O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
Este é um velho classico. Dobrado.
Sinopse: Scott (Giuliano Gemma) é um desafortunado varredor de ruas na cidade de Clifton, no Arizona. Quando Frank Talby (Lee Van Cleef) chega á cidade, e acaba por ajustar contas com um dos valentões que zombavam de Scott. Após isso, Talby resolve ir-se embora, pois está a ser perseguindo por Wild jack, um "ex-parceiro de negócios" que lhe deve 50 mil dólares e Scott resolve acompanhá-lo. Ele quer aprender a atirar e a ser rápido no gatilho para se tornar um pistoleiro como Talby. Quando os dois capturam Wild Jack, ficam a saber que ele foi traído por alguns dos moradores de Clifton, que ficaram com o dinheiro. Porém, as coisas complicam-se para os dois pistoleiros, e eles têm que abrir caminho á lei da bala.

Direção: Tonino Valerii
• Gênero: Faroeste
• Duração: 95 minutos
• Tipo: Longa-metragem
PUBLICADO digitalblueradio às 18:19 | LINK DO POST
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Este é um velho classico. Dobrado.
Sinopse: Scott (Giuliano Gemma) é um desafortunado varredor de ruas na cidade de Clifton, no Arizona. Quando Frank Talby (Lee Van Cleef) chega á cidade, e acaba por ajustar contas com um dos valentões que zombavam de Scott. Após isso, Talby resolve ir-se embora, pois está a ser perseguindo por Wild jack, um "ex-parceiro de negócios" que lhe deve 50 mil dólares e Scott resolve acompanhá-lo. Ele quer aprender a atirar e a ser rápido no gatilho para se tornar um pistoleiro como Talby. Quando os dois capturam Wild Jack, ficam a saber que ele foi traído por alguns dos moradores de Clifton, que ficaram com o dinheiro. Porém, as coisas complicam-se para os dois pistoleiros, e eles têm que abrir caminho á lei da bala.

Direção: Tonino Valerii
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• Tipo: Longa-metragem
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Este é um velho classico. Dobrado.
Sinopse: Scott (Giuliano Gemma) é um desafortunado varredor de ruas na cidade de Clifton, no Arizona. Quando Frank Talby (Lee Van Cleef) chega á cidade, e acaba por ajustar contas com um dos valentões que zombavam de Scott. Após isso, Talby resolve ir-se embora, pois está a ser perseguindo por Wild jack, um "ex-parceiro de negócios" que lhe deve 50 mil dólares e Scott resolve acompanhá-lo. Ele quer aprender a atirar e a ser rápido no gatilho para se tornar um pistoleiro como Talby. Quando os dois capturam Wild Jack, ficam a saber que ele foi traído por alguns dos moradores de Clifton, que ficaram com o dinheiro. Porém, as coisas complicam-se para os dois pistoleiros, e eles têm que abrir caminho á lei da bala.

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• Tipo: Longa-metragem
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Teresa de Cepeda e Ahumada, "Santa Teresa de Jesus" nasceu em Gotarrendura na província de Ávila, Espanha a 28 de março de 1515 e morreu em Alba de Tormes a 4 de outubro de 1582. Foi uma carmelita espanhola do século XVI, marcou a época pelos seus talentos pessoais, mas sobretudo pela sua vida de oração. Teresa nasceu no seio de uma família da baixa nobreza. Os seus pais chamavam-se Alonso Sánchez de Cepeda e Beatriz Dávila e Ahumada. Alonso teve três filhos do primeiro casamento. Beatriz deu-lhe outros nove.
Aos sete anos, gostava de ler as histórias dos santos. O seu irmão Rodrigo tinha quase a sua idade, por isso, costumavam brincar juntos. As duas crianças viviam a pensar na eternidade, admiravam a coragem dos santos na conquista da glória eterna. Achavam que os mártires tinham alcançado a glória muito facilmente e decidiram partir para o país dos mouros com a esperança de morrer pela fé. Assim sendo, fugiram de casa, pedindo a Deus que lhes permitisse dar a vida por Cristo.

Em Adaja, encontraram um dos tios que os devolveu aos braços da aflita mãe. Quando esta os repreendeu, Rodrigo colocou a culpa na irmã. Com o fracasso dos seus planos, Teresa e Rodrigo decidiram viver como eremitas na própria casa e construíram uma cela no jardim, sem nunca conseguirem terminá-la. Desde então, Teresa amava a solidão.
