O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
Leonardo di Ser Piero da Vinci, ou simplesmente Leonardo da Vinci, nasceu em Anchiano a 15 de abril de 1452 e morreu em Amboise a 2 de maio de 1519. A sua curiosidade insaciável era igualada apenas pela sua capacidade de invenção. 

Nascido como filho ilegítimo de um notário e de uma camponesa, na região da Florença e passou os seus últimos dias em França, numa casa que lhe foi presenteada pelo rei Francisco I. Leonardo era conhecido principalmente como pintor. Duas das suas obras, "Mona Lisa" e "A Última Ceia", estão entre as pinturas mais famosas. 
  "Mona Lisa"
  "A Última Ceia"

Cerca de quinze das suas pinturas sobreviveram até aos dias de hoje; estas poucas obras, juntamente com os seus cadernos de anotações - que contêm desenhos, diagramas científicos, e pensamentos - formam uma contribuição às futuras gerações.

Leonardo concebeu ideias muito à frente do seu tempo, como um protótipo de helicóptero, um tanque de guerra, o uso da energia solar, uma calculadora, o casco duplo nas embarcações, e uma teoria rudimentar das placas tectônicas. Como cientista, foi responsável por um grande avanço do conhecimento nos campos da anatomia, da engenharia civil, da óptica e da hidrodinâmica.

Leonardo da Vinci é considerado por vários o maior gênio da história, devido á sua multiplicidade de talentos.

Estátua de Leonardo da Vinci na Galleria degli Uffizi


Possível casa de infância de Leonardo, em Anchiano

Leonardo nasceu a 15 de abril de 1452, no vilarejo de Anchiano, Toscana, situada no vale do rio Arno, território dominado à época por Florença. Era filho ilegítimo de Messer Piero Fruosino di Antonio da Vinci, um notário florentino, e Caterina, uma camponesa que pode ter sido uma escrava oriunda do Médio Oriente. Pouco se sabe da sua infância, segundo consta depois do casamento da sua mãe com um lavrador, mudou-se para a casa da família do seu pai então casado com uma jovem de dezesseis anos. 

"O Batismo de Cristo"   

Em 1469, com dezessete anos, Leonardo passou a ser aprendiz de um dos mais bem-sucedidos artistas de seu tempo, Andrea di Cione, conhecido como Verrocchio (Olho verdadeiro). Em 1472, com vinte anos de idade, Leonardo qualificou-se para o cargo de mestre na "Guilda de São Lucas", uma guilda de artistas e doutores em medicina. Aos poucos, as pessoas da corte passam a fazer encomendas diretamente a Leonardo. 

Em 1476, Leonardo da Vinci, juntamente com mais três alunos do ateliê de Verrocchio, foram acusados de sodomia; segundo a acusação Leonardo, teria tido relações homossexuais com um jovem de 17 anos, um prostituto. Diante, no entanto, da falta de provas concretas que confirmassem semelhante acusação, Leonardo foi absolvido. A partir desta data até 1478 não existem registros nem de obras suas nem do seu paradeiro. Entretanto foi-lhe encomendada a pintura de um retábulo para a Capela de São Bernardo, e a "Adoração dos Magos", em 1481, para os monges de San Donato a Scopeto. Leonardo continuou a trabalhar em Milão, entre 1482 e 1499. Recebeu a encomenda para pintar a "Virgem dos Rochedos" para a Confraria da Imaculada Conceição, e "A Última Ceia" para o mosteiro de Santa Maria delle Grazie. Enquanto vivia em Milão, entre 1493 e 1495, Leonardo listou uma mulher, chamada Caterina, entre os seus dependentes, nas suas declarações de imposto de renda. Quando ela morreu, em 1495, a lista dos gastos com o funeral sugere que pode ter sido a sua mãe.
No início da Segunda Guerra Italiana, em 1499, as tropas francesas de Luís XII sucessor de Carlos VIII, invadiram o país, Leonardo abandonou Milão e fugiu para Veneza, passando por Mântua. Em Florença, foi recebido pelos monges servitas do mosteiro de Santissima Annunziata, onde tinha à sua disposição um ateliê. Foi ali que criou o desenho da "Virgem, o Menino, Sant'Ana e São João Batista", uma obra que conquistou tanta admiração que homens e mulheres, jovens e velhos vinham vê-la. Em 1502 Leonardo passou a trabalhar para César Bórgia, filho do Papa Alexandre VI, atuando como arquiteto e engenheiro militar, e viajando por toda a Itália; é nessa viagem que conhece Nicolau Maquiavel. Retornou a Florença em 1503, onde recebeu a encomenda de um retrato: a "Mona Lisa". Em 1506 retornou a Milão. 
 O seu pai morreu em 1504, e como resultado Leonardo teve de voltar a Florença para resolver com os seus irmãos os problemas decorrentes da herança e das propriedades paternas. No regresso a Milão passou a viver na sua própria casa. Após mercenários suíços expulsarem os franceses em 1512, Massimiliano Sforza, ascende ao poder. 
"Clos Lucé", em França, onde Leonardo viveu os seus últimos anos de vida, até morrer em 1519

