O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
O "Natal" é comemorado a 25 de Dezembro (nos países eslavos e ortodoxos cujos calendários são baseados no calendário juliano, é comemorado a 7 de janeiro), originalmente destinado a celebrar o nascimento anual do "Deus Sol" no solstício de inverno e adaptado pela Igreja Católica passando a comemorar o nascimento de Jesus de Nazaré. 
Embora tradicionalmente o Natal seja um feriado cristão é amplamente comemorado por muitos não-cristãos, além disso o Pai Natal é uma figura mitológica popular em muitos países, a festa tornou-se um acontecimento significativo e um período chave de vendas. A palavra "Natal" deriva do latim e significa nascer. De "nātālis" evoluiram também "natale" do italiano, "noël" do francês, "nadal" do catalão e "navidad" do castelhano, já a palavra "Christmas" do inglês evoluiu de "Christes maesse" que quer dizer missa de Cristo.
De acordo com o almanaque romano, a festa já era celebrada em Roma no ano 336 d.C.. No século IV, as igrejas ocidentais passaram a adotar o dia 25 de dezembro para o Natal e o dia 6 de janeiro para Epifania (que significa "manifestação"). Nesse dia comemora-se a visita dos Magos. Segundo alguns historiadores a data de 25 de dezembro não é a data real do nascimento de Jesus. A Igreja entendeu que devia cristianizar as festividades pagãs que os vários povos celebravam por altura do solstício de Inverno e o dia 25 de dezembro foi adotado para que a data coincidisse com a festividade romana dedicada ao "nascimento do deus sol invencível", que comemorava o solstício de inverno. No mundo romano, a "Saturnália", festividade em honra ao deus Saturno, era comemorada de 17 a 22 de dezembro; era um período de alegria e troca de presentes. O dia 25 de dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus persa "Mitra, o Sol da Virtude".
Há muito tempo se sabe que o Natal tem raízes pagãs. Por causa de sua origem não-bíblica. A Bíblia diz que os pastores estavam nos campos a cuidar das ovelhas na noite em que Jesus Cristo nasceu. O mês judaico de Kislev, correspondente aproximadamente à segunda metade de novembro e primeira metade de dezembro no calendário gregoriano era um mês frio e chuvoso. Sendo assim, não era um mês propício para os pastores irem para os campos. O nascimento de Jesus deu-se por volta de dois anos antes da morte do Rei Herodes, denominado "o Grande", ou seja, considerando que este morreu em 4 AEC, então Jesus só pode ter nascido em 6 AEC. Segundo a Bíblia, antes de morrer, Herodes mandou matar os meninos de Belém até aos 2 anos, de acordo com o tempo que apareceu a "estrela" aos magos. (Mateus 2:1, 16-19 - Era seu desejo livrar-se de um possível novo "rei dos judeus"). 
Ainda, segundo a Bíblia, antes do nascimento de Jesus, o imperador Octávio César Augusto decretou que todos os habitantes do Império se fossem recensear, cada um à sua cidade natal. Isso obrigou José a viajar de Nazaré (na Galileia) até Belém (na Judeia), a fim de se registar-se com Maria, sua esposa. A viagem de Nazaré a Belém distância de uns 150 km e deveria ter sido muito cansativa para Maria que estava em adiantado estado de gravidez. Enquanto estavam em Belém, Maria teve o seu filho primogénito. Envolveu-o em faixas de panos e o deitou numa manjedoura, porque não havia lugar disponível para eles nos vários locais de alojamento. Maria necessitava de um local tranquilo e isolado para o parto. Os pastores estariam nos campos com os seus rebanhos, os rebanhos saíam para os campos em Março e recolhiam nos princípios de Novembro. Não há nenhuma informação fidedigna que prove que havia animais junto do recém-nascido Jesus. 
Após o nascimento de Jesus em Belém, ainda governava a Judeia o Rei Herodes, chegaram "do Oriente a Jerusalém uns magos guiados por uma estrela" que anunciou o nascimento de Jesus e levou os "Três Reis Magos" ao local onde este se encontrava. A natureza real da "Estrela de Belém" é alvo de discussão entre os biblistas. Os "magos" que vinham do Leste de Jerusalém, não eram reis. Julga-se que terá sido Tertuliano de Cartago, que no início do 3.º Século terá escrito que os Magos do Oriente eram reis. O motivo parece advir de algumas referências do Antigo Testamento, como é o caso do Salmo 68:29: "Por amor do Teu Templo em Jerusalém, os reis te trarão presentes." Em vez disso, os "magos" eram sacerdotes astrólogos, considerados "Sábios", e por isso, conselheiros de reis. Podiam ter vindo da Babilónia, mas não podemos descartar a Pérsia (Irão). São Justino, no 2.º Século, considera que os Magos vieram da Arábia. Quantos eram e os seus nomes, não foram revelados nos Evangelhos canónicos. Os nomes de "Gaspar", "Melchior" e "Baltazar" constam dos Evangelhos Apócrifos. Deduz-se terem sido 3 magos, em vista dos 3 tipos de presentes e não existe qualquer referência em que animais os Magos vieram montados.
Existem muitas versões sobre a procedência da árvore de Natal, a maioria delas indicando a Alemanha como país de origem, uma das mais populares atribui a novidade ao padre Martinho Lutero (1483-1546), autor da Reforma Protestante do século XVI. Olhando para o céu através de uns pinheiros que cercavam a trilha, viu-o intensamente estrelado parecendo-lhe um colar de diamantes encimando a copa das árvores. Tomado pela beleza daquilo, decidiu arrancar um galho para levar para casa. Quando lá chegou, entusiasmado, colocou o pequeno pinheiro num vaso com terra, chamou a esposa e os filhos, decorou-o com pequenas velas acesas afincadas nas pontas dos ramos. Decorou-o com papéis de várias cores, afastando-se para ver melhor, ficaram pasmos ao verem aquela árvore iluminada a quem parecia terem dado vida. Nascia assim a árvore de Natal.
Na Roma Antiga, os Romanos penduravam máscaras de Baco em pinheiros para comemorar uma festa chamada de "Saturnália", que coincidia com o nosso Natal. As canções natalinas são símbolos do Natal e as letras retratam as tradições das comemorações, o nascimento de Jesus, a paz, a fraternidade, o amor, os valores cristãos. 
As esculturas e quadros que enfeitavam os templos para ensinar os fiéis, além das representações teatrais semilitúrgicas que aconteciam durante a Missa de Natal serviram de inspiração para que se criasse o presépio. A tradição católica diz que o presépio surgiu em 1223, quando São Francisco de Assis quis celebrar o Natal de um modo o mais realista possível e, com a permissão do Papa, montou um presépio de palha, com uma imagem do Menino Jesus, da Virgem Maria e de José, juntamente com um boi e um jumento vivos e vários outros animais. Nesse cenário, foi celebrada a Missa de Natal.
O sucesso dessa representação do Presépio foi tanta que rapidamente se estendeu por toda a Itália. Logo se introduziu nas casas nobres européias e de lá foi descendo até as classes mais pobres. Em Espanha, a tradição chegou pela mão do Rei Carlos III, que a importou de Nápoles no século XVIII, a França só chegou no início do século XX. Em todas as religiões cristãs, é consensual que o Presépio é o único símbolo do Natal de Jesus verdadeiramente inspirado nos Evangelhos.
Uma outra tradição do Natal é a decoração de casas, edifícios, pontes e árvores, estabelecimentos comerciais, prédios públicos e cidades com elementos que representam o Natal, principalmente as luzes. 
PUBLICADO digitalblueradio às 16:41 | LINK DO POST
O "Natal" é comemorado a 25 de Dezembro (nos países eslavos e ortodoxos cujos calendários são baseados no calendário juliano, é comemorado a 7 de janeiro), originalmente destinado a celebrar o nascimento anual do "Deus Sol" no solstício de inverno e adaptado pela Igreja Católica passando a comemorar o nascimento de Jesus de Nazaré. 