A mãe de Teresa faleceu quando ela tinha quatorze anos e quando completou quinze anos, o pai levou-a para estudar no "Convento das Agostinianas de Ávila", para onde iam as jovens de sua classe social. Um ano e meio mais tarde, Teresa adoeceu e o pai levou-a para casa. A jovem começou a pensar seriamente na vida religiosa que a atraia por um lado e a repugnava por outro. O que a ajudou na decisão foi a leitura das "Cartas" de São Jerónimo, cujo fervoroso realismo encontrou eco na alma de Teresa. A jovem comunica ao pai que desejava tornar-se religiosa, mas este pediu-lhe para esperar que ele morresse para ingressar no convento. No entanto, numa madrugada, com 20 anos, a santa fugiu para o "Convento Carmelita de Encarnação", em Ávila, com a intenção de não voltar para casa.
Teresa ficou no "Convento da Encarnação". O seu pai, ao vê-la tão decidida, deixou de se opor à sua vocação. Um ano depois, fez a profissão dos votos. Pouco depois, piorou de uma enfermidade que começara a molestá-la antes de professar. O pai retirou-a do convento. A irmã Joana Suárez acompanhou Teresa para ajudá-la. Os médicos, apesar de todos os tratamentos, deram-se por vencidos e a enfermidade agravou-se. Teresa conseguiu suportar aquele sofrimento, graças a um livro que lhe fora dado de presente pelo seu tio Pedro: "O terceiro alfabeto espiritual", do Padre Francisco de Osuna.
Teresa seguiu as instruções da pequena obra e começou a praticar a oração mental. Finalmente, após três anos, recuperou a saúde e retornou ao Carmelo. A sua prudência, amabilidade e caridade conquistavam a todos. Segundo o costume dos conventos espanhóis da época, as religiosas podiam receber todos os visitantes que desejassem, a qualquer hora. Teresa passava grande parte do tempo a conversar no locutório.
Pouco depois da morte do seu pai, Teresa voltou à prática da oração. Convencida da sua indignidade, Teresa invocava com frequência os grandes santos penitentes, "Santo Agostinho" e "Santa Maria Madalena", ao qual estão associados dois factos que foram decisivos na vida da santa. O primeiro foi a leitura das "Confissões" de Santo Agostinho. O segundo foi um chamamento à penitência que ela experimentou diante de um quadro da Paixão do Senhor. Sentia-se muito atraída pelas imagens de Cristo ensanguentado na agonia. 
Em 1582, o convento estava em obras, Santa Teresa foi chamada a Alba de Tormes visitar a duquesa Maria Henríquez. A viagem não correu muito bem a Santa estava fraca, desmaiou no caminho e chegando a Alba, Teresa teve que se deitar. Três dias depois o Padre António de Heredia ministrou-lhe os últimos sacramentos. Morreu às 9 horas da noite de 4 de Outubro de 1582. Exactamente, no dia seguinte, efectuou-se a mudança para o calendário gregoriano, que suprimiu dez dias, de modo que a festa da Santa foi fixada, mais tarde, para o dia 15 de Outubro. Foi sepultada em Alba de Tormes. Foi canonizada em 1622. 
Pode assistir ao filme aqui no Blog.
PUBLICADO digitalblueradio às 16:50 | LINK DO POST
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Teresa de Cepeda e Ahumada, "Santa Teresa de Jesus" nasceu em Gotarrendura na província de Ávila, Espanha a 28 de março de 1515 e morreu em Alba de Tormes a 4 de outubro de 1582. Foi uma carmelita espanhola do século XVI, marcou a época pelos seus talentos pessoais, mas sobretudo pela sua vida de oração. Teresa nasceu no seio de uma família da baixa nobreza. Os seus pais chamavam-se Alonso Sánchez de Cepeda e Beatriz Dávila e Ahumada. Alonso teve três filhos do primeiro casamento. Beatriz deu-lhe outros nove.
Aos sete anos, gostava de ler as histórias dos santos. O seu irmão Rodrigo tinha quase a sua idade, por isso, costumavam brincar juntos. As duas crianças viviam a pensar na eternidade, admiravam a coragem dos santos na conquista da glória eterna. Achavam que os mártires tinham alcançado a glória muito facilmente e decidiram partir para o país dos mouros com a esperança de morrer pela fé. Assim sendo, fugiram de casa, pedindo a Deus que lhes permitisse dar a vida por Cristo.

