 20, durante a Lei Seca, algumas cidades americanas assistiram a um breve surto do consumo de marijuana em função da falta de álcool. Em Nova York, por essa época, chegaram a existir mais de quinhentas "casas de haxixe", que funcionavam como verdadeiros bares, onde em vez de álcool os frequentadores consumiam a erva. Dez anos mais tarde, a droga era proibida pela lei americana, enquanto as bebidas alcoólicas voltavam a ser legalizadas.
 No Brasil, a Canábis foi usada originariamente por escravos que já conheciam as suas propriedades antes de serem trazidos de África. Nos anos 60 o mundo assistiu a um surto do consumo da erva, que se tornou uma das drogas da moda, primeiro nos Estados Unidos e na Europa, em seguida no resto do Mundo. Na década seguinte, perdeu a característica de droga de hippies para ser habitualmente utilizada por jovens. 
Existem evidências de que a droga foi usada com fins terapêuticos há muito tempo: na China, como anestésico há quase quatro mil anos, e os antigos egípcios recomendavam-na como remédio para os olhos. O uso medicinal também é uma tradição entre povos africanos e asiáticos, que a recomendavam para aliviar tosses, dores de cabeça e cólicas menstruais. A história registra que o médico particular da rainha Vitória da Inglaterra concluiu, no século 19, que a erva estudada por ele durante trinta anos, tinha aplicações no tratamento de enxaqueca, insónia, depressões, estados epilépticos, cólicas e ataques de asma. Neste mesmo século, a medicina recomendava a droga para males que iam da gota à insanidade ou à impotência. Em 1860, a sociedade médica de Ohio, Estados Unidos, divulgou pesquisas indicando que a erva era adequada no tratamento de tétano, dores reumáticas, asma, psicoses pós-parto, convulsões, gonorreia e bronquite crónica. O mesmo documento afirmava que a droga produz um sono mais natural.
Hoje em dia alguns pesquisadores têm confirmado que o uso da erva para fins medicinais pode ter uso potencial em casos de perda de apetite, anorexia nervosa, ataque cardíaco, enxaqueca, hipertensão, crises hepáticas e insónia. Para certos médicos, a droga parece ser relativamente segura, mas a continuação da sua proibição tem levado á existência de tráfico, e de mortes ocasionadas pelo mesmo.
Todavia, a proibição do uso da erva não é uma prática generalizada. Em alguns países islâmicos, por exemplo, a erva tem o seu consumo permitido, já que o Corão não a proíbe, ao contrário do álcool, considerado fora da lei.
 Alguns Estados norte-americanos, possuem leis que, de uma forma ou de outra, descriminalizam o porte e o consumo da erva, livrando o usuário de uma possível prisão.
No especial "A História da Maconha" podemos acompanhar a trajetória desta droga psicotrópica na América. Enquanto uns acham que é uma droga medicinal, outros consideram-na uma "droga ponte", que abre caminho para o uso de outras drogas mais fortes. Neste programa será mostrado o paradoxo que existe com relação a esta substância.
PUBLICADO digitalblueradio às 22:53 | LINK DO POST
Esta planta é conhecida por: Canábis, Marijuana, Maconha, Suruma, Liamba, etc. A forma resinosa, é conhecida como haxixe.
O consumo humano da canábis teve início no terceiro milênio a.C.. Nos tempos modernos, a droga tem sido utilizada para fins recreativos, religiosos ou espirituais, ou para efeitos medicinais. A sua posse, uso ou venda é ilegal na maioria dos países do mundo. Os três principais tipos de produtos derivados da canábis são a erva (maconha, marijuana), a resina (haxixe), o óleo (óleo de haxixe), o kiev ou pólen, e as sementes da planta que também são bastante procuradas.
Os termos maconha, liamba ou marijuana referem-se às folhas secas das plantas Cannabis e às flores das plantas femininas.

O haxixe é uma resina concentrada, produzida a partir das plantas fêmeas da canábis. O haxixe pode ser fumado ou mastigado. Ele varia na cor, de preto ao dourado escuro.