Embora tradicionalmente o Natal seja um feriado cristão é amplamente comemorado por muitos não-cristãos, além disso o Pai Natal é uma figura mitológica popular em muitos países, a festa tornou-se um acontecimento significativo e um período chave de vendas. A palavra "Natal" deriva do latim e significa nascer. De "nātālis" evoluiram também "natale" do italiano, "noël" do francês, "nadal" do catalão e "navidad" do castelhano, já a palavra "Christmas" do inglês evoluiu de "Christes maesse" que quer dizer missa de Cristo.
De acordo com o almanaque romano, a festa já era celebrada em Roma no ano 336 d.C.. No século IV, as igrejas ocidentais passaram a adotar o dia 25 de dezembro para o Natal e o dia 6 de janeiro para Epifania (que significa "manifestação"). Nesse dia comemora-se a visita dos Magos. Segundo alguns historiadores a data de 25 de dezembro não é a data real do nascimento de Jesus. A Igreja entendeu que devia cristianizar as festividades pagãs que os vários povos celebravam por altura do solstício de Inverno e o dia 25 de dezembro foi adotado para que a data coincidisse com a festividade romana dedicada ao "nascimento do deus sol invencível", que comemorava o solstício de inverno. No mundo romano, a "Saturnália", festividade em honra ao deus Saturno, era comemorada de 17 a 22 de dezembro; era um período de alegria e troca de presentes. O dia 25 de dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus persa "Mitra, o Sol da Virtude".
Há muito tempo se sabe que o Natal tem raízes pagãs. Por causa de sua origem não-bíblica. A Bíblia diz que os pastores estavam nos campos a cuidar das ovelhas na noite em que Jesus Cristo nasceu. O mês judaico de Kislev, correspondente aproximadamente à segunda metade de novembro e primeira metade de dezembro no calendário gregoriano era um mês frio e chuvoso. Sendo assim, não era um mês propício para os pastores irem para os campos. O nascimento de Jesus deu-se por volta de dois anos antes da morte do Rei Herodes, denominado "o Grande", ou seja, considerando que este morreu em 4 AEC, então Jesus só pode ter nascido em 6 AEC. Segundo a Bíblia, antes de morrer, Herodes mandou matar os meninos de Belém até aos 2 anos, de acordo com o tempo que apareceu a "estrela" aos magos. (Mateus 2:1, 16-19 - Era seu desejo livrar-se de um possível novo "rei dos judeus"). 
Ainda, segundo a Bíblia, antes do nascimento de Jesus, o imperador Octávio César Augusto decretou que todos os habitantes do Império se fossem recensear, cada um à sua cidade natal. Isso obrigou José a viajar de Nazaré (na Galileia) até Belém (na Judeia), a fim de se registar-se com Maria, sua esposa. A viagem de Nazaré a Belém distância de uns 150 km e deveria ter sido muito cansativa para Maria que estava em adiantado estado de gravidez. Enquanto estavam em Belém, Maria teve o seu filho primogénito. Envolveu-o em faixas de panos e o deitou numa manjedoura, porque não havia lugar disponível para eles nos vários locais de alojamento. Maria necessitava de um local tranquilo e isolado para o parto. Os pastores estariam nos campos com os seus rebanhos, os rebanhos saíam para os campos em Março e recolhiam nos princípios de Novembro. Não há nenhuma informação fidedigna que prove que havia animais junto do recém-nascido Jesus. 
Após o nascimento de Jesus em Belém, ainda governava a Judeia o Rei Herodes, chegaram "do Oriente a Jerusalém uns magos guiados por uma estrela" que anunciou o nascimento de Jesus e levou os "Três Reis Magos" ao local onde este se encontrava. A natureza real da "Estrela de Belém" é alvo de discussão entre os biblistas. Os "magos" que vinham do Leste de Jerusalém, não eram reis. Julga-se que terá sido Tertuliano de Cartago, que no início do 3.º Século terá escrito que os Magos do Oriente eram reis. O motivo parece advir de algumas referências do Antigo Testamento, como é o caso do Salmo 68:29: "Por amor do Teu Templo em Jerusalém, os reis te trarão presentes." Em vez disso, os "magos" eram sacerdotes astrólogos, considerados "Sábios", e por isso, conselheiros de reis. Podiam ter vindo da Babilónia, mas não podemos descartar a Pérsia (Irão). São Justino, no 2.º Século, considera que os Magos vieram da Arábia. Quantos eram e os seus nomes, não foram revelados nos Evangelhos canónicos. Os nomes de "Gaspar", "Melchior" e "Baltazar" constam dos Evangelhos Apócrifos. Deduz-se terem sido 3 magos, em vista dos 3 tipos de presentes e não existe qualquer referência em que animais os Magos vieram montados.
Existem muitas versões sobre a procedência da árvore de Natal, a maioria delas indicando a Alemanha como país de origem, uma das mais populares atribui a novidade ao padre Martinho Lutero (1483-1546), autor da Reforma Protestante do século XVI. Olhando para o céu através de uns pinheiros que cercavam a trilha, viu-o intensamente estrelado parecendo-lhe um colar de diamantes encimando a copa das árvores. Tomado pela beleza daquilo, decidiu arrancar um galho para levar para casa. Quando lá chegou, entusiasmado, colocou o pequeno pinheiro num vaso com terra, chamou a esposa e os filhos, decorou-o com pequenas velas acesas afincadas nas pontas dos ramos. Decorou-o com papéis de várias cores, afastando-se para ver melhor, ficaram pasmos ao verem aquela árvore iluminada a quem parecia terem dado vida. Nascia assim a árvore de Natal.
Na Roma Antiga, os Romanos penduravam máscaras de Baco em pinheiros para comemorar uma festa chamada de "Saturnália", que coincidia com o nosso Natal. As canções natalinas são símbolos do Natal e as letras retratam as tradições das comemorações, o nascimento de Jesus, a paz, a fraternidade, o amor, os valores cristãos. 
As esculturas e quadros que enfeitavam os templos para ensinar os fiéis, além das representações teatrais semilitúrgicas que aconteciam durante a Missa de Natal serviram de inspiração para que se criasse o presépio. A tradição católica diz que o presépio surgiu em 1223, quando São Francisco de Assis quis celebrar o Natal de um modo o mais realista possível e, com a permissão do Papa, montou um presépio de palha, com uma imagem do Menino Jesus, da Virgem Maria e de José, juntamente com um boi e um jumento vivos e vários outros animais. Nesse cenário, foi celebrada a Missa de Natal.
O sucesso dessa representação do Presépio foi tanta que rapidamente se estendeu por toda a Itália. Logo se introduziu nas casas nobres européias e de lá foi descendo até as classes mais pobres. Em Espanha, a tradição chegou pela mão do Rei Carlos III, que a importou de Nápoles no século XVIII, a França só chegou no início do século XX. Em todas as religiões cristãs, é consensual que o Presépio é o único símbolo do Natal de Jesus verdadeiramente inspirado nos Evangelhos.
Uma outra tradição do Natal é a decoração de casas, edifícios, pontes e árvores, estabelecimentos comerciais, prédios públicos e cidades com elementos que representam o Natal, principalmente as luzes. 
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O "Natal" é comemorado a 25 de Dezembro (nos países eslavos e ortodoxos cujos calendários são baseados no calendário juliano, é comemorado a 7 de janeiro), originalmente destinado a celebrar o nascimento anual do "Deus Sol" no solstício de inverno e adaptado pela Igreja Católica passando a comemorar o nascimento de Jesus de Nazaré. 
Embora tradicionalmente o Natal seja um feriado cristão é amplamente comemorado por muitos não-cristãos, além disso o Pai Natal é uma figura mitológica popular em muitos países, a festa tornou-se um acontecimento significativo e um período chave de vendas. A palavra "Natal" deriva do latim e significa nascer. De "nātālis" evoluiram também "natale" do italiano, "noël" do francês, "nadal" do catalão e "navidad" do castelhano, já a palavra "Christmas" do inglês evoluiu de "Christes maesse" que quer dizer missa de Cristo.
De acordo com o almanaque romano, a festa já era celebrada em Roma no ano 336 d.C.. No século IV, as igrejas ocidentais passaram a adotar o dia 25 de dezembro para o Natal e o dia 6 de janeiro para Epifania (que significa "manifestação"). Nesse dia comemora-se a visita dos Magos. Segundo alguns historiadores a data de 25 de dezembro não é a data real do nascimento de Jesus. A Igreja entendeu que devia cristianizar as festividades pagãs que os vários povos celebravam por altura do solstício de Inverno e o dia 25 de dezembro foi adotado para que a data coincidisse com a festividade romana dedicada ao "nascimento do deus sol invencível", que comemorava o solstício de inverno. No mundo romano, a "Saturnália", festividade em honra ao deus Saturno, era comemorada de 17 a 22 de dezembro; era um período de alegria e troca de presentes. O dia 25 de dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus persa "Mitra, o Sol da Virtude".
Há muito tempo se sabe que o Natal tem raízes pagãs. Por causa de sua origem não-bíblica. A Bíblia diz que os pastores estavam nos campos a cuidar das ovelhas na noite em que Jesus Cristo nasceu. O mês judaico de Kislev, correspondente aproximadamente à segunda metade de novembro e primeira metade de dezembro no calendário gregoriano era um mês frio e chuvoso. Sendo assim, não era um mês propício para os pastores irem para os campos. O nascimento de Jesus deu-se por volta de dois anos antes da morte do Rei Herodes, denominado "o Grande", ou seja, considerando que este morreu em 4 AEC, então Jesus só pode ter nascido em 6 AEC. Segundo a Bíblia, antes de morrer, Herodes mandou matar os meninos de Belém até aos 2 anos, de acordo com o tempo que apareceu a "estrela" aos magos. (Mateus 2:1, 16-19 - Era seu desejo livrar-se de um possível novo "rei dos judeus"). 
Ainda, segundo a Bíblia, antes do nascimento de Jesus, o imperador Octávio César Augusto decretou que todos os habitantes do Império se fossem recensear, cada um à sua cidade natal. Isso obrigou José a viajar de Nazaré (na Galileia) até Belém (na Judeia), a fim de se registar-se com Maria, sua esposa. A viagem de Nazaré a Belém distância de uns 150 km e deveria ter sido muito cansativa para Maria que estava em adiantado estado de gravidez. Enquanto estavam em Belém, Maria teve o seu filho primogénito. Envolveu-o em faixas de panos e o deitou numa manjedoura, porque não havia lugar disponível para eles nos vários locais de alojamento. Maria necessitava de um local tranquilo e isolado para o parto. Os pastores estariam nos campos com os seus rebanhos, os rebanhos saíam para os campos em Março e recolhiam nos princípios de Novembro. Não há nenhuma informação fidedigna que prove que havia animais junto do recém-nascido Jesus. 
Após o nascimento de Jesus em Belém, ainda governava a Judeia o Rei Herodes, chegaram "do Oriente a Jerusalém uns magos guiados por uma estrela" que anunciou o nascimento de Jesus e levou os "Três Reis Magos" ao local onde este se encontrava. A natureza real da "Estrela de Belém" é alvo de discussão entre os biblistas. Os "magos" que vinham do Leste de Jerusalém, não eram reis. Julga-se que terá sido Tertuliano de Cartago, que no início do 3.º Século terá escrito que os Magos do Oriente eram reis. O motivo parece advir de algumas referências do Antigo Testamento, como é o caso do Salmo 68:29: "Por amor do Teu Templo em Jerusalém, os reis te trarão presentes." Em vez disso, os "magos" eram sacerdotes astrólogos, considerados "Sábios", e por isso, conselheiros de reis. Podiam ter vindo da Babilónia, mas não podemos descartar a Pérsia (Irão). São Justino, no 2.º Século, considera que os Magos vieram da Arábia. Quantos eram e os seus nomes, não foram revelados nos Evangelhos canónicos. Os nomes de "Gaspar", "Melchior" e "Baltazar" constam dos Evangelhos Apócrifos. Deduz-se terem sido 3 magos, em vista dos 3 tipos de presentes e não existe qualquer referência em que animais os Magos vieram montados.
Existem muitas versões sobre a procedência da árvore de Natal, a maioria delas indicando a Alemanha como país de origem, uma das mais populares atribui a novidade ao padre Martinho Lutero (1483-1546), autor da Reforma Protestante do século XVI. Olhando para o céu através de uns pinheiros que cercavam a trilha, viu-o intensamente estrelado parecendo-lhe um colar de diamantes encimando a copa das árvores. Tomado pela beleza daquilo, decidiu arrancar um galho para levar para casa. Quando lá chegou, entusiasmado, colocou o pequeno pinheiro num vaso com terra, chamou a esposa e os filhos, decorou-o com pequenas velas acesas afincadas nas pontas dos ramos. Decorou-o com papéis de várias cores, afastando-se para ver melhor, ficaram pasmos ao verem aquela árvore iluminada a quem parecia terem dado vida. Nascia assim a árvore de Natal.
Na Roma Antiga, os Romanos penduravam máscaras de Baco em pinheiros para comemorar uma festa chamada de "Saturnália", que coincidia com o nosso Natal. As canções natalinas são símbolos do Natal e as letras retratam as tradições das comemorações, o nascimento de Jesus, a paz, a fraternidade, o amor, os valores cristãos. 
As esculturas e quadros que enfeitavam os templos para ensinar os fiéis, além das representações teatrais semilitúrgicas que aconteciam durante a Missa de Natal serviram de inspiração para que se criasse o presépio. A tradição católica diz que o presépio surgiu em 1223, quando São Francisco de Assis quis celebrar o Natal de um modo o mais realista possível e, com a permissão do Papa, montou um presépio de palha, com uma imagem do Menino Jesus, da Virgem Maria e de José, juntamente com um boi e um jumento vivos e vários outros animais. Nesse cenário, foi celebrada a Missa de Natal.
O sucesso dessa representação do Presépio foi tanta que rapidamente se estendeu por toda a Itália. Logo se introduziu nas casas nobres européias e de lá foi descendo até as classes mais pobres. Em Espanha, a tradição chegou pela mão do Rei Carlos III, que a importou de Nápoles no século XVIII, a França só chegou no início do século XX. Em todas as religiões cristãs, é consensual que o Presépio é o único símbolo do Natal de Jesus verdadeiramente inspirado nos Evangelhos.
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Vasco da Gama nasceu em 1460 ou 1469 e morreu em Cochim, na Índia a 24 de Dezembro de 1524. Na Era dos Descobrimentos, destacou-se por ter sido o comandante dos primeiros navios a navegar directamente da Europa para a Índia, na mais longa viagem oceânica até então realizada. No fim da vida foi governador da Índia portuguesa com o título de vice-rei.
Vasco da Gama nasceu em Sines, na costa sudoeste de Portugal,  naquele tempo Sines, um dos poucos portos da costa alentejana, era então uma pequena povoação de casas habitadas por pescadores. Vasco da Gama era filho de Estêvão da Gama, que em 1460 era cavaleiro da casa de D.Fernando de Portugal, Duque de Viseu. D. Fernando nomeara-o alcaide-mor de Sines e permitira-lhe receber uma pequena receita de impostos sobre a fabricação de sabão em Estremoz. Estêvão da Gama era casado com Dona Isabel Sodré, filha de João Sodré que era de ascendência Inglesa, tinha ligações à casa do príncipe Diogo, Duque de Viseu, filho do rei D.Duarte I de Portugal e governador da Ordem Militar de Cristo.
Pouco se sabe do início da vida de Vasco da Gama.
Desde o início do século XV, impulsionados pelo Infante D. Henrique, os portugueses vinham aprofundando o conhecimento sobre o litoral Africano. A partir da década de 1460, a meta tornara-se conseguir contornar a extremidade sul do continente africano para assim aceder às riquezas da Índia(pimenta preta e outras especiarias) estabelecendo uma rota marítima de confiança. A República de Veneza dominava grande parte das rotas comerciais entre a Europa e a Ásia, e desde 1453 a tomada de Constantinopla pelos otomanos limitara o comércio e aumentara os custos. Portugal pretendia usar a rota iniciada por Bartolomeu Dias para quebrar o monopólio do comércio mediterrânico.
Quando Vasco da Gama tinha cerca de dez anos, esses planos de longo prazo estavam perto de ser concretizados: Bartolomeu Dias tinha retornado de dobrar o "Cabo da Boa Esperança", depois de explorar o "Rio do Infante" (na actual África do Sul) e após ter verificado que a costa desconhecida se estendia para o nordeste. Em simultâneo foram feitas explorações por terra durante o reinado de D. João II de Portugal, suportando a teoria de que a Índia era acessível por mar a partir do Oceano Atlântico. Pêro da Covilhã e Afonso de Paiva foram enviados via Barcelona, Nápoles e Rodes até Alexandria, porta para Aden, Ormuz e Índia.
Faltava apenas um navegador comprovar a ligação entre os achados de Bartolomeu Dias e os de Pêro da Covilhã e Afonso de Paiva, para inaugurar uma rota de comércio potencialmente lucrativa para o Oceano Índico. A tarefa fora inicialmente atribuída por D. João II a Estevão da Gama, pai de Vasco da Gama. Contudo, dada a sua morte o comando da expedição foi delegado pelo novo rei D. Manuel I de Portugal a Vasco da Gama.
Manuel I de Portugal confiou assim a Vasco da Gama o cargo de capitão-mor da frota que em 1497, zarpou de Belém em demanda da Índia. Era uma expedição essencialmente exploratória que levava cartas do rei D. Manuel I para os reinos a visitar e padrões para colocar. O único testemunho presencial da viagem consta num diário de bordo anónimo, atribuído a Álvaro Velho.
A expedição contava com cerca de duzentos homens, entre marinheiros, soldados e religiosos, distribuídos por quatro embarcações, "São Gabriel" comandada pelo próprio Vasco da Gama, "São Rafael" comandada por Paulo da Gama, seu irmão e ainda "Bérrio" sob o comando de Nicolau Coelho e "São Miguel" sob o comando de Gonçalo Nunes. A expedição partiu de Lisboa seguindo ao longo da costa de África, através de Tenerife e do Arquipélago de Cabo Verde. Após atingir a costa da Serra Leoa, Vasco da Gama desviou para sul em mar aberto, cruzando a linha do Equador, em demanda dos ventos vindos do oeste do Atlântico Sul. Após mais de três meses, os navios tinham navegado mais de 6.000 quilómetros de mar aberto, a viagem mais longa até então realizada em alto mar. Em 1498 a armada chegou à costa de Moçambique.
Na costa do Quénia a expedição saqueou navios mercantes árabes. Os portugueses tornaram-se conhecidos como os primeiros europeus a visitar o porto de Mombaça, mas foram recebidos com hostilidade e logo partiram. Vasco da Gama seguiu para norte, desembarcando no porto de Melinde onde foi recebido pelo sultão. Poucos dias depois a frota alcançou Kappakadavu, próxima a Calecute, ficando estabelecida a Rota do Cabo e aberto o caminho marítimo dos Europeus para a Índia. 
Vasco da Gama iniciou a viagem de regresso, na viagem de ida, cruzar o Índico até à Índia com o auxílio dos ventos de monção demorara apenas 23 dias o regresso, navegando contra o vento, consumiu 132 dias, tendo as embarcações aportado em Melinde em 1499. Nesta viagem cerca de metade da tripulação sobrevivente pereceu, e muitos dos restantes foram severamente atingidos pelo escorbuto, por isso dos cerca de 200 homens que integravam a armada, só 55 regressaram a Portugal. Apenas duas das embarcações que partiram do Tejo conseguiram voltar a Portugal, chegando, respectivamente em Julho e Agosto de 1499. A caravela Bérrio, sendo a mais leve e rápida da frota, foi a primeira a regressar a Lisboa, onde aportou a 10 de Julho de 1499, sob o comando de Nicolau Coelho e tendo como piloto Pêro Escobar, que mais tarde acompanhariam a frota de Pedro Álvares Cabral na viagem em que se registrou o descobrimento do Brasil em 1500. Vasco da Gama chegou em Setembro de 1499, um mês depois dos seus companheiros, pois teve de sepultar o irmão mais velho Paulo da Gama, que adoecera e acabara por falecer na ilha Terceira, nos Açores. O seu regresso, foi recompensado, recebeu o título de "almirante-mor dos Mares das Índia", sendo-lhe concedida uma renda de trezentos mil réis anuais, que passaria para os filhos que tivesse. Recebeu ainda, conjuntamente com os irmãos, o título perpétuo de Dom e duas vilas, Sines e Vila Nova de Milfontes.
Em 1502, Vasco da Gama comandou uma nova expedição com uma frota de vinte navios de guerra, com o objetivo de fazer cumprir os interesses portugueses no oriente. Esta viagem ocorreu depois da segunda armada à Índia, comandada por Pedro Álvares Cabral em 1500, que ao desviar-se da rota descobrira o Brasil. Quando chegou à Índia, Cabral soube que os portugueses que haviam sido aí deixados por Vasco da Gama na primeira viagem para estabelecer um posto comercial haviam sido mortos. Após bombardear Calecute, rumou para o sul até Cochim, um pequeno reino rival, onde foi calorosamente recebido pelo Rajá, regressando à Europa com seda e ouro.
Vasco da Gama tomou e exigiu um tributo à ilha de Quíloa na África Oriental, um dos portos de domínio árabe que haviam combatido os portugueses, tornando-a tributária de Portugal. Com ouro trazido por Vasco da Gama foi mandada criar, pelo rei D. Manuel I para o Mosteiro dos Jerónimos, a Custódia de Belém.
Vasco da Gama fundou a colónia portuguesa de Cochim, na Índia, regressando a Portugal em 1503. Em 1519 foi feito primeiro Conde da Vidigueira. O rei D. Manuel I cede a Vasco da Gama, seus herdeiros e sucessores as vilas da Vidigueira e Vila de Frades, bem como todos os rendimentos e privilégios relacionados, sendo o primeiro Conde português sem sangue real. Tendo adquirido uma reputação de temível "solucionador" de problemas na Índia, Vasco da Gama foi enviado de novo para o subcontinente indiano em 1524. O objectivo era o de que ele substituisse o vice-rei Duarte de Meneses, cujo governo se revelava desastroso, mas Vasco da Gama contraiu malária pouco depois de chegar a Goa. Como governador e segundo vice-rei actuou com rigidez e conseguiu impor a ordem, mas veio a falecer na cidade de Cochim, na véspera de Natal em 1524.
Túmulo de Vasco da Gama no Mosteiro dos Jerónimos, Lisboa
Foi sepultado na Igreja de São Francisco (Cochim). Em 1539 os seus restos mortais foram transladados para Portugal, mais concretamente para a Igreja de um convento carmelita, conhecido como Quinta do Carmo próximo da vila alentejana da Vidigueira. Aqui estiveram até 1880, data em que ocorreu a trasladação para o Mosteiro dos Jerónimos, que foram construídos logo após a sua viagem, com os primeiros lucros do comércio de especiarias, ficando ao lado do túmulo de Luís Vaz de Camões. Há quem defenda, porém, que os ossos de Vasco da Gama ainda se encontram na vila alentejana. 
Da sua esposa, D. Catarina de Ataíde, Vasco da Gama teve sete filhos. Alguns acompanharam-no e vieram a desempenhar importantes cargos no Oriente: Francisco, segundo Conde da Vidigueira; Estêvão, 11ºgovernador da Índia; Paulo; Cristóvão, um mártir na Etiópia; Pedro, Isabel de Ataíde e Álvaro da Gama, Capitão de Malaca.

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Vasco da Gama nasceu em 1460 ou 1469 e morreu em Cochim, na Índia a 24 de Dezembro de 1524. Na Era dos Descobrimentos, destacou-se por ter sido o comandante dos primeiros navios a navegar directamente da Europa para a Índia, na mais longa viagem oceânica até então realizada. No fim da vida foi governador da Índia portuguesa com o título de vice-rei.
Vasco da Gama nasceu em Sines, na costa sudoeste de Portugal,  naquele tempo Sines, um dos poucos portos da costa alentejana, era então uma pequena povoação de casas habitadas por pescadores. Vasco da Gama era filho de Estêvão da Gama, que em 1460 era cavaleiro da casa de D.Fernando de Portugal, Duque de Viseu. D. Fernando nomeara-o alcaide-mor de Sines e permitira-lhe receber uma pequena receita de impostos sobre a fabricação de sabão em Estremoz. Estêvão da Gama era casado com Dona Isabel Sodré, filha de João Sodré que era de ascendência Inglesa, tinha ligações à casa do príncipe Diogo, Duque de Viseu, filho do rei D.Duarte I de Portugal e governador da Ordem Militar de Cristo.
Pouco se sabe do início da vida de Vasco da Gama.
Desde o início do século XV, impulsionados pelo Infante D. Henrique, os portugueses vinham aprofundando o conhecimento sobre o litoral Africano. A partir da década de 1460, a meta tornara-se conseguir contornar a extremidade sul do continente africano para assim aceder às riquezas da Índia(pimenta preta e outras especiarias) estabelecendo uma rota marítima de confiança. A República de Veneza dominava grande parte das rotas comerciais entre a Europa e a Ásia, e desde 1453 a tomada de Constantinopla pelos otomanos limitara o comércio e aumentara os custos. Portugal pretendia usar a rota iniciada por Bartolomeu Dias para quebrar o monopólio do comércio mediterrânico.
Quando Vasco da Gama tinha cerca de dez anos, esses planos de longo prazo estavam perto de ser concretizados: Bartolomeu Dias tinha retornado de dobrar o "Cabo da Boa Esperança", depois de explorar o "Rio do Infante" (na actual África do Sul) e após ter verificado que a costa desconhecida se estendia para o nordeste. Em simultâneo foram feitas explorações por terra durante o reinado de D. João II de Portugal, suportando a teoria de que a Índia era acessível por mar a partir do Oceano Atlântico. Pêro da Covilhã e Afonso de Paiva foram enviados via Barcelona, Nápoles e Rodes até Alexandria, porta para Aden, Ormuz e Índia.
Faltava apenas um navegador comprovar a ligação entre os achados de Bartolomeu Dias e os de Pêro da Covilhã e Afonso de Paiva, para inaugurar uma rota de comércio potencialmente lucrativa para o Oceano Índico. A tarefa fora inicialmente atribuída por D. João II a Estevão da Gama, pai de Vasco da Gama. Contudo, dada a sua morte o comando da expedição foi delegado pelo novo rei D. Manuel I de Portugal a Vasco da Gama.
Manuel I de Portugal confiou assim a Vasco da Gama o cargo de capitão-mor da frota que em 1497, zarpou de Belém em demanda da Índia. Era uma expedição essencialmente exploratória que levava cartas do rei D. Manuel I para os reinos a visitar e padrões para colocar. O único testemunho presencial da viagem consta num diário de bordo anónimo, atribuído a Álvaro Velho.
A expedição contava com cerca de duzentos homens, entre marinheiros, soldados e religiosos, distribuídos por quatro embarcações, "São Gabriel" comandada pelo próprio Vasco da Gama, "São Rafael" comandada por Paulo da Gama, seu irmão e ainda "Bérrio" sob o comando de Nicolau Coelho e "São Miguel" sob o comando de Gonçalo Nunes. A expedição partiu de Lisboa seguindo ao longo da costa de África, através de Tenerife e do Arquipélago de Cabo Verde. Após atingir a costa da Serra Leoa, Vasco da Gama desviou para sul em mar aberto, cruzando a linha do Equador, em demanda dos ventos vindos do oeste do Atlântico Sul. Após mais de três meses, os navios tinham navegado mais de 6.000 quilómetros de mar aberto, a viagem mais longa até então realizada em alto mar. Em 1498 a armada chegou à costa de Moçambique.
Na costa do Quénia a expedição saqueou navios mercantes árabes. Os portugueses tornaram-se conhecidos como os primeiros europeus a visitar o porto de Mombaça, mas foram recebidos com hostilidade e logo partiram. Vasco da Gama seguiu para norte, desembarcando no porto de Melinde onde foi recebido pelo sultão. Poucos dias depois a frota alcançou Kappakadavu, próxima a Calecute, ficando estabelecida a Rota do Cabo e aberto o caminho marítimo dos Europeus para a Índia. 
Vasco da Gama iniciou a viagem de regresso, na viagem de ida, cruzar o Índico até à Índia com o auxílio dos ventos de monção demorara apenas 23 dias o regresso, navegando contra o vento, consumiu 132 dias, tendo as embarcações aportado em Melinde em 1499. Nesta viagem cerca de metade da tripulação sobrevivente pereceu, e muitos dos restantes foram severamente atingidos pelo escorbuto, por isso dos cerca de 200 homens que integravam a armada, só 55 regressaram a Portugal. Apenas duas das embarcações que partiram do Tejo conseguiram voltar a Portugal, chegando, respectivamente em Julho e Agosto de 1499. A caravela Bérrio, sendo a mais leve e rápida da frota, foi a primeira a regressar a Lisboa, onde aportou a 10 de Julho de 1499, sob o comando de Nicolau Coelho e tendo como piloto Pêro Escobar, que mais tarde acompanhariam a frota de Pedro Álvares Cabral na viagem em que se registrou o descobrimento do Brasil em 1500. Vasco da Gama chegou em Setembro de 1499, um mês depois dos seus companheiros, pois teve de sepultar o irmão mais velho Paulo da Gama, que adoecera e acabara por falecer na ilha Terceira, nos Açores. O seu regresso, foi recompensado, recebeu o título de "almirante-mor dos Mares das Índia", sendo-lhe concedida uma renda de trezentos mil réis anuais, que passaria para os filhos que tivesse. Recebeu ainda, conjuntamente com os irmãos, o título perpétuo de Dom e duas vilas, Sines e Vila Nova de Milfontes.
Em 1502, Vasco da Gama comandou uma nova expedição com uma frota de vinte navios de guerra, com o objetivo de fazer cumprir os interesses portugueses no oriente. Esta viagem ocorreu depois da segunda armada à Índia, comandada por Pedro Álvares Cabral em 1500, que ao desviar-se da rota descobrira o Brasil. Quando chegou à Índia, Cabral soube que os portugueses que haviam sido aí deixados por Vasco da Gama na primeira viagem para estabelecer um posto comercial haviam sido mortos. Após bombardear Calecute, rumou para o sul até Cochim, um pequeno reino rival, onde foi calorosamente recebido pelo Rajá, regressando à Europa com seda e ouro.
Vasco da Gama tomou e exigiu um tributo à ilha de Quíloa na África Oriental, um dos portos de domínio árabe que haviam combatido os portugueses, tornando-a tributária de Portugal. Com ouro trazido por Vasco da Gama foi mandada criar, pelo rei D. Manuel I para o Mosteiro dos Jerónimos, a Custódia de Belém.
Vasco da Gama fundou a colónia portuguesa de Cochim, na Índia, regressando a Portugal em 1503. Em 1519 foi feito primeiro Conde da Vidigueira. O rei D. Manuel I cede a Vasco da Gama, seus herdeiros e sucessores as vilas da Vidigueira e Vila de Frades, bem como todos os rendimentos e privilégios relacionados, sendo o primeiro Conde português sem sangue real. Tendo adquirido uma reputação de temível "solucionador" de problemas na Índia, Vasco da Gama foi enviado de novo para o subcontinente indiano em 1524. O objectivo era o de que ele substituisse o vice-rei Duarte de Meneses, cujo governo se revelava desastroso, mas Vasco da Gama contraiu malária pouco depois de chegar a Goa. Como governador e segundo vice-rei actuou com rigidez e conseguiu impor a ordem, mas veio a falecer na cidade de Cochim, na véspera de Natal em 1524.
Túmulo de Vasco da Gama no Mosteiro dos Jerónimos, Lisboa
Foi sepultado na Igreja de São Francisco (Cochim). Em 1539 os seus restos mortais foram transladados para Portugal, mais concretamente para a Igreja de um convento carmelita, conhecido como Quinta do Carmo próximo da vila alentejana da Vidigueira. Aqui estiveram até 1880, data em que ocorreu a trasladação para o Mosteiro dos Jerónimos, que foram construídos logo após a sua viagem, com os primeiros lucros do comércio de especiarias, ficando ao lado do túmulo de Luís Vaz de Camões. Há quem defenda, porém, que os ossos de Vasco da Gama ainda se encontram na vila alentejana. 
Da sua esposa, D. Catarina de Ataíde, Vasco da Gama teve sete filhos. Alguns acompanharam-no e vieram a desempenhar importantes cargos no Oriente: Francisco, segundo Conde da Vidigueira; Estêvão, 11ºgovernador da Índia; Paulo; Cristóvão, um mártir na Etiópia; Pedro, Isabel de Ataíde e Álvaro da Gama, Capitão de Malaca.

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Vasco da Gama nasceu em 1460 ou 1469 e morreu em Cochim, na Índia a 24 de Dezembro de 1524. Na Era dos Descobrimentos, destacou-se por ter sido o comandante dos primeiros navios a navegar directamente da Europa para a Índia, na mais longa viagem oceânica até então realizada. No fim da vida foi governador da Índia portuguesa com o título de vice-rei.
Vasco da Gama nasceu em Sines, na costa sudoeste de Portugal,  naquele tempo Sines, um dos poucos portos da costa alentejana, era então uma pequena povoação de casas habitadas por pescadores. Vasco da Gama era filho de Estêvão da Gama, que em 1460 era cavaleiro da casa de D.Fernando de Portugal, Duque de Viseu. D. Fernando nomeara-o alcaide-mor de Sines e permitira-lhe receber uma pequena receita de impostos sobre a fabricação de sabão em Estremoz. Estêvão da Gama era casado com Dona Isabel Sodré, filha de João Sodré que era de ascendência Inglesa, tinha ligações à casa do príncipe Diogo, Duque de Viseu, filho do rei D.Duarte I de Portugal e governador da Ordem Militar de Cristo.
Pouco se sabe do início da vida de Vasco da Gama.
Desde o início do século XV, impulsionados pelo Infante D. Henrique, os portugueses vinham aprofundando o conhecimento sobre o litoral Africano. A partir da década de 1460, a meta tornara-se conseguir contornar a extremidade sul do continente africano para assim aceder às riquezas da Índia(pimenta preta e outras especiarias) estabelecendo uma rota marítima de confiança. A República de Veneza dominava grande parte das rotas comerciais entre a Europa e a Ásia, e desde 1453 a tomada de Constantinopla pelos otomanos limitara o comércio e aumentara os custos. Portugal pretendia usar a rota iniciada por Bartolomeu Dias para quebrar o monopólio do comércio mediterrânico.
Quando Vasco da Gama tinha cerca de dez anos, esses planos de longo prazo estavam perto de ser concretizados: Bartolomeu Dias tinha retornado de dobrar o "Cabo da Boa Esperança", depois de explorar o "Rio do Infante" (na actual África do Sul) e após ter verificado que a costa desconhecida se estendia para o nordeste. Em simultâneo foram feitas explorações por terra durante o reinado de D. João II de Portugal, suportando a teoria de que a Índia era acessível por mar a partir do Oceano Atlântico. Pêro da Covilhã e Afonso de Paiva foram enviados via Barcelona, Nápoles e Rodes até Alexandria, porta para Aden, Ormuz e Índia.
Faltava apenas um navegador comprovar a ligação entre os achados de Bartolomeu Dias e os de Pêro da Covilhã e Afonso de Paiva, para inaugurar uma rota de comércio potencialmente lucrativa para o Oceano Índico. A tarefa fora inicialmente atribuída por D. João II a Estevão da Gama, pai de Vasco da Gama. Contudo, dada a sua morte o comando da expedição foi delegado pelo novo rei D. Manuel I de Portugal a Vasco da Gama.
Manuel I de Portugal confiou assim a Vasco da Gama o cargo de capitão-mor da frota que em 1497, zarpou de Belém em demanda da Índia. Era uma expedição essencialmente exploratória que levava cartas do rei D. Manuel I para os reinos a visitar e padrões para colocar. O único testemunho presencial da viagem consta num diário de bordo anónimo, atribuído a Álvaro Velho.
A expedição contava com cerca de duzentos homens, entre marinheiros, soldados e religiosos, distribuídos por quatro embarcações, "São Gabriel" comandada pelo próprio Vasco da Gama, "São Rafael" comandada por Paulo da Gama, seu irmão e ainda "Bérrio" sob o comando de Nicolau Coelho e "São Miguel" sob o comando de Gonçalo Nunes. A expedição partiu de Lisboa seguindo ao longo da costa de África, através de Tenerife e do Arquipélago de Cabo Verde. Após atingir a costa da Serra Leoa, Vasco da Gama desviou para sul em mar aberto, cruzando a linha do Equador, em demanda dos ventos vindos do oeste do Atlântico Sul. Após mais de três meses, os navios tinham navegado mais de 6.000 quilómetros de mar aberto, a viagem mais longa até então realizada em alto mar. Em 1498 a armada chegou à costa de Moçambique.
Na costa do Quénia a expedição saqueou navios mercantes árabes. Os portugueses tornaram-se conhecidos como os primeiros europeus a visitar o porto de Mombaça, mas foram recebidos com hostilidade e logo partiram. Vasco da Gama seguiu para norte, desembarcando no porto de Melinde onde foi recebido pelo sultão. Poucos dias depois a frota alcançou Kappakadavu, próxima a Calecute, ficando estabelecida a Rota do Cabo e aberto o caminho marítimo dos Europeus para a Índia. 
Vasco da Gama iniciou a viagem de regresso, na viagem de ida, cruzar o Índico até à Índia com o auxílio dos ventos de monção demorara apenas 23 dias o regresso, navegando contra o vento, consumiu 132 dias, tendo as embarcações aportado em Melinde em 1499. Nesta viagem cerca de metade da tripulação sobrevivente pereceu, e muitos dos restantes foram severamente atingidos pelo escorbuto, por isso dos cerca de 200 homens que integravam a armada, só 55 regressaram a Portugal. Apenas duas das embarcações que partiram do Tejo conseguiram voltar a Portugal, chegando, respectivamente em Julho e Agosto de 1499. A caravela Bérrio, sendo a mais leve e rápida da frota, foi a primeira a regressar a Lisboa, onde aportou a 10 de Julho de 1499, sob o comando de Nicolau Coelho e tendo como piloto Pêro Escobar, que mais tarde acompanhariam a frota de Pedro Álvares Cabral na viagem em que se registrou o descobrimento do Brasil em 1500. Vasco da Gama chegou em Setembro de 1499, um mês depois dos seus companheiros, pois teve de sepultar o irmão mais velho Paulo da Gama, que adoecera e acabara por falecer na ilha Terceira, nos Açores. O seu regresso, foi recompensado, recebeu o título de "almirante-mor dos Mares das Índia", sendo-lhe concedida uma renda de trezentos mil réis anuais, que passaria para os filhos que tivesse. Recebeu ainda, conjuntamente com os irmãos, o título perpétuo de Dom e duas vilas, Sines e Vila Nova de Milfontes.
Em 1502, Vasco da Gama comandou uma nova expedição com uma frota de vinte navios de guerra, com o objetivo de fazer cumprir os interesses portugueses no oriente. Esta viagem ocorreu depois da segunda armada à Índia, comandada por Pedro Álvares Cabral em 1500, que ao desviar-se da rota descobrira o Brasil. Quando chegou à Índia, Cabral soube que os portugueses que haviam sido aí deixados por Vasco da Gama na primeira viagem para estabelecer um posto comercial haviam sido mortos. Após bombardear Calecute, rumou para o sul até Cochim, um pequeno reino rival, onde foi calorosamente recebido pelo Rajá, regressando à Europa com seda e ouro.
Vasco da Gama tomou e exigiu um tributo à ilha de Quíloa na África Oriental, um dos portos de domínio árabe que haviam combatido os portugueses, tornando-a tributária de Portugal. Com ouro trazido por Vasco da Gama foi mandada criar, pelo rei D. Manuel I para o Mosteiro dos Jerónimos, a Custódia de Belém.
Vasco da Gama fundou a colónia portuguesa de Cochim, na Índia, regressando a Portugal em 1503. Em 1519 foi feito primeiro Conde da Vidigueira. O rei D. Manuel I cede a Vasco da Gama, seus herdeiros e sucessores as vilas da Vidigueira e Vila de Frades, bem como todos os rendimentos e privilégios relacionados, sendo o primeiro Conde português sem sangue real. Tendo adquirido uma reputação de temível "solucionador" de problemas na Índia, Vasco da Gama foi enviado de novo para o subcontinente indiano em 1524. O objectivo era o de que ele substituisse o vice-rei Duarte de Meneses, cujo governo se revelava desastroso, mas Vasco da Gama contraiu malária pouco depois de chegar a Goa. Como governador e segundo vice-rei actuou com rigidez e conseguiu impor a ordem, mas veio a falecer na cidade de Cochim, na véspera de Natal em 1524.
Túmulo de Vasco da Gama no Mosteiro dos Jerónimos, Lisboa
Foi sepultado na Igreja de São Francisco (Cochim). Em 1539 os seus restos mortais foram transladados para Portugal, mais concretamente para a Igreja de um convento carmelita, conhecido como Quinta do Carmo próximo da vila alentejana da Vidigueira. Aqui estiveram até 1880, data em que ocorreu a trasladação para o Mosteiro dos Jerónimos, que foram construídos logo após a sua viagem, com os primeiros lucros do comércio de especiarias, ficando ao lado do túmulo de Luís Vaz de Camões. Há quem defenda, porém, que os ossos de Vasco da Gama ainda se encontram na vila alentejana. 
Da sua esposa, D. Catarina de Ataíde, Vasco da Gama teve sete filhos. Alguns acompanharam-no e vieram a desempenhar importantes cargos no Oriente: Francisco, segundo Conde da Vidigueira; Estêvão, 11ºgovernador da Índia; Paulo; Cristóvão, um mártir na Etiópia; Pedro, Isabel de Ataíde e Álvaro da Gama, Capitão de Malaca.

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O Cristo da Paixão [COMPLETO]
O melhor video musical que já vi.
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O melhor video musical que já vi.
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Ana Mafalda da Veiga Marques dos Santos, mais conhecida como Mafalda Veiga nasceu em Lisboa a 24 de Dezembro de 1965 no seio de uma família de origem Alentejana. Com apenas 8 anos muda-se para Espanha, acompanhando os pais, onde permaneceu até o ano 1980. O pai oferece-lhe uma guitarra e com a ajuda do tio, Pedro da Veiga, guitarrista de fado, Mafalda encontra "solo fértil para as suas palavras" no instrumento, uma forma de canalizar a energia criativa da sua adolescência.
Mafalda Veiga estreia-se como autora em 1983, precisamente com o tema "Velho", com o qual em 1984 ganharia o Festival da Canção de Silves. No mesmo ano ingressa no curso de Línguas e Literaturas Modernas da Faculdade de Letras de Lisboa. Começa a gravar as suas primeiras maquetas, mas o curso universitário toma precedência sobre a carreira musical que ficaria adiada alguns anos. Em 1987 dá início á sua carreira discográfica com o álbum "Pássaros do Sul" onde temas como "Planície", "Restolho", "Sol de Março" ou "Nós", mostravam já o perfil da artista.
Em 1988 sai um novo álbum "Cantar", este disco tinha temas como "Por Outras Palavras", "Por Te Rever" ou "O Nome do Sal", entretanto Mafalda Veiga decide fazer uma pausa na carreira discográfica. Nos quatro anos seguintes viajou pelo país dando concertos, mas destaca-se principalmente deste período a participação especial naqueles que seriam os derradeiros concertos da banda Trovante.
Em 1992 regressou aos estúdios para gravar "Nada se Repete" contando com a participação especial de Luís Represas, o tema em dueto "Fragilidade" é um sucesso. 
Em 1996, surge o álbum "A Cor da Fogueira", deste álbum o maior sucesso foi a canção "O Lume".
Em 1999 é editado "Tatuagem", deste álbum, destacam-se os temas "Tatuagens", em dueto com Jorge Palma, "Cada Lugar Teu", "Um Pouco de Céu", "Uma Noite Para Comemorar" e ainda os temas "No Rasto do Sol" e "Gente Perdida".
Mafalda Veiga apresentou "Tatuagem" em três concertos esgotados no grande auditório do CCB e no Rivoli do Porto. Destes concertos resultou o álbum "Mafalda Veiga ao Vivo".

Em 1999 nasce o seu filho Tomás, fruto do seu casamento com o engenheiro António Cordovil.
No ano compôs quatro temas originais para a novela "Olhos de Água", transmitida pela TVI. Em 2002, o tema "No Rasto do Sol" é escolhido para integrar a banda sonora de uma novela da Rede Globo, intitulada Sabor da Paixão. Em 2003, Mafalda é convidada a deslocar-se ao Rio de Janeiro para participar em dois episódios da novela, interpretando ao vivo algumas das suas canções é tambem neste ano que surge o sétimo disco da carreira de Mafalda Veiga, "Na Alma e Na Pele", no Euro 2004, Mafalda fez a primeira parte do concerto de Suzanne Vega e a TV Globo voltou a integrar uma canção de Mafalda Veiga "Gente perdida", do disco "Tatuagem" na banda sonora de uma nova novela, Senhora do Destino. Em 2005, é editado o seu primeiro conto infantil "O carocho pirilampo que tinha medo de voar".
Em 2008 volta aos discos com o álbum "Chão". E em 2011 o seu regresso dá-se com "Zoom".

Discografia
Pássaros do Sul (1987), Cantar (1988), Nada se Repete (1992)
A Cor da Fogueira (1996), Tatuagem (1999), Ao Vivo (2000)
Na Alma e na Pele (2003), Coliseu, 5 Outubro (2004)
Lado a Lado, com João Pedro Pais (2007), Chão (2008).
PUBLICADO digitalblueradio às 12:51 | LINK DO POST
Ana Mafalda da Veiga Marques dos Santos, mais conhecida como Mafalda Veiga nasceu em Lisboa a 24 de Dezembro de 1965 no seio de uma família de origem Alentejana. Com apenas 8 anos muda-se para Espanha, acompanhando os pais, onde permaneceu até o ano 1980. O pai oferece-lhe uma guitarra e com a ajuda do tio, Pedro da Veiga, guitarrista de fado, Mafalda encontra "solo fértil para as suas palavras" no instrumento, uma forma de canalizar a energia criativa da sua adolescência.
Mafalda Veiga estreia-se como autora em 1983, precisamente com o tema "Velho", com o qual em 1984 ganharia o Festival da Canção de Silves. No mesmo ano ingressa no curso de Línguas e Literaturas Modernas da Faculdade de Letras de Lisboa. Começa a gravar as suas primeiras maquetas, mas o curso universitário toma precedência sobre a carreira musical que ficaria adiada alguns anos. Em 1987 dá início á sua carreira discográfica com o álbum "Pássaros do Sul" onde temas como "Planície", "Restolho", "Sol de Março" ou "Nós", mostravam já o perfil da artista.
Em 1988 sai um novo álbum "Cantar", este disco tinha temas como "Por Outras Palavras", "Por Te Rever" ou "O Nome do Sal", entretanto Mafalda Veiga decide fazer uma pausa na carreira discográfica. Nos quatro anos seguintes viajou pelo país dando concertos, mas destaca-se principalmente deste período a participação especial naqueles que seriam os derradeiros concertos da banda Trovante.
Em 1992 regressou aos estúdios para gravar "Nada se Repete" contando com a participação especial de Luís Represas, o tema em dueto "Fragilidade" é um sucesso. 
Em 1996, surge o álbum "A Cor da Fogueira", deste álbum o maior sucesso foi a canção "O Lume".
Em 1999 é editado "Tatuagem", deste álbum, destacam-se os temas "Tatuagens", em dueto com Jorge Palma, "Cada Lugar Teu", "Um Pouco de Céu", "Uma Noite Para Comemorar" e ainda os temas "No Rasto do Sol" e "Gente Perdida".
Mafalda Veiga apresentou "Tatuagem" em três concertos esgotados no grande auditório do CCB e no Rivoli do Porto. Destes concertos resultou o álbum "Mafalda Veiga ao Vivo".

Em 1999 nasce o seu filho Tomás, fruto do seu casamento com o engenheiro António Cordovil.
No ano compôs quatro temas originais para a novela "Olhos de Água", transmitida pela TVI. Em 2002, o tema "No Rasto do Sol" é escolhido para integrar a banda sonora de uma novela da Rede Globo, intitulada Sabor da Paixão. Em 2003, Mafalda é convidada a deslocar-se ao Rio de Janeiro para participar em dois episódios da novela, interpretando ao vivo algumas das suas canções é tambem neste ano que surge o sétimo disco da carreira de Mafalda Veiga, "Na Alma e Na Pele", no Euro 2004, Mafalda fez a primeira parte do concerto de Suzanne Vega e a TV Globo voltou a integrar uma canção de Mafalda Veiga "Gente perdida", do disco "Tatuagem" na banda sonora de uma nova novela, Senhora do Destino. Em 2005, é editado o seu primeiro conto infantil "O carocho pirilampo que tinha medo de voar".
Em 2008 volta aos discos com o álbum "Chão". E em 2011 o seu regresso dá-se com "Zoom".

Discografia
Pássaros do Sul (1987), Cantar (1988), Nada se Repete (1992)
A Cor da Fogueira (1996), Tatuagem (1999), Ao Vivo (2000)
Na Alma e na Pele (2003), Coliseu, 5 Outubro (2004)
Lado a Lado, com João Pedro Pais (2007), Chão (2008).
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Ana Mafalda da Veiga Marques dos Santos, mais conhecida como Mafalda Veiga nasceu em Lisboa a 24 de Dezembro de 1965 no seio de uma família de origem Alentejana. Com apenas 8 anos muda-se para Espanha, acompanhando os pais, onde permaneceu até o ano 1980. O pai oferece-lhe uma guitarra e com a ajuda do tio, Pedro da Veiga, guitarrista de fado, Mafalda encontra "solo fértil para as suas palavras" no instrumento, uma forma de canalizar a energia criativa da sua adolescência.
Mafalda Veiga estreia-se como autora em 1983, precisamente com o tema "Velho", com o qual em 1984 ganharia o Festival da Canção de Silves. No mesmo ano ingressa no curso de Línguas e Literaturas Modernas da Faculdade de Letras de Lisboa. Começa a gravar as suas primeiras maquetas, mas o curso universitário toma precedência sobre a carreira musical que ficaria adiada alguns anos. Em 1987 dá início á sua carreira discográfica com o álbum "Pássaros do Sul" onde temas como "Planície", "Restolho", "Sol de Março" ou "Nós", mostravam já o perfil da artista.
Em 1988 sai um novo álbum "Cantar", este disco tinha temas como "Por Outras Palavras", "Por Te Rever" ou "O Nome do Sal", entretanto Mafalda Veiga decide fazer uma pausa na carreira discográfica. Nos quatro anos seguintes viajou pelo país dando concertos, mas destaca-se principalmente deste período a participação especial naqueles que seriam os derradeiros concertos da banda Trovante.
Em 1992 regressou aos estúdios para gravar "Nada se Repete" contando com a participação especial de Luís Represas, o tema em dueto "Fragilidade" é um sucesso. 
Em 1996, surge o álbum "A Cor da Fogueira", deste álbum o maior sucesso foi a canção "O Lume".
Em 1999 é editado "Tatuagem", deste álbum, destacam-se os temas "Tatuagens", em dueto com Jorge Palma, "Cada Lugar Teu", "Um Pouco de Céu", "Uma Noite Para Comemorar" e ainda os temas "No Rasto do Sol" e "Gente Perdida".
Mafalda Veiga apresentou "Tatuagem" em três concertos esgotados no grande auditório do CCB e no Rivoli do Porto. Destes concertos resultou o álbum "Mafalda Veiga ao Vivo".

Em 1999 nasce o seu filho Tomás, fruto do seu casamento com o engenheiro António Cordovil.
No ano compôs quatro temas originais para a novela "Olhos de Água", transmitida pela TVI. Em 2002, o tema "No Rasto do Sol" é escolhido para integrar a banda sonora de uma novela da Rede Globo, intitulada Sabor da Paixão. Em 2003, Mafalda é convidada a deslocar-se ao Rio de Janeiro para participar em dois episódios da novela, interpretando ao vivo algumas das suas canções é tambem neste ano que surge o sétimo disco da carreira de Mafalda Veiga, "Na Alma e Na Pele", no Euro 2004, Mafalda fez a primeira parte do concerto de Suzanne Vega e a TV Globo voltou a integrar uma canção de Mafalda Veiga "Gente perdida", do disco "Tatuagem" na banda sonora de uma nova novela, Senhora do Destino. Em 2005, é editado o seu primeiro conto infantil "O carocho pirilampo que tinha medo de voar".
Em 2008 volta aos discos com o álbum "Chão". E em 2011 o seu regresso dá-se com "Zoom".

Discografia
Pássaros do Sul (1987), Cantar (1988), Nada se Repete (1992)
A Cor da Fogueira (1996), Tatuagem (1999), Ao Vivo (2000)
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Perfeito. Me sinto da mesma forma. Parece que desc...
acho que deve ser respeitada... http://www.goiasc...
vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
a discografia tem um ep com o titulo errado, onde ...
Armando Gama fomos contemporâneos no Salvador Corr...
A juventude nos leva a caminhos ruins , e procuram...
A primeira fotografia é da Praça Marquês de Pombal...
Eu gosto de ti Beto adorei cd foi muito bom ele é ...
GANHA MENSALMENTE COMO PRESIDENTE DA COMISSÃO EURO...
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