O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
Hoje vou contar-vos uma história: Duas pessoas de sexos diferentes conheceram-se e foram sedimentando o que parecia ser uma grande amizade. Foram-se encontrando, defendiam opiniões liberais quanto ao amor erótico, apesar de não evidenciarem nenhuma forma leviana de encarar as responsabilidades. A mulher começou a mostrar um enorme interesse por partilhar de froma regular a intimidade sexual, e ele disse-lhe que pelo menos nos próximos tempos não queria ter filhos, ela concordou. Entretanto dado que ela defendia a tese de que fazer amor com preservativo não permitia uma verdadeira intimidade, decidiu tomar a pilula, aliás ela garantiu-lhe que a tomava.
 Passados dois meses declarou ao companheiro que estava grávida e que nunca tinha tomado a pilula, ele ficou desnorteado, não só porque ela tinha traido a sua confiança, como mentido, num desabafo de raiva disse-lhe que não iria assumir a paternidade, aliás ela disse-lhe que um aborto estava fora de questão, e que ele teria de assumir a criança. Ele era solteiro e digasse vivia abastadamente, não era exactamente rico, mas tinha o seu pé de meia, ela era era solteira de parcos recursos.  Fazia parte dos planos dele casar com ela mais tarde e depois planear ter filhos, simplesmente ele não admitia ser violado nos seus direitos daquela maneira. A mulher perante a lei pode decidir dentro dos condicionalismos legais ter ou não ter um filho, um homem tem de aceitar e calar. Se uma mulher for violada pode decidir não assumir a maternidade, matando um embrião, mas se um homem for enganado e violado, pouco direitos tem.
 Esta história não retrata ninguém, nem descreve nenhum caso em concreto, contudo haverá muitos que se ajustam a uma descrição deste tipo. De facto, esta descriminação assenta no facto de a cultura ocidental aceitar como critério de paternidade o biológico desprezando o psicológico, só é pai ou mãe quem deu o espermatozóide ou o óvulo, no entanto a verdadeira paternidade ou maternidade são psicológicas e provam-se na adolescência das crias. Se fosse inteiramente biológica não haveria mães a deitarem recém-nascidos para contentores, nem a adopção seria possivel. Um exemplo concreto do peso psicológico foi o caso de uma mulher que alugou o útero para instalar um embrião de um casal, chamada barriga de aluguer, depois não queria entregar a criança que criou in útero. Do ponto de vista legal havia um contracto a cumprir, contudo, do ponto de vista psicológico estabeleceu-se um vinculo. Com efeito do ponto de vista legislativo é um assunto extremamanete dificil e o legislador não deverá ser criticado pelo modo como se encontram as coisas, dado que o legislador é, em democracia, um representante da vontade popular e defensor dos valores de uma comunidade, contudo seria bom que o cidadão, repensasse estas questões. 
 Agora gostaria de deixar aqui em consideração uma pergunta no que se refere á violação,...Existem leis em Portugal que regulamentam e penalizam o acto de violação do homeme sobre a mulher, ou seja se um qualquer machão que se sente atraido por uma dama, não tendo qualquer hipótese na conquista e paratica o acto de violação,..naturalmente é condenado, aliás a lei abrange a penetração e também o sexo oral ptraticado sem o consentimento da da vitima, mas o que acontece se por acaso, uma mulher com a lua, em cio, decidir praticar o mesmo acto sobre o homem, ou seja se for a mulher a violar o homem, que eu saiba não existe regulamentação nesse sentido. As leis vigentes, cumprem a hipótese de delito homem-mulher,...se por acaso eu for violado por uma qualquer " Miss Kero Tudo", não posso reclamar, não é que me importasse muito com esse facto, porque sou da opinião que o que é bom deve ser partilhado,..mas não posso deixar passar em claro uma situação destas.
 Meninas que este apontamento não vos dê ideias, é que ser agarrado á força, com muita força e dar tudo sem direito ou opção de escolha é anti-democrático, e já agora deixo uma idéia ás cabecinhas pensadoras que legislam neste país,..que se proponha uma lei que vise regularizar as violações relacionadas com as espécies femininas contra as espécies protegidas ou em vias de extinção,....se esta lei tivesse sido aprovada nos Estados Unidos aquando do caso do sr. Clinton talvez ele tivesse alguma hipótese de defesa, se o Presidente Clinton tivesse argumentado que apenas facilitou o acesso ás suas partes intimas sobre ameaça ou seja um acto praticado á força, e mais nos mandamentos dos direitos do homem, no seu artigo 4º diz: Proibição de escravatura, no artigo 5º, proibição de tortura mas no entanto na ultima página do Kamasutra uma frase desdiz todas as leis de todo e qualquer país e passo a citar: " Estas 1001 maneiras de exercer o acto sexual, poderão ser efectuadas sem direitos exclusivos de um ou outro sexo,...todas as possibilidades de amor livre pressupoem uma entrega total do corpo para o prazer e o bem estar sexual." É caso para dizer use e abuse, devolva á proveniência caso se sinta insatisfeito.