De 1513 a 1516 Leonardo passou a maior parte do seu tempo a viver no Belvedere, no Vaticano, em Roma. Em 1515, Francisco I de França reconquistou Milão; Foi de Francisco que Leonardo recebeu a encomenda de construir um leão mecânico, que pudesse caminhar para a frente, e abrir o peito, revelando um ramalhete de lírios. Em 1516 passou a trabalhar ao serviço de Francisco, e foi-lhe concedido o solar de "Clos Lucé", próximo à residência do rei, no Castelo de Amboise. Foi aqui que ele passou os três últimos anos da sua vida, acompanhado pelo seu amigo e aprendiz, o conde Francesco Melzi, e sustentado por uma pensão. Leonardo morreu em "Clos Lucé" a 2 de maio de 1519. 

A Morte de Leonardo da Vinci por Ingres (1818)

Leonardo foi enterrado na Capela de Saint-Hubert, no Castelo de Amboise. No seu testamento Leonardo deixou a Melzi além de todo o dinheiro, todos os seus cadernos, ferramentas, a sua biblioteca e os seus objetos pessoais, mas também se lembrou do seu antigo pupilo e companheiro, Salai, e do seu criado, cada um recebeu uma metade das vinhas de Leonardo, os seus irmãos também receberam terras, e a sua criada recebeu um manto negro com bordas de pele.
Pequena Madona e o Menino de Verrocchio, 1470


Peça central de O Retábulo de Portinari, de Hugo van der Goes, feito para uma família florentina
Embora costumem ser agrupados como os três gigantes do Alto Renascimento, Leonardo, Michelangelo e Rafael não pertenceram à mesma geração. Leonardo tinha vinte e três anos quando Michelangelo nasceu, e trinta e um no nascimento de Rafael, este último teve uma vida curta, morrendo em 1520, um ano após a morte de Leonardo; já Michelangelo continuou a criar por mais 45 anos.
Além das suas amizades, Leonardo mantinha a sua vida privada em segredo. A sua sexualidade foi alvo frequente de estudos, análises e especulações. A "Mona Lisa",também conhecida como "La Gioconda", exposta no museu do Louvre, em Paris, é provávelmente o quadro mais conhecido do mundo.


A Anunciação de Fra Angelico 1437-1446 
 A Anunciação de Leonardo da Vinci 1472-1475

 A Virgem dos Rochedos Versão do Louvre (Primeira Versão) 1483-1486 
A Virgem dos Rochedos Versão de Londres (Segunda Versão) 1495-1508


Monumento dedicado a Leonardo da Vinci e seus pupilos na Piazza della Scala em Milão, 
obra de Pietro Magni
PUBLICADO digitalblueradio às 11:44 | LINK DO POST
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Leonardo di Ser Piero da Vinci, ou simplesmente Leonardo da Vinci, nasceu em Anchiano a 15 de abril de 1452 e morreu em Amboise a 2 de maio de 1519. A sua curiosidade insaciável era igualada apenas pela sua capacidade de invenção. 

Nascido como filho ilegítimo de um notário e de uma camponesa, na região da Florença e passou os seus últimos dias em França, numa casa que lhe foi presenteada pelo rei Francisco I. Leonardo era conhecido principalmente como pintor. Duas das suas obras, "Mona Lisa" e "A Última Ceia", estão entre as pinturas mais famosas. 
  "Mona Lisa"
  "A Última Ceia"

Cerca de quinze das suas pinturas sobreviveram até aos dias de hoje; estas poucas obras, juntamente com os seus cadernos de anotações - que contêm desenhos, diagramas científicos, e pensamentos - formam uma contribuição às futuras gerações.

Leonardo concebeu ideias muito à frente do seu tempo, como um protótipo de helicóptero, um tanque de guerra, o uso da energia solar, uma calculadora, o casco duplo nas embarcações, e uma teoria rudimentar das placas tectônicas. Como cientista, foi responsável por um grande avanço do conhecimento nos campos da anatomia, da engenharia civil, da óptica e da hidrodinâmica.

