O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
O mês de Junho é, tradicionalmente, o mês dos Santos Populares: St. António, S. João e S. Pedro. Podemos pois contar com estes Santos como uma boa desculpa para comermos umas sardinhas, saborearmos a alegria vínica e dançar no bailarico. 
Festejar os santos populares, em Junho, com um arco e balão é já "costume ancestral", dia 13 de Junho o Santo António, São João a 24 e dia 29, São Pedro. As fogueiras sempre fizeram parte da tradição, hoje já pouco se veêm, elas faziam parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. O uso de balões e fogo de artifício é usual nos dias de festa no entanto os balões lançados ao ar ainda se veêm com frequência na cidade do Porto, são os tradicionais balões de São João.
Hoje em dia há arraiais com foguetes, assam-se sardinhas e oferecem-se manjericos, as marchas populares desfilam pelas ruas e avenidas, dão-se com martelinhos de plástico e alho-porro nas cabeças dos foliões. Embora nos dias de hoje a vertente católica destas festas seja arredada para segundo plano, a verdade é que o relacionamento entre os devotos e os santos, principalmente Santo António e São João, é quase familiar: cheio de intimidades, chega a ser, por vezes, irreverente e quase obsceno. Esse caráter fica bastante evidente quando se entra em contato com as simpatias, sortes, adivinhas e acalantos feitos a esses santos:
"Confessei-me a Santo Antônio,
confessei que estava amando.
Ele deu-me por penitência
que fosse continuando".
Os objetos utilizados nas simpatias e adivinhações devem ser virgens, ou seja, estar a ser usado pela primeira vez, senão… nada de a simpatia funcionar! A seguir, algumas simpatias feitas para Santo António segundo rezam as lendas:
Para arranjar namorado ou marido, basta amarrar uma fita vermelha e outra branca no braço da imagem de Santo António, fazendo-lhe o pedido. Rezar um Pai-Nosso e uma Avé Maria e pendurar a imagem de cabeça para baixo sob a cama e só se deve desvirar quando a pessoa alcançar o pedido.
No dia 13 de Junho é comum ir-se à igreja para receber o "pãozinho de Santo Antônio", que é dado gratuitamente, em troca, os fiéis costumam deixar ofertas. Em Lisboa, é tradicional uma cerimónia de casamento múltiplo do dia de Santo António, em que chegam a casar-se vários casais ao mesmo tempo. Esta "tradição" começou nos anos do salazarismo, e desapareceu com a revolução de 74. Voltou a reaparecer há uns anos, promovida por uma cadeia de televisão.
O local onde ocorre a maioria dos festejos é chamado de arraial, um largo espaço ao ar livre cercado ou não e onde barracas são erguidas unicamente para o evento, geralmente o arraial é decorado com bandeirinhas de papel colorido, balões e luzes multicolores, a musica é obrigatória e podem também existir leilões, bingos geralamte para ajudar as associações ou comissão de festas.
Estes arraiais são muito comuns em Portugal e não são exclusivos dos Santos Populares, são parte da tradição popular em geral. 
Em Portugal, estas festividades, genericamente conhecidas pelo nome de Festas dos santos populares, correspondem a diferentes feriados municipais, na cidade de Lisboa o Santo António é a alegria do povo, mas no Porto o São João é festejado com uma intensidade inigualável.
Mas longe vai o tempo em que os bairros se engalanavam e as ruas se vestiam com mil cores cheias de papelinhos com os vizinhos de braço dado animando a festa de cariz bairrista um pouco por toda a cidade, mas mudam-se os tempos, mudam-se as vontades e ess tradição tende a perder-se, tal qual muitas outras de cariz popular. 
A fechar som do baile, divirtam-se.
PUBLICADO digitalblueradio às 16:16 | LINK DO POST
O mês de Junho é, tradicionalmente, o mês dos Santos Populares: St. António, S. João e S. Pedro. Podemos pois contar com estes Santos como uma boa desculpa para comermos umas sardinhas, saborearmos a alegria vínica e dançar no bailarico. 
Festejar os santos populares, em Junho, com um arco e balão é já "costume ancestral", dia 13 de Junho o Santo António, São João a 24 e dia 29, São Pedro. As fogueiras sempre fizeram parte da tradição, hoje já pouco se veêm, elas faziam parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. O uso de balões e fogo de artifício é usual nos dias de festa no entanto os balões lançados ao ar ainda se veêm com frequência na cidade do Porto, são os tradicionais balões de São João.
Hoje em dia há arraiais com foguetes, assam-se sardinhas e oferecem-se manjericos, as marchas populares desfilam pelas ruas e avenidas, dão-se com martelinhos de plástico e alho-porro nas cabeças dos foliões. Embora nos dias de hoje a vertente católica destas festas seja arredada para segundo plano, a verdade é que o relacionamento entre os devotos e os santos, principalmente Santo António e São João, é quase familiar: cheio de intimidades, chega a ser, por vezes, irreverente e quase obsceno. Esse caráter fica bastante evidente quando se entra em contato com as simpatias, sortes, adivinhas e acalantos feitos a esses santos:
"Confessei-me a Santo Antônio,
confessei que estava amando.
Ele deu-me por penitência
que fosse continuando".
Os objetos utilizados nas simpatias e adivinhações devem ser virgens, ou seja, estar a ser usado pela primeira vez, senão… nada de a simpatia funcionar! A seguir, algumas simpatias feitas para Santo António segundo rezam as lendas:
Para arranjar namorado ou marido, basta amarrar uma fita vermelha e outra branca no braço da imagem de Santo António, fazendo-lhe o pedido. Rezar um Pai-Nosso e uma Avé Maria e pendurar a imagem de cabeça para baixo sob a cama e só se deve desvirar quando a pessoa alcançar o pedido.
No dia 13 de Junho é comum ir-se à igreja para receber o "pãozinho de Santo Antônio", que é dado gratuitamente, em troca, os fiéis costumam deixar ofertas. Em Lisboa, é tradicional uma cerimónia de casamento múltiplo do dia de Santo António, em que chegam a casar-se vários casais ao mesmo tempo. Esta "tradição" começou nos anos do salazarismo, e desapareceu com a revolução de 74. Voltou a reaparecer há uns anos, promovida por uma cadeia de televisão.
O local onde ocorre a maioria dos festejos é chamado de arraial, um largo espaço ao ar livre cercado ou não e onde barracas são erguidas unicamente para o evento, geralmente o arraial é decorado com bandeirinhas de papel colorido, balões e luzes multicolores, a musica é obrigatória e podem também existir leilões, bingos geralamte para ajudar as associações ou comissão de festas.
Estes arraiais são muito comuns em Portugal e não são exclusivos dos Santos Populares, são parte da tradição popular em geral. 
Em Portugal, estas festividades, genericamente conhecidas pelo nome de Festas dos santos populares, correspondem a diferentes feriados municipais, na cidade de Lisboa o Santo António é a alegria do povo, mas no Porto o São João é festejado com uma intensidade inigualável.