Em Adaja, encontraram um dos tios que os devolveu aos braços da aflita mãe. Quando esta os repreendeu, Rodrigo colocou a culpa na irmã. Com o fracasso dos seus planos, Teresa e Rodrigo decidiram viver como eremitas na própria casa e construíram uma cela no jardim, sem nunca conseguirem terminá-la. Desde então, Teresa amava a solidão.
A mãe de Teresa faleceu quando ela tinha quatorze anos e quando completou quinze anos, o pai levou-a para estudar no "Convento das Agostinianas de Ávila", para onde iam as jovens de sua classe social. Um ano e meio mais tarde, Teresa adoeceu e o pai levou-a para casa. A jovem começou a pensar seriamente na vida religiosa que a atraia por um lado e a repugnava por outro. O que a ajudou na decisão foi a leitura das "Cartas" de São Jerónimo, cujo fervoroso realismo encontrou eco na alma de Teresa. A jovem comunica ao pai que desejava tornar-se religiosa, mas este pediu-lhe para esperar que ele morresse para ingressar no convento. No entanto, numa madrugada, com 20 anos, a santa fugiu para o "Convento Carmelita de Encarnação", em Ávila, com a intenção de não voltar para casa.
Teresa ficou no "Convento da Encarnação". O seu pai, ao vê-la tão decidida, deixou de se opor à sua vocação. Um ano depois, fez a profissão dos votos. Pouco depois, piorou de uma enfermidade que começara a molestá-la antes de professar. O pai retirou-a do convento. A irmã Joana Suárez acompanhou Teresa para ajudá-la. Os médicos, apesar de todos os tratamentos, deram-se por vencidos e a enfermidade agravou-se. Teresa conseguiu suportar aquele sofrimento, graças a um livro que lhe fora dado de presente pelo seu tio Pedro: "O terceiro alfabeto espiritual", do Padre Francisco de Osuna.
Teresa seguiu as instruções da pequena obra e começou a praticar a oração mental. Finalmente, após três anos, recuperou a saúde e retornou ao Carmelo. A sua prudência, amabilidade e caridade conquistavam a todos. Segundo o costume dos conventos espanhóis da época, as religiosas podiam receber todos os visitantes que desejassem, a qualquer hora. Teresa passava grande parte do tempo a conversar no locutório.
Pouco depois da morte do seu pai, Teresa voltou à prática da oração. Convencida da sua indignidade, Teresa invocava com frequência os grandes santos penitentes, "Santo Agostinho" e "Santa Maria Madalena", ao qual estão associados dois factos que foram decisivos na vida da santa. O primeiro foi a leitura das "Confissões" de Santo Agostinho. O segundo foi um chamamento à penitência que ela experimentou diante de um quadro da Paixão do Senhor. Sentia-se muito atraída pelas imagens de Cristo ensanguentado na agonia. 
Em 1582, o convento estava em obras, Santa Teresa foi chamada a Alba de Tormes visitar a duquesa Maria Henríquez. A viagem não correu muito bem a Santa estava fraca, desmaiou no caminho e chegando a Alba, Teresa teve que se deitar. Três dias depois o Padre António de Heredia ministrou-lhe os últimos sacramentos. Morreu às 9 horas da noite de 4 de Outubro de 1582. Exactamente, no dia seguinte, efectuou-se a mudança para o calendário gregoriano, que suprimiu dez dias, de modo que a festa da Santa foi fixada, mais tarde, para o dia 15 de Outubro. Foi sepultada em Alba de Tormes. Foi canonizada em 1622. 
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Teresa de Cepeda e Ahumada, "Santa Teresa de Jesus" nasceu em Gotarrendura na província de Ávila, Espanha a 28 de março de 1515 e morreu em Alba de Tormes a 4 de outubro de 1582. Foi uma carmelita espanhola do século XVI, marcou a época pelos seus talentos pessoais, mas sobretudo pela sua vida de oração. Teresa nasceu no seio de uma família da baixa nobreza. Os seus pais chamavam-se Alonso Sánchez de Cepeda e Beatriz Dávila e Ahumada. Alonso teve três filhos do primeiro casamento. Beatriz deu-lhe outros nove.