Leonardo da Vinci é considerado por vários o maior gênio da história, devido á sua multiplicidade de talentos.

Estátua de Leonardo da Vinci na Galleria degli Uffizi


Possível casa de infância de Leonardo, em Anchiano

Leonardo nasceu a 15 de abril de 1452, no vilarejo de Anchiano, Toscana, situada no vale do rio Arno, território dominado à época por Florença. Era filho ilegítimo de Messer Piero Fruosino di Antonio da Vinci, um notário florentino, e Caterina, uma camponesa que pode ter sido uma escrava oriunda do Médio Oriente. Pouco se sabe da sua infância, segundo consta depois do casamento da sua mãe com um lavrador, mudou-se para a casa da família do seu pai então casado com uma jovem de dezesseis anos. 

"O Batismo de Cristo"   

Em 1469, com dezessete anos, Leonardo passou a ser aprendiz de um dos mais bem-sucedidos artistas de seu tempo, Andrea di Cione, conhecido como Verrocchio (Olho verdadeiro). Em 1472, com vinte anos de idade, Leonardo qualificou-se para o cargo de mestre na "Guilda de São Lucas", uma guilda de artistas e doutores em medicina. Aos poucos, as pessoas da corte passam a fazer encomendas diretamente a Leonardo. 

Em 1476, Leonardo da Vinci, juntamente com mais três alunos do ateliê de Verrocchio, foram acusados de sodomia; segundo a acusação Leonardo, teria tido relações homossexuais com um jovem de 17 anos, um prostituto. Diante, no entanto, da falta de provas concretas que confirmassem semelhante acusação, Leonardo foi absolvido. A partir desta data até 1478 não existem registros nem de obras suas nem do seu paradeiro. Entretanto foi-lhe encomendada a pintura de um retábulo para a Capela de São Bernardo, e a "Adoração dos Magos", em 1481, para os monges de San Donato a Scopeto. Leonardo continuou a trabalhar em Milão, entre 1482 e 1499. Recebeu a encomenda para pintar a "Virgem dos Rochedos" para a Confraria da Imaculada Conceição, e "A Última Ceia" para o mosteiro de Santa Maria delle Grazie. Enquanto vivia em Milão, entre 1493 e 1495, Leonardo listou uma mulher, chamada Caterina, entre os seus dependentes, nas suas declarações de imposto de renda. Quando ela morreu, em 1495, a lista dos gastos com o funeral sugere que pode ter sido a sua mãe.
No início da Segunda Guerra Italiana, em 1499, as tropas francesas de Luís XII sucessor de Carlos VIII, invadiram o país, Leonardo abandonou Milão e fugiu para Veneza, passando por Mântua. Em Florença, foi recebido pelos monges servitas do mosteiro de Santissima Annunziata, onde tinha à sua disposição um ateliê. Foi ali que criou o desenho da "Virgem, o Menino, Sant'Ana e São João Batista", uma obra que conquistou tanta admiração que homens e mulheres, jovens e velhos vinham vê-la. Em 1502 Leonardo passou a trabalhar para César Bórgia, filho do Papa Alexandre VI, atuando como arquiteto e engenheiro militar, e viajando por toda a Itália; é nessa viagem que conhece Nicolau Maquiavel. Retornou a Florença em 1503, onde recebeu a encomenda de um retrato: a "Mona Lisa". Em 1506 retornou a Milão. 
 O seu pai morreu em 1504, e como resultado Leonardo teve de voltar a Florença para resolver com os seus irmãos os problemas decorrentes da herança e das propriedades paternas. No regresso a Milão passou a viver na sua própria casa. Após mercenários suíços expulsarem os franceses em 1512, Massimiliano Sforza, ascende ao poder. 
"Clos Lucé", em França, onde Leonardo viveu os seus últimos anos de vida, até morrer em 1519

De 1513 a 1516 Leonardo passou a maior parte do seu tempo a viver no Belvedere, no Vaticano, em Roma. Em 1515, Francisco I de França reconquistou Milão; Foi de Francisco que Leonardo recebeu a encomenda de construir um leão mecânico, que pudesse caminhar para a frente, e abrir o peito, revelando um ramalhete de lírios. Em 1516 passou a trabalhar ao serviço de Francisco, e foi-lhe concedido o solar de "Clos Lucé", próximo à residência do rei, no Castelo de Amboise. Foi aqui que ele passou os três últimos anos da sua vida, acompanhado pelo seu amigo e aprendiz, o conde Francesco Melzi, e sustentado por uma pensão. Leonardo morreu em "Clos Lucé" a 2 de maio de 1519. 

