O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
Ao longo dos tempos as conquistas do homem foram efectuadas á lei da força. Desde a pré-história, que a lei do mais forte se têm acentuado. Primeiro pela sobrevivência, depois pela conquista. 
O homem usa a guerra, as armas, o poder bélico  para se fazer valer. A ideologia, as tacticas, as conquistas e derrotas, os feitos, a história, é isso que pretendemos trazer aqui.
Roma foi um Estado cujo crescimento sempre andou lado a lado com sua história militar, durante os 13 séculos em que existiu. O núcleo da história militar da Roma Antiga é, portanto, o mérito alcançado nas grandes batalhas campais, desde a conquista da península Itálica às batalhas finais contra os bárbaros. Roma envolveu-se em inumeras batalhas ao longo dos tempos, guerras de conquista", travadas enquanto Roma se expandia, exterminando assim potenciais ameaças e procurando a segurança contra eventuais revoltas e rebeliões. 
A batalha dos Campos Catalúnicos foi travada a 20 de Junho de 451 entre o Império Romano do Ocidente, os visigodos e os alanos, sob o comando de Flávio Aécio e de Teodorico I, por um lado e os hunos, comandados por Átila. Esta batalha foi a última grande campanha militar do Império Romano do Ocidente e o culminar da carreira de Aécio.
Outra das grandes batalhas ficou conhecida como Batalha de Watling Street aconteceu em 60/61 d.C., na província romana da Britânia, que integrava os territórios que hoje formam a Grã-Bretanha. A vitória romana nesta batalha implicou o ponto final à prolongada resistência britanica à romanização. Acredita-se que cerca de 80 000 britanicos faleceram, enquanto os romanos apenas sofreram 400 baixas.
 Para a história fica também a Batalha da Floresta de Teutoburgo, também chamada de Desastre de Varo, ocorreu durante o outono de 9 d. C. na Floresta de Teutoburgo, Alemanha perto da actual cidade Bramsche. Uma aliança de tribos germânicas chefiada por Hermann, da tribo dos queruscos, emboscou e dizimou três legiões romanas, lideradas por Públio Quintílio Varo. Como resultado a batalha estabeleceu o Rio Reno como fronteira do Império Romano pelos séculos seguintes, este facto estabeleceu uma importante distância entre as culturas romana e germânica, assim como o declínio da influência romana em todo o Ocidente.
As grandes batalhas ficam para sempre eternizadas na história, como foi o caso da batalha de Farsalos, travada na Grécia no ano 48 a.C., as tropas romanas de Caio Júlio César e Cneu Pompeu Magno, enfrentaram-se. Vinte e dois mil cesaristas enfrentaram cerca de quarenta e cinco mil pompeanos neste confronto.
PUBLICADO digitalblueradio às 23:34 | LINK DO POST
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Ao longo dos tempos as conquistas do homem foram efectuadas á lei da força. Desde a pré-história, que a lei do mais forte se têm acentuado. Primeiro pela sobrevivência, depois pela conquista. 
O homem usa a guerra, as armas, o poder bélico  para se fazer valer. A ideologia, as tacticas, as conquistas e derrotas, os feitos, a história, é isso que pretendemos trazer aqui.
Roma foi um Estado cujo crescimento sempre andou lado a lado com sua história militar, durante os 13 séculos em que existiu. O núcleo da história militar da Roma Antiga é, portanto, o mérito alcançado nas grandes batalhas campais, desde a conquista da península Itálica às batalhas finais contra os bárbaros. Roma envolveu-se em inumeras batalhas ao longo dos tempos, guerras de conquista", travadas enquanto Roma se expandia, exterminando assim potenciais ameaças e procurando a segurança contra eventuais revoltas e rebeliões. 
A batalha dos Campos Catalúnicos foi travada a 20 de Junho de 451 entre o Império Romano do Ocidente, os visigodos e os alanos, sob o comando de Flávio Aécio e de Teodorico I, por um lado e os hunos, comandados por Átila. Esta batalha foi a última grande campanha militar do Império Romano do Ocidente e o culminar da carreira de Aécio.
Outra das grandes batalhas ficou conhecida como Batalha de Watling Street aconteceu em 60/61 d.C., na província romana da Britânia, que integrava os territórios que hoje formam a Grã-Bretanha. A vitória romana nesta batalha implicou o ponto final à prolongada resistência britanica à romanização. Acredita-se que cerca de 80 000 britanicos faleceram, enquanto os romanos apenas sofreram 400 baixas.
