O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
Este é um filme Biblico dobrado. O Fora Da Lei De Deus - Mártire. 
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Sidónio Bernardino Cardoso da Silva Pais nasceu em Caminha a 1 de Maio de 1872 e faleceu em Lisboa a 14 de Dezembro de 1918, militar e político, entre outras funções, exerceu os cargos de deputado, ministro do Fomento, ministro das Finanças, embaixador de Portugal em Berlim e de presidente da República Portuguesa.

Enquanto presidente da República, exerceu o cargo de forma ditatorial, suspendendo e alterando por decreto normas essenciais da Constituição Portuguesa de 1911. Oficial de Artilharia, foi também professor na Universidade de Coimbra, onde leccionou Cálculo Diferencial e Integral. Casou em Amarante em 1895 com Maria dos Prazeres Martins Bessa , com quem teve cinco filhos. Bernardo Sassetti reconhecido pianista português, é seu bisneto.
 
Concluiu os estudos secundários no Liceu de Viana do Castelo, segue depois para Coimbra, onde cursou o preparatório de Matemática e Filosofia. Destinado à carreira militar, entrou em 1888 para a Escola do Exército, foi promovido a alferes em 1892, a tenente em 1895, a capitão em 1906 e a major em 1916.
Considerado um republicano destacado, após a implantação da República Portuguesa em 1910 foi catapultado para a vida política activa. Em 1917 liderou uma insurreição protagonizada por uma Junta Militar Revolucionária, da qual era Presidente. O golpe de estado acabou vitorioso, após três dias de duros confrontos. Os revoltosos assumem o poder, destituindo Bernardino Machado do cargo de Presidente da República e forçando o seu exílio. Nesse processo, a 11 de Dezembro de 1917, Sidónio Pais tomou posse como Presidente do Ministério, acumulando as pastas de Ministro da Guerra e de Ministro dos Negócios Estrangeiros e, já em profunda ruptura com a Constituição de 1911, que ajudara a redigir, assumiu as funções de Presidente da República.
Num movimento inconstitucional, a 11 de Março de 1918 por decreto estabeleceu o sufrágio directo e universal para a eleição do Presidente da República. Em 1918 foi legalmente eleito, por sufrágio directo dos cidadãos eleitores, foi proclamado Presidente da República passando a gozar de legitimidade democrática directa. Entretanto, as forças do Corpo Expedicionário Português são chacinadas na Batalha de La Lys, após o armistício que marcou o final da guerra, o Estado português não foi capaz de trazer de imediato as suas forças de volta ao país. A contestação social no país aumentou ao ponto de se viver uma permanente situação de sublevação. Esta situação foi o fim do estado de graça: sucederam-se greves, contestações e movimentos conspirativos. 
A partir do Verão de 1918 as tentativas de pôr fim ao regime sidonista vão escalando em gravidade e violência, o que levou o Presidente a decretar o estado de sítio a 13 de Outubro daquele ano, o seu regime estava claramente ferido de morte. Entra-se então numa espiral de violência que não poupa o próprio Presidente: a 5 de Dezembro de 1918, sofreu um primeiro atentado, do qual conseguiu escapar ileso; o mesmo não aconteceu dias depois, na Estação do Rossio, onde a 14 de Dezembro de 1918 foi morto a tiro por José Júlio da Costa, um militante republicano.
O assassinato de Sidónio Pais foi um momento traumático para a Primeira República, marcando o seu destino: a partir daí qualquer simulacro de estabilidade desapareceu, instalando-se uma crise permanente que apenas terminou quase 8 anos depois com a Revolução Nacional de 28 de Maio de 1926 que pôs termo ao regime. O funeral de Sidónio Pais reuniu dezenas de milhar de pessoas, num percurso longo e tumultuoso, interrompido por múltiplos e violentos incidentes. A imagem de mártir levou ao surgimento de um culto popular, semelhante ao que existe em torno da figura de Sousa Martins. 
PUBLICADO digitalblueradio às 11:42 | LINK DO POST
Sidónio Bernardino Cardoso da Silva Pais nasceu em Caminha a 1 de Maio de 1872 e faleceu em Lisboa a 14 de Dezembro de 1918, militar e político, entre outras funções, exerceu os cargos de deputado, ministro do Fomento, ministro das Finanças, embaixador de Portugal em Berlim e de presidente da República Portuguesa.