Mas longe vai o tempo em que os bairros se engalanavam e as ruas se vestiam com mil cores cheias de papelinhos com os vizinhos de braço dado animando a festa de cariz bairrista um pouco por toda a cidade, mas mudam-se os tempos, mudam-se as vontades e ess tradição tende a perder-se, tal qual muitas outras de cariz popular. 
A fechar som do baile, divirtam-se.
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Álvaro Barreirinhas Cunhal nasceu em Coimbra a 10 de Novembro de 1913 e faleceu em Lisboa a 13 de Junho de 2005, político e escritor conhecido por ser um resistente ao Estado Novo, e ter dedicado a vida ao ideal comunista e ao seu partido, o Partido Comunista Português.
Álvaro Cunhal nasceu em Coimbra, na freguesia da Sé Nova, filho de Avelino Henriques da Costa Cunhal, advogado de profissão, republicano e liberal, e de Mercedes Simões Ferreira Barreirinhas Cunhal, católica fervorosa. Álvaro Cunhal teve dois irmãos mais velhos, António José, que morreu em 1933, com vinte e dois anos, vítima de tuberculose, e Maria Mansuenta, que morreu em Seia, em 1921, com apenas nove anos, também vítima de tuberculose. Em 1927, nasce a sua irmã mais nova, Maria Eugénia. Passou a infância em Seia, de onde o pai era natural. O pai retirou-o da escola primária porque não queria que o filho aprendesse com uma professora primária autoritária. Aos onze anos, mudou-se com a família para Lisboa, onde frequentou o Liceu Camões. Daí seguiu para a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde iniciou a sua actividade revolucionária.
Em 1931, com dezassete anos, filia-se no Partido Comunista Português e integra a Liga dos Amigos da URSS e o Socorro Vermelho Internacional. Em 1935 chega a secretário-geral da Federação das Juventudes Comunistas. Ao longo da década de 1930, colabrou com vários jornais e revistas como a "Seara Nova" e o "O Diabo", e nas publicações clandestinas do PCP, o "Avante" e "O Militante". Em 1937 é preso pela primeira vez. É levado para o Aljube e posteriormente transferido para Peniche. Um ano depois é libertado, mas por razões políticas é obrigado a cumprir o serviço militar, em Dezembro de 1939, na Companhia Disciplinar de Penamacor. Por razões de saúde, Álvaro Cunhal acaba por ser dispensado pela Junta Médica Militar. Em 1940, Cunhal é escoltado pela polícia à Faculdade de Direito, onde apresenta a sua tese da licenciatura em Direito, sobre a temática do aborto e a sua despenalização, tema pouco vulgar para a época em questão. A sua tese, apesar do contexto político pouco favorável, foi classificada com dezasseis valores. Do jurí fazia parte Marcello Caetano.
Em 1949, Álvaro Cunhal é preso pela terceira vez, numa casa clandestina do Luso. Com ele são também presos Militão Ribeiro e Sofia Ferreira. O seu julgamento ocorreu um ano depois. Neste julgamento Cunhal fez uma declaração em que se afirmava "filho adoptivo do proletariado" e dirigiu um forte ataque ao regime salazarista. Foi condenado e preso na Penitenciária de Lisboa, sendo transferido para a prisão-fortaleza de Peniche em 1958. Devido aos seus ideais comunistas e à sua assumida e militante oposição ao Estado Novo, esteve preso em 1937, 1940 e 1949-1960, num total de 13 anos, 8 dos quais em completo isolamento. Em 1960, Cunhal, juntamente com outros camaradas, todos quadros destacados do PCP, protagonizaram a célebre "fuga de Peniche".
A 25 de Dezembro de 1960 nasce a sua única filha, Ana Cunhal, fruto da sua relação com Isaura Maria Moreira. Após a fuga, Cunhal fica ainda cerca de dois anos em Portugal, na clandestinidade. Durante este período viveu em casas clandestinas de vários pontos do país como: Sintra, Ericeira, Amadora, Coimbra, Porto. Em 1961 é eleito Secretário-geral do PCP. Cunhal ocupou o cargo de secretário-geral do Partido Comunista Português, sucedendo a Bento Gonçalves, entre 1961 e 1992, tendo sido substituído por Carlos Carvalhas.
Em 1968 Álvaro Cunhal presidiu à Conferência dos Partidos Comunistas da Europa Ocidental, o que é revelador da influência que já nessa altura detinha no movimento comunista internacional. Neste encontro, mostrou-se um dos mais firmes apoiantes da invasão da então Checoslováquia pelos tanques do Pacto de Varsóvia, ocorrida nesse mesmo ano. Regressou a Portugal cinco dias depois do 25 de Abril de 1974. Nesse mesmo dia, passeou de braço dado com Mário Soares, por Lisboa, como forma de ambos comemorarem o início da Democracia em Portugal, pois mesmo que divergissem ideológicamente, apoiavam um Portugal livre e democrático. Foi ministro sem pasta no I, II, III e IV governos provisórios e também deputado à Assembleia da República entre 1975 e 1992. Em 1982, tornou-se membro do Conselho de Estado, abandonando estas funções dez anos depois, quando saiu da liderança do PCP. Além das suas funções na direcção partidária, foi romancista e pintor, escrevendo sob o pseudónimo de Manuel Tiago, o que só revelou em 1995. Nos últimos anos da sua vida sofreu de glaucoma, acabando por cegar. Faleceu a 13 de Junho de 2005, em Lisboa. Por sua vontade, o corpo foi cremado.
Da sua relação com Isaura Maria Moreira, teve uma filha, Ana Maria Moreira Cunhal, nascida a 25 de Dezembro de 1960.
Álvaro Cunhal ficou na memória como um comunista que nunca abdicou do seu ideal.



Quer queiram ou não a verdade é Álvaro Cunhal foi uma das figuras mais marcantes do século XX português e teve uma grande influência, mesmo internacional. Pense-se o que se pensar das suas ideias e da acção política, não é possível fazer a história do nosso tempo sem ter em conta a sua personalidade e intervenção, quer durante os longos anos da ditadura, quer no 25 de Abril e nas décadas que se lhe seguiram.
Comunista desde a juventude, homem de coragem e capacidade de resistência lendárias, manteve-se até ao fim fiel a si mesmo e ideais de sempre. A sua vida confunde-se com a do movimento comunista no século XX e está indissociavelmente ligada à história da URSS, cujo fim ele viveu como uma tragédia. Contudo, este acontecimento não mudou nem as suas convicções, nem a tenacidade que punha na respectiva defesa. A sua resistência ao regime de Salazar e de Caetano, sob o qual foi preso, torturado e perseguido, tornou-se mítica pela ousadia, pela constância e pela coragem. Reorganizou o PCP, tornando-o uma força activa, embora clandestina, de combate político organizado e eficaz. O Secretário-Geral dirigia, agia, escrevia, resistia, estivesse onde estivesse, dentro ou fora de Portugal. 