PUBLICADO digitalblueradio às 18:42 | LINK DO POST
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Hoje vou contar-vos uma história: Duas pessoas de sexos diferentes conheceram-se e foram sedimentando o que parecia ser uma grande amizade. Foram-se encontrando, defendiam opiniões liberais quanto ao amor erótico, apesar de não evidenciarem nenhuma forma leviana de encarar as responsabilidades. A mulher começou a mostrar um enorme interesse por partilhar de froma regular a intimidade sexual, e ele disse-lhe que pelo menos nos próximos tempos não queria ter filhos, ela concordou. Entretanto dado que ela defendia a tese de que fazer amor com preservativo não permitia uma verdadeira intimidade, decidiu tomar a pilula, aliás ela garantiu-lhe que a tomava.
 Passados dois meses declarou ao companheiro que estava grávida e que nunca tinha tomado a pilula, ele ficou desnorteado, não só porque ela tinha traido a sua confiança, como mentido, num desabafo de raiva disse-lhe que não iria assumir a paternidade, aliás ela disse-lhe que um aborto estava fora de questão, e que ele teria de assumir a criança. Ele era solteiro e digasse vivia abastadamente, não era exactamente rico, mas tinha o seu pé de meia, ela era era solteira de parcos recursos.  Fazia parte dos planos dele casar com ela mais tarde e depois planear ter filhos, simplesmente ele não admitia ser violado nos seus direitos daquela maneira. A mulher perante a lei pode decidir dentro dos condicionalismos legais ter ou não ter um filho, um homem tem de aceitar e calar. Se uma mulher for violada pode decidir não assumir a maternidade, matando um embrião, mas se um homem for enganado e violado, pouco direitos tem.
 Esta história não retrata ninguém, nem descreve nenhum caso em concreto, contudo haverá muitos que se ajustam a uma descrição deste tipo. De facto, esta descriminação assenta no facto de a cultura ocidental aceitar como critério de paternidade o biológico desprezando o psicológico, só é pai ou mãe quem deu o espermatozóide ou o óvulo, no entanto a verdadeira paternidade ou maternidade são psicológicas e provam-se na adolescência das crias. Se fosse inteiramente biológica não haveria mães a deitarem recém-nascidos para contentores, nem a adopção seria possivel. Um exemplo concreto do peso psicológico foi o caso de uma mulher que alugou o útero para instalar um embrião de um casal, chamada barriga de aluguer, depois não queria entregar a criança que criou in útero. Do ponto de vista legal havia um contracto a cumprir, contudo, do ponto de vista psicológico estabeleceu-se um vinculo. Com efeito do ponto de vista legislativo é um assunto extremamanete dificil e o legislador não deverá ser criticado pelo modo como se encontram as coisas, dado que o legislador é, em democracia, um representante da vontade popular e defensor dos valores de uma comunidade, contudo seria bom que o cidadão, repensasse estas questões. 
 Agora gostaria de deixar aqui em consideração uma pergunta no que se refere á violação,...Existem leis em Portugal que regulamentam e penalizam o acto de violação do homeme sobre a mulher, ou seja se um qualquer machão que se sente atraido por uma dama, não tendo qualquer hipótese na conquista e paratica o acto de violação,..naturalmente é condenado, aliás a lei abrange a penetração e também o sexo oral ptraticado sem o consentimento da da vitima, mas o que acontece se por acaso, uma mulher com a lua, em cio, decidir praticar o mesmo acto sobre o homem, ou seja se for a mulher a violar o homem, que eu saiba não existe regulamentação nesse sentido. As leis vigentes, cumprem a hipótese de delito homem-mulher,...se por acaso eu for violado por uma qualquer " Miss Kero Tudo", não posso reclamar, não é que me importasse muito com esse facto, porque sou da opinião que o que é bom deve ser partilhado,..mas não posso deixar passar em claro uma situação destas.
 Meninas que este apontamento não vos dê ideias, é que ser agarrado á força, com muita força e dar tudo sem direito ou opção de escolha é anti-democrático, e já agora deixo uma idéia ás cabecinhas pensadoras que legislam neste país,..que se proponha uma lei que vise regularizar as violações relacionadas com as espécies femininas contra as espécies protegidas ou em vias de extinção,....se esta lei tivesse sido aprovada nos Estados Unidos aquando do caso do sr. Clinton talvez ele tivesse alguma hipótese de defesa, se o Presidente Clinton tivesse argumentado que apenas facilitou o acesso ás suas partes intimas sobre ameaça ou seja um acto praticado á força, e mais nos mandamentos dos direitos do homem, no seu artigo 4º diz: Proibição de escravatura, no artigo 5º, proibição de tortura mas no entanto na ultima página do Kamasutra uma frase desdiz todas as leis de todo e qualquer país e passo a citar: " Estas 1001 maneiras de exercer o acto sexual, poderão ser efectuadas sem direitos exclusivos de um ou outro sexo,...todas as possibilidades de amor livre pressupoem uma entrega total do corpo para o prazer e o bem estar sexual." É caso para dizer use e abuse, devolva á proveniência caso se sinta insatisfeito.