 Para a história fica também a Batalha da Floresta de Teutoburgo, também chamada de Desastre de Varo, ocorreu durante o outono de 9 d. C. na Floresta de Teutoburgo, Alemanha perto da actual cidade Bramsche. Uma aliança de tribos germânicas chefiada por Hermann, da tribo dos queruscos, emboscou e dizimou três legiões romanas, lideradas por Públio Quintílio Varo. Como resultado a batalha estabeleceu o Rio Reno como fronteira do Império Romano pelos séculos seguintes, este facto estabeleceu uma importante distância entre as culturas romana e germânica, assim como o declínio da influência romana em todo o Ocidente.
As grandes batalhas ficam para sempre eternizadas na história, como foi o caso da batalha de Farsalos, travada na Grécia no ano 48 a.C., as tropas romanas de Caio Júlio César e Cneu Pompeu Magno, enfrentaram-se. Vinte e dois mil cesaristas enfrentaram cerca de quarenta e cinco mil pompeanos neste confronto.
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Ao longo dos tempos as conquistas do homem foram efectuadas á lei da força. Desde a pré-história, que a lei do mais forte se têm acentuado. Primeiro pela sobrevivência, depois pela conquista. 
O homem usa a guerra, as armas, o poder bélico  para se fazer valer. A ideologia, as tacticas, as conquistas e derrotas, os feitos, a história, é isso que pretendemos trazer aqui.
Roma foi um Estado cujo crescimento sempre andou lado a lado com sua história militar, durante os 13 séculos em que existiu. O núcleo da história militar da Roma Antiga é, portanto, o mérito alcançado nas grandes batalhas campais, desde a conquista da península Itálica às batalhas finais contra os bárbaros. Roma envolveu-se em inumeras batalhas ao longo dos tempos, guerras de conquista", travadas enquanto Roma se expandia, exterminando assim potenciais ameaças e procurando a segurança contra eventuais revoltas e rebeliões. 
A batalha dos Campos Catalúnicos foi travada a 20 de Junho de 451 entre o Império Romano do Ocidente, os visigodos e os alanos, sob o comando de Flávio Aécio e de Teodorico I, por um lado e os hunos, comandados por Átila. Esta batalha foi a última grande campanha militar do Império Romano do Ocidente e o culminar da carreira de Aécio.
Outra das grandes batalhas ficou conhecida como Batalha de Watling Street aconteceu em 60/61 d.C., na província romana da Britânia, que integrava os territórios que hoje formam a Grã-Bretanha. A vitória romana nesta batalha implicou o ponto final à prolongada resistência britanica à romanização. Acredita-se que cerca de 80 000 britanicos faleceram, enquanto os romanos apenas sofreram 400 baixas.
 Para a história fica também a Batalha da Floresta de Teutoburgo, também chamada de Desastre de Varo, ocorreu durante o outono de 9 d. C. na Floresta de Teutoburgo, Alemanha perto da actual cidade Bramsche. Uma aliança de tribos germânicas chefiada por Hermann, da tribo dos queruscos, emboscou e dizimou três legiões romanas, lideradas por Públio Quintílio Varo. Como resultado a batalha estabeleceu o Rio Reno como fronteira do Império Romano pelos séculos seguintes, este facto estabeleceu uma importante distância entre as culturas romana e germânica, assim como o declínio da influência romana em todo o Ocidente.
As grandes batalhas ficam para sempre eternizadas na história, como foi o caso da batalha de Farsalos, travada na Grécia no ano 48 a.C., as tropas romanas de Caio Júlio César e Cneu Pompeu Magno, enfrentaram-se. Vinte e dois mil cesaristas enfrentaram cerca de quarenta e cinco mil pompeanos neste confronto.
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Agnaldo Timóteo Pereira nasceu em Caratinga, no Brasil a 16 de outubro de 1936. Agnaldo começou por cantar em programas radiofónicos, entretanto mudou-se para Rio de Janeiro onde trabalhou como motorista da cantora Ângela Maria. Enquanto isso, continuava a sua carreira e aos poucos tornou-se conhecido Ficou famoso ao gravar a canção "Meu Grito", de Roberto Carlos. 
Depois disso vieram outros sucessos românticos. Gravou mais de 50 discos. Lançou carreira política a partir de 1982, no PDT, no entanto devido a divergências no seio do partido mudou para o PDS. Foi eleito por duas vezes deputado federal. Em 1996 foi eleito vereador na cidade do Rio de Janeiro, e em 2004 é eleito vereador no município de São Paulo pelo Partido Progressista, mas devido a divergências transfere-se para o Partido Liberal.