O kief mais conhecido como "pólen", este pode ser compactado para produzir uma forma de haxixe, ou consumido em forma de pó. O óleo de haxixe, é  extraído das plantas Cannabis.

O valor medicinal da canábis tem sido muito debatido, ela tem vários efeitos benéficos. A Canábis é indicada para tratar e prevenir náuseas e vômitos, para tratamento de glaucoma, esclerose, e existe ainda a possibilidade de ser eficaz no tratamento do cancro, sendo esta planta um analgésico geral, nos Estados Unidos já foi autorizada para fins terapeuticos.   


As primeiras evidências do uso de canábis são datadas do terceiro milênio a.C.,e foram encontradas num sítio, onde hoje é a Romênia. Os mais famosos usuários de maconha daquele tempo eram os hindus da Índia e do Nepal, os quais deram o nome de ganjika á erva, foi também utilizada pelo povo assírio, que descobriu as suas propriedades psicoativas através dos arianos. Era utilizada em algumas cerimônias religiosas, onde era chamada qunubu. Os membros do culto de Dionísio, também a usavam durante as missas. Em 2003, uma cesta cheia de couro com folhas e sementes de Canábis foi encontrada no noroeste da Região Autónoma de Xinjiang Uygur, China. Datava de próximo a um 2500 a 2800 anos.