Tinha uma personalidade vigorosa e era um homem de múltiplos talentos politico, escritor, desenhador, pintor, tradutor. No contacto pessoal era capaz de ser muito difícil, inflexível e duro, mas também gentil, sensível e atencioso, capaz de gestos de grande elegância e cortesia. Fascinou tanto apoiantes como adversários e a reserva que manteve, durante muito tempo sobre a sua vida privada e as facetas mais íntimas da sua personalidade contribuíram para o mitificar. Com a chegada da velhice e o aproximar do fim, decidiu dar-se a conhecer melhor, falando da sua vida pessoal e da sua obra de criação literária e artística. Fazia-o com um indisfarçável orgulho, como quem desvenda um segredo demasiado tempo guardado e que lhe era finalmente grato partilhar. Assumiu para a posteridade a autoria dos seus livros publicados sob pseudónimo, autorizou com prazer que deles fizessem filmes, editou os seus desenhos e a sua pintura. Publicou a sua tradução do "Rei Lear" de Shakespeare. Em conferências e entrevistas, falou da vida e da arte, contou histórias e reflectiu sobre a sua experiência. Percebia-se que queria, de algum modo, fixar a imagem com que o futuro o olharia.
Para o fim deixo um trabalho da sic que conta a sua vida e demonstra a importancia de Cunhal como uma das grandes figuras da nossa história.
“Porque em cada bandeira vermelha
Se ergue a vontade infinita de liberdade
Na garganta altiva de um povo!”
A preto e branco desenhaste o Alentejo
Manchado no vermelho das espingardas
De um filho e uma Catarina
Embalados no colo sereno da razão!
Nas mofas celas que cruzaste
Um grito alucinante trespassou paredes
Abraçou a cidade inteira, o jardim,
Numa nuvem de esperança feito porvir
Era a tua alma livre, o teu peito aberto
A tua mão fechada e firme
O teu sonho de democracia a florir…
Foste a palavra certa no momento certo
O escudo contra os traidores
O ponto final na falsidade
A interpretação correcta da verdade!
Foste a escola de quantos acreditam
Que com o exemplo da tua luta
Poderão construir a nova sociedade!
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Álvaro Barreirinhas Cunhal nasceu em Coimbra a 10 de Novembro de 1913 e faleceu em Lisboa a 13 de Junho de 2005, político e escritor conhecido por ser um resistente ao Estado Novo, e ter dedicado a vida ao ideal comunista e ao seu partido, o Partido Comunista Português.
Álvaro Cunhal nasceu em Coimbra, na freguesia da Sé Nova, filho de Avelino Henriques da Costa Cunhal, advogado de profissão, republicano e liberal, e de Mercedes Simões Ferreira Barreirinhas Cunhal, católica fervorosa. Álvaro Cunhal teve dois irmãos mais velhos, António José, que morreu em 1933, com vinte e dois anos, vítima de tuberculose, e Maria Mansuenta, que morreu em Seia, em 1921, com apenas nove anos, também vítima de tuberculose. Em 1927, nasce a sua irmã mais nova, Maria Eugénia. Passou a infância em Seia, de onde o pai era natural. O pai retirou-o da escola primária porque não queria que o filho aprendesse com uma professora primária autoritária. Aos onze anos, mudou-se com a família para Lisboa, onde frequentou o Liceu Camões. Daí seguiu para a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde iniciou a sua actividade revolucionária.
Em 1931, com dezassete anos, filia-se no Partido Comunista Português e integra a Liga dos Amigos da URSS e o Socorro Vermelho Internacional. Em 1935 chega a secretário-geral da Federação das Juventudes Comunistas. Ao longo da década de 1930, colabrou com vários jornais e revistas como a "Seara Nova" e o "O Diabo", e nas publicações clandestinas do PCP, o "Avante" e "O Militante". Em 1937 é preso pela primeira vez. É levado para o Aljube e posteriormente transferido para Peniche. Um ano depois é libertado, mas por razões políticas é obrigado a cumprir o serviço militar, em Dezembro de 1939, na Companhia Disciplinar de Penamacor. Por razões de saúde, Álvaro Cunhal acaba por ser dispensado pela Junta Médica Militar. Em 1940, Cunhal é escoltado pela polícia à Faculdade de Direito, onde apresenta a sua tese da licenciatura em Direito, sobre a temática do aborto e a sua despenalização, tema pouco vulgar para a época em questão. A sua tese, apesar do contexto político pouco favorável, foi classificada com dezasseis valores. Do jurí fazia parte Marcello Caetano.
Em 1949, Álvaro Cunhal é preso pela terceira vez, numa casa clandestina do Luso. Com ele são também presos Militão Ribeiro e Sofia Ferreira. O seu julgamento ocorreu um ano depois. Neste julgamento Cunhal fez uma declaração em que se afirmava "filho adoptivo do proletariado" e dirigiu um forte ataque ao regime salazarista. Foi condenado e preso na Penitenciária de Lisboa, sendo transferido para a prisão-fortaleza de Peniche em 1958. Devido aos seus ideais comunistas e à sua assumida e militante oposição ao Estado Novo, esteve preso em 1937, 1940 e 1949-1960, num total de 13 anos, 8 dos quais em completo isolamento. Em 1960, Cunhal, juntamente com outros camaradas, todos quadros destacados do PCP, protagonizaram a célebre "fuga de Peniche".
A 25 de Dezembro de 1960 nasce a sua única filha, Ana Cunhal, fruto da sua relação com Isaura Maria Moreira. Após a fuga, Cunhal fica ainda cerca de dois anos em Portugal, na clandestinidade. Durante este período viveu em casas clandestinas de vários pontos do país como: Sintra, Ericeira, Amadora, Coimbra, Porto. Em 1961 é eleito Secretário-geral do PCP. Cunhal ocupou o cargo de secretário-geral do Partido Comunista Português, sucedendo a Bento Gonçalves, entre 1961 e 1992, tendo sido substituído por Carlos Carvalhas.
Em 1968 Álvaro Cunhal presidiu à Conferência dos Partidos Comunistas da Europa Ocidental, o que é revelador da influência que já nessa altura detinha no movimento comunista internacional. Neste encontro, mostrou-se um dos mais firmes apoiantes da invasão da então Checoslováquia pelos tanques do Pacto de Varsóvia, ocorrida nesse mesmo ano. Regressou a Portugal cinco dias depois do 25 de Abril de 1974. Nesse mesmo dia, passeou de braço dado com Mário Soares, por Lisboa, como forma de ambos comemorarem o início da Democracia em Portugal, pois mesmo que divergissem ideológicamente, apoiavam um Portugal livre e democrático. Foi ministro sem pasta no I, II, III e IV governos provisórios e também deputado à Assembleia da República entre 1975 e 1992. Em 1982, tornou-se membro do Conselho de Estado, abandonando estas funções dez anos depois, quando saiu da liderança do PCP. Além das suas funções na direcção partidária, foi romancista e pintor, escrevendo sob o pseudónimo de Manuel Tiago, o que só revelou em 1995. Nos últimos anos da sua vida sofreu de glaucoma, acabando por cegar. Faleceu a 13 de Junho de 2005, em Lisboa. Por sua vontade, o corpo foi cremado.
Da sua relação com Isaura Maria Moreira, teve uma filha, Ana Maria Moreira Cunhal, nascida a 25 de Dezembro de 1960.