Agnaldo Timóteo - Quem é
Agnaldo Timoteo - Aline
Existem vozes que não se esquecem
PUBLICADO digitalblueradio às 14:05 | LINK DO POST
Agnaldo Timóteo Pereira nasceu em Caratinga, no Brasil a 16 de outubro de 1936. Agnaldo começou por cantar em programas radiofónicos, entretanto mudou-se para Rio de Janeiro onde trabalhou como motorista da cantora Ângela Maria. Enquanto isso, continuava a sua carreira e aos poucos tornou-se conhecido Ficou famoso ao gravar a canção "Meu Grito", de Roberto Carlos. 
Depois disso vieram outros sucessos românticos. Gravou mais de 50 discos. Lançou carreira política a partir de 1982, no PDT, no entanto devido a divergências no seio do partido mudou para o PDS. Foi eleito por duas vezes deputado federal. Em 1996 foi eleito vereador na cidade do Rio de Janeiro, e em 2004 é eleito vereador no município de São Paulo pelo Partido Progressista, mas devido a divergências transfere-se para o Partido Liberal.
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Agnaldo Timóteo Pereira nasceu em Caratinga, no Brasil a 16 de outubro de 1936. Agnaldo começou por cantar em programas radiofónicos, entretanto mudou-se para Rio de Janeiro onde trabalhou como motorista da cantora Ângela Maria. Enquanto isso, continuava a sua carreira e aos poucos tornou-se conhecido Ficou famoso ao gravar a canção "Meu Grito", de Roberto Carlos. 
Depois disso vieram outros sucessos românticos. Gravou mais de 50 discos. Lançou carreira política a partir de 1982, no PDT, no entanto devido a divergências no seio do partido mudou para o PDS. Foi eleito por duas vezes deputado federal. Em 1996 foi eleito vereador na cidade do Rio de Janeiro, e em 2004 é eleito vereador no município de São Paulo pelo Partido Progressista, mas devido a divergências transfere-se para o Partido Liberal.
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Adriano Maria Correia Gomes de Oliveira nasceu em Avintes a 9 de Abril de 1942 e morreu a 16 de Outubro de 1982. 

Intérprete do "Fado de Coimbra" e músico de intervenção, foi criado na margem esquerda do Douro. Depois de frequentar o Liceu Alexandre Herculano, no Porto, matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, em 1959. Durante o período académico foi solista no Orfeon Académico, membro do Grupo Universitário de Danças e Cantares, guitarrista no Conjunto Ligeiro da Tuna Académica e jogador de voleibol na Briosa.
Na década de 1960 adere ao Partido Comunista Português, envolvendo-se nas greves académicas de 1962, contra o Salazarismo. Data de 1963 o seu primeiro EP, "Fados de Coimbra", o álbum continha a interpretação de "Trova do vento que passa", poema de Manuel Alegre, que se tornaria uma espécie de símbolo da resistência dos estudantes à ditatura. Em 1967 gravou o álbum "Adriano Correia de Oliveira", que, entre outras canções, tinha "Canção com lágrimas".
Em 1966 casa-se com Matilde Leite, com quem teria dois filhos, Isabel, em 1967 e José Manuel, em 1971. Em 1967 é chamado a cumprir o Serviço Militar, ficando a uma disciplina de se formar em Direito. Em 1970 troca Coimbra por Lisboa, exercendo funções no Gabinete de Imprensa da FIL(Feira Industrial de Lisboa), até 1974. Ainda em 1969 sai "O Canto e as Armas".
Lança, em 1970, "Cantaremos". Em 1971 é editado o disco "Gente d'Aqui e de Agora". Em 1973 lança "Fados de Coimbra" e em 1975 lançou "Que Nunca Mais" onde se inclui o tema "Tejo que levas as águas".
Após o 25 de Abril de 1974, é um dos fundadores da Cooperativa "Cantabril". Em 1980 lança o seu último álbum, "Cantigas Portuguesas". Vítima de uma hemorragia esofágica, morreu na quinta da família, em Avintes, nos braços da mãe.
PUBLICADO digitalblueradio às 12:50 | LINK DO POST
Adriano Maria Correia Gomes de Oliveira nasceu em Avintes a 9 de Abril de 1942 e morreu a 16 de Outubro de 1982. 