A Morte de Leonardo da Vinci por Ingres (1818)

Leonardo foi enterrado na Capela de Saint-Hubert, no Castelo de Amboise. No seu testamento Leonardo deixou a Melzi além de todo o dinheiro, todos os seus cadernos, ferramentas, a sua biblioteca e os seus objetos pessoais, mas também se lembrou do seu antigo pupilo e companheiro, Salai, e do seu criado, cada um recebeu uma metade das vinhas de Leonardo, os seus irmãos também receberam terras, e a sua criada recebeu um manto negro com bordas de pele.
Pequena Madona e o Menino de Verrocchio, 1470


Peça central de O Retábulo de Portinari, de Hugo van der Goes, feito para uma família florentina
Embora costumem ser agrupados como os três gigantes do Alto Renascimento, Leonardo, Michelangelo e Rafael não pertenceram à mesma geração. Leonardo tinha vinte e três anos quando Michelangelo nasceu, e trinta e um no nascimento de Rafael, este último teve uma vida curta, morrendo em 1520, um ano após a morte de Leonardo; já Michelangelo continuou a criar por mais 45 anos.
Além das suas amizades, Leonardo mantinha a sua vida privada em segredo. A sua sexualidade foi alvo frequente de estudos, análises e especulações. A "Mona Lisa",também conhecida como "La Gioconda", exposta no museu do Louvre, em Paris, é provávelmente o quadro mais conhecido do mundo.


A Anunciação de Fra Angelico 1437-1446 
 A Anunciação de Leonardo da Vinci 1472-1475

 A Virgem dos Rochedos Versão do Louvre (Primeira Versão) 1483-1486 
A Virgem dos Rochedos Versão de Londres (Segunda Versão) 1495-1508


Monumento dedicado a Leonardo da Vinci e seus pupilos na Piazza della Scala em Milão, 
obra de Pietro Magni
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Osama bin Mohammed bin Awad bin Laden, mais conhecido como Osama bin Laden ou simplesmente bin Laden nasceu em Riade a 10 de março de 1957 e morreu em Abbottabad a 1 de maio de 2011.
 Bin Laden foi um dos membros sauditas da próspera família bin Laden, além de líder e fundador da al-Qaeda, organização terrorista famosa pelos ataques do 11 de setembro nos Estados Unidos e numerosos outros contra alvos civis e militares.

Filho de Muhammed bin Laden, imigrante iemenita pobre que se tornou o homem mais rico e poderoso da Arábia Saudita, depois do próprio rei, Osama bin Laden era o filho único da sua décima esposa, Hamida al-Attas; os seus pais divorciaram-se logo depois que ele nasceu (a mãe de Osama casou com Muhammad al-Attas e o novo casal teve quatro filhos). 

Desde 2001, bin Laden e a sua organização eram os maiores alvos da Guerra ao Terrorismo e esteve entre os dez foragidos mais procurados pelo FBI, encabeçando a lista. Acreditou-se que Bin Laden e os companheiros da al-Qaeda estavam escondidos próximos à costa do Afeganistão e das áreas tribais do Paquistão. A 1 de maio de 2011, dez anos desde os atentados do 11 de setembro, o Presidente Barack Obama anunciou pela televisão que Osama bin Laden tinha sido morto durante uma operação militar em Abbottabad. O seu corpo ficou sob a custódia dos Estados Unidos e sepultado no mar após passar por rituais tradicionalmente islâmicos.
Em 1973, ainda jovem e inexperiente, entrou em contato com grupos islamitas. Após a invasão soviética do Afeganistão em 1979, viajou para este país para participar do esforço jihadista no Afeganistão, financiando e organizando grupos de árabes e acampamentos de milícias armadas no combate aos invasores soviéticos. Existem controvérsias quanto à ligação dos Estados Unidos. Posteriormente estabeleceu-se como importante investidor no Sudão, onde iniciou, em paralelo às suas actividades empresariais, a organização que mais tarde viria a se denominar Al Qaeda ("A Base"), originalmente destinada a combater a família real saudita. 

No Sudão, em contacto com outros grupos islâmicos, nomeadamente os de origem egípcia, foi gradualmente influenciado a ampliar o leque dos seus inimigos, passando a considerar também o combate ao xiitas, judeus e ocidentais de uma forma em geral. Nesta mesma época passou igualmente a considerar o terrorismo como alternativa de ação válida, financiando, de forma inicialmente discreta, algumas acções na Argélia e no Egipto. Em 1995, após um atentado mal sucedido contra a vida do então presidente do Egipto, Hosni Mubarak, o governo do Sudão, sob pressão dos países árabes, expulsou-o do país, e apropriou-se do seu património, delapidando as suas empresas e fazendas. Bin Laden foi então para o Afeganistão com as esposas e um grupo reduzido de seguidores fiéis. Nesta ocasião foi renegado pela família e perdeu a cidadania saudita.