Enquanto presidente da República, exerceu o cargo de forma ditatorial, suspendendo e alterando por decreto normas essenciais da Constituição Portuguesa de 1911. Oficial de Artilharia, foi também professor na Universidade de Coimbra, onde leccionou Cálculo Diferencial e Integral. Casou em Amarante em 1895 com Maria dos Prazeres Martins Bessa , com quem teve cinco filhos. Bernardo Sassetti reconhecido pianista português, é seu bisneto.
 
Concluiu os estudos secundários no Liceu de Viana do Castelo, segue depois para Coimbra, onde cursou o preparatório de Matemática e Filosofia. Destinado à carreira militar, entrou em 1888 para a Escola do Exército, foi promovido a alferes em 1892, a tenente em 1895, a capitão em 1906 e a major em 1916.
Considerado um republicano destacado, após a implantação da República Portuguesa em 1910 foi catapultado para a vida política activa. Em 1917 liderou uma insurreição protagonizada por uma Junta Militar Revolucionária, da qual era Presidente. O golpe de estado acabou vitorioso, após três dias de duros confrontos. Os revoltosos assumem o poder, destituindo Bernardino Machado do cargo de Presidente da República e forçando o seu exílio. Nesse processo, a 11 de Dezembro de 1917, Sidónio Pais tomou posse como Presidente do Ministério, acumulando as pastas de Ministro da Guerra e de Ministro dos Negócios Estrangeiros e, já em profunda ruptura com a Constituição de 1911, que ajudara a redigir, assumiu as funções de Presidente da República.
Num movimento inconstitucional, a 11 de Março de 1918 por decreto estabeleceu o sufrágio directo e universal para a eleição do Presidente da República. Em 1918 foi legalmente eleito, por sufrágio directo dos cidadãos eleitores, foi proclamado Presidente da República passando a gozar de legitimidade democrática directa. Entretanto, as forças do Corpo Expedicionário Português são chacinadas na Batalha de La Lys, após o armistício que marcou o final da guerra, o Estado português não foi capaz de trazer de imediato as suas forças de volta ao país. A contestação social no país aumentou ao ponto de se viver uma permanente situação de sublevação. Esta situação foi o fim do estado de graça: sucederam-se greves, contestações e movimentos conspirativos. 
A partir do Verão de 1918 as tentativas de pôr fim ao regime sidonista vão escalando em gravidade e violência, o que levou o Presidente a decretar o estado de sítio a 13 de Outubro daquele ano, o seu regime estava claramente ferido de morte. Entra-se então numa espiral de violência que não poupa o próprio Presidente: a 5 de Dezembro de 1918, sofreu um primeiro atentado, do qual conseguiu escapar ileso; o mesmo não aconteceu dias depois, na Estação do Rossio, onde a 14 de Dezembro de 1918 foi morto a tiro por José Júlio da Costa, um militante republicano.
O assassinato de Sidónio Pais foi um momento traumático para a Primeira República, marcando o seu destino: a partir daí qualquer simulacro de estabilidade desapareceu, instalando-se uma crise permanente que apenas terminou quase 8 anos depois com a Revolução Nacional de 28 de Maio de 1926 que pôs termo ao regime. O funeral de Sidónio Pais reuniu dezenas de milhar de pessoas, num percurso longo e tumultuoso, interrompido por múltiplos e violentos incidentes. A imagem de mártir levou ao surgimento de um culto popular, semelhante ao que existe em torno da figura de Sousa Martins. 
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Sidónio Bernardino Cardoso da Silva Pais nasceu em Caminha a 1 de Maio de 1872 e faleceu em Lisboa a 14 de Dezembro de 1918, militar e político, entre outras funções, exerceu os cargos de deputado, ministro do Fomento, ministro das Finanças, embaixador de Portugal em Berlim e de presidente da República Portuguesa.