Álvaro Cunhal ficou na memória como um comunista que nunca abdicou do seu ideal.



Quer queiram ou não a verdade é Álvaro Cunhal foi uma das figuras mais marcantes do século XX português e teve uma grande influência, mesmo internacional. Pense-se o que se pensar das suas ideias e da acção política, não é possível fazer a história do nosso tempo sem ter em conta a sua personalidade e intervenção, quer durante os longos anos da ditadura, quer no 25 de Abril e nas décadas que se lhe seguiram.
Comunista desde a juventude, homem de coragem e capacidade de resistência lendárias, manteve-se até ao fim fiel a si mesmo e ideais de sempre. A sua vida confunde-se com a do movimento comunista no século XX e está indissociavelmente ligada à história da URSS, cujo fim ele viveu como uma tragédia. Contudo, este acontecimento não mudou nem as suas convicções, nem a tenacidade que punha na respectiva defesa. A sua resistência ao regime de Salazar e de Caetano, sob o qual foi preso, torturado e perseguido, tornou-se mítica pela ousadia, pela constância e pela coragem. Reorganizou o PCP, tornando-o uma força activa, embora clandestina, de combate político organizado e eficaz. O Secretário-Geral dirigia, agia, escrevia, resistia, estivesse onde estivesse, dentro ou fora de Portugal. 
Tinha uma personalidade vigorosa e era um homem de múltiplos talentos politico, escritor, desenhador, pintor, tradutor. No contacto pessoal era capaz de ser muito difícil, inflexível e duro, mas também gentil, sensível e atencioso, capaz de gestos de grande elegância e cortesia. Fascinou tanto apoiantes como adversários e a reserva que manteve, durante muito tempo sobre a sua vida privada e as facetas mais íntimas da sua personalidade contribuíram para o mitificar. Com a chegada da velhice e o aproximar do fim, decidiu dar-se a conhecer melhor, falando da sua vida pessoal e da sua obra de criação literária e artística. Fazia-o com um indisfarçável orgulho, como quem desvenda um segredo demasiado tempo guardado e que lhe era finalmente grato partilhar. Assumiu para a posteridade a autoria dos seus livros publicados sob pseudónimo, autorizou com prazer que deles fizessem filmes, editou os seus desenhos e a sua pintura. Publicou a sua tradução do "Rei Lear" de Shakespeare. Em conferências e entrevistas, falou da vida e da arte, contou histórias e reflectiu sobre a sua experiência. Percebia-se que queria, de algum modo, fixar a imagem com que o futuro o olharia.
Para o fim deixo um trabalho da sic que conta a sua vida e demonstra a importancia de Cunhal como uma das grandes figuras da nossa história.
“Porque em cada bandeira vermelha
Se ergue a vontade infinita de liberdade
Na garganta altiva de um povo!”
A preto e branco desenhaste o Alentejo
Manchado no vermelho das espingardas
De um filho e uma Catarina
Embalados no colo sereno da razão!
Nas mofas celas que cruzaste
Um grito alucinante trespassou paredes
Abraçou a cidade inteira, o jardim,
Numa nuvem de esperança feito porvir
Era a tua alma livre, o teu peito aberto
A tua mão fechada e firme
O teu sonho de democracia a florir…
Foste a palavra certa no momento certo
O escudo contra os traidores
O ponto final na falsidade
A interpretação correcta da verdade!
Foste a escola de quantos acreditam
Que com o exemplo da tua luta
Poderão construir a nova sociedade!
PUBLICADO digitalblueradio às 16:15 | LINK DO POST
Álvaro Barreirinhas Cunhal nasceu em Coimbra a 10 de Novembro de 1913 e faleceu em Lisboa a 13 de Junho de 2005, político e escritor conhecido por ser um resistente ao Estado Novo, e ter dedicado a vida ao ideal comunista e ao seu partido, o Partido Comunista Português.
Álvaro Cunhal nasceu em Coimbra, na freguesia da Sé Nova, filho de Avelino Henriques da Costa Cunhal, advogado de profissão, republicano e liberal, e de Mercedes Simões Ferreira Barreirinhas Cunhal, católica fervorosa. Álvaro Cunhal teve dois irmãos mais velhos, António José, que morreu em 1933, com vinte e dois anos, vítima de tuberculose, e Maria Mansuenta, que morreu em Seia, em 1921, com apenas nove anos, também vítima de tuberculose. Em 1927, nasce a sua irmã mais nova, Maria Eugénia. Passou a infância em Seia, de onde o pai era natural. O pai retirou-o da escola primária porque não queria que o filho aprendesse com uma professora primária autoritária. Aos onze anos, mudou-se com a família para Lisboa, onde frequentou o Liceu Camões. Daí seguiu para a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde iniciou a sua actividade revolucionária.
Em 1931, com dezassete anos, filia-se no Partido Comunista Português e integra a Liga dos Amigos da URSS e o Socorro Vermelho Internacional. Em 1935 chega a secretário-geral da Federação das Juventudes Comunistas. Ao longo da década de 1930, colabrou com vários jornais e revistas como a "Seara Nova" e o "O Diabo", e nas publicações clandestinas do PCP, o "Avante" e "O Militante". Em 1937 é preso pela primeira vez. É levado para o Aljube e posteriormente transferido para Peniche. Um ano depois é libertado, mas por razões políticas é obrigado a cumprir o serviço militar, em Dezembro de 1939, na Companhia Disciplinar de Penamacor. Por razões de saúde, Álvaro Cunhal acaba por ser dispensado pela Junta Médica Militar. Em 1940, Cunhal é escoltado pela polícia à Faculdade de Direito, onde apresenta a sua tese da licenciatura em Direito, sobre a temática do aborto e a sua despenalização, tema pouco vulgar para a época em questão. A sua tese, apesar do contexto político pouco favorável, foi classificada com dezasseis valores. Do jurí fazia parte Marcello Caetano.
Em 1949, Álvaro Cunhal é preso pela terceira vez, numa casa clandestina do Luso. Com ele são também presos Militão Ribeiro e Sofia Ferreira. O seu julgamento ocorreu um ano depois. Neste julgamento Cunhal fez uma declaração em que se afirmava "filho adoptivo do proletariado" e dirigiu um forte ataque ao regime salazarista. Foi condenado e preso na Penitenciária de Lisboa, sendo transferido para a prisão-fortaleza de Peniche em 1958. Devido aos seus ideais comunistas e à sua assumida e militante oposição ao Estado Novo, esteve preso em 1937, 1940 e 1949-1960, num total de 13 anos, 8 dos quais em completo isolamento. Em 1960, Cunhal, juntamente com outros camaradas, todos quadros destacados do PCP, protagonizaram a célebre "fuga de Peniche".
A 25 de Dezembro de 1960 nasce a sua única filha, Ana Cunhal, fruto da sua relação com Isaura Maria Moreira. Após a fuga, Cunhal fica ainda cerca de dois anos em Portugal, na clandestinidade. Durante este período viveu em casas clandestinas de vários pontos do país como: Sintra, Ericeira, Amadora, Coimbra, Porto. Em 1961 é eleito Secretário-geral do PCP. Cunhal ocupou o cargo de secretário-geral do Partido Comunista Português, sucedendo a Bento Gonçalves, entre 1961 e 1992, tendo sido substituído por Carlos Carvalhas.