No Brasil existem várias campanhas pela legalização da cânabis ou maconha como é vulgarmente chamada, no entanto ainda é ilegal. Em Portugal é permitida para consumo pessoal e é limitada a 2,5 gramas por dia, e meio grama de haxixe por dia, não se podendo transportar mais de 10 doses diárias,caso contrário, é configurado como tráfico de drogas.
A canábis chegou a ser usada nos Estados Unidos como Soro da verdade durante a Segunda Guerra Mundial, no início dos anos 1940. 
Charro, ganza, paiva, canhão ou broca, é o nome popular dado ao cigarro feito com a canábis, no Brasil é conhecido como beck ou "breu", bomba, vela, tora, ou charola. Existem também misturas com outros tipos de drogas, que ganharam nomes populares como base e mesclado quando misturado com cocaína), e cabral, "pitico" ou "zirrê" quando misturado com crack.
Comecemos por descobrir e conhecer melhor a sua história.
A planta cresce em estado selvagem no mundo inteiroe, de acordo com o lugar, é conhecida por um nome diferente. Os jamaicanos chamam-lhe de "ganja", enquanto os americanos e mexicanos a conhecem como "marijuana". Pessoas diferentes estão sujeitas a reacções diferentes no entanto a droga pode ser alucinógenea, relaxante, tranquilizante, estimulante ou intoxicante.
Os efeitos podem variar de individuo para individuo, pode ser de calma ou euforia, de aumento de sociabilidade ou relaxante. A muitos tudo parece motivo para risos, o esquecimento é frequente, muitas sentem fome, principalmente doces e frutas, embora qualquer alimento se torne agradável ao paladar e a musica serve como relaxamento e muitas vezes indispensável. Para alguns, também produz relaxamento e desinibição que induzem à prática de sexo, outros experimentam efeitos contrários, como aumento da ansiedade, da depressão e da paranóia.
Registos feitos na China, em 2737 a.C., contam que a Canábis  era usada na época em preparados medicinais. A planta é citada até no Velho Testamento, onde Salomão canta e louva as propriedades da erva, por ele denominada kalamo. 
Documentos deixados por Marco Polo revelam que a planta era cultivada na Ásia e no Oriente Próximo. Foram os conquistadores espanhóis que trouxeram a Canábis para as Américas, plantando-a no Chile no final do século 16, embora outras fontes assegurem que a planta já se havia disseminado pelo continente americano muito tempo antes da descoberta do Novo Mundo. Os colonizadores britânicos que se estabeleceram na América do Norte receberam estímulos do rei Jaime I para cultivar a erva como forma de conseguir matéria-prima para a produção de cordas e velas para os navios da Armada Real. Ainda nos Estados Unidos, o Departamento de Agricultura incentivou a plantação durante a Segunda Guerra Mundial também com a finalidade de produzir fibras para a indústria têxtil.
 Intelectuais e escritores europeus do século 19 foram os primeiros a difundir no Ocidente o uso recreativo da Canábis. Na década de 20, durante a Lei Seca, algumas cidades americanas assistiram a um breve surto do consumo de marijuana em função da falta de álcool. Em Nova York, por essa época, chegaram a existir mais de quinhentas "casas de haxixe", que funcionavam como verdadeiros bares, onde em vez de álcool os frequentadores consumiam a erva. Dez anos mais tarde, a droga era proibida pela lei americana, enquanto as bebidas alcoólicas voltavam a ser legalizadas.
 No Brasil, a Canábis foi usada originariamente por escravos que já conheciam as suas propriedades antes de serem trazidos de África. Nos anos 60 o mundo assistiu a um surto do consumo da erva, que se tornou uma das drogas da moda, primeiro nos Estados Unidos e na Europa, em seguida no resto do Mundo. Na década seguinte, perdeu a característica de droga de hippies para ser habitualmente utilizada por jovens. 
Existem evidências de que a droga foi usada com fins terapêuticos há muito tempo: na China, como anestésico há quase quatro mil anos, e os antigos egípcios recomendavam-na como remédio para os olhos. O uso medicinal também é uma tradição entre povos africanos e asiáticos, que a recomendavam para aliviar tosses, dores de cabeça e cólicas menstruais. A história registra que o médico particular da rainha Vitória da Inglaterra concluiu, no século 19, que a erva estudada por ele durante trinta anos, tinha aplicações no tratamento de enxaqueca, insónia, depressões, estados epilépticos, cólicas e ataques de asma. Neste mesmo século, a medicina recomendava a droga para males que iam da gota à insanidade ou à impotência. Em 1860, a sociedade médica de Ohio, Estados Unidos, divulgou pesquisas indicando que a erva era adequada no tratamento de tétano, dores reumáticas, asma, psicoses pós-parto, convulsões, gonorreia e bronquite crónica. O mesmo documento afirmava que a droga produz um sono mais natural.
Hoje em dia alguns pesquisadores têm confirmado que o uso da erva para fins medicinais pode ter uso potencial em casos de perda de apetite, anorexia nervosa, ataque cardíaco, enxaqueca, hipertensão, crises hepáticas e insónia. Para certos médicos, a droga parece ser relativamente segura, mas a continuação da sua proibição tem levado á existência de tráfico, e de mortes ocasionadas pelo mesmo.
Todavia, a proibição do uso da erva não é uma prática generalizada. Em alguns países islâmicos, por exemplo, a erva tem o seu consumo permitido, já que o Corão não a proíbe, ao contrário do álcool, considerado fora da lei.
 Alguns Estados norte-americanos, possuem leis que, de uma forma ou de outra, descriminalizam o porte e o consumo da erva, livrando o usuário de uma possível prisão.
No especial "A História da Maconha" podemos acompanhar a trajetória desta droga psicotrópica na América. Enquanto uns acham que é uma droga medicinal, outros consideram-na uma "droga ponte", que abre caminho para o uso de outras drogas mais fortes. Neste programa será mostrado o paradoxo que existe com relação a esta substância.
PUBLICADO digitalblueradio às 22:53 | LINK DO POST
QUEM SOU EU
PESQUISAR NO BLOG
 
Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Setembro 2010
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
COMENTÁRIOS
31994042009
Perfeito. Me sinto da mesma forma. Parece que desc...
acho que deve ser respeitada... http://www.goiasc...
vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
a discografia tem um ep com o titulo errado, onde ...
Armando Gama fomos contemporâneos no Salvador Corr...
A juventude nos leva a caminhos ruins , e procuram...
A primeira fotografia é da Praça Marquês de Pombal...
Eu gosto de ti Beto adorei cd foi muito bom ele é ...
GANHA MENSALMENTE COMO PRESIDENTE DA COMISSÃO EURO...
MAIS COMENTADOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
COMENTÁRIOS
subscrever feeds
SAPO Blogs