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 Passados dois meses declarou ao companheiro que estava grávida e que nunca tinha tomado a pilula, ele ficou desnorteado, não só porque ela tinha traido a sua confiança, como mentido, num desabafo de raiva disse-lhe que não iria assumir a paternidade, aliás ela disse-lhe que um aborto estava fora de questão, e que ele teria de assumir a criança. Ele era solteiro e digasse vivia abastadamente, não era exactamente rico, mas tinha o seu pé de meia, ela era era solteira de parcos recursos.  Fazia parte dos planos dele casar com ela mais tarde e depois planear ter filhos, simplesmente ele não admitia ser violado nos seus direitos daquela maneira. A mulher perante a lei pode decidir dentro dos condicionalismos legais ter ou não ter um filho, um homem tem de aceitar e calar. Se uma mulher for violada pode decidir não assumir a maternidade, matando um embrião, mas se um homem for enganado e violado, pouco direitos tem.
 Esta história não retrata ninguém, nem descreve nenhum caso em concreto, contudo haverá muitos que se ajustam a uma descrição deste tipo. De facto, esta descriminação assenta no facto de a cultura ocidental aceitar como critério de paternidade o biológico desprezando o psicológico, só é pai ou mãe quem deu o espermatozóide ou o óvulo, no entanto a verdadeira paternidade ou maternidade são psicológicas e provam-se na adolescência das crias. Se fosse inteiramente biológica não haveria mães a deitarem recém-nascidos para contentores, nem a adopção seria possivel. Um exemplo concreto do peso psicológico foi o caso de uma mulher que alugou o útero para instalar um embrião de um casal, chamada barriga de aluguer, depois não queria entregar a criança que criou in útero. Do ponto de vista legal havia um contracto a cumprir, contudo, do ponto de vista psicológico estabeleceu-se um vinculo. Com efeito do ponto de vista legislativo é um assunto extremamanete dificil e o legislador não deverá ser criticado pelo modo como se encontram as coisas, dado que o legislador é, em democracia, um representante da vontade popular e defensor dos valores de uma comunidade, contudo seria bom que o cidadão, repensasse estas questões. 
 Agora gostaria de deixar aqui em consideração uma pergunta no que se refere á violação,...Existem leis em Portugal que regulamentam e penalizam o acto de violação do homeme sobre a mulher, ou seja se um qualquer machão que se sente atraido por uma dama, não tendo qualquer hipótese na conquista e paratica o acto de violação,..naturalmente é condenado, aliás a lei abrange a penetração e também o sexo oral ptraticado sem o consentimento da da vitima, mas o que acontece se por acaso, uma mulher com a lua, em cio, decidir praticar o mesmo acto sobre o homem, ou seja se for a mulher a violar o homem, que eu saiba não existe regulamentação nesse sentido. As leis vigentes, cumprem a hipótese de delito homem-mulher,...se por acaso eu for violado por uma qualquer " Miss Kero Tudo", não posso reclamar, não é que me importasse muito com esse facto, porque sou da opinião que o que é bom deve ser partilhado,..mas não posso deixar passar em claro uma situação destas.
 Meninas que este apontamento não vos dê ideias, é que ser agarrado á força, com muita força e dar tudo sem direito ou opção de escolha é anti-democrático, e já agora deixo uma idéia ás cabecinhas pensadoras que legislam neste país,..que se proponha uma lei que vise regularizar as violações relacionadas com as espécies femininas contra as espécies protegidas ou em vias de extinção,....se esta lei tivesse sido aprovada nos Estados Unidos aquando do caso do sr. Clinton talvez ele tivesse alguma hipótese de defesa, se o Presidente Clinton tivesse argumentado que apenas facilitou o acesso ás suas partes intimas sobre ameaça ou seja um acto praticado á força, e mais nos mandamentos dos direitos do homem, no seu artigo 4º diz: Proibição de escravatura, no artigo 5º, proibição de tortura mas no entanto na ultima página do Kamasutra uma frase desdiz todas as leis de todo e qualquer país e passo a citar: " Estas 1001 maneiras de exercer o acto sexual, poderão ser efectuadas sem direitos exclusivos de um ou outro sexo,...todas as possibilidades de amor livre pressupoem uma entrega total do corpo para o prazer e o bem estar sexual." É caso para dizer use e abuse, devolva á proveniência caso se sinta insatisfeito.
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Perfeito. Me sinto da mesma forma. Parece que desc...
acho que deve ser respeitada... http://www.goiasc...
vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
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