Em 1968 Álvaro Cunhal presidiu à Conferência dos Partidos Comunistas da Europa Ocidental, o que é revelador da influência que já nessa altura detinha no movimento comunista internacional. Neste encontro, mostrou-se um dos mais firmes apoiantes da invasão da então Checoslováquia pelos tanques do Pacto de Varsóvia, ocorrida nesse mesmo ano. Regressou a Portugal cinco dias depois do 25 de Abril de 1974. Nesse mesmo dia, passeou de braço dado com Mário Soares, por Lisboa, como forma de ambos comemorarem o início da Democracia em Portugal, pois mesmo que divergissem ideológicamente, apoiavam um Portugal livre e democrático. Foi ministro sem pasta no I, II, III e IV governos provisórios e também deputado à Assembleia da República entre 1975 e 1992. Em 1982, tornou-se membro do Conselho de Estado, abandonando estas funções dez anos depois, quando saiu da liderança do PCP. Além das suas funções na direcção partidária, foi romancista e pintor, escrevendo sob o pseudónimo de Manuel Tiago, o que só revelou em 1995. Nos últimos anos da sua vida sofreu de glaucoma, acabando por cegar. Faleceu a 13 de Junho de 2005, em Lisboa. Por sua vontade, o corpo foi cremado.
Da sua relação com Isaura Maria Moreira, teve uma filha, Ana Maria Moreira Cunhal, nascida a 25 de Dezembro de 1960.
Álvaro Cunhal ficou na memória como um comunista que nunca abdicou do seu ideal.



Quer queiram ou não a verdade é Álvaro Cunhal foi uma das figuras mais marcantes do século XX português e teve uma grande influência, mesmo internacional. Pense-se o que se pensar das suas ideias e da acção política, não é possível fazer a história do nosso tempo sem ter em conta a sua personalidade e intervenção, quer durante os longos anos da ditadura, quer no 25 de Abril e nas décadas que se lhe seguiram.
Comunista desde a juventude, homem de coragem e capacidade de resistência lendárias, manteve-se até ao fim fiel a si mesmo e ideais de sempre. A sua vida confunde-se com a do movimento comunista no século XX e está indissociavelmente ligada à história da URSS, cujo fim ele viveu como uma tragédia. Contudo, este acontecimento não mudou nem as suas convicções, nem a tenacidade que punha na respectiva defesa. A sua resistência ao regime de Salazar e de Caetano, sob o qual foi preso, torturado e perseguido, tornou-se mítica pela ousadia, pela constância e pela coragem. Reorganizou o PCP, tornando-o uma força activa, embora clandestina, de combate político organizado e eficaz. O Secretário-Geral dirigia, agia, escrevia, resistia, estivesse onde estivesse, dentro ou fora de Portugal. 
Tinha uma personalidade vigorosa e era um homem de múltiplos talentos politico, escritor, desenhador, pintor, tradutor. No contacto pessoal era capaz de ser muito difícil, inflexível e duro, mas também gentil, sensível e atencioso, capaz de gestos de grande elegância e cortesia. Fascinou tanto apoiantes como adversários e a reserva que manteve, durante muito tempo sobre a sua vida privada e as facetas mais íntimas da sua personalidade contribuíram para o mitificar. Com a chegada da velhice e o aproximar do fim, decidiu dar-se a conhecer melhor, falando da sua vida pessoal e da sua obra de criação literária e artística. Fazia-o com um indisfarçável orgulho, como quem desvenda um segredo demasiado tempo guardado e que lhe era finalmente grato partilhar. Assumiu para a posteridade a autoria dos seus livros publicados sob pseudónimo, autorizou com prazer que deles fizessem filmes, editou os seus desenhos e a sua pintura. Publicou a sua tradução do "Rei Lear" de Shakespeare. Em conferências e entrevistas, falou da vida e da arte, contou histórias e reflectiu sobre a sua experiência. Percebia-se que queria, de algum modo, fixar a imagem com que o futuro o olharia.
Para o fim deixo um trabalho da sic que conta a sua vida e demonstra a importancia de Cunhal como uma das grandes figuras da nossa história.
“Porque em cada bandeira vermelha
Se ergue a vontade infinita de liberdade
Na garganta altiva de um povo!”
A preto e branco desenhaste o Alentejo
Manchado no vermelho das espingardas
De um filho e uma Catarina
Embalados no colo sereno da razão!
Nas mofas celas que cruzaste
Um grito alucinante trespassou paredes
Abraçou a cidade inteira, o jardim,
Numa nuvem de esperança feito porvir
Era a tua alma livre, o teu peito aberto
A tua mão fechada e firme
O teu sonho de democracia a florir…
Foste a palavra certa no momento certo
O escudo contra os traidores
O ponto final na falsidade
A interpretação correcta da verdade!
Foste a escola de quantos acreditam
Que com o exemplo da tua luta
Poderão construir a nova sociedade!
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Alexandre III da Macedônia, dito o Grande ou Magno nasceu a 20 de julho de 356 a.C. em Pela e morreu a 10 de junho de 323 a.C., na Babilônia foi príncipe e rei da Macedônia, e um dos três filhos do rei Filipe II e de Olímpia do Épiro. 
Alexandre foi o mais célebre conquistador do mundo antigo. Na sua juventude, teve como preceptor o filósofo Aristóteles. Tornou-se rei aos vinte anos, na sequência do assassinato do seu pai. A sua carreira é sobejamente conhecida: conquistou um império que ia dos Balcãs à Índia, incluindo o Egito e a Báctria (o atual Afeganistão). Este império era o maior e mais rico que já tinha existido. Existem várias razões para esses grandes êxitos militares, um deles é que Alexandre era um general de extraordinária habilidade e sagacidade, talvez o melhor de todos os tempos, nunca perdeu uma batalha.
Em 334 a.C., empreendeu a sua primeira campanha contra os persas na Batalha de Granico que lhe deu o controle da Ásia Menor (atual Turquia). No ano seguinte, derrotou o rei Dario III da Pérsia na Batalha de Issus e um ano depois, conquistou o Egipto e Tiro, em 331 a.C.. Completou a conquista da Pérsia na Batalha de Gaugamela, onde derrotou definitivamente Dario III, o que lhe conferiu o estatuto de Imperador Persa. Mas Alexandre não ficaria por aqui, durante cerca de dois anos Alexandre manteve-se ocupado em várias campanhas para a consolidação do seu império. Mas, em 327 a.C., conduziu as suas tropas por cima das montanhas Hindu Kush para o vale do rio Indo, a fim de conquistar a Índia, país mítico para os gregos, foi forçado a regressar à Babilónia devido ao cansaço das suas tropas, e instalaria aí a capital do seu império. Deixou atrás de si novas colónias, como Niceia e Bucéfala, esta erigida em memória do seu cavalo, às margens do rio Hidaspes.