No Afeganistão, sem as condições financeiras de outrora, passou a dedicar-se integralmente à causa islâmica, reconstruindo gradualmente a organização, unindo esforços com outros grupos islâmicos refugiados no país (destaque para o grupo egípcio "Al Jihad", liderado por Ayman al-Zawahri, que viria a tornar-se o braço-direito de Bin Laden). Na caça cada vez mais delirante aos "infiéis", elegeu então os Estados Unidos como o grande inimigo a ser combatido - "a força maior dos cruzados". Aproximou-se dos Talibãs, grupo ironicamente financiado pelos Estados Unidos da América e Arábia Saudita. Tornou-se amigo e confidente do seu chefe, o Mulá Omar.
Do Afeganistão planejou e coordenou ataques de grande repercussão às embaixadas dos Estados Unidos no Quênia e na Tanzânia, em 1998, e ao navio de guerra USS Cole, em 2000. Em 2001, foi acusado pelos governo dos Estados Unidos de cometer os atentados do 11 de Setembro.
Em 1998 a Al-Qaeda utilizou carros-bomba para fazer explodir duas embaixadas dos Estados Unidos, uma no Quênia e outra na Tanzânia, matando 256 pessoas e ferindo 5100. Até esta data, era desconhecido no mundo. No ano 2000 a Al-Qaeda voltou á cena, perpetrando outro ataque de grande repercussão contra o navio da marinha dos Estados Unidos USS Cole, que se encontrava atracado para reabastecimento no porto de Aden, no Iêmen. O ataque provocou a morte de 17 militares, além dos dois terroristas suicidas. A 11 de setembro de 2001 a Al-Qaeda realizou um ataque terrorista, lançando aviões sequestrados contra as torres gêmeas em Nova York e contra o Pentágono, na capital capita dos Estados Unidos, provocando a morte imediata de pelo menos 2754 pessoas. Em 2004 surge um vídeo em que aparece, Bin Laden a comemorar os ataques. O governo dos Estados Unidos em resposta lançou-se numa guerra contra o terrorismo.

Logo após os ataques, o governo do Afeganistão solicitou provas ao governo dos Estados Unidos sobre a autoria dos ataques por Bin Laden, caso fossem apresentadas estas provas estes iriam detê-lo e entregá-lo às autoridades Americanas. O governo dos Estados Unidos nunca apresentaram publicamente tais provas.

Após os ataques de 11 de setembro de 2001, o Afeganistão foi escolhido como primeiro alvo da "cruzada contra o terror", conduzida pelo governo de George W. Bush (filho). O suposto objetivo da operação era desmantelar a organização terrorista Al-Qaeda, liderada pelo saudita Osama Bin Laden.
Acreditava-se que Bin Laden estaria escondido algures na fronteira montanhosa entre o Afeganistão e o Paquistão. O governo dos Estados Unidos oferecia a recompensa de 25 milhões de dólares a quem desse informações relevantes da localização do terrorista. Em 2007, a recompensa foi dobrada para US$ 50 milhões. A 1 de maio de 2011 foi anunciado que Bin Laden tinha sido capturado e morto num esconderijo nos arredores de Abbottabad durante uma operação secreta das forças da "Joint Special Operations Command"em conjunto com a CIA e o governo paquistanês, que colaborou para a localização do paradeiro do terrorista. O DNA do corpo, comparado com amostras da sua falecida irmã, confirmaram a identidade. O cadáver foi mantido sob custódia militar.

Embora exames de DNA tenham demonstrado a possibilidade de Osama Bin Laden estar morto, juridicamente tais provas não são suficientes, e a falta do corpo ou de fotos podem tirar a credibilidade da operação que supostamente o teria eliminado.

O video que vos deixo retrata a trajectória do terrorista mais procurado do mundo, os atentados da organização terrorista Al-Qaeda, a reacção dos Estados Unidos, a guerra do Afeganistão e a polêmica invasão ao Iraque.
PUBLICADO digitalblueradio às 22:40 | LINK DO POST
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Osama bin Mohammed bin Awad bin Laden, mais conhecido como Osama bin Laden ou simplesmente bin Laden nasceu em Riade a 10 de março de 1957 e morreu em Abbottabad a 1 de maio de 2011.
 Bin Laden foi um dos membros sauditas da próspera família bin Laden, além de líder e fundador da al-Qaeda, organização terrorista famosa pelos ataques do 11 de setembro nos Estados Unidos e numerosos outros contra alvos civis e militares.