Enquanto presidente da República, exerceu o cargo de forma ditatorial, suspendendo e alterando por decreto normas essenciais da Constituição Portuguesa de 1911. Oficial de Artilharia, foi também professor na Universidade de Coimbra, onde leccionou Cálculo Diferencial e Integral. Casou em Amarante em 1895 com Maria dos Prazeres Martins Bessa , com quem teve cinco filhos. Bernardo Sassetti reconhecido pianista português, é seu bisneto.
 
Concluiu os estudos secundários no Liceu de Viana do Castelo, segue depois para Coimbra, onde cursou o preparatório de Matemática e Filosofia. Destinado à carreira militar, entrou em 1888 para a Escola do Exército, foi promovido a alferes em 1892, a tenente em 1895, a capitão em 1906 e a major em 1916.
Considerado um republicano destacado, após a implantação da República Portuguesa em 1910 foi catapultado para a vida política activa. Em 1917 liderou uma insurreição protagonizada por uma Junta Militar Revolucionária, da qual era Presidente. O golpe de estado acabou vitorioso, após três dias de duros confrontos. Os revoltosos assumem o poder, destituindo Bernardino Machado do cargo de Presidente da República e forçando o seu exílio. Nesse processo, a 11 de Dezembro de 1917, Sidónio Pais tomou posse como Presidente do Ministério, acumulando as pastas de Ministro da Guerra e de Ministro dos Negócios Estrangeiros e, já em profunda ruptura com a Constituição de 1911, que ajudara a redigir, assumiu as funções de Presidente da República.
Num movimento inconstitucional, a 11 de Março de 1918 por decreto estabeleceu o sufrágio directo e universal para a eleição do Presidente da República. Em 1918 foi legalmente eleito, por sufrágio directo dos cidadãos eleitores, foi proclamado Presidente da República passando a gozar de legitimidade democrática directa. Entretanto, as forças do Corpo Expedicionário Português são chacinadas na Batalha de La Lys, após o armistício que marcou o final da guerra, o Estado português não foi capaz de trazer de imediato as suas forças de volta ao país. A contestação social no país aumentou ao ponto de se viver uma permanente situação de sublevação. Esta situação foi o fim do estado de graça: sucederam-se greves, contestações e movimentos conspirativos. 
A partir do Verão de 1918 as tentativas de pôr fim ao regime sidonista vão escalando em gravidade e violência, o que levou o Presidente a decretar o estado de sítio a 13 de Outubro daquele ano, o seu regime estava claramente ferido de morte. Entra-se então numa espiral de violência que não poupa o próprio Presidente: a 5 de Dezembro de 1918, sofreu um primeiro atentado, do qual conseguiu escapar ileso; o mesmo não aconteceu dias depois, na Estação do Rossio, onde a 14 de Dezembro de 1918 foi morto a tiro por José Júlio da Costa, um militante republicano.
O assassinato de Sidónio Pais foi um momento traumático para a Primeira República, marcando o seu destino: a partir daí qualquer simulacro de estabilidade desapareceu, instalando-se uma crise permanente que apenas terminou quase 8 anos depois com a Revolução Nacional de 28 de Maio de 1926 que pôs termo ao regime. O funeral de Sidónio Pais reuniu dezenas de milhar de pessoas, num percurso longo e tumultuoso, interrompido por múltiplos e violentos incidentes. A imagem de mártir levou ao surgimento de um culto popular, semelhante ao que existe em torno da figura de Sousa Martins. 
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Perfeito. Me sinto da mesma forma. Parece que desc...
acho que deve ser respeitada... http://www.goiasc...
vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
a discografia tem um ep com o titulo errado, onde ...
Armando Gama fomos contemporâneos no Salvador Corr...
A juventude nos leva a caminhos ruins , e procuram...
A primeira fotografia é da Praça Marquês de Pombal...
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GANHA MENSALMENTE COMO PRESIDENTE DA COMISSÃO EURO...
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