Alexandre tinha a intenção de fazer ainda mais conquistas, morreu depois de doze anos de constantes campanhas militares, sem completar trinta e três anos. 
Casamento de Alexandre e Roxana
Alexandre casou com pelo menos duas mulheres, Roxana, filha de um nobre, e a princesa persa Statira II, filha de Dario III da Pérsia. O filho que teve de Roxana, Alexandre IV da Macedónia, morreu antes de chegar à idade adulta. A sua vida foi retratada no cinema. Dois filmes de grande sucesso tiveram como assunto Alexandre o Grande: Alexander the Great (1956), onde o papel de Alexandre coube ao ator Richard Burton e Alexander (2004), onde o papel de Alexandre coube ao ator Colin Farrell. 
Acompanhe os passos da campanha final de Alexandre Magno, começando pela condução do seu poderoso exército até á Índia, numa demonstração de desafio, força e fé inquebravél, quando ele executa uma das ações militares mais memoráveis da história: a travessia de um rio a meio de uma furiosa tempestade. Tal manobra, não só conseguiu fazer desmoronar a confiança do general hindu Porus, como também permitiu que o exército de Alexandre tomasse as suas tropas de assalto, oculto pelo manto escuro da noite.
Alexandre Magno, ele é implacável, determinado e fatal. Um dos maiores combatentes militares que o mumdo já viu, estrategista brilhante comanda homens que matam com prazer para ele e morrem por ele. Tudo pela glória da Grécia, ele é Alexandre - o Grande. 

PUBLICADO digitalblueradio às 17:25 | LINK DO POST
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Alexandre III da Macedônia, dito o Grande ou Magno nasceu a 20 de julho de 356 a.C. em Pela e morreu a 10 de junho de 323 a.C., na Babilônia foi príncipe e rei da Macedônia, e um dos três filhos do rei Filipe II e de Olímpia do Épiro. 
Alexandre foi o mais célebre conquistador do mundo antigo. Na sua juventude, teve como preceptor o filósofo Aristóteles. Tornou-se rei aos vinte anos, na sequência do assassinato do seu pai. A sua carreira é sobejamente conhecida: conquistou um império que ia dos Balcãs à Índia, incluindo o Egito e a Báctria (o atual Afeganistão). Este império era o maior e mais rico que já tinha existido. Existem várias razões para esses grandes êxitos militares, um deles é que Alexandre era um general de extraordinária habilidade e sagacidade, talvez o melhor de todos os tempos, nunca perdeu uma batalha.
Em 334 a.C., empreendeu a sua primeira campanha contra os persas na Batalha de Granico que lhe deu o controle da Ásia Menor (atual Turquia). No ano seguinte, derrotou o rei Dario III da Pérsia na Batalha de Issus e um ano depois, conquistou o Egipto e Tiro, em 331 a.C.. Completou a conquista da Pérsia na Batalha de Gaugamela, onde derrotou definitivamente Dario III, o que lhe conferiu o estatuto de Imperador Persa. Mas Alexandre não ficaria por aqui, durante cerca de dois anos Alexandre manteve-se ocupado em várias campanhas para a consolidação do seu império. Mas, em 327 a.C., conduziu as suas tropas por cima das montanhas Hindu Kush para o vale do rio Indo, a fim de conquistar a Índia, país mítico para os gregos, foi forçado a regressar à Babilónia devido ao cansaço das suas tropas, e instalaria aí a capital do seu império. Deixou atrás de si novas colónias, como Niceia e Bucéfala, esta erigida em memória do seu cavalo, às margens do rio Hidaspes.
Alexandre tinha a intenção de fazer ainda mais conquistas, morreu depois de doze anos de constantes campanhas militares, sem completar trinta e três anos. 
Casamento de Alexandre e Roxana
Alexandre casou com pelo menos duas mulheres, Roxana, filha de um nobre, e a princesa persa Statira II, filha de Dario III da Pérsia. O filho que teve de Roxana, Alexandre IV da Macedónia, morreu antes de chegar à idade adulta. A sua vida foi retratada no cinema. Dois filmes de grande sucesso tiveram como assunto Alexandre o Grande: Alexander the Great (1956), onde o papel de Alexandre coube ao ator Richard Burton e Alexander (2004), onde o papel de Alexandre coube ao ator Colin Farrell. 
Acompanhe os passos da campanha final de Alexandre Magno, começando pela condução do seu poderoso exército até á Índia, numa demonstração de desafio, força e fé inquebravél, quando ele executa uma das ações militares mais memoráveis da história: a travessia de um rio a meio de uma furiosa tempestade. Tal manobra, não só conseguiu fazer desmoronar a confiança do general hindu Porus, como também permitiu que o exército de Alexandre tomasse as suas tropas de assalto, oculto pelo manto escuro da noite.
Alexandre Magno, ele é implacável, determinado e fatal. Um dos maiores combatentes militares que o mumdo já viu, estrategista brilhante comanda homens que matam com prazer para ele e morrem por ele. Tudo pela glória da Grécia, ele é Alexandre - o Grande. 

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Alexandre III da Macedônia, dito o Grande ou Magno nasceu a 20 de julho de 356 a.C. em Pela e morreu a 10 de junho de 323 a.C., na Babilônia foi príncipe e rei da Macedônia, e um dos três filhos do rei Filipe II e de Olímpia do Épiro. 
Alexandre foi o mais célebre conquistador do mundo antigo. Na sua juventude, teve como preceptor o filósofo Aristóteles. Tornou-se rei aos vinte anos, na sequência do assassinato do seu pai. A sua carreira é sobejamente conhecida: conquistou um império que ia dos Balcãs à Índia, incluindo o Egito e a Báctria (o atual Afeganistão). Este império era o maior e mais rico que já tinha existido. Existem várias razões para esses grandes êxitos militares, um deles é que Alexandre era um general de extraordinária habilidade e sagacidade, talvez o melhor de todos os tempos, nunca perdeu uma batalha.
Em 334 a.C., empreendeu a sua primeira campanha contra os persas na Batalha de Granico que lhe deu o controle da Ásia Menor (atual Turquia). No ano seguinte, derrotou o rei Dario III da Pérsia na Batalha de Issus e um ano depois, conquistou o Egipto e Tiro, em 331 a.C.. Completou a conquista da Pérsia na Batalha de Gaugamela, onde derrotou definitivamente Dario III, o que lhe conferiu o estatuto de Imperador Persa. Mas Alexandre não ficaria por aqui, durante cerca de dois anos Alexandre manteve-se ocupado em várias campanhas para a consolidação do seu império. Mas, em 327 a.C., conduziu as suas tropas por cima das montanhas Hindu Kush para o vale do rio Indo, a fim de conquistar a Índia, país mítico para os gregos, foi forçado a regressar à Babilónia devido ao cansaço das suas tropas, e instalaria aí a capital do seu império. Deixou atrás de si novas colónias, como Niceia e Bucéfala, esta erigida em memória do seu cavalo, às margens do rio Hidaspes.
Alexandre tinha a intenção de fazer ainda mais conquistas, morreu depois de doze anos de constantes campanhas militares, sem completar trinta e três anos. 
Casamento de Alexandre e Roxana
Alexandre casou com pelo menos duas mulheres, Roxana, filha de um nobre, e a princesa persa Statira II, filha de Dario III da Pérsia. O filho que teve de Roxana, Alexandre IV da Macedónia, morreu antes de chegar à idade adulta. A sua vida foi retratada no cinema. Dois filmes de grande sucesso tiveram como assunto Alexandre o Grande: Alexander the Great (1956), onde o papel de Alexandre coube ao ator Richard Burton e Alexander (2004), onde o papel de Alexandre coube ao ator Colin Farrell. 
Acompanhe os passos da campanha final de Alexandre Magno, começando pela condução do seu poderoso exército até á Índia, numa demonstração de desafio, força e fé inquebravél, quando ele executa uma das ações militares mais memoráveis da história: a travessia de um rio a meio de uma furiosa tempestade. Tal manobra, não só conseguiu fazer desmoronar a confiança do general hindu Porus, como também permitiu que o exército de Alexandre tomasse as suas tropas de assalto, oculto pelo manto escuro da noite.
Alexandre Magno, ele é implacável, determinado e fatal. Um dos maiores combatentes militares que o mumdo já viu, estrategista brilhante comanda homens que matam com prazer para ele e morrem por ele. Tudo pela glória da Grécia, ele é Alexandre - o Grande. 

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Jorge Manuel de Abreu Palma nasceu em Lisboa a 4 de Junho de 1950. Aos seis anos, e ao mesmo tempo que aprendia a ler e a escrever, iniciou os estudos de piano. Foi no Conservatório Nacional a sua primeira audição, aos oito anos, numa altura em que era aluno de Maria Fernanda Chichorro. Durante a adolescência começa a interessar-se pelo rock’n’roll, e, de um modo geral, pela música popular americana e inglesa. É por esta altura que descobre a guitarra. Bob Dylan, Led Zeppelin e Lou Reed são algumas das suas influências.
Em 1967, no Algarve, integra o grupo "Black Boys", de 1969 a 1971, enquanto estuda Engenharia na Faculdade de Ciências de Lisboa, integra o grupo pop-rock "Sindicato", do grupo faziam parte Rão Kyao, Vítor Mamede, João Maló, Rui Cardoso e Ricardo Levi. Em 1971, gravaram o single "Smile". A estreia a solo de Jorge Palma acontece com o single "The Nine Billion Names of God"(1972), título de um conto de Arthur C. Clarke e inspirado também no livro "O Despertar dos Mágicos", de Louis Pauwels e Jacques Bergier. Por esta altura, inicia uma colaboração com José Carlos Ary dos Santos, que o ajuda a aperfeiçoar a escrita poética, e com quem estabelece uma relação aluno-mestre. Deste contacto resulta o EP "A Última Canção" (1973), com quatro composições de Jorge Palma, duas delas com letras de Ary dos Santos.

Em 1973, recusando cumprir o serviço militar obrigatório, e, consequentemente, embarcar numa guerra para o Ultramar, parte para a Dinamarca, com Gisela Branco, a sua primeira mulher, onde lhe foi concedido asilo político. Na Dinamarca trabalhou como empregado num hotel. Regressou a Portugal após o 25 de Abril de 1974, iniciando uma carreira como orquestrador, entre 1974 e 1977, na indústria discográfica. Fez arranjos para Pedro Barroso, Paco Bandeira, Francisco Naia, Rui de Mascarenhas, Tonicha, Adelaide Ferreira e para os agrupamentos "Intróito" e "Maranata"
Em 1975, concorreu ao Festival RTP da Canção com "O Pecado Capital", uma canção defendida em dueto com Fernando Girão, e "Viagem", uma composição de Nuno Nazareth Fernandes com letra sua. Ficaram classificadas em 7º e 8º lugares, respectivamente, num total de dez canções concorrentes. Nesse ano gravou o seu primeiro LP, "Com uma Viagem na Palma da Mão", para a Valentim de Carvalho, com canções compostas durante o exílio político em Copenhaga. Depois da gravação do seu segundo trabalho discográfico "Té Já" (1977), partiu em viagem, cantando e tocando guitarra nas ruas de várias cidades espanholas e francesas. Em 1979, vive alguns meses em Portugal, morando no "Ninho das Águias", junto ao Castelo de S. Jorge, em Lisboa. Grava "Qualquer Coisa Pá Música", o seu terceiro álbum de originais.
No início da década de 80, regressou a Paris, com a sua segunda mulher, Graça Lami, voltando a Portugal em 1982 para gravar o álbum duplo "Acto Contínuo".
Vicente, o seu primeiro filho, nasce em 1983 e a ele dedica a música "Castor", do seu quinto álbum de originais "Asas e Penas" (1984). O ano seguinte é marcado pelo lançamento do seu sexto álbum de originais e um dos mais aclamados da sua carreira, "O Lado Errado da Noite". O single "Deixa-me Rir" teve um enorme sucesso.  
E este tema "Cara de Anjo Mau"
Em 1986 gravou o seu sétimo álbum de originais "Quarto Minguante". Em 1989, edita "Bairro do Amor". Em 1991, foi editado "Só". O álbum "Ao Vivo no Johnny Guitar", de 1993, surge na sequência da formação do grupo "Palma’s Gang", que reuniu os músicos Kalu e Zé Pedro (Xutos e Pontapés) e Flak e Alex (Rádio Macau). Entretanto nasce o seu segundo filho Francisco. Integrou o agrupamento "Rio Grande", em 1996, formado por Tim (Xutos e Pontapés), João Gil (Ala dos Namorados), Rui Veloso e Vitorino, que alcançou uma considerável popularidade, gravando dois CD’s (1996 e 1998).
Em 2000 saí a colectânea "Dá-me Lume", participa no álbum de tributo a Rui Veloso.
e empresta a sua voz a "Laura", canção pertencente à banda sonora do tele-filme da SIC, "A Noiva".

Em 2001 é editado o álbum "Jorge Palma" e deu a voz a "Diz-me Tudo", música de abertura da telenovela portuguesa da SIC “Ganância”. Em 2002, os "Cabeças no Ar" - na prática, os "Rio Grande" sem Vitorino - lançam um disco. "Qualquer Coisa Pá Música" é reeditado em CD. Em 2004 gravou, no Porto, o álbum "Norte". Lançou em 2007 o disco "Voo Nocturno".

Em 2008 casou com Rita Tomé, e é editado o disco "Voo Nocturno ao Vivo". Entretanto mais um sucesso, um tema de uma novela da TVI "Encosta-te a mim".
 Lançou em 2010 o single "Tudo por um beijo", banda sonora do filme "A Bela e o Paparazzo"
Discografia

Álbuns
"Com Uma Viagem na Palma da Mão" (1975)
"Té Já" (1977)
"Qualquer Coisa Pá Música" (1979)
"Acto Contínuo" (1982)
"Asas e Penas" (1984)
"O Lado Errado da Noite" (1985)
"Quarto Minguante" (1986)
"Bairro do Amor" (1989)
"Só" (1991)
"É Prohibido Fumar" (2001)
"No Tempo dos Assassinos" (2002)
"Norte" (2004)
"Voo Nocturno" (2007)
"Voo Nocturno ao Vivo" (2008)
Outros Projectos
1993 - Palma's Gang - "Ao Vivo no Johnny Guitar"
1996 - Rio Grande - "Rio Grande"
1997 - Rio Grande - "Dia do Concerto" (Álbum Ao Vivo)
2002 - Cabeças no Ar – "Cabeças no Ar"
PUBLICADO digitalblueradio às 15:00 | LINK DO POST
Jorge Manuel de Abreu Palma nasceu em Lisboa a 4 de Junho de 1950. Aos seis anos, e ao mesmo tempo que aprendia a ler e a escrever, iniciou os estudos de piano. Foi no Conservatório Nacional a sua primeira audição, aos oito anos, numa altura em que era aluno de Maria Fernanda Chichorro. Durante a adolescência começa a interessar-se pelo rock’n’roll, e, de um modo geral, pela música popular americana e inglesa. É por esta altura que descobre a guitarra. Bob Dylan, Led Zeppelin e Lou Reed são algumas das suas influências.
Em 1967, no Algarve, integra o grupo "Black Boys", de 1969 a 1971, enquanto estuda Engenharia na Faculdade de Ciências de Lisboa, integra o grupo pop-rock "Sindicato", do grupo faziam parte Rão Kyao, Vítor Mamede, João Maló, Rui Cardoso e Ricardo Levi. Em 1971, gravaram o single "Smile". A estreia a solo de Jorge Palma acontece com o single "The Nine Billion Names of God"(1972), título de um conto de Arthur C. Clarke e inspirado também no livro "O Despertar dos Mágicos", de Louis Pauwels e Jacques Bergier. Por esta altura, inicia uma colaboração com José Carlos Ary dos Santos, que o ajuda a aperfeiçoar a escrita poética, e com quem estabelece uma relação aluno-mestre. Deste contacto resulta o EP "A Última Canção" (1973), com quatro composições de Jorge Palma, duas delas com letras de Ary dos Santos.

Em 1973, recusando cumprir o serviço militar obrigatório, e, consequentemente, embarcar numa guerra para o Ultramar, parte para a Dinamarca, com Gisela Branco, a sua primeira mulher, onde lhe foi concedido asilo político. Na Dinamarca trabalhou como empregado num hotel. Regressou a Portugal após o 25 de Abril de 1974, iniciando uma carreira como orquestrador, entre 1974 e 1977, na indústria discográfica. Fez arranjos para Pedro Barroso, Paco Bandeira, Francisco Naia, Rui de Mascarenhas, Tonicha, Adelaide Ferreira e para os agrupamentos "Intróito" e "Maranata"
Em 1975, concorreu ao Festival RTP da Canção com "O Pecado Capital", uma canção defendida em dueto com Fernando Girão, e "Viagem", uma composição de Nuno Nazareth Fernandes com letra sua. Ficaram classificadas em 7º e 8º lugares, respectivamente, num total de dez canções concorrentes. Nesse ano gravou o seu primeiro LP, "Com uma Viagem na Palma da Mão", para a Valentim de Carvalho, com canções compostas durante o exílio político em Copenhaga. Depois da gravação do seu segundo trabalho discográfico "Té Já" (1977), partiu em viagem, cantando e tocando guitarra nas ruas de várias cidades espanholas e francesas. Em 1979, vive alguns meses em Portugal, morando no "Ninho das Águias", junto ao Castelo de S. Jorge, em Lisboa. Grava "Qualquer Coisa Pá Música", o seu terceiro álbum de originais.
No início da década de 80, regressou a Paris, com a sua segunda mulher, Graça Lami, voltando a Portugal em 1982 para gravar o álbum duplo "Acto Contínuo".
Vicente, o seu primeiro filho, nasce em 1983 e a ele dedica a música "Castor", do seu quinto álbum de originais "Asas e Penas" (1984). O ano seguinte é marcado pelo lançamento do seu sexto álbum de originais e um dos mais aclamados da sua carreira, "O Lado Errado da Noite". O single "Deixa-me Rir" teve um enorme sucesso.  
E este tema "Cara de Anjo Mau"
Em 1986 gravou o seu sétimo álbum de originais "Quarto Minguante". Em 1989, edita "Bairro do Amor". Em 1991, foi editado "Só". O álbum "Ao Vivo no Johnny Guitar", de 1993, surge na sequência da formação do grupo "Palma’s Gang", que reuniu os músicos Kalu e Zé Pedro (Xutos e Pontapés) e Flak e Alex (Rádio Macau). Entretanto nasce o seu segundo filho Francisco. Integrou o agrupamento "Rio Grande", em 1996, formado por Tim (Xutos e Pontapés), João Gil (Ala dos Namorados), Rui Veloso e Vitorino, que alcançou uma considerável popularidade, gravando dois CD’s (1996 e 1998).
Em 2000 saí a colectânea "Dá-me Lume", participa no álbum de tributo a Rui Veloso.
e empresta a sua voz a "Laura", canção pertencente à banda sonora do tele-filme da SIC, "A Noiva".

Em 2001 é editado o álbum "Jorge Palma" e deu a voz a "Diz-me Tudo", música de abertura da telenovela portuguesa da SIC “Ganância”. Em 2002, os "Cabeças no Ar" - na prática, os "Rio Grande" sem Vitorino - lançam um disco. "Qualquer Coisa Pá Música" é reeditado em CD. Em 2004 gravou, no Porto, o álbum "Norte". Lançou em 2007 o disco "Voo Nocturno".

Em 2008 casou com Rita Tomé, e é editado o disco "Voo Nocturno ao Vivo". Entretanto mais um sucesso, um tema de uma novela da TVI "Encosta-te a mim".
 Lançou em 2010 o single "Tudo por um beijo", banda sonora do filme "A Bela e o Paparazzo"
Discografia

Álbuns
"Com Uma Viagem na Palma da Mão" (1975)
"Té Já" (1977)
"Qualquer Coisa Pá Música" (1979)
"Acto Contínuo" (1982)
"Asas e Penas" (1984)
"O Lado Errado da Noite" (1985)
"Quarto Minguante" (1986)
"Bairro do Amor" (1989)
"Só" (1991)
"É Prohibido Fumar" (2001)
"No Tempo dos Assassinos" (2002)
"Norte" (2004)
"Voo Nocturno" (2007)
"Voo Nocturno ao Vivo" (2008)
Outros Projectos
1993 - Palma's Gang - "Ao Vivo no Johnny Guitar"
1996 - Rio Grande - "Rio Grande"
1997 - Rio Grande - "Dia do Concerto" (Álbum Ao Vivo)
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Perfeito. Me sinto da mesma forma. Parece que desc...
acho que deve ser respeitada... http://www.goiasc...
vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
a discografia tem um ep com o titulo errado, onde ...
Armando Gama fomos contemporâneos no Salvador Corr...
A juventude nos leva a caminhos ruins , e procuram...
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GANHA MENSALMENTE COMO PRESIDENTE DA COMISSÃO EURO...
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