Filho de Muhammed bin Laden, imigrante iemenita pobre que se tornou o homem mais rico e poderoso da Arábia Saudita, depois do próprio rei, Osama bin Laden era o filho único da sua décima esposa, Hamida al-Attas; os seus pais divorciaram-se logo depois que ele nasceu (a mãe de Osama casou com Muhammad al-Attas e o novo casal teve quatro filhos). 

Desde 2001, bin Laden e a sua organização eram os maiores alvos da Guerra ao Terrorismo e esteve entre os dez foragidos mais procurados pelo FBI, encabeçando a lista. Acreditou-se que Bin Laden e os companheiros da al-Qaeda estavam escondidos próximos à costa do Afeganistão e das áreas tribais do Paquistão. A 1 de maio de 2011, dez anos desde os atentados do 11 de setembro, o Presidente Barack Obama anunciou pela televisão que Osama bin Laden tinha sido morto durante uma operação militar em Abbottabad. O seu corpo ficou sob a custódia dos Estados Unidos e sepultado no mar após passar por rituais tradicionalmente islâmicos.
Em 1973, ainda jovem e inexperiente, entrou em contato com grupos islamitas. Após a invasão soviética do Afeganistão em 1979, viajou para este país para participar do esforço jihadista no Afeganistão, financiando e organizando grupos de árabes e acampamentos de milícias armadas no combate aos invasores soviéticos. Existem controvérsias quanto à ligação dos Estados Unidos. Posteriormente estabeleceu-se como importante investidor no Sudão, onde iniciou, em paralelo às suas actividades empresariais, a organização que mais tarde viria a se denominar Al Qaeda ("A Base"), originalmente destinada a combater a família real saudita. 

No Sudão, em contacto com outros grupos islâmicos, nomeadamente os de origem egípcia, foi gradualmente influenciado a ampliar o leque dos seus inimigos, passando a considerar também o combate ao xiitas, judeus e ocidentais de uma forma em geral. Nesta mesma época passou igualmente a considerar o terrorismo como alternativa de ação válida, financiando, de forma inicialmente discreta, algumas acções na Argélia e no Egipto. Em 1995, após um atentado mal sucedido contra a vida do então presidente do Egipto, Hosni Mubarak, o governo do Sudão, sob pressão dos países árabes, expulsou-o do país, e apropriou-se do seu património, delapidando as suas empresas e fazendas. Bin Laden foi então para o Afeganistão com as esposas e um grupo reduzido de seguidores fiéis. Nesta ocasião foi renegado pela família e perdeu a cidadania saudita.

No Afeganistão, sem as condições financeiras de outrora, passou a dedicar-se integralmente à causa islâmica, reconstruindo gradualmente a organização, unindo esforços com outros grupos islâmicos refugiados no país (destaque para o grupo egípcio "Al Jihad", liderado por Ayman al-Zawahri, que viria a tornar-se o braço-direito de Bin Laden). Na caça cada vez mais delirante aos "infiéis", elegeu então os Estados Unidos como o grande inimigo a ser combatido - "a força maior dos cruzados". Aproximou-se dos Talibãs, grupo ironicamente financiado pelos Estados Unidos da América e Arábia Saudita. Tornou-se amigo e confidente do seu chefe, o Mulá Omar.
Do Afeganistão planejou e coordenou ataques de grande repercussão às embaixadas dos Estados Unidos no Quênia e na Tanzânia, em 1998, e ao navio de guerra USS Cole, em 2000. Em 2001, foi acusado pelos governo dos Estados Unidos de cometer os atentados do 11 de Setembro.
Em 1998 a Al-Qaeda utilizou carros-bomba para fazer explodir duas embaixadas dos Estados Unidos, uma no Quênia e outra na Tanzânia, matando 256 pessoas e ferindo 5100. Até esta data, era desconhecido no mundo. No ano 2000 a Al-Qaeda voltou á cena, perpetrando outro ataque de grande repercussão contra o navio da marinha dos Estados Unidos USS Cole, que se encontrava atracado para reabastecimento no porto de Aden, no Iêmen. O ataque provocou a morte de 17 militares, além dos dois terroristas suicidas. A 11 de setembro de 2001 a Al-Qaeda realizou um ataque terrorista, lançando aviões sequestrados contra as torres gêmeas em Nova York e contra o Pentágono, na capital capita dos Estados Unidos, provocando a morte imediata de pelo menos 2754 pessoas. Em 2004 surge um vídeo em que aparece, Bin Laden a comemorar os ataques. O governo dos Estados Unidos em resposta lançou-se numa guerra contra o terrorismo.

Logo após os ataques, o governo do Afeganistão solicitou provas ao governo dos Estados Unidos sobre a autoria dos ataques por Bin Laden, caso fossem apresentadas estas provas estes iriam detê-lo e entregá-lo às autoridades Americanas. O governo dos Estados Unidos nunca apresentaram publicamente tais provas.

Após os ataques de 11 de setembro de 2001, o Afeganistão foi escolhido como primeiro alvo da "cruzada contra o terror", conduzida pelo governo de George W. Bush (filho). O suposto objetivo da operação era desmantelar a organização terrorista Al-Qaeda, liderada pelo saudita Osama Bin Laden.
Acreditava-se que Bin Laden estaria escondido algures na fronteira montanhosa entre o Afeganistão e o Paquistão. O governo dos Estados Unidos oferecia a recompensa de 25 milhões de dólares a quem desse informações relevantes da localização do terrorista. Em 2007, a recompensa foi dobrada para US$ 50 milhões. A 1 de maio de 2011 foi anunciado que Bin Laden tinha sido capturado e morto num esconderijo nos arredores de Abbottabad durante uma operação secreta das forças da "Joint Special Operations Command"em conjunto com a CIA e o governo paquistanês, que colaborou para a localização do paradeiro do terrorista. O DNA do corpo, comparado com amostras da sua falecida irmã, confirmaram a identidade. O cadáver foi mantido sob custódia militar.

Embora exames de DNA tenham demonstrado a possibilidade de Osama Bin Laden estar morto, juridicamente tais provas não são suficientes, e a falta do corpo ou de fotos podem tirar a credibilidade da operação que supostamente o teria eliminado.

O video que vos deixo retrata a trajectória do terrorista mais procurado do mundo, os atentados da organização terrorista Al-Qaeda, a reacção dos Estados Unidos, a guerra do Afeganistão e a polêmica invasão ao Iraque.
PUBLICADO digitalblueradio às 22:40 | LINK DO POST
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Osama bin Mohammed bin Awad bin Laden, mais conhecido como Osama bin Laden ou simplesmente bin Laden nasceu em Riade a 10 de março de 1957 e morreu em Abbottabad a 1 de maio de 2011.
 Bin Laden foi um dos membros sauditas da próspera família bin Laden, além de líder e fundador da al-Qaeda, organização terrorista famosa pelos ataques do 11 de setembro nos Estados Unidos e numerosos outros contra alvos civis e militares.

Filho de Muhammed bin Laden, imigrante iemenita pobre que se tornou o homem mais rico e poderoso da Arábia Saudita, depois do próprio rei, Osama bin Laden era o filho único da sua décima esposa, Hamida al-Attas; os seus pais divorciaram-se logo depois que ele nasceu (a mãe de Osama casou com Muhammad al-Attas e o novo casal teve quatro filhos). 

Desde 2001, bin Laden e a sua organização eram os maiores alvos da Guerra ao Terrorismo e esteve entre os dez foragidos mais procurados pelo FBI, encabeçando a lista. Acreditou-se que Bin Laden e os companheiros da al-Qaeda estavam escondidos próximos à costa do Afeganistão e das áreas tribais do Paquistão. A 1 de maio de 2011, dez anos desde os atentados do 11 de setembro, o Presidente Barack Obama anunciou pela televisão que Osama bin Laden tinha sido morto durante uma operação militar em Abbottabad. O seu corpo ficou sob a custódia dos Estados Unidos e sepultado no mar após passar por rituais tradicionalmente islâmicos.
Em 1973, ainda jovem e inexperiente, entrou em contato com grupos islamitas. Após a invasão soviética do Afeganistão em 1979, viajou para este país para participar do esforço jihadista no Afeganistão, financiando e organizando grupos de árabes e acampamentos de milícias armadas no combate aos invasores soviéticos. Existem controvérsias quanto à ligação dos Estados Unidos. Posteriormente estabeleceu-se como importante investidor no Sudão, onde iniciou, em paralelo às suas actividades empresariais, a organização que mais tarde viria a se denominar Al Qaeda ("A Base"), originalmente destinada a combater a família real saudita. 

No Sudão, em contacto com outros grupos islâmicos, nomeadamente os de origem egípcia, foi gradualmente influenciado a ampliar o leque dos seus inimigos, passando a considerar também o combate ao xiitas, judeus e ocidentais de uma forma em geral. Nesta mesma época passou igualmente a considerar o terrorismo como alternativa de ação válida, financiando, de forma inicialmente discreta, algumas acções na Argélia e no Egipto. Em 1995, após um atentado mal sucedido contra a vida do então presidente do Egipto, Hosni Mubarak, o governo do Sudão, sob pressão dos países árabes, expulsou-o do país, e apropriou-se do seu património, delapidando as suas empresas e fazendas. Bin Laden foi então para o Afeganistão com as esposas e um grupo reduzido de seguidores fiéis. Nesta ocasião foi renegado pela família e perdeu a cidadania saudita.

No Afeganistão, sem as condições financeiras de outrora, passou a dedicar-se integralmente à causa islâmica, reconstruindo gradualmente a organização, unindo esforços com outros grupos islâmicos refugiados no país (destaque para o grupo egípcio "Al Jihad", liderado por Ayman al-Zawahri, que viria a tornar-se o braço-direito de Bin Laden). Na caça cada vez mais delirante aos "infiéis", elegeu então os Estados Unidos como o grande inimigo a ser combatido - "a força maior dos cruzados". Aproximou-se dos Talibãs, grupo ironicamente financiado pelos Estados Unidos da América e Arábia Saudita. Tornou-se amigo e confidente do seu chefe, o Mulá Omar.
Do Afeganistão planejou e coordenou ataques de grande repercussão às embaixadas dos Estados Unidos no Quênia e na Tanzânia, em 1998, e ao navio de guerra USS Cole, em 2000. Em 2001, foi acusado pelos governo dos Estados Unidos de cometer os atentados do 11 de Setembro.
Em 1998 a Al-Qaeda utilizou carros-bomba para fazer explodir duas embaixadas dos Estados Unidos, uma no Quênia e outra na Tanzânia, matando 256 pessoas e ferindo 5100. Até esta data, era desconhecido no mundo. No ano 2000 a Al-Qaeda voltou á cena, perpetrando outro ataque de grande repercussão contra o navio da marinha dos Estados Unidos USS Cole, que se encontrava atracado para reabastecimento no porto de Aden, no Iêmen. O ataque provocou a morte de 17 militares, além dos dois terroristas suicidas. A 11 de setembro de 2001 a Al-Qaeda realizou um ataque terrorista, lançando aviões sequestrados contra as torres gêmeas em Nova York e contra o Pentágono, na capital capita dos Estados Unidos, provocando a morte imediata de pelo menos 2754 pessoas. Em 2004 surge um vídeo em que aparece, Bin Laden a comemorar os ataques. O governo dos Estados Unidos em resposta lançou-se numa guerra contra o terrorismo.

Logo após os ataques, o governo do Afeganistão solicitou provas ao governo dos Estados Unidos sobre a autoria dos ataques por Bin Laden, caso fossem apresentadas estas provas estes iriam detê-lo e entregá-lo às autoridades Americanas. O governo dos Estados Unidos nunca apresentaram publicamente tais provas.

Após os ataques de 11 de setembro de 2001, o Afeganistão foi escolhido como primeiro alvo da "cruzada contra o terror", conduzida pelo governo de George W. Bush (filho). O suposto objetivo da operação era desmantelar a organização terrorista Al-Qaeda, liderada pelo saudita Osama Bin Laden.
Acreditava-se que Bin Laden estaria escondido algures na fronteira montanhosa entre o Afeganistão e o Paquistão. O governo dos Estados Unidos oferecia a recompensa de 25 milhões de dólares a quem desse informações relevantes da localização do terrorista. Em 2007, a recompensa foi dobrada para US$ 50 milhões. A 1 de maio de 2011 foi anunciado que Bin Laden tinha sido capturado e morto num esconderijo nos arredores de Abbottabad durante uma operação secreta das forças da "Joint Special Operations Command"em conjunto com a CIA e o governo paquistanês, que colaborou para a localização do paradeiro do terrorista. O DNA do corpo, comparado com amostras da sua falecida irmã, confirmaram a identidade. O cadáver foi mantido sob custódia militar.

Embora exames de DNA tenham demonstrado a possibilidade de Osama Bin Laden estar morto, juridicamente tais provas não são suficientes, e a falta do corpo ou de fotos podem tirar a credibilidade da operação que supostamente o teria eliminado.

O video que vos deixo retrata a trajectória do terrorista mais procurado do mundo, os atentados da organização terrorista Al-Qaeda, a reacção dos Estados Unidos, a guerra do Afeganistão e a polêmica invasão ao Iraque.
PUBLICADO digitalblueradio às 22:40 | LINK DO POST
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