Aos sete anos, gostava de ler as histórias dos santos. O seu irmão Rodrigo tinha quase a sua idade, por isso, costumavam brincar juntos. As duas crianças viviam a pensar na eternidade, admiravam a coragem dos santos na conquista da glória eterna. Achavam que os mártires tinham alcançado a glória muito facilmente e decidiram partir para o país dos mouros com a esperança de morrer pela fé. Assim sendo, fugiram de casa, pedindo a Deus que lhes permitisse dar a vida por Cristo.

Em Adaja, encontraram um dos tios que os devolveu aos braços da aflita mãe. Quando esta os repreendeu, Rodrigo colocou a culpa na irmã. Com o fracasso dos seus planos, Teresa e Rodrigo decidiram viver como eremitas na própria casa e construíram uma cela no jardim, sem nunca conseguirem terminá-la. Desde então, Teresa amava a solidão.
A mãe de Teresa faleceu quando ela tinha quatorze anos e quando completou quinze anos, o pai levou-a para estudar no "Convento das Agostinianas de Ávila", para onde iam as jovens de sua classe social. Um ano e meio mais tarde, Teresa adoeceu e o pai levou-a para casa. A jovem começou a pensar seriamente na vida religiosa que a atraia por um lado e a repugnava por outro. O que a ajudou na decisão foi a leitura das "Cartas" de São Jerónimo, cujo fervoroso realismo encontrou eco na alma de Teresa. A jovem comunica ao pai que desejava tornar-se religiosa, mas este pediu-lhe para esperar que ele morresse para ingressar no convento. No entanto, numa madrugada, com 20 anos, a santa fugiu para o "Convento Carmelita de Encarnação", em Ávila, com a intenção de não voltar para casa.
Teresa ficou no "Convento da Encarnação". O seu pai, ao vê-la tão decidida, deixou de se opor à sua vocação. Um ano depois, fez a profissão dos votos. Pouco depois, piorou de uma enfermidade que começara a molestá-la antes de professar. O pai retirou-a do convento. A irmã Joana Suárez acompanhou Teresa para ajudá-la. Os médicos, apesar de todos os tratamentos, deram-se por vencidos e a enfermidade agravou-se. Teresa conseguiu suportar aquele sofrimento, graças a um livro que lhe fora dado de presente pelo seu tio Pedro: "O terceiro alfabeto espiritual", do Padre Francisco de Osuna.
Teresa seguiu as instruções da pequena obra e começou a praticar a oração mental. Finalmente, após três anos, recuperou a saúde e retornou ao Carmelo. A sua prudência, amabilidade e caridade conquistavam a todos. Segundo o costume dos conventos espanhóis da época, as religiosas podiam receber todos os visitantes que desejassem, a qualquer hora. Teresa passava grande parte do tempo a conversar no locutório.
Pouco depois da morte do seu pai, Teresa voltou à prática da oração. Convencida da sua indignidade, Teresa invocava com frequência os grandes santos penitentes, "Santo Agostinho" e "Santa Maria Madalena", ao qual estão associados dois factos que foram decisivos na vida da santa. O primeiro foi a leitura das "Confissões" de Santo Agostinho. O segundo foi um chamamento à penitência que ela experimentou diante de um quadro da Paixão do Senhor. Sentia-se muito atraída pelas imagens de Cristo ensanguentado na agonia. 
Em 1582, o convento estava em obras, Santa Teresa foi chamada a Alba de Tormes visitar a duquesa Maria Henríquez. A viagem não correu muito bem a Santa estava fraca, desmaiou no caminho e chegando a Alba, Teresa teve que se deitar. Três dias depois o Padre António de Heredia ministrou-lhe os últimos sacramentos. Morreu às 9 horas da noite de 4 de Outubro de 1582. Exactamente, no dia seguinte, efectuou-se a mudança para o calendário gregoriano, que suprimiu dez dias, de modo que a festa da Santa foi fixada, mais tarde, para o dia 15 de Outubro. Foi sepultada em Alba de Tormes. Foi canonizada em 1622. 
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Perfeito. Me sinto da mesma forma. Parece que desc...
acho que deve ser respeitada... http://www.goiasc...
vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
a discografia tem um ep com o titulo errado, onde ...
Armando Gama fomos contemporâneos no Salvador Corr...
A juventude nos leva a caminhos ruins , e procuram...
A primeira fotografia é da Praça Marquês de Pombal...
Eu gosto de ti Beto adorei cd foi muito bom ele é ...
GANHA MENSALMENTE COMO PRESIDENTE DA COMISSÃO EURO...
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