Intérprete do "Fado de Coimbra" e músico de intervenção, foi criado na margem esquerda do Douro. Depois de frequentar o Liceu Alexandre Herculano, no Porto, matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, em 1959. Durante o período académico foi solista no Orfeon Académico, membro do Grupo Universitário de Danças e Cantares, guitarrista no Conjunto Ligeiro da Tuna Académica e jogador de voleibol na Briosa.
Na década de 1960 adere ao Partido Comunista Português, envolvendo-se nas greves académicas de 1962, contra o Salazarismo. Data de 1963 o seu primeiro EP, "Fados de Coimbra", o álbum continha a interpretação de "Trova do vento que passa", poema de Manuel Alegre, que se tornaria uma espécie de símbolo da resistência dos estudantes à ditatura. Em 1967 gravou o álbum "Adriano Correia de Oliveira", que, entre outras canções, tinha "Canção com lágrimas".
Em 1966 casa-se com Matilde Leite, com quem teria dois filhos, Isabel, em 1967 e José Manuel, em 1971. Em 1967 é chamado a cumprir o Serviço Militar, ficando a uma disciplina de se formar em Direito. Em 1970 troca Coimbra por Lisboa, exercendo funções no Gabinete de Imprensa da FIL(Feira Industrial de Lisboa), até 1974. Ainda em 1969 sai "O Canto e as Armas".
Lança, em 1970, "Cantaremos". Em 1971 é editado o disco "Gente d'Aqui e de Agora". Em 1973 lança "Fados de Coimbra" e em 1975 lançou "Que Nunca Mais" onde se inclui o tema "Tejo que levas as águas".
Após o 25 de Abril de 1974, é um dos fundadores da Cooperativa "Cantabril". Em 1980 lança o seu último álbum, "Cantigas Portuguesas". Vítima de uma hemorragia esofágica, morreu na quinta da família, em Avintes, nos braços da mãe.
PUBLICADO digitalblueradio às 12:50 | LINK DO POST
Adriano Maria Correia Gomes de Oliveira nasceu em Avintes a 9 de Abril de 1942 e morreu a 16 de Outubro de 1982. 

Intérprete do "Fado de Coimbra" e músico de intervenção, foi criado na margem esquerda do Douro. Depois de frequentar o Liceu Alexandre Herculano, no Porto, matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, em 1959. Durante o período académico foi solista no Orfeon Académico, membro do Grupo Universitário de Danças e Cantares, guitarrista no Conjunto Ligeiro da Tuna Académica e jogador de voleibol na Briosa.
Na década de 1960 adere ao Partido Comunista Português, envolvendo-se nas greves académicas de 1962, contra o Salazarismo. Data de 1963 o seu primeiro EP, "Fados de Coimbra", o álbum continha a interpretação de "Trova do vento que passa", poema de Manuel Alegre, que se tornaria uma espécie de símbolo da resistência dos estudantes à ditatura. Em 1967 gravou o álbum "Adriano Correia de Oliveira", que, entre outras canções, tinha "Canção com lágrimas".
Em 1966 casa-se com Matilde Leite, com quem teria dois filhos, Isabel, em 1967 e José Manuel, em 1971. Em 1967 é chamado a cumprir o Serviço Militar, ficando a uma disciplina de se formar em Direito. Em 1970 troca Coimbra por Lisboa, exercendo funções no Gabinete de Imprensa da FIL(Feira Industrial de Lisboa), até 1974. Ainda em 1969 sai "O Canto e as Armas".
Lança, em 1970, "Cantaremos". Em 1971 é editado o disco "Gente d'Aqui e de Agora". Em 1973 lança "Fados de Coimbra" e em 1975 lançou "Que Nunca Mais" onde se inclui o tema "Tejo que levas as águas".
Após o 25 de Abril de 1974, é um dos fundadores da Cooperativa "Cantabril". Em 1980 lança o seu último álbum, "Cantigas Portuguesas". Vítima de uma hemorragia esofágica, morreu na quinta da família, em Avintes, nos braços da mãe.
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Perfeito. Me sinto da mesma forma. Parece que desc...
acho que deve ser respeitada... http://www.goiasc...
vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
a discografia tem um ep com o titulo errado, onde ...
Armando Gama fomos contemporâneos no Salvador Corr...
A juventude nos leva a caminhos ruins , e procuram...
A primeira fotografia é da Praça Marquês de Pombal...
Eu gosto de ti Beto adorei cd foi muito bom ele é ...
GANHA MENSALMENTE COMO PRESIDENTE DA COMISSÃO